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Blog RegeniusArtigosDor Crônica

Analgésicos naturais e o alívio da dor.

by regenius 27 de abril de 2021

Você sabia que além dos medicamentos analgésicos é possível utilizar analgésicos naturais?

Utilizados para redução e alívio da dor, os medicamentos analgésicos são amplamente comercializados em todo o mundo e podem ser divididos em dois grandes grupos: opiáceos e não-opiáceos, sendo os últimos considerados paliativos, uma vez que não agem sobre a causa do desconforto.

No entanto, da mesma forma que aliviam as dores, esses fármacos podem causar efeitos colaterais. O abuso de paracetamol, por exemplo, pode conduzir a uma intoxicação e a lesões hepáticas. Já os opiáceos, como a morfina, usados no tratamento de dores agudas e crônicas, têm um alto potencial para causar dependência.

Durante décadas, essas foram consideradas as alternativas mais evoluídas, rápidas e seguras para lidar com a dor. No entanto, a evolução da terapêutica identificou métodos eficientes e muito mais naturais, como o uso de plantas medicinais, para formulação de analgésicos naturais, como elementos base da medicina tradicional.

Conversar com um especialista !

 

Plantas medicinais que são analgésicos naturais

A utilização de plantas medicinais para a produção de analgésicos naturais faz parte de muitas culturas, inclusive da brasileira.

Buscar cura e alívio de sintomas nos recursos oferecidos pela natureza é uma prática que está diretamente ligada à existência humana, pois, muito antes dos fármacos produzidos em laboratório, era das florestas e dos jardins que vinham os medicamentos.

A evolução da química orgânica foi essencial para o tratamento de condições graves, aumentando a expectativa de vida da população. No entanto, não só é possível como recomendado utilizar, com as devidas precauções, meios mais naturais de se lidar com a dor.

Conheça, abaixo, alguns analgésicos naturais e como podem ser utilizados no tratamento de algumas dores:

Cúrcuma (Curcuma longa)

A cúrcuma, também conhecida como açafrão-da-terra, possui uma substância chamada curcumina, que possuiu um alto potencial analgésico. Essa característica está diretamente relacionada às propriedades anti-inflamatórias do elemento, que age no ponto de origem da dor, proporcionando alívio.

A planta, habitualmente utilizada como condimento, está muito presente nas medicinas tradicionais indiana e chinesa, pois os seus efeitos curativos são reconhecidos por essas sociedades há muito tempo.

Especialmente indicada para pacientes com dores articulares, pode ser inserida na alimentação habitual, aliada a uma dieta equilibrada, ou consumida em cápsulas como droga vegetal.

Como aliviar a dor com analgésicos naturais?

 

Unha de gato (Uncaria tomentosa)

Bastante popular no Peru, a unha de gato também é outra substância se se enquadra entre os analgésicos naturais. Ela teve as suas propriedades medicinais atestadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

As raízes, folhas e flores da planta são utilizadas até mesmo no tratamento de pacientes com HIV, devido a sua poderosa ação imunomoduladora.

Além disso, o seu efeito anti-inflamatório também merece destaque. A unha de gato é indicada em casos de bursite, tendinite, artrite e osteoartrite, podendo ser consumida em forma de cápsula, em comprimido ou em gel.

Outra utilização possível é a da infusão, tanto para chá como para o preparo de compressas que podem ser aplicadas no local da dor.

Alecrim (Salvia rosmarinus)

Entre as plantas que funcionam como verdadeiros analgésicos  naturais, não poderia faltar o alecrim. Essa erva aromática, frequentemente utilizada como tempero, possui uma série de benefícios graças à presença de ácido fenólico, perfenos e flavonoides.

Os elementos contribuem para as suas propriedades antioxidantes, diuréticas, antissépticas e anti-inflamatórias, tornando o seu uso aplicável a uma variedade de desconfortos.

Por atuar nas inflamações e reduzir o inchaço, o alecrim pode ser utilizado para aliviar dores musculares e articulares. Nesses casos, é possível utilizar a planta em forma de chá ou de óleos essenciais aliados a massagens na zona do corpo afetada.

Salgueiro (Salix alba)

É na casca do salgueiro que está uma das substâncias mais conhecidas da indústria farmacêutica. A salicina é a matéria-prima do ácido acetilsalicílico, principal componente da aspirina. O fármaco, de forma geral, é indicado no tratamento de enxaquecas e sintomas gripais, como febre, dor no corpo e de cabeça.

Uma forma mais natural de aproveitar o poderoso efeito analgésico da salicina é recorrendo ao chá da casca do salgueiro. A ingestão da bebida tem uma ação direta na redução de dores nas articulações e nos músculos.

Pimenta caiena (Capsicum annuum)

Outro condimento com propriedades analgésicas comprovadas é a pimenta-caiena. A presença de capsaicina, substância responsável também pelo sabor forte, picante e tão característico, é o motivo pelo qual essa variedade de pimenta possui propriedades que atuam na redução da dor.

A pimenta caiena pode ser consumida em cápsulas, mas o seu uso externo garante uma resposta mais rápida para dores musculares e articulares. As pomadas ou compressas que utilizam esse fruto promovem hiperemia, ou seja, um aumento da circulação sanguínea na região da aplicação.

Precauções no uso de analgésicos naturais

A denominação natural, no entanto, não significa isento de consequências. A utilização incorreta, sem orientação ou exagerada de qualquer tipo de planta medicinal pode conduzir a reações adversas e efeitos colaterais, tal como acontece com remédios produzidos em laboratório.

Ao buscar o alívio de dores é preciso entender, antes de tudo, qual a sua origem, principalmente se for persistente. Um médico deve ser consultado para avaliar e diagnosticar o problema corretamente. Em seguida, com o quadro confirmado, é possível buscar tratamentos seguros, adequados e menos agressivos.

Além disso, é importante atentar-se ao fato de que os analgésicos naturais também têm contraindicações e podem causar interações medicamentosas. Pacientes com condições preexistentes, grávidas e lactantes (mulheres que amamentam) devem se precaver quanto ao uso de qualquer remédio ou chá.

Tratamentos naturais são possíveis para aliviar e reduzir as dores, mas informação e aconselhamento médico são primordiais. Descubra mais sobre o poder curativo das plantas que podem ser usadas como analgésicos naturais no nosso e-book!

Aviso Legal:
Instituto Regenius CNPJ 18.665.900/001-13
Rua Gonçalves Dias, 82, Funcionários – Belo Horizonte

1. As informações contidas nesse material (áudio, vídeo, imagem ou texto) não tem como objetivo substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde, nem sugerir diagnósticos ou recomendação para tratamentos específicos.

2. Não é possível definir diagnósticos nem indicar tratamentos individuais, sem que ocorra previamente uma avaliação profissional individualizada.

3. Os métodos demonstrados podem corresponder tanto a procedimentos regulamentados quanto experimentais, de acordo com a normatização dos respectivos Conselhos Federais à época da veiculação ou do acesso, mas todos os dados apresentados são embasados em artigos científicos publicados na literatura médica internacional.

