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Blog RegeniusArtigosOsteoporose

Osteoporose: 4 coisas que você precisa saber!

by regenius 5 de maio de 2021

A Osteoporose é uma doença sistêmica que afeta todos os ossos do nosso corpo. Ela é caracterizada pela perda acelerada da densidade óssea, o que deixa o esqueleto poroso e mais frágil, aumentando os riscos de lesão.

É importante frisar que, a perda de densidade óssea e mineral é natural ao longo da vida, e só falamos da doença quando a formação óssea está reduzida ou há um aumento da reabsorção óssea em relação ao esperado para pessoas da mesma idade, peso, altura e sexo.

Para ter acesso a uma lista de informações importantes sobre a Osteoporose, continue a leitura!

1. Principais causas da Osteoporose

Existem diversas possíveis causas para a Osteoporose. Esse é um dos motivos pelos quais se faz necessária uma diferenciação entre tipos de Osteoporose que as pessoas possam ter.

Um desses fatores é a baixa concentração de cálcio no corpo. O cálcio faz parte da composição básica dos ossos e ele precisa ser ingerido na quantidade adequada para que nosso sistema tenha recursos para realizar a reposição óssea.

Osteoporose: 4 coisas que você precisa saber!

Entretanto, apenas consumir cálcio não é o suficiente. A grande responsável por permitir a absorção desse mineral é a vitamina D, mais especificamente a D3. Ela regula a homeostase (nível ideal) do cálcio dentro do nosso corpo.

Dessa forma, podemos dizer que a falta de cálcio e vitamina D, em conjunto, aumentam o risco à incidência de Osteoporose.

A genética é outro fator de risco para a doença. Assim, pessoas que têm histórico familiar de Osteoporose precisam começar a fazer exames periódicos mais cedo, evitando quadros clínicos mais complicados.

Alguns medicamentos também podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento de Osteoporose nos pacientes. Os principais são:

• Quimioterápicos;
• Anticonvulsivantes;
• Glicocorticoides;
• Hormônio tireoidiano em doses altas;
• Pioglitazona.

Somado a isso, doenças e estágios de desenvolvimento do ser humano também podem ser precursores da Osteoporose, como:

• Menopausa;
• Senilidade;
• Anorexia nervosa;
• Hipercalciúria;
• Hiperparatireoidismo;
• Artrite reumatoide;
• Mieloma múltiplo;
• Síndrome de má absorção.

Os hábitos do paciente contribuem para a manutenção de uma boa saúde. E como não seria diferente, eles interferem, também, na proteção contra a Osteoporose. Alguns hábitos maléficos incluem:

• Consumo de álcool;
• Tabagismo;
• Sedentarismo;
• Histórico de fraturas.

2. Riscos que a perda de densidade óssea oferece

Quando pensamos nos problemas que a Osteoporose causa, o seu verdadeiro risco está nas chamadas fraturas osteoporóticas. Como a doença reduz a densidade óssea, o esqueleto do paciente fica mais frágil e impactos, por mais brandos que possam ser, são capazes de causar o rompimento da região afetada.

Esse risco fica ainda mais grave quando levamos em consideração que as pessoas mais propensas a desenvolver a Osteoporose são idosos, principalmente mulheres pós-menopausa.

Na idade avançada, a recuperação de fraturas e lesões não é tão rápida e envolve diversos complicadores que não só causam dor, mas também diminuem o bem-estar da pessoa.

Além disso, algumas regiões do corpo merecem mais atenção. Uma fratura no quadril, por exemplo, pode incapacitar o idoso e colocá-lo para viver em uma cadeira de rodas durante meses — e dependendo da gravidade, pode ser até mesmo pelo resto da vida.

3. Como é o exame de densitometria óssea

A Osteoporose é uma doença silenciosa que não apresenta sintomas aparentes. É possível que uma pessoa possa conviver com esse mal durante anos e só ser diagnosticada depois de sofrer alguma fratura ou quando a doença já evoluiu ao ponto de influenciar na altura, gerar dores nas costas ou atrapalhar a manutenção da boa postura.

Por isso é altamente recomendado que, mulheres a partir dos seus 45 anos e homens a partir dos 65 anos, bem como pessoas com histórico de Osteoporose na família, façam exames preventivos anualmente.

Conversar com um especialista !

O exame que é utilizado para detectar o problema é chamado de densitometria óssea. Ele mede a massa óssea do colo do fêmur e da coluna lombar do paciente e compara os valores obtidos com uma média de indivíduos saudáveis.

A densitometria óssea compara os padrões obtidos e verifica o desvio padrão do paciente. Caso o valor obtido fique em 2,5, que é o desvio-padrão abaixo da média, a Osteoporose é confirmada. Valores entre 2,5 e 1,5 são referentes à osteopenia (quando a massa óssea está entre 10% e 20%, valor menor que o ideal).

4. Possíveis tratamentos para a Osteoporose

Com o desenvolvimento da Ortopedia nas últimas décadas, as formas de tratamento da Osteoporose mudaram significativamente. Hoje, é possível utilizar procedimentos e produtos que estimulam processos naturais de cura que o nosso corpo já realiza sozinho.

Entretanto, o processo de cuidado da Osteoporose pode ser dividido em três grandes partes:

• Prevenção;
• Alívio de dores;
• Tratamento de fraturas.

Com o tratamento adequado, é possível que uma pessoa com Osteoporose possa não ter fraturas em uma idade mais avançada. Esse processo envolve a adoção de hábitos mais saudáveis, consumo de suplemento de cálcio e soroterapia.

A soroterapia tem um papel importante na prevenção. Ela é um tipo de tratamento que consiste na infusão de medicamentos, nutrientes, minerais, hormônios e vitaminas por meio de aplicações musculares, venosas, cutâneas ou articulares.

Essa terapia permite que o paciente com Osteoporose consiga manter os níveis adequados de minerais, nutrientes e vitaminas em seu corpo, mesmo com a redução da absorção provinda de alimentos.

No caso das dores e perda de mobilidade, tratamentos como o ortolaser e o wave-regen são as melhores alternativas. Eles são procedimentos não invasivos que atuam diretamente no foco do problema, sem a necessidade de recorrer a medicamentos ou cirurgia.

Já no tratamento de fraturas, a Ortopedia conta com procedimentos minimamente invasivos que dispensam, inclusive, o uso de bisturis. Essa alternativa reduz os riscos cirúrgicos e favorece a cicatrização.

Somando isso a um processo de reabilitação, o paciente pode se recuperar com saúde e sem tantas restrições como nos procedimentos mais tradicionais.

Quer conhecer um pouco mais sobre essa doença silenciosa e seus perigos? Leia nosso texto sobre: Tipos de Osteoporose: Confira quais são as variações da doença!

Aviso Legal:
Instituto Regenius CNPJ 18.665.900/001-13
Rua Gonçalves Dias, 82, Funcionários – Belo Horizonte

1. As informações contidas nesse material (áudio, vídeo, imagem ou texto) não tem como objetivo substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde, nem sugerir diagnósticos ou recomendação para tratamentos específicos.

2. Não é possível definir diagnósticos nem indicar tratamentos individuais, sem que ocorra previamente uma avaliação profissional individualizada.

3. Os métodos demonstrados podem corresponder tanto a procedimentos regulamentados quanto experimentais, de acordo com a normatização dos respectivos Conselhos Federais à época da veiculação ou do acesso, mas todos os dados apresentados são embasados em artigos científicos publicados na literatura médica internacional.

4. Todo o conteúdo possui caráter exclusivamente educativo, com imagens ilustrativas, e é destinado ao público médico e/ou de profissionais da saúde, que possam se interessar, sem configurar qualquer finalidade lucrativa.

