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Lesão de menisco: Descubra o que é
Blog RegeniusArtigosJoelho

Lesão de menisco: Descubra o que é

by regenius 15 de maio de 2021

Para entender o que é uma lesão de menisco, você primeiro precisa saber o que é o menisco e como ele funciona.

O menisco é um tipo de cartilagem que fica dentro do joelho, e cuja principal função é o amortecimento de cargas. Além disso, auxilia no “encaixe” do fêmur (osso da coxa) sobre a tíbia (osso da perna), o que aumenta a área de contato entre os dois ossos. Seu papel secundário se dá na estabilização do joelho, que possui dois meniscos: um medial (na parte interna) e um lateral (na parte externa).

A maior parte das lesões de menisco ocorre a partir dos 40 anos, porque, nessa idade, já é esperado que haja algum grau de desgaste nos meniscos, tornando-os mais frágeis. Em geral, em pessoas mais jovens, lesão meniscal ocorre associada a outras lesões, principalmente a do Ligamento Cruzado Anterior.

Ainda que vista como uma lesão de importância secundária por médicos não especialistas, a compreensão da lesão de menisco e a decisão de tratamento são bastante complexas. Não é incomum que uma decisão cirúrgica inadequada leve a um resultado insatisfatório.

As lesões de menisco são muito diferentes umas das outras, e entender as características de cada lesão é fundamental para a indicação do tratamento e para determinar o prognóstico.

As lesões devem ser classificadas considerando diversos aspectos:

• O menisco acometido: medial ou lateral;
• Sua localização;
• Raiz, corno posterior ou anteriorcorpo, corpo;
• Centrais ou periféricas;
• “Formato” da lesão: vertical, horizontal, radial, em flap, em rampa, complexa, em alça de balde;
• O mecanismo de lesão: traumática ou degenerativa;
• Lesão de menisco discoide;
• Extrusão meniscal.

Lesões de menisco: Descubra o que é

A anatomia dos compartimentos medial e lateral do joelho é diferente, da mesma forma que os meniscos medial e lateral também são diferentes:

• O menisco lateral tem formato semicircular, enquanto o menisco medial tem formato semelhante à letra “c”.
• O osso do compartimento medial, no qual o menisco medial se apoia, tem formato côncavo, enquanto o lateral, onde o menisco lateral se apoia, tem formato convexo;
• O menisco medial tem uma forte fixação na cápsula articular e no ligamento colateral medial, sendo capaz de se mover entre 2 e 5mm sobre a superfície óssea, enquanto o menisco lateral é mais solto, sendo capaz de mover de 9 a 11mm.

Em função destas diferenças, as lesões do menisco medial são mais frequentes, porém as lesões de menisco lateral têm pior prognóstico, com maior risco de evolução para artrose.

 

A respeito da localização da lesão de menisco

As lesões podem acometer a raiz, o corno posterior, o corpo ou o corno anterior. Durante a avaliação do paciente, é importante identificar o local exato da dor e correlacionar com o local da lesão observada no exame de ressonância magnética, já que muitas lesões podem ocorrer de forma assintomática e serem descobertas incidentalmente ao se investigar uma dor que, no fundo, não está diretamente relacionada à lesão de menisco. O tratamento da lesão meniscal, nestes casos, não levará à melhora da dor e frustrará médico e paciente.

As lesões podem também estar localizadas mais para a periferia ou mais para o centro do menisco. Quanto mais periférica a lesão, maior a vascularização do menisco e melhor a condição para cicatrização. Desta forma, temos a tendência de realizar a sutura do menisco nas lesões periféricas (zona vermelha – vermelha), e a ressecção das lesões mais centrais (zona branca – branca).

 

Em relação ao formato da lesão de menisco

As lesões horizontais e as lesões complexas costumam estar associadas a um processo degenerativo do menisco. As lesões verticais e em flap são mais frequentemente relacionadas a traumas. Lesões em rampa são comumente associadas ao rompimento do Ligamento Cruzado Anterior, enquanto as lesões em alça de balde são altamente instáveis e costumam levar ao bloqueio do joelho.

 

Quanto ao mecanismo de lesão

Os meniscos sofrem um processo de degeneração com o avanço da idade, ficando mais suscetíveis a lesões, que podem, desta forma, serem classificadas em traumáticas ou degenerativas:

Nas lesões traumáticas os pacientes apresentam dor súbita após um trauma, frequentemente associado a um estalido. Apresentam queixa pontual e conseguem indicar com o dedo o local da dor que, de forma geral, coincide com o local da lesão observada em exames de imagens. Durante testes realizados pelo médico, eles apresentam, ainda, dor característica. Em alguns casos, principalmente quando ocorre uma lesão denominada “alça de balde”, o fragmento deslocado do menisco pode bloquear o joelho e inviabilizar seu movimento normal.

As lesões degenerativas estão associadas ao desgaste que ocorre no joelho como um todo. Aos poucos, esse desgaste vai fragilizando os meniscos até que, com um esforço mínimo, eles se rompem. Muitas vezes, os pacientes apresentam diversos pequenos pontos de lesão. Nas lesões degenerativas, o paciente não sabe ao certo definir quando a dor começou e seu local exato no joelho. Toda a região do joelho dói (dor difusa) e, em alguns casos, inclusive durante os testes específicos feitos pelo médico. Também é comum as radiografias apresentarem algum grau de artrose.