4. Todo o conteúdo possui caráter exclusivamente educativo, com imagens ilustrativas, e é destinado ao público médico e/ou de profissionais da saúde, que possam se interessar, sem configurar qualquer finalidade lucrativa.

5. Em caso de dúvidas, ou interesse em mais informações, sugerimos que entre em contato conosco.

Referências Legais
Resolução CFM 1974/11 – Artigo 8º
Despacho CFM 143/19 – Artigo 75
Lei de Liberdade Econômica 13874/19 – Artigo 4º, Inciso VIII c/c Artigo 5º
Responsáveis Técnicos
Dr. Otávio de Melo Silva Júnior – Médico Ortopedista – CRMMG 41116 – RQE 25306
Dra. Lorena Nunes – Enfermeira – COREN 375466 – ENF
Dra. Glauciane Rezende – Fisioterapeuta – CREFITO-4 224282-F

27 de abril de 2021 0 comment
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Qual a diferença entre plantas medicinais e fitoterápicos?
Blog RegeniusArtigosDor Crônica

Fitoterápicos e plantas medicinais: são diferentes?

by regenius 26 de abril de 2021

A utilização de fitoterápicos é uma prática milenar com benefícios reconhecidos pela medicina tradicional, um saber popular transmitido através das gerações. No entanto, esse conhecimento sobre remédios encontrados diretamente na natureza é cada vez mais incorporado pela medicina científica.

Os pacientes são os principais beneficiados, uma vez que contam com mais opções terapêuticas e a possibilidade de tratamentos naturais, se a condição assim lhes permitir. A depender do problema, é possível reduzir ou substituir o uso de fármacos com efeitos secundários adversos ou potenciais causadores de dependência.

A Fitoterapia é o segmento que estuda as propriedades medicinais das plantas, a sua manipulação e como elas podem ser integradas em uma abordagem terapêutica. Dentro dessa especialização, estão incluídas tanto a forma natural dos vegetais como os fitoterápicos.

Apesar desse tipo de medicamento e das plantas medicinais possuírem semelhanças, não devem ser tratados como sinônimos. Para entender melhor as diferenças entre esses elementos, continue lendo o artigo.

Medicamentos fitoterápicos e plantas medicinais: principais diferenças

Ao se falar em tratamentos naturais, a ideia é que o termo plantas medicinais resume todas as possibilidades, algo que não corresponde à verdade. Planta medicinal refere-se à utilização do vegetal ou de partes dele sem qualquer processo de industrialização. O responsável por seu efeito terapêutico chama-se princípio ativo.

A utilização mais comum das plantas é para a preparação de chás. Confeccionadas por meio da infusão ou da decocção, essas bebidas podem ser ingeridas ou, ainda, usadas para a preparação de compressas. Também é possível fazer xaropes, solução para gargarejo ou, ainda, pastas caseiras.

Já os fitoterápicos são medicamentos produzidos a partir das partes das plantas medicinais que contêm o princípio ativo responsável pelo alívio dos sintomas. A fórmula pode ser composta por outras substâncias de origem vegetal, como óleos ou extratos.

Fitoterápicos e plantas medicinais: qual a diferença?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é responsável por regulamentar a fabricação e comercialização dos fitoterápicos que, como qualquer outro medicamento, devem oferecer garantia de qualidade, ter ação terapêutica comprovada e composição padronizada.

O processo de produção é acompanhado e controlado de forma que cada componente seja combinado nas quantidades corretas a fim de se obter o alívio desejado e evitar efeitos tóxicos.

Esse controle de qualidade afasta a possibilidade de contaminação por fungos e metais pesados, uma situação comum com as plantas medicinais.

Portanto, diante dessas informações, podemos apontar que a principal diferença entre as plantas medicinais e os fitoterápicos é que um é matéria-prima do outro. Para além disso, enquanto os vegetais são utilizados sem qualquer processamento, os medicamentos passam por uma transformação industrial.

Alternativas naturais de tratamento

As plantas medicinais e os medicamentos fitoterápicos oferecem alternativas de tratamento em relação aos medicamentos alopáticos. No caso dos anti-inflamatórios, por exemplo, a utilização prolongada dessas substâncias pode comprometer a mucosa gástrica e o sistema intestinal.

O organismo também se torna cada vez mais acostumado ao medicamento. É por isso que pacientes que sofrem de dores crônicas se queixam que os fármacos que utilizam com frequência vão “perdendo o efeito”, havendo a necessidade de dosagens maiores.

A evolução das abordagens terapêuticas permite que métodos tradicionais sejam combinados com outros mais naturais, reduzindo-se o impacto do uso excessivo de medicação. Massagens com determinados tipos de óleos essenciais, considerados fitoterápicos, possuem um elevado efeito analgésico.

Plantas como a unha de gato (Uncaria tomentosa) podem ser integradas no tratamento de um paciente com dores articulares. O mesmo acontece com a cúrcuma (Curcuma longa), encontrada em forma de extrato e que possui reconhecidas propriedades anti-inflamatórias.

Existem, ainda, à disposição, tinturas, pomadas e cremes. No caso dos chás, entretanto, é importante lembrar que mesmo as versões industrializadas não são necessariamente fitoterápicas.

Chás de camomila, hortelã e erva-doce, facilmente encontrados nas prateleiras do supermercado, podem ajudar no relaxamento e no alívio de dores de estômago, por exemplo, mas não pertencem a essa classe de medicamentos.

Nesse contexto, enquadram-se apenas como alimentos, pois o processo de fabricação de um fitoterápico é mais complexo e completo.

Precauções no uso de plantas medicinais e fitoterápicos

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% da população de países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, fazem uso de tratamentos naturais, sendo que, destes, 85% recorrem às plantas medicinais.

Considerando essa realidade, a utilização tanto de vegetais como de medicamentos fitoterápicos passou a ser acompanhada de perto por autoridades sanitárias e de saúde. Uma das principais preocupações em relação a tais produtos é a possibilidade de intoxicação, uma vez que é possível confundir espécies e errar na dosagem.

Em 2006, o Decreto 5.813 instituiu a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) com diretrizes para a comercialização e o uso mais seguro dessas alternativas. Isso significa que a utilização delas é estimulada desde que provenientes de fontes idôneas e acompanhada por um profissional de saúde.

No caso da utilização de plantas, é fundamental ter a certeza da sua origem e de que não houve possibilidade de contaminação. Além disso, convém verificar as contraindicações. Normalmente, crianças, grávidas e pacientes com determinadas condições possuem mais restrições.

Vale lembrar, ainda, que os fitoterápicos, apesar de submetidos a um padrão de produção seguro, que elimina hipóteses de propagação de micro-organismos, por exemplo, são medicamentos e devem ser prescritos por um profissional de saúde.

O acompanhamento médico garante uma indicação adequada para cada caso, considerando doenças preexistentes, medicamentos alopáticos de uso habitual, dosagem e tempo de uso. Um tratamento mais natural e seguro é possível com orientação.

Saiba mais sobre os benefícios das plantas medicinais baixando o nosso guia!

