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Saiba o que fazer para evitar as dores nas costas ao fazer stiff
ArtigosBlog RegeniusColunaMedicina RegenerativaTratamentos

Saiba o que fazer para evitar as dores nas costas ao fazer stiff

by Otávio Melo 14 de abril de 2022

Os exercícios físicos são parte integral da vida saudável e todos deveriam fazer. É uma frase clichê, mas é uma realidade que não podemos deixar de mencionar, já que eles ajudam a prevenir uma série de problemas associados ao sedentarismo e ao desenvolvimento de doenças sistêmica. Para evitar isso, podemos escolher fazer exercícios em casa, ao ar livre, na praia, no mar e também na academia.

Porém, principalmente neste último caso, é preciso também muito cuidado! Afinal, a movimentação de pesos de forma despreparada pode culminar em lesões e trazer dores agudas e crônicas para as costas e articulações. É importante contar com profissionais para a supervisão e prescrição dos exercícios, principalmente quando falamos de movimentos como o stiff.

Nos próximos parágrafos, vamos explicar mais sobre a realização correta do stiff e os benefícios que ele traz para o fortalecimento da musculatura das costas.

O que é o stiff?

Stiff é um exercício tradicional da musculação, derivado do levantamento terra. A relação entre os dois fica óbvia nos nomes originais na língua inglesa: stiff-leg deadlift e deadlift. Aliás, o nome original também nos dá mais uma pista sobre o exercício: é um movimento no qual as pernas estão retas e paradas, ficando imóveis durante todo o período.

A realização do movimento se dá com uma barra ou halteres que são segurados com as mãos com o dorso para frente, enquanto o praticante faz a flexão do quadril, movendo o tronco para frente. Após a realização do exercício, o praticante retorna a posição inicial e reinicia o exercício. No movimento, o quadril é colocado ligeiramente para trás e a coluna deve ficar reta durante todas as fases do exercício para o melhor aproveitamento.

O stiff tem uma importante ativação de todos os músculos presentes na parte posterior da coxa e glúteos, como os isquiotibiais e o glúteo maior. O exercício também trabalha as costas, principalmente a porção da lombar que pode sofrer com cargas mais elevadas.

O exercício, por vezes, não é recomendado para iniciantes pela dificuldade, porém qualquer pessoa pode e deve realizar o exercício. Para isso, basta contar com o auxílio de profissionais de educação física.

Saiba o que fazer para evitar as dores nas costas ao fazer stiff

Como falamos acima, o stiff pode ser um exercício difícil de ser realizado corretamente, devido à sua coordenação entre muitos movimentos diferentes, ao contrário de uma rosca bíceps ou uma flexão na máquina, por exemplo. Mas é um exercício que só traz benefícios, principalmente quando colocado em uma série voltada para o posterior das pernas.

Abaixo, trouxemos algumas dicas para você não cometer erros na hora de fazer o stiff:

Mantenha as pernas retas
É importante manter as pernas retas na hora do exercício, sem forçar para trás os joelhos, ou seja, sem hiperestender. A posição deve ser completamente natural e não provocar dores. Uma dica é uma pequena flexão no joelho, algo que seja quase imperceptível, apenas para facilitar a movimentação do peso.

Controle a descida
O movimento de descida e subida deve ser controlado para o melhor resultado. Se você simplesmente deixar o peso cair, pode perder a forma e lesionar as costas e a coluna.

Coluna reta o tempo todo
Muitas pessoas tem a tendência a dobrar a coluna no movimento, porém isso pode aumentar a pressão sobre os músculos e as vértebras. O movimento correto tem as costas retas o tempo todo.

Comece com pesos mais leves e aumente a carga
Dica de ouro para qualquer exercício e fundamental para o stiff. É preciso dominar a forma e ir crescendo o peso utilizado. Com isso, você fica mais preparado para a hora de colocar bastante peso.

Peça para o profissional avaliar a forma ou filme o exercício
Nem sempre conseguimos saber a realidade sobre nossos movimentos. É preciso estar atento à forma e conseguir corrigir aos poucos o que pode estar errado.

Além dessas dicas, contar com parceiros de treino e professores de educação física é sempre importante para o melhor desenvolvimento dos exercícios e para a prevenção de lesões.

Saiba a relação entre exercícios físicos e dores nas costas

Não realizar atividades físicas é um fator muito significativo para o aparecimento de dores nas costas, mais do que os treinos incorretos. Principalmente para pessoas que tem má postura no trabalho e desvios na coluna, os treinos são uma forma de fortalecer a musculatura e auxiliar fisioterapias, reeducação postural e estratégias que melhorem o corpo.

Para quem deseja manter as costas fortes e não sofrer com dores, indicamos 5 exercícios a serem colocados na rotina semanal de treinos:

Variações do abdominal;
Prancha;
Remadas;
Barra;
Alongamentos.

Para quem sofre com dores nas costas, conheça agora mesmo tratamentos para a dor nas costas, conheça os tratamentos do Instituto Regenius. Saiba mais aqui: https://otaviomelo.onextec.com.br/nossos-tratamentos/

O cuidado com o corpo começa com você

Garantir o melhor estado da musculatura, dos ossos e das articulações, parte da adoção de hábitos saudáveis e também da realização de acompanhamento de dores e lesões.

O Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência e 24 mil pacientes atendidos, é especializado no tratamento com terapias de última tecnologia, baseada em estudos e pesquisas científicas, e abordagem multidisciplinar, encontrando a melhor solução para cada paciente.

Não deixe para depois a possibilidade de tratamento. Entre em contato agora e agende uma consulta.

14 de abril de 2022 0 comment
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Exercícios físicos x dores nas costas: entenda essa relação!
Blog RegeniusArtigosColuna

Exercícios físicos x dores nas costas: entenda essa relação!

by Otávio Melo 12 de abril de 2022

As dores nas costas são mais do que comuns na população brasileira, nem sempre significando uma lesão ou doenças. Porém, não significa que seja algo a ser ignorado, afinal pode ser um indício de desequilíbrios musculares, problemas na hora de dormir e má postura durante o trabalho.

Para cuidar e evitar as dores nas costas, os exercícios físicos se apresentam como uma estratégia muito relevante para ser utilizada. Entretanto, fica o alerta sempre para ter acompanhamento de educadores físicos e profissionais, já que os exercícios podem agravar as dores se feitos de forma inadequada.

Saiba mais sobre a relação entre exercícios físicos e dores nas costas.

Quais são as causas das dores nas costas?

Dor nas costas é uma expressão que abarca muitos problemas em um só. E por ser tão ampla, ela abrange um número enorme de pessoas que sofrem com dores mais ou menos intensas, bem como, dores que podem estar localizadas na parte superior do tronco e até mesmo na base, quase no quadril. E elas podem ser motivadas por situações diferentes e que também tem soluções diferentes.

Atualmente, quase metade das pessoas possui dor nas costas, segundo pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo. Para ler mais sobre, acesse o link.
https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/quatro-em-cada-dez-pessoas-tem-dor-nas-costas-aponta-pesquisa-do-hospital-das-clinicas-de-sp

As dores nas costas podem aparecer devido a problemas como:

Desvios de coluna
São alterações na curvatura da coluna que prejudicam a sua estabilidade e podem ser agravadas com o tempo. Se enquadram nessas alterações a cifose, lordose e escoliose.

Dor Muscular
Dor que aparecem devido à compressão ou estiramento dos músculos da região durante o trabalho ou exercício físico. Não é uma causa preocupante, mas necessita de cuidados para haver alívio da dor.

Dor no nervo ciático
Nervo localizado perto da coluna e que pode ser pressionado pelos discos vertebrais, o nervo ciático pode causar uma dor aguda que irradia e afeta toda a base das costas. Suas causas estão relacionadas, normalmente, à hérnia de disco.

Doenças
Algumas doenças que afetam o pulmão ou os rins podem causar dor e afetar a qualidade de vida de uma pessoa. Normalmente, são demonstrados mais sintomas que apenas a dor e deve ser consultado um médico.

Apesar de não ser uma causa única, o sedentarismo é um fator significativo para as dores nas costas. Com a falta de atividades físicas, as costas podem ficar enfraquecidas, além do problema que o sobrepeso e a obesidade podem trazer para pessoas que já sofrem com algum tipo de dor no local.