A maior parte das lesões, porém, ficam em um espectro intermediário, com características tanto de uma lesão traumática como de uma lesão degenerativa. O exame de ressonância magnética pode ajudar na diferenciação, uma vez que cada uma delas apresentam características sugestivas neste exame.

Como é o tratamento da lesão de menisco?

Até pouco tempo atrás, os meniscos eram considerados estruturas de menor importância. Mesmo diante de pequenas lesões, era comum a retirada de todo o menisco, “para evitar problemas futuros”; hoje sabemos que os meniscos apresentam uma função primordial no joelho. Para “evitar problemas futuros”, devemos, sempre que possível, preservá-los. Reconhecer todas as características da lesão, como descrito acima, é de fundamental importância na escolha do tratamento.

Muitas lesões, principalmente aquelas de aspecto degenerativo, podem ocorrer de forma assintomática e serem descobertas incidentalmente ao se investigar uma dor que, no fundo, não está diretamente relacionada à lesão de menisco. A associação de artrose, lesões de cartilagem ou até mesmo fraquezas e desequilíbrios musculares é muito comum nestes pacientes e têm muito mais influência no desenvolvimento da dor do que a lesão de menisco em si.

O tratamento cirúrgico do menisco, nestes casos pode ser bastante frustrante: a lesão é identificada durante a cirurgia, o procedimento é descrito inicialmente pela equipe médica como “bem-sucedido”, mas, a médio / longo prazo, a dor pode até piorar, em decorrência da perda da função do menisco, frustrando, assim, tanto a equipe médica como o paciente.

Tratamento não cirúrgico

O Instituto Regenius trabalha com o conceito de tratamento biológico, por meio de técnicas, produtos e procedimentos que estimulam os processos naturais da cura pelo próprio corpo.

Os métodos existem há vários anos, e são muito utilizados na Europa e também em clubes profissionais. Por meio deles, já ajudamos milhares de brasileiros a viverem melhor e sem dores articulares.

Para conhecer mais sobre os tratamentos, clique no LINK.

Caso tenha interesse em agendar um horário para avaliação personalizada com um de nossos especialistas, basta clicar no botão abaixo.

15 de maio de 2021 0 comment
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Blog RegeniusArtigosPé e Tornozelo

Veja como tratar a dor no pé e tornozelo

by regenius 15 de maio de 2021

Essas regiões do corpo são muito importantes pois mantém a sustentação do corpo e a estabilidade ao caminhar. Por isso, ainda que a dor no pé e tornozelo seja leve, é importante descobrir as suas causas e tratá-la o mais rápido possível para que não se tornem problemas crônicos e de difícil controle. O objetivo é evitar que um pequeno problema de hoje se torne uma grande complicação amanhã.

A dor tanto pode ocorrer em apenas um pé (dor no pé esquerdo ou dor no pé direito), sendo as causas, habitualmente, indiferentes à lateralidade. Em alguns casos, embora menos frequente, as dores podem incidir em ambos os pés (bilateral).

Veja como tratar a dor no pé e tornozelo

As dores no pé e no tornozelo podem ocorrer em qualquer faixa etária, contudo são mais frequentes em adultos, após os 40 anos de idade. Este sintoma afeta pessoas do sexo feminino e masculino de igual forma. No entanto, é mais frequente em atletas, em pessoas que usam calçado impróprio (como por exemplo os sapatos de salto alto nas mulheres), em pessoas com diferença no tamanho dos membros inferiores (pernas), nas alterações da “pisada, marcha”, ou seja, sempre que as forças que os pés devem suportar estão mal distribuídas.

Em crianças, a osteocondrite de Sever é a doença mais frequentemente relacionada com a dor no pé.

Quais são as principais causas da dor no pé e tornozelo?

A dor no pé é um sintoma que pode ser causado por diversas condições. Uma das mais comuns é a fascite (ou fasceíte) plantar, muitas vezes confundida com esporão do calcâneo. Nessa região também podem se apresentar o joanete, o Neuroma de Morton, a artrite gotosa, metatarsalgias e outros exemplos que veremos adiante com maior detalhe.

O tornozelo é a articulação que faz a ligação das pernas e dos pés. Ele é uma estrutura estável composta por três ossos com ligamentos e tendões que mantêm a sua estabilidade. Sua função é receber e distribuir para os pés toda a carga de peso que vem do corpo.

Por causa disso, essa articulação está muito propensa a sofrer sobrecarga e estresse. Essas condições se manifestam em forma de dores, incômodos e até mesmo lesões. Isso torna mais grave quando o indivíduo apresenta uma doença ou problema que deixa os tornozelos mais fracos e sensíveis.

A dor no pé e no tornozelo  pode não ser nada muito grave, como também indicar uma condição que exige mais atenção. Algumas das suas causas são:

Problemas na pisada

O modo como uma pessoa sustenta o pé no chão (pisa) pode desencadear a dor no tornozelo. Isso acontece porque existem três tipos diferentes de pisada, sendo:

• Supinada: quando a concentração do peso do corpo é maior na parte de dentro dos pés;
• Pronada: quando a concentração do peso é maior na parte de fora dos pés;
• Neutra: peso é distribuído de forma equilibrada sobre os pés.

