• Home
  • Artrose
    • Artrose

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Artrose

      Colágeno na Artrose de Joelho: Mito ou Verdade?

      29 de outubro de 2024

      Artrose

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Artrose

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Artrose

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Coluna
    • Coluna

      Adoçantes artificiais e emagrecimento. São a melhor opção?

      13 de julho de 2023

      Coluna

      Pontos de Gatilho e Alívio para Dores Crônicas…

      9 de junho de 2023

      Coluna

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Coluna

      Azul de metileno e Parkinson: Estudos promissores!

      26 de abril de 2023

      Coluna

      Bloqueio e infiltração contra dores na coluna! Saiba…

      24 de maio de 2022

  • Dor Crônica
    • Dor Crônica

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Dor Crônica

      Dor no joelho: cirurgia é a única opção?

      12 de setembro de 2023

      Dor Crônica

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Joelho
    • Joelho

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Joelho

      Viscosuplementação: Você sabe o que é?

      23 de maio de 2023

      Joelho

      Artrose na coluna dorsal: O que é ,sintomas…

      26 de maio de 2022

      Joelho

      3 situações em que a infiltração do joelho…

      22 de abril de 2022

      Joelho

      6 Exercícios para o fortalecimento do joelho: saiba…

      11 de abril de 2022

  • Ombro
    • Ombro

      Menopausa e osteoporose:

      28 de junho de 2023

      Ombro

      Lesão do manguito rotador e obesidade: Você sabe…

      28 de novembro de 2022

      Ombro

      DOR NO OMBRO? SAIBA QUANDO PROCURAR AJUDA!

      27 de dezembro de 2021

      Ombro

      ESPORTES QUE CAUSAM MAIS IMPACTO NO OMBRO

      8 de dezembro de 2021

      Ombro

      Capsulite Adesiva: como identificar

      17 de maio de 2021

artrose e sono
Blog RegeniusArtrose

Artrose: entenda a relação entre a dor e a qualidade do sono

by Otávio Melo 2 de setembro de 2021

O que é Artrose?

É um problema que atinge, pelo menos, 15 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde, a artrose é uma doença que provoca o desgaste da cartilagem, responsável por proteger e impedir o contato entre as extremidades dos ossos.

Quando a artrose acomete as articulações, o atrito provocado gera grandes dores e até deformações da estrutura óssea do corpo, principalmente nos joelhos, na coluna, no quadril e nas mãos.

A doença pode ser dividida em origem primária e secundária, em que a primária corresponde a pessoas que desenvolvem a artrose de maneira natural, por desgaste gerado ao longo dos anos e pela realização repetitiva e excessiva das articulações daquela região.

Já a secundária diz respeito à artrose relacionada a outros problemas ou comorbidades, como:

  • Pessoas idosas;
  • Pacientes obesos/acima do peso;
  • Diabéticos;
  • Quem já possui lesão ou deformidades ósseas;
  • Pessoas com osteoporose.

É importante ressaltarmos que, apesar de não ter cura, existem tratamentos que diminuem e retardam o avanço da artrose, promovendo a qualidade de vida de quem precisa conviver com o problema.

Mais comum entre pessoas acima de 60 anos, a artrose acomete, geralmente, as articulações das mãos, dos joelhos, da coluna e do quadril. Conviver com esse prognóstico, no início, não é fácil, contudo, existem formas de diminuir os sintomas e resgatar a qualidade de vida do paciente.

Qual o sintoma da artrose?

Para quem sofre com artrose, a dor é, sem dúvidas, o sintoma mais comum. Contudo, somados a ela, existem diversos outros incômodos, como o inchaço da região. Na fase inicial, é possível identificar pequenos estalidos ao mexer as articulações, como do joelho ou das mãos. Após períodos de repouso, o paciente pode notar, também, certa rigidez nas articulações, bem como a sensação de limitação dos movimentos com o passar do tempo.

Para quem convive com a artrose, existem alguns fatores de risco que são cruciais para o aparecimento dos sintomas, além de determinarem a seriedade e a delicadeza do caso, como a obesidade, que força o corpo a lidar com um peso maior do que o indicado, além de precisar absorver mais impactos, gerando cansaço, fadiga e uma demanda maior da estrutura óssea.

A idade também é algo que requer mais atenção. Com o desgaste natural das articulações e cartilagens, os sintomas podem aparecer ao longo dos anos e se agravarem após os 60 anos. Nesse caso, é importante que se faça um acompanhamento para indicação do tratamento mais adequado para o idoso.

Consequências do sono não reparador

Sendo consequência dos quadros de dor, o sono é um dos principais prejudicados. Com isso, são desencadeados diversos outros problemas. Quando o sono está desregulado, o funcionamento do organismo é diretamente prejudicado, porque precisamos de uma quantidade certa de horas de repouso físico e mental para que os processos internos sejam realizados e regulados da maneira correta.

Outro problema que surge em consequência disso é a baixa da imunidade, já que a produção de anticorpos está prejudicada. São notadas, também, deficiências de vitaminas essenciais que não são absorvidas da maneira adequada pelo organismo.

Para além dos sintomas físicos relatados por quem sofre com os quadros de insônia e sono não reparados, os picos de estresse são relatados em decorrência das dores e da falta de qualidade do sono. As alterações de humor também se fazem presentes e geram transtornos nas relações interpessoais de quem precisa conviver com a artrose.

Esse incômodo é presente em pessoas com outras doenças relacionadas à dor, como fibromialgia, hérnias de disco, rompimento dos ligamentos, entre outras. Em todas elas, é quase unanimidade o estresse causado pela dor e pelas horas de sono mal dormidas.

Como amenizar os sintomas da artrose

Para quem sofre com a artrose, uma das formas de tratamento
é a utilização da radiofrequência. Sendo uma técnica não invasiva, é realizada
por meio do uso de correntes elétricas de alta frequência, a fim de se
interromper a atividade dos nervos responsáveis por gerar a sensação de dor,
devolvendo a qualidade de vida ao paciente.

Alinhada a essa técnica, o tratamento multidisciplinar é
recomendado para retardar as sequelas trazidas com o desgaste das articulações.
A realização de fisioterapias é uma das ações que ajudam a obter os melhores
resultados. Sendo acompanhada por uma equipe capacitada desde o início, a ação da artrose
pode ser retardada e o paciente pode conviver com a doença de uma forma menos dolorosa e agressiva.

Faça acompanhamento com um especialista

Quando tratada da maneira adequada, o paciente consegue conviver com a artrose sem sofrer com os fortes sintomas. Para isso, o acompanhamento adequado de um médico  com especialidade em reumatologia é imprescindível. É esse especialista que, por meio da associação de métodos, poderá promover resultados satisfatórios e proporcionar uma melhor qualidade de vida para quem precisa conviver com esse problema.

No Regenius Instituto, os pacientes contam com uma equipe altamente capacitada e preparada para oferecer os mais diferentes tratamentos, sejam eles cirúrgicos, sejam injetáveis ou não invasivos. Em se tratando de artrose, os cuidados certos podem fazer toda diferença para a diminuição e o retardo dos sintomas. Com mais de 16 anos de experiência e 99% de aprovação dos pacientes, no instituto, são promovidas técnicas que favorecem o processo natural de cura do próprio corpo.

As técnicas utilizadas em atletas de elite são adaptadas para que todos possam ter acesso a um tratamento de qualidade, com ótimos níveis de sucesso. Entre em contato e saiba mais sobre como o Regenius Instituto pode ajudar você!

2 de setembro de 2021 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
artrose
Blog RegeniusArtrose

Artrose: Problema que afeta mais de 15 milhões de brasileiros

by Otávio Melo 20 de agosto de 2021

Mais comum entre pessoas acima de 60 anos, a artrose acomete, geralmente, as articulações das mãos, dos joelhos, da coluna e do quadril. Conviver com esse prognóstico, no início, não é fácil, contudo, existem formas de diminuir os sintomas e resgatar a qualidade de vida do paciente.

Devido às dores intensas, nem sempre alcançar a regularidade do sono é algo possível. Continue a leitura e entenda a relação entre a qualidade do sono, a intensificação dos sintomas e a importância de se combater esse ciclo.

O que é artrose

Sendo um problema que atinge, pelo menos, 15 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde, a artrose é uma doença que provoca o desgaste da cartilagem, responsável por proteger e impedir o contato entre as extremidades dos ossos.

Quando a artrose acomete as articulações, o atrito provocado gera grandes dores e até deformações da estrutura óssea do corpo, principalmente nos joelhos, na coluna, no quadril e nas mãos.

A doença pode ser dividida em origem primária e secundária, em que a primária corresponde a pessoas que desenvolvem a artrose de maneira natural, por desgaste gerado ao longo dos anos e pela realização repetitiva e excessiva das articulações daquela região.

Já a secundária diz respeito à artrose relacionada a outros problemas ou comorbidades, como:

  • Pessoas idosas;
  • Pacientes obesos/acima do peso;
  • Diabéticos;
  • Quem já possui lesão ou deformidades ósseas;
  • Pessoas com osteoporose.

É importante ressaltarmos que, apesar de não ter cura, existem tratamentos que diminuem e retardam o avanço da artrose, promovendo a qualidade de vida de quem precisa conviver com o problema.

Qual o sintoma da artrose?

Para quem sofre com artrose, a dor é, sem dúvidas, o sintoma mais comum. Contudo, somados a ela, existem diversos outros incômodos, como o inchaço da região.

Na fase inicial, é possível identificar pequenos estalidos ao mexer as articulações, como do joelho ou das mãos. Após períodos de repouso, o paciente pode notar, também, certa rigidez nas articulações, bem como a sensação de limitação dos movimentos com o passar do tempo.

Para quem convive com a artrose, existem alguns fatores de risco que são cruciais para o aparecimento dos sintomas, além de determinarem a seriedade e a delicadeza do caso, como a obesidade, que força o corpo a lidar com um peso maior do que o indicado, além de precisar absorver mais impactos, gerando cansaço, fadiga e uma demanda maior da estrutura óssea.

A idade também é algo que requer mais atenção. Com o desgaste natural das articulações e cartilagens, os sintomas podem aparecer ao longo dos anos e se agravarem após os 60 anos. Nesse caso, é importante que se faça um acompanhamento para indicação do tratamento mais adequado para o idoso.

Consequências do sono não reparador

Sendo consequência dos quadros de dor, o sono é um dos principais prejudicados. Com isso, são desencadeados diversos outros problemas.

Quando o sono está desregulado, o funcionamento do organismo é diretamente prejudicado, porque precisamos de uma quantidade certa de horas de repouso físico e mental para que os processos internos sejam realizados e regulados da maneira correta.

Outro problema que surge em consequência disso é a baixa da imunidade, já que a produção de anticorpos está prejudicada.

São notadas, também, deficiências de vitaminas essenciais que não são absorvidas da maneira adequada pelo organismo.

Para além dos sintomas físicos relatados por quem sofre com os quadros de insônia e sono não reparados, os picos de estresse são relatados em decorrência das dores e da falta de qualidade do sono.

As alterações de humor também se fazem presentes e geram transtornos nas relações interpessoais de quem precisa conviver com a artrose.

Esse incômodo é presente em pessoas com outras doenças relacionadas à dor, como fibromialgia, hérnias de disco, rompimento dos ligamentos, entre outras.

Em todas elas, é quase unanimidade o estresse causado pela dor e pelas horas de sono mal dormidas.

Como amenizar os sintomas da artrose

Para quem sofre com a artrose, uma das formas de tratamento é a utilização da radiofrequência.

Sendo uma técnica não invasiva, é realizada por meio do uso de correntes elétricas de alta frequência, a fim de se interromper a atividade dos nervos responsáveis por gerar a sensação de dor, devolvendo a qualidade de vida ao paciente.

Alinhada a essa técnica, o tratamento multidisciplinar é recomendado para retardar as sequelas trazidas com o desgaste das articulações.

A realização de fisioterapias é uma das ações que ajudam a obter os melhores resultados. Sendo acompanhada por uma equipe capacitada desde o início, a ação da artrose pode ser retardada e o paciente pode conviver com a doença de uma forma menos dolorosa e agressiva.

Faça acompanhamento com um especialista

Quando tratada da maneira adequada, o paciente consegue conviver com a artrose sem sofrer com os fortes sintomas. Para isso, o acompanhamento adequado de um médico com especialidade em reumatologia é imprescindível.

É esse especialista que, por meio da associação de métodos, poderá promover resultados satisfatórios e proporcionar uma melhor qualidade de vida para quem precisa conviver com esse problema.

No Regenius Instituto, os pacientes contam com uma equipe altamente capacitada e preparada para oferecer os mais diferentes tratamentos, sejam eles cirúrgicos, sejam injetáveis ou não invasivos.

Em se tratando de artrose, os cuidados certos podem fazer toda diferença para a diminuição e o retardo dos sintomas. Com mais de 16 anos de experiência e 99% de aprovação dos pacientes, no instituto, são promovidas técnicas que favorecem o processo natural de cura do próprio corpo. 

As técnicas utilizadas em atletas de elite são adaptadas para que todos possam ter acesso a um tratamento de qualidade, com ótimos níveis de sucesso. Entre em contato e saiba mais sobre como o Regenius Instituto pode ajudar você!

20 de agosto de 2021 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Radiofrequência
Blog RegeniusDor Crônica

Conheça já os 4 benefícios da Radiofrequência

by Otávio Melo 17 de agosto de 2021

O que é e para que serve a radiofrequência

O uso de radiofrequência se tornou muito popular nos últimos anos em tratamentos estéticos. Algumas das principais recomendações do método é para a redução da flacidez e das linhas de expressão. Praticamente livre de riscos e contraindicações, continua a ser utilizado com bons resultados e cada vez mais adesão.

O que muita gente talvez não saiba é que os benefícios da radiofrequência também se estendem a outras áreas, como a Ortopedia. Existem vários subtipos do tratamento e é por isso que a mesma estratégia serve para vários efeitos, sempre com a vantagem de menos riscos associados.

Nunca ouviu falar em radiofrequência e quer entender melhor como esse procedimento pode melhorar a sua condição? Leia esse post até o fim para saber mais a prática, as suas vantagens e como funciona.

Apesar de parecer uma novidade, a verdade é que a radiofrequência já é utilizada como procedimento médico há quase 80 anos. É um procedimento minimamente invasivo que faz uso de uma corrente elétrica de alta frequência para agir no nervo que envia os estímulos de dor ao cérebro.

Ao atingir essa estrutura, a técnica promove um alívio imediato, trazendo uma melhora significativa no quadro de pacientes que sofrem com dor crônica há anos. Mesmo quando já foram submetidos a cirurgias invasivas e continuam a ser atormentados com o mal, finalmente encontram solução na radiofrequência.

Muitas áreas da Medicina se beneficiam com o uso dessa técnica, inclusive a Neurocirurgia e Oftalmologia. Rápida e com a utilização de um equipamento muito menor que o utilizado em procedimentos cirúrgicos, a radiofrequência acaba por ser mais precisa graças ao uso de tecnologia avançada que permite a localização exata do nervo que precisa ser “danificado”.

Como já foi mencionado, esse é um procedimento adequado para quadros de dor crônica, seja ela na coluna ou nas articulações, como o joelho. Condições como hérnia de disco e artrose estão entre as que podem ser tratadas com o auxílio desta técnica, pois promete recuperar a possibilidade de exercer os mais simples movimentos sem dores.

Quais são os benefícios da radiofrequência

Uma das maiores vantagens da radiofrequência é que é uma técnica pouco invasiva. Diferentemente dos procedimentos cirúrgicos, não existem grandes cortes, o que reduz a praticamente zero a possibilidade de infecções. Além disso, a utilização é feita apenas com anestesia local e sedação. O paciente nunca recebe anestesia geral, diferente das cirurgias.

Outro fator bastante positivo é que as contraindicações do uso da radiofrequência são bastante pequenas quando comparadas com as de outros tratamentos.

Basicamente, só existem restrições para pacientes que estejam bastante debilitados, para aqueles que tenham problemas de coagulação sanguínea ou condições na pele incompatíveis com o uso das agulhas, essenciais para a execução do procedimento.

Vale ressaltar ainda que, os efeitos da radiofrequência são duradouros mesmo em pacientes que sofrem de dores crônicas e processos inflamatórios até então recorrentes. Nesse casos, quando associado à fisioterapia e acupuntura, por exemplo, os resultados são notórios e muitos pacientes podem nem voltar a precisar de outra intervenção.