5. Em caso de dúvidas, ou interesse em mais informações, sugerimos que entre em contato conosco.

Referências Legais
Resolução CFM 1974/11 – Artigo 8º
Despacho CFM 143/19 – Artigo 75
Lei de Liberdade Econômica 13874/19 – Artigo 4º, Inciso VIII c/c Artigo 5º

Responsáveis Técnicos
Dr. Otávio de Melo Silva Júnior – Médico Ortopedista – CRMMG 41116 – RQE 25306
Dra. Lorena Nunes – Enfermeira – COREN 375466 – ENF
Dra. Glauciane Rezende – Fisioterapeuta – CREFITO-4 224282-F

5 de maio de 2021 0 comment
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Nova substância previne perda muscular com o envelhecimento
Blog Regenius

Perda muscular: nova substância ajuda na prevenção.

by regenius 5 de maio de 2021

Novo estudo, recém publicado, aponta um mecanismo capaz de explicar o fenômeno que leva à perda muscular, e por consequência da mobilidade e surgimento de dores crônicas em idosos. Este pode se tornar um problema muito incômodo mas que com os devidos cuidados pode ser contornado e controlado.

A sarcopenia é nome dado por médicos para a perda progressiva de massa muscular. É uma das doenças mais comuns na terceira idade, e a principal responsável pelo surgimento da osteoporose nessa faixa etária. Esta doença leva à redução da função do músculo esquelético, responsável pela mobilidade do sistema locomotor. Durante sua evolução, ocorrem a redução na capacidade de movimentos, limitações físicas e também um grande aumento no risco de quedas e fraturas.

Tratamentos para perda muscular

Os tratamentos para perda muscular atualmente se limitam a prática de atividade física de resistência, modificações na dieta alimentar, suplementação de nutrientes e em alguns casos o uso de hormônios. Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh parecem ter encontrado um método terapêutico que poderá prevenir o desenvolvimento da perda muscular em um futuro próximo.

O estudo identificou as moléculas presentes no músculo que se alteram em diferentes estágios da vida. Uma dessas substâncias é a Proteína Klotho que demonstrou efeitos positivos sobre a força muscular, quando administrada em camundongos em idade avançada.

Nova substância previne perda muscular em idosos

Já existem ensaios clínicos demonstrando que alguns tratamentos farmacêuticos atualmente disponíveis também atuam sobre essa substância. De acordo com Zachary Clemens, doutorando da Universidade de Pittsburgh : “Os níveis de Proteína Klotho diminuem gradualmente com a idade, por isso testamos se a suplementação pode reduzir o desenvolvimento da sarcopenia”.

O estudo comparou as mudanças na estrutura, função e atividade do músculo esquelético ao longo da vida dos camundongos, que foram agrupados em categorias de acordo com a idade.

Foram analisados o peso e tipo de fibra muscular, gordura acumulada e função do músculo esquelético. As características clínicas comuns da sarcopenia estavam presentes apenas nos camundongos idosos. Os cientistas analisaram se a administração de Proteína Klotho teria efeitos benéficos na cicatrização muscular após a lesão.

Os resultados foram promissores, houve redução das cicatrizes e aumento das estruturas funcionais responsáveis pela contração das fibras musculares. O tratamento também aumentou em 60% a resistência para apoiar o peso corporal, em comparação com os camundongos sem tratamento, e esses resultados são bastante significativos.

“Os dados sugerem que o tratamento preventivo para perda muscular, com Proteína Klotho pode ser mais eficaz em retardar a progressão para sarcopenia precocemente, ao invés de reverter doenças relacionadas à idade mais avançada, pois nessa fase as respostas parecem ser mais aleatórias”, conclui Fabrisia Ambrosio, que é coautora do estudo e professora do Departamento de Medicina Física e Reabilitação da Universidade de Pittsburgh.

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Fontes:

Nature CommunicationsA. Sahu: Age-related declines in α-Klotho drive progenitor cell mitochondrial dysfunction and impaired muscle regeneration
While young muscle faithfully regenerates damaged myofibers, aged muscle is impaired. Here the authors show the “anti-aging” protein α-Klotho is upregulated in young muscle after damage via promoter demethylation and this regulation is lost in aging, resulting in mitochondrial damage and an impaired…
Nova substância previne perda muscular em idosos
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5 de maio de 2021 0 comment
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Manual Coluna Saudável

by regenius 4 de maio de 2021

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4 de maio de 2021 0 comment
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Blog RegeniusArtigosOrtopedia Geriátrica

Benefícios de exercícios físicos para idosos!

by regenius 2 de maio de 2021

Exercícios físicos para idosos é de suma importância pois com a chegada da terceira idade, algumas questões tornam-se mais evidentes como a perda de força muscular e de flexibilidade, acompanhada do enrijecimento das articulações e até mesmo osteoporose.

Essas limitações acabam por aumentar o grau de sedentarismo nesta faixa etária, uma tendência perigosa e que não apenas agrava os problemas existentes, como provoca outros. Doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais e diabetes tipo 2 são apenas algumas das enfermidades as quais os sedentários estão mais predispostos.

É importante lembrar que, para esse efeito, não são consideradas as atividades domésticas, pois elas não sustentam a frequência cardíaca cerca de 10% acima do valor basal.

O ideal é que a prática de exercícios seja uma constante ao longo da vida. Leia esse post para descobrir as vantagens das atividades físicas para idosos e quais as melhores para investir durante a terceira idade.

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Benefícios dos exercícios físicos para idosos

A partir dos 60 anos, existe uma maior propensão a dores músculo esqueléticas causadas por condições degenerativas. O envelhecimento começa a nível celular, fazendo com que os sistemas reduzam a capacidade de resposta. O resultado é uma maior vulnerabilidade a doenças e perda de autonomia progressiva.

A prática de atividades físicas combate justamente esse processo. Por conta das dores e consequentes dificuldades de locomoção, os idosos tornaram-se rapidamente o grupo etário mais sedentário, tal como já foi mencionado anteriormente. Isso faz com que sofram mais de obesidade e com as temidas quedas.

Exercitar-se traz uma melhora notória no condicionamento físico, imediatamente reduzindo as horas de inatividade. Além disso, o exercício também promove uma maior oxigenação e renovação celular. A recuperação da força muscular é outro fator positivo, impactando diretamente na capacidade funcional e na redução das dores.

A movimentação do corpo durante a atividade proporciona também o aumento da flexibilidade e a capacidade de alongamento. Dessa forma, as articulações, antes rígidas, voltam a trabalhar com mais frequência, eliminando ou amenizando fatores que causam dores, inclusive as dores crônicas.

É fundamental reconhecer ainda o benefício da atividade física para o bem-estar mental e emocional das pessoas na terceira idade. De acordo com os dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o assunto, 11% da população brasileira que sofre de depressão tem entre 60 e 64 anos.

A doença é reconhecidamente multifatorial, mas a solidão é um deles e pode ser evitada. Ao sair de casa para se exercitar, o idoso pratica a socialização com outras pessoas e mantém uma rotina que o ajuda a ter mais propósito. Além disso, a atividade física estimula a produção de serotonina e endorfina, que aumentam a sensação de bem-estar.

5 tipos de exercícios físicos para idosos

As vantagens da prática de exercício são mais do que evidentes, mas é fundamental escolher a atividade adequada. Antes de iniciar qualquer tipo de prática, convém procurar um médico e fazer uma avaliação física completa para verificar se existem limitações e que cuidados ter.

Depois, o ideal é ter acompanhamento e orientação durante a atividade para que se discuta a intensidade, frequência e posturas que devem ser adotadas para evitar problemas.