Por isso, os exercícios físicos são uma importante forma de garantir que as dores nas costas não apareçam. No próximo tópico, vamos explicar mais e trazer sugestões.

A relação entre exercícios físicos e dores nas costas

A ausência de atividades físicas é um grande fator para o início ou para a piora das dores que acometem as costas. Quando somado aos desvios de coluna e também à má postura no trabalho, fica evidente que o sedentarismo contribui de forma acentuada para a sensação dolorosa.

Entretanto, é sempre importante tomar cuidado na hora do exercício para não agravar qualquer quadro e tornar ainda mais incômoda a sensação na parte de trás do tronco.

Conheça quatro exercícios fundamentais para acabar com as dores nas costas:

Exercícios abdominais
O fortalecimento da musculatura abdominal ajuda a trazer mais estabilidade e sustentação à coluna. Opte por realizar os exercícios com a melhor forma possível e pare ao sinal de dor. Aposte também em variações para trabalhar todo o core.

Prancha
A posição de prancha ajuda no fortalecimento de todo o tronco, especialmente o abdômen e a lombar. Mantenha a posição por meio minuto, pelo menos, e evite curvar a coluna.

Remada curvada
A remada, assim como outros exercícios para as costas como a barra e o crucifixo, pode ajudar a fortalecer toda a parte superior, interna e externa do tronco. É importante que a coluna esteja reta e o peso utilizado não seja maior do que o suportado. Para pesos maiores, certifique-se do uso de cinto para musculação.

Alongamento
Os alongamentos são parte integral da melhora da sensação na coluna. Faça diversos alongamentos com cuidado e sob orientação. O alongamento de coluna pode ser uma ótima para as dores nas costas, assim como o alongamento de pescoço.

Para conhecer tratamentos para a dor nas costas, conheça os tratamentos do Instituto Regenius. Saiba mais aqui: https://otaviomelo.onextec.com.br/nossos-tratamentos/

A mudança nos hábitos é o principal cuidado para a coluna

Apesar de muito comum, a dor nas costas muitas vezes pode ser prevenida e tratada com atitudes simples. Entre elas, estão as atividades físicas que servem para tornar o corpo mais ativo e menos suscetível a problemas do sedentarismo, da má postura e a lesões inesperadas.

O Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência, é especializado no tratamento de diversas lesões e na mudança dos hábitos de vida dos seus pacientes. Além das terapias com a última tecnologia disponível, baseada em estudos e pesquisas científicas, a clínica também aborda casos de dores de maneira multidisciplinar, encontrando a melhor solução para cada paciente.

Não deixe para depois a possibilidade de tratamento. Entre em contato agora e agende uma consulta

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Exercícios para o fortalecimento do joelho: saiba quais são os mais indicados
JoelhoArtigosBlog RegeniusMedicina Regenerativa

6 Exercícios para o fortalecimento do joelho: saiba quais são os mais indicados

by Otávio Melo 11 de abril de 2022
Ter joelhos fortes é uma vontade de muitas pessoas para quando chegarem à terceira idade. Afinal, lidar com os efeitos do envelhecimento natural do corpo é difícil, mas lidar com eles e também com problemas para caminhar, sentar e subir escadas é muito mais complicado.

Por isso, exercícios para o fortalecimento do joelho existem e são indicados para tornarem não só a articulação, mas toda parte inferior do corpo mais forte e flexível.

Isso cria uma sustentação que permite ao indivíduo não sofrer com problemas que aparecem com a queda hormonal e o desgaste natural do corpo. Entretanto, é bom ressaltar que o exagero também pode causar dores, principalmente devido a lesões em ligamentos e cartilagem.

Nos próximos parágrafos, vamos lembrar mais sobre o que é o joelho e os exercícios mais recomendados para fortalecer toda a musculatura relacionada a ele.

Entenda mais sobre o joelho

O joelho é uma das principais articulações do corpo humano. E como é uma parte muito importante, é natural que seja uma região com muitas queixas de dores e aparecimento de lesões. De acordo com a pesquisa “Saúde e qualidade de vida: a relação com os pés, tornozelos e joelhos”, cerca de 60% dos brasileiros acima de 18 anos sentem dores no joelho.

Mais do que isso, os joelhos são uma das principais áreas para o aparecimento da artrose, doença degenerativa cartilaginosa que pode destruir os tecidos presentes na cobertura das extremidades ósseas. Inclusive, essas dores e lesões são parte dos motivos que impedem a realização de movimentos fundamentais para os seres humanos como caminhar, correr, agachar, e pular.

O joelho é formado pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia e a ligação da patela com o fêmur, sendo uma articulação complexa e exigida a todo momento. Além dos ossos, o joelho ainda possui ligamentos, meniscos e relação íntima com músculos.

Qual a importância dos exercícios para o fortalecimento do joelho?

Como mencionamos acima, o joelho é fundamental para o corpo e a sua debilidade pode prejudicar de forma intensa a vida. Por isso, existem diversas formas de tornar o joelho mais forte. Ou melhor dizendo, tornar os membros inferiores mais fortes, pois é com pernas mais fortes, equilibradas e estabilizadas que podemos evitar problemas no joelho.

Então para quem tinha dúvidas: sim, é preciso realizar exercícios físicos, não ser sedentário e ainda ter uma alimentação saudável para garantir que o joelho não seja uma preocupação na terceira idade! Mas fique tranquilo: não é preciso realizar nada mirabolante para conseguir os melhores resultados.

Exercícios recomendados para o fortalecimento do joelho

Os melhores exercícios para o fortalecimento do joelho vão ser aqueles que fortaleçam toda a musculatura das pernas. Ou seja, movimentos que façam a contração muscular, usem cargas, o peso do corpo, garantindo com isso a ativação das fibras musculares e obtendo uma articulação mais estabilizada e com menos sobrecarga.

Abaixo, listamos alguns dos melhores exercícios para o joelho:

Agachamento Livre
É um dos melhores exercícios para o joelho, também sendo um aliado para o corpo como um todo. Ele é feito realizando o movimento de agachar, mantendo os dois pés equidistantes ao corpo e plantados no solo. A altura que a pessoa vai abaixar depende do seu alongamento e capacidade. É possível o aumento da carga com pesos, mas também torná-lo mais fácil segurando em barras.

Afundo
Com uma lógica semelhante à do agachamento, o afundo consiste em realizar a descida do peso uma perna por vez. Para isso, posicione um dos pés a frente e o outro atrás, como um passo mais alongado. Então flexione o joelho da frente e de trás ao mesmo tempo e abaixe, mantendo a coluna ereta.

Avanço
Quase igual ao afundo, a diferença é que você vai dar um passo a frente para fazer a flexão e voltar ao estado ereto normal. Lembrando sempre de dar um passo largo e flexionar os joelhos lenta e concomitantemente.

Flexão do Bíceps Femoral 
Apoie as mãos em alguma superfície, inclinando, mas mantendo a coluna reta. Com as pernas esticadas, dobre em direção às nádegas lentamente. O movimento é semelhante a uma rosca bíceps, porém feita com as pernas.

Stiff
Um exercício diferente, mas muito eficiente! Para realizar o stiff, utilize algum peso que você possua em casa, pode ser um livro ou um saco de arroz, segurando-o com a mão com o dorso virado para frente. Com a coluna e as pernas retas, jogue o quadril para trás enquanto flexiona o tronco para frente. Desça até o limite em que o corpo se mantiver reto.

Levantamento Terra
Um parente do stiff, o levantamento terra consiste em retirar um peso do solo e retornar a ele. Para isso, posicione-se em frente ao objeto ou peso com as costas retas e faça um agachamento. Após isso, segure o objeto e tire do solo, levantando sem dobrar a coluna. Por fim, faça o movimento inverso e deixe o objeto no solo.

A saúde do seu joelho passa por você

O joelho é uma parte importante, mas sensível do corpo humano. Sem o fortalecimento de toda a musculatura da região, é impossível ter saúde e qualidade de vida com a passagem dos anos.

Por isso, é preciso começar a se exercitar corretamente desde cedo. E isso envolve também não exagerar! Pessoas que se exercitam em excesso e de forma incorreta podem sofrer com danos cartilaginosos e ligamentares.

Mas, mesmo que você já sinta dores, ainda é tempo de cuidar do corpo!