No caso das pisadas supinada e pronada a forma como os pés tocam no chão acabam forçando a articulação do tornozelo para dentro ou para fora. Essa posição inadequada causa dor na região e, com o tempo, leva a lesões nessa e em outras articulações.

Entorses

Popularmente chamada de torção no tornozelo, a entorse é uma lesão ligamentar muito comum, que acontece quando ocorre uma movimentação anormal da articulação dessa região, o famoso “dobrar o pé”. Essa posição inadequada força os diversos ligamentos que ajudam a dar estabilidade para a articulação.

A entorse varia em gravidade, sendo classificada em três graus diferentes de acordo com o dano causado nos ligamentos. São eles:

• Entorse de grau 1: ocorrem micro lesões nos tecidos;
• Entorse de grau 2: acontece uma ruptura parcial do ligamento;
• Entorse de grau 3: essa ruptura é total, rompendo o tecido.

Em todos os casos é essencial fazer a reabilitação da articulação para evitar a sua instabilidade no futuro.

Doenças e inflamações

Algumas doenças e inflamações também acometem essa articulação promovendo dor no tornozelo. Entre elas podemos citar aquelas mais comuns que são:

• Tendinite: inflamação que se manifesta quando um dos tendões é danificado, geralmente em função de movimentos repetitivos ou esforço excessivo;
• Gota: doença reumática classificada como condição crônica que provoca inflamação grave nas articulações;
• Artrite: inflamação que afeta uma ou mais articulações do corpo provocando sensações dolorosas e rigidez, tende a piorar conforme a idade avança;
• Artrose: problema degenerativo que afeta os tecidos flexíveis localizados nas extremidades dos ossos. Ele se desgasta, os ossos ficam mais grossos e atritam entre si;
• Artrite reumatoide: inflamação sistêmica das articulações que provoca o desgaste delas causando dores que se manifestam, principalmente, de manhã ou após um longo período de repouso;
• Bursite: Inflamação que afeta as bursas, que são bolsas de líquido que protegem as articulações do corpo.

Como aliviar essa sensação dolorosa?

Quando a dor no tornozelo tem origem inflamatória, ou essa articulação sofreu um trauma como uma entorse, ela pode ser aliviada com uma compressa fria. A baixa temperatura ajuda a desacelerar o processo inflamatório e reduz o inchaço.

Manter o tornozelo elevado também é uma ótima medida paliativa para minimizar inchaços e hematomas provocados por lesões. Lembrando que em todos os casos é importante reduzir a carga de atividades para que o tornozelo se recupere.

O uso de sprays para contusão ajuda quando o problema está nos músculos e outros tecidos flexíveis. No caso de optar por eles, é importante seguir as instruções de uso para alcançar os benefícios esperados.

Quando a dor não cessa, é intensa demais, não é possível movimentar o tornozelo ou apoiar o pé no chão, é fundamental procurar um médico. Isso porque a lesão pode ser mais grave e exigir intervenções complexas.

Veja como tratar a dor no pé e tornozelo

As manifestações agudas de dor no tornozelo causadas por movimentos repetitivos, sobrecarga, esforço excessivo ou entorses podem ser prevenidas com o uso de tornozeleiras ortopédicas. Elas também ajudam a evitar lesões mais graves.

São ideais para quem pratica atividades físicas de impacto, atletas e pessoas que têm essa articulação fraca ou fragilizada. Afinal, esses grupos estão mais suscetíveis a sentirem dores nessa região.

Existem diversos modelos de tornozeleiras que atendem a diferentes necessidades. A elástica ajuda a dar estabilidade e faz uma leve compressão no tornozelo, mas para quem precisa de um pouco mais de firmeza, o ideal é usar a Aircast, que dá mais sustentação para a articulação — é ideal para quem está se recuperando, a fim de evitar recidivas.

Já a tornozeleira Newprene é ideal para quem precisa tanto de estabilidade como manter a temperatura do tornozelo um pouco mais alta. Esse é o caso de quem sofre com doenças como artrose e artrite, que se agravam com frio.

A prevenção também é feita por meio de alongamentos pela manhã e antes da prática de exercícios. Além disso, no caso de atividades laborais repetitivas ou permanecer muito tempo na mesma posição, é importante fazer pausas regulares para alongar e ativar a circulação sanguínea.

Embora nem sempre seja grave, a dor no tornozelo incomoda bastante e, dependendo daquilo que a está causando, tende a piorar com o tempo. Por isso, é importante cuidar dessa articulação adotando medidas preventivas e buscando a ajuda de um ortopedista sempre que houver dúvidas.

Tratamentos

O tratamento correto começa pelo diagnóstico bem feito, que deve ser realizado por um médico ortopedista. Durante a consulta serão avaliadas as características dos sintomas, os hábitos de vida, o tipo de pisada e alterações da marcha (caminhada). Durante o exame físico o profissional poderá identificar as estruturas acometidas e realizar em caso de necessidade exames de imagem, como por exemplo a ultrassonografia musculoesquelética, que permite já no dia da primeira consulta confirmar a maioria das possíveis causas.