Confira abaixo 5 exercícios físicos que são indicados para pessoas na terceira idade e como cada uma das práticas ajuda a ter uma vida mais saudável.

Caminhada

Melhora no ritmo cardíaco e fortalecimento dos músculos e articulações. Esses são os benefícios diretos de se fazer caminhada durante a velhice. Na verdade, a prática é recomendada em qualquer idade, mas, para os idosos, pode ser a chave entre o sedentarismo e uma rotina mais ativa.

Durante a prática, é importante ter atenção à postura, mantendo ombros alinhados e costas eretas. Além disso, o calçado deve ser adequado e absorver bem o impacto para não causar lesões nos joelhos e, consequentemente, em outras articulações.

Para que tenha o efeito desejado, a caminhada deve ser feita com um ritmo moderadamente acelerado e a distância deve ir aumentando progressivamente. O idoso deve manter-se atento ao seu estado durante o exercício e, se possível, fazê-lo acompanhado.

 

Aulas de dança

As aulas de dança são descontraídas, divertidas e ajudam a melhorar a autoestima dos praticantes, impactando diretamente no estado emocional.

Sendo uma atividade aeróbica, promove uma melhor oxigenação e ajuda na recuperação da força muscular e da flexibilidade. Para aprender os passos e acompanhar os professores, os idosos treinam a coordenação motora e otimizam o equilíbrio, normalmente comprometido pela idade.

 

Hidroginástica

As atividades aquáticas são sempre excelentes apostas de exercício físico para idosos porque a água relaxa as articulações e estimula o relaxamento. Durante a prática, o corpo parece mais leve, mas, na verdade, trabalha com mais intensidade, o que aumenta a sua própria resistência e melhora o condicionamento.

A hidroginástica é considerada uma das atividades mais seguras para esta faixa etária por ter um ritmo controlado e otimizar a função respiratória e cardiovascular.

Pilates

O pilates torna-se cada vez mais popular, principalmente entre aqueles que desejam melhorar a postura. Para os idosos, os benefícios não param por aí. Essa atividade aumenta a circulação sanguínea e a flexibilidade, trabalhando bem as articulações, inclusive dos joelhos, um dos pontos mais críticos.

Os exercícios do pilates são excelentes ainda para devolver a força muscular, pois mesmo com objetos leves, como bolas, estimulam grupos de músculos que “sofrem” mais com a idade, como os dos braços e pernas.

Musculação

E já que a perda de força muscular é um fato nesta faixa etária, por que não investir em musculação? Os exercícios, que devem sempre ser realizados com acompanhamento, além de ajudar os músculos, estimulam a recuperação da massa óssea e uma melhora significativa da função cardiovascular.

5 exercícios físicos para idosos! Conheça os benefícios!

 

Mais uma vez, é hora de relembrar que a postura na hora de se exercitar faz toda a diferença, tanto na obtenção de resultados como na prevenção de lesões.

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2 de maio de 2021 0 comment
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7 benefícios de caminhar pela manhã
Blog RegeniusArtigosDor CrônicaOrtopedia Geriátrica

7 benefícios de caminhar pela manhã

by regenius 30 de abril de 2021

Hoje vamos falar sobre a importância de caminhar pela manhã, uma atividade simples e barata, mas que se for realizada com frequência é capaz de trazer inúmeros benefícios.

Cultivar hábitos saudáveis é a melhor maneira de aumentar o bem-estar e promover um envelhecimento sustentável. Alimentação adequada, exercícios físicos leves, prática de meditação, e a postura correta diante das adversidades são atitudes que tornam a experiência humana menos sofrida e dolorosa.

Vamos listar aqui os principais benefícios dessa atividade:

1. Caminhar pela manhã lhe dá energia para o resto do dia.

Quando realizamos uma caminhada ainda que rápida pela manhã, estamos ativando rapidamente vários os órgãos do nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta rapidamente, a respiração começa a ser mais forte, e imediatamente aumentamos o nível de alerta sobre nós mesmos e o ambiente à nossa volta. Assim que começamos a caminhar pela manhã, ocorre uma melhora no humor que pode durar o dia todo.

De maneira alguma ao realizar movimentos pela manhã, haverá uma mudança brusca de sedentarismo para o grande esforço.

A circulação e o equilíbrio hormonal melhoram, ao mesmo tempo é possível ativar a percepção mental e promover um relaxamento geral. O truque é que, ao usar a energia para nos exercitarmos, passamos a nos sentir mais energizados.

7 benefícios de caminhar pela manhã

2. Caminhar pela manhã afasta a desculpa do “eu faço isso mais tarde”.

Um problema que muitos de nós enfrentamos com exercícios em geral é a procrastinação, que pode levar à esquiva total dos exercícios que precisamos essencialmente para termos uma saúde melhor.

O hábito de caminhar pela manhã cria uma rotina saudável, de iniciar imediatamente, sem passar pelo interminável processo mental de questionar se você “está sentindo” vontade ou não de fazer exercícios.

Caminhando pela manhã, você já conclui uma das tarefas diárias, removendo itens da lista de “coisas a fazer” logo no início do dia. Não haverá tempo para procrastinação se você simplesmente se levantar, calçar um tênis e sair caminhando pela porta, logo depois de acordar e começar o dia.

3. Caminhar pela manhã cria uma mentalidade positiva para suas outras atividades importantes.

Quando colocamos a nossa caminhada matinal como a primeira tarefa do dia e a terminamos enquanto o dia ainda está cedo, nos sentimos encorajados pela sensação de realização que isso traz.

Sentimo-nos bem conosco quando podemos ver que a lista de “coisas a fazer” já está com uma atividade completa. Além disso, não esqueçamos a sensação de bem-estar que o próprio exercício pode trazer. Uma caminhada rápida pela manhã cria um impulso de energia, uma ativação mental e uma espécie de “animação” que vem, e é produzida pelas endorfinas com a prática de exercícios.

Assim que a sua caminhada terminar, a atitude de “eu sou capaz de fazer” será transferida para as outras tarefas que você enfrentar ao longo do dia. Essa caminhada matinal realmente cria um impulso positivo para dar continuidade às outras ações.

4. Caminhar pela manhã promove a perda de peso.

Quando se trata de queimar calorias, caminhar é seu melhor aliado na batalha constante que todos enfrentamos para perder e / ou manter peso.

Embora a queima de calorias da caminhada possa não ser tão grande quanto a corrida, por exemplo, a atividade de caminhada promove a ativação do metabolismo e queima de calorias que contribuirão para a perda de peso ao longo de todo o dia.

Lembre-se de levar uma garrafa de água com você para se manter hidratado e em níveis máximos de energia em sua caminhada matinal.

Se você caminhar pela manhã de forma consistente, verá uma diferença gradual tanto no peso quanto na composição corporal. A vantagem de se caminhar pela manhã é que a maioria das pessoas consegue manter o hábito em um programa de exercícios a longo prazo.

5. Caminhada matinal faz bem para o coração.

Caminhar pela manhã traz enormes benefícios cardiovasculares. Uma das maiores ameaças à boa saúde são as doenças cardíacas, que afetam até 40% da população mundial.

Como muitos de nós sabemos, uma das maneiras mais eficazes de evitar doenças cardíacas é permanecer fisicamente ativo. Embora muitos de nós pensemos que teríamos de praticar exercícios mais intensos para combater doenças cardíacas, isso não é a verdade absoluta.

Estudos mostram que, caminhando regularmente pela manhã em um ritmo acelerado entre cinco e seis quilômetros por hora, podemos reduzir nossas chances de sofrer de doenças cardíacas em até 40%.

Quando fazemos uma caminhada rápida, a atividade faz com que nosso coração trabalhe um pouco mais e, como resultado, esse órgão essencial se torna mais forte. Estudos demonstraram que caminhar diminui o risco de um segundo ataque cardíaco após sofrer um primeiro infarto.