O Instituto Regenius,   clínica especializada no cuidado multidisciplinar de lesões articulares e ortopédicas, possui profissionais experientes no tratamento e cuidado de dores no joelho. Com a mais alta tecnologia e o cuidado individualizado, o Instituto traz o futuro da ortopedia para o Brasil.

Se você deseja tratar as suas lesões de forma definitiva, entre em contato conosco e agende uma consulta de avaliação.

Referência:
Linaker CH, Walker-Bone K. Shoulder disorders and occupation. Best Pract Res Clin Rheumatol. 2015;29(3):405-423. doi:10.1016/j.berh.2015.04.001
NEOGI, Tuhina. Epidemiologia da Dor Articular. 2016.
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11 de abril de 2022 0 comment
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artrite
Blog RegeniusTratamentos

Artrite: Estudo aponta que depressão pode desencadear artrite

by Otávio Melo 5 de abril de 2022

A artrite reumatoide é uma doença bastante comum no país. Apesar de parecer pouco por atingir 1% dos brasileiros, o número de pacientes com a doença ultrapassa os dois milhões. E com o surgimento da artrite, podem aparecer sintomas psicológicos como a depressão, a ansiedade e o estresse, devido à dor, ao afastamento social e a preocupação.

Entretanto, o inverso também pode acontecer. Segundo um estudo canadense, pessoas com depressão têm mais chances de desenvolver a doença reumática. Os mecanismos ainda necessitam de mais explicações, porém a depressão pode gerar um ambiente mais propício para a inflamação que pode desencadear a artrite reumatóide.

Nos próximos tópicos, vamos explicar tudo sobre a artrite reumatóide e sobre o estudo que aponta como a depressão pode ser um gatilho para ela.

O que é a Artrite Reumatoide?

A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, sem causas totalmente definidas que afeta, principalmente, mulheres. A doença atinge aproximadamente 1% da população, aparecendo com o avançar da idade e não possuindo uma cura medicamentosa ou terapêutica no momento.
A inflamação crônica provocada pela artrite reumatoide se concentra nas membranas sinoviais, tecidos conjuntivos presentes nas articulações e que servem para reduzir impactos, atritos e facilitar o movimento. O progresso da doença pode causar deformações ósseas e prejudicar intensamente a vida de uma pessoa, afastando do convívio social e do trabalho.

Por afetar as articulações, a artrite reumatóide afeta principalmente:

Pés;
Mãos;
Punhos;
Tornozelos;
Joelhos;
Cotovelos.

Porém, é possível que ela afete também órgãos internos como o pulmão e os rins.

Conheça os sintomas da artrite

O principal sintoma da artrite reumatóide é a dor provocada pela inflamação que pode ser intensa e duradoura, necessitando de atendimento emergencial reumatológico. Porém, os sintomas são variados e, muitas vezes, parecem com os sintomas causados pela artrose, outra condição que atinge as articulações.

Alguns dos sintomas mais comuns são:

Edema e vermelhidão
Como a região está inflamada, é normal o inchaço, a sensação de calor e a vermelhidão que podem passar com o uso de remédios específicos prescritos pelo médico.

Rigidez matinal
É bastante comum que, após períodos de imobilidade, exista uma rigidez nos movimentos articulares. Isso se mostra pela manhã e também em dias mais frios que o normal. Com o tempo, a articulação volta a ter a sua mobilidade.

Fadiga
Pessoas com artrite relatam muito cansaço por conta do esforço e das sensações de dor. Esses fatos se mostram, principalmente, em pacientes ainda não tratados ou não diagnosticados.

Danos na cartilagem articular
A artrite afeta a membrana sinovial, inflamando toda a região; com o tempo, podem surgir danos que não conseguem ser reparados pelo corpo e ocorrer um desgaste completo da região, levando a deformidades ósseas.

As deformidades podem ser o pescoço de cisne, dedos em botoeira, desvio ulnar e joanete, por exemplo.

Além dos sintomas físicos, a artrite pode trazer sintomas relacionados à depressão e à ansiedade. Estudos apontam que é mais comum adultos terem depressão quando se tem artrite do que sem a doença. As pesquisas mostram que cerca de 26% dos adultos com artrite tem depressão, enquanto 10% dos adultos sem artrite teriam depressão.

O diagnóstico da artrite reumatóide é confirmado a partir da presença de alguns dos sintomas por períodos de tempo superiores a um mês e meio. Exames de imagem, além do histórico familiar e análise das queixas, são fundamentais para saber o quadro completo e identificar o tratamento mais recomendado para cada paciente.

Estudo aponta que depressão pode desencadear artrite

Além de poder implicar em quadros depressivos para adultos, a artrite reumatóide também pode ser causada pela depressão. Ou seja, a via entre as duas doenças seria de mão dupla. Isso foi aferido em um estudo realizado pelos pesquisadores da Universidade de Calgary, onde foram analisados casos de 403.932 indivíduos com depressão e mais 5.339.399 sem a doença psicológica. Os dados foram coletados no sistema de saúde britânico entre 1986 e 2012.

Os dados mostraram que 0,54% dos pacientes depressivos desenvolveram quadros de artrite reumatoide com o passar dos anos, enquanto 0,45% dos pacientes que não possuíam depressão observaram o surgimento da doença articular. A variação é bastante significativa, representando uma probabilidade 38% maior de desenvolvimento de artrite reumatóide em quem tem depressão.

Segundo os pesquisadores, a causa para a diferença seria que a doença psicológica aumentaria a concentração e a presença no organismo do fator de necrose tumoral alfa, que ajuda a desenvolver quadros da artrite reumatoide. Lembrando, aliás, que a esta artrite é uma doença autoimune e que ainda não tem causas completamente conhecidas.

Apesar de favorecer o aparecimento da artrite, a depressão tem menor risco, quando tratada com antidepressivos.

Como tratar a Artrite Reumatoide e a depressão?

O tratamento contra a artrite leva em conta o diagnóstico precoce e o tratamento inicial, para evitar a progressão da doença. Identificar cedo a doença impede que a doença consiga prejudicar as cartilagens de forma extensa, o que levaria às deformidades ósseas precocemente e a mais limitações diárias.
É necessário, inclusive, evidenciar que o tratamento e acompanhamento da artrite possibilita reduzir os sintomas depressivos e da ansiedade. Porém, o acompanhamento com especialistas em saúde mental é necessário para trazer o melhor resultado para os pacientes.

O tratamento para a artrite pode ser feito com:

Medicamentos;
Tratamento cirúrgico;
Fisioterapia;
Fortalecimento muscular;
Viscossuplementação;
Soroterapia, entre outros.

Apesar de ser uma doença que ainda não há cura, é possível tratar a artrite reumatoide.

Tratar a artrite é um dos passos para garantir a qualidade de vida e a saúde em pessoas mais velhas, principalmente nas mulheres. Sem um tratamento eficaz e que leve em consideração as queixas dos pacientes, é mais do que possível que os pacientes se sintam isolados e desestimulados a continuar normalmente com as atividades diárias.

Por isso, encontrar profissionais que tragam as melhores metodologias para as doenças articulares é fundamental.

Conheça o Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência e mais de 24 mil pacientes atendidos. Com um tratamento multidisciplinar e uma abordagem completa, é possível reverter os quadros de artrite e impedir que os sintomas depressivos tomem conta da vida pessoal.

Entre em contato e agende uma consulta agora mesmo.

Fonte:
Vallerand IA, Patten SB, Barnabe C. Depression and the risk of rheumatoid arthritis. Curr Opin Rheumatol. 2019;31(3):279-284. doi:10.1097/BOR.0000000000000597

Vallerand IA, Lewinson RT, Frolkis AD, Lowerison MW, Kaplan GG, Swain MG, Bulloch AGM, Patten SB, Barnabe C. Depression as a risk factor for the development of rheumatoid arthritis: a population-based cohort study. RMD Open. 2018 Jul 11;4(2):e000670. doi:
10.1136/rmdopen-2018-000670. PMID: 30018804; PMCID: PMC6045711.

Sambamoorthi U, Shah D, Zhao X. Healthcare burden of depression in adults with arthritis.
Expert Rev Pharmacoecon Outcomes Res. 2017;17(1):53-65.
doi:10.1080/14737167.2017.1281744

5 de abril de 2022 0 comment
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Gluten x Fibromialgia
Blog RegeniusFibromialgia

Glúten x Fibromialgia : entenda a relação

by Otávio Melo 25 de março de 2022

Nem toda pessoa que tem problemas com o glúten possui a doença celíaca. Recentemente, as pesquisas médicas apontaram que a proteína presente em alimentos com trigo pode contribuir para o aumento da sensibilidade das dores em pacientes com fibromialgia. A relação entre o glúten e a fibromialgia ainda está sendo investigada, sendo a inflamação corporal uma possível causa.