Se for necessário, é possível repetir a radiofrequência com segurança, depois de analisado novamente o caso do paciente, pois não existe um limite de vezes que possa ser realizado. Isso acontece porque os nervos regeneram-se e a lesão causada pelo procedimento pode desaparecer.

Em um estudo de caso apresentado em 2019 durante a reunião da Sociedade Americana de Anestesia Regional e Medicina da Dor, foi constatada a eficácia do uso de radiofrequência em pacientes com queixas de dores sacroilíacas.

Uma equipe de médicos do Western Reserve Hospital constatou que dois terços dos pacientes tiveram alívio das dores por três meses depois da realização do procedimento. Além disso, metade deles reduziu o uso de medicação em até 30%, um resultado admirável e importante para quem convive com dores crônicas.

Uma das maiores preocupações em relação aos pacientes com essas condições é justamente o abuso e a dependência de opiáceos para lidar com as dores. A eficácia da radiofrequência traz esperança e a possibilidade de uma rotina sem tanta intervenção, ou até mesmo livre, de fármacos.

Ao recorrer a esse procedimento, é essencial ter o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que possa introduzir também outros tratamentos. Afinal, já está mais do que comprovado que a radiofrequência tem efeitos mais duradouros com terapias adequadas e continuadas.

  • Sabia que dores crônicas podem ser prevenidas? Baixe agora mesmo o Guia sobre Postura Corporal e entenda como!

Como são as sessões de radiofrequência

O paciente é posicionado de acordo com a localização da
lesão que vai ser tratada. Se for no joelho, por exemplo, ficará de barriga
para cima. Caso a origem da dor esteja na coluna, será colocado na maca de
barriga para baixo. A seguir, recebe a anestesia local e a sedação, sendo
frequentemente monitorizado.

Para localizar corretamente o nervo que precisa de
intervenção, o cirurgião se utiliza de equipamentos de imagem como raio X e
tomografia. Agulhas especiais são inseridas nos pontos e os aparelhos de
radiofrequência liberam ondas que lesionam a parte do nervo responsável pela
sensação de dor.

No caso da radiofrequência térmica, a mais utilizada, a
máquina realiza o procedimento utilizando calor. O mais importante é que a
técnica se concentra apenas para impedir o envio de estímulos dolorosos aos
cérebro. Os estímulos de sensibilidade e força são mantidos, garantindo que o
paciente não tenha qualquer consequência a nível motor.

Em média, a sessão dura de 45 a 60 minutos e depois não há
qualquer necessidade de internação. Liberado para ir para casa, o paciente pode
relatar posteriormente algum desconforto na região, mas muito menos
significativo que se tivesse sido submetido a uma cirurgia aberta.

O tempo de recuperação é tão rápido, que é possível retomar
as atividades normais poucas horas depois, sempre com consciência,
responsabilidade e atenção para qualquer situação fora do comum.

Se você sofre com dores crônicas, saiba que a chave para ter
mais qualidade de vida pode estar em uma sessão de radiofrequência, então
sinta-se à vontade para agendar uma consulta e fazer uma avaliação conosco.

O paciente é posicionado de acordo com a localização da lesão que vai ser tratada. Se for no joelho, por exemplo, ficará de barriga para cima. Caso a origem da dor esteja na coluna, será colocado na maca de barriga para baixo. A seguir, recebe a anestesia local e a sedação, sendo frequentemente monitorizado.

Para localizar corretamente o nervo que precisa de intervenção, o cirurgião se utiliza de equipamentos de imagem como raio X e tomografia. Agulhas especiais são inseridas nos pontos e os aparelhos de radiofrequência liberam ondas que lesionam a parte do nervo responsável pela sensação de dor.

No caso da radiofrequência térmica, a mais utilizada, a máquina realiza o procedimento utilizando calor. O mais importante é que a técnica se concentra apenas para impedir o envio de estímulos dolorosos aos cérebro. Os estímulos de sensibilidade e força são mantidos, garantindo que o paciente não tenha qualquer consequência a nível motor.

Em média, a sessão dura de 45 a 60 minutos e depois não há qualquer necessidade de internação. Liberado para ir para casa, o paciente pode relatar posteriormente algum desconforto na região, mas muito menos significativo que se tivesse sido submetido a uma cirurgia aberta.

O tempo de recuperação é tão rápido, que é possível retomar as atividades normais poucas horas depois, sempre com consciência, responsabilidade e atenção para qualquer situação fora do comum.

Se você sofre com dores crônicas, saiba que a chave para ter mais qualidade de vida pode estar em uma sessão de radiofrequência, então sinta-se à vontade para agendar uma consulta e fazer uma avaliação conosco.

17 de agosto de 2021 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Tratamentos Regenerativos
Medicina RegenerativaArtroseBlog RegeniusJoelho

5 principais tratamentos regenerativos para doenças ortopédicas

by Otávio Melo 12 de agosto de 2021

As doenças ortopédicas são frequentes na população e apresentam sintomas muito desconfortáveis. Com o avanço da medicina e a possibilidade de tratamentos regenerativos, essas enfermidades tendem a diminuir a partir de métodos mais novos e eficazes.

Quer saber mais sobre os possíveis tratamentos regenerativos para as doenças ortopédicas? Então, continue lendo este texto!

Doenças ortopédicas

As doenças ortopédicas dizem respeito aos problemas presentes nos ossos, tendões e ligamentos. Assim sendo, sabemos que se tratam de problemas muito incômodos, havendo a necessidade de se  buscar médicos especialistas como a equipe do Regenius Instituto.

Conheça alguns problemas ortopédicos

1.    Tendinite

A tendinite é quando o tendão — fibra responsável por unir o músculo ao osso — sofre uma lesão ou uma inflamação. Essa doença se caracteriza por provocar muita dor e inchaço no tendão, podendo afetar qualquer parte do corpo, porém são mais frequentes no ombro, no punho, na mão, no joelho e no tornozelo.

2.    Bursite

É uma inflamação da bursa sinovial — um tecido que atua como uma pequena almofada localizada no interior de uma articulação, evitando o atrito entre o tendão e o osso. No caso da bursite no ombro, existe uma dor localizada na parte superior e anterior do ombro e uma dificuldade de movimento.

3.    Distensão muscular

É quando acontece de um músculo ser esticado demais, gerando a ruptura de algumas fibras musculares ou de todo o músculo envolvido.

4.    Ruptura de ligamento

Muito comum em práticas esportivas, ela acontece quando o pé está fortemente apoiado no chão e a perna sofre uma rotação brusca. Em decorrência do grande número de pessoas atingidas por esses problemas, novos tipos de tratamentos são necessários. Os tratamentos regenerativos têm destaque na área.

Tratamentos regenerativos na ortopedia

Tratamentos regenerativos são bastante comuns na área da saúde. De maneira geral, trata-se de procedimentos que aceleram o ritmo de regeneração das funções normais de tecidos.

Na área da ortopedia, os tratamentos regenerativos obtiveram um maior destaque, trazendo bons procedimentos e bons resultados. Apesar de haver um leque de possibilidades de tratamento, cada caso é único e necessita de um tratamento adequado para se ter uma melhora efetiva.

 As doenças ortopédicas são frequentes na população e apresentam sintomas muito desconfortáveis. Com o avanço da medicina e a possibilidade de tratamentos regenerativos, essas enfermidades tendem a diminuir a partir de métodos mais novos e eficazes.

Quer saber mais sobre os possíveis tratamentos regenerativos para as doenças ortopédicas? Então, continue lendo este texto!

Doenças ortopédicas

As doenças ortopédicas dizem respeito aos problemas presentes nos ossos, tendões e ligamentos. Assim sendo, sabemos que se tratam de problemas muito incômodos, havendo a necessidade de se  buscar médicos especialistas como a equipe do Regenius Instituto.

Conheça alguns problemas ortopédicos

1.    Tendinite

A tendinite é quando o tendão — fibra responsável por unir o músculo ao osso — sofre uma lesão ou uma inflamação. Essa doença se caracteriza por provocar muita dor e inchaço no tendão, podendo afetar qualquer parte do corpo, porém são mais frequentes no ombro, no punho, na mão, no joelho e no tornozelo.

2.    Bursite

É uma inflamação da bursa sinovial — um tecido que atua como uma pequena almofada localizada no interior de uma articulação, evitando o atrito entre o tendão e o osso. No caso da bursite no ombro, existe uma dor localizada na parte superior e anterior do ombro e uma dificuldade de movimento.

3.    Distensão muscular

É quando acontece de um músculo ser esticado demais, gerando a ruptura de algumas fibras musculares ou de todo o músculo envolvido.

4.    Ruptura de ligamento

Muito comum em práticas esportivas, ela acontece quando o pé está fortemente apoiado no chão e a perna sofre uma rotação brusca. Em decorrência do grande número de pessoas atingidas por esses problemas, novos tipos de tratamentos são necessários. Os tratamentos regenerativos têm destaque na área.

Tratamentos regenerativos na ortopedia

Tratamentos regenerativos são bastante comuns na área da saúde. De maneira geral, trata-se de procedimentos que aceleram o ritmo de regeneração das funções normais de tecidos.

Na área da ortopedia, os tratamentos regenerativos obtiveram um maior destaque, trazendo bons procedimentos e bons resultados. Apesar de haver um leque de possibilidades de tratamento, cada caso é único e necessita de um tratamento adequado para se ter uma melhora efetiva.

Ortopedia Regenerativa


Acessar Ebook!

Quais os tratamentos regenerativos?

Os procedimentos a seguir são todos ambulatoriais. Além disso, em todos eles, pode existir a necessidade de mais de uma sessão. Veja os tratamentos regenerativos mais comuns:

1.    Tratamentos com células-tronco

Uma célula-tronco não possui uma função corporal específica, porém ela tem a capacidade de se desenvolver, funcionando como uma célula de tendão ou de cartilagem, por exemplo. Os médicos especialistas que utilizam a célula-tronco como forma de terapia acreditam que, quando colocada em um determinado ambiente, ela pode se transformar para atender a uma determinada necessidade.

A exemplo disso, as células-tronco colocadas em um tendão de Aquiles danificado são conduzidas para se transformarem em células saudáveis desse tendão. As células-tronco que são usadas para o procedimento do paciente, geralmente, são coletadas da gordura, do sangue ou da medula óssea.

2.    Plasma rico em plaquetas (PRP)

Alguns especialistas tendem a acreditar que as propriedades curativas naturais que podem ser encontradas nas plaquetas e no plasma do sangue podem ser usadas para tornar a cura e o reparo de lesões esportivas mais simples e eficazes. O PRP é injetado ou aplicado na área lesada para se fazer o PRP, em que o sangue é retirado do paciente e depois processado — muitas vezes usando-se uma centrífuga — para criar uma solução concentrada de plaquetas e plasma (PRP).

3.    Proloterapia

O fluxo sanguíneo aumenta com a inflamação e consegue atrair células — granulócitos, monócitos, macrófagos e fibroblastos — que podem ter a capacidade de reparar e curar tecidos que apresentam algum dano. As frequentes lesões esportivas, geralmente, apresentam algum tipo de inflamação, mas em algumas situações, ela diminui antes que a lesão tenha cicatrizado. Durante a proloterapia, o médico injeta um irritante na área lesada, o que deixa a inflamação temporariamente maior. A intenção é que a inflamação maior facilite a cura.

Terapias de alto nível e resultados

Além das terapias citadas anteriormente, dois métodos destacam-se pela sua eficácia e abordagem benéfica a curto, médio e longo prazo para o paciente, são eles: Visco-Regen e Orto-Laser. Ambos são realizados no Regenius Instituto, um local focado em oferecer o melhor que a ciência desenvolve, sempre levando em consideração os estudos e resultados nos mais renomados laboratórios de todo o mundo.

A seguir, confira um pouco dos tratamentos regenerativos utilizados por atletas de alto rendimento e que podem ser a solução para os seus problemas!

4.    Visco-Regen

O visco-Regen é um tratamento que melhora a qualidade do líquido responsável pela lubrificação e pela nutrição dos tendões e das cartilagens das articulações. É um método que é realizado por meio de um conjunto de substâncias que são infiltradas sob anestesia local.

Sua utilização é feita principalmente com o intuito de:

  • Proporcionar a lubrificação adequada no local;
  • Oferecer um efeito analgésico;
  • Proporcionar efeito anti-inflamatório;
  • Gerar a reconstrução dos vasos sanguíneos do local;
  • Proteger e hidratar as estruturas.

Para a realização, o procedimento não demanda internação e pode ser feito no próprio consultório, utilizando-se apenas uma anestesia local antes da aplicação. Alguns pacientes já sentem os benefícios na primeira aplicação.

5.   Orto-laser

Esse tipo de tratamento utiliza a energia do LASER (Luz Amplificada pela Emissão Estimulada de Radiação), tratando a dor e estimulando o reparo de lesões esportivas.

Com um acompanhamento de médicos especializados indicando os tratamentos regenerativos mais adequados para cada caso, o problema ortopédico tem grandes chances de decrescer ou, até mesmo, sumir.

Para ficar mais informado sobre os tratamentos regenerativos de problemas ortopédicos, bem como entender como é cada procedimento e quais são os métodos mais adequados para cada doença, basta entrar em contato com o Regenius Instituto e tirar todas as suas dúvidas sobre tratamentos e procedimentos, com uma equipe especializada no assunto. Priorize sempre a sua saúde e a sua qualidade de vida!

12 de agosto de 2021 0 comment
1 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog RegeniusArtigosDor Crônica

Por que as dores aumentam no frio?

by regenius 29 de julho de 2021

O frio chegou mais cedo esse ano, e com ele as as dores aumentam no frio. Mas por que isso acontece? Quando muda a estação, mudam também a nossa rotina. As pessoas em geral tomam menos água, mudam a alimentação e fazem menos atividades físicas.

Estudos publicados recentemente pelo centro de manejo de dor da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, comprovaram que há uma relação direta entre variações de pressão e temperatura com a frequência e a intensidade de dores crônicas.

Para 37% da população brasileira que sofre com dores crônicas, segundo a Sociedade Brasileira de Estudo da Dor, a situação pode piorar. De acordo com o médico ortopedista, Dr. Otávio Melo, é importante estudar diretamente a causa do problema para encontrar maneiras cada vez mais eficazes de solucionar os transtornos. Isso quer dizer que as pessoas que sentem muitas dores devem procurar um especialista para investigar as causas.

“Basicamente, com a temperatura mais baixa, é normal o paciente se retrair e contrair mais. Isso faz com que os músculos fiquem mais tensionados, causando o aumento das dores”, explica.

Cientificamente, sabe-se que os tecidos musculares se contraem em resposta ao estímulo do sistema nervoso para que o nosso organismo consiga se “defender” do frio. Segundo ele, o ideal é não parar de se exercitar no inverno. “Esse é o principal fator que contribui para o aumento das dores. Portanto, o ideal é continuar se movimentando normalmente e não se esquecer do aquecimento antes de qualquer exercício”, afirma o médico.

Para saber quais as causas das dores é indispensável que seja realizada uma avaliação especializada e definido o diagnóstico. Só assim o tratamento poderá ser eficiente e levar ao alívio dos sintomas de uma maneira constante. Quer conhecer as melhores opções de tratamento mais eficientes para se livrar das dores ? Converse conosco agora mesmo pelo link abaixo.


Conversar com um especialista !

Ao ficar mais encolhido, contraindo os músculos, ou aumentando a curvatura da coluna, busca-se uma forma de tentar reter mais o calor no corpo durante os dias frios. Mas isso não é bom e ajuda a aumentar as dores. Vestir roupas quentes, alongar-se e manter a postura adequada são atitudes essenciais, segundo o ortopedista. “É comum as pessoas andarem encolhidas para espantar o frio. O ideal é manter a atenção e evitar esse tipo de atitude”, aconselha.

O especialista alerta, as dores aumentam no frio devido a diversos fatores!

De acordo com o especialista, as dores desencadeadas pela inflamação das articulações, ou seja, pacientes que possuem artrite, o frio é um importante agravante. Em muitos casos, acontece uma acentuação de quadros de artrite, artrose, dores articulares e lombalgias. Especialistas indicam que, se houver inchaço associado às dores, devem-se alternar compressas quentes e frias para ativar a circulação e reduzir o edema. No entanto, o alerta é para procurar um médico em caso de dor intensa.