Veja como tratar a dor no pé e tornozelo

Em casos causados por desequilíbrio de forças forças mecânicas pode ser necessário o uso de órteses ou aparelhos para correção de deformidades ou alívio da sobrecarga em regiões submetidas a estresse excessivo. Na grande maioria das vezes, um reequilíbrio muscular é desejável e pode ser obtido por meio de exercícios orientados de maneira personalizada.

Até alguns anos atrás, a única maneira de tratar essas dores era por meio do uso constante de medicamentos como os anti-inflamatórios, corticóides e outros analgésicos. Além de causarem efeitos colaterais indesejáveis como problemas de estômago, cardiovasculares, diabetes, ganho de peso, eles apenas mascaravam os sintomas e podiam até mesmo permitir que a lesão se agravasse ainda mais, pois a piora da dor não era mais percebida. Nos dias atuais, utilizam-se os princípios da medicina regenerativa para o tratamento dessas lesões, com o objetivo de agir diretamente sobre a causa, revertendo o processo desde sua base. Esses métodos são os mais utilizados em atletas profissionais de elite, clubes esportivos e seleções, e já se encontram disponíveis em algumas clínicas especializadas brasileiras.

Para um rápido alívio dos sintomas, existem métodos físicos como as ondas terapêuticas, que podem auxiliar na redução da inflamação e da dor, e até favorecer a regeneração dos tecidos comprometidos. Entre as principais, podemos citar o ORTOLASER, MAGNETO-REGEN, WAVE-REGEN, entre outras. Em alguns casos mais graves, pode ser necessária a realização de tratamentos guiados por ultrassom, nos quais são realizadas infiltrações no local da dor, com o objetivo de amenizar as queixas e acelerar a reabilitação.

Quer saber mais informações sobre os tratamentos para pé e tornozelo? Clique no LINK.

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15 de maio de 2021 0 comment
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Blog RegeniusArtigosOmbro

6 dicas para aliviar a dor nos ombros e no pescoço! Confira!

by regenius 14 de maio de 2021

A dor nos ombros e no pescoço têm se tornado cada vez mais frequente, principalmente nos últimos meses com o aumento no número de pessoas trabalhando em “home office”. Podemos, inclusive, dizer que é relativamente comum escutarmos conversas sobre travamentos nessas regiões e ver alguém procurando por uma massagem justamente nessa área do corpo.

Como o objetivo de nosso blog é ajudar a solucionar esses problemas, separamos algumas informações importantes para entender o que causa essas dores e como podemos aliviá-las de maneira segura e saudável.

Para entender mais sobre o assunto, continue a leitura.

Quais são as causas da dor nos ombros e no pescoço?

As regiões do pescoço e do ombro são constantemente afetadas por dores constantes, isso ocorre devido à função da musculatura que compõe essas áreas e é responsável pela movimentação tanto dos membros superiores quanto da cabeça.

Em outras palavras, dependemos do pescoço e do ombro para realizarmos grande parte da nossa movimentação diária, principalmente no caso de pessoas que trabalham e estudam sentadas.

O excesso no uso dessa musculatura, assim como a de qualquer outra, gera uma exaustão. As contrações constantes podem se agravar quando mantemos a posição por longas horas sem pausas para descanso, alongamento ou relaxamento.

Assim, diversos fatores causados por esse efeito podem gerar dores. Alguns deles são:

• Postura incorreta;
• Má posição ao dormir;
• Tensão muscular;
• Bruxismo;
• Torcicolo;
• Artrose;
• Artrite reumatoide;
• Hérnia de disco cervical;
• Tumores;
• Obstrução das artérias;
• e outros.

A dor nos ombros e no pescoço  é causada na maioria das vezes por uma má postura. Para solucionar de vez este problema, baixe gratuitamente o nosso o Guia sobre postura corporal, e trabalhe e faça exercícios sem problemas futuros!

Como aliviar a dor nos ombros e no pescoço?

Entendido o que é o problema e como ele surge, chegamos a um dos pontos importantes deste texto: como aliviar as dores que tanto incomodam as pessoas em seu dia a dia? Para isso, separamos uma lista de dicas que devem ser seguidas.

Entretanto, é importante ter em mente que não existe “solução mágica” para qualquer dor no corpo, muito menos para uma musculatura que é tão utilizada. A dor nos ombros e no pescoço surge em função de hábitos ruins e esses hábitos precisam mudar para que o problema parece de persistir.

Dor nos ombros e no pescoço

Logo, algumas das dicas que falaremos a seguir exigem uma mudança na sua rotina, que pode envolver reservar de trinta a sessenta minutos por dia para cuidar da sua saúde.

Acompanhe!

1. Massagens na região

A massagem é uma boa forma de aliviar a dor. Para que ela surta efeito, primeiro é necessário aquecer a região dolorida (bolsas térmicas são a melhor alternativa, apenas tome cuidado para que a temperatura não esteja muito alta).

Assim que a região estiver aquecida, já começa um processo de relaxamento. Nessa hora, uma pomada anti-inflamatória pode auxiliar: com a ponta dos dedos (com ou sem pomada), faça movimentos leves e circulares.