No caso de doenças sistêmicas, controlar a inflamação é fundamental para trazer de volta a qualidade de vida, possibilitando a redução de dores, incômodos e inchaços. Até mesmo para a artrose, artrite e gota, a alimentação é um passo fundamental para o melhor cuidado com o corpo.

A seguir, vamos explicar mais sobre o glúten, a fibromialgia e a relação entre os dois.

O que é a fibromialgia?

Conhecida como síndrome da Fibromialgia (SFM), a doença é uma condição que vem ficando mais conhecida nos últimos anos e afeta celebridades conhecidas no mundo todo como a Lady Gaga e o ator Morgan Freeman. Essa síndrome é um problema para a vida social e profissional das pessoas, muito por conta de seu potencial incapacitante para trabalhar e para o lazer devido às dores em todo o corpo, especialmente nos tecidos musculares.

Mais do que somente dores musculares, a fibromialgia atrapalha pacientes em todo o âmbito de sua vida, causando também:

Cansaço;
Dificuldades para dormir (insônia)
Problemas de concentração e memória;
Ansiedade, depressão e estresse.

De acordo com dados publicados no Estadão, somente no Brasil, já existem 4 milhões de pessoas com a doença, a grande maioria sendo mulheres. Nessas pessoas, além dos sintomas anteriores, existe uma grande sensibilidade muscular e à compressão das estruturas.

Atualmente, o diagnóstico da fibromialgia é feito por exames clínicos e análise do histórico do paciente, não havendo exames laboratoriais ou de imagem que identifiquem a doença, sendo os exames solicitados apenas para descartar outras possibilidades de diagnósticos.

O que causa a fibromialgia?

Como uma doença que vem sendo estudada mais recentemente, não se sabe de forma totalmente esclarecida quais são as causas específicas da fibromialgia. Pesquisadores especulam que a doença possa ter origem genética, onde pessoas com fibromialgia seriam mais sensíveis à dor e isso apareceria devido a algum gatilho, como lesões, traumas ou infecções.

Infelizmente, a doença ainda não tem cura, podendo ser tratada por meio diversos protocolos diferentes que, quando combinados a mudanças dos hábitos de vida, reduzem as dores e trazem de volta a qualidade de vida.

Alguns exemplos de tratamentos são:

Antidepressivos, ciclobenzaprina e outros medicamentos;
Atividade física regular e sob orientação;
Massagens;
Acupuntura;
Acompanhamento psicológico.

Entenda mais sobre o Glúten

Um dos nutrientes alimentares mais conhecidos dos últimos anos, o glúten é um tipo de proteína, presente em cereais como o trigo, o centeio, o malte e a cevada. Na culinária, ele é muito importante por conferir elasticidade às massas, devido à sua formação pelas substâncias gliadina e a glutenina.

Apesar de ser importante para o desenvolvimento da alimentação humana, se tornou muito comum a presença da intolerância ao glúten em seres humanos humanas, chamada de doença celíaca. Esta condição é autoimune, aparecendo como uma inflamação na parede do intestino e afetando a vida dos indivíduos.

Pessoas portadoras da doença celíaca podem experimentar sintomas como:

vômitos,
diarreias,
distensão abdominal;
dificuldade na absorção dos nutrientes pelo organismo;
perda de peso.

Porém, as complicações causadas pelo glúten podem ir bem além daquelas que afetam os portadores de doenças celíacas. Pessoas com doenças sistêmicas como a artrose e a fibromialgia também pode sofrer com o consumo da proteína.

Glúten x Fibromialgia: entenda a relação

Como vimos acima, a fibromialgia é uma síndrome que causa dor crônica, cansaço e diversos outros sintomas que afetam as pessoas como um todo. Pacientes com a doença costumam sofrer mais quando gatilhos não estão adequadamente controlados e o tratamento não está bem empregado.

Recentemente, vem sendo estudado o papel da alimentação em pessoas com a doença, buscando encontrar a relação entre alguns nutrientes e o organismo. No caso do glúten, já é possível avaliar que indivíduos com fibromialgia podem ter mais sensibilidade ao glúten, sem possuir a doença celíaca.

Um estudo relatou que a retirada do glúten da dieta melhorou as dores em pacientes portadores da fibromialgia, mesmo que a doença celíaca tenha sido descartada. Esse estudo sugere que pacientes com fibromialgia podem ter sensibilidade ao glúten não celíaca como causa subjacente a fibromialgia. Entretanto, ainda é necessária a realização de mais estudos para identificar a relação entre os dois.

O cuidado com a saúde do corpo precisa ser multidisciplinar

O glúten vem se tornando um grande vilão na medicina atual. Não é para menos: a proteína está relacionada à doença celíaca e também ao aumento da inflamação corporal. Entretanto, é preciso cuidado na hora de decidir cortar da dieta o alimento. A conversa com profissionais é o primeiro passo para ter o melhor cuidado, especialmente para quem sofre com a fibromialgia.

Se você deseja saber mais sobre a sua saúde e o que é preciso fazer para mantê-la, entre em contato com o Instituto Regenius. Podemos ajudar e avaliar cada caso de uma maneira individualizada e humanizada.

¹ Kotze LM, Skare T, Vinholi A, Jurkonis L, Nisihara R. Impact of a gluten-free diet on bone mineral density in celiac patients. Rev Esp Enferm Dig. 2016 Feb;108(2):84-8. doi: 10.17235/reed.2015.3953/2015. PMID: 26838490.

Ali A, Njike VY, Northrup V, Sabina AB, Williams AL, Liberti LS, Perlman AI, Adelson H, Katz DL. Intravenous micronutrient therapy (Myers’ Cocktail) for fibromyalgia: a placebo-controlled pilot study. J Altern Complement Med. 2009 Mar;15(3):247-57. doi: 10.1089/acm.2008.0410. PMID: 19250003; PMCID: PMC2894814.

Gaby AR. Intravenous nutrient therapy: the “Myers’ cocktail”. Altern Med Rev. 2002 Oct;7(5):389-403. PMID: 12410623.

http://hdl.handle.net/1843/34531

Isasi C, Colmenero I, Casco F, et al. Fibromyalgia and non-celiac gluten sensitivity: a description with remission of fibromyalgia. Rheumatol Int. 2014;34(11):1607-1612. doi:10.1007/s00296-014-2990-6

Oliveira Júnior, J. O. D., & Almeida, M. B. D. (2018). O tratamento atual da fibromialgia. BrJP, 1, 255-262.

25 de março de 2022 0 comment
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Como a dor influencia no sono
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Como a dor influencia na qualidade do Sono

by Otávio Melo 23 de março de 2022

Se você sente dores constantes na sua vida, então você sabe o quanto é difícil ter boas noites de sono sem serem atrapalhadas por este problema.

Não importa a origem, a dor influencia na qualidade do sono, nos acordando à noite e diminuindo as horas de sono de qualidade.

E o pior:

as dores mal-dormidas também influenciam de volta o aparecimento e piora das dores, podendo desbalancear o funcionamento correto do organismo e aumentar a chance de inflamação.

Por exemplo, o sono ajuda o corpo a se proteger contra os radicais livres da melhor forma, então a falta de uma boa noite de sono aumenta as chances de sofrer com estresse oxidativo.

A seguir, vamos explicar mais sobre a importância de dormir bem e como a dor influencia na qualidade do sono.

Por que dormir bem importa?

Ter uma boa noite de sono é um dos mais importantes aspectos da rotina humana. Sem esse repouso de boa qualidade, uma série de processos metabólicos e fisiológicos podem ficar desregulados, atrapalhando o funcionamento correto do organismo e propiciando o surgimento de doenças.

O sono é regido pelo ritmo circadiano, o ciclo constante de atividades corporais que são realizadas diariamente baseando-se em períodos de claridade e escuridão.

Durante esse período sem luz, o corpo entra em estado de relaxamento e repouso, realizando uma série de processos como o reparo de lesões, liberação de fatores de crescimento, produção hormonal e consolidação dos acontecimentos diários em memória.