Os benefícios adicionais da caminhada incluem a redução da pressão arterial devido à melhora da circulação sanguínea proporcionada pela caminhada. Caminhar é uma maneira fantástica de lidar com o risco de hipertensão, ataques cardíacos e derrames porque a atividade física fortalece o coração, melhora a circulação e a saúde cardiovascular.

6. Caminhar pela manhã traz benefícios sociais.

Um dos grandes aspectos da caminhada é que ela pode ser extremamente social. Mesmo que uma caminhada rápida possa ser extenuante, geralmente é possível manter uma conversa com outras pessoas enquanto caminha.

Como todos nós compartilhamos a necessidade de nos mantermos saudáveis, caminhar é uma excelente maneira de passar o tempo com amigos e familiares, fazendo algo juntos que seja bom para todos. Você pode até usar aplicativos de caminhada que podem contar seus passos e mapear suas caminhadas .

Forme um grupo de caminhada com horário e local definidos para se reunirem. Lembre-se de que, ao prometer aos outros que os acompanhará, e cobrar o compromisso deles, você também aumenta as chances de cumprir sua promessa.

Desta forma, toda a procrastinação será vencida e você provavelmente alcançará seus objetivos de exercício para todos os dias!

7. A caminhada matinal permite que você planeje o dia.

Sua caminhada matinal pode levar de 20 minutos até uma hora para ser concluída. Durante esse tempo, você terá a chance de organizar suas ideias sobre o dia que está por vir.

Muitas pessoas gostam de usar o tempo de caminhada para pensar no que esperam fazer durante o dia e para priorizar o que precisa ser realizado. Ao usar o tempo gasto durante a caminhada para o planejamento do dia, muitas pessoas descobrem que realizam muito mais durante o resto do dia.

Considerações finais sobre os benefícios de uma caminhada matinal

O que você acha de começar a fazer uma caminhada matinal imediatamente?

Antes de iniciar a prática de atividades físicas, procure um médico para realização de um checkup.

Não se esqueça de compartilhar esse material com as pessoas você gosta, e que possam se beneficiar com o conteúdo. Para se manter informado e receber em primeira mão as principais novidades sobre as novas pesquisas da saúde, inscreva-se em nosso Blog nos campos abaixo.

30 de abril de 2021 0 comment
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Blog RegeniusArtigosFibromialgia

Fibromialgia: Tudo que você precisa saber

by regenius 30 de abril de 2021

A prevalência da fibromialgia no Brasil – estudo de base populacional com dados secundários da pesquisa de prevalência de dor crônica brasileira

Definição

A síndrome da fibromialgia (FM) é uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente na musculatura. Junto com a dor, a fibromialgia cursa com sintomas de fadiga (cansaço), sono não reparador (a pessoa acorda cansada) e outros sintomas como alterações de memória e atenção, ansiedade, depressão e alterações intestinais. Uma característica da pessoa com FM é a grande sensibilidade ao toque e à compressão da musculatura pelo examinador ou por outras pessoas.

A fibromialgia é um problema bastante comum, visto em pelo menos em 5% dos pacientes que vão a um consultório de Clínica Médica e em 10 a 15% dos pacientes que vão a um consultório de Reumatologia.

De cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. Não se sabe a razão por que isto acontece. Não parece haver uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa. Talvez os critérios utilizados hoje no diagnóstico da FM tendam a incluir mais mulheres. A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre os 30 e 60 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas e em crianças e adolescentes.

O diagnóstico da fibromialgia é clínico, isto é, não se necessitam de exames para comprovar que ela está presente. Se o médico fizer uma boa entrevista clínica, pode fazer o diagnóstico de fibromialgia na primeira consulta e descartar outros problemas.

Na reumatologia, são comumente usados critérios diagnósticos para se definir se o paciente tem uma doença reumática ou outra. Isto é importante especialmente quando se faz uma pesquisa, para se garantir que todos os pacientes apresentem o mesmo diagnóstico. Muitas vezes, entretanto, estes critérios são utilizados também na prática médica.

O que causa a Fibromialgia?

Não existe ainda uma causa única conhecida para a fibromialgia, mas já temos algumas pistas porque as pessoas têm esta síndrome. Os estudos mais recentes mostram que os pacientes com fibromialgia apresentam uma sensibilidade maior à dor do que pessoas sem fibromialgia. Na verdade, seria como se o cérebro das pessoas com fibromialgia estivesse com um “termostato” ou um “botão de volume” desregulado, que ativasse todo o sistema nervoso para fazer a pessoa sentir mais dor. Desta maneira, nervos, medula e cérebro fazem que qualquer estímulo doloroso seja aumentado de intensidade.

A fibromialgia pode aparecer depois de eventos graves na vida de uma pessoa, como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção grave. O mais comum é que o quadro comece com uma dor localizada crônica, que progride para envolver todo o corpo. O motivo pelo qual algumas pessoas desenvolvem fibromialgia e outras não ainda é desconhecido.

O que não mais se discute é se a dor do paciente é real ou não. Hoje, com técnicas de pesquisa que permitem ver o cérebro em funcionamento em tempo real, descobriu-se que pacientes com FM realmente estão sentindo a dor que referem. Mas é uma dor diferente, onde não há lesão na periferia do corpo, e mesmo assim a pessoa sente dor. Toda dor é um alarme de incêndio no corpo – ela indica aonde devemos ir para apagar o incêndio. Na fibromialgia é diferente – não há fogo nenhum, esse alarme dispara sem necessidade e precisa ser novamente “regulado”.

Esse melhor entendimento da FM indica que muitos sintomas como a alteração do sono e do humor, que eram considerados causadores da dor, na verdade são decorrentes da dor crônica e da ativação de um sistema de stress crônico. Entretanto, mesmo sem serem causadores, estes problemas aumentam a dor dos pacientes com FM, e devem também ser levados em consideração na hora do tratamento.

Os critérios de diagnóstico da fibromialgia são:

• Dor por mais de três meses em todo o corpo e
• Presença de pontos dolorosos na musculatura (11 pontos, de 18 que estão pré-estabelecidos).

Deve-se salientar que muitas vezes, mesmo que os pacientes não apresentem todos os pontos, o diagnóstico de FM é feito e o tratamento iniciado.

Estes critérios são alvo de inúmeras críticas – como dissemos anteriormente, quanto mais pontos se exigem, mais mulheres e menos homens recebem o diagnóstico. Além disso, esses critérios não avaliam sintomas importantes na FM, como a alteração do sono e fadiga.

Provavelmente o médico pedirá alguns exames de sangue, não para comprovar a fibromialgia, mas para afastar outros problemas que possam simular esta síndrome.

O DIAGNÓSTICO DE FIBROMIALGIA É CLÍNICO, NÃO HAVENDO EXAMES QUE O COMPROVEM.

Sintomas

O sintoma mais importante da fibromialgia é a dor difusa pelo corpo. Habitualmente, o paciente tem dificuldade de definir quando começou a dor, se ela começou de maneira localizada que depois se generalizou ou que já começou no corpo todo.

O paciente sente mais dor no final do dia, mas pode haver também pela manhã. A dor é sentida “nos ossos” ou “na carne” ou ao redor das articulações.

Existe uma maior sensibilidade ao toque, sendo que muitos pacientes não toleram ser “agarrados” ou mesmo abraçados. Não há inchaço das articulações na FM, pois não há inflamação nas articulações. A sensação de inchaço pode aparecer pela contração da musculatura em resposta à dor.

A alteração do sono na fibromialgia é frequente, afetando quase 95% dos pacientes. No início da década de 80, descobriu-se que pacientes com fibromialgia apresentam um defeito típico no sono – uma dificuldade de manter um sono profundo.

