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Estudo comprova: obesidade, e não artrose, é a principal causa das dores no joelho

by regenius 6 de junho de 2021

Estudo recém publicado em 05 de Junho de 2.021, em uma das revistas do grupo Nature, avaliou 301 pessoas com dores no joelho. Os dados mostram que o principal fator de risco relacionado a esse sintoma foi a área de gordura visceral, e não as alterações radiográficas compatíveis com desgaste, ou artrose, como muitos acreditavam.

Os pesquisadores suecos conduziram um estudo observacional, em pessoas com idade de 30 a 60 anos, para identificar fatores de risco para uma queixa muito comum: dor na articulação dos joelhos. Nessa pesquisa buscou-se compreender melhor o motivo pelo qual o limiar de dor (estímulo necessário para desencadear uma percepção desconfortável) é menor em algumas pessoas e em outras não. Um dos objetivos da pesquisa é explicar por que parte dos indivíduos com a doença, mesmo em fases avançadas, não se queixam de dores (ou as apresentam com sintomas muito leves) enquanto outras pessoas possuem sintomas mais intensos mesmo em estágios iniciais.

O estudo avaliou os pacientes quanto ao índice de massa corporal, área de gordura visceral e % de gordura corporal medida pelo exame de bioimpedância, e a relação desses índices com a intensidade das dores no joelho bem como no restante do corpo, percebidas ao se estimular por meio da palpação manual e também com a medida por com um aparelho (algômetro).

Os resultados apresentados comprovam a hipótese de que mulheres possuem maior sensibilidade (limiares de dor mais baixos) do que os indivíduos masculinos em todos os pontos pesquisados. Também ficou comprovado que não foi identificada relação direta entre os pontos de dor e as alterações radiológicas.

O artigo discute sobre um ponto relevante e que é abordado com frequência tanto em nosso blog quanto durante as consultas e tratamentos: a importância da redução do % de gordura corporal para o alívio das dores.

Estudo comprova que é a obesidade é responsável pelas dores no joelho

De acordo com os autores a obesidade, é a principal causa das dores no joelho!

De acordo com os autores, as estratégias para o controle da dor envolvem a necessidade de se conhecer o mecanismo de sensibilização central e periférica que acomete esses pacientes, em especial quando há um acúmulo de gordura visceral.

Por esse motivo é importante reforçarmos que tanto o médico quanto o paciente devem se conscientizar de que a avaliação e o controle da composição corporal, com redução do % de gordura é uma medida necessária logo no início, e que a abordagem de todos os fatores de risco são importantes para se alcançar o sucesso no tratamento.

Caso tenha interesse em saber mais sobre o assunto, fale com um de nossos especialistas, pelo link na imagem abaixo.

Referência: Sylwander, C., Larsson, I., Haglund, E. et al. Pressure pain thresholds in individuals with knee pain: a cross-sectional study. BMC Musculoskelet Disord22, 516 (2021). https://doi.org/10.1186/s12891-021-04408-0 (Publicado em 05/06/2021)

6 de junho de 2021 0 comment
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Blog RegeniusEmagrecimento

Emagrecimento: FDA aprova nova substância.

by regenius 5 de junho de 2021

O FDA (órgão federal dos EUA para regulamentação de produtos para a saúde) acaba de aprovar o uso de injeções semanais de semaglutida para controle crônico de peso e emagrecimento em adultos com obesidade ou sobrepeso.

A Semaglutida na apresentação semanal de 2,4 mg (Wegovy, Novo Nordisk), é um agonista do receptor GLP-1, é o primeiro medicamento aprovado para promover o emagrecimento em adultos com obesidade geral ou sobrepeso desde 2014. É indicada para controle crônico de peso em adultos com IMC de 27 kg / m² ou mais que apresentam pelo menos uma comorbidade relacionada ao peso, como diabetes tipo 2 ou hipertensão, ou em adultos com IMC de pelo menos 30 kg / m².

“A aprovação de hoje oferece aos adultos com obesidade ou sobrepeso uma nova opção de tratamento benéfica para incorporar a um programa de controle de peso”, disse no comunicado John Sharretts, MD, vice-diretor da divisão de diabetes, distúrbios lipídicos e obesidade no Centro de Avaliação e Pesquisa de Medicamentos do FDA. “O FDA continua empenhada em facilitar o desenvolvimento e a aprovação de terapias adicionais seguras e eficazes para adultos com obesidade ou sobrepeso”.

emagrecimento

Emagrecimento seguro

A segurança e eficácia de 2,4 mg de semaglutida foram avaliadas em quatro ensaios de 68 semanas. Três foram ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, controlados por placebo, incluindo 16 semanas de aumentos de dose, e um foi um ensaio duplo-cego, controlado por placebo, de cruzamento randomizado no qual os pacientes designados para semaglutida continuaram o tratamento ou mudaram para um placebo.

No estudo STEP 1 (Semaglutide Treatment Effect in People with Obesity), publicado no The New England Journal of Medicine em fevereiro, adultos com obesidade que receberam 2,4 mg de semaglutida experimentaram emagrecimento substancial em comparação com o placebo, com mais da metade dos participantes perdendo 15% do peso corporal.

Os pesquisadores descobriram que a mudança média no peso corporal desde o início até a semana 68 foi de 14,9% para o grupo semaglutida contra 2,4% para o grupo de placebo. Aqueles que receberam a semaglutida perderam uma média de 15,3 kg enquanto quem recebeu placebo reduziu o peso em apenas 2,6 kg.

Dados de acompanhamento do estudo STEP 4, publicado no JAMA em março demonstraram que adultos com obesidade que continuaram com 2,4 mg de semaglutida por mais de 20 semanas apresentaram emagrecimento ou manutenção de peso contínua em comparação com adultos que mudaram para placebo.

Após a randomização, a mudança de peso média estimada da semana 20 à semana 68 foi de 7,9% com semaglutida contínua contra um aumento médio de 6,9% no peso entre os participantes que mudaram para o placebo (diferença de 14,8 pontos percentuais em comparação com o placebo, a circunferência da cintura diminuiu da semana 20 a 68 (diferença média de 9,7 cm), assim como o IMC (diferença média, 4,7).

A pressão arterial permaneceu estável durante a fase de manutenção para aqueles que usaram a semaglutida e aumentou naqueles que mudaram para o placebo (diferença de 3,9 mm nos índices sistólicos). Os escores de função física também melhoraram no grupo que recebeu semaglutida.

emagrecimento

De acordo com o comuncado, a semaglutida de 2,4 mg não deve ser usado em combinação com outros produtos que contenham semaglutida, outros agonistas do receptor de GLP-1 ou outros produtos destinados ao emagrecimento, incluindo medicamentos prescritos, medicamentos de venda livre e produtos fitoterápicos, de acordo com o comunicado.

Semaglutide 2,4 mg não foi estudado em pacientes com histórico de pancreatite. A dose de semaglutida deve ser aumentada gradualmente ao longo de 16 a 20 semanas para 2,4 mg uma vez por semana para reduzir os efeitos colaterais gastrointestinais, de acordo com o comunicado da FDA.

Os efeitos colaterais mais comuns são: náusea, diarreia, vômito, prisão de ventre, dor abdominal, dor de cabeça, fadiga, dispepsia, tontura, distensão abdominal, eructação, hipoglicemia em pessoas com diabetes tipo 2, flatulência, gastroenterite e doença do refluxo gastroesofágico.

Os profissionais de saúde e os pacientes devem estar atentos sobre o risco potencial de tumores de células C da tireoide.

A semaglutida não deve ser usada em pacientes com história pessoal ou familiar de carcinoma medular da tireoide ou em pacientes com síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2. A semaglutida também contém advertências para pancreatite, problemas de vesícula biliar, hipoglicemia, lesão renal aguda, retinopatia diabética, aumento da frequência cardíaca e comportamento ou pensamento suicida.