Conseguir repousar e ter noites de sono tranquilas sem acordar traz os seguintes benefícios:

  • Manutenção do peso corporal;
  • Prevenção de doenças;
  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Controle do estresse;
  • Aumento da concentração;
  • Melhora do humor.

Para isso, é preciso que o ser humano descanse por noite de 7 a 10 horas, dependendo de sua faixa etária. Bebês e crianças podem necessitar de mais horas de sono, atingindo até 16 horas (no caso dos bebês pequenos).

Entenda as dificuldades para dormir

Sabemos que o sono é fundamental e não pode ser negligenciado, entretanto, apesar de tão importante, é muito comum que as pessoas tenham dificuldade para dormir.

Segundo pesquisa do Instituto do Sono, 66,8% dos brasileiros sofreram com dificuldades para adormecer e se manter dormindo durante toda a noite, na pandemia.

As dificuldades para dormir podem se manifestar de diversas formas como problemas para pegar no sono, ter sono leve, ter um sono muito perturbado ou acordar seguidamente à noite.

Se for deixado para lá, os problemas para dormir podem se tornar uma insônia crônica que necessita de um tratamento mais longo.

Alguns dos fatores que mais causam dificuldades para dormir estão relacionados a falta de higiene do sono, condições físicas e fatores psicológicos, como:

  • Uso de telas antes de dormir;
  • Consumo noturno de cafeína;
  • Dormir longamente à tarde;
  • Falta de rotina para ir dormir;
  • Refeições pesadas tardias;
  • Doenças psicológicas;
  • Lesões e dores;
  • Atividades físicas antes do horário de sono.

Como a dor influencia na qualidade do sono?

Como mencionamos na introdução, tanto o sono influencia no aparecimento e piora de dores, quanto as dores atrapalham a possibilidade de uma noite de sono tranquila e relaxante.

Pessoas que possuem doenças articulares, ortopédicas ou sistêmicas com sintomas dolorosos costumam ter dificuldades para repousar à noite, podendo sofrer com estresse e ansiedade também. Isso causa um círculo vicioso com o paciente se sentindo cansado durante o dia e sentindo mais dores que, por sua vez, vão atrapalhar o repouso noturno. Sem um cuidado específico, o indivíduo pode desenvolver insônia crônica e sentir a piora de suas dores crônicas.

Segundo estudos realizados no início dos anos 2000, os distúrbios do sono e a consequente privação do mesmo podem prejudicar os sistemas que inibem a sensação de dor. Ou seja, quem dorme mal sente mais dores do que quem dorme bem, ainda que não seja possível explicar o motivo exato de porque isso acontece.

De outra forma, o incômodo gerado pelas dores torna o sono perturbado, impedindo que o indivíduo chegue até às fases mais profundas do sono e realmente descanse. Inclusive, a falta de sono mais profunda atrapalha a consolidação da memória que falamos anteriormente.

Neste sentido, a insônia pode favorecer o aumento de radicais livres e o aumento do estresse oxidativo, trazendo inflamação para o corpo. Esse fato pode piorar condições articulares, como a artrose e a artrite, trazendo ainda mais dor para um paciente já debilitado.

Por isso, o sono não pode ser negligenciado. Como dormir bem mesmo com dores? Se você sofre com dores e isso influencia o seu sono negativamente, é preciso tratar o mais rápido possível as duas questões. Nesses casos, o ideal é seguir uma abordagem multidisciplinar que encare as dores e a insônia com a mesma seriedade, buscando devolver a qualidade de vida para o paciente.

Pacientes que sofrem com problemas de sono e dores articulares podem receber tratamentos como a soroterapia, método terapêutico com compostos injetáveis para tratar diversas condições diferentes. Os compostos aplicados no corpo conseguem fazer a suplementação de antioxidantes, vitaminas e minerais para melhorar o funcionamento do organismo e reduzir a dor.

Além disso, dentre os soros utilizados, existem compostos voltados para a melhoria do sono, como aqueles que utilizam melatonina, magnésio, zinco, vitaminas do complexo B, entre outras. É claro que o tratamento médico necessita também de melhorias nos hábitos para ter um resultado mais benéfico para o corpo.

Então recomendações para melhorar a qualidade do sono são importantes também:

  • Cumpra uma rotina para dormir e acordar;
  • Evite jantar tarde ou comer comidas calóricas e gordurosas;
  • Faça exercícios pela manhã;
  • Não durma por horas à tarde;
  • Não consuma cafeína à noite.

Somando essas recomendações ao cuidado médico em consultório, é possível ter o retorno da qualidade de vida sem necessidade de cirurgias ou medicamentos. Cuide da sua saúde com o Instituto Regenius Com mais de 16 anos de atuação no Brasil, o Instituto Regenius é pioneiro em diversos métodos terapêuticos no país, como a terapia com laser de baixa frequência, viscossuplementação e também a soroterapia.

A abordagem da clínica visa sempre o bem-estar do paciente, com a volta da qualidade de vida e o cuidado com a sua saúde mental. Atualmente, já são mais de 24 mil pacientes atendidos durante todo o tempo de existência da clínica, que conseguiram redução de dores e o fim de lesões.

Quer saber mais sobre o Instituto Regenius e como ele pode te auxiliar? Entre em contato conosco e agende uma consulta de avaliação.

 

 

Smith MT, Edwards RR, McCann UD, Haythornthwaite JA. The effects of sleep deprivation on pain inhibition and spontaneous pain in women. Sleep. 2007 Apr;30(4):494-505. doi: 10.1093/sleep/30.4.494. PMID: 17520794. Edgar Ruz Fernandes, Marcela Luize Barbosa, Marcelo Pires Amaral, Juliana de Souza Apostolico, Fernando Bandeira Sulczewski, Sergio Tufik, Monica Levy Andersen, Silvia Beatriz Boscardin, Alexandre Castro Keller, Daniela Santoro Rosa, Sleep Disturbance during Infection Compromises Tfh Differentiation and Impacts Host Immunity, iScience, Volume 23, Issue 10, 2020, 101599, ISSN 2589-0042, https://doi.org/10.1016/j.isci.2020.101599. Maria E.P. Sousa, Michelangelo B. Gonzatti, Edgar R. Fernandes, Beatriz M. Freire, Márcia G. Guereschi, Alexandre S. Basso, Monica L. Andersen, Daniela S. Rosa, Alexandre C. Keller, Invariant Natural Killer T cells resilience to paradoxical sleep deprivation-associated stress, Brain, Behavior, and Immunity, Volume 90, 2020, Pages 208-215, ISSN 0889-1591, https://doi.org/10.1016/j.bbi.2020.08.018. Nunes JOF, Apostolico JS, Andrade DAG, Ruiz FS, Fernandes ER, Andersen ML, Keller AC, Rosa DS. Sleep deprivation predisposes allergic mice to neutrophilic lung inflammation. J Allergy Clin Immunol. 2018 Mar;141(3):1018-1027.e4. doi: 10.1016/j.jaci.2017.06.025. Epub 2017 Jul 19. PMID: 28732645.

23 de março de 2022 0 comment
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Medicina RegenerativaBlog Regenius

Conheça o Livro “Força Vital” de Tony Robbins | Longevidade, Células-Tronco e Saúde

by Otávio Melo 22 de março de 2022

“Força Vital” de Tony Robbins | Longevidade, Células-Tronco e Saúde

Como viver mais? E como melhorar a saúde das células-tronco?

O livro “ Life Force ” (Força Vital, em Português), escrito por Tony Robbins , Peter Diamandis e Robert Hariri , quer responder a essas perguntas.

“Life Force”, um novo livro sobre longevidade.

INSTANT #1 O MAIS VENDIDO DO NEW YORK TIMES

Transforme sua vida ou a vida de alguém que você ama com o Life Force - os mais recentes avanços em tecnologia de saúde para ajudar a maximizar sua energia e força, prevenir doenças e estender sua saúde - Life Force (Força Vital) de Tony Robbins.

E se houvesse soluções científicas que pudessem acabar com seus medos mais profundos de adoecer, receber um diagnóstico de risco de vida ou sentir os efeitos do envelhecimento? E se você tivesse acesso às mesmas ferramentas e tecnologias de ponta usadas por artistas de alto desempenho e pelos maiores atletas do mundo?