O sono tende a ser superficial e/ou interrompido.

Com o sono profundo interrompido, a qualidade de sono cai muito e a pessoa acorda cansada, mesmo que tenha dormido por um longo tempo – “acordo mais cansada do que eu deitei” e “parece que um caminhão passou sobre mim” são frases frequentemente usadas. Esta má qualidade do sono aumenta a fadiga, a contração muscular e a dor.

Outros problemas no sono afetam os pacientes com fibromialgia. Alguns referem um desconforto grande nas pernas ao deitar-se na cama, com necessidade de esticá-las, mexê-las ou sair andando para aliviar este desconforto. Este problema é chamado Síndrome das Pernas Inquietas e possui tratamento específico. Outros apresentam a Síndrome da Apneia do Sono, e param de respirar durante a noite. Isto também causa uma queda na qualidade do sono e sonolência excessiva durante o dia.

A fadiga (cansaço) é outro sintoma comum na FM, e parece ir além ao causado somente pelo sono não reparador. Os pacientes apresentam baixa tolerância ao exercício, o que é um grande problema, já que a atividade física é um dos grandes tratamentos da FM.

A depressão está presente em 50% dos pacientes com fibromialgia. Isto quer dizer duas coisas:

1) A depressão é comum nestes pacientes e,
2) nem todo paciente com fibromialgia tem depressão. Por muito tempo pensou-se que a fibromialgia era uma “depressão mascarada”. Hoje, sabemos que a dor da fibromialgia é real, e não se deve pensar que o paciente está “somatizando”, isto é, manifestando um problema psicológico através da dor.

Por outro lado, não se pode deixar a depressão de lado ao avaliar um paciente com fibromialgia. A depressão, por si só, piora o sono, aumenta a fadiga, diminui a disposição para o exercício e aumenta a sensibilidade do corpo. Ela deve ser detectada e devidamente tratada se estiver presente.

Pacientes com FM queixam-se muito de alterações de memória e de atenção, e isso se deve mais ao fato de a dor ser crônica do que a alguma lesão cerebral grave. Para o corpo, a dor é sempre um sintoma importante e o cérebro dedica energia lidando com esta dor e outras tarefas, como memória e atenção, ficam prejudicadas.

Como veremos a seguir, imagina-se que a principal causa dor difusa em pacientes com FM seja uma maior sensibilidade do paciente à dor, por uma ativação do sistema nervoso central. Não é de espantar, portanto, que outros estímulos também sejam amplificados e causem desconforto aos pacientes. A síndrome do intestino irritável, por exemplo, acontece em quase 60% dos pacientes com FM e caracteriza-se por dor abdominal e alteração do ritmo intestinal para mais ou para menos.

Além disso, pacientes apresentam a bexiga mais sensível, sensações de amortecimentos em mãos e pés, dores de cabeça frequentes e maior sensibilidade a estímulos ambientais, como cheiros e barulhos fortes.

Fibromialgia: Tudo que você precisa saber

Resultados

Treze casos do banco de dados inicial foram selecionados por afirmarem ter recebido o diagnóstico de síndrome de fibromialgia, representando 2% da população do estudo inicial, idade média de 35,8 anos (9,8). A predominância de síndrome de fibromialgia foi no gênero feminino (n=11). Intensidade de dor de 7,3 (2,4), a frequência e duração da dor é constante na maioria da amostra (n=9). A maioria dos casos relata muita interferência da dor no sono (n=8), alguns classificam que a dor interfere muito no trabalho (n=5), irritabilidade (5) e finalmente, alguns relatam que a dor interfere moderadamente no autocuidado (n=5), caminhada (n=6), vida social (n=6), vida sexual (n=5) e causa moderamente tristeza ou deprime (n=5).

Tratamento

A fibromialgia é uma condição que tem tratamento, e se realizado da maneira correta pode aliviar muito os sintomas. Assim é possível garantir uma qualidade de vida melhor, aliviando as dores e recuperando a capacidade de realizar as tarefas necessárias para o dia a dia. Alguns portadores da síndrome apresentam uma melhora significativa na qualidade de vida depois de serem corretamente tratados.

Como a síndrome possui um caráter sistêmico e apresenta um conjunto variado de sintomas, o tratamento deve seguir a mesma linha e ser multidisciplinar. É fundamental entender e abordar a complexidade da fibromialgia, incluindo na terapêutica tanto as manifestações físicas como psicológicas.

A terapêutica deve abranger uma dieta alimentar adequada e prática de exercícios físicos para reforço da musculatura sob orientação, fundamental para compreender as manifestações de fadiga. Além disso, são recomendadas massagens específicas para aliviar as contraturas musculares.

A recomendação de tratamentos injetáveis também é eficaz, desde que seja por um intervalo de tempo previamente determinado. Existem ainda terapias não invasivas que se utilizam da geração de ondas para agir diretamente nos tecidos afetados e pontos de dor.

Depois de confirmado o diagnóstico, é essencial recorrer a uma equipe multidisciplinar que não apenas compreenda a síndrome como também saiba lidar com ela. Com o acompanhamento certo, é possível conviver com a fibromialgia de uma forma mais digna.

Conversar com um especialista !

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Fibromialgia: Sintomas, diagnóstico e tratamento
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Fibromialgia: Sintomas, diagnóstico e tratamento

by regenius 30 de abril de 2021

A síndrome da fibromialgia é um quadro de dor generalizada por todo o corpo, principalmente nos músculos. Apesar da descrição generalista e com a qual muitos podem se identificar, a sintomatologia é constante e não surge apenas depois de esforços ou exercício, causando sofrimento ao paciente e reduzindo a sua qualidade de vida.

De acordo com a SBED (Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor), a fibromialgia é o tipo de dor crônica com maior recorrência entre a população brasileira. Dados de 2010 estimavam que a síndrome estava presente em 2% dos brasileiros, porcentagem confirmada por um levantamento mais recente publicado na Brazilian Journal of Pain.

Mais comum em mulheres, a fibromialgia pode surgir em qualquer faixa etária e grupo étnico. Pode ser de tal forma incapacitante que, em alguns países, como é o caso dos Estados Unidos, concedem uma espécie de pensão a quem convive com a fibromialgia por não conseguirem manter rotinas de trabalho e/ou estudo.

Felizmente, há cada vez mais avanço na Medicina que permite um diagnóstico acertado da síndrome e o seu tratamento. Uma intervenção precoce e direcionada é a melhor forma de garantir aos pacientes uma experiência menos dolorosa.

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Principais sintomas da fibromialgia

Ainda não existe um consenso claro sobre a origem da fibromialgia, ou seja, a sua fisiopatologia, mas questões genéticas são frequentemente apontadas nesse sentido. Por outro lado, os sintomas são bastante claros e, apesar de não estarem todos sempre presentes e se apresentarem da mesma forma, seguem a mesma linha.

O mais evidente é a dor, que já foi citada anteriormente. Ela é difusa, o que impossibilita a sua localização em apenas uma zona do corpo, persistente e latejante. Os pacientes demonstram ainda sensibilidade muscular ao toque e caracterizam a dor como mais próxima dos ossos, ou seja, mais profunda e “entranhada”.

O nível de sensibilidade pode ser tão grande que até mesmo abraços tornam-se insuportáveis, assim como qualquer outro tipo de toque afetivo. Esse distanciamento forçado causado pela dor (e a própria convivência com ela) acaba por resultar em ansiedade e depressão, frequentemente identificadas em pacientes com fibromialgia.