Se a semaglutida for usada com insulina ou uma substância que causa secreção de insulina, os pacientes devem falar com seu médico sobre a redução potencial da dose de insulina ou do medicamento indutor de insulina para reduzir o risco de hipoglicemia. O FDA ainda alerta que os médicos devem monitorar pacientes quanto a doença renal.

Caso tenha interesse em conversar com um de nossos especialistas, basta clicar no botão abaixo.

  • Fonte: healio.com (04/06/2021)
5 de junho de 2021 0 comment
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Síndrome pós-Covid: Saiba o que é!
Blog RegeniusArtigos

Síndrome pós-Covid: Saiba o que é!

by regenius 4 de junho de 2021

Ao longo do ano de 2020, e consequentemente, no decorrer desse ano, nos familiarizamos com as manifestações clínicas do Sars-CoV-2 e da Síndrome pós-Covid, aprendendo a reconhecer sintomas iniciais e as características de ação deste novo vírus que assolou a população mundial.

Avanços foram feitos pela ciência em relação a compreender os mecanismos de disseminação e tratamentos possíveis, bem como das medidas preventivas necessárias que têm sido tomadas sistematicamente.

Sabemos que é uma doença que tem causado grande índice de mortalidade, e que de certa forma é difícil fazer qualquer prognóstico no sentido de delimitar suas formas de ação. As pessoas contaminadas tanto podem desenvolver a forma mais aguda e letal quanto podem passar pelo ciclo viral de forma assintomática ou com sintomas leves a moderados.

Mas o que pode acorrer depois de um paciente ter passado pela infecção por Covid-19?

Primeiramente, é necessário esclarecermos alguns pontos importantes sobre o que tem sido chamado de Síndrome pós-Covid, que é o conjunto de sintomas ou sequelas que o vírus deixa no organismo humano após o período de infecção.

Um aspecto importante a ressaltar é que a intensidade das sequelas ainda estão sendo estudadas e variam de indivíduo para indivíduo, de acordo com a gravidade do processo.

Por exemplo, um paciente que tenha sido internado na unidade de terapia intensiva e por um período prolongado, tem maiores chances de apresentar sequelas mais graves ou persistentes da Síndrome pós-Covid do que as pessoas que tenham sido acometidos de forma mais branda.

Portanto, é pertinente a preocupação com a população de aproximadamente 11 milhões de pessoas que, à princípio, já está recuperada. Dizemos, à princípio, pois já existem estudos que apontam que até 80% dos pacientes recuperados apresentam pelo menos um sintoma persistente até quatro meses depois do final da infecção.

Com isso podemos afirmar, que além de ser um vírus que se transmite com grande velocidade e que ataca o organismo de maneira agressiva, ele também é responsável por um conjunto de sequelas de complexidades diferentes, que persistem e afetam a saúde geral do paciente, e que, portanto, merecem um olhar mais atento.

Como o nosso organismo reage e combate o Sars-CoV-2?
Síndrome pós-Covid.

Ao compreendermos os mecanismos que o nosso organismo utiliza para combater a Covid-19, fica mais fácil entendermos a origem das sequelas. Por este motivo traremos alguns esclarecimentos.

A forma que o nosso corpo encontra para combater o vírus é ativando o sistema imunológico, que desencadeia um processo inflamatório. Em parte das pessoas essa resposta imunológica pode ser muito intensa. É como que, se para combater a agressão do vírus, o organismo fizesse um contra-ataque potente, que envolve a liberação de substâncias como as citocinas que acabam por prejudicar e afetar, também, as partes saudáveis do corpo. O organismo combate à doença, mas também “ataca” partes saudáveis do corpo. A resposta imunológica, nos casos mais graves, é tão intensa que o organismo não consegue diferenciar o que precisa combater e o que não precisa.

Sintomas mais comuns da Síndrome pós-Covid

De uma forma ampla, podemos dizer que as principais manifestações mais comuns da Covid e da pós-Covid são:

• Fadiga;
• Falta de ar
• Dores de cabeça;
• Dores musculares;
• Queda de cabelo;
• Perda de paladar e olfato (temporária ou duradoura);
• Dor no peito;
• Tontura;
• Tromboses;
• Palpitações;
• Depressão e ansiedade;
• Dificuldades de linguagem, raciocínio e memória.

Síndrome pós-Covid: Saiba o que é!

Esses são os sintomas mais relatados durante o período de infecção e podem se estender por mais alguns meses (Covid prolongada), outros surgem em decorrência de todo esse processo em que o organismo travou uma verdadeira batalha para combater o vírus. Podemos observar reflexos claros em algumas funções do organismo como a função pulmonar, muscular, circulatória entre outras.

As funções pulmonares têm sido as mais afetadas, ocasionando lesões (fibroses) que ficam no organismo como um tipo de cicatriz, o que ocasiona dificuldades respiratórias. Disso decorre a sensação de falta de ar persistente, e o cansaço que se manifesta na realização das atividades mais simples do dia a dia como escovar os dentes, ou preparar um café, por exemplo.

Sobre a fadiga na Síndrome pós-Covid

Já a fadiga, que pode ser uma manifestação de sequelas das funções musculares, é ocasionada quando durante a resposta imunológica ao vírus, o organismo libera as citocinas, que atacam os músculos gerando muitas dores e a sensação de fraqueza.

Ainda sobre a fadiga, há sequelas mais graves para os pacientes que ficaram muito tempo internados nas unidades de tratamento intensivo, o que ocasiona perda de peso além de massa muscular. Essa perda traz reflexos no aparelho circulatório, que pode potencializar a fadiga e aumenta os riscos de trombose.

Em relação a circulação, os vasos sanguíneos também são afetados pela chamada tempestade inflamatória causada pelo corpo para combater o vírus. Os riscos de obstruções nos vasos sanguíneos e formação de coágulos aumentam, e em alguns casos a terapia com medicamentos anticoagulantes é necessária.

Os outros sintomas, que a princípio, podem parecer mais leves do que os descritos acima, também afetam a qualidade de vida dos indivíduos, e sem a devida atenção podem passar despercebido e com o tempo ir se agravando. Por este motivo é importante atenção total ao processo de recuperação pós- Covid.

O Sars-CoV-2 age de forma quase imprevisível e ainda é uma tarefa muito complexa fazer um prognóstico de como ele irá se manifestar, pois cada organismo reage de uma forma e tem respostas imunológicas diferentes. E este parece ser um dos maiores desafios que enfrentamos, pois não lidamos apenas com a infecção viral, lidamos também com nossos mecanismos de defesa que podem nos autossabotar no processo de recuperação.

O que fazer e como agir em relação à Síndrome pós-Covid?

Nesse período é necessário muita prudência e vigilância. Algumas vezes as sequelas são mais aparentes e isso facilita o diagnóstico e o estabelecimento de um plano de tratamento, já que pelo incômodo, os pacientes, geralmente, procuram atendimento médico.

Mas quando os sintomas são sutis, e passam despercebido, há o risco do paciente ao retomar o ritmo normal da vida, se deparar com situações em que o mal-estar aparece subitamente e isso se aplica principalmente as funções pulmonares e cardiovasculares.

Sintomas como palpitações, desmaios, náuseas e tonturas podem indicar que os pulmões não estão funcionando de forma satisfatória. Portanto, é recomendado manter um acompanhamento médico periódico para monitorar possíveis sequelas da Síndrome pós-Covid que venham a se manifestar a longo prazo.

Sugerimos também uma atenção especial aos sintomas de ansiedade e depressão, para a melhor preservação da saúde mental, que tem se apresentado bastante abalada em decorrência de todos os processos e mudanças bruscas que as nossas rotinas sofreram ao longo desse período.

A saúde mental é parte imprescindível para a manutenção da saúde integral do paciente e essa é uma das nossas maiores preocupações enquanto profissionais da área médica: manter o equilíbrio dos nossos pacientes de uma forma ampla e mais abrangente possível.