A massagem feita por profissionais, como fisioterapeutas, também é indicada. Ela pode ser um pouco dolorosa e gerar algumas inflamações nos dias seguintes, mas após a cicatrização o paciente sentirá a redução nas áreas de tensão e, consequentemente, nas dores.

2. Prática regular de exercícios físicos

Como falamos, uma das causas da dor nos ombros e no pescoço é justamente a exaustão da musculatura. Para evitar que isso continue acontecendo, o fortalecimento dos músculos é essencial.

Essa prática deve ser acompanhada por um educador físico para evitar lesões e garantir a eficiência do treino.

Outra vantagem da prática regular de exercícios é que, durante atividades intensas, nosso corpo libera uma substância chamada de endorfina, a qual ajuda a aliviar a dor e nos dá uma sensação de prazer.

3. Alongamentos diários

Alguns movimentos que fazemos ao longo do dia podem gerar danos à região dos ombros e do pescoço, como torções, rotações e apoios.

Os alongamentos ajudam a aumentar a nossa flexibilidade, o que dá mais amplitude aos movimentos do corpo, reduzindo os danos que causamos realizando algumas ações. Quando esse exercício é mais focado (nos ombros e pescoço, por exemplo), os resultados já aparecem na primeira semana.

Além disso, alongamentos podem ajudar a liberar regiões com travamento, bem como permite o alívio das dores.

4. Ergonomia no trabalho

É comum que diversas dores que sentimos sejam em função das movimentações inadequadas que fazemos ao longo do dia. Elas tendem a acontecer devido à falta de preparo do ambiente de trabalho para atender às nossas necessidades individuais.

Com um simples exemplo podemos provar isso. A posição ideal da cabeça é posicionada olhando para frente, sem torções, e com o queixo alinhado com o chão. Caso o monitor esteja acima ou abaixo da linha da visão, é necessário mover um pouco a cabeça, o que aumenta a carga que colocamos sobre o pescoço.

A área que presta atenção a esses detalhes e toma os devidos cuidados na interação entre pessoas e ambientes é a Ergonomia. Nosso local de trabalho precisa de uma estrutura ergonômica que proteja nosso corpo e evite exposição desnecessária a cargas, torções e impactos.

5. Uso de medicação sob prescrição

Caso a dor nos ombros e no pescoço estejam constantes ou agudas, é possível utilizar medicamentos para obter um alívio. Entretanto, essa alternativa só pode ser feita com o acompanhamento médico, já que a automedicação pode agravar o quadro de dor a longo prazo.

Os medicamentos comumente utilizados são anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares.

6. Adoção de postura correta

A exaustão muscular que sentimos, em sua maioria, é fruto da postura inadequada que adotamos. Essa postura coloca carga excessiva no nosso corpo, principalmente nos ombros, pescoço e lombar.

Ao corrigir esse problema e utilizar a postura adequada para as atividades do nosso dia, o trabalho que a musculatura precisa fazer é reduzido, o que evita a exaustão e, consequentemente, a tensão muscular e as dores.

Quando procurar um profissional de saúde?

Algumas dores no pescoço e nos ombros podem ser pontuais, resultado de alguma atividade atípica do nosso dia. Contudo, caso o incômodo seja persistente ou intenso, o mais recomendado é procurar um profissional de saúde (principalmente um médico ortopedista e um fisioterapeuta) para identificar as causas e prescrever um tratamento.

Agora que já entendemos os principais problemas que geram as dores nos ombros e pescoço e vimos como tratá-las, temos uma sugestão de leitura complementar a este texto.

Ahh, e não se esqueça de baixar gratuitamente o Guia Definitivo sobre Postura Corporal e veja como trabalhar e se exercitar sem sentir dores! Clique no LINK.

Caso tenha interesse em agendar um horário para avaliação personalizada com um de nossos especialistas, basta clicar no botão abaixo.

14 de maio de 2021 0 comment
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Dor nas costas: Causas, tratamento e como prevenir
ArtigosBlog RegeniusMétodos FísicosOrtolaserTratamentos

Conheça o Ortolaser: Uma nova opção no tratamento da dor

by regenius 6 de maio de 2021

ORTOLASER é um novo tratamento recém-chegado ao Brasil, que utiliza a energia do LASER (Luz Amplificada pela Emissão Estimulada de Radiação) no tratamento das mais variadas causas de dor, tanto agudas quanto crônicas.

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Ele também é utilizado para acelerar a regeneração de lesões esportivas em atletas de alto rendimento na Europa e Estados Unidos há anos, devido ao alívio eficiente dos sintomas e pela rápida recuperação da mobilidade.

Oferece como grande benefício o fato de ser um método não-invasivo, dessa forma é ideal para as pessoas que não podem ou não desejam se submeter a procedimentos mais agressivos.

É o tratamento preferido por aqueles que possuem algum motivo para não utilizar remédios, problemas de saúde crônicos (cardíacos, renais, digestivos, etc), e nos atletas que possuem proibições quanto ao uso de substâncias químicas e que, por isso, são monitorados com frequência.

Conversar com um especialista !