Outro sintoma que também é consequência direta da dor são os distúrbios do sono. Existe uma dificuldade de atingir o estágio de sono profundo, fazendo com que ele não seja reparador. O resultado é uma fadiga extrema, dificuldade de concentração e o corpo mais contraído, acarretando mais dor.

Os portadores da doença podem apresentar ainda intolerância a odores fortes e sons muito altos, dores de cabeça constantes, síndrome do cólon irritável e mãos e pés enfraquecidos.

Como é feito o diagnóstico da fibromialgia

Durante décadas, a fibromialgia foi considerada “fruto da imaginação” dos pacientes e causada pela somatização. Isso porque não eram encontradas alterações em exames que justificassem as queixas. No entanto, essa fase foi ultrapassada e já se sabe que a dor é real ao ponto de comprometer a qualidade de vida.

Atualmente, a constatação da doença não depende mais da realização de exames laboratoriais e é feita a partir de observação clínica. O médico pode solicitar algumas análises, mas apenas para descartar outras condições que possam justificar os sintomas apresentados.

 

Os primeiros critérios de diagnóstico para a fibromialgia foram definidos em 1990 pelo American College of Rheumatology Committee. Eles levaram em consideração dois pontos básicos: a análise da dor e sua duração e a palpação de 18 pontos específicos do corpo, os chamados tender points.

Em 2010, a mesma entidade atualizou as diretrizes, incluindo o IDG (Índice de Dor Generalizada) e a EGS (Escala de Gravidade de Sintomas). Esses, na verdade, são considerados critérios preliminares, mas a ideia é que sejam associados às orientações anteriores para um diagnóstico mais claro e preciso.

O IDG é obtido através de uma entrevista com o paciente, onde ele identifica quais as regiões em que sente dor. No fim, esse número é somado e pode ir de 0 a 19. Já a EGS consiste em uma lista de sintomas, identificados nos últimos 7 dias, com a gravidade avaliada de 0 a 3.

A escala divide-se em fadiga, sono não reparador, sintomas cognitivos e sintomas somáticos. Os sintomas devem estar presentes ainda de forma contínua nos últimos 3 meses e não ser identificada outra doença capaz de explicar o quadro de dor do paciente.

Tratamentos possíveis

A fibromialgia é uma condição que tem tratamento e este, se realizado da maneira correta, pode aliviar muito os sintomas. Dessa forma, é possível garantir mais qualidade de vida com o alívio das dores e a recuperação da capacidade de realizar as tarefas necessárias para o dia a dia.

Para que isso aconteça, o primeiro e mais importante passo é procurar um serviço médico para confirmar o diagnóstico. Assim, o tratamento pode se iniciar o quanto antes, o que o tornará ainda mais eficaz.

O maior obstáculo para se alcançar bons resultados no tratamento é quando se utiliza uma abordagem, extremamente tradicional para o problema. O tratamento medicamentoso com opioides (derivados da morfina) e antidepressivos já chegou a ser a única opção para pacientes com fibromialgia.

O uso desses fármacos pode ocasionar déficits de memória, perda de concentração, ganho de peso e mais uma série de efeitos colaterais comuns à essa classe de medicações.

Felizmente, o cenário mudou e é possível controlar a condição com correção nutricional, suplementação, higiene do sono e prática de exercícios físicos para reforço da musculatura sob orientação, fundamental para compreender as manifestações de fadiga.

Em alguns casos, pode ser necessário proceder à reposição hormonal. Tudo depende do resultado dos exames de sangue. Além disso, são recomendadas massagens específicas para aliviar as contraturas musculares.

A recomendação de tratamentos injetáveis também é eficaz, desde que seja por um intervalo de tempo previamente determinado. Existem ainda terapias não invasivas que se utilizam da geração de ondas para agir diretamente nos tecidos afetados e pontos de dor.

Conversar com um especialista !

Como a síndrome possui um caráter sistêmico e apresenta um conjunto variado de sintomas, o tratamento deve seguir a mesma linha e ser multidisciplinar. É fundamental entender e abordar a complexidade da fibromialgia, incluindo na terapêutica tanto as manifestações físicas como psicológicas.

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Quais são os pontos de dor da fibromialgia? Conheça agora!
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Fibromialgia: Quais são os pontos de dor?

by regenius 30 de abril de 2021

Conhecida por ser agente causador de fortes dores musculares, a fibromialgia ainda é uma síndrome cujas respostas sobre o seu surgimento e comportamento não são exatas. No entanto, algumas características já foram mapeadas e estudadas o suficiente para que haja uma base sólida para a realização de um diagnóstico mais preciso.

Uma dessas particularidades é o surgimento de pontos fixos de dor. Continue neste post e entenda como essa é uma parte fundamental para o entendimento da síndrome, saiba quais os pontos de dor da fibromialgia e entenda como o corpo funciona e permite as manifestações ocorridas durante as crises.

Principais causas da dor

De acordo com estudos aprofundados sobre a fibromialgia, a comunidade médica caracteriza a síndrome como uma alteração do sistema nervoso, que, junto ao cérebro e à medula, intensifica a sensação de qualquer estímulo de dor.

Pacientes descrevem a dor como algo generalizado e aprofundado, algo próximo da estrutura óssea, mas os casos não estão associados a lesões ou machucados e sim a uma reação interna e desproporcional causada pelo próprio corpo. Iniciada como uma dor crônica em local único, a dor evolui para algo forte e difuso, que, depois de um tempo, gera outros tipos de sintomas acarretados pelo estresse crônico.

Quais são os pontos de dor da fibromialgia? Conheça agora!

 

A explicação para o seu surgimento ainda não possui resposta correta, mas sabe-se que está ligada a traumas psicológicos, físicos e até mesmo infecções de alta gravidade.

Quais são os pontos de dor da fibromialgia?

Apesar de difusa pelo corpo, ao total, são registrados 9 locais principais que sofrem com a dor intensa na musculatura corpórea, sendo refletido nos dois lados (esquerdo e direito), totalizando, assim, 18 pontos de dor que se manifestam na estrutura do pescoço até o joelho. São eles:

• Parte frontal do pescoço;
• Parte traseira do pescoço;
• Na parte frontal acima do peito no trapézio;
• Parte superior da coluna cervical,
• Área central na região superior da coluna cervical;
• No cotovelo esquerdo e direito;
• Na região lombar;
• Abaixo das nádegas, na região externa;
• Em ambos os joelhos.

É importante ressaltar que não é uma regra o paciente sentir a manifestação da dor em todos os pontos citados anteriormente. Esses são os que se tem registro até agora, contudo, cada corpo reage de forma diferente.

Por estar relacionada também à contração da musculatura, é comum que durante ou após a realização de exercícios físicos a dor piore, bem como quando se expõe a temperaturas baixas, que causam forte incômodo ao corpo.

Para quem sofre com a síndrome, a dor nas articulações é intensificada principalmente nos pontos de dor da fibromialgia. Por isso, muitos pacientes precisam readaptar sua rotina e buscar novas formas de continuar suas atividades, sem criar picos de dor para o seu dia a dia.

Outros sintomas físicos

Apesar de ser um dos principais incômodos relatados, os pacientes com a síndrome ainda relatam outros sintomas tão prejudiciais quanto às fortes dores. Além do distúrbio intestinal e das alterações psicológicas e de humor, como ansiedade, depressão e confusões de memória, as ocorrências físicas, em sua maioria, dizem respeito aos sintomas a seguir:

Fadiga

Estando diretamente relacionada aos pontos de dor, a fadiga surge em decorrência da diminuição da qualidade de vida do paciente, que, em diversos momentos, precisa lidar com fortes dores que o impossibilita de realizar atividades comuns, desgastando muito a sua disposição física e psicológica. Somado a isso, o sono não reparador colabora para o aparecimento da fadiga, que pode agravar os sintomas da fibromialgia.