4 de junho de 2021 0 comment
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Blog RegeniusArtigosColuna

Conheça as 8 novidades no tratamento da hérnia de disco

by regenius 17 de maio de 2021

A hérnia de disco é uma doença causada quando o disco vertebral sofre alterações e sua região central, chamada de núcleo pulposo, sai de sua posição e pressiona os nervos da medula espinhal, especialmente na região da coluna lombar e coluna cervical.

Conheça as 8 novidades no tratamento da hérnia de disco

Tanto a hérnia de disco lombar quanto a cervical já possuem tratamento e em diversos casos não há a necessidade de procedimentos invasivos, principalmente graças às novas tecnologias.

Por isso, apresentaremos alguns dos principais tratamentos da hérnia de disco que estão revolucionando a forma como lidamos com essa doença. Confira!

Como o diagnóstico da hérnia de disco é feito e como isso muda o tratamento?

Alguns sintomas, como dor, queimação e perda de função motora na região cervical e lombar podem ser indicadores de hérnia de disco. Ao sentir esses sintomas, o ideal é procurar um médico ortopedista e realizar uma avaliação e, caso confirmada a doença, iniciar o tratamento o quanto antes.

O diagnóstico da hérnia de disco é feito, clinicamente, com base nesses sintomas. Somado a isso, é possível realizar exames específicos para determinar o tamanho e a região exata da lesão na coluna, como raio-x, ressonância magnética e tomografia.

Ao identificar a localização e o tamanho da lesão, o médico ortopedista pode sugerir algumas linhas de tratamento, que vão desde práticas não invasivas à utilização de medicamentos e, em casos mais graves, cirurgias.

Você sabia que a hérnia de disco pode ser causada por má postura?
Baixe agora mesmo o Guia sobre postura corporal e veja como evitar esse mal!

Conheça as 8 novidades no tratamento da hérnia de disco

Quais são as novidades de tratamento da hérnia de disco?

Agora falando especificamente dos tratamentos, existe uma informação que pode aliviar um pouco o sofrimento de quem apresenta hérnia de disco: graças aos avanços científicos, as linhas terapêuticas de tratamento envolvem diversas técnicas e abordagens não cirúrgicas ou minimamente invasivas.

Veja as principais!

1. Fisioterapia

Sessões de Fisioterapia são uma forma eficiente de ajudar a aliviar os sintomas da hérnia de disco, bem como prevenir que novas lesões venham a surgir.

O fisioterapeuta trabalha com técnicas de relaxamento da musculatura, que vão desde massagens até exercícios de alongamento. Somado a isso, ele também avalia a postura atual do paciente e cria um plano de treino para incorporar uma postura mais adequada às atividades diárias do paciente.

2. Anti-inflamatórios e relaxantes musculares

Dependendo da evolução da doença, o tratamento da hérnia de disco pode, sim, envolver algumas medicações para trazer mais conforto e qualidade de vida para o paciente. Isso é necessário em função da gravidade da inflamação e contração de músculos, ligamentos, nervos e articulações.

Dentre as principais estratégias médicas está a adoção de anti-inflamatórios, relaxantes musculares e, no caso de dores mais agudas, analgésicos. É importante ressaltar que, os medicamentos não são o tratamento da hérnia de disco, mas um complemento que ajuda a reduzir os impactos na vida do paciente.

3. RPG e Rolfing

Tanto o RPG (Reeducação Postural Global) quanto o Rolfing são tratamentos altamente recomendados para pessoas que sofrem ou que têm histórico de casos de hérnia de disco. Ambos lidam com o realinhamento da coluna e ajudam o paciente a recuperar sua capacidade de movimentação das vértebras.

4. Acupuntura

Alguns estudos apontam a acupuntura como uma alternativa aos analgésicos. As agulhas, quando posicionadas adequadamente, oferecem uma sensação de analgesia que pode ser o suficiente para cessar a dor de alguns pacientes com hérnia de disco, sem a utilização de terapias medicamentosas.

Entretanto, em estágios mais avançados da doença, a acupuntura pode não surtir o efeito desejado e a analgesia ser insuficiente para o alívio da dor. Nesse caso, outras alternativas devem ser procuradas em conjunto com o ortopedista.

Conheça as 8 novidades no tratamento da hérnia de disco

5. Exercícios físicos

Para que nosso corpo tenha sustentação, precisamos desenvolver uma musculatura específica. Um abdômen mais forte ajuda a aliviar a carga sobre os discos vertebrais, o que consequentemente reduz a probabilidade de incidência da hérnia de disco.

Assim, a atividade física, sempre acompanhada de um profissional capacitado, é recomendada. Além de evitar futuras lesões, esse preparo do corpo pode impedir o avanço da doença nas fases iniciais.

6. Ortolaser

Ortolaser é uma moderna tecnologia que a Ortopedia começou a utilizar para diversos fins. Dentre seus benefícios estão o rápido alívio de dores, estimulação do potencial reparador natural do corpo e restauração da mobilidade.

Uma das grandes vantagens do Orto-laser é que se trata de um procedimento não invasivo, ou seja, não cirúrgico. Durante a aplicação, o paciente não precisa fazer uso de analgésicos ou anestésicos.

7. Prótese com disco artificial

Em alguns casos, o disco vertebral do paciente pode apresentar sérios danos devido aos avanços da hérnia de disco. Quando isso ocorre, é possível fazer a substituição do disco doente e trazer mais qualidade de vida para a pessoa.

Isso é feito por meio de um processo cirúrgico, que substitui o disco lesionado por um artificial projetado especificamente para o paciente, visando a manutenção de sua flexibilidade e movimento.

8. Microcirurgia

Substituindo as cirurgias tradicionais, hoje, a Ortopedia conta com microcirurgias. Esses procedimentos são feitos com o auxílio de microscópio e o cirurgião faz uma incisão mais precisa.

As vantagens da microcirurgia estão na redução do risco de sangramento, bem como no tempo de recuperação e facilidade dos cuidados pós-cirúrgicos.

Como você pode ver, a Ortopedia, assim como áreas correlatas, têm se desenvolvido significativamente nos últimos anos. Se antes o único caminho para o tratamento da hérnia de disco era a intervenção cirúrgica, hoje existem alternativas menos invasivas que preservam a saúde e o bem-estar de quem é acometido por essa doença.

Se você suspeita que tem hérnia de disco, ou já foi diagnosticado e gostaria de fazer um tratamento com um profissional capacitado, agende já sua consulta!

Para conhecer mais sobre os tratamentos de coluna, clique no LINK.

Caso tenha interesse em agendar um horário para avaliação personalizada com um de nossos especialistas, basta clicar no botão abaixo.

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17 de maio de 2021 0 comment
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Lesão de Menisco: Saiba quais são os sintomas e as causas!
Blog RegeniusArtigosJoelho

Lesão de Menisco: Saiba quais são os sintomas e as causas!

by regenius 17 de maio de 2021

Você  provavelmente já ouviu alguém dizer que está com uma lesão de menisco, mas você sabe o que é o menisco e para o que ele serve?

Acompanhe este artigo, onde iremos esclarecer alguns conceitos principais.

O menisco é uma estrutura de cartilagem presente nos joelhos que serve para protege-los quando ocorre alguma forma de impacto, torção ou uma pancada direta.

Ele funciona, basicamente, como elemento amortecedor, absorvendo cargas e distribuindo melhor a pressão, por isso é muito propenso a lesões. É o menisco que vai receber o primeiro impacto e proteger a articulação.

Estas lesões podem ocorrer tanto em atletas, em situação de esforço, quanto nas pessoas que apresentem  excesso de peso corporal,  artrite, artrose ou outro problema que afete ou sobrecarregue a articulação.

O que pode causar a lesão de menisco

Geralmente a ruptura do menisco lateral está associada ao rompimento do ligamento cruzado anterior, enquanto a ruptura do menisco medial está associada à formação do cisto de Baker.

A lesão no menisco lateral é mais comum de se manifestar em decorrência  de movimentos bruscos e repentinos como acontece num jogo de futebol. Já as lesões no menisco medial acontecem em função de movimentos repetitivos, começando na parte posterior do menisco e podendo ser curada de forma espontânea, sem tratamento específico.