Por que as dores aumentam no frio?

O frio pode aumentar os sintomas de dor, mas não piora nem causa a doença reumática. O problema é a constrição da circulação sanguínea e dos tecidos, dos tendões e dos músculos pelo corpo visando ao armazenamento de calor. Ou seja, os vasos ficam mais estreitos, e as articulações sofrem com isso. Se o paciente já tiver sofrido lesão, ele terá a percepção da piora da dor e o aumento da dificuldade para se movimentar, além de rigidez nas juntas.

Pés e mãos sofrem mais, de acordo com o especialista. São regiões cuja temperatura corporal é menor. Para reduzir os sintomas, a recomendação é proteger-se do frio com agasalhos apropriados, luvas e recorrer a banhos de água morna e ao uso de bolsas térmicas nas áreas doloridas. Atividade física orientada e de baixo impacto também ajuda bastante.

Por que as dores aumentam no frio?

Os vasos também se contraem, levando menos sangue às extremidades do corpo, o que acarreta uma diminuição do fluxo sanguíneo nas articulações e, por consequência, a manifestação da dor, explicou o ortopedista Otávio Melo.

Pessoas que não possuem lesão prévia podem desenvolver uma sensibilidade quando submetidas a essas condições. Isso pode acontecer devido a um fator genético, geralmente, são pessoas que já possuem uma predisposição a possuírem terminações nervosas mais exacerbadas devido à sequência dos seus genes.

Prevenção e tratamento – Com o clima mais frio, muitas pessoas suspendem a prática de exercícios físicos, o que não é recomendado. “A melhor forma de evitar as dores nos dias mais frios é manter o corpo em movimento, fazer alongamentos e não dispensar as caminhadas”, ressaltou Otávio.

Tomar banho quente, colocar bolsas de água quente sobre a área dolorida e se agasalhar bem costumam ser medidas que atenuam os sintomas. Se as dores forem frequentes ou causadas por fraturas antigas, que voltam a doer com o frio, procure um médico.

Para conhecer mais sobre os tratamentos, clique no LINK.

Caso seja do seu interesse agendar um horário para avaliação personalizada com um dos especialistas de nossa confiança, basta clicar no botão abaixo.

29 de julho de 2021 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog RegeniusJoelhoMétodos FísicosTratamentos

Como os atletas olímpicos se recuperam das lesões?

by regenius 27 de julho de 2021
Tratamento de lesões em atleta – IMAGEM: CBF/BTL

Muitas das lesões que ocorrem em atletas durante as Olimpíadas são consequência do grande esforço físico exigido pelo esporte de alta performance.

Os jogos olímpicos reúnem, de 4 em 4 anos, os melhores atletas do mundo na disputa por medalhas nas principais modalidades esportivas do planeta. Para chegar até lá, formam-se os grandes campões; mas por outro lado outros tantos ficam no meio do caminho, devido às lesões.

Um estudo publicado na principal revista de Traumatologia Desportiva, analisou que dos 456 jogos durante as Olimpíadas de Atenas, na Grécia, ocorreram 377 lesões, em uma média de 0,8 lesões por jogo.

Do número total de lesões, cerca de 46% foram contusões, 13% entorses e 10% rupturas de fibras musculares – há um predominância de lesões ortopédicas quando o assunto é alto rendimento

Lesões ortopédicas mais comuns nos atletas de alta performance

As causas mais comum de lesões em atletas corredores de rua

1 – Entorses no joelho: Colocam em perigo as estruturas nobres como o menisco, ligamento cruzado anterior e mais outros.

2- Estiramento Muscular: Dependendo do nível pode necessitar de meses para recuperação

3 – Luxações no Ombro: Especialmente para aqueles que trabalham muito os membros superiores no esporte

Tratamentos utilizados nas lesões dos atletas das olímpiadas

Se por um lado muitas lesões ocorrem nesses atletas., por outro temos um exército ainda maior de profissionais pesquisando como fazer para recuperá-los o mais rápido possível, e de preferência sem que ocorra perda de rendimento esportivo.

Imaginemos como é doloroso para alguém passar décadas se preparando e treinando por horas a fio diariamente e se deparar com a interrupção de um sonho olímpico devido a uma lesão bem às vésperas da competição.

Algumas empresas se especializaram no desenvolvimento de produtos e equipamentos que permitem acelerar a recuperação dessas lesões, estimular a regeneração dos tecidos, e assim evitar que corram afastamentos prolongados dos atletas em seus esportes. Dentre esses métodos destacamos os modernos Ortolaser, Wave-Regen e Magneto-Regen que utilizam ondas físicas para estimular a renovação de tecidos lesionados no esporte.

A boa notícia é que no Brasil algumas clínicas de ponta já disponibilizam esses mesmos métodos aprovados pelos atletas olímpicos em seu dia-a-dia, com isso todas as pessoas podem ter acesso à mesma tecnologia que os principais medalhistas usam para recuperarem suas lesões.

Estes são os principais e mais tecnológicos métodos de tratamentos físicos:

“Imagens BTL/COB”

Wave-Regen:

Trata-se de um tratamento não invasivo, por meio do qual estímulos físicos geram rápida variação de pressão sobre o local tratado, e que promove, dessa maneira, a formação de novos vasos sanguíneos, liberação de fatores de crescimento, melhora da nutrição e oxigenação, regeneração dos tecidos, redução da dor entre diversos benefícios

Indicado para lesões e inflamações agudas e crônicas dos tendões, músculos e outros tecidos tanto do sistema locomotor quanto em outros órgãos do corpo que tenham a nutrição sanguínea prejudicada por algum motivo

(Muito utilizado na preparação de atletas das olimpíadas para evitar as lesões) – para saber mais sobre o método clique aqui

 

Maquina Magneto Regen

Magneto-Regen

É uma terapia inovadora sua tecnologia é baseada no campo eletromagnético de alta intensidade, que influencia positivamente o tecido humano. Os efeitos terapêuticos incluem alívio da dor, cicatrização de fraturas, mio relaxação, mio estimulação e mobilização articular

influencia positivamente o tecido humano. Os efeitos terapêuticos incluem alívio da dor, cicatrização de fraturas, mio relaxação, mio estimulação e mobilização articular.

A resposta ao procedimento é individual. Alguns pacientes necessitam apenas de uma sessão se associada a outros tratamentos — fisioterapia e medicação. Outros podem se beneficiar por meses ou até alguns anos e voltar a sentir dor. Nesses casos, o procedimento pode ser repetido – para saber mais sobre o método clique aqui


“Imagens BTL/COB”

Radio-Regen

Uma técnica  sem necessidade de cirurgia ou internação, de rápida execução e resultados promissores, que tem trazido alívio e devolvido a qualidade de vida para esses indivíduo é o uso da radiofrequência.

O tratamento utiliza corrente elétrica em alta frequência por meio de eletrodos que inativam os nervos responsáveis pela percepção da dor no paciente.

Nos pacientes com dor crônica a radiofrequência atua nos nervos responsáveis pela condução do estímulo de dor crônica, que já estão sensibilizados e alterados pela doença – para saber mais sobre o método clique aqui 

“Imagens BTL/COB”

Ortolaser 

Ao contrário da terapia a laser de baixo nível, a alta potência e a escolha do comprimento de onda correto do ORTOLASER permitem a penetração profunda dos tecidos e, através de um processo natural de transferência de energia (bioestimulação e efeito fotomecânico), acelera significativamente a cicatrização e a regeneração dos tecidos.

O ORTOLASER oferece uma forma poderosa e não viciante de tratamento da dor aguda e é eficaz especialmente no tratamento de lesões esportivas, por exemplo lesão muscular ou distorção articular e dor lombar causada por e hérnia de disco ou distúrbios na região cervical, causando dor no pescoço. (tratamento chave nas lesões dos atletas das olímpiadas por exemplo) – para saber mais sobre o método clique aqui

Image

Todos esses métodos de tratamentos para lesões em atletas olímpicos, são também aplicados em pacientes da clinica Regenius – Fale já com um de nossos profissionais!


Conversar com um especialista !

Aviso Legal :

Instituto Regenius CNPJ 18.665.900/001-13

Rua Gonçalves Dias, 82, Funcionários – Belo Horizonte

1. As informações contidas nesse material (áudio, vídeo, imagem ou texto) são caráter meramente informativo, não substituem consultas e não tem objetivo de sugerir a realização de tratamentos específicos (que somente podem ser indicados por profissionais de saúde após diagnóstico e avaliação individualizada).

2. Os métodos demonstrados podem corresponder tanto a procedimentos já regulamentados quanto experimentais, de acordo com a normatização dos respectivos Conselhos Federais à época da veiculação ou do acesso. Os dados apresentados são embasados tanto em artigos científicos publicados na literatura internacional, quanto em experiência clínica e opiniões de especialistas.

3. As imagens são meramente ilustrativas, e destinam-se aos profissionais da saúde que possam se interessar, sem configurar finalidade mercantilista.

4. Em caso de dúvidas, ou interesse em mais informações, sugerimos que entre em contato conosco.

Referências Legais

Resolução COFFITO 532/21

Resolução COFEN 564/17

Resolução CFM 1974/11 – Artigo 8º

Despacho CFM 143/19 – Artigo 75

Lei de Liberdade Econômica 13874/19 – Artigo 4º, Inciso VIII c/c Artigo 5º

Responsáveis Técnicos

Dra. Lorena Nunes – Enfermeira – COREN 375466 – ENF

Dra. Paloma Diniz – Fisioterapeuta – CREFITO-4 228669-F

Dr. Otávio de Melo Silva Júnior – Médico Ortopedista – CRMMG 41116 – RQE 25306

27 de julho de 2021 0 comment
1 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Qual a sua Chance de Desenvolver Diabetes nos Próximos 10 Anos?

by Otávio Melo 26 de fevereiro de 2026

É possível prever o aparecimento do Diabetes ?

Durante muito tempo, o diabetes tipo 2 parecia surgir “de repente”. Um exame alterado, um diagnóstico inesperado — e a doença já estava ali.

Mas a ciência mudou essa história.

Hoje já sabemos que o diabetes tipo 2 se desenvolve lentamente, ao longo de anos. Ele é silencioso no início. E justamente por isso, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma ferramenta capaz de estimar o risco individual de uma pessoa desenvolver a doença nos próximos 10 anos.

Essa inovação representa um avanço importante na medicina preventiva nacional e reforça uma mudança de paradigma: em vez de esperar a doença aparecer, podemos agir antes.

A ferramenta brasileira calcula a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2 na próxima década com base em dados simples da sua própria saúde.

O preenchimento é rápido e o resultado aparece em forma de porcentagem.

Não é um diagnóstico.
É uma estimativa baseada em dados científicos da população brasileira.

E essa diferença é fundamental.


O diabetes tipo 2 é silencioso — e é aí que mora o perigo

O diabetes tipo 2 é uma das doenças crônicas que mais crescem no mundo.

Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), o Brasil tem mais de 16 milhões de pessoas vivendo com a doença.

O problema é que, no início, quase não há sintomas.

Muitas vezes o diagnóstico só acontece quando já existem complicações como:

  • Doenças cardiovasculares

  • Problemas renais

  • Alterações na visão

  • Neuropatias

Por isso, prever o risco antes que a doença apareça é uma estratégia poderosa de prevenção.


A Importância Estratégica da Predição em Saúde

Saber seu risco muda sua forma de agir.

Se uma pessoa descobre que tem 30% ou 40% de chance de desenvolver diabetes em 10 anos, isso deixa de ser uma possibilidade distante e passa a ser um alerta concreto.

E agir cedo faz diferença real.

O clássico estudo Diabetes Prevention Program (DPP), publicado no New England Journal of Medicine, mostrou que mudanças no estilo de vida reduziram em 58% o risco de progressão para diabetes em pessoas de alto risco.

Isso significa que prevenção não é teoria — é resultado comprovado.


Como a calculadora funciona ?

A ferramenta reúne informações que já sabemos, há décadas, que influenciam o risco de diabetes.

Cada fator tem um impacto diferente.

Alguns aumentam o risco.
Outros reduzem.

O sistema combina todos esses elementos e entrega um resultado em porcentagem.

É como se fosse uma “fotografia do seu risco futuro”, baseada na sua realidade atual.


Fatores Utilizados no Cálculo

A calculadora considera:

  • Idade

  • Índice de Massa Corporal (IMC)

  • Circunferência abdominal

  • Pressão arterial

  • Glicemia de jejum

  • Colesterol e triglicerídeos

  • Histórico familiar de diabetes

  • Hábitos de vida

Esses fatores são amplamente reconhecidos na literatura médica como determinantes importantes para o desenvolvimento do diabetes tipo 2.


O que fazer se o risco for alto?

Descobrir que o risco está elevado não é uma sentença.

É uma oportunidade.

As medidas mais eficazes incluem:

✔️ Redução de peso (mesmo pequenas perdas já reduzem o risco)
✔️ Atividade física regular
✔️ Alimentação equilibrada
✔️ Controle da pressão arterial
✔️ Acompanhamento médico

Mudanças sustentadas ao longo do tempo podem evitar a progressão para diabetes.


Estamos entrando na era da prevenção personalizada

Durante décadas, a medicina foi centrada no tratamento.

Agora estamos avançando para algo mais inteligente:

Prever → Agir → Evitar.

Ferramentas como essa colocam o poder da informação nas mãos do paciente.

E quando falamos de diabetes tipo 2, tempo é tudo.


Quer saber seu risco?

Se você ficou curioso e quer descobrir qual é a sua probabilidade de desenvolver diabetes nos próximos 10 anos, pode acessar a calculadora oficial aqui:

👉 Faça seu teste neste link:
🔗 https://paulabracco.shinyapps.io/BrDMrisc_pt/#section-calculadora

Responda às perguntas com atenção e, depois, converse com seu médico sobre o resultado.

Prevenção começa com informação.
E informação gera transformação.

 

Referências:

Knowler WC, Barrett-Connor E, Fowler SE, et al. Reduction in the incidence of type 2 diabetes with lifestyle intervention. N Engl J Med. 2002;346:393-403. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11832527/

Tabák AG, Herder C, Rathmann W, et al. Prediabetes: a high-risk state for diabetes development. Lancet. 2012;379:2279-2290. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26446192/

Lindström J, Tuomilehto J. The Diabetes Risk Score. Diabetes Care. 2003;26(3):725-731. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12663559/

Bracco PA, Schmidt MI, Vigo A, Mill JG, Vidigal PG, Barreto SM, et al. BrDMrisc – Online Brazilian Risk Score for Incident Type 2 Diabetes – ELSA-Brasil Cohort. Rev. Saude Publica. 2025;59:e52. Disponível em https://doi.org/10.11606/s1518-

8787.2025059007088https://www.scielo.br/j/rsp/a/p77N48W4bBTVxGSVDW73RTL/?lang=en

26 de fevereiro de 2026 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Ciência Comprova : A Cartilagem Regenera !

by Otávio Melo 18 de fevereiro de 2026

INJEÇÃO QUE REGENERA CARTILAGEM: O QUE A CIÊNCIA REALMENTE DESCOBRIU

A osteoartrite (artrose) é hoje uma das maiores causas de dor crônica e incapacidade no mundo. Segundo o Lancet (2015), mais de 1 em cada 5 adultos apresenta algum grau da doença.

O grande problema sempre foi o mesmo: a cartilagem praticamente não se regenera.

Mas isso pode estar mudando.

Em 27 de novembro de 2025, a revista Science, uma das publicações científicas mais respeitadas do mundo, publicou um estudo revolucionário liderado por pesquisadores da Stanford University demonstrando que a inibição da enzima 15-PGDH pode promover regeneração da cartilagem articular .

E os resultados são impressionantes.


O QUE É A 15-PGDH E POR QUE ELA IMPORTA?

A 15-hidroxi-prostaglandina desidrogenase (15-PGDH) é uma enzima responsável por degradar prostaglandinas, especialmente a PGE2, uma molécula envolvida em regeneração tecidual.

Os autores descrevem a 15-PGDH como um “gerozyme” — uma enzima que se eleva com o envelhecimento e acelera o declínio funcional dos tecidos .

O que eles descobriram?

  • A 15-PGDH está 2 vezes mais elevada na cartilagem de camundongos idosos.

  • Após lesão do joelho, seus níveis aumentam ainda mais.

  • Essa elevação reduz PGE2 e compromete a capacidade regenerativa.