Sensibilidade

Além dos relatos de dores, é comum que haja relatos de sensibilidade por todo o corpo, principalmente nos pontos de dor. Segundo pacientes, o simples ato de contato com os membros já é suficiente para gerar um grande desconforto.

Durante os picos de dor, qualquer toque se torna um incômodo intensificado pelo sistema nervoso, que está, de forma descontrolada, reagindo negativamente a qualquer forma de estímulo.

Dormências e formigamentos

Tão incômodo como os demais citados anteriormente, as dormências e os formigamentos são comuns no dia a dia de quem lida com a fibromialgia. Somados às dores, esses sintomas são notados nas regiões dos pés e das mãos.

Critérios para o diagnóstico

Para a comunidade médica, é preciso atender a alguns critérios para a realização do diagnóstico, uma vez que a fibromialgia não possui um exame específico para indicar a presença da síndrome. Ao apresentar os sintomas, o especialista realiza uma série de exames apenas para eliminar outras possíveis doenças.

Como citamos anteriormente, são conhecidos 18 pontos, mas para o diagnóstico da síndrome, é exigido que o paciente apresente dor em 11 dos locais indicados. Esse quantitativo ainda gera diversas discussões, porque muitos defendem que ao se determinar uma quantidade alta, muitos pacientes deixam de ser incluídos, dificultando o diagnóstico correto e, consequentemente, o tratamento adequado.

Além da dor nos locais preestabelecidos, para se qualificar como fibromialgia, é preciso também que a dor se manifeste por, no mínimo, três meses.

Tratamentos possíveis

Sejam abordagens alternativas ou com o uso de anti-inflamatórios, o tratamento da fibromialgia tende a ser mais eficiente quando combinado com mais de um método, isso porque cada um deles busca uma forma de controlar internamente o processo de criação de dor enquanto minimiza os efeitos da síndrome.

Para quem busca um tratamento não invasivo e sem o auxílio de medicações, a mudança de hábitos é o primeiro ponto a ser trabalhado. Para lidar com a dor, também é possível realizar abordagens como massoterapia e acupuntura, que focam sua ação diretamente nos pontos de dor, visando ao alívio imediato dos incômodos.

Conversar com um especialista !

Seja qual for a alternativa escolhida, deve ser feita de acordo com as considerações do profissional especialista que faz o acompanhamento e o estudo do caso para que a eficácia seja alta e satisfatória, restabelecendo, assim, a qualidade de vida do paciente. Quer saber mais sobre os sintomas e o diagnóstico? Então, leia este post e entenda os conceitos e as diferenças entre fibromialgia e fadiga!

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Video dor crônica
Blog RegeniusArtigosDor Crônica

O que é a dor crônica? Saiba tudo sobre as causas e como tratar

by regenius 28 de abril de 2021

Quem sofre de alguma dor física sabe como o dia a dia se torna cada vez mais difícil. Há queda na qualidade de vida, improdutividade no trabalho, desânimo e irritabilidade. Esse quadro pode ser um diagnóstico claro de dor crônica. Mas o que é dor crônica?

Trata-se de uma dor persistente que acaba trazendo não apenas sofrimento físico, mas também psicológico. As causas podem ser muitas, de fatores genéticos a até mesmo alteração na postura.

Alguns exemplos de dor crônica são as síndrome da fadiga crônica, fibromialgia, tendinite, artrites, bursites, mialgias, artralgias, artroses, neuropatias, entre diversas outras doenças inflamatórias.

Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe este texto e conheça a diferença entre dor crônica e dor aguda, as causas e tratamentos recomendados para dor crônica. Confira!

O que é a dor crônica? Saiba tudo sobre as causas e como tratar

Causas da dor crônica

As causas da dor crônica podem ser diversas. Porém, as mulheres são as que mais são acometidas para essas dores, e suas causas podem ser de origem genética e/ou hormonal. O uso de salto alto, a menopausa e a falta dos hormônios, por exemplo, podem provocar dor crônica.

Alguma modificação na estrutura postural também pode gerar dor crônica. É o caso das mulheres que, durante a gravidez, ao apresentarem deslocamento na coluna cervical, desenvolvem dor crônica lombar.

Quer começar a melhorar sua postura a partir de agora? Baixe o Guia sobre postura corporal para trabalhar e fazer exercícios sem problemas futuros!

Dor crônica Versus dor aguda

Quando o assunto é dor crônica, é muito comum a confusão com a dor aguda. Mas uma se diferencia da outra pela causalidade, duração e causa da dor.

A dor aguda geralmente é resultante de uma doença, inflamação ou lesão de tecidos. É o tipo da dor que surge de forma repentina, tal como um trauma causado por uma queda ou uma queimadura provocada por contato com algo muito quente.

Outra característica é que a dor aguda dura relativamente pouco tempo. Nos casos mais raros e complicados, ela dura no máximo 3 meses. Também seu tratamento é facilmente realizável e acessível.

Acima de três meses já dor á é considerada crônica. Se não for tratada a tempo, a dor crônica pode se prolongar por anos.

O que é a dor crônica? Saiba tudo sobre as causas e como tratar

Como a dor crônica afeta a qualidade de vida

Além da dor localizada, a dor crônica pode muitas vezes causar graves problemas para os pacientes. É possível desenvolver tensão muscular, dificuldades de mobilidade, baixa de energia e perda de apetite.

Quer saber de mais novidades para a sua saúde? Siga as nossas páginas no Facebook e no Instagram!

Além desses fatores físicos, a dor crônica traz complicações psicológicas. Por exemplo, é comum que a pessoa apresente quadro de emoções fragilizadas, desenvolvendo depressão, irritação e ansiedade.

Tratamentos para dor crônica

O movimento é um dos melhores remédios para as dores, e o resultado é ainda melhor se os exercícios promovem movimentos de forma holística. 

Ele permite o alívio das dores musculares e das articulações, promove a redução do estresse e da ansiedade, além de permitir o realinhamento da postura. Com alguns exercícios-chave de ginástica holística realizados frequentemente, é possível amenizar e prevenir dores crônicas.

Para tratar a dor crônica é preciso quebrar o ciclo vicioso que ela instala na vida de cada indivíduo. Desmistificar que o repouso é melhor do que o movimento, respeitar limites e ter ganhos diários que aumentem sua confiança e autoestima. Com o tratamento adequado a cada dia será alcançada progressivamente uma elevação do bem-estar e melhor condição de mobilidade.

Ao longo de sua prática, os movimentos vão aumentando a capacidade de amplitude articular e fazendo com que o indivíduo ganhe destreza e leveza. O nosso primeiro objetivo é fazer com que a dor diária torne-se esporádica, e que com o tempo diminua a intensidade e regularidade.

Métodos Físicos

Essa é uma modalidade de tratamento que reduzem o quadro de dor, por estimular a recuperação da lesão ou a atenuação do sinal para o sistema nervoso. Por meio de aparelhos especializados podem ser aplicadas técnicas como ultrassom, ondas de choque, ondas magnéticas, laser entre outros.

Saiba mais a respeito nesse link.

Cirurgia

Essa é considerada como a última forma de tratamento, quando todas as outras tentativas já foram realizadas, mas não se obteve o sucesso desejado. A cirurgia é recomendada para casos específicos, e são feitas intervenções com técnicas convencionais ou minimamente invasivas. Estão cada dia sendo menos utilizadas em virtude dos riscos de complicações que apresentam.

Essas foram algumas informações sobre o que é dor crônica. Em todo caso, não se esqueça: é importante procurar auxílio profissional para fazer um diagnóstico e iniciar os tratamentos para o problema.