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26 de abril de 2021 0 comment
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Plantas medicinais são eficazes? Descubra aqui agora!
Blog RegeniusArtigosDor Crônica

Plantas medicinais são eficazes? Descubra agora!

by regenius 26 de abril de 2021

Até o início do século XX, as plantas medicinais eram o recurso mais utilizado para curar doenças. O desenvolvimento da química orgânica para a produção de medicamentos era um tanto quanto limitado, e, mesmo depois de uma grande evolução, esses recursos continuaram inacessíveis para uma parcela significativa da população. Caros e restritos, os fármacos chegavam apenas para os privilegiados.

Como alternativa, a cura e o alívio de sintomas da maior parte das pessoas eram retirados diretamente da natureza. A medicina tradicional carregou, através das gerações, um conhecimento milenar sobre as plantas medicinais e como elas podem ser utilizadas como paliativos e curativos.

Até hoje, mesmo com uma maior popularização dos medicamentos sintetizados em laboratório, o uso de plantas tradicionais prevalece e é mais do que uma tradição. Chás, extratos, tinturas e óleos estão entre os produtos naturais adotados como alternativas aos fármacos.

Mas será que tal sabedoria popular realmente funciona? As propriedades medicinais de determinadas plantas são reais ou apenas placebo? Neste post, vamos falar sobre o assunto e esclarecer as questões apresentadas.

Reconhecimento da eficácia das plantas medicinais

As plantas medicinais são um elemento importante na medicina tradicional desde muito antes do surgimento da medicina científica. Existem evidências de que, por volta de 1.500 a.C., a cúrcuma (Curcuma longa) já era utilizada na Índia por conta dos seus efeitos anti-inflamatórios.

Ao longo dos séculos seguintes, foram realizadas diversas pesquisas sobre a eficiência desses tratamentos holísticos, mas a consideração oficial da prática só veio na década de 1970, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a importância de tais recursos.

Em 2003, o mesmo órgão publicou as linhas de orientação para Monitorização e Farmacovigilância de Plantas Medicinais, admitindo, mais uma vez, o valor do seu uso e a necessidade de seu controle.

Tais diretrizes vão ao encontro dos números que constatam que 80% da população de países em desenvolvimento recorre a tratamentos naturais, sendo que 85% destes se utilizam das plantas medicinais.

No Brasil, a diversidade vegetal contribuiu para uma infinidade de tratamentos, e a primeira catalogação de plantas medicinais data de 1926, inclusive com descrições microscópicas.

A comprovação das propriedades de muitas espécies surgiram em estudos consistentes, e o resultado foi a criação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, um estímulo ao uso acompanhado desses produtos na atenção básica à saúde.

Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por regulamentar tanto o uso de plantas como de fitoterápicos. No Memento Fitoterápico, estão reunidas todas as espécies com efeitos reconhecidos pelo órgão, as suas aplicações e os principais estudos acerca das propriedades.

Plantas medicinais são eficazes? Descubra aqui agora!

Será que produtos naturais são sempre seguros?

A crença de que o uso de produtos naturais está isento de perigo é enganosa. A ingestão ou aplicação de qualquer substância, seja ela obtida a partir de uma planta medicinal, seja de um medicamento fitoterápico, não está livre de riscos. Além de alergia a princípios ativos e demais componentes, existem contraindicações e a possibilidade de intoxicação.

Os fitoterápicos, como constituem uma classe de medicamentos, devem ser prescritos por um profissional de saúde, uma vez que a composição de origem vegetal não elimina os perigos da automedicação. Já o uso de plantas medicinais é livre, no entanto, requer precaução, pois a erva deve ser de origem confiável e não substituir outros tratamentos sem orientação médica.

Veja o que considerar ao fazer uso de plantas medicinais e seus derivados.

• Adquira a planta a ser utilizada em um local confiável.

• Assim como é importante verificar a origem dos alimentos consumidos, o mesmo deve ser feito com as plantas medicinais. Os vegetais ou as partes deles que serão utilizadas devem estar em excelentes condições e bem conservadas. Devido à possibilidade de contaminação microbiológica, não se recomenda a compra desses produtos em feiras ao ar livre e mercados.

• O local que fornecer a planta deverá oferecer garantias sobre a sua origem, pois a confusão com outra espécie pode ser desastrosa.

• O mesmo cuidado deve ser considerado no que diz respeito ao uso de fitoterápicos. A produção e comercialização desses medicamentos no Brasil são regulamentadas pela Anvisa, mas existem fármacos adquiridos por meio da internet que podem representar uma verdadeira ameaça à saúde.

• Esses remédios podem estar contaminados com metais pesados, como chumbo e arsênio, ou, ainda, misturados a extratos de plantas tóxicas. Portanto, por mais natural que pareça o produto, só deve ser adquirido com indicação clínica e em pontos de venda idôneos.

Tenha atenção a dosagens e interações medicamentosas

Para que os efeitos medicinais da planta entrem em ação, é necessário que a sua ingestão ou aplicação seja em dose adequada. Com o vegetal na sua forma original, é difícil ter mais precisão em relação a quantidades, no entanto, qualquer exagero deve ser descartado, sob pena da ocasião de efeitos adversos.

Além disso, o princípio ativo da planta pode interagir com determinados medicamentos e potencializar ou anular o efeito deles. Portanto, antes de iniciar qualquer tratamento natural, é crucial se informar sobre a possibilidade de influência sobre o fármaco sintético.

Contraindicações

Algumas plantas medicinais também têm contraindicações e o seu uso não é recomendado a pacientes portadores de determinadas condições, grávidas, mulheres que estejam amamentando ou crianças. Um exemplo disso é a casca do salgueiro (Salix Alba), que não pode ser utilizada por crianças com menos de 12 anos pelo risco de desenvolverem a Síndrome de Reye.

É fundamental, ainda, saber a forma correta de se utilizar cada planta; algumas devem ser consumidas em forma de chá após infusão ou decocção e outras não podem ser ingeridas, mas sim aplicadas na pele.

Baixe o nosso “Guia do uso e manipulação de plantas medicinais” e veja como desfrutar dos benefícios desses produtos naturais.

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Guia do uso e manipulação de plantas medicinais
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Guia do uso e manipulação de plantas medicinais

by regenius 26 de abril de 2021

Plantas medicinais costumam atrair o interesse de pessoas que optam por um estilo de vida mais saudável. Porém, é importante entender o que é mito e o que é verdade a respeito dos produtos naturais.

Baixe agora mesmo o Guia do uso e Manipulação de Plantas Medicinais e saiba tudo sobre esses remédios naturais! Clique aqui ou na imagem abaixo.

 

26 de abril de 2021 0 comment
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Fibromialgia e fadiga: Conceitos e diferenças! Confira!
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Fibromialgia e fadiga: Saiba as diferenças!

by regenius 26 de abril de 2021

Semelhantes e bastante comuns na sociedade, muitas vezes, a fibromialgia e fadiga crônica  são confundidas. As duas síndromes são causadoras de fadiga, dores crônicas, sono não reparador e alguns outros sintomas.