COMO O ESTUDO FOI REALIZADO?

O desenho experimental foi robusto e dividido em três grandes frentes:

Modelo de envelhecimento

Camundongos idosos (24 meses) receberam o inibidor SW033291 por 1 mês.

Resultado:

  • Aumento significativo da espessura da cartilagem.

  • Redução do escore OARSI (escala padrão para dano articular).

  • Aumento de colágeno tipo II e agrecano .

Modelo de lesão (ruptura de LCA)

Foi induzida osteoartrite pós-traumática.
Os animais receberam injeções intra-articulares do inibidor.

Resultado:

  • Redução significativa do dano estrutural.

  • Aumento do conteúdo de glicosaminoglicanos (GAGs).

  • Redução de citocinas inflamatórias (CCL4, CXCL10, IL-2).

  • Redução da dor em testes comportamentais .

Cartilagem humana

Cartilagem retirada de pacientes submetidos à prótese total de joelho foi tratada com o inibidor por 7 dias.

Resultados:

  • Redução da atividade da 15-PGDH.

  • Aumento de GAGs (teste DMMB).

  • Aumento da rigidez mecânica (módulo de Young).

  • Redução de marcadores inflamatórios .


ANÁLISE DOS RESULTADOS (COMO UM PESQUISADOR EXPLICARIA)

Se analisarmos os dados friamente:

  • O cluster de condrócitos hipertróficos caiu de 8% para 3% após tratamento.

  • Os condrócitos produtores de matriz aumentaram de 22% para 42% .

Isso significa uma mudança de identidade celular, e não apenas crescimento tecidual.

Não houve aumento de proliferação (Ki67 não aumentou).

Ou seja:
A regeneração ocorreu por reprogramação funcional das células existentes.

Isso é extraordinário.


A DOR TAMBÉM MELHOROU

Contrariando a ideia de que PGE2 aumenta dor, a elevação fisiológica induzida pela inibição da 15-PGDH:

  • Melhorou padrão de marcha (CatWalk)

  • Reduziu alodinia (Von Frey)

  • Aumentou tolerância à pressão (PAM test) .

Isso sugere que a modulação é diferente da inflamação aguda.


IMPLICAÇÕES CLÍNICAS

Se validado em humanos:

  • Pode se tornar o primeiro medicamento modificador da doença.

  • Pode reduzir necessidade de prótese.

  • Pode ser aplicado intra-articularmente.


REFERÊNCIA

  1. Singla M, Wang YX, Monti E, Bedi Y, Agarwal P, Su S, et al. Inhibition of 15-hydroxy prostaglandin dehydrogenase promotes cartilage regeneration. Science. 2025 Nov 27. doi:10.1126/science.adx6649

(As demais referências citadas estão disponíveis no próprio artigo da Science, seção References.)

18 de fevereiro de 2026 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Por Que Pessoas com Câncer Desenvolvem Menos Alzheimer

by Otávio Melo 17 de fevereiro de 2026

A DESCOBERTA QUE MUDA TODA NOSSA COMPREENSÃO SOBRE A DOENÇA

Você sabia que pessoas com histórico de câncer podem ter menor risco de Alzheimer?

Durante décadas, médicos observaram esse fenômeno, sem saber explicar o motivo: pacientes com histórico de câncer desenvolviam menos perda de memória devido ao mal de Alzheimer.

Isso intrigava pesquisadores do mundo inteiro. Afinal, o câncer costuma provocar inflamação, estresse físico intenso e tratamentos agressivos. Como algo assim poderia estar associado a um risco menor de demência?

Seria coincidência? Erro estatístico? Seria por que as pessoas com tumores morriam mais cedo e antes de desenvolverem os sintomas do Alzheimer ? Ou haveria um mecanismo biológico real por trás dessa relação?

Agora, um estudo publicado em 5 de fevereiro de 2026, na revista Cell (Volume 189, Issue 3), trouxe uma resposta robusta e experimental para essa questão.


O QUE OS ESTUDOS JÁ MOSTRAVAM

Antes de falarmos da nova descoberta, vale entender o que já se sabia.

Em 2020, uma grande análise publicada no JAMA Network Open reuniu dados de mais de 9,6 milhões de pessoas. O resultado mostrou que indivíduos com histórico de câncer apresentavam menos risco de desenvolver Alzheimer.

Os pesquisadores investigaram possíveis distorções estatísticas e concluíram que a associação não parecia ser apenas um erro metodológico.

Mas faltava entender o “por quê”.


A DESCOBERTA DE 2026: A PEÇA QUE FALTAVA

O estudo publicado na Cell foi o primeiro a demonstrar um mecanismo biológico claro para explicar essa relação.

Os cientistas descobriram que alguns tumores periféricos (fora do cérebro) liberam uma proteína chamada cistatina-C.

Essa proteína:

  • Entra na corrente sanguínea

  • Consegue atravessar a barreira que protege o cérebro

  • Interage com depósitos de beta-amiloide

  • Ativa uma célula de defesa cerebral chamada microglia

  • Estimula a degradação de placas já existentes

Esse ponto é crucial:

Não se trata apenas de impedir novas placas.
Trata-se de ajudar o cérebro a remover placas que já estão lá.

E quando os pesquisadores bloquearam uma proteína específica chamada TREM2, o efeito protetor desapareceu completamente.

Isso mostrou que o fenômeno não era coincidência.

Era biologia.


ENTENDENDO DE FORMA SIMPLES: O QUE É A MICROGLIA?

A microglia é como a “equipe de limpeza” do cérebro.

Quando surgem resíduos ou proteínas tóxicas, ela deveria:

  • Identificar o problema

  • Cercar a área

  • Engolir e degradar o material

No Alzheimer, esse sistema de limpeza parece falhar.

O estudo mostrou que a cistatina-C liberada pelo câncer ajuda a “reativar” essa capacidade natural de limpeza por meio da ativação do TREM2.


O QUE É TREM2 E POR QUE ELE É IMPORTANTE?

TREM2 é uma proteína presente na superfície da microglia.

Ela funciona como um sensor.
Quando ativada, envia sinais internos que permitem que a microglia:

  • Tenha energia suficiente

  • Sobreviva em ambiente inflamatório

  • Engula placas amiloides

  • Proteja os neurônios ao redor

Quando o TREM2 não funciona bem — por mutação genética, por exemplo — o risco de Alzheimer aumenta.

Ou seja:

Não é apenas a formação de placas que importa.
É a capacidade do cérebro de lidar com elas.


O PAPEL DA GENÉTICA: ONDE ENTRA O APOE4?

Outro fator importante é o gene APOE, especialmente sua variante chamada APOE4. Ele codifica a produção da Apolipoproteína E (ApoE) uma proteína envolvida no transporte de colesterol e lipídios no organismo — especialmente no cérebro.

O artigo da Cell (2022) cita trabalhos (Neuron) mostrando que TREM2 liga apolipoproteínas (incluindo APOE) e isso facilita a captação de Aβ pela microglia.

Em linguagem simples: ApoE pode funcionar como uma “ponte” para ajudar a microglia a reconhecer/engolir Aβ via TREM2.

Existem três versões principais desse gene:

  • APOE2 (tende a proteger)

  • APOE3 (mais comum)

  • APOE4 (associada a maior risco)

Cada pessoa herda dois alelos (um de cada pai).

Possíveis combinações:

  • ε3/ε3 (mais comum)

  • ε3/ε4

  • ε4/ε4

  • ε2/ε3

  • ε2/ε4

  • ε2/ε2 (raro)

A variante ε4 é o maior fator genético de risco para Alzheimer tardio (não familiar precoce).

Risco relativo aproximado:

  • 1 cópia (ε3/ε4): risco 2–3 vezes maior

  • 2 cópias (ε4/ε4): risco 8–12 vezes maior

  • ε2: parece ter efeito protetor

Probabilidades reais por idade

Os números variam por estudo e população, mas estimativas aproximadas. Quem tem uma cópia do APOE4 tem risco maior de desenvolver Alzheimer ao longo da vida. Quem tem duas cópias tem risco ainda maior.

Sem ApoE4 (ε3/ε3)

Risco ao longo da vida: ~10–15%

1 cópia ε4

Risco ao longo da vida: ~20–30%

2 cópias ε4

Risco ao longo da vida: ~50–60%


POR QUE APOE4 AUMENTA O RISCO?

As principais hipóteses científicas:

Reduz depuração de beta-amiloide

ApoE4 tem menor eficiência na remoção de Aβ.

Aumenta inflamação microglial

Interage com TREM2 e modula resposta imune cerebral.

Aumenta permeabilidade da barreira hematoencefálica

Disfunção vascular cerebral é mais comum em portadores.

Disfunção mitocondrial

Maior estresse oxidativo.

Maior deposição de amiloide mais cedo

Portadores ε4 acumulam placas 10–15 anos antes.


Mas é fundamental entender:

ApoE4 não é sentença. É aumento de probabilidade.

Estilo de vida, saúde vascular e inflamação fazem enorme diferença.

E há evidências de que o APOE4 também influencia como a microglia reage às placas — o que conecta essa variante genética ao funcionamento do TREM2.


ISSO MUDA A FORMA COMO ENXERGAMOS O ALZHEIMER

Durante anos, o foco principal do tratamento foi remover placas com anticorpos.

Essas terapias conseguem reduzir a quantidade de amiloide, mas apresentam:

  • Benefício cognitivo modesto

  • Alto custo

  • Risco de efeitos adversos

O estudo de 2026 sugere uma abordagem diferente:

Em vez de apenas retirar placas artificialmente, talvez possamos restaurar a capacidade natural do cérebro de fazer isso sozinho.

Essa mudança de perspectiva é profunda.


E A CISTATINA-C? É POSSÍVEL SUPLEMENTAR?

Essa é uma pergunta comum.

Hoje, não existe suplemento aprovado de cistatina-C.

Ela não é vitamina nem hormônio comum.
É uma proteína complexa que atua em diversos sistemas do corpo.

Inclusive, níveis elevados no sangue são usados como marcador de função renal e podem estar associados a risco cardiovascular.

Ou seja:

Aumentar cistatina-C por conta própria não é recomendável.

A ciência ainda precisa entender qual forma molecular exata, em qual dose e em qual contexto ela atua de forma protetora.

Provavelmente, no futuro, veremos terapias direcionadas que ativem o TREM2 de maneira controlada — e não simplesmente suplementação indiscriminada.


O QUE VOCÊ PODE FAZER HOJE

Enquanto terapias inovadoras estão sendo estudadas, a ciência já sabe que algumas estratégias reduzem risco real de declínio cognitivo:

✔ Exercício físico regular
✔ Controle rigoroso da pressão arterial
✔ Controle do açúcar no sangue
✔ Alimentação no padrão mediterrâneo
✔ Sono adequado
✔ Estímulo cognitivo contínuo

Estudos mostram que mesmo pessoas com predisposição genética respondem positivamente a essas intervenções.


UMA NOVA ERA: A NEUROIMUNOLOGIA

O grande impacto dessa descoberta é mostrar que:

O cérebro não está isolado do resto do corpo.

Sistema imune, câncer, metabolismo e envelhecimento estão interligados.

Talvez o Alzheimer não seja apenas uma doença de acúmulo de placas.

Talvez seja, em grande parte, uma falha na capacidade do cérebro de limpar e responder ao dano.

Se essa linha de pesquisa se confirmar em humanos, estaremos diante de uma das maiores mudanças na história do tratamento do Alzheimer.


CONCLUSÃO

O paradoxo entre câncer e Alzheimer finalmente ganhou explicação molecular.

A proteína cistatina-C, liberada por tumores, pode ativar um mecanismo natural de defesa cerebral por meio do TREM2, estimulando a remoção de placas amiloides, e isso abre uma nova perspectiva terapêutica:

Degradar placas já existentes.
Restaurar função microglial.
Modular comunicação sistêmica.

Se confirmado em humanos, isso pode representar uma das maiores revoluções no tratamento do Alzheimer nas próximas décadas.

Ainda estamos no início dessa história.

Mas a mensagem mais importante permanece:

Genética influencia.
Inflamação influencia.
Imunidade cerebral influencia.
E o risco não é destino.

A ciência está avançando — e talvez estejamos mais próximos de entender como proteger o cérebro de forma inteligente e personalizada.


REFERÊNCIAS

  • Li X, Tang X, Zeng J, et al. Peripheral cancer attenuates amyloid pathology in Alzheimer’s disease via cystatin-c activation of TREM2. Cell. 2026;189(3):853-871.e31.

  • Ospina-Romero M, Glymour MM, Hayes-Larson E, et al. Association Between Alzheimer Disease and Cancer. JAMA Netw Open. 2020;3(11):e2025515.

  • Wang S, et al. TREM2 drives microglia response to amyloid-β. Cell. 2022;185:4153–4169.

  • McQuade A, et al. TREM2-knockout microglia responses. Nat Commun. 2020;11:5370.

17 de fevereiro de 2026 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Tratar a dor é prioridade.

by Otávio Melo 13 de fevereiro de 2026

Tratar a dor é prioridade.

Após mais de 15 anos atuando em serviços de resgate, é impossível não me lembrar daquela cena.

Era feriado de Carnaval… Tudo estava tranquilo no plantão. Enquanto isso, as estrada cheias de famílias viajando, crianças animadas no banco de trás, malas e planos para alguns dias de descanso. Mas de repente, o rádio da base aeromédica rompeu o clima típico de feriado:

Colisão grave. Possíveis múltiplas vítimas.

Decolamos imediatamente!

Do alto, a cena já indicava a gravidade. Um veículo capotado no acostamento, trânsito interrompido, pessoas ao redor tentando ajudar. Quando pousamos e nos aproximamos, encontramos uma família inteira consciente — mas em sofrimento intenso.

Pai, mãe e duas crianças.

Todos vivos.

Todos com dor.

A mãe segurava a perna visivelmente deformada, o rosto marcado por lágrimas que misturavam medo e dor.
O pai tentava manter serenidade para proteger os filhos, mas a respiração curta denunciava sofrimento torácico importante.
Uma das crianças chorava cada vez que tentávamos avaliá-la.

Naquele momento, ficou evidente para mim algo que já vinha aprendendo ao longo dos anos no resgate:

A dor dominava aquela cena.

Não era apenas um sintoma.
Era o centro da experiência daquela família.


O momento que transforma a forma de cuidar

Enquanto a equipe iniciava os protocolos de avaliação — via aérea, respiração, circulação — eu sabia que algo precisava acontecer imediatamente.

Iniciar analgesia ainda na cena.

Antes do transporte.
Antes da chegada ao hospital.
Antes mesmo de termos um diagnóstico definitivo.

E foi isso que me nesinou a perceber uma mudança quase instantânea.

A respiração da mãe se acalmou.
O pai começou a responder com mais clareza.
A criança reduziu o choro e passou a cooperar.

Nada mágico.
Nada exagerado.

Apenas a dor sendo tratada.

E quando a dor diminui, o corpo reorganiza-se. A mente estabiliza. A cooperação melhora. O atendimento flui com mais segurança.

Foi ali que consolidei uma convicção que levo comigo até hoje:

Tratar a dor é prioridade.


Por que a dor precisa ser tratada imediatamente?

Durante muito tempo, criou-se uma cultura no atendimento pré-hospitalar ao trauma que colocava a analgesia como uma etapa secundária.

Primeiro se estabiliza.
Depois de tudo pronto, aí sim, tratamos a dor.

Mas e na prática, é possível estabilizar alguém que sente dor ?

Hoje a ciência mostra que essa lógica estava incompleta.

A dor intensa ativa no organismo uma resposta poderosa:

  • Aumento da frequência cardíaca

  • Dificuldade de cooperação

  • Maior consumo de oxigênio

  • Liberação de hormônios do estresse

  • Agitação e ansiedade

Em um paciente que já está enfrentando hemorragia, fraturas ou contusões, essa sobrecarga pode agravar ainda mais o quadro. Aliviar a dor reduz essa resposta. E isso impacta diretamente na estabilidade e na sobrevivência.


A experiência que moldou minha forma de avaliar pacientes

Depois de vários atendimentos semelhantes ao longo desses anos — minha forma de avaliar pacientes com dor foi construída.

Hoje, quando atendo alguém em sofrimento, penso em dois eixos inseparáveis:

  1. Qual é a causa da dor?

  2. Como a dor e o sofrimento está impactando o organismo dessa pessoa neste momento?

Não basta tratar a lesão.