Caso você precise de ajuda ou necessite esclarecer alguma dúvida, pode falar diretamente com um de nossos especialistas, ao clicar no botão abaixo.

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28 de abril de 2021 0 comment
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Má postura: problemas recorrentes

by regenius 28 de abril de 2021

Postura corporal é um assunto muito sério! A má postura pode causar uma série de problemas para a saúde, e até mesmo alterações estruturais, se mantida de maneira errada por longo prazo. Pode gerar deformidades como a cifose (corcunda) ou escoliose (desvio lateral), além de espasmos musculares com dor como é o caso do torcicolo, lombalgia e cefaleia (dor de cabeça) tensional, entre outras situações que interferem diretamente na qualidade de vida dos indivíduos.

Ao analisarmos esse assunto, podemos entender facilmente o motivo por que o desconforto é causado por hábitos posturais inadequados.

Quer conhecer os principais problemas causados pela má postura e descobrir como solucioná-los? Então, continue a leitura!

Quais os principais problemas causados pela má postura?

Quando existe um desequilíbrio muscular, seja ele devido ao vício postural ou ainda por algum tipo de deformidade estrutural, ocorre uma sobrecarga óssea desigual sobre os ossos e articulações. Esse é o motivo pelo qual ocorre o desgaste articular e desequilíbrio mecânico na articulação, fazendo com que ocorra dor, e em alguns casos mais graves ocorre a perda da cartilagem que reveste as superfícies e isso causa a deformidade nos ossos (como bico de papagaio e escoliose).

A longo prazo, esse processo leva a danos preocupantes no nosso corpo, que podem ir de pequenos incômodos e dores constantes até lesões mais graves.

Veja alguns dos principais problemas gerados pela falta de manutenção de uma boa postura diariamente!

Dor nas costas

Ao manter a má postura durante um período prolongado, podemos subutilizar e enfraquecer os músculos paravertebrais, que são aqueles que se localizam desde a região das costas (entre o pescoço e a região das nádegas).

Confira os problemas que você pode ter por conta da má postura

Como na maior parte do tempo ativamos mais a musculatura da parte frontal do corpo, a existe uma menor utilização dos músculos da parte de trás, também conhecida como posterior. Isso enfraquece os estabilizadores do tronco que são responsáveis por manter nossa postura ereta, e quando precisamos utilizar esta musculatura que está fraca, acabamos recrutando o grupo muscular de forma incorreta. Como consequência, pode acontecer um espasmo muscular (“travamento” da musculatura) e isso geralmente é durante alguma situação não rotineira, como levantar uma caixa pesada do chão ou vira de forma abrupta. Esse travamento da musculatura da coluna é uma forma do corpo evitar lesão mais grave.

Hérnia de disco

A hérnia de disco é outro tipo de lesão gerada pelo enfraquecimento dos músculos dorsais.

A coluna humana é constituída por discos vertebrais (ossos que compõem nossa coluna e entre estes osso tem o que chamamos de disco intervertebral que é o amortecedor natural da coluna). Esses discos têm um núcleo pulposo, preenchido por um líquido viscoso, que fica na região central.

O núcleo pulposo é um amortecedor natural que protege a nossa coluna das pressões que acontecem diariamente.

Para que tudo funcione da forma correta, é importante que o líquido viscoso fique na posição central dos discos vertebrais. Entretanto, a má postura danifica as estruturas de proteção e leva o núcleo pulposo a vazar, causando compressão e, consequentemente, dor

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Dores de cabeça

Dor de cabeça e má postura também são temas que têm relação. Quando mantemos a coluna na posição inadequada, ela pode sobrecarregar a região cervical gerando estresse na musculatura. Esse processo gera a famosa “tensão”.

Quando essa tensão acontece na região cervical, a dor de cabeça tem início na base da cabeça (região da nuca) e pode atingir até mesmo a área acima dos olhos. O nome desse tipo de dor é cefaleia tensional.

A cefaleia tensional é uma dor que pode começar suave, sendo apenas um incômodo, mas com a constante sobrecarga da região cervical ela se torna um problema crônico.

As famosas enxaquecas também têm uma ligação com a nossa postura. Quando mantemos o corpo na posição inadequada, desenvolvemos vários sintomas diferentes, incluindo as tensões musculares. Elas ocorrem, em especial, nos ombros, costas e pescoço.

Nesses locais, é comum haver o aparecimento de nódulos, conhecidos como “pontos gatilho”. É graças a esses nódulos, que sinais de dor são enviados para seu cérebro e traduzidos como dores latejantes pela cabeça, principalmente na parte superior do rosto.

Dores nos ombros

Como esses problemas podem ser fruto da má postura? Bom, a alteração da postura desequilibra o alinhamento da coluna cervical, fazendo com que a pressão que o peso do corpo exerce sobre determinadas áreas seja maior. Somado a isso, a postura inadequada também faz com que algumas musculaturas sejam subutilizadas e outras sejam utilizadas em demasia.

A manutenção desse estado gera sobrecargas, lesões e exaustão (fadiga muscular).

O resultado desse processo pode ser observado pela dor nas regiões laterais do ombro, podendo irradiar para cervical, costas e até os dedos das mãos

A dor na região da escápula, por sua vez, pode ser sentida atrás do ombro, normalmente acompanhada de contrações localizadas (os chamados pontos gatilhos que falamos anteriormente).

Dor no pescoço

A cabeça humana pesa, em média, 5 quilos e nosso pescoço é capaz de suportar essa carga com certa facilidade. Entretanto, quando curvamos nossa postura e colocamos a cabeça para frente, o impacto na coluna pode chegar até a 27 quilos (mais ou menos no curvamento de 60º para frente).

Quem faz o trabalho de intermediação dessa carga extra entre a coluna e a cabeça é a região do pescoço. E como era de se esperar, essa área depois do esforço excessivo pode ficar tensionada, com dores e até lesões.

Leia também: 6 dicas para aliviar dores nos ombros e no pescoço! Confira!

Como aliviar as dores da má postura?

As dores geradas pela má postura podem ser um grande problema na vida de qualquer pessoa. Esse constante incômodo, ou mesmo as lesões geradas, interferem no seu bem-estar.

Para solucionar esse problema existem dois caminhos. O primeiro é buscando ajuda profissional para ter uma avaliação da sua condição. Quando as dores são constantes ou fortes, o médico ortopedista pode implementar medidas focadas no alívio e redução da dor sem a necessidade de cirurgias.

Esse alívio inicial, acompanhado com instruções e práticas para manter a postura adequada e o fortalecimento da região posterior, são o caminho mais eficiente para não só acabar com as dores, mas também preservar a saúde da pessoa e prevenir futuros problemas.

Além da busca pela ajuda profissional (que, é claro, é sempre o mais indicado), também é importante que todas as pessoas se preocupem com sua postura e tente respeitar a movimentação e posicionamento ideal do próprio corpo.

Nesse caso, temos um Guia definitivo sobre postura corporal que pode auxiliar o entendimento do que é uma boa postura e de como adotá-la em sua rotina. Vale a pena fazer a leitura. Clique na imagem abaixo para acessar o material!

Guia sobre postura corporal: Trabalhe e faça exercícios sem problemas futuros

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Referências Legais
Resolução CFM 1974/11 – Artigo 8º
Despacho CFM 143/19 – Artigo 75
Lei de Liberdade Econômica 13874/19 – Artigo 4º, Inciso VIII c/c Artigo 5º
Responsáveis Técnicos
Dr. Otávio de Melo Silva Júnior – Médico Ortopedista – CRMMG 41116 – RQE 25306
Dra. Lorena Nunes – Enfermeira – COREN 375466 – ENF
Dra. Glauciane Rezende – Fisioterapeuta – CREFITO-4 224282-F

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