As lesões do menisco normalmente surgem em função de um agente externo, como por exemplo  uma pancada forte ou torção no joelho, que acontece com frequência em vários tipos de esporte, como futebol, basquetebol ou tênis.

No entanto, existem algumas situações do dia a dia que também podem lesionar o menisco.

Preste atenção como ações corriqueiras e simples, que muitas vezes fazemos sem ter consciência, podem desencadear um mal maior.

• Virar muito rápido o corpo sobre uma perna;
• Fazer agachamentos excessivos e de maneira inadequada ;
• Levantar muito peso utilizando as pernas;

Com o aumento da idade, a cartilagem do menisco vai se tornando mais enfraquecida devido ao desgaste que o uso constante provoca e à diminuição da circulação de sangue no local. Esse fato propicia o aparecimento de  mais lesões após os 65 anos, mesmo em atividades muito simples como subir ou descer escadas, por exemplo.

Lesão de menisco

 

Lesão de Menisco: Veja agora os sintomas e as causas!

 

Sintomas de lesão de menisco

Dentre os principais sintomas de lesão de menisco estão a dor no joelho ao caminhar,  dor ou desconforto ao subir e descer escadas, travamentos e derrames articulares (aumento do líquido na articulação).

A dor pode se apresentar de maneiras diferentes: pode ocorrer na parte da frente ou de trás do joelho, podendo atingir a região mais externa, se a lesão for de menisco lateral ou na parte mais interna do joelho, se for uma lesão do menisco medial.

Conversar com um especialista !

Como identificar a lesão de menisco

O principal sintoma de uma lesão no menisco é a dor no joelho, que piora ao agachar, ou dificulta a locomoção durante o subir e descer escadas. A dor é localizada e pode piorar com o passar dos dias e pode causar incapacidade até mesmo para caminhar. Além disso, pode haver inchaço da região dolorida.

O médico ortopedista é o especialista adequado para identificar uma suspeita de lesão de menisco. O médico faz algumas perguntas, avalia a área da lesão através de exame físico e com manobras específicas que possuem um grande índice de acerto. Em alguns casos, poderá ser necessária a realização além do exame clínico,  um exame de imagem para confirmação.

Caso queira saber mais a respeito das lesões de menisco, outras causas de dor no joelho, e os possíveis tratamentos, converse ao vivo agora mesmo com um de nossos especialistas, Basta clicar no botão abaixo.

17 de maio de 2021 0 comment
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Ombro congelado: Como identificar a capsulite adesiva
Blog RegeniusArtigosOmbro

Capsulite Adesiva: como identificar

by regenius 17 de maio de 2021

A capsulite adesiva, conhecida popularmente como “ombro congelado”, é um quadro que se caracteriza por limitação dos movimentos e intensa dor no ombro, que pode durar de vários meses até anos. A capsulite adesiva é provocada por uma inflamação da cápsula que reveste a articulação do ombro.

O ombro congelado é um problema relativamente comum, acometendo cerca de 3 a 5% da população geral. A doença torna-se mais frequente a partir dos 55 anos, sendo rara antes dos 40 anos de idade. As mulheres são mais acometidas do que os homens.

Estudos mostram que o ombro, do braço não dominante, é ligeiramente mais suscetível à capsulite adesiva; portanto, canhotos têm mais risco de lesão no ombro direito e destros têm mais chances de ter capsulite no ombro esquerdo.

Independentemente de qual ombro foi acometido primeiro, em cerca de 10% dos pacientes, o ombro contralateral também se torna doente dentro de um intervalo de 5 anos.

Como surge a capsulite adesiva?

O ombro é uma articulação formada por 3 ossos: o úmero (osso do braço), a clavícula e a escápula (também conhecida como omoplata).

A articulação do ombro é envolvida pela cápsula articular do ombro, que é uma membrana que ao mesmo tempo cria estabilidade e permite a livre movimentação da articulação.

A capsulite adesiva é uma doença que provoca inflamação, fibrose, espessamento e rigidez da cápsula articular, levando à dor e à impotência funcional do ombro. A cápsula, que normalmente é um tecido elástico, torna-se rígida e bastante dolorosa.

A capsulite adesiva é uma lesão no ombro diferente da bursite e da tendinite do ombro. A bursite do ombro é provocada pela inflamação da bursa sinovial, que é uma espécie de almofada localizada no interior da articulação. Já a tendinite do ombro, como o próprio nome diz, é uma inflamação dos tendões.

Principais causas da Capsulite Adesiva

A capsulite adesiva pode estar relacionada a traumas do ombro ou a doenças sistêmicas que nada têm a ver a articulação, tais como diabetes, hipotireoidismo ou doenças cardiovasculares. O ombro congelado também pode ser uma doença idiopática, isto é, um problema que surge sem que possamos identificar uma causa clara.

Não sabemos exatamente qual é o mecanismo fisiopatológico que leva à formação da capsulite adesiva, mas alguns fatores de risco já estão bem estabelecidos. São eles:

• Idade acima de 50 anos;
• Traumas na região do ombro;
• Imobilização prolongada do braço;
• Cirurgias (não necessariamente do ombro);
• Diabetes mellitus;
• Hipotireoidismo;
• Hipertireoidismo;
• Doenças autoimunes;
• Doença de Parkinson;
• AVC;
• Doenças cardiovasculares.

Ombro congelado: Como identificar a capsulite adesiva

Sintomas da Capsulite Adesiva

Os dois principais sintomas do ombro congelado são a dor e a incapacidade funcional, que é a dificuldade de fazer os movimentos habituais.

A capsulite adesiva habitualmente se desenvolve em três fases:

  • Fase dolorosa ou inflamatória
    O quadro de capsulite adesiva inicia-se com progressiva dor ao movimento, que se torna muito intensa e causa também gradual perda da capacidade de mover o ombro. Os sintomas se agravam ao longo de semanas e costumam ser piores à noite. Ao contrário da bursite e da tendinite, cujas dores estão associadas a determinados movimentos do ombro, a dor da capsulite surge com qualquer tipo de movimento. Essa fase dura de 2 a 9 meses.
  • Fase de congelamento ou rigidez

Após meses de agonia, a dor começa a reduzir. Por outro lado, a rigidez do ombro torna-se mais intensa, impedindo a sua mobilidade. Nesta fase, que dura de 4 a 12 meses, a incapacidade funcional não está diretamente ligada à dor, o paciente simplesmente não consegue mover o ombro como antigamente porque ele encontra-se rígido ou “congelado”. Levantar o braço, coçar as costas, vestir um casaco ou fechar o sutiã podem se tornar tarefas impossíveis. Nesta fase, a dor só costuma surgir quando o paciente tenta mover o ombro para além do possível.

  • Fase de recuperação ou descongelamento
    Após mais de 1 ano de dor e incapacidade funcional, o ombro começa a “descongelar”. O paciente vai, aos poucos, retomando a capacidade de mover os ombros de forma ampla e a dor desaparece completamente. Essa fase pode demorar de 5 a 24 meses para ficar completa.

O tempo de evolução da doença varia de caso a caso, mas é muito comum que o ombro congelado atrapalhe as atividades normais da vida do paciente por pelo menos 2 anos. Alguns pacientes podem ficar com sequelas, perdendo de forma definitiva cerca de 15% da mobilidade do ombro.

Diagnóstico

O diagnóstico do ombro congelado é feito habitualmente pelo médico ortopedista, através do exame físico e de exames complementares.

Um teste que pode ser utilizado para distinguir a capsulite adesiva de outras patologias dolorosas do ombro é o teste da injeção. O médico injeta uma quantidade de anestésico na articulação e nota se o paciente consegue voltar a mover o ombro de forma normal. Nos pacientes com ombro congelado, a anestesia alivia a dor, mas não melhora a mobilidade.

A radiografia e a ultrassonografia não são bons exames para o diagnóstico da capsulite adesiva, mas eles ajudam no diagnóstico diferencial, pois podem identificar outras causas de dor no ombro, como bursite e tendinites.