É indispensável aliviar o sofrimento.

Porque uma dor não tratada desde o início pode:

  • Se tornar uma experiência traumática

  • Se tornar crônica

  • Influenciar negativamente a recuperação

Não é apenas sobre manter os sinais vitais, mas para oferecer as melhores condições possíveis para recuperação integral.


O que a ciência reforça

Um editorial publicado em fevereiro de 2026 no Scandinavian Journal of Trauma, Resuscitation and Emergency Medicine trouxe exatamente essa reflexão: a analgesia deve começar ainda na cena.

O texto defende que tratar a dor não é opcional nem secundário — é parte central do cuidado.

A dor intensa não controlada pode aumentar resposta inflamatória, prolongar sofrimento e impactar a memória emocional do evento traumático.

Ou seja:

Cuidar da dor melhora não apenas o momento.
Melhora o desfecho.


Dor, qualidade de vida e memória do trauma

Meses depois daquele acidente de carnaval, soube que a família estava bem.

Mas o que mais me marcou foi o relato da mãe:

“Eu lembro do acidente… mas também lembro quando vocês disseram que iam aliviar minha dor. Aquilo me deu segurança.”

Essa frase resume tudo.

O trauma pode deixar cicatrizes físicas.
Mas a forma como somos cuidados deixa marcas emocionais.

Quando a dor é tratada cedo:

  • O medo diminui.

  • A confiança aumenta.

  • O estresse reduz.

  • A experiência se torna menos traumática.

Isso impacta qualidade de vida.

E qualidade de vida começa nos primeiros minutos de atendimento.


Tratar a dor é prioridade. Sempre.

Hoje, carrego uma filosofia clara em cada atendimento:

Salvar vidas é essencial.

Mas aliviar sofrimento também é.

Não são escolhas opostas.
São partes complementares do cuidado.

Tratar a causa é obrigatório.
Aliviar a dor é indispensável.

Porque dor intensa não é apenas desconforto.

É risco.
É sobrecarga.
É sofrimento evitável.

E nenhum paciente deve suportar sofrimento desnecessário enquanto está sob nossos cuidados.

Tratar a dor é prioridade.

Referência : Carenzo, L., Rehn, M. & Dünser, M.W. Pain first: rethinking early analgesia in emergency trauma care. Scand J Trauma Resusc Emerg Med 34, 35 (2026). https://doi.org/10.1186/s13049-026-01571-y

13 de fevereiro de 2026 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Tratamento da Artrose do Joelho com Laser em 2025

by Otávio Melo 18 de setembro de 2025

Introdução

A osteoartrite de joelho é uma das doenças mais incapacitantes do mundo. Afeta milhões de pessoas, causa dor crônica, rigidez, limitação de mobilidade e, em estágios avançados, pode levar até à cirurgia de substituição articular.

Nos últimos anos, recursos como o laser terapêutico (nas suas diferentes modalidades: PBM/LLLT, HILT, ILIB e laser-acupuntura) passaram a ganhar destaque como adjuvantes seguros e eficazes para aliviar sintomas, melhorar função e até influenciar biomarcadores inflamatórios.

Para organizar esse cenário, analisamos os últimos 20 estudos publicados em 2025, incluindo ensaios clínicos randomizados, revisões sistemáticas, meta-análises e até modelagens computacionais. Este artigo traz a síntese de todas essas evidências, sempre em tom acessível, mas fiel à ciência.


1. A base: o que é fotobiomodulação (PBM/LLLT)?

A PBM (ou laser de baixa intensidade/LLLT) utiliza doses específicas de luz, geralmente na faixa de 600–900 nm, para estimular processos celulares sem gerar calor excessivo.

Um ensaio clínico de 2025 (Lasers in Medical Science) seguiu as recomendações da WALT (Associação Mundial de Terapia com Laser) e aplicou 4 J por ponto em 9 pontos do joelho em pacientes com osteoartrite. O resultado foi claro: melhora significativa na dor (VAS), função (WOMAC) e qualidade de vida (KOOS) em comparação a placebo e controle .

Mensagem prática: PBM funciona, mas dose e número de pontos importam. Protocolos fora da janela certa podem não gerar resultados.


2. HILT: potência e profundidade em jogo

O HILT (laser de alta intensidade, geralmente Nd:YAG 1064 nm) penetra mais profundamente e pode gerar efeitos adicionais, como analgesia intensa e estímulo regenerativo.

Mas os estudos mostram nuances:

  • Em um RCT de 2025 (Lasers in Medical Science), o HILT não foi superior ao exercício isolado em curto prazo quando aplicado apenas 6 vezes .

  • Já quando comparado à diatermia por ondas curtas (SWD), o HILT combinado a exercícios foi claramente superior em dor, rigidez e função, com manutenção até 12 semanas .

Mensagem prática: o HILT pode superar recursos tradicionais (como SWD), mas precisa de protocolo robusto e, idealmente, estar associado ao exercício.


3. Pulsado ou contínuo? A engenharia por trás do laser

Um estudo computacional de 2025 (Journal of Biophotonics) utilizou um modelo 3D anatômico do joelho para comparar HILT contínuo (CW) e pulsado (PW).

Resultado: o PW entregou maior fluência em músculo profundo (~4,2 J/cm²) com menor aquecimento da pele (~42,5 °C em 300 s) .

Mensagem prática: para atingir tecidos profundos com segurança térmica, prefira o modo pulsado.


4. Biomarcadores: laser no sangue, exercício e inflamação

Aqui estão alguns dos achados mais fascinantes:

  • PBM + exercício (ECR de 2021): aumentou IL-10 (anti-inflamatória) e melhorou WOMAC .

  • ILIB (laser intravascular, 632,8 nm) (ECR 2024): reduziu IL-1β e IL-13 e melhorou WOMAC-dor em 1 mês .

Mensagem prática: laser pode modular inflamação sistêmica, não apenas reduzir dor local.


5. Laser no pós-operatório: fotobiomodulação após prótese de joelho

Um ensaio de 2025 (Photobiomodulation, Photomedicine, and Laser Surgery) avaliou PBM em pacientes submetidos a artroplastia total de joelho.

Conclusão: PBM reduziu edema e acelerou recuperação funcional (2MWT), mas não alterou dor ou amplitude de movimento nos primeiros dias .

Mensagem prática: PBM é especialmente útil para controlar inchaço e estimular mobilidade precoce após cirurgia.


6. Outros recursos: PEMF, ESWT e laser-acupuntura

  • ESWT (ondas de choque) e LLLT superaram PEMF em melhora de dor e função em um RCT com 120 pacientes .

  • Laser-acupuntura (LA): meta-análises recentes confirmam redução da dor em OA de joelho, com alta segurança .

Mensagem prática: LLLT e ESWT têm impacto mais robusto que PEMF; LA é alternativa eficaz para quem evita agulhas.


7. A visão de conjunto: meta-análise em rede

Uma network meta-analysis com 139 ECRs (n=9.644) publicada em 2025 (PLOS ONE) mostrou que:

  • Exercício e joelheira foram as intervenções mais eficazes para WOMAC.

  • Entre os recursos físicos, o HILT teve destaque positivo.

Mensagem prática: o exercício segue sendo o pilar central; o laser entra como potencializador.


8. Síntese prática para clínica e consultório

Depois de 20 estudos, 3 regras se repetem:

  1. Exercício é base: sem ele, o laser não mostra todo o seu potencial.

  2. Parâmetros importam: siga recomendações (como WALT para PBM; modo PW para HILT).

  3. Objetivo direciona protocolo: dor, função, edema ou biomarcadores exigem estratégias diferentes.


Conclusão

A ciência de 2025 confirma: laser funciona na artrose de joelho, mas não sozinho e não de qualquer jeito.

O segredo está em:

  • associar com exercícios;

  • respeitar doses e parâmetros validados;

  • escolher a modalidade certa (PBM, HILT, ILIB, LA) para o objetivo certo.

Assim, pacientes colhem menos dor, menos inflamação, mais mobilidade e melhor qualidade de vida.

Referências

  • Dos Santos Maciel T, Chamy NCL, Dos Santos Maciel M, Marques AP. Effect Of Photobiomodulation (Low-Level Laser Therapy) In Patients With Knee Osteoarthritis: A Randomized Controlled Trial. Lasers Med Sci. 2025;40(1):293. doi:10.1007/s10103-025-04542-4. PubMed

  • Laotammateep C, Champaiboon J, Surarangsit T, et al. Efficacy of high intensity laser therapy versus sham laser in symptomatic knee osteoarthritis: a double-blind randomized controlled trial. Lasers Med Sci. 2025;40:87. doi:10.1007/s10103-025-04352-8. Springer

  • Vassão PG, et al. Effects of PBM and exercise on biomarkers and functional capacity in women with knee OA: a randomized blinded study. Adv Rheumatol. 2021;61:62. doi:10.1186/s42358-021-00220-5. SpringerOpen

  • Su Y-C, Shen Y-P, Chang C-Y, et al. The Effect of Intravascular Laser Irradiation of Blood on Serum Biomarkers and Clinical Outcome in Knee Osteoarthritis Patients: A Double-Blind Randomized Control Trial. Int J Mol Sci. 2024;25:13608. doi:10.3390/ijms252413608. MDPI

  • Ozsoy T, et al. The Impact of Photobiomodulation Therapy on Swelling Reduction and Recovery Enhancement in Total Knee Arthroplasty: A Randomized Clinical Trial. Photobiomodul Photomed Laser Surg. 2025;43(2). doi:10.1089/photob.2024.0120. Liebert

  • Pasin T, Dogruoz Karatekin B. Comparison of ESWT, LLLT and PEMF in knee OA: RCT. J Clin Med. 2025;14:594. doi:10.3390/jcm14020594. MDPI

  • Zeng C, et al. Laser Acupuncture for the Pain of Knee Osteoarthritis. J Pain Res. 2025;18:3833-3841. doi:10.2147/JPR.SXXXX. Dove Press

  • Chaki C, De Taboada L, Tse KM. Comparative Analysis of Pulsed and Continuous Wave Modes in High-Intensity Laser Light Therapy: Implications for Deep Tissue Treatment. J Biophotonics. 2025;18:e202400164. doi:10.1002/jbio.202400164. Wiley

  • Ceyhan Z, Karaca SB. The efficacy of high-intensity laser and short-wave diathermy both combined with exercises in patients with knee osteoarthritis: a randomized comparative study. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04446-3. Springer

  • Rahimi MS, et al. HILT vs biofeedback in knee OA. Anesth Pain Med. 2024;14(5):e143708. doi:10.5812/aapm-143708. PubMed

  • Akgün K, et al. Additional effect of HILT with conventional physiotherapy in OA. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04501-z. Springer

  • Kuru Ç, et al. The Effects of High-Intensity Laser Therapy vs. Low-Level Laser Therapy on Quadriceps in OA. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04510-y. Springer

  • Demircioglu S, et al. HILT vs sham in OA: double-blind RCT. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04499-3. Springer

  • Fan Y, et al. Low-level laser therapy in knee osteoarthritis: a narrative review. Clin Exp Rheumatol. 2025;43(1):66-74. PubMed

  • Gungor A, et al. HILT + biofeedback vs biofeedback alone in OA. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04533-5. Springer

  • De Paiva PRV, et al. Influence of irradiance on PBM for muscle performance: RCT. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04521-9. Springer

  • Chen X, Fan Y, Tu H, Luo Y. Clinical efficacy of different therapeutic options for knee OA: network meta-analysis. PLoS One. 2025;20(6):e0324864. doi:10.1371/journal.pone.0324864. PLOS

  • Silva A, et al. PBM + exercise on inflammatory biomarkers in women with OA. Lasers Med Sci. 2025. doi:10.1007/s10103-025-04515-7. Springer

  • Zeng C, et al. Efficacy and safety of laser acupuncture on osteoarthritis: systematic review. Medicine (Baltimore). 2019;98(47):e17948. doi:10.1097/MD.0000000000017948. PubMed

  • Chia W-T, Wong T-H, Jaw F-S, Hsieh H-C. PBMT after TKA: randomized controlled trial. Photobiomodul Photomed Laser Surg. 2025;43(2). doi:10.1089/photob.2024.0120. Liebert

18 de setembro de 2025 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Ozonioterapia Acaba de Ser Reconhecida Pelo CFM

by Otávio Melo 28 de agosto de 2025

O que está em jogo na liberação da ozonioterapia?

Por muitos anos, a ozonioterapia ocupou um espaço controverso no cenário da medicina brasileira. Ao mesmo tempo em que ganhava adeptos entre pacientes e profissionais da saúde, enfrentava resistência institucional, com o rótulo de “prática experimental” estampado em todas as suas menções. Isso começou a mudar em 2023, com a promulgação da Lei Federal nº 14.648, que autorizou a utilização do ozônio como procedimento complementar em território nacional. Mas foi somente em 21 de agosto de 2025, com a publicação da Resolução CFM nº 2.445/2025, que a ozonioterapia passou, de fato, a ser reconhecida como ato médico com respaldo científico e regras claras para sua aplicação clínica.

A partir dessa resolução histórica do Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil ingressa num novo capítulo da medicina integrativa, agora com base em dados científicos validados, critérios técnicos rigorosos, e um conjunto definido de indicações clínicas autorizadas. O ozônio, quando aplicado corretamente, passa a ser adjuvante no tratamento de feridas e de dor musculoesquelética, com destaque para úlceras de pé diabético e osteoartrite de joelho, entre outras condições.


🧭 Contexto Legal: da lei à regulamentação médica

A Lei nº 14.648, de 2023, autorizou a ozonioterapia como procedimento de caráter complementar em todo o território nacional, mas deixou sob responsabilidade dos conselhos de classe, como o CFM, a definição dos critérios técnicos e profissionais para sua prática. Isso criou um intervalo em que a prática era legal, mas ainda não regulamentada do ponto de vista técnico e ético pela medicina convencional.

Essa lacuna foi finalmente preenchida em 21 de agosto de 2025, quando o CFM publicou a Resolução nº 2.445/2025, resultado de uma análise científica e regulatória criteriosa, com base nos relatórios técnicos elaborados pelo Departamento de Ciência e Pesquisa (Decip) do próprio CFM.


📜 O que diz a Resolução CFM nº 2.445/2025?

A nova norma autoriza a ozonioterapia como procedimento médico adjuvante para duas grandes áreas terapêuticas:

  1. Tratamento de feridas específicas

  2. Tratamento de dores musculoesqueléticas específicas

Isso significa que o ozônio medicinal pode ser usado como complemento — e nunca como substituto do tratamento convencional — em situações bem definidas e com protocolos clínicos baseados em evidência.


🩹 1. OZONIOTERAPIA EM FERIDAS: QUANDO É PERMITIDA?

Segundo o Art. 1º da Resolução, está autorizado o uso tópico de ozônio em:

  • Úlceras de pé diabético

  • Úlceras arteriais isquêmicas

  • Feridas infecciosas agudas

  • Úlceras venosas crônicas

🧪 Método e protocolo:

  • Aplicação tópica, via:

    • Bolsa hermética (“ozone bagging”)

    • Óleo ozonizado

    • Pomada ozonizada

  • Protocolos devem ser baseados em evidência científica.

  • Uso restrito a consultórios com infraestrutura mínima (Grupo 2) ou ambiente hospitalar.

  • Proibido o uso em feridas neoplásicas (ex: feridas tumorais), por risco de agravamento.


🤕 2. DOR MUSCULOESQUELÉTICA: QUAIS CONDIÇÕES PODEM RECEBER OZÔNIO?

De acordo com o Capítulo II da Resolução, a ozonioterapia pode ser aplicada como tratamento complementar para dor, especificamente em:

  • Osteoartrite de joelho

    • Via de aplicação: injeção intra-articular

    • Local: consultório médico ou clínica com padrão Grupo 3

  • Dor lombar causada por hérnia de disco

    • Via de aplicação: injeção paravertebral ou intradiscal

    • Local: apenas em ambiente hospitalar com estrutura cirúrgica

    • Profissional: apenas médicos com RQE em Anestesiologia, Neurocirurgia, Ortopedia e Traumatologia, ou áreas de atuação como Dor e Radiologia Intervencionista


🛑 O que NÃO está autorizado?