Em um mundo cheio de medo e incerteza sobre nossa saúde, pode ser difícil saber a quem recorrer para obter conselhos práticos em que você possa confiar. Hoje, os principais cientistas e médicos no campo da medicina regenerativa estão desenvolvendo ferramentas de diagnóstico e terapias seguras e eficazes que podem livrá-lo do medo.

Neste livro, Tony Robbins, o estrategista número 1 de vida e negócios do mundo, que já treinou mais de cinquenta milhões de pessoas, traz para você mais de 100 das principais mentes médicas do mundo e as pesquisas mais recentes, histórias inspiradoras de retorno e avanços surpreendentes na medicina de precisão que você pode aplicar hoje para ajudar a prolongar a duração e a qualidade de sua vida.

Este livro é o resultado de Robbins indo em sua própria jornada de mudança de vida. Depois de ser informado de que seus desafios de saúde eram irreversíveis, ele experimentou em primeira mão como a nova tecnologia regenerativa não apenas o ajudou a se curar, mas o tornou mais forte do que nunca.

Life Force mostrará como você pode acordar todos os dias com mais energia, um sistema imunológico mais à prova de balas e o know-how para ajudar a voltar seu relógio biológico. Este é um livro para todos, desde atletas de alto desempenho até pessoas comuns que desejam aumentar sua energia e força, até aqueles que procuram a cura. Life Force fornece respostas que podem transformar e até salvar sua vida, ou a de alguém que você ama.

Esta revisão de “Life Force” explora alguns dos tópicos abordados por Tony Robbins, incluindo terapias com células-tronco, nutrição e obtenção de uma saúde ideal.

Tony Robbins é um conhecido autor de best-sellers e coach de produtividade.

Peter Diamandis é médico e engenheiro aeroespacial, autor de best-sellers, cofundador da Singularity University e fundador da XPRIZE , enquanto o Dr. Hariri é cirurgião e empresário de biotecnologia que atualmente é CEO da Celularity , uma empresa de células-tronco.

Eles co-escreveram um livro sobre longevidade; mais especificamente sobre os mais recentes avanços em medicina e biotecnologia para retardar o envelhecimento, prevenir doenças e maximizar energia e força.

De acordo com os autores, “Life Force mostrará como você pode acordar todos os dias com mais energia, um sistema imunológico mais à prova de balas e o know-how para ajudar a voltar seu relógio biológico. Este é um livro para todos, desde atletas de alto desempenho até pessoas comuns que desejam aumentar sua energia e força, até aqueles que procuram a cura.”

LIFE FORCE – COMO VIVER MAIS E MAIS SAUDÁVEL

É sabido que Tony Robbins tem se interessado muito por saúde e longevidade. E nós também!

Afinal, você não pode ser produtivo e ser a melhor versão de si mesmo se também não se concentrar em manter seu corpo e cérebro saudáveis.

Tony Robbins enfatiza uma dieta saudável e suplementos para uma vida longa e saudável.

Além de nutrição e suplementos, Tony Robbins também recomenda muitas outras coisas para melhorar a saúde e a longevidade, como melhorar o sono e ter uma mentalidade positiva.

TONY ROBBINS E A BIOTECNOLOGIA DA LONGEVIDADE 

Além do estilo de vida, Tony Robbins também se concentra em novas biotecnologias para prolongar a vida útil.

Dados os investimentos de Tony Robbins em várias empresas de células-tronco, fica claro que Tony Robbins é um grande defensor das terapias com células-tronco para a longevidade. Ele também recebe terapias com células-tronco.

O próprio autor Tony Robins contou ao canal FOX TV como as células-tronco aliviaram as dores no seu ombro.

As células-tronco criam novas células e mantêm as células. Por exemplo, as células-tronco mesenquimais criam células de gordura, células ósseas e células de cartilagem. As células-tronco da pele criam células da pele, as células-tronco do intestino criam células do intestino e assim por diante.

Quando envelhecemos, a função das células-tronco e a quantidade de células-tronco em nosso corpo diminuem. Isso faz com que nossos tecidos sejam menos reabastecidos com novas células e tenham uma manutenção menos adequada.

Isso contribui para rugas, declínio na função muscular, redução da saúde dos vasos sanguíneos e assim por diante.

Portanto, consertar suas células-tronco é claramente muito importante.

TERAPIAS COM CÉLULAS-TRONCO E LONGEVIDADE

No entanto, melhorar a saúde das células-tronco é mais fácil falar do que fazer.

A velha ideia era apenas injetar células-tronco em seu corpo. Essas células-tronco viajariam para lugares onde são necessárias no corpo e se estabeleceriam lá (um processo chamado “enxerto”), começariam a se dividir e criariam novas células que substituiriam as células danificadas ou desaparecidas.

Depois de muitos anos de pesquisa, no entanto, ficou claro que não é tão simples ( R ).

As células-tronco são muito frágeis e, ao injetá-las no corpo, muitas delas já morrem por causa da mudança de temperatura, tensão de cisalhamento e mudança de pH (acidez).

Muitas células-tronco injetadas no sangue também ficam presas nos pulmões e, portanto, não chegam aos locais onde são necessárias. Além disso, esse aprisionamento de células-tronco nos pulmões pode bloquear os vasos sanguíneos nos pulmões, causando embolia pulmonar .

As poucas células que sobrevivem e chegam aos tecidos não enxertam bem; eles não podem se aninhar bem nos tecidos.

E as poucas células que fazem enxerto, muitas vezes não vivem muito; depois de algumas horas ou dias, a maioria deles morre.

Felizmente, existem maneiras de lidar com isso.

COMO MELHORAR A SAÚDE DAS CÉLULAS-TRONCO? 

As terapias em que Tony Robbins investe para melhorar a saúde das células-tronco são muito novas e também muito caras.

Afinal, não é fácil encontrar células-tronco placentárias jovens, extraí-las, multiplicá-las e reintroduzi-las no corpo.

Existem maneiras de melhorar a saúde das células-tronco em geral? Por exemplo, tomando pequenas moléculas orais?

Sim! Várias substâncias demonstraram ser capazes de apoiar a saúde das células-tronco. Eles podem fazer isso de várias maneiras, por exemplo, protegendo as células-tronco contra danos no DNA , reduzindo a inflamação que impede o funcionamento das células-tronco, alongando os telômeros das células-tronco, ajudando a manter o epigenoma nas células-tronco e assim por diante.

CONCLUSÃO 

Nós aplaudimos muito livros como “Life Force”.

Esses livros não apenas podem melhorar a saúde de muitas pessoas e potencialmente prolongar sua vida útil; eles também podem gerar mais consciência sobre a longevidade e retardar o envelhecimento .

Tony Robbins adota abordagens “low-tech” e “high-tech” para a longevidade. As abordagens de baixa tecnologia são coisas como alimentos , suplementos , sono adequado , redução do estresse e outras intervenções no estilo de vida.

A abordagem de alta tecnologia envolve coisas como novas terapias com células-tronco.

Está claro que o futuro da longevidade seguirá essas duas abordagens; ambos serão muito importantes para levar uma vida longa e saudável.

Se você estiver interessado em outros livros sobre longevidade, listamos os melhores livros aqui .

22 de março de 2022 0 comment
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SOROTERAPIA E O SONO
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Soroterapia e o Sono

by Otávio Melo 17 de março de 2022

Dormir bem é fundamental. Parece uma frase clichê, mas a boa qualidade do sono é primordial para a manutenção da saúde em um indivíduo. Ele permite que o corpo cumpra as diversas funções necessárias para se recuperar e para ter um desenvolvimento saudável.
Entretanto, nem sempre isso é possível, por isso, existem tratamentos, como a soroterapia, que permitem a melhora na qualidade do sono por meio de aportes nutricionais e hormonais. Esse tipo de tratamento permite aumentar o tempo de descanso, assim como a qualidade do sono.

Nos próximos parágrafos, vamos entender melhor sobre a soroterapia e o sono, a importância deles e o porquê não devemos negligenciar o nosso descanso.

Entenda a importância do sono

O ato de dormir é tão natural e necessário quanto comer. O sono, regido em nosso corpo pelo conhecido ritmo circadiano, é onde acontecem diversos processos metabólicos, garantindo a liberação de hormônios, o equilíbrio do organismo e a recuperação de lesões superficiais e internas.