Se após o exame físico, teste da injeção e exames de imagem, o médico ainda estiver na dúvida do diagnóstico, a ressonância magnética é o exame mais adequado para avaliar a saúde da cápsula articular. Nas fases iniciais da doença, porém, a ressonância pode não conseguir identificar a capsulite adesiva.

Tratamentos para capsulite adesiva

Tendo conhecimento das prováveis causas da dor no ombro, é importante consultar um especialista e manter acompanhamento médico e fisioterapêutico, a fim de que seja diagnosticada da melhor forma, possibilitando que o processo seja efetivo e otimizado.

Sabendo do diagnóstico, o tratamento será direcionado de maneira mais específica. Com isso, é preciso enfatizar que a fisioterapia faz parte de grande parte dos métodos para o combate à dor no ombro.

As formas de tratamento são diversas, e podem incluir atividades fisioterapêuticas, acompanhamento médico e tratamento com medicamentos. Em alguns casos, pode ser necessária a intervenção cirúrgica, acompanhada de fisioterapia no pós-operatório.

O tratamento pode utilizar também métodos como Ortolaser, Magneto-Regen, Piezo-Regen, ou infiltrações como Visco-Regen; clique no link e conheça mais sobre eles.

17 de maio de 2021 0 comment
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Artrose no joelho
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Lesão de Cartilagem do joelho: Saiba o que é e quais os sintomas

by regenius 16 de maio de 2021

Como já foi dito em outros artigos, o joelho é uma articulação extremamente suscetível a lesões de suas estruturas internas como ligamentos, meniscos e a cartilagem, motivo deste artigo.

Até algum tempo atrás acreditava-se que as lesões de cartilagem do joelho não cicatrizavam e, por este motivo, tornaram-se um grande desafio da medicina moderna.

Isso ocorreu porque a cartilagem adulta não possui vasos sanguíneos no seu interior, e por esse motivo recebe a nutrição por meio de um líquido que a reveste, o que reduz o seu potencial regenerativo.

Novos estudos têm sido realizados com o objetivo de prevenir e tratar a lesão de cartilagem, inclusive já sendo demonstrada a capacidade de reparação, desde que oferecidas as condições adequadas para que ela ocorra.

Para entender por que isso ocorre, é importante entender o que é a cartilagem.

 

O que é cartilagem?

A cartilagem é um tecido fibroelástico que reveste os ossos de nossas articulações. Ela é formada, principalmente, por colágeno, água e células específicas chamadas de condrócitos. A cartilagem não possui vasos sanguíneos, linfáticos ou inervação. Além disso, a cartilagem tem baixo potencial para se regenerar sozinha, característica que se reduz com o passar dos anos.

 

Para que serve a cartilagem?

A cartilagem tem como função principal amortecer o impacto e suavizar o deslizamento entre as superfícies ósseas. Caso não existisse, haveria atrito entre um osso e outro, o que chamamos de artrose.

 

Cartilagem do Joelho

A cartilagem do joelho é o tecido que recobre como um colchão a superfície dos ossos, e funciona basicamente como um grande amortecedor, absorvendo o impacto e distribuindo-o de maneira uniforme, evitando assim o excesso de pressão concentrado em um único ponto da articulação.

Por não possuir irrigação, a cartilagem do joelho é considerada um tecido avascular, com poucas células, e abundante matriz extracelular (parte do tecido que está fora da célula).

A cartilagem do joelho possui 4 camadas e tem muita água em sua composição (hiper-hidratada, variando de 66 a 80%). Os espessos feixes de fibras colágenas, principalmente o tipo II, são dispostos de maneira paralela à superfície articular formando uma “pele”, servindo não somente como uma camada limitadora, mas também para a distribuição de forças de compressão.

As fibras da camada basal (mais profunda) da cartilagem ficam perpendiculares à superfície e servem como âncora fixando a cartilagem ao osso. Nas zonas intermediárias as fibras se dispõem mais ao acaso. As fibras oblíquas resistem a forças de tensões.

Lesão de Cartilagem do joelho: Saiba o que é e quais os sintomas

 

Quais articulações são mais suscetíveis à lesão de cartilagem?

Todas. Porém as articulações mais envolvidas e as mais sintomáticas são as que sustentam o peso, principalmente as do quadril, joelho e tornozelo.

 

É verdade que a cartilagem lesada nunca mais é reparada?

Em parte, sim. Isso já foi considerado verdade absoluta no passado. Atualmente sabemos que a cartilagem possui poder de cicatrização e regeneração. O que ocorre na maioria dos casos é a formação de um tecido cicatricial fibrocartilaginoso, sem as mesmas características da cartilagem normal, mas que pode fazer a mesma função por um período determinado.

Toda vez que você realiza um treino, existe destruição parcial da matriz da cartilagem (assim como ossos, músculos e tendões). Na fase de descanso, existe reconstrução da mesma. Para que isso ocorra, a célula da cartilagem chamada de condrócito libera enzimas de comunicação entre os glóbulos brancos (interleucinas) para que as necessidades internas de remodelação sejam atendidas. Quando a destruição é igual a reconstrução, dizemos que existe homeostase. Quando a destruição é maior, teremos uma condropatia.

Sabe-se hoje que a interleucina-1 (IL-1), a interleucina-6 (IL-6) e o fator de necrose tumoral a (FNT-a) são os principais fatores que estimulam a degradação da matriz da cartilagem do joelho. Estudos recentes mostram que estas enzimas estão aumentadas em pessoas sedentárias e obesas. Em contrapartida, as interleucinas 4 e 10 são protetoras e estimulam as formações cartilaginosas. Chamamos isso de condro-anabólicas.

A boa notícia é que recentemente por meio de conhecimentos de medicina regenerativa, os estudos novos demonstram que sob situações controladas e com estímulos adequados é possível reduzir a velocidade do desgaste, ou até mesmo reverter as lesões de cartilagem, nos casos em que a camada basal ainda não foi atingida.

 

Quais os principais sintomas para quem tem lesão de cartilagem?

Tipicamente, os sintomas da lesão da cartilagem do joelho incluem:

• Dor na articulação– tanto no repouso, quanto durante o movimento;
• Inchaço– a lesão da cartilagem gera reação inflamatória exuberante e a membrana que recobre o joelho, também chamada de sinovial, responde com o aumento do volume de liquido no joelho, que chamamos de derrame articular. Popularmente chamado de “água no joelho”;
• Rigidez;
• Estalidos;
• Bloqueio articular – incapacidade de dobrar e esticar o joelho;
• Atrofia do músculo da coxa – chamamos isso de inibição do músculo quadríceps. Ocorre como um mecanismo de defesa frente a doença articular;
• Incapacidade de realização de tarefas diárias– como caminhar, agachar, subir e descer escadas;
• Sensação de agravo diário– fadiga muscular e inchaço ao final do dia.

 

Existe algum exame de imagem que confirme a lesão?

Sim. A Ressonância Magnética, por exemplo, é um exame extremamente útil. Os aparelhos mais modernos mostram a lesão com detalhes, inclusive com estudo do seu metabolismo.

 

Tratamento

Existem diversos métodos para tratamento de lesão na cartilagem, que passam desde as dietas com baixos teores de substâncias pró-inflamatórias, suplementação alimentar, podendo chegar até a cirurgias para transplante de cartilagem.

Um tratamento que vem ganhando espaço cada dia mais é o realizado por meio da aplicação (infiltração) de substâncias no joelho com objetivo de melhorar a nutrição da cartilagem, hidratá-la e lubrificar a articulação para que o atrito e a velocidade do desgaste possam ser reduzidos.

São procedimentos como o VISCO-REGEN, realizados em consultório médico, sob anestesia local, que dispensam a necessidade de internações, cortes, ou procedimentos cirúrgicos (com seus riscos de complicações). Após a realização do VISCO-REGEN o paciente já é liberado imediatamente para casa, sem precisar manter repouso; e já pode trabalhar no mesmo dia ou no dia seguinte.