Indicações

• Lesões esportivas;
• Contraturas;
• Inflamações;
• Hérnias de disco;
• Dores na coluna;
• Dores musculares;
• Dores articulares;
• Desgastes e dores crônicas;

Ortolaser uma nova opção para o tratamento da dor

 

Ortolaser pode ser utilizado para alívio das dores no joelho

Tratamento com o Ortolaser

Ao contrário do laser de baixa intensidade (muito utilizado em academias e clínicas de fisioterapia convencional), o LASER de alta potência com o comprimento de onda correto oferecidos pelo ORTOLASER permitem a penetração mais profunda nos tecidos, através de um processo físico que transfere a energia até local exato da lesão. Por meio da bioestimulação e do efeito fotomecânico, ocorre a aceleração da cicatrização, aumento da síntese de colágeno, e a regeneração dos tecidos.

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Onde encontro o tratamento com Ortolaser ?

O ORTOLASER oferece uma forma poderosa e não viciante de tratamento da dor aguda e crônica, sendo eficaz especialmente para tratamento de lesões esportivas, como por exemplo lesões musculares e articulares. Pode ser utilizado também na dor lombar causada por desgastes como a artrose, nas hérnias de disco e nos distúrbios da região cervical, que geram dores no pescoço.

O número de aplicações varia de acordo com a gravidade, tamanho e tempo de lesão. Os resultados são individuais, e dependem da maneira como o corpo do paciente reage ao tratamento.

Na maioria das vezes, o número de sessões pode estar entre 3 para condições leves e agudas (recentes), podendo chegar a 15 ou mais, em casos muito graves.

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Ortolaser também é eficaz para aliviar dores na coluna

Devido a excelente opção de tratamento, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), decidiu utilizar o ORTOLASER durante a Copa América de 2015 (competição realizada no Chile). Há vários anos clubes de ponta como Real Madrid e Barcelona já utilizam os mesmos equipamentos em seus jogadores.

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Orto-Laser: Uma nova opção para o tratamento de dores

Assista abaixo a apresentação com as publicações científicas que comprovam a eficácia do método:

 

Aula Ortolaser – Um novo método para o alívio da dor

Para saber mais informações sobre todas as novidades da medicina esportiva, e ficar por dentro dos tratamentos mais modernos, inscreva-se preenchendo os campos abaixo:

 
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Veja dicas de como melhorar as dores no punho e na mão!
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Dores no punho e na mão: 4 dicas para melhorar!

by regenius 6 de maio de 2021

As dores no punho e na mão podem se tornar um grande incômodo. Seja no trabalho ou na realização dos afazeres domésticos, por vezes, a realização de movimentos e atividades repetidas ou executadas sem conforto geram um grande desconforto.

Essa é a reclamação de muitos profissionais que trabalham em escritório, profissionais da área de limpeza e de empresas que exijam esforço maquinado, sem a devida estrutura para sua realização.

Você se identificou com alguma dessas situações? Já sentiu essas dores no punho e na mão sem entender como apareceram? Então, para entender por que essas dores surgem e saber técnicas eficientes para amenizá-las, continue com a leitura desse post até o final!

Possíveis causas das dores no punho e na mão

As dores no punho e na mão podem estar associadas a diversos problemas ortopédicos. O mais comum é que a realização de esforços repetitivos pode causar o desgaste das articulações no local. A idade também é um fator de risco, já que a tendência é que esse desgaste aumente com o passar do tempo.

Aos poucos, o contato entre os ossos é cada vez mais constante, gerando assim, dores agudas no paciente ,prejuízo aos movimentos das mãos, na anatomia dos membros e em diversos fatores complicadores para quem sofre esse dano cartilaginoso.

Além disso, a inflamação de tendões é outra possível causa responsável por tirar noites de sono de quem passa por esse tipo de desconforto.

Os principais problemas associados às dores no punho e na mão são:

• Artrose/osteoartrite (desgaste das articulações);
• Síndrome do túnel do carpo (existência de nervo comprimido no punho);
• Tendinite (inflamação do tendão);
• Síndrome de Quervain (inflamação do tendão do polegar);
• Lesão por esforço repetitivo (LER);

Dores no punho e na mão: 4 dicas para melhorar!

Consequências da falta de tratamento adequado

Ignorar as dores no punho e na mão e não procurar um especialista que possa indicar o tratamento adequado são atitudes que podem trazer consequências maiores a longo prazo, afetando os movimentos da mão e o bem-estar do paciente. Como exemplo disso, temos:

• Perda da força em decorrência das dores no punho e na mão; 
• Rigidez da articulação;
• Falta de flexibilidade na região;
• Atrofia dos ossos da mão;
• Formigamento constante na região;
• Perda da sensibilidade;
• Desgaste dos ossos da mão e do punho.

Além disso, o agravamento do problema pode levar a quadros extremos que demandam cirurgias e longos e dolorosos processos de recuperação.

Como amenizar a dor

Após passar pelo atendimento de um especialista, algumas abordagens são indicadas para um tratamento dinâmico e multidisciplinar, ou seja, são processos que envolvem duas ou mais ações para serem realizadas visando o alívio dos sintomas  e a constante melhora  das dores no punho e na mão. A seguir, confira 4 métodos indicados!