Pensando na importância de esclarecer as diferenças e as dúvidas sobre essas duas síndromes correlacionadas entre si, confira este post!

Saiba um pouco mais sobre a fibromialgia e fadiga

A fibromialgia consiste em uma síndrome que causa dores fortes no corpo por um longo período. À vista disso, o processo de diagnóstico é clínico, ou seja, não é necessária a realização de exames, mas consiste na busca e no descarte de outras enfermidades para se confirmar o diagnóstico.

Em decorrência disso, é indispensável uma análise minuciosa dos sintomas dos pacientes com a síndrome FM. Além da dor crônica e da fadiga, é possível perceber, também, mais alguns sintomas de fibromialgia que diminuem a qualidade de vida das pessoas. Entenda todos com mais detalhes:

1. Sono não reparador

Os pacientes com FM tendem a ter noites agitadas, onde o sono é interrompido e superficial, impedindo que ocorra o descanso necessário e reparador. Isso aumenta a fadiga, a contração muscular e, consequentemente, a dor.

2. Alterações de memória e atenção

Com o intenso gasto de energia do cérebro causado pela dor crônica, a memória e a atenção acabam sendo prejudicadas.

3. Ansiedade e depressão

A depressão é muito comum nos pacientes com fibromialgia, mas não significa que todos apresentam esse sintoma. Mas em todos os casos, é importante não duvidar ou tentar diminuir a dor relatada pelo paciente com FM, uma vez que esse sintoma requer muito cuidado e atenção.

4. Alterações intestinais

Quase 60% dos pacientes com fibromialgia possuem esse sintoma, que é caracterizado por dores abdominais e por mudanças no ritmo intestinal causadas, principalmente, pela Disbiose Intestinal — desequilíbrio da flora bacteriana no intestino.

5. Grande sensibilidade ao toque

Os diagnosticados com fibromialgia não toleram muito toque, a ponto de não suportarem receber um abraço por conta da dor crônica. Durante os períodos mais fortes da síndrome, o paciente tende a evitar todo tipo de contato para não agravar a dor.

6. A dor crônica

É sempre necessário enfatizar que esse é o sintoma mais importante para se diagnosticar a fibromialgia. Essa dor pode ser na pele, nos ossos ou ao redor das articulações, localizada em pontos específicos de dor.

Diante de tanta dor, de fadiga e de sensibilidade, os pacientes com fibromialgia e a equipe médica procuram entender as causas da atração da síndrome. Entretanto, ainda não foi comprovada cientificamente uma causa específica que justifique o desenvolvimento da fibromialgia, mas sim alguns fatores que estão associados a essa doença, como:

• Problemas com o sono;
• Sedentarismo;
• Ansiedade e depressão;
• Traumas físicos ou emocionais;
• Genética;
• Infecções por vírus e doenças autoimunes.

Fibromialgia e fadiga: Conceitos e diferenças! Confira!

Conheça a fadiga

A Fadiga crônica é uma síndrome que apresenta um cansaço persistente e que se intensifica a partir da prática de atividade física ou mental. Apesar de parecer contraditório, os sintomas de fadiga não melhoram com o repouso. Dessa forma, é perceptível que, independentemente da situação, a fadiga é insistente sem nenhum motivo aparente.

Embora exista um alto índice de desconhecimento da causa da síndrome, alguns motivos são factíveis, como: a depressão, a anemia ferropriva, a hipoglicemia, a mononucleose, as disfunções glandulares e as doenças autoimunes.

Como o próprio nome sugere, o principal sintoma é a fadiga, porém existem algumas outras formas de manifestação da síndrome que merecem destaque, como:

• Dificuldade de memorização ou concentração;
• Dor de garganta;
• Presença de gânglios (íngua) dolorosos no pescoço ou nas axilas;
• Dores musculares e nas juntas;
• Dor de cabeça;
• Sono não reparador.

É preciso enfatizar que a fadiga é um sintoma que está relacionado a muitas outras enfermidades. Portanto, o diagnóstico deve ser, preferencialmente, precoce, pois o tratamento e os seus efeitos são mais efetivos quando são iniciados o mais cedo possível.

O tratamento tende a ser eficaz e muitos pacientes conseguem se curar da síndrome da fadiga. Contudo, não existe um tratamento específico para a síndrome da fadiga crônica, as medidas são feitas para um controle dos efeitos provocados pela doença. As combinações de tratamento são:

• Atividades diárias moderadas: o paciente deve organizar o seu cotidiano, evitando o estresse físico e psicológico, sem se esquecer da necessidade de combater o sedentarismo.
• Exercícios físicos: a atividade física é indispensável, no entanto, a prática deve ser gradativa.
• Terapia cognitivo-comportamental: ajuda a ressignificar algumas atitudes que dificultam o progresso do tratamento, trazendo ações mais positivas para sua rotina.
• Tratamento de depressão e ansiedade: caso estejam presentes, devem ser tratadas. Os antidepressivos também podem ajudar a melhorar o sono e aliviar a dor.
• Tratamento da dor.
• Tratamento da má qualidade do sono.
• Outros tratamentos que podem contribuir para a evolução do paciente: acupuntura, meditação, técnicas de relaxamento, alongamentos, ioga e tai chi.
• Grupos de apoio para pacientes com síndrome da fadiga crônica podem ajudar no processo de entendimento do problema e, consequentemente, facilitar o processo durante o tratamento.

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Importância do diagnóstico adequado

Distinguir  fibromialgia e fadiga crônica, por vezes, pode ser uma tarefa difícil devido não só aos seus sintomas semelhantes, mas também ao fato de as duas doenças não possuírem causas conhecidas, tratamento altamente efetivo e características clínicas parecidas.

No entanto, sobre a fibromialgia, é importante destacar que o seu principal sintoma é a dor muscular; já em relação a Síndrome da Fadiga Crônica, o sintoma de fadiga é o mais dominante, apesar dos dois sintomas pertencerem às duas doenças, o nível de importância para cada uma é o que deixa explícita a principal diferença entre as duas síndromes.

O diagnóstico correto em tempo hábil é primordial para se buscar, de forma mais efetiva, os procedimentos e tratamentos mais eficazes para resgatar a qualidade de vida do paciente que está lidando com tantos sintomas. Para saber mais sobre a fibromialgia e fadiga , descobrir mais de seus sintomas e as formas de tratamento que dispensam o uso de medicação, confira, também, nosso e-book:

Tratamento da fibromialgia – um guia para controlar sem remédios.

Fibromialgia: Tudo que você precisa saber

26 de abril de 2021 0 comment
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Infiltração no joelho é um tratamento seguro?

by regenius 24 de abril de 2021

A infiltração no joelho

É um tratamento que permite a melhoria da qualidade do líquido responsável por lubrificar e nutrir a cartilagem. O método utiliza um conjunto de substâncias injetadas sob anestesia local, sem necessidade de internações, pontos ou afastamento do trabalho.