 

16 de maio de 2021 0 comment
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Artrose: Tudo o que você precisa saber
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Artrose: Tudo o que você precisa saber

by regenius 16 de maio de 2021

 A doença, considerada multifatorial, prejudica os movimentos e gera limitações físicas e psicológicas. A boa notícia é que com o tratamento correto é possível recuperar a qualidade de vida.

A artrose, também chamada de osteoartrite ou simplesmente OA é uma doença muito prevalecente na população. Acomete principalmente pessoas na terceira idade. Entre os indivíduos que sofrem com o problema 61% são mulheres e 39% homens.

Artrose: Tudo o que você precisa saber

 

É considerada uma doença multifatorial, o início pode ocorrer a partir de uma fissura na cartilagem, seguida pela diminuição do espaço articular, atrito entre os ossos, aumento de volume, dor e até bloqueios de movimentos devido à presença de protuberâncias ósseas (conhecidos como bicos de papagaio).

O diagnóstico é fácil e rápido, e pode ser realizado pelo médico ortopedista por meio da avaliação durante a consulta e realização do exame clínico. Em algumas situações pode ser necessário complementar com exames de imagem. A artrose causa uma redução na capacidade de movimentação, e atinge principalmente os joelhos, coluna e quadris.

A doença se manifesta mais precocemente nos homens, particularmente no joelho antes dos 60 anos, e depois no quadril após os 60 anos. Já nas mulheres o pico acontece após o período da menopausa. A prevalência da OA aumenta de acordo com a idade. O tratamento clínico e a prática de exercícios adequados, podem trazer melhora na qualidade de vida e recuperação progressiva da função.

Causas

Não há causas definidas para a artrose. “Componentes genéticos, obesidade e até traumas prévios da articulação estão envolvidos no desenvolvimento e progressão da artrose. Tudo o que sobrecarrega a articulação pode levar a degeneração da cartilagem”. Por exemplo, a obesidade faz com que o corpo tenha que suportar um peso bem maior do que ele é capaz. Isso faz com que haja maior atrito no local das cartilagens, que se desgastam. Com isso, os ossos começam a colidir diretamente e, consequentemente, ficam mais gastos.

Sintomas

A artrose pode apresentar como sintomas dores nas articulações afetadas, inchaço, limitação de movimento com sensação de queimação em alguns pontos, e dores no início do movimento. “Por exemplo, alguém está sentado por um tempo e sente dor quando se levanta e que melhora após os primeiros passos”.

Quando a artrose é no joelho, é comum haver alguns estalidos ao mexê-los; já quando é nas mãos, pode ter maior o volume das articulações dos dedos.

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico: o médico analisa os sintomas, a idade e se a articulação está inflamada. Quando há dúvida, o especialista pode pedir alguns exames, como radiografia ou ressonância magnética, para comprovar o diagnóstico.

Artrite X Artrose

Muitos confundem artrose com artrite, mas, apesar das duas afetarem as articulações, elas se diferem em muitos sentidos. “Artrite é sinônimo de inflamação da articulação, já a artrose, ou osteoartrite, é o desgaste da articulação”. A artrite pode ser causada por diversas doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, gota, assim como também pode ser consequência da artrose, ou seja, alguém que tem desgaste nas articulações também pode desenvolver uma inflamação.

Outra diferenciação é que a artrite atinge principalmente dedos, punhos e pés e tornozelos, já a artrose é mais ligada ao envelhecimento e acomete articulações que suportam mais peso, como quadril, joelhos e a coluna.

Prevenção

Quem tem predisposição a ter a doença precisa evitar o sobrepeso. Isto porque, “além de sobrecarregar a articulação, o tecido gorduroso faz com que o organismo produza mais inflamação”. É importante fazer exercícios e adotar uma alimentação saudável: quanto mais músculos a pessoa tiver, menor será a sobrecarga óssea e articular.

Tratamento

O tratamento da artrose envolve a necessidade da adaptação de hábitos de vida. Alguns ajustes simples como a mudança dos hábitos alimentares, a incorporação de atividades físicas na rotina e principalmente manter um sono regular, são medidas que estão ao alcance de todos.

Algumas vezes pode ser necessária a realização de métodos que envolvam o uso de equipamentos capazes de aliviar a dor, e estimular a regeneração dos tecidos desgastados.

Em situações em que a doença apresenta-se sob formas mais avançadas, o tratamento pode incluir também a utilização de infiltrações na articulação, com a finalidade de promover a melhora mais rápida da dor

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16 de maio de 2021 0 comment
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Tudo sobre a Tendinite Patelar: Causas, sintomas e tratamento
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Tudo sobre a Tendinite Patelar: Causas, sintomas e tratamento

by regenius 16 de maio de 2021

A Tendinite Patelar, também conhecida como “joelho do saltador”, é uma das patologias mais comuns em esportes que demandam saltos e desacelerações bruscas, como o vôlei, o basquete, o atletismo e o futebol, acometendo até 20% dos atletas destas modalidades. Caracteriza-se pela dor na frente do joelho que piora durante as aterrisagens de saltos.

O joelho, e mais especificamente as estruturas envolvidas em seu mecanismo extensor (tendão patelar, patela e musculatura do quadríceps), é a principal articulação envolvida na absorção e transmissão da energia gerada pelo contato do pé com solo. Quando a carga está além daquilo para o qual o tendão está condicionado, o paciente desenvolve a tendinite patelar.

Estão associados ao desenvolvimento da tendinite patelar a fraqueza da musculatura anterior da coxa (quadríceps) e erros na técnica de saltos, sendo o erro mais comum a aterrisagem com o joelho muito duro, sem permitir que o joelho se dobre. Nesses atletas, o músculo do quadríceps deixa de absorver parte da energia do impacto, sobrecarregando o tendão patelar e aumentando o risco de desenvolver a tendinite. São erros comuns inclusive entre atletas de alto rendimento.

Tudo sobre a Tendinite Patelar: Causas, sintomas e tratamento

Inicialmente, a sobrecarga levará a uma inflamação do tendão, sem que haja qualquer alteração em sua estrutura. Geralmente o paciente apresenta dor após uma atividade extenuante, melhorando rapidamente com o tratamento sintomático; caso a sobrecarga persista, o tendão pode apresentar áreas de microrroturas, podendo então evoluir para desorganização de suas fibras e degeneração. Pode ocorrer o aparecimento de áreas de calcificação no meio do tendão e, por fim, há o risco de lesões incompletas ou mesmo o rompimento completo do tendão.

Os tendões são estruturas fibrosas, espessas, levemente flexíveis e de coloração esbranquiçada, que fazem parte de diversos músculos do corpo humano, inclusive os do joelho. Estes são semelhantes a cordas e, de forma simples, sua principal função é ligar os músculos a algumas estruturas ósseas.

Dessa maneira, eles auxiliam no equilíbrio do corpo e na geração de movimentos, uma vez que transmitem a força dos músculos para os ossos. Vale lembrar que os tendões são estruturas que recebem pouco aporte sanguíneo, o que faz com que, uma vez lesionados, o processo de resolução dessa lesão possa ser lento e demorado.

Diante de situações que envolvam sobrecarga no joelho, uma vez que o tendão não é tão rígido como o osso e nem tão elástico quanto o músculo, essa se torna a estrutura que geralmente está mais sujeita a lesões. Sendo assim, uma das doenças que podem ser desenvolvidas devido a alguns hábitos da população, como o excesso de atividade física ou mesmo iniciar a prática de uma atividade ou musculação intensa após longo período de sedentarismo, é a tendinite.

A tendinite é uma das fontes mais comuns de dor no joelho e é caracterizada, basicamente, por um processo inflamatório que acomete o tendão, gerando lesão nas fibras e espessamento dessa estrutura.

Tendinopatia é um termo mais genérico, usado para se referir à presença de uma doença nos tendões (estruturas fibrosas localizadas entre os músculos e os ossos). Já tendinite é um termo mais específico que se refere a um processo inflamatório (normalmente agudo) presente nos tendões.