1. Fisioterapia

Sendo o método mais procurado para o tratamento de dores no que diz respeito à anatomia da mão e do punho, o médico fisioterapeuta direciona seus esforços para minimizar as dores, melhorar a flexibilidade e os movimentos dessa área, bem como fortalecer a articulação.

São passados exercícios que envolvem a movimentação circular, a extensão do punho, o fortalecimento dos movimentos por meio de elástico e bolas anatômicas, o estímulo da flexibilidade do tendão e dedão, entre outros.

Ao longo das sessões, a evolução do paciente é mapeada e alguns exercícios passam a ser feitos em casa ou antes, durante e depois do expediente, assim, os músculos são aquecidos e estimulados mesmo durante a realização das atividades cotidianas.

2. Acupuntura

Muito difundida no oriente e absorvida pela medicina ocidental, a acupuntura é comprovadamente um método que pode ser utilizado como terapia complementar para auxiliar na diminuição das dores no punho e na mão, proporcionar o relaxamento muscular e melhorar a qualidade de vida do paciente.

3. Exercícios físicos

Para além da fisioterapia, quando liberada pelo médico e realizada com o devido acompanhamento, a realização de atividades físicas é uma grande aliada para o fortalecimento da musculatura, a melhora do impacto nos ossos da região e o estímulo de uma maior flexibilidade do local.

Vale ressaltarmos que as atividades devem ser feitas de forma comedida e gradual, sem gerar esforços desnecessários que podem agravar a situação e gerar ainda mais dores para o paciente.

4. Alongamentos entre as atividades

A realização de movimentos repetitivos que geram lesões, segundo o INSS, foi a causa do afastamento de pelo menos 22 mil trabalhadores no ano de 2017.

Quando a atividade exige repetição constante, o ideal é intercalar com alongamentos rápidos e eficazes para combater a rigidez da musculatura e manter o corpo preparado para absorver impactos, dessa forma você pode amenizar as dores no punho e na mão.

O próprio médico ou fisioterapeuta pode prescrever alongamentos que não exijam a utilização de objetos, mas que, com a força do próprio corpo, promovam o relaxamento da anatomia da mão e do punho. Essa sempre será uma indicação-chave para combater e evitar o surgimento de dores nessa região.

Importância do acompanhamento médico

A única pessoa capacitada para realizar o exame e o diagnóstico é um médico ortopedista. Esse profissional vai utilizar métodos e análises assertivas para entender o que está causando as dores e determinar o melhor encaminhamento para cada caso, considerando a gravidade e as possibilidades do paciente.

No Regenius Instituto, você conta com uma equipe especializada no tratamento de dores e capacitada para lidar e tratar os mais diversos problemas que envolvam tendões, articulações, músculos e lesões.

Além disso, o espaço conta com tratamentos de ponta, que envolvem tecnologias e pesquisas amplamente difundidas na comunidade científica, com eficácia comprovada em diversos países, sendo utilizada até mesmo por atletas de alto rendimento.

Com mais de 16 anos de experiência e mais de 23 mil pacientes atendidos, qualidade e excelência são regra e norte para cada consulta e procedimento realizado nas áreas de Ortopedia, Fisioterapia e Reumatologia.

Para entender mais sobre as dores que atingem a região do punho e da mão, entre em contato com quem entende e possui propriedade no assunto; entre em contato com o Regenius Instituto!

Aviso Legal

Respostas terapêuticas dependem de múltiplas variáveis e características biológicas individuais de cada organismo. Os dados apresentados não configuram promessas de resultado, e nem garantias de que se o mesmo método for aplicado em pessoas diferentes alcançarão os mesmos benefícios.

As informações contidas nesse site são de caráter meramente informativo e não tem como objetivo substituir consultas médicas, avaliação por profissionais de saúde, nem sugerir diagnósticos ou recomendação para tratamentos específicos.

Os métodos apresentados possuem referências em artigos publicados na literatura científica internacional, e podem corresponder tanto a procedimentos regulamentados quando experimentais, de acordo com a regulamentação dos respectivos Conselhos Federais, à época do acesso, no Brasil.

As imagens ilustrativas foram obtidas em estúdio, banco de imagens, fontes da internet, fornecedores, parceiros ou simulações. Conforme a regulamentação vigente não publicamos fotos de pacientes reais.

6 de maio de 2021 0 comment
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Osteoporose e a população idosa
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Osteoporose e a população idosa

by regenius 6 de maio de 2021

A população brasileira está envelhecendo e, por conta disso, o número de pessoas com doenças relacionadas à idade aumenta. É o caso da osteoporose.

A enfermidade atinge 10 milhões de pessoas no país, segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). Mas a maioria dos afetados não sabem que a tem.

As mulheres são as que mais sofrem com este mal, como relata Luiz Augusto Russo, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

A osteoporose atinge principalmente 25% das mulheres com mais de 50 anos e que passaram pela menopausa. Ela é uma doença grave porque a pessoa só sente dor quando apresenta a fratura.

Neste período é comum quebrar o punho e a coluna. Os homens também são afetados: 10% deles sofrem da doença, que é ainda mais grave do que nas mulheres, pois a faixa etária deles é de 65 anos — afirma.