Pode utilizar um gel composto por diversas substâncias, como extratos de plantas medicinais, vitaminas, minerais, fatores de crescimento, ácido hialurônico, antioxidantes e outras moléculas fundamentais para tornar o ambiente favorável à síntese de colágeno e reconstituição dos tecidos.

O tratamento auxilia no controle das dores e alívio dos sintomas causados por desgastes ou lesões esportivas. É indicado para praticantes de atividades físicas, tanto amadores quanto profissionais, e também para pessoas sedentárias, que tem como objetivo recuperar a mobilidade e aliviar as dores. Reduz a velocidade de progressão das inflamações crônicas, tendinopatias, condropatias e artroses.

Infiltração no joelho

 

Infiltração no joelho é um tratamento seguro?

Os tendões e a cartilagem articular não possuem vasos sanguíneos no seu interior; então sua a nutrição e oxigenação é realizada por difusão dos nutrientes a partir do líquido que se localiza ao redor deles. Quando ocorrem lesões nessas estruturas, a cicatrização (quando ocorre) é muito lenta, podendo agravar o problema.

As inflamações crônicas modificam a composição química e a viscosidade desse líquido, e isso reduz também sua função de lubrificação durante os movimentos, o que piora ainda mais o desgaste, que pode ser percebido por sintomas como dor, limitação de movimento e “sensação de areia” (atrito).

A infiltração, então, permite a recomposição do líquido e de seus nutrientes. Este procedimento é amplamente utilizado para reduzir a intensidade da dor, melhorar a lubrificação e estimular o reparo por meio do aumento na produção de colágeno.

Alguns dos produtos utilizados no Visco-Regen são importados da Alemanha e Suíça. A associação de seus efeitos biológicos permite restaurar a viscosidade do líquido sinovial (que reveste tendões e cartilagens), melhorar o ambiente para a nutrição do tecido, reduzir sintomas como dor e limitação de movimento, e ativar a síntese de colágeno, necessária para a recuperação das estruturas lesadas. O procedimento é rápido, realizado em um ambiente preparado e seguro, sob anestesia local apenas.

O tratamento pode ser realizado na articulação do joelho, ombro, quadril, tornozelo, pés, mãos, cotovelo ou também em outras regiões do corpo onde existam tendões ou cartilagem articular com dores, rangidos, crepitações, estalos, ou outros sintomas de atrito e desgaste. Até mesmo na coluna pode ser aplicado em um procedimento guiado por ultrassom, uma vez que ela possui cartilagens articulares entre seus ossos, chamados de vértebras.

Como é um procedimento ambulatorial, não necessita internação hospitalar para sua realização. Logo após a realização já é permitido dirigir, caminhar e até subir escadas.

O retorno às atividades profissionais, cotidianas e esportivas é liberado gradualmente, conforme a recuperação. Em algumas pessoas pode ser realizada uma nova aplicação após algum tempo, com o objetivo de aumentar a eficácia, ou a durabilidade.

O tempo de duração do tratamento varia de acordo com características individuais, e pode ser influenciado pelo metabolismo, composição corporal, nível e intensidade da atividade física, sono, alimentação, doenças associadas etc.

De acordo com a o fabricante, cada tratamento pode ser realizado com 1 a 3 aplicações, e repetido semestralmente em caso de retorno dos sintomas. Em nossa clínica já houve casos de pacientes que realizaram uma única aplicação e obtiveram resultados que duraram até por mais de 3 anos*.

(* tratamento realizado de maneira multidisciplinar)

Benefícios

  • Efeito lubrificante – aumento da viscosidade, redução do atrito, e diminuição do desgaste,
  • Efeito amortecedor – melhor distribuição da pressão proveniente de sobrecargas e impactos,
  • Efeito hidratante – aumento da atração de moléculas de água, maior capacidade para absorver os nutrientes,
  • Efeito oxi-redutor – neutralização dos radicais-livres, principais responsáveis pelo envelhecimento e morte celular,
  • Efeito analgésico – inativação de terminações nervosas e receptores responsáveis pela sinalização da dor para o sistema nervoso
  • Efeito anti-inflamatório – diminuição da produção de citocinas e prostaglandinas, responsáveis pela atividade inflamatória
  • Efeito ativador e protetor – oferece um ambiente melhor para que as células da cartilagem e do tendão executem suas funções de maneira otimizada
  • Efeito reconstrutivo – os fatores de crescimento aumentam a formação de novos vasos sanguíneos ao redor dos tecidos lesionados, permitindo uma melhor difusão de nutrientes e oxigênio por tempo prolongado.

Para esclarecer dúvidas ou obter mais informações, entre em contato conosco

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24 de abril de 2021 0 comment
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Descubra as causas mais frequentes de dor na mão
Blog RegeniusArtigosMãos e Punhos

Descubra as causas mais frequentes de dor na mão

by regenius 23 de abril de 2021

A dor na mão pode ter diversas causas. Em seguida, enumeramos algumas das mais frequentes.

1. Artrite

A artrite corresponde à inflamação de uma ou mais articulações e é a principal causa de dor na mão. Pode ocorrer em qualquer articulação do corpo, mas é particularmente comum nas mãos e no punho. Embora existam muitos tipos de artrites, as mais comuns são a osteoartrose e a artrite reumatoide.

A osteoartrose afeta tipicamente as pessoas de mais idade, iniciando-se os sintomas dolorosos à medida que ocorre o desgaste progressivo da cartilagem.

A artrite reumatoide, muitas vezes, intitulada de reumatismo, é uma doença crónica que cursa com inflamação das articulações e afeta muitas partes do corpo. As mãos são frequentemente atingidas numa fase inicial originando dor e rigidez articular, podendo também conduzir a parestesias na mão (formigueiro nas mãos).

2. Tenossinovite estenosante

O dedo em mola ou dedo em gatilho, também conhecido como tenossinovite estenosante, é uma causa frequente de dor na mão. Quando movemos os dedos, os seus tendões deslizam em túneis chamados bainhas. Em situações em que o normal deslizamento dos tendões dentro da sua bainha é afetado, pode haver uma sensação de ressalto quando se estica e dobra o dedo ou este pode mesmo ficar aprisionado numa posição fletida, estando muitas vezes associado a dor forte na base do dedo.

3. Síndrome do túnel cárpico

A síndrome do canal cárpico é uma causa frequente de dor na mão e ocorre quando o nervo mediano, responsável pela sensibilidade da mão, se torna apertado no seu canal a nível do punho. Esta situação geralmente causa dor na palma da mão e dormência do primeiro, segundo, terceiro e, por vezes, quarto dedos (isto é, polegar, indicador, dedo médio e anelar), poupando o dedo mínimo (dedo mindinho).

4. Tenossinovite de De Quervain

A tenossinovite de De Quervain é um problema que afeta os tendões à volta do dedo polegar, condicionando dor na região do punho e base do primeiro dedo. A inflamação dos tendões à volta da base do polegar interfere com o seu normal deslizamento causando dor, edema, dificuldade em agarrar ou fazer força com o polegar.