Essa é uma das doenças do joelho mais comuns e apesar de parecer inofensiva, a tendinite pode ser fonte de grande incapacidade, sobretudo em indivíduos que praticam esporte ou atividade física regularmente. Homens e mulheres tendem a ser igualmente afetados e dentre as modalidades esportivas que mais frequentemente se desenvolvem tendinites, encontram-se aquelas que envolvem saltos.

Dentre os principais tendões acometidos da região do joelho, podemos citar o tendão patelar (localizado abaixo da patela), tendão do músculo quadríceps (localizado acima da patela), tendão do trato iliotibial (localizados na lateral externa do joelho) e os dos músculos da pata de ganso (localizado na face interna do joelho).

Esse tipo de tendinite é comum em atletas que praticam esportes como basquete, vôlei, futebol e atletismo. Mas também pode acometer indivíduos que praticam atividade física menos intensa ou mesmo aqueles que são sedentários e foram expostos a alguma situação de sobrecarga física eventualmente.

Um dos tipos mais comuns de tendinite é a do tendão patelar, conhecida também como “joelho do saltador”, justamente por seu aparecimento estar associado à prática excessiva de esportes que envolvem saltos.

Causas da Tendinite Patelar do joelho

O esforço repetitivo é uma das causas mais comuns da tendinite no joelho.

Acredita-se que as causas mais comuns do desenvolvimento da tendinite seja o esforço repetitivo ou sobrecarga sobre os tendões e por isso os atletas costumam ser os mais afetados, em virtude do uso excessivo dos tendões do joelho para saltar e correr, por exemplo.

Mas a tendinite também pode ocorrer em outros pacientes, como os idosos, em consequência do desgaste progressivo da articulação. Muitas vezes, pacientes apresentam alterações do alinhamento dos membros inferiores, o que pode potencializar essa sobrecarga.

De forma geral, as trações geradas pelos músculos são transmitidas para o osso por meio dos tendões, o que permite que executemos movimentos desde os mais simples como andar, aos mais complexos como correr e saltar.

Diante da fraqueza da musculatura ou de sobrecarga desses tecidos, os tendões passam a receber/absorver mais carga do que foram programados e com o passar do tempo, vão sofrendo micro lesões na sua estrutura e isso resulta em um processo inflamatório local.

Quando os tendões estão lesionados e inflamados, a ação de contrair o músculo é prejudicada e o movimento passa a ser doloroso e realizado com dificuldade nos casos mais graves.

Muitas vezes o paciente apresenta alterações em alguns movimentos dos membros inferiores (das pernas) durante a prática de atividades do dia a dia ou mesmo a prática esportiva, e isso também pode gerar sobrecarga nos tendões e resultar em dor. Essas alterações costumam estar associadas a dor na frente ou na região interna do joelho e quando presentes, o paciente deve ser treinado a controlar esses movimentos excessivos.

Alguns fatores relacionados aos indivíduos podem ter relação com o desenvolvimento das tendinites, como por exemplo excesso de peso corporal, deformidades no joelho e diferença no comprimento do membro.

Quanto aos fatores ligados ao treino, destacam-se: a falta de preparo físico para o esporte ou atividade praticada, a técnica inadequada e aumento abrupto da intensidade e frequência do treino. Vale lembrar que todos esses fatores, de certa forma, resultam em sobrecarga nos tendões e consequentemente na sua inflamação.

A tendinite do joelho pode ser dividida em três fases:

Primeira:
Marcada pela presença de desconforto logo após a realização de alguma atividade. Nesse caso, o indivíduo consegue concluir o seu treino e apesar do desconforto, ainda não há alterações anatômicas importantes no tendão. Em muitos casos, essa fase é ignorada porque o paciente acredita que se trata apenas de uma fadiga, mas esse evento de dor pode se converter em risco para um próximo episódio. Normalmente após o término da atividade a dor desaparece.

Segunda:
O indivíduo já sente a dor, que normalmente é bem localizada em um ponto do joelho (dependendo de qual tendão foi acometido) no início da atividade e pode ou não perceber um inchaço no local, ao final do treino. Nesse momento a dor não desaparece imediatamente após o término do exercício, mas ainda não é suficiente para incapacitar a maioria das pessoas.

Terceira:
Trata-se de um quadro mais crônico, uma vez que as fibras do tendão são alteradas e o processo inflamatório na região não foi resolvido. Nesse caso a dor surge até em esforços leves como subir escadas, sair do carro ou agachar-se e normalmente o indivíduo passa a não conseguir mais realizar a prática de atividades esportivas como antes. Dependendo do caso, o paciente deverá se privar da prática esportiva ou reduzir consideravelmente os níveis de treino para que possa aliviar a sobrecarga do joelho e tratar a lesão.

Sinais e sintomas da tendinite

O primeiro sinal e sintoma da tendinite no joelho é a dor.

A dor é destacada como o principal sintoma da tendinite e a região dolorosa varia de acordo com o tendão acometido:

Dor na região da frente do joelho:
Normalmente dores sentidas na frente do joelho podem representar inflamação do tendão quadricipital (imediatamente acima da patela) ou do tendão patelar (imediatamente abaixo da patela). Essa dor é bastante comum durante atividades como salto e está mais relacionada à fase de aterrissagem.

Dor na região de fora do joelho (face lateral):
Dor nessa região pode representar inflamação do trato iliotibial (tecido fibroso que recobre toda a lateral da coxa e se fixa na lateral o joelho) ou do tendão do bíceps femoral (músculo localizado na região lateral e ligeiramente na face de trás do joelho).

Dor na região de dentro do joelho (face interna):
Comumente essa dor pode estar relacionadas à inflamação nos tendões da pata de ganso (três músculos localizados na coxa, mas que se inserem na face interna do joelho).

Além da dor é comum a presença de hipersensibilidade no tendão, inchaço das bursas (pequenas bolsas localizadas entre os tendões e os ossos para evitar atrito) e dificuldade de executar movimentos com o joelho, sobretudo aqueles que são realizados pelos músculos e tendões acometidos. É comum perceber piora dos sintomas durante movimentos que exijam mais força ou com o aumento da intensidade das atividades.

Tratamento para Tendinite Patelar

De forma geral, o tratamento tem o intuito de diminuir a dor e controlar a inflamação, além de restaurar a função do músculo e a biomecânica do membro inferior. Em muitos casos podem ser receitados medicamentos anti-inflamatórios para combater a dor, mas a fisioterapia tem grande papel no tratamento dessas lesões, uma vez que esta age na causa do problema a não apenas nos sintomas.

Na fase inicial o uso de recursos de eletrotermofototerapia como LASER e ultrassom é de extrema importância para auxiliar no controle da dor e demais sinais e sintomas do processo inflamatório presente no tendão. Nessa fase a aplicação de GELO recebe bastante destaque e apresenta excelentes resultados. O gelo pode ser aplicado no local sempre que houver dor, ele tem ação analgésica e anti-inflamatória comprovadas.

Ainda na fase aguda ou no início do tratamento não é incomum que o fisioterapeuta solicite que o paciente reduza a carga das atividades esportivas. Na grande maioria das vezes não é necessário que ele seja afastado completamente dos treinos, mas os intervalos entre eles podem ser mais longos e o volume e as cargas podem ser diminuídos. Isso é feito para evitar sobrecarga ao passo que o tratamento reduz a dor e os demais sintomas.

Vale lembrar que em casos mais graves e de maior comprometimento do joelho, o atleta ou mesmo o paciente, que pratica atividades de finais de semana, pode ser solicitado a parar momentaneamente com suas atividades e continuar mantendo o treino cardiorrespiratório em atividades com menor demanda muscular.