  • Feridas tumorais (neoplásicas)

  • Fibromialgia

  • Síndrome do túnel do carpo

  • Síndrome miofascial cervical (exceto em pesquisa)

  • Dor lombar inespecífica

  • Auto-hemotransfusão ozonizada

  • Injeções sem guia de imagem ou ambiente estéril

A resolução é clara: só pode aplicar ozônio nas condições aprovadas, com técnica e ambiente corretos. Fora disso, a prática continua vedada ou considerada experimental.


🧰 Exigências técnicas e legais para o uso da ozonioterapia:

  • Equipamento de ozônio medicinal deve ter certificação da Anvisa

  • O médico deve:

    • Realizar diagnóstico nosológico

    • Manter registro detalhado em prontuário

    • Definir concentração, volume, frequência e desfechos clínicos

  • Somente médicos podem indicar a terapia


🩺 Base científica: como o CFM chegou a essa decisão?

A decisão foi embasada nos Relatórios Técnicos nº 02/2025 e 03/2025, com base em mais de 30 artigos científicos revisados sistematicamente. A metodologia de análise incluiu:

  • Revisões sistemáticas

  • Ensaios clínicos randomizados

  • Estudos observacionais

  • Avaliação de evidência via sistema GRADE

  • Fontes como PubMed, Cochrane Library, Embase, Scopus e Web of Science

🧠 Análise científica da decisão do CFM sobre a Ozonioterapia


🔬 Como o CFM chegou a essa decisão? Explicando a metodologia científica

A autorização médica da ozonioterapia pelo Conselho Federal de Medicina não foi uma simples mudança de posicionamento ideológico. Pelo contrário: a Resolução CFM nº 2.445/2025 foi o desfecho de uma análise científica rigorosa feita pelo Departamento de Ciência e Pesquisa (DECIP) do próprio CFM, com base em dois relatórios técnicos aprofundados:

  • 📑 Relatório Técnico nº 02/2025 — Tratamento de feridas

  • 📑 Relatório Técnico nº 03/2025 — Dor musculoesquelética

Os documentos seguiram metodologia baseada em evidência, com foco em:

  • Ensaios clínicos randomizados (RCTs)

  • Estudos observacionais

  • Revisões sistemáticas

  • Classificação de qualidade da evidência por GRADE, AMSTAR 2 e Newcastle-Ottawa Scale (NOS)

As bases de dados consultadas foram as mais respeitadas do mundo acadêmico:

  • 🔹 PubMed/Medline

  • 🔹 Cochrane Library

  • 🔹 Scopus

  • 🔹 Embase

  • 🔹 Web of Science

 O diferencial desta nova análise foi que ela não avaliou a ozonioterapia de forma genérica, como antes. Agora, a avaliação foi específica por tipo de lesão ou dor, o que garantiu mais precisão científica na tomada de decisão.


📊 Resultados científicos e estatísticos – Explicados de forma simples

🩹 1. Eficácia da ozonioterapia em feridas

✅ Indicação mais sólida: ÚLCERA DE PÉ DIABÉTICO

  • Desfechos observados:

    • Redução do tempo de cicatrização

    • Diminuição da área da lesão

    • Menor tempo de internação

    • Redução significativa nas taxas de amputação

O uso tópico de ozônio mostrou resultados positivos e clinicamente relevantes em pacientes com úlcera de pé diabético.

🟡 Evidência moderada:

  • Úlceras arteriais isquêmicas

  • Feridas infecciosas agudas

  • Úlceras venosas crônicas

Embora a qualidade dos estudos ainda seja variável, os relatos de melhora de granulação tecidual, redução de infecção e exsudato sustentam a autorização condicional do uso nesses casos.

❌ Contraindicação absoluta:

  • Feridas neoplásicas (tumorais)

Risco teórico de acelerar necrose e disseminar células tumorais com uso de ozônio — proibido em qualquer estágio.


🤕 2. Eficácia da ozonioterapia em dor musculoesquelética

✅ Indicação mais robusta: OSTEOARTRITE DE JOELHO

  • Via: injeção intra-articular de ozônio medicinal

  • Comparada a placebo, ácido hialurônico e corticoides

  • Resultados consistentes:

    • Redução significativa da dor (em escalas VAS)

    • Melhora da função e mobilidade articular

    • Efeito de magnitude moderada a alta

✅ Segunda indicação liberada: Dor lombar por hérnia de disco

  • Via: injeção paravertebral ou intradiscal, guiada por imagem

  • Exige ambiente cirúrgico controlado e médico especialista

  • Resultados mostram:

    • Redução significativa de dor

    • Melhora funcional em relação ao baseline

    • Taxa de complicações graves: apenas 0,064%

A aplicação intramuscular de ozônio em pacientes com hérnia lombar reduziu significativamente a dor sem efeitos adversos graves.


Efeitos colaterais e segurança

Segundo a resolução:

  • Eventos adversos graves são raros

  • Podem ocorrer:

    • Ardência local

    • Dermatite leve

    • Casos isolados de infecção secundária

  • A maioria dos efeitos negativos se deu por falhas técnicas, como:

    • Uso de produtos de baixa qualidade

    • Ruptura da barreira de assepsia

    • Equipamentos sem registro na Anvisa

Por isso, a norma exige que todo procedimento use equipamento certificado pela Anvisa, além de ambiente estéril e registro médico detalhado em prontuário.


🔍 Comparações com dados internacionais

Para ilustrar a posição do Brasil após essa regulamentação, comparamos com outros países:

País Situação da Ozonioterapia
Alemanha Prática regulamentada desde os anos 1980, com uso em medicina complementar
Itália Aplicação reconhecida em diversas clínicas para dores e feridas
Espanha Uso hospitalar permitido sob controle médico
EUA Ainda considerada prática alternativa, não aprovada pelo FDA
Brasil (até 2025) Experimental, com restrições éticas e legais
Brasil (agosto 2025) Regulamentada como adjuvante, com regras específicas

A regulamentação brasileira aproxima-se do modelo europeu, com foco em uso complementar e baseado em evidências.

“O que vemos agora é o reconhecimento, por parte do CFM, de que a ozonioterapia, quando usada em indicações precisas e com rigor técnico, pode ser um aliado importante no manejo de feridas complexas e dores crônicas. A decisão se baseia em dados concretos, não em modismos. Mas atenção: isso não é uma liberação irrestrita. O uso deve ser criterioso, documentado, e realizado por profissionais capacitados, em ambientes adequados. Trata-se de um avanço — desde que feito com responsabilidade.”

28 de agosto de 2025 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Cama de LED e Fotobiomodulação: os Segredos do Hulk para Continuar no Topo.

by Otávio Melo 11 de julho de 2025

O que há por trás do desempenho surpreendente de um atleta veterano?

Descubra como a fotobiomodulação de corpo inteiro pode te ajudar também.

Imagine um jogador de futebol que, ainda é decisivo, corre como um garoto e se destaca em campo contra adversários bem mais jovens. Esse é o Hulk, do Atlético-MG.

Aos 38 anos, o atacante continua sendo um dos jogadores mais decisivos do futebol brasileiro.

 

Mas o que está por trás desse rendimento impressionante, mesmo com uma idade considerada “avançada” para o futebol profissional?

 

Além de treinos, alimentação e disciplina, Hulk revelou recentemente algo que surpreendeu até os mais céticos: ele usa, em casa, uma cama de LED com tecnologia de luz vermelha e infravermelha para acelerar a recuperação do corpo.

Mas isso é só conforto moderno ou realmente funciona? A ciência diz que funciona — e muito.

Essa prática, que vem ganhando espaço entre atletas e praticantes de atividade física de alta performance, não é apenas um modismo. A ciência tem demonstrado que a fotobiomodulação pode melhorar marcadores de desempenho, acelerar a regeneração muscular, reduzir inflamação e até combater os efeitos do envelhecimento.

 

Hulk está velho? Não para a luz vermelha

No futebol, a maioria dos jogadores perde rendimento físico com o tempo. As lesões ficam mais frequentes, a recuperação mais lenta, a energia some. Mas com o apoio da fotobiomodulação, Hulk está desafiando esse ciclo natural.

Com sessões regulares em sua cama de LED, ele consegue:

  • Recuperar os músculos mais rápido após treinos e jogos
  • Reduzir a dor e o cansaço muscular antes que se tornem problemas
  • Manter o alto nível de rendimento físico, mesmo com mais de 35 anos
  • Evitar inflamações persistentes, comuns em atletas veteranos

📌 Quer entender como a luz pode impactar até seu metabolismo? Veja este conteúdo da Regenius

Mas… o que diz a ciência?

Uma Revisão sistemática sobre Fotobiomodulação de Corpo Inteiro, (“A systematic review on whole-body photobiomodulation for exercise performance and recovery”) foi publicada em janeiro de 2025 na revista científica Lasers in Medical Science (Springer).

A revisão analisou 5 estudos clínicos com humanos, totalizando 105 participantes fisicamente ativos, que usaram dispositivos de luz LED em espectros vermelho e infravermelho, antes ou após o exercício. As pesquisas avaliaram sono, fadiga, inflamação e desempenho.

Os principais resultados foram a melhora na qualidade do sono (2 estudos), com aumento de melatonina e redução da frequência cardíaca noturna, sem identificação de  efeitos adversos.

Os dados iniciais são promissores, especialmente em parâmetros relacionados à recuperação e regulação do sono, fundamentais para atletas de alta exigência como Hulk.

Um outro artigo sobre fotobiomodulação com LED infravermelho, publicado na revista Photomedicine and Laser Surgery, em 2016, (“Pre-Exercise Infrared Low-Level Laser Therapy (810 nm) in Skeletal Muscle Performance and Postexercise Recovery in Humans”) avaliou os efeitos da fotobiomodulação em jogadores de futebol de elite.

Foram estudados 28 atletas profissionais submetidos a exposição ao laser infravermelho com doses variadas aplicadas antes do exercício. Ficou provado que a aplicação aumentou significativamente a força muscular nas primeiras 24h pós-exercício. Os marcadores inflamatórios (IL-6 e CK) tiveram uma redução expressiva.

Concluiu-se portanto, que a aplicação pré-exercício da luz infravermelha com parâmetros adequados promove melhor performance e recuperação mais rápida, sendo altamente eficaz em protocolos de alto rendimento.

 

O que isso quer dizer na prática?

Que usar luz — como Hulk faz — não é só luxo ou capricho, é uma ferramenta real de performance. É como dar ao corpo uma “ajuda extra” para funcionar melhor, sem desgastar tanto.

E mesmo sem ser atleta profissional, qualquer pessoa ativa pode se beneficiar dessa tecnologia, inclusive para recuperar-se mais rápido de treinos pesados, lesões ou até do cansaço do dia a dia.

🔗 Leia mais sobre os benefícios da fotobiomodulação no corpo neste artigo da Regenius

 

Mais um artigo (“A Comprehensive Review on the Effects of Laser Photobiomodulation on Skeletal Muscle Fatigue in Spastic Patients”) publicado em abril de 2021 no International Journal of Photoenergy reforçou que a fotobiomodulação pode reduzir significativamente a fadiga muscular periférica e melhorar o desempenho de forma segura e não invasiva.

Existem centenas de outros como esses na literatura, ou seja: o que não falta é evidências de que a luz pode sim auxiliar na recuperação, performance e manutenção da saúde, tanto para atletas profissionais quanto para pessoas comuns.

 

Quer saber como tudo isso é possível, de uma forma tão simples?

Mecanismos Biológicos: como a luz atua no corpo?

A fotobiomodulação atua principalmente sobre a mitocôndria, estimulando a produção de ATP (energia celular), promovendo vasodilatação, melhorando a oxigenação tecidual e reduzindo marcadores inflamatórios como IL-6 e TNF-α.

Além disso, há evidências de:

  • Redução de estresse oxidativo
  • Estímulo à liberação de fatores de crescimento
  • Melhora no recrutamento neuromuscular
  • Inibição da condução de sinais de dor

 

Longevidade e Performance: o diferencial para atletas mais velhos

A aplicação regular da PBM pode ajudar atletas veteranos como Hulk a manter níveis elevados de performance, graças à:

  • Redução da perda de massa muscular
  • Diminuição da inflamação crônica
  • Melhora da função cardiovascular e neuromuscular.

 

Como a cama de LED ajuda o corpo?

A tecnologia usada por Hulk se baseia na fotobiomodulação de corpo inteiro, um nome complicado para um conceito simples: usar luz para estimular o corpo a se recuperar melhor, mais rápido e com menos dor.

A luz vermelha e a luz infravermelha penetram na pele e ativam mecanismos celulares que favorecem a produção de energia, reduzem inflamações, melhoram a circulação e ajudam os músculos a se regenerarem após esforço intenso.

E o mais interessante: tudo isso sem dor, sem efeitos colaterais e sem a necessidade de medicamentos.

🔗 Saiba mais sobre os conceitos dessa tecnologia neste link da Regenius

 

🧬 Luz que ativa o que há de melhor no seu corpo

A luz vermelha usada na cama de LED age principalmente estimulando a parte das células responsável por gerar energia — as famosas mitocôndrias.

Isso se traduz em:

✅ Mais disposição

✅ Menos dores pós-exercício

✅ Sono de melhor qualidade

✅ Sistema imune mais forte

✅ Envelhecimento mais lento

📌 Conheça mais sobre o Método Regenius aqui neste link

 

🧠 Cuidar do corpo também é cuidar da mente

Além dos benefícios físicos, a fotobiomodulação pode ajudar também no humor e no bem-estar mental. Afinal, quem treina bem, dorme bem e sente menos dor, vive melhor.

E para um atleta como Hulk, que precisa estar inteiro tanto física quanto emocionalmente, isso faz toda a diferença. A cama de LED não é só uma ferramenta de recuperação — é uma estratégia para manter a longevidade esportiva e mental.

 

✨ E você, vai deixar essa tecnologia só para os atletas?

A boa notícia é que não é preciso ser jogador de futebol para se beneficiar da luz vermelha. Cada vez mais pessoas têm recorrido à fotobiomodulação para manter o corpo saudável, melhorar a performance nos treinos e até no processo de emagrecimento.

Quer experimentar na prática como essa luz pode transformar seu bem-estar?

🔗 Explore os conteúdos da Regenius e descubra como a luz pode te ajudar a ir além:

  • O que é Fotobiomodulação?
  • Benefícios da luz vermelha
  • Fotobiomodulação e perda de peso
  • Conheça o RegenBody

📖 Referência científica

Vanin AA, et al. Pre-Exercise Infrared Low-Level Laser Therapy in Skeletal Muscle Performance and Postexercise Recovery in Humans. Photomed Laser Surg. 2016;34(10):1–10.
Link para o artigo completo

 

11 de julho de 2025 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Mais proteína, menos calorias… e ossos mais fracos?

by Otávio Melo 10 de maio de 2025

Dietas ricas em proteína ganharam status de protagonistas nas últimas décadas. Seja para emagrecer, preservar músculos durante o envelhecimento ou manter a saciedade, a proteína é constantemente apontada como um dos pilares da boa alimentação.

Do outro lado, a restrição calórica moderada é considerada por muitos como uma ferramenta eficiente de controle de peso, melhora metabólica e até promoção da longevidade. E se combinássemos as duas estratégias?

A lógica dominante diria: “você vai perder gordura, preservar o músculo e proteger seus ossos.”

O que a ciência já sabe: músculo e osso são interdependentes

Na literatura científica, é amplamente aceito que massa muscular e massa óssea caminham juntas:

  • Músculo contrai → gera carga sobre o osso;

  • O osso responde formando mais matriz e fortalecendo-se;

  • Isso é especialmente verdadeiro durante crescimento, reabilitação ou exercícios de impacto.

👉 Estudos clínicos e populacionais mostram que:

    • Pessoas com maior massa magra tendem a ter melhor densidade mineral óssea (DMO);

    • A sarcopenia (perda de músculo) é fator de risco independente para osteoporose e fraturas;

    • A combinação de obesidade + sarcopenia (sarcopenia obesogênica) é especialmente prejudicial ao osso.

Haveria algo errado com esses achados científicos ?

Um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, publicado em janeiro de 2025 na revista JBMR Plus, acendeu um alerta silencioso. Ao analisar os efeitos de uma dieta com menos calorias e mais proteína em um modelo experimental rigorosamente controlado, os autores encontraram um resultado inesperado:

Mais músculo. Menos gordura. E ossos mais fracos.