5. Neuropatia periférica

A neuropatia periférica é uma situação que causa dor, dormência e fraqueza nas mãos e pés. Esta situação resulta da disfunção dos nervos periféricos, podendo ocorrer em diversas situações, tais como: diabetes, infeções, lesões traumáticas, problemas metabólicos etc.

A neuropatia periférica pode afetar um nervo ou muitos nervos diferentes em todo o corpo, sejam eles sensitivos (responsáveis pela sensibilidade táctil, térmica e dolorosa) ou motores (responsáveis pelo controlo do movimento muscular). O tipo e localização da dor neuropática vai depender de quais nervos estão afetados.

Os sintomas mais frequentes incluem parestesias das mãos e pés, de agravamento progressivo, dor nas mãos e pés e fraqueza muscular ou paralisia.

6. Fenómeno de Raynaud

No fenómeno de Raynaud, certas áreas (particularmente os dedos) ficam adormecidas e frias quando expostas a temperaturas muito baixas. Esta situação resulta de uma resposta exagerada do organismo ao frio e ao stress, em que os pequenos vasos dos dedos fecham de uma forma muito mais rápida e mais intensa do que o normal, causando extremidades frias, alteração da coloração dos dedos, parestesias e dor.

7. Quistos sinoviais

Os quistos sinoviais do punho e mão geralmente não são dolorosos. Tipicamente apresentam-se como uma massa no dorso do punho, mas também podem surgir noutras regiões como no dorso (“parte de cima da mão), ao longo dos dedos ou na ponta dos dedos.

Uma vez que estes são preenchidos com mucina, os quistos sinoviais podem aparecer e desaparecer rapidamente ou mudar de tamanho e podem ser causa de dor ou dormência no punho e mão.

Lesões traumáticas

As lesões da mão são extremamente frequentes, uma vez que estas estão constantemente expostas ao perigo em contextos tão diversos como quedas, durante a prática desportiva e na atividade laboral.

A mão e o punho são constituídos por 27 pequenos ossos que podem ser fraturados de formas muito diversas. Além disso, a mão possui uma anatomia ligamentar e miotendinosa complexa que também pode ser sede de numerosas lesões em contexto de trauma.

As fraturas da mão ou lesões tendinosas / ligamentares podem evoluir de forma desfavorável se não forem tratadas adequadamente, por vezes com consequências desastrosas para a função da mão, pelo que o seu diagnóstico e tratamento atempado são fundamentais.

Outras causas para a dor na mão

Para além das patologias (doenças) atrás elencadas, podem existir outras, causadoras da dor na mão. Causas menos frequentes para a dor na mão incluem:

• Gota;
• Lupus;
• Radiculopatia cervical;
• Tumores benignos dos ossos ou partes moles;
• Tumores malignos;
• Doença Lyme.

Descubra as causas mais frequentes de dor na mão

Tratamento

Uma técnica minimamente invasiva e de rápida execução tem trazido alívio e devolvido a qualidade de vida para esses indivíduos: o uso da radiofrequência.

O tratamento utiliza corrente elétrica em alta frequência por meio de um eletrodo para impedir que os nervos responsáveis pelo estímulo da dor no paciente continuem agindo. “Nos pacientes com artrose de quadril e joelho e naqueles com dor crônica de coluna, a radiofrequência atua nos nervos responsáveis pela condução do estímulo de dor crônica, que já estão sensibilizados e alterados pela doença. Fazemos uma lesão no nervo para interromper o ciclo de dor”, explica o neurocirurgião funcional do Hospital Santa Lúcia, Tiago Freitas.

Como funciona

Segundo o médico, existem vários subtipos de radiofrequência, aplicadas de acordo com o tipo de dor apresentada pelo paciente. A radiofrequência térmica, também chamada de contínua, é a mais comumente realizada. O procedimento ocasiona uma lesão no nervo responsável por transmitir a sensação dolorosa, o que interrompe o processo de dor.

O tratamento por radiofrequência é realizado com anestesia local e sedação (sem anestesia geral), e até mesmo sem necessidade de internação. “Por se tratar de uma técnica minimamente invasiva e rápida, as contraindicações são bastante restritas. Como utilizamos agulhas, de maneira geral essas restrições são para pacientes com problemas de coagulação sanguínea, com processos infecciosos na pele ou extremamente debilitados”, detalha o médico.

“Como uma das ferramentas terapêuticas disponíveis, a radiofrequência auxilia no tratamento de pacientes com quadro de dor e é mais eficaz quando associada a outros métodos, como a fisioterapia, acupuntura e o uso de medicamentos”, explica.

Resultados

A resposta ao procedimento é individual. Alguns pacientes necessitam apenas de uma sessão se associada a outros tratamentos — fisioterapia e medicação. Outros podem se beneficiar por meses ou até alguns anos e voltar a sentir dor. Nesses casos, o procedimento pode ser repetido. “Não existe um limite certo para a repetição do procedimento, já que a lesão dos nervos de dor não é definitiva, mas a associação da radiofrequência a outras terapias de dor pode prolongar seu efeito”, esclarece o neurocirurgião funcional.

23 de abril de 2021 0 comment
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Como aliviar a dor no quadril
Blog RegeniusArtigosQuadril

Como aliviar a dor no quadril

by regenius 23 de abril de 2021

Por se tratar de uma região muito complexa, são necessários certos cuidados para evitar a dor no quadril e até transtornos maiores. Essa estrutura é responsável por sustentar a base da coluna e ligar as pernas ao tronco. Dada esta função de encaixe, é natural que o quadril sofra com o impacto, além de problemas posturais.

São vários os fatores que podem causar dor e desconforto na região. É importante, sempre, estar atento aos sintomas e procurar um médico especialista para analisar o caso. De acordo com Dr. Otávio Melo (@dr_otaviomelo), médico ortopedista e nosso consultor, existem muitas possibilidades de diagnósticos que podem afetar o quadril gerando as dores. Ele nos explica que é muito importante definir primeiramente qual é a causa do sintoma, antes de iniciar o tratamento, e orienta sobre a importância do cuidado para não intensificar problemas, tornando-os crônicos.

Conheça os problemas mais comuns:

Bursite Trocantérica

Bastante comum, é o resultado da inflamação da bolsa (bursa) que existe ao lado da parte superior e lateral do fêmur, e decorre do atrito de um tecido fibroso da coxa sobre o osso.

Tendinopatias

É a inflamação dos tendões em torno do quadril. Pode ser confundida com bursites.

Osteonecrose

Ocorre quando o aporte sanguíneo para a cabeça do fêmur é interrompido, o que provoca a morte de células ósseas, o colapso do osso, deformação e perda de movimentos. Várias são as causas de osteonecrose (uso de corticoide, drogas ilícitas, álcool, dislipidemias, mergulho em águas profundas, entre outras causas)

Dor lombar

Muitos problemas de coluna podem causar dores na região do quadril, sendo que o mais comum são as hérnias de disco e a compressão do nervo isquiático (ciático).

É fundamental consultar um médico para fazer o diagnóstico se a causa é na coluna ou quadril. É comum pessoas com artrose (desgaste) da articulação coxo femoral, ser confundida com lombociatalgia, porque o processo degenerativo (artrose) da articulação coxo femoral pode ter dores referidas na coxa e joelho.