É necessário ressaltar que, em muitos casos, o alongamento do tendão acometido realizado na fase inicial, pode prejudicar o tratamento. Alongar não reduz a inflamação e não gera ganho de força, que são os dois objetivos mais importantes da reabilitação das tendinopatias. Além disso, durante o alongamento é provocado o estiramento (afastamento) das fibras do tendão, que já estão danificadas pelo processo inflamatório e isso, muitas vezes, pode piorar o quadro de lesão tecidual dessa estrutura.

Associado a isso, deve ser iniciado o quanto antes o fortalecimento dos músculos do quadril e sobretudo joelho, na tentativa de devolver aos músculos a capacidade de absorção de cargas, o que alivia a sobrecarga nos tendões, contribuindo para a redução do processo inflamatório e progressão de danos nesse tecido. É de extrema importância que os músculos associados aos tendões inflamados sejam fortalecidos, porém de forma gradual e supervisionada.

Sabe-se também que exercícios excêntricos podem ter papel importante na melhora da dor e na prevenção de futuras lesões no mesmo tendão. Por fim também é preconizado o treino do controle dos movimentos dos membros inferiores, mas estes apresentem alterações importantes. Isso também evita sobrecarga nos tendões e pode evitar lesões futuras.

Lembre-se: o acompanhamento profissional é indispensável ao tratamento. O paciente nunca deve se automedicar e deve seguir as orientações feitas pelo especialista responsável pelo seu quadro.

Para saber mais informações sobre os tratamentos para tendinite do joelho, acesse o LINK

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Quais os tipos de lesão no joelho?
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Quais os 6 principais tipos de lesão no joelho?

by regenius 16 de maio de 2021

Os joelhos são responsáveis por sustentar o peso do nosso corpo, absorver impactos e garantir mobilidade. Todas essas funções colocam a articulação em uma posição de risco, fazendo com que esteja mais propensa a sofrer uma lesão no joelho.

Pacientes de todas as idades, frequentemente, se queixam de dores na região, mas não procuram um especialista para saber qual a origem. Recorrem a analgésicos, géis de massagem e uso de bandas elásticas sem orientação, concentrando-se no sintoma e não na causa da dor. Essa atitude pode agravar a lesão no joelho e tornar a dor crônica.

Quem pratica esportes regularmente deve ter ainda mais atenção, pois as chances de rupturas, entorses e luxações são maiores. É o seu caso? Então continue lendo esse post para descobrir quais são as 5 lesões no joelho mais comuns.

Para solucionar de vez este problema, baixe gratuitamente o Guia completo para prevenção e reabilitação do joelho , e aprenda como se livrar das dores.

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Principais tipos de lesão no joelho

1- Lesão de Menisco

Cada um dos nossos joelhos, conta com dois meniscos, o medial e o lateral. Essas estruturas fibrocartilaginosas estão localizadas no topo da tíbia, o osso que compõe a parte inferior da perna e é o segundo maior do esqueleto humano.

As principais lesões no joelho que afetam essa região ocorrem quando há um rompimento total ou a formação de uma espécie de alça no menisco. Além da dor, os pacientes afirmam frequentemente que sentem como se a articulação estivesse travada.

Quais os tipos de lesão no joelho?Apesar de existirem lesões degenerativas associadas ao menisco, é mais frequente que seja resultado de trauma durante uma prática esportiva, principalmente futebol, que envolve muito contato.

A boa notícia é que a reabilitação do joelho é totalmente possível nestes casos. Dependendo do grau da lesão, o tratamento pode ser feito até mesmo com radiofrequência, sem a necessidade de um procedimento cirúrgico.

2- Ruptura do Ligamento Cruzado Anterior (LCA)

É impossível falar sobre lesões no joelho e não mencionar a ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA). Essa faixa de tecidos fibrosos que liga o fêmur à tíbia, ao mesmo tempo, estabiliza e dá mobilidade ao joelho. Ela impede que, durante a rotação da articulação, a tíbia “saia” do lugar.

Os praticantes de esportes provavelmente conhecem essa lesão de perto porque ela pode ser considerada rotineira entre quem joga basquete, futebol, vôlei ou até mesmo handebol. As desacelerações repentinas, saltos e mudanças de direção bruscas e constantes para acompanhar o ritmo do jogo podem causar o trauma.

A gravidade das lesões no ligamento está dividida em 3 graus. No grau 1, a lesão é ligeira. O ligamento foi distendido, mas ainda está funcional e garante a estabilidade do joelho. No grau 2, o trauma é considerado parcial, resultando em um ligamento mais frouxo e comprometido. Esse tipo de lesão ocorre com menos frequência do que as outras.

Já no grau 3, a gravidade é real. O tendão foi completamente rompido e a instabilidade da articulação é incontestável. Todos os casos necessitam de acompanhamento. Mas esse, sem dúvida, é o que vai demandar mais tempo até uma recuperação completa.

3- Condromalácia Patelar

O osso mais saliente, que fica bem na frente do joelho, é chamado de patela. Tal como todos os outros ossos do corpo, ele tem uma cartilagem que o protege do atrito. A condromalácia patelar  é o tipo de lesão no joelho,  que acontece quando essa cartilagem amolece e perde a sua capacidade de absorver impactos, sobrecarregando o osso.

Essa lesão pode ocorrer por conta da idade, excesso de peso e alterações anatômicas, no entanto, é muito comum em pessoas jovens que praticam esportes, principalmente a corrida de rua.

Diferente de outros problemas que afetam esta região, a condromalácia é um pouco mais silenciosa. Começa com um pequeno desconforto no joelho que se agrava durante a atividade física ou depois de passar muito tempo sentado. Nos estágios mais avançados, apresenta inchaço, perda de força muscular e estalidos na articulação.

4- Lesão no trato iliotibial

Localizado na parte lateral da coxa e se estendendo até a tíbia, o trato iliotibial ajuda a estabilizar o quadril e o joelho, além de auxiliar outros músculos na extensão e flexão desta articulação. Essa indicação já deixa claro que é um conjunto de tecidos fibrosos muito utilizados porque está diretamente relacionado ao movimento de dobrar os joelhos.

O problema acontece quando o ato repetitivo de estender e flexionar a articulação começa a causar um atrito doloroso com o côndilo femoral. Há diversos fatores que estão na sua origem, mas é uma das lesões no joelho mais comuns entre quem pratica corridas, especialmente com subidas e descidas no percurso.

Más posturas durante as atividades e calçados inadequados são alguns dos motivos que resultam neste trauma doloroso. Por isso, é sempre fundamental procurar por tênis adequados ao esporte que vai praticar e obter orientação sobre a forma correta de executar os movimentos.

Um dos principais sintomas é dor aguda na face lateral do joelho, principalmente depois do início de uma atividade física. O paciente também pode sentir queimação e hipersensibilidade no mesmo local. Em quadros mais avançados, a dor avança para a parte lateral da perna.

5- Tendinite Patelar

A tendinite patelar pode ser considerada uma lesão que surge por esforço repetitivo. O que acontece nesse caso é que, o tendão patelar inflama por estar sendo sobrecarregado e os motivos para isso acontecer são os mais variados. Doenças crônicas e fatores anatômicos favorecem o problema.

A falta de alongamento e o aumento repentino do nível de atividade física também são causas plausíveis. Por isso é importante cumprir com todas as etapas do treino e subir de nível progressivamente.

A dor característica da tendinite patelar surge com mais frequência à noite e pode vir acompanhada de acúmulo de líquido no joelho e rangidos na articulação.

Certamente, você constatou que o surgimento deste tipo de problema é mais comum entre quem pratica exercícios. Ao informar sobre quais são as lesões no joelho que acontecem com mais frequência, o objetivo não é desestimular a prática, mas sim encorajar que ela aconteça de forma saudável.

6- Artrose do joelho

É uma doença articular muito comum e acontece devido ao desgaste da cartilagem que reveste as articulações. 

 

Quer saber como se exercitar em segurança, protegendo-se de contusões? Leia o nosso post sobre como prevenir lesões no joelho e mantenha-se ativo(a)!

Caso tenha interesse em conversar sobre o tema com um de nossos especialistas, basta clicar no botão abaixo.

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