Vamos entender por que isso aconteceu, qual foi o protocolo utilizado, o que o estudo mostra — e o que ele não mostra — além de discutir os importantes vieses metodológicos que precisam ser conhecidos para interpretar os dados com responsabilidade.


🔬 Como o estudo foi conduzido?

A pesquisa foi realizada com sessenta ratas fêmeas adultas da linhagem Wistar Hannover, mantidas sob condições laboratoriais controladas por oito semanas. As cobaias foram divididas em três grupos alimentares:

Grupo Calorias totais Teor de proteína Protocolo
C (controle) 100% Padrão Dieta ad libitum (à vontade)
R (restrição calórica) 70% Padrão Restrição calórica
H (hiperproteico) 70% Alta proteína Restrição calórica + aumento de proteína
A proposta do grupo H era simular uma prática comum em contextos de emagrecimento: redução calórica associada a maior ingestão proteica, visando preservar massa magra.

Ou seja:

  • O grupo controle representava uma dieta de manutenção;

  • O grupo R simulava uma dieta restritiva comum;

  • O grupo H testava a combinação: menos calorias + mais proteína — algo semelhante ao que muitos planos de emagrecimento adotam hoje em clínicas e academias.


🧪 O que foi avaliado?

  1. Composição corporal (DXA): massa magra, massa gorda, peso corporal;

  2. Microestrutura óssea (μCT): tíbia, fêmur, vértebra L5;

  3. Histomorfometria óssea: número de osteoblastos, osteoclastos e adipócitos da medula;

  4. Cultivo celular da medula óssea: avaliação da osteoclastogênese in vitro.


📊 O que os resultados mostraram?

💪 Composição corporal

  • O grupo H preservou a massa magra mesmo com menos calorias.

  • Houve redução significativa da gordura corporal.

Massa gorda final
C: 51,4g
R: 17,4g
H: 6,9g

✅ Até aqui, parece o cenário ideal.


🦴 Estrutura óssea

Mas os dados da microtomografia revelaram:

  • Redução do volume trabecular (BV/TV);

  • Maior separação entre trabéculas (Tb.Sp);

  • Redução da espessura cortical (Ct.Th).

BV/TV (%) Tb.Sp (µm)
C: 73,7 0,11
R: 63,8 0,12
H: 61,1 0,13

❌ Mesmo com mais músculo, os ossos estavam mais frágeis.


🧫 Gordura na medula óssea (MAT)

O número de adipócitos na medula da tíbia foi surpreendente:

Adipócitos/mm²
C: 3,27
R: 16,7
H: 41,19

A MAT é um marcador associado à perda de densidade óssea, envelhecimento e doenças como a anorexia nervosa. Sua expansão afeta diretamente o ambiente hematopoiético e o metabolismo ósseo.


🔬 Osteoclastogênese in vitro

Ao cultivar células da medula das ratas, o grupo H apresentou:

  • Maior diferenciação de osteoclastos;

  • Indício claro de aumento da reabsorção óssea.

Osteoclastos por poço
C: 105
R: 19
H: 130

🧩 O paradoxo: mais músculo, menos osso

O modelo experimental revelou um fenômeno fisiológico paradoxal: preservação de massa magra associada a comprometimento estrutural do esqueleto.

O estudo da USP levanta uma hipótese poderosa e preocupante, que ainda não foi validado em humanos, com diferentes fontes proteicas e controle dos múltiplos sistemas envolvidos.

Mas o que poderia estar por trás disso?


⚠️ Qual foi a proteína utilizada no estudo?

Agora chegamos ao ponto crítico da interpretação.

📎 Trecho do artigo original:

“The C, R, and H groups received 140, 140, and 460 g/kg of casein, respectively.” (Romano et al., JBMR Plus, 2025)

Isso mesmo: o estudo utilizou exclusivamente a caseína como única fonte proteica, elevando sua concentração para 460 g/kg de dieta no grupo H. Isso representa uma quantidade muito acima da ingestão habitual — e mais importante ainda:

A caseína é uma proteína encontrada no leite, e não faz parte da dieta normalmente utilizada por ratas adultas.

🧠 E por que isso importa tanto?

Porque como os roedores são animais herbívoros por natureza, e seu sistema digestivo não é fisiologicamente adaptado para processar grandes quantidades de proteína animal — muito menos proteína láctea isolada em doses elevadas.

Além disso, a caseína é conhecida na literatura científica por, em altas concentrações, provocar efeitos colaterais relevantes em modelos animais:

⚠️ O que já foi observado com caseína em roedores:

  1. Alterações na microbiota intestinal
    → Redução da diversidade microbiana e aumento de bactérias pró-inflamatórias.

  2. Aumento da permeabilidade intestinal (“leaky gut”)
    → Maior translocação de endotoxinas que afetam o eixo intestino–osso.

  3. Estímulo inflamatório crônico subclínico
    → Elevação de citocinas como IL-6 e TNF-α, que favorecem a reabsorção óssea.

  4. Redução da digestibilidade proteica em altas doses
    → Especialmente quando há restrição energética, como no grupo H.

  5. Redução da absorção proteica em ambiente de estresse calórico

🧪 O que o estudo não mediu

O modelo também não avaliou nenhum marcador de atividade metabólica óssea nem sistêmica, como:

    • Vitamina D

    • Paratormônio (PTH)

    • P1NP (propeptídeo do colágeno tipo 1)

    • C-Tx (telopeptídeo C-terminal do colágeno tipo 1)

    • Osteocalcina

    • Deoxipiridinolina (DPD)

    • Calcitonina

    • Cálcio sérico total ou iônico

    • Albumina

    • Fosfatase alcalina (ALP) ou óssea

    • Fosfatase ácida (TRAP)

    • Creatinoquinase (CPK)

    • Íons séricos relacionados ao metabolismo ósseo

Ou seja, não sabemos se a proteína utilizada pelos pesquisadores (caseína) foi de fato absorvida, nem se gerou inflamação ou alterações hormonais.

Sem dosagens bioquímicas no sangue, não podemos saber se os efeitos locais observados no osso e na medula têm reflexo sistêmico (circulante). Ou seja:

O estudo mostrou o que estava acontecendo nos ossos e nas células da medula, mas não como o organismo inteiro estava reagindo bioquimicamente.

Essa é uma limitação importante, especialmente porque:

  • O PTH, a vitamina D e a osteocalcina são marcadores sensíveis e precoces de mudanças no metabolismo ósseo;

  • A ausência de dados como cálcio sérico impede avaliação do balanço mineral;

  • E a fosfatase alcalina óssea ou o P1NP ajudariam a confirmar se houve supressão da formação óssea, como sugerem os dados histológicos.


🧬 Limitações adicionais do estudo

  • Modelo apenas com ratas fêmeas, sem controle do ciclo hormonal;

  • Ausência de avaliação da atividade física espontânea;

  • Curto período experimental (8 semanas);

  • Modelo fechado, sem variações alimentares, emocionais ou sociais como em humanos.


✅ O que o estudo realmente mostra

“Em RATAS ADULTAS sob restrição calórica, o aumento da ingestão DE CASEÍNA foi associado à preservação da massa magra, mas também à piora da qualidade óssea, aumento da gordura na medula e maior reabsorção do osso.”

📉 Limitações adicionais do modelo

  1. Animais exclusivamente fêmeas, com possíveis flutuações hormonais (ciclo estral não monitorado);

  2. Sem controle da atividade física espontânea;

  3. Modelo de 8 semanas, que representa uma janela curta para alterações esqueléticas em seres humanos;

  4. Não aplicável a dietas humanas reais, que incluem alimentos variados e são influenciadas por múltiplos fatores: estresse, sono, fármacos, genética, etc.


🚫 O que este estudo não permite afirmar

  • Que dietas hiperproteicas são prejudiciais a humanos;

  • Que ingerir proteínas enfraquece os ossos;

  • Que músculo causa perda óssea;

  • Que devemos reduzir proteína em dietas clínicas.


🧭 O que podemos aprender

  • O tipo de proteína importa;

  • A saúde óssea é mais sensível à restrição calórica do que à massa muscular isoladamente;

  • O osso é afetado por múltiplos sistemas: hormonal, intestinal, inflamatório, energético;

  • e principalmente:

“Quando a proteína ingerida não é fisiológica para o organismo e é administrada sob condições de estresse energético crônico, podem haver prejuízos desastrosos a vários órgãos e tecidos.”

Apesar de abordar a saúde óssea, não foram realizadas análises de integridade intestinal, inflamação sistêmica ou composição da microbiota. Isso é uma lacuna importante, pois o eixo intestino–sistema imune–osso é cada vez mais reconhecido como determinante na regulação da formação e reabsorção óssea, especialmente em estados de estresse calórico.


🔋 A restrição calórica por si só já compromete a saúde óssea

Tanto o grupo R quanto o grupo H apresentaram perda estrutural óssea significativa, o que indica que a restrição energética de 30% aplicada ao longo de 8 semanas já foi suficiente para causar redução da formação óssea e ativação da reabsorção, independentemente da quantidade de proteína.

Portanto, o prejuízo ósseo pode ter sido mais consequência do déficit calórico do que da proteína em si.

Dessa forma, esse estudo experimental não serve como base para prescrição dietética em humanos.


📎 Referência científica original

Romano BC, Araújo IM, Ribeiro MSP, Silva LTP, Dick-de-Paula I, Fukada SY, et al.
Low-calorie and high-protein diet has diverse impacts on the muscle, bone, and bone marrow adipose tissues.
JBMR Plus. 2025 Jan;9(1):ziae150.
https://doi.org/10.1093/jbmrpl/ziae150


📌 Veja também

Divulgação oficial da pesquisa pela USP:
👉 https://www.fmrp.usp.br/pb/arquivos/18238

10 de maio de 2025 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

Vem aí um novo “Mounjaro” sem agulhas ?

by Otávio Melo 3 de maio de 2025

🧬 Vem aí um novo “Mounjaro” sem agulhas

Três vezes mais potente que o Ozempic, novo comprimido pode aposentar as canetas.

Imagine um comprimido capaz de promover a mesma perda de peso dos medicamentos mais potentes do mercado — mas sem injeções, sem agulhas, sem refrigeração.

Essa é a proposta do Orforglipron, o novo medicamento oral da farmacêutica Eli Lilly, que está sendo testado como uma alternativa revolucionária no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Embora ainda não esteja aprovado para uso clínico, os estudos já despertam atenção mundial por seus resultados expressivos.


🔬 O que é o Orforglipron?

O Orforglipron é um agonista oral do receptor de GLP-1, mesma classe de medicamentos que inclui Ozempic, Wegovy e Mounjaro — tradicionalmente aplicados por injeção.

Diferentemente deles, o Orforglipron é uma molécula não peptídica, o que permite sua absorção pelo trato digestivo sem degradação, tornando possível a administração em forma de comprimido diário, sem necessidade de jejum nem refrigeração.


📉 O que mostram os estudos?

🔹 Estudo de fase 2 (New England Journal of Medicine, 2023)

  • População: adultos com obesidade ou sobrepeso (sem diabetes);

  • Duração: 36 semanas;

  • Resultado: perda de até 14,7% do peso corporal com uso exclusivo de comprimidos, a depender da dose;

  • Destaque: pacientes que usaram as doses mais altas chegaram a perder cerca de 15 kg, sem uso de agulhas.
    📚 Fonte: NEJM, 2023 – Oforglipron


🧪 Em que fase está o Orforglipron?

O medicamento está atualmente em estudos de fase 3, como o ensaio clínico ACHIEVE-1, que investiga sua eficácia e segurança em uma população maior, incluindo pacientes com diabetes tipo 2.

Estudos de fase 3 são etapas avançadas e determinantes no desenvolvimento de medicamentos. Neles, os efeitos observados nas fases anteriores são testados em larga escala, com maior diversidade de pacientes. Com base nesses resultados, o medicamento pode ser submetido à aprovação regulatória por órgãos como o FDA (EUA) e a Anvisa (Brasil).

🔍 Resultados preliminares do estudo ACHIEVE-1:

  • Redução da hemoglobina glicada (A1C): entre 1,3% e 1,6% após 40 semanas de uso;

  • Mais de 65% dos pacientes atingiram A1C ≤ 6,5%, valor considerado abaixo do limiar diagnóstico para diabetes pela ADA;

  • Perda de peso média: 7,2 kg na dose de 36 mg;

  • Com doses menores (3 mg e 12 mg), a perda foi de 4,2 kg e 5,2 kg, respectivamente;

  • Observação importante: os participantes ainda não haviam atingido o platô de perda de peso ao final do estudo — indicando potencial de perda adicional com o uso contínuo.
    📚 Fonte: Revista Galileu – 2025


📊 Comparativo com outros tratamentos

TratamentoViaPerda de peso média (%)População estudada
OzempicInjetável~5–7%Diabetes tipo 2
RybelsusOral~4–5%Diabetes tipo 2
WegovyInjetável~15%Obesidade
MounjaroInjetável~15–21%Obesidade
OrforglipronOralaté 14,7% (fase 2)Obesidade
Cirurgia bariátricaCirúrgico~25–30%Obesidade grave
 

📌 Ou seja: em termos de perda de peso, o Orforglipron foi até três vezes mais eficaz que o Ozempic, e se aproximou dos melhores resultados da tirzepatida (Mounjaro) — com a vantagem de ser um comprimido diário, sem agulhas.


⚠️ Quais são os riscos?

Assim como qualquer tratamento, o uso do Orforglipron pode provocar efeitos colaterais. Os mais comuns observados nos estudos foram náuseas, diarreia, constipação, indigestão e vômito — sintomas geralmente leves a moderados e semelhantes aos de outros medicamentos da mesma classe (GLP-1).

Já a cirurgia bariátrica, apesar de ser o método mais eficaz em termos absolutos de perda de peso, envolve riscos significativos, como:

  • Complicações cirúrgicas (sangramentos, infecções, fístulas);

  • Deficiências nutricionais crônicas (ferro, B12, vitamina D, cálcio);

  • Síndrome de dumping (queda de pressão e sintomas digestivos após refeições);

  • Reganho de peso em até 30% dos casos sem seguimento multidisciplinar;

  • Necessidade de reoperações ou intervenções complementares.
    Além disso, exige mudanças permanentes no estilo de vida, suplementação contínua e acompanhamento médico rigoroso.


📍 Conclusão

O Orforglipron representa uma das inovações mais promissoras no tratamento da obesidade: um comprimido diário, com eficácia comparável às terapias injetáveis mais potentes, sem agulhas e sem os riscos da cirurgia.

Embora ainda esteja em fase de testes, tudo indica que ele poderá transformar a forma como tratamos o excesso de peso nos próximos anos — oferecendo uma solução mais prática, confortável e acessível para milhões de pessoas.


📲 Quer receber atualizações sobre medicamentos inovadores, emagrecimento saudável e longevidade?

Siga o perfil https://instagram.com/dr.otaviomelo

3 de maio de 2025 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Blog Regenius

6 Descobertas Incríveis Sobre o Uso da Metformina na Artrose de Joelho

by Otávio Melo 24 de abril de 2025

A dor crônica no joelho tem novo inimigo: a metformina

A artrose de joelho (ou osteoartrite) é uma das doenças mais incapacitantes do mundo. Estima-se que mais de 365 milhões de pessoas sofram com essa condição globalmente, principalmente aquelas com sobrepeso ou obesidade, onde o impacto nas articulações é ainda mais severo devido ao peso corporal e ao quadro inflamatório associado ao excesso de gordura​.

Até recentemente, os tratamentos disponíveis para a artrose de joelho eram limitados a analgésicos, fisioterapia, infiltrações e, em estágios mais avançados, cirurgia. No entanto, um estudo clínico inédito publicado na revista JAMA (abril de 2025) trouxe um novo protagonista para esse cenário: a metformina, um medicamento amplamente usado no tratamento do diabetes tipo 2 há mais de 60 anos​.


📚 O estudo: onde foi publicado, quem fez e por que ele é importante

O estudo, liderado pela pesquisadora Dra. Feng Pan e equipe da Monash University, Austrália, foi publicado na JAMA (Journal of the American Medical Association) em abril de 2025. Ele é um dos primeiros ensaios clínicos randomizados, duplo-cego e controlado por placebo a investigar se a metformina pode aliviar dor, rigidez e perda funcional em pacientes com osteoartrite de joelho e sobrepeso/obesidade​.

🔬 O que torna esse estudo ainda mais relevante é sua metodologia: conduzido inteiramente via telemedicina, em um contexto pós-pandemia, ele alcançou alta taxa de adesão e segurança, provando que a ciência pode ser acessível e moderna.