Ressalto no quadril

Caracteriza-se por uma dor em queimação na região lateral (externa) da pelve.

Normalmente não dói, mas a pessoa sente estalido que parece que a junta do quadril sai do lugar, isso se dá pelo ressalto do tecido chamado Banda Iliotibial, junto à parte proximal do fêmur (trocanter maior), nos movimentos de flexão e rotação do quadril e pode ter ressalto do músculo iliopsoas que ocorre na parte da frente da articulação do quadril, também associado a movimento de flexão e rotação do quadril.

Fraturas

Mais comuns em pessoas idosas, geralmente ocorrem no colo do fêmur e parte proximal. Essas fraturas são mais frequentes em mulheres acima de 65 anos e ocorrem, normalmente, por queda, e estão relacionadas a altos índices de mortalidade nos dois primeiros anos. A causa das fraturas normalmente é por uma fragilidade do osso (osteoporose), as causas de osteoporose são várias desde a falta de exercícios, alterações hormonais uso de alguns medicamentos.

Como aliviar a dor no quadril

 

Artrose

É quando gasta a cartilagem na articulação do quadril. Inicialmente pode doer a região da coxa e do joelho, depois pode ter dor na virilha e na sequência a pessoa começa a perder o movimento de rodar e abrir a coxa.

Tratamento

Os tratamentos devem ser planejados de maneira individualizada, respeitando as particularidades de cada indivíduo. Não existem duas pessoas iguais, assim como não existem duas articulações ou duas lesões idênticas. Antes de definir quais os métodos a serem aplicados, é indispensável discutir em detalhes cada ponto do diagnóstico, esclarecendo as possíveis dúvidas.

Antes de tomar a decisão sobre qual protocolo será executado, é importante apresentar as vantagens e desvantagens de cada opção terapêutica. Para a grande maioria das lesões o caminho a ser seguido é de se realizar inicialmente o tratamento não-cirúrgico, que pode trazer grandes benefícios sem que haja a exposição aos riscos de um procedimento mais agressivo.

Nesse link você encontra as principais opções de tratamentos disponíveis CLIQUE AQUI

23 de abril de 2021 0 comment
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Descubra as 6 principais causas de dor no quadril
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Dor no quadril: Descubra as 6 principais causas

by regenius 23 de abril de 2021

O quadril é uma articulação que conecta o tronco aos membros inferiores, responsável por funções como suportar o peso, manter o equilíbrio do corpo em posições estáticas e durante o movimento. Em consequência dessas funções, a região tende a apresentar algumas lesões e desgastes naturais com o passar do tempo. Mas afinal, o que causa a dor no quadril?

As dores no quadril são sintomas comuns e, na maioria das vezes, sem gravidade, podem ser solucionadas com um pouco de repouso e medicamentos. No entanto, quando a dor persistir por 15 dias ou mais e não melhorar com os cuidados, será preciso dar uma atenção maior para essa situação.

Com o envelhecimento da população, ocorre um maior número de problemas, e é notória a possibilidade de surgirem algumas doenças, que tornam imprescindível o cuidado prévio com essa região, especialmente das pessoas acima de 60 anos, que já possuem um histórico familiar e que se submetem a movimentos repetitivos no ambiente de trabalho, por exemplo.

O que causa a dor no quadril?

É possível afirmar que a causa da dor pode estar relacionada a algumas situações que devem ser tratadas com o acompanhamento de um médico especialista e de confiança, sendo elas:

1- Artrite ou artrose

Com o desgaste nas articulações do quadril, a artrose entra em ação. Tal doença é muito mais comum em idosos, dificultando e limitando a movimentação ao caminhar, sentar ou praticar qualquer atividade que se relacione com o quadril.

Tratamento: consultar um especialista e seguir as suas recomendações, bem como realizar sessões de fisioterapia para amenizar a inflamação da articulação.

2- Tendinite

A tendinite causa dor nas articulações do quadril, e com a prática de atividades físicas, ela piora, podendo expandir para a perna. Ela é muito presente em atletas, o que deixa nítido que a sua tendência é aparecer após a prática de exercícios.

Tratamento: compressa morna sobre o quadril durante 15 minutos, 2 a 3 vezes ao dia durante 3 dias seguidos, aplicação de alguma pomada anti-inflamatória e auxílio de médico especializado.

Descubra as 6 principais causas de dor no quadril

3- Bursite

Com a inflamação da bursa — parte superior lateral do fêmur, que pode ser inflamada a partir do atrito entre o fêmur e o quadril — dá-se a bursite, gerando muita dor no quadril. Ela pode afetar o meio da articulação, irradiar para a lateral da coxa e até causar um inchaço no local.

Tratamento: fazer compressas quentes na região lateral do quadril, realizar exercícios de alongamento para aliviar a dor e buscar uma consulta médica.

4- Inflamação do nervo ciático

A dor causada pela inflamação do nervo ciático tende a ser intensa na parte detrás do quadril, na parte do glúteo e passa para a perna, podendo causar uma sensação de queimação e limitação no movimento. Essa inflamação pode ser causada por impactos em exercícios e é muito frequente em pessoas mais velhas.

Tratamento: massagens e alongamentos na região para aliviar a dor, sessões de fisioterapia e auxílio de um médico de confiança.

5- Luxação ou fratura no quadril

Dor desconfortável para caminhar, dificuldade para sentar-se e para se levantar podem ser sinais de luxação, ou seja, a articulação saiu do lugar. Porém, existe a possibilidade de ser uma fratura, principalmente em casos de quedas de idosos.

Tratamento: nesse caso, é importante ir ao hospital o mais rápido possível e seguir as recomendações.

6- Dor no quadril na gravidez

Com efeito da relaxina — hormônio que causa amolecimento nas articulações pélvicas e nos ossos —, o quadril fica mais maleável e gera um maior desconforto.

Tratamento: a mulher pode utilizar uma cinta para o seu bem-estar. Realizar exercícios sob supervisão como pilates e massagens pode auxiliar no controle da dor.

Conheça o tratamento

Tendo em vista as possíveis causas da dor nos quadris, é perceptível a importância de uma consulta, de um acompanhamento médico e fisioterapêutico para que o diagnóstico seja realizado de forma correta, possibilitando que o progresso seja efetivo e mais rápido.

O tratamento será direcionado a partir do diagnóstico. Sendo assim, é importante salientar que a fisioterapia está presente em quase todos os métodos de tratamento, seja dor no quadril direito, seja dor no quadril esquerdo. De fato, as formas de tratamento são, geralmente, a base de fisioterapia, de acompanhamento médico e de medicamentos, sem precisar de cirurgia. Entretanto, ainda existem casos que o processo cirúrgico é necessário, juntamente com a fisioterapia no pós-operatório.