Além disso, é durante o sono que consolidamos a memória. Sem um sono de qualidade, temos uma diminuição na função da memória e podemos ter danos neurológicos com o passar dos anos.

Uma boa noite de sono ainda propicia ao organismo:

  • Manutenção do peso;
  • Aumento da imunidade;
  • Diminuição do estresse;
  • Aumento da concentração;
  • Melhora do humor.

    As recomendações diárias de horas de sono de qualidade (nunca é demais ressaltar este fato) são:

  • Adultos
    Entre 7 e 8 horas;
  • Adolescentes
    Entre 8 e 10 horas;
  • Crianças
    Entre 9 e 13 horas;
  • Bebês
    Entre 12 e 16 horas;

    Apesar dessa importância, a dificuldade para dormir é um lugar comum na sociedade atual. Estudo realizado pelo Instituto do Sono mostrou que 66,8% dos brasileiros tiveram dificuldade para dormir na pandemia. E, no mesmo período, quase 60% das pessoas despertaram mais vezes durante o período noturno. Normalmente, a falta de qualidade no sono está associada à:

  • Falta de higiene do sono
  • Doenças Psicológicas
  • Mudanças no ambiente
  • Problemas sociais
  • Uso de medicamentos

    Soroterapia e o sono

    A soroterapia, como o nome diz, é um método terapêutico que se utiliza de compostos injetáveis para tratar diversas condições diferentes. Estes soros são aplicados de maneira endovenosa ou intramuscular e podem melhorar o funcionamento do corpo, a qualidade do sono e tratar doenças, como a fibromialgia e ansiedade.

    Dentro dos tratamentos para a melhora da qualidade do sono, a soroterapia pode aportar nutrientes que trazem mais relaxamento e ajudam o organismo a descansar, garantindo a melhor absorção por não passarem pelo sistema digestivo. Além disso, ela pode realizar a suplementação também de hormônios como a melatonina, que regula o ciclo circadiano e nos ajuda a dormir quando está escuro.

    Entre os nutrientes que a soroterapia pode trazer para o sono estão:

    Magnésio

    Mineral que tem funções no relaxamento e na redução do estresse, visto que, participa da síntese da serotonina, também chamada de hormônio da felicidade. Além disso, ele favorece o aumento da imunidade e participa na regulação do ritmo circadiano. Níveis baixos de magnésio estão associados a sono e insônia de baixa qualidade.

    Selênio

    Mineral importante para a prevenção de doenças e para a realização de funções metabólicas diversas.

    Vitaminas do Complexo B

    Vitaminas com funções diversas no corpo, elas permitem um controle da qualidade do sono e ajudam a evitar a insônia, já que, deficiência de determinadas vitaminas podem cursar com o quadro de depressão, fator de risco para o aparecimento e manutenção da insônia.

    Vitamina D

    Outra vitamina que influencia na qualidade do sono, atuando no tempo que a pessoa leva para adormecer.

    Além destes, a vitamina C, o Zinco e outros nutrientes têm importante papel na insônia. Porém, mais do que a soroterapia, é preciso que as pessoas cumpram recomendações de como melhorar o sono para ter uma noite de qualidade.

    Algumas das recomendações para a maior qualidade do sono são:

  • Tenha horário para dormir e acordar;
  • Exercite-se pela manhã;
  • Não durma por longos períodos durante o dia;
  • Não consuma cafeína após as 18h;
  • Faça a higiene do sono.

    Conheça mais sobre a soroterapia no Instituto Regenius

    A soroterapia é um tratamento inovador que chegou recentemente ao Brasil. Como vimos acima, ela pode garantir o aporte correto de nutrientes que ajudam na melhora do sono. Mas, para a sua aplicação correta, é preciso contar com especialistas.

    Com mais de 16 anos de atuação no Brasil, o Instituto Regenius é pioneiro na soroterapia no país. Dentro de seus tratamentos, os injetáveis são uma importante parte dos métodos terapêuticos disponíveis para pacientes com diversas condições ortopédicas e articulares, além de problemas sistêmicos.

    Com sua metodologia voltada para o cuidado humano e tratamento humanizado, o Instituto Regenius já atendeu mais de 24 mil pacientes, possibilitando a redução de dores e lesões.

    Quer saber mais sobre a soroterapia e como ela pode te auxiliar?

    Entre em contato conosco e agende uma consulta de avaliação.

    Wong SH, Ng BY. Review of sleep studies of patients with chronic insomnia at a sleep disorder unit. Singapore Med J. 2015;56(6):317-323. doi:10.11622/smedj.2015089

    Djokic, G., Vojvodić, P., Korcok, D., Agic, A., Rankovic, A., Djordjevic, V., … & Lotti, T. (2019). The Effects of Magnesium–Melatonin-Vit B Complex Supplementation in Treatment of Insomnia. Open access Macedonian journal of medical sciences, 7(18), 3101.

17 de março de 2022 0 comment
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Bloqueio de nervos periféricos
Blog Regenius

Bloqueio de nervos periféricos

by Otávio Melo 11 de março de 2022

O corpo humano é formado por diversas estruturas que nos ajudam a realizar movimentos e a ter sensações.
Neste sentido, existem importantes partes, como os nervos, que auxiliam no transporte de mensagens emitidas pelo cérebro para diversos outros órgãos do corpo, bem como, a percepção de determinadas sensações e a sua interpretação.

Entretanto, existem condições como as neuropatias periféricas que lesionam estes nervos periféricos, causando dores sem explicação e outros sintomas, como a restrição de movimento.

Dessa forma, uma terapia que consiga o bloqueio dos nervos periféricos ajuda na recuperação e no fim das dores relacionadas a esta condição. Nos próximos parágrafos, vamos explicar melhor sobre a técnica e um pouco mais sobre as neuropatias.

Entenda o que são nervos periféricos Antes de saber mais sobre o bloqueio de nervos, precisamos entender o que são estes nervos.

Os nervos periféricos são uma importante parte do sistema nervoso, localizados fora do cérebro e da medula. Eles são responsáveis pela movimentação e pelas sensações que existem nestes outros locais. Mais especificamente, eles pertencem ao Sistema Nervoso Periférico, que também é constituído por órgãos terminais e gânglios.

Os nervos que fazem parte dele se dividem em:

  • Nervos Sensitivos;
  • Nervos Motores;
  • Nervos Mistos.

Devido a fatores variados, eles podem ser afetados, ficando lesionados. Esse fato pode trazer muitas dores, formigamento e diminuição da qualidade de vida do indivíduo, além de não terem um diagnóstico fácil. A essas condições, damos o nome de neuropatias.

Saiba o que é a neuropatia periférica

Neuropatia periférica é uma doença que afeta os nervos periféricos, mencionados no último tópico. Apesar de nem sempre ser diagnosticada com precisão, a doença é comum e pode estar atrelada a diversas causas diferentes como infecções, doenças reumáticas, medicamentos, alterações metabólicas e outras.

A neuropatia periférica é uma das variações mais comuns da neuropatia, podendo afetar a mobilidade e a sensibilidade, trazendo desconforto também em repouso e afetando o psicológico da pessoa lesionada.

Por conta disso, não é incomum que o paciente tenha sintomas de ansiedade e/ou depressão ao conviver com a doença.

Os sintomas mais comuns da neuropatia são:

  • Formigamento
  • Paralisia
  • Fraqueza
  • Fadiga
  • Sensibilidade alta Intolerância ao calor
  • Dores agudas no corpo

Cãibras Entretanto, já existem tratamentos para pessoas que sofrem com a neuropatia.

Abaixo, vamos ver a explicação de um deles.

O que é o bloqueio de nervos periféricos?

Para conter condições como a neuropatia periférica, é possível utilizar técnicas como o bloqueio de nervos periféricos, terapia que impede a passagem de mensagens entre o cérebro e os nervos lesionados. O bloqueio tem efeito rápido e reduz de forma eficaz as dores assim que é realizado.

Nele, são utilizadas substâncias de ação analgésica e que vão fazer esse impedimento da passagem de impulsos elétricos. A técnica não é exclusiva do tratamento de neuropatias ou lesões relacionadas a nervos, podendo ser utilizada antes de procedimentos cirúrgicos ao lado da sedação e da anestesia local ou geral.

Para realizar o tratamento, é necessária estrutura clínica, porém não é preciso repouso ou recuperação (a não ser quando utilizada em cirurgias).