🧪 Metodologia: como o estudo foi feito

O ensaio envolveu 107 participantes com média de idade de 58,8 anos, sendo 68% mulheres, todos com diagnóstico de osteoartrite sintomática e IMC ≥25. Eles foram divididos em dois grupos:

  • Grupo Metformina (n=54): tomaram 2000 mg/dia do medicamento por 6 meses.

  • Grupo Placebo (n=53): receberam um comprimido visualmente idêntico, mas inativo.

Os participantes foram avaliados antes, aos 3 e aos 6 meses usando:

  • Escala Visual Analógica de Dor (VAS)

  • Índice WOMAC (Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index)

  • Avaliação de Qualidade de Vida (AQoL-8D)

  • Critérios de resposta OMERACT-OARSI


📈 Resultados: o que os números mostraram

✅ Redução significativa da dor

  • Metformina: redução média de –31,3 mm na VAS

  • Placebo: redução média de –18,9 mm

🟢 Diferença entre os grupos: –11,4 mm (p = 0,01) — estatisticamente significativa e clinicamente relevante.

✅ Melhora nos índices de rigidez e função:

  • Rigidez WOMAC: –56,9 no grupo metformina vs –26,7 no grupo placebo (p = 0,01)

  • Função WOMAC: –426,1 vs –221,7 (p = 0,009)

  • Dor WOMAC: –113,9 vs –68,2 (p = 0,045)

📊 Efeito moderado com tamanho de efeito 0,43, considerado positivo e promissor para um tratamento não cirúrgico​.


🧬 Como a metformina age no organismo além do controle da glicose?

Estudos anteriores já demonstravam que a metformina tem efeitos anti-inflamatórios, melhora no metabolismo lipídico, redução da resistência à insulina, e modulação da AMPK (proteína quinase ativada por AMP), um regulador chave da homeostase celular e inflamação​

Esses mecanismos explicam por que a metformina pode ajudar a preservar a cartilagem e aliviar sintomas articulares — especialmente em pessoas com obesidade, que sofrem com inflamação crônica e estresse mecânico nos joelhos.


🔁 Comparações com outros estudos científicos confiáveis

🧩 Estudos observacionais prévios já haviam sugerido esse efeito:

  1. Osteoarthritis Initiative (EUA): pacientes com obesidade que usaram metformina perderam menos cartilagem do joelho ao longo de 4 anos

  2. Estudo em Taiwan: mostrou que o uso combinado de metformina reduziu taxas de artroplastia em 10 anos

  3. Cohort retrospective com 20 mil pessoas: metformina foi associada a menor risco de desenvolver OA em comparação com sulfonilureias.

🧪 Entenda o papel da insulina e dos condrócitos na destruição da cartilagem

Pouca gente sabe, mas os condrócitos, que são as células responsáveis por manter a cartilagem saudável nas articulações, possuem receptores para insulina. E esse detalhe muda tudo quando falamos de pessoas com sobrepeso, obesidade ou diabetes tipo 2.

🧬 O que acontece com os condrócitos em ambientes com alta insulina?

Em condições normais, a insulina tem uma ação anabólica, ou seja, de construção e regeneração tecidual. Porém, em pacientes com resistência à insulina — como é o caso da maioria das pessoas com diabetes tipo 2 e obesidade —, os tecidos não respondem corretamente à insulina, e o pâncreas passa a produzir quantidades maiores desse hormônio.

🟥 Resultado: os níveis elevados e constantes de insulina no sangue (hiperinsulinemia) ativam **receptores nos condrócitos que, paradoxalmente, passam a desempenhar uma função catabólica — ou seja, destrutiva do tecido da cartilagem

⚠️ Consequências desse processo:

  • Aumenta a produção de metaloproteinases de matriz (MMPs) — enzimas que degradam colágeno e proteoglicanos, principais componentes da cartilagem.

  • Reduz a produção de proteínas estruturais, comprometendo a integridade da matriz extracelular.

  • Promove a inflamação local e a liberação de citocinas inflamatórias, como TNF-α e IL-1β, agravando ainda mais o quadro.

👉 Em outras palavras, o excesso de insulina, longe de proteger, contribui diretamente para a progressão da osteoartrite nas pessoas com resistência insulínica.


💊 Metformina: o antagonista do catabolismo articular

Aqui entra a grande sacada do estudo com metformina: o medicamento reduz a resistência à insulina e os níveis de insulina circulante, além de possuir efeitos anti-inflamatórios diretos nas células articulares

✔️ A metformina bloqueia a sinalização destrutiva nos condrócitos, reduzindo a expressão de MMPs e inibindo vias inflamatórias como NF-κB, que está envolvida na ativação de genes catabólicos.

✔️ Ela também ativa a AMPK (proteína quinase ativada por AMP), que atua como um “guardião metabólico”, promovendo a regeneração celular e a homeostase articular


🔗 Correlação com o diabetes tipo 2

A osteoartrite em pessoas com diabetes não se explica apenas pelo excesso de peso. Pesquisas mostram que mesmo pessoas magras com diabetes tipo 2 apresentam maior risco de artrose — isso se deve exatamente a esse mecanismo metabólico e inflamatório que envolve os condrócitos, a insulina e o desequilíbrio da matriz extracelular

Portanto, o uso da metformina, ao controlar a hiperinsulinemia, reduzir a inflamação e proteger a cartilagem, pode representar um novo paradigma para tratar não só os sintomas, mas também a fisiopatologia da osteoartrite.

🔄 Metformina, insulina e condrócitos: a nova chave para proteger as articulações

Como explicamos, os condrócitos, ao serem expostos a altos níveis de insulina — como ocorre frequentemente em pessoas com resistência insulínica ou diabetes tipo 2 — começam a expressar genes que promovem a quebra da cartilagem. Eles deixam de cumprir sua função regenerativa e passam a colaborar com a destruição do tecido articular, acelerando a progressão da artrose.

Essa descoberta muda a forma como entendemos a osteoartrite em pessoas com obesidade ou doenças metabólicas: não é só uma doença “mecânica”, causada por excesso de peso, mas também “bioquímica”, induzida por inflamação e desequilíbrio hormonal.

🧠 E é nesse cenário que a metformina surge como um agente promissor, por atuar exatamente nos mecanismos celulares e metabólicos que prejudicam os condrócitos:

  • Reduz a resistência à insulina

  • Diminui os níveis de insulina circulante

  • Modula vias inflamatórias (como NF-κB e MAPK)

  • Estimula a AMPK, que protege as células da cartilagem

Esses efeitos já foram confirmados em diversos estudos pré-clínicos e agora ganham força com este ensaio clínico recém-publicado na JAMA.


🌍 Repercussão: por que isso importa para o Brasil e o mundo?

O Brasil tem mais de 9 milhões de pessoas com artrose e uma das maiores taxas de sobrepeso da América Latina, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia. A obesidade é um fator de risco não só para o diabetes, mas também para doenças articulares.

🔎 Se a metformina — um medicamento barato, disponível no SUS, seguro e amplamente utilizado — puder ser reposicionada para o tratamento da artrose, estamos diante de uma revolução terapêutica de baixo custo e alto impacto populacional.

Além disso, para os profissionais de saúde, essa abordagem integra endocrinologia, reumatologia e ortopedia, ampliando o olhar sobre doenças crônicas e seus tratamentos conjuntos.


🌱 Próximos passos: o que ainda precisamos saber?

O estudo da JAMA é sólido, mas também levanta algumas perguntas importantes:

  • Qual o efeito da metformina no longo prazo? O estudo teve duração de 6 meses, mas os benefícios poderiam se manter ou até melhorar em 12 ou 24 meses?

  • Funcionaria também em pacientes sem sobrepeso?

  • Seria possível prevenir a progressão da artrose em estágios iniciais com metformina?

👩‍🔬 A ciência já está buscando essas respostas. Outros estudos estão em andamento, inclusive com imagens por ressonância magnética, para avaliar a estrutura da cartilagem ao longo do tempo. A tendência é que vejamos mais ensaios clínicos com metformina como terapia adjuvante na artrose nos próximos anos.

📚 Referência

  1. Pan F, Wang Y, Lim YZ, et al. Metformin for Knee Osteoarthritis in Patients With Overweight or Obesity. JAMA. 2025 Apr 24. Acesse aqui

24 de abril de 2025 0 comment
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Newer Posts
Older Posts

Redes Sociais

Facebook Twitter Instagram Pinterest Linkedin Youtube Email Whatsapp

Posts Mais Vistos

  • 1

    Infiltração no joelho é um tratamento seguro?

    24 de abril de 2021
  • 2

    Artrose: Tudo o que você precisa saber

    16 de maio de 2021
  • 3

    6 dicas para aliviar a dor nos ombros e no pescoço! Confira!

    14 de maio de 2021
  • 4

    Saiba o que fazer para evitar as dores nas costas ao fazer stiff

    14 de abril de 2022
  • 5

    Por que as dores aumentam no frio?

    29 de julho de 2021

Posts Recentes

  • Qual a sua Chance de Desenvolver Diabetes nos Próximos 10 Anos?

    26 de fevereiro de 2026
  • Ciência Comprova : A Cartilagem Regenera !

    18 de fevereiro de 2026
  • Por Que Pessoas com Câncer Desenvolvem Menos Alzheimer

    17 de fevereiro de 2026
  • Tratar a dor é prioridade.

    13 de fevereiro de 2026

Categorias

  • Artigos (112)
  • Artrose (26)
  • Blog Regenius (220)
  • Coluna (18)
  • Cotovelo (3)
  • Dor Crônica (53)
  • Emagrecimento (13)
  • Fibromialgia (15)
  • Injetáveis (16)
  • Jejum (1)
  • Joelho (34)
  • Longevidade (16)
  • Mãos e Punhos (5)
  • Medicina Regenerativa (43)
  • Métodos Físicos (19)
  • Ombro (8)
  • Ortolaser (1)
  • Ortopedia Geriátrica (3)
  • Osteoartrite (5)
  • Osteoporose (9)
  • Pé e Tornozelo (2)
  • Quadril (3)
  • Qualidade de vida (14)
  • Saúde (16)
  • Tratamentos (55)

Saiba mais

Facebook Twitter Instagram Pinterest Linkedin Youtube Email Whatsapp

Links

  • Home
  • Artrose
    • Artrose

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Artrose

      Colágeno na Artrose de Joelho: Mito ou Verdade?

      29 de outubro de 2024

      Artrose

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Artrose

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Artrose

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Coluna
    • Coluna

      Adoçantes artificiais e emagrecimento. São a melhor opção?

      13 de julho de 2023

      Coluna

      Pontos de Gatilho e Alívio para Dores Crônicas…

      9 de junho de 2023

      Coluna

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Coluna

      Azul de metileno e Parkinson: Estudos promissores!

      26 de abril de 2023

      Coluna

      Bloqueio e infiltração contra dores na coluna! Saiba…

      24 de maio de 2022

  • Dor Crônica
    • Dor Crônica

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Dor Crônica

      Dor no joelho: cirurgia é a única opção?

      12 de setembro de 2023

      Dor Crônica

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Joelho
    • Joelho

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Joelho

      Viscosuplementação: Você sabe o que é?

      23 de maio de 2023

      Joelho

      Artrose na coluna dorsal: O que é ,sintomas…

      26 de maio de 2022

      Joelho

      3 situações em que a infiltração do joelho…

      22 de abril de 2022

      Joelho

      6 Exercícios para o fortalecimento do joelho: saiba…

      11 de abril de 2022

  • Ombro
    • Ombro

      Menopausa e osteoporose:

      28 de junho de 2023

      Ombro

      Lesão do manguito rotador e obesidade: Você sabe…

      28 de novembro de 2022

      Ombro

      DOR NO OMBRO? SAIBA QUANDO PROCURAR AJUDA!

      27 de dezembro de 2021

      Ombro

      ESPORTES QUE CAUSAM MAIS IMPACTO NO OMBRO

      8 de dezembro de 2021

      Ombro

      Capsulite Adesiva: como identificar

      17 de maio de 2021

Avisos Legais

  • Política de Privacidade
  • Aviso Legal
  • Atendimento
  • Termos e Condições

Regenius © 2023 | Av. Brig. Faria Lima, 4221, Itaim Bibi, São Paulo | CNPJ 35.249.124/0001-90 | (11)945493221

  • Home
  • Artrose
    • Artrose

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Artrose

      Colágeno na Artrose de Joelho: Mito ou Verdade?

      29 de outubro de 2024

      Artrose

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Artrose

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Artrose

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Coluna
    • Coluna

      Adoçantes artificiais e emagrecimento. São a melhor opção?

      13 de julho de 2023

      Coluna

      Pontos de Gatilho e Alívio para Dores Crônicas…

      9 de junho de 2023

      Coluna

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Coluna

      Azul de metileno e Parkinson: Estudos promissores!

      26 de abril de 2023

      Coluna

      Bloqueio e infiltração contra dores na coluna! Saiba…

      24 de maio de 2022

  • Dor Crônica
    • Dor Crônica

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Dor Crônica

      Dor no joelho: cirurgia é a única opção?

      12 de setembro de 2023

      Dor Crônica

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Joelho
    • Joelho

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Joelho

      Viscosuplementação: Você sabe o que é?

      23 de maio de 2023

      Joelho

      Artrose na coluna dorsal: O que é ,sintomas…

      26 de maio de 2022

      Joelho

      3 situações em que a infiltração do joelho…

      22 de abril de 2022

      Joelho

      6 Exercícios para o fortalecimento do joelho: saiba…

      11 de abril de 2022

  • Ombro
    • Ombro

      Menopausa e osteoporose:

      28 de junho de 2023

      Ombro

      Lesão do manguito rotador e obesidade: Você sabe…

      28 de novembro de 2022

      Ombro

      DOR NO OMBRO? SAIBA QUANDO PROCURAR AJUDA!

      27 de dezembro de 2021

      Ombro

      ESPORTES QUE CAUSAM MAIS IMPACTO NO OMBRO

      8 de dezembro de 2021

      Ombro

      Capsulite Adesiva: como identificar

      17 de maio de 2021

  • Home
  • Artrose
    • Artrose

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Artrose

      Colágeno na Artrose de Joelho: Mito ou Verdade?

      29 de outubro de 2024

      Artrose

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Artrose

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Artrose

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Coluna
    • Coluna

      Adoçantes artificiais e emagrecimento. São a melhor opção?

      13 de julho de 2023

      Coluna

      Pontos de Gatilho e Alívio para Dores Crônicas…

      9 de junho de 2023

      Coluna

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Coluna

      Azul de metileno e Parkinson: Estudos promissores!

      26 de abril de 2023

      Coluna

      Bloqueio e infiltração contra dores na coluna! Saiba…

      24 de maio de 2022

  • Dor Crônica
    • Dor Crônica

      Por Que Você Sente Fraqueza e Sonolência Após…

      12 de janeiro de 2025

      Dor Crônica

      Dor no joelho: cirurgia é a única opção?

      12 de setembro de 2023

      Dor Crônica

      Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode…

      25 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre…

      18 de agosto de 2023

      Dor Crônica

      Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através…

      27 de julho de 2023

  • Joelho
    • Joelho

      Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um…

      2 de junho de 2023

      Joelho

      Viscosuplementação: Você sabe o que é?

      23 de maio de 2023

      Joelho

      Artrose na coluna dorsal: O que é ,sintomas…

      26 de maio de 2022

      Joelho

      3 situações em que a infiltração do joelho…

      22 de abril de 2022

      Joelho

      6 Exercícios para o fortalecimento do joelho: saiba…

      11 de abril de 2022

  • Ombro
    • Ombro

      Menopausa e osteoporose:

      28 de junho de 2023

      Ombro

      Lesão do manguito rotador e obesidade: Você sabe…

      28 de novembro de 2022

      Ombro

      DOR NO OMBRO? SAIBA QUANDO PROCURAR AJUDA!

      27 de dezembro de 2021

      Ombro

      ESPORTES QUE CAUSAM MAIS IMPACTO NO OMBRO

      8 de dezembro de 2021

      Ombro

      Capsulite Adesiva: como identificar

      17 de maio de 2021

Regenius © 2023 | Av. Brig. Faria Lima, 4221, Itaim Bibi, São Paulo | CNPJ 35.249.124/0001-90 | (11)945493221