Saiba como se prevenir

Conhecer as formas de prevenção da dor no quadril é a forma mais importante e eficaz para lidar com a possibilidade de contrair alguma patologia relacionada à dor no osso do quadril e nas articulações. Portanto, veja 7 formas de prevenir a dor:

• Busque manter um peso adequado para a estrutura do seu corpo;
• Pratique atividades físicas com frequência e com a ajuda de um profissional especializado;
• O alongamento deve fazer parte da sua rotina;
• Procure fortalecer a região do quadril;
• Combata o sedentarismo;
• Sempre que sentir alguma dor, evite forçar e procure um médico especializado e de confiança;
• Caso tenha um tratamento recomendado pelo médico, não deixe de seguir.

É evidente que a dor no quadril e o agravamento dela podem ser evitados. Contudo, se mesmo com os métodos de prevenção, a dor nos ossos do quadril aparecer, é interessante saber a importância de como agir imediatamente:

• Busque uma posição segura que não force o quadril;
• Aplique compressas quentes na lateral do quadril;
• Procure um médico que seja especializado no assunto. Esse método é o mais importante. A partir disso, você pode se tranquilizar e seguir as instruções do profissional, uma vez que ele vai ajudar você a ter uma qualidade de vida mais saudável e livre da dor nos quadris.

• O uso de aparelhos como nos protocolos Ortolaser, Magneto-Regen ou infiltrações como Visco-Regen auxiliam na redução da dor.

Quer saber mais sobre a dor no quadril, as suas causas e como se prevenir? Acompanhe o trabalho do Instituto Regenius e veja mais informações sobre as dores nos quadris, outras formas de prevenção, conheça profissionais qualificados para acompanhar você e tirar todas as suas dúvidas sobre essas dores que incomodam tanto ou que podem vir a incomodar.

Acesse o site e agende um atendimento com um especialista. Previna-se e tenha uma vida saudável e mais confortável.

23 de abril de 2021 0 comment
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Como tratar a epicondilite do cotovelo
Blog RegeniusArtigosCotovelo

Como tratar a epicondilite do cotovelo

by regenius 23 de abril de 2021

A verdade é que a epicondilite do cotovelo é dolorosa, muito incômoda e limitante. Afinal, ela afeta uma articulação importante e amplamente requisitada para várias tarefas do dia a dia.

Precisamos flexionar e estender os braços para cumprir ações nos serviços domésticos, no trabalho, durante o lazer ou ao praticar exercícios físicos. Quando a dor no cotovelo se manifesta, ela causa limitações de movimentos. Isso porque, ao realizá-los, sentimos desconforto ou nem mesmo conseguimos mover o braço. Também é possível que ocorram sensações de pontada ou até mesmo perda de força ou resistência

Quando a dor no cotovelo é causada por alguma inflamação, como a tendinite, podemos observar também outros sintomas, como:

• Inchaços;
• Sensação de calor na região;
• Vermelhidão na pele;
• Formigamentos ou latejamento;
• Sensibilidade.

Destaca-se que, mesmo quando a dor está amena, ela exige cuidado. Precisamos ficar atentos para observar se o quadro não sofrerá uma evolução. Afinal, dependendo do que está causando essa manifestação, existe a possibilidade de agravamento do problema com sintomas mais intensos.

Causas da dor no cotovelo

Conforme explicamos no item anterior, a dor no cotovelo pode ser desencadeada por uma tendinite. Esse problema é uma inflamação que afeta os tendões e, quando ocorre nessa região, prejudica a articulação e limita os movimentos.

Porém, a dor se manifesta em função de várias outras causas, estando relacionada a alguns problemas, como:

• Bursite;
• Luxação;
• Artrite;
• Artrose;
• Infecções
• Tensão.

De toda forma, existe uma inflamação que é muito comum e se caracteriza como uma das principais causas da dor no cotovelo. Estamos falando da epicondilite. Veja a seguir as suas características.

Epicondilite

A epicondilite, também conhecida como cotovelo de golfista, é uma inflamação dos tendões responsáveis pela flexão do punho. Pode parecer estranho, mas eles se estendem do cotovelo até os dedos, possibilitando os movimentos que fazemos com as mãos, como girar a palma para baixo ou para cima.

A epicondilite recebe esse nome porque tem uma alta incidência entre os praticantes de golfe. Afinal, ela se relaciona com o esforço excessivo ou com a sobrecarga dos tendões, que ocorre em função de movimentos repetitivos. Por isso, outros grupos de pessoas também estão suscetíveis a esse mal, por exemplo:

• Jogadores de tênis, rúgbi, squash e futebol americano;
• Praticantes de canoagem, remo e musculação;
• Jardineiros;
• Agricultores;
• Encanadores;
• Usuários de computador;
• Trabalhadores de linhas de montagem;
• Operários da construção civil.

A epicondilite também ocorre quando há falta de flexibilidade nos músculos ou desequilíbrio muscular. Ainda, é possível seu aparecimento em indivíduos de idade avançada. Sendo assim, qualquer pessoa pode ser acometida por uma dor no cotovelo devido a esse mal.

Para saber se é esse o seu caso ou não, você pode analisar os sintomas. A epicondilite desencadeia manifestações diversas, como:

• Dor aguda partindo da face interna do cotovelo até o dedo mínimo (mindinho);
• Dor ao manter a palma da mão para cima com o braço esticado;
• Dor ao apertar a mão;
• Dor ao movimentar o pulso;
• Sensação de formigamento nos dedos ou no antebraço;
• Dificuldade para flexionar o cotovelo;
• Perda de força para fazer tarefas simples (segurar um copo).

É importante saber que a epicondilite desencadeia sintomas amenos no começo, mas que tendem a aumentar sua intensidade com a repetição dos movimentos. Então, esteja atento se os incômodos não regredirem ou piorarem.

Tratamento

Uma técnica minimamente invasiva e de rápida execução tem trazido alívio e devolvido a qualidade de vida para esses indivíduos: o uso da radiofrequência.

O tratamento utiliza corrente elétrica em alta frequência por meio de um eletrodo para impedir que os nervos responsáveis pelo estímulo da dor no paciente continuem agindo.

Como funciona

Existem vários subtipos de radiofrequência, aplicadas de acordo com o tipo de dor apresentada pelo paciente. A radiofrequência térmica, também chamada de contínua, é a mais comumente realizada. O procedimento ocasiona uma lesão no nervo responsável por transmitir a sensação dolorosa, o que interrompe o processo de dor.

O tratamento por radiofrequência é realizado com anestesia local e sedação (sem anestesia geral), e até mesmo sem necessidade de internação. As contraindicações são bastante restritas, servem especialmente pacientes com problemas de coagulação sanguínea,  processos infecciosos ou muito debilitados.

A técnica se torna ainda mais eficaz no alívio da dor quando associada a outros métodos, como a fisioterapia, acupuntura e o uso de medicamentos.

Resultados

A resposta ao procedimento é individual. Alguns pacientes necessitam apenas de uma sessão se associada a outros tratamentos — fisioterapia e medicação. Outros podem se beneficiar por meses ou até alguns anos e voltar a sentir dor. Nesses casos, o procedimento pode ser repetido.

23 de abril de 2021 0 comment
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