O bloqueio de nervos periféricos pode se realizado em:

  • Pernas;
  • Braços;
  • Mãos;
  • Pés;
  • Abdome;
  • Costas.

    Entre os tratamentos disponíveis para o bloqueio de nervos, o Neuro Regen, do Instituto Regenius, se posiciona como uma forma efetiva de devolver a qualidade de vida ao paciente.

    Conheça o Neuro Regen

    Podendo realizar o tratamento de condições articulares como a artrite e a artrose, mas também de condições diferentes como as neuropatias, o Neuro Regen possibilita o bloqueio da mensagem transmitida pelos nervos e que chega até o cérebro. A técnica permite controlar a dor e o regresso da qualidade de vida já de forma imediata.

    Entretanto, é preciso combiná-la com uma abordagem multidisciplinar para o melhor resultado, já que nem sempre ela age na raiz do problema. Por exemplo, é possível realizar o bloqueio dos nervos somados à terapia com PRP para recuperar a lesão por meio de fatores de crescimento. https://regenius.com.br/beneficios-do-tratamento-com-prp-para-neuropatia/

    O tratamento é realizado com a aplicação de substâncias anestésicas, em consultório, bloqueando a dor de forma imediata. Os primeiros resultados do alívio da sensação dolorosa aparecem em até meia hora e podem durar diversos meses.

    Aposte no tratamento do Instituto Regenius Para o melhor tratamento de lesões e condições ortopédicas e articulares, o Instituto Regenius é a melhor opção. Com a experiência de 16 anos no mercado e mais de 24 mil pacientes atendidos, a clínica realiza o atendimento e cuidado especializado, de forma humanizada.

    Além disso, o Instituto traz para o Brasil as tecnologias mais avançadas e equipamentos de ponta, garantindo que nenhuma pessoa tenha que lidar com protocolos antiquados e que tenham baixa eficácia. Entre em contato e tire suas dúvidas sobre tratamentos e procedimentos. Fale com nossa equipe e agende uma consulta de avaliação.

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Artrose: fator para depressão e ansiedade
Blog Regenius

Artrose: fator para depressão e ansiedade

by Otávio Melo 10 de março de 2022

A relação entre doenças articulares e problemas psicológicos é uma questão que está tendo um aumento nas pesquisas recentemente. Afinal, haveria ligação entre as duas situações ou não?

A resposta para esta pergunta é: a artrose (assim como outras doenças) é um fator para a depressão e ansiedade. E isso acontece por diversos motivos como as dores agudas e a perda do convívio social pela dificuldade de mobilidade. Mas existem pesquisas que apontam o contrário também: existem indicações que a depressão desencadeia episódios de outra doença articular, a artrite.

 

Hoje, vamos nos focar na artrose. Então, veja nos próximos parágrafos mais sobre a doença e sua relação com a depressão e ansiedade.

Entenda o que é a artrose:

Artrose, também chamada de osteoartrite, é a condição marcada pelo desgaste gradual e progressivo das cartilagens presentes na articulação e por alterações ósseas. Essa cartilagem, que é formada pelo tecido conjuntivo, vai se tornando mais fina e apresenta danos, o que aumenta a incidência de atrito e diminui a absorção de impactos. Esses fatores levam ao aparecimento de problemas diversos como dores, inchaço e dificuldade de movimentação, além de danos a outras partes da articulação.

Apesar de ser um problema relativamente comum, afetando 15 milhões de pessoas em todo o mundo, os estudos realizados ainda não esclareceram totalmente as causas para o aparecimento da doença ou como reverter por completo os quadros de desgaste cartilaginoso. Entretanto, já se sabe que certos comportamentos ou condições favorecem o aparecimento como:

  • Obesidade;
  • Envelhecimento;
  • Histórico familiar e fatores genéticos;
  • Inflamações sistêmicas;
  • Esportes de impacto;
  • Lesões articulares na articulação afetada.

Para diagnosticar a artrose, o profissional especializado pode analisar o caso por meio de exames físicos e de exames de imagem, como o Raio-X.

Quais os sintomas mais comuns da artrose?

Quem convive com a artrose sabe muito bem que ela tem sintomas muito presentes. Aliás, mesmo quem não tem, deve ter tido contato com pessoas que sofrem com a doença articular e reclamam destes mesmos sintomas, sendo o principal a dor localizada em uma ou mais articulações, que piora com a movimentação e no final do dia.

Essa dor se deve a mecanismos multifatoriais, como o atrito entre as estruturas, principalmente os ossos, por conta da ausência de cartilagem. Mas os sintomas da artrose vão além das dores. Veja abaixo alguns deles:

Rigidez matinal e após repouso de longa duração, que dura poucos minutos;
Edema (inchaço);
Redução da mobilidade;
Redução do arco de movimento;
Dor aguda e dor crônica;

Infelizmente, a artrose não tem cura, porém é possível realizar tratamentos voltados para amenizar os sintomas e devolver a qualidade de vida para o paciente. O uso desses tratamentos é, inclusive, importante para evitar que os pacientes sofram com distúrbios psíquicos motivados pela doença articular.

Artrose: fator para depressão e ansiedade

Como mencionamos acima sobre os distúrbios de ordem psicológica, é importante ressaltar que a artrose é sim uma condição que favorece o aparecimento de doenças mentais em pessoas. Segundo estudo apresentado no Congresso Mundial de Osteoartrite, 25% dos pacientes com artrose no quadril, nas mãos ou no joelho também apresentavam sintomas depressivos ou de ansiedade.

Isso corrobora a afirmação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que a artrose se configura como a quarta doença que mais reduz a qualidade de vida, por cada ano vivido.

Esses fatores podem ser percebidos quando vemos a letargia, falta de vontade em realizar tarefas, isolamento social e tristeza quanto ao seu próprio estado que acomete pacientes com graus mais graves da osteoartrite. Pessoas que antes tinham uma mobilidade normal, agora são restritas e ficam incapacitadas.

Assim, é recomendado que o tratamento para a artrose seja focado não só na doença articular, mas também em todo o organismo do paciente, levando em conta suas necessidades e suas particularidades. A humanização da abordagem é um pré-requisito para o tratamento efetivo da artrose.

Tratamentos recomendados para a Artrose

Diversos tratamentos podem ser recomendados para a artrose, sempre visando devolver a qualidade de vida ao paciente, mas nunca devem ser realizados sozinhos. A melhor forma de conseguir trazer de volta o bem-estar para um paciente é abordar de maneira multidisciplinar e entender as necessidades individuais daquela pessoa.

Alguns tratamentos com ótimos resultados para a artrose são:

Visco-Regen
Tratamento injetável que melhora a qualidade do líquido sinovial, responsável pela lubrificação e nutrição das estruturas articulares. O procedimento é simples e consegue amenizar as dores rapidamente, trazendo de volta o movimento da articulação lesionada.

ORTO-LASER
Tratamento com Laser que estimula o reparo de lesões na articulação, reduzindo as dores também no processo. Ele pode ser realizado para o tratamento de lesões em tendões, ligamentos e articulações.

Aposte no tratamento do Instituto Regenius

Seja para lesões esportivas, dores crônicas ou problemas ortopédicos genéticos, o Instituto Regenius é o lugar para realizar o seu tratamento da melhor forma, com atendimento especializado e abordagem humanizada.

Entre em contato e tire suas dúvidas sobre tratamentos e procedimentos. Fale com nossa equipe e agende uma consulta de avaliação.

Referência

https://www.arthritis.org/drug-guide/corticosteroids/corticosteroids

Lee Y, Lee S-H, Lim SM, Baek SH, Ha I-H (2020) Mental health and quality of life of patients with osteoarthritis pain: The sixth Korea National Health and Nutrition Examination Survey (2013–2015). PLoS ONE 15(11): e0242077. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0242077

Intra-articular Corticosteroid Injections in the Hip and Knee: Perhaps Not as Safe as We Thought?
Andrew J. Kompel, Frank W. Roemer, Akira M. Murakami, Luis E. Diaz, Michel D. Crema, and Ali Guermazi
Radiology 2019 293:3, 656-663

Sharma A, Kudesia P, Shi Q, Gandhi R. Anxiety and depression in patients with osteoarthritis: impact and management challenges. Open Access Rheumatol. 2016;8:103-113. Published 2016 Oct 31. doi:10.2147/OARRR.S93516

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