Osteoporose e a população idosa

 

O que é a Osteoporose?

Esta é uma doença metabólica que enfraquece os ossos. A cada 7 a 10 anos, nosso corpo renova toda sua estrutura óssea e a osteoporose prejudica esta nova formação.

Os nossos ossos estão em constante renovação e para isso nós temos células que retiram o “osso velho” (reabsorção óssea) e outras produzem “ossos novos” (formação óssea).

A falta de estrogênio nas mulheres e testosterona nos homens aumentam a reabsorção e deixam os ossos enfraquecidos — explica Francisco Paranhos, médico ortopedista da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso).

Em estágio mais avançado, a osteoporose pode causar problemas graves, como a fratura do colo do fêmur (quadril). Quando sobre este tipo de fratura, o idoso normalmente fica incapacitado de andar.

Prevenção é o melhor tipo de tratamento

Para evitar que os ossos fiquem enfraquecidos é fundamental manter uma dieta balanceada e rica em cálcio. O ideal é que o leite seja consumido ao longo de toda a vida. As mulheres, a partir dos 40 anos, e os homens, dos 50, devem redobrar a atenção quanto à ingestão de cálcio, como alerta o ortopedista Marcello Serrão.

A prevenção é mais eficaz do que o tratamento, pois ele interrompe o processo, mas não consegue recuperar a densidade óssea perdida. A osteoporose não tem cura, por isso é preciso evitar o consumo de excesso de café, de cigarro e de álcool, que são fatores de risco.

O diagnóstico da doença é feito, principalmente, por meio do exame de densitometria óssea.

Tratamento alternativo para Osteoporose

É uma técnica que introduz medicamentos no organismo do paciente por meio de um soro diretamente na veia, proporcionando equilíbrio químico em pouco tempo, repondo sais minerais, vitaminas e aminoácidos que estão em falta no corpo do paciente, devolvendo a ele saúde e disposição.

A suplementação intravenosa varia de acordo com a necessidade da paciente e promete resultados como pele mais viçosa, aumento de energia e melhora na imunidade, além de tratar insônia, mau humor, cólicas… “Colocamos no soro os mesmos nutrientes que receitamos em cápsulas de vitaminas, porém, em maior quantidade”, diz o nutrólogo Bruno Takatsu, da clínica Horaios, de São Paulo. “Com a aplicação na veia, a absorção é até 80% melhor. ”

 

Conversar com um especialista !

Como funciona?

“Analisamos exames para saber se o organismo precisa mesmo de algo”, explica a nutróloga Esthela Conde, de São Paulo. “Usamos substâncias naturais que o corpo já produz, mas que, por causa de fatores externos como o estresse, não conseguimos repor. ” Vale ainda o alerta: apesar de alguns “shots” de soro surtirem efeito imediato, a suplementação é só um Plus. “Eles reequilibram o organismo, mas se a alimentação for inadequada ou a rotina sedentária, seu metabolismo vai piorar”, diz Bruno.

As combinações mais famosas

Por aqui, as combinações de vitaminas do soro ficam a critério do médico. Veja as principais delas:

Glutationa – Tem função antioxidante, atua na melhora da pele e inflamações;
Zinco e magnésio – Minerais indicados para o fortalecimento de unhas e cabelos;
Vitaminas B12 e C – Bastante usadas para a melhora da imunidade;
Aminoácidos – Precursores de substâncias que ajudam a queimar gordura e melhorar o humor.

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Qual a diferença entre osteopenia e osteoporose?

by regenius 6 de maio de 2021

Você sabe a real diferença entre  osteopenia e osteoporose? Tal como acontece com a pele e com os músculos, por exemplo, os ossos passam por uma constante renovação. Nesse processo permanente, chamado de remodelagem, pequenas frações do tecido ósseo mais envelhecido são absorvidas pelos osteoclastos.

Ao mesmo tempo, os osteoblastos trabalham para recompor, com células novas, a parte do tecido comprometida.

Essa dinâmica contínua e bem orquestrada garante a manutenção da densidade dos ossos ao longo da vida. No entanto, à medida que envelhecemos, o processo torna-se menos eficiente e a taxa de absorção passa a ser superior à de formação de novas células.

O resultado são ossos desmineralizados, mais porosos e frágeis. É por isso que os idosos estão mais propensos a fraturas, e quando elas acontecem, o processo de recuperação é mais lento do que em adultos, jovens e crianças.

Esse desequilíbrio é natural, mas algumas condições se caracterizam por perdas de massa óssea aceleradas e mais graves. A osteopenia e a osteoporose fazem parte desse grupo e merecem atenção. Saiba um pouco mais sobre esses dois quadros e descubra a principal diferença entre eles.

O que é osteopenia

A osteopenia não é considerada uma doença, mas sim uma condição pré-clínica. Nesse caso, a perda de massa óssea é mais acentuada do que seria em condições normais, causadas pelo processo de envelhecimento.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), para efeitos de diagnóstico, considera-se osteopenia quando um paciente tem a densidade mineral óssea entre -1% e -2,4%. Até -1% é considerado um valor dentro dos parâmetros normais à medida que a idade avança.

O pico de densidade óssea é atingido por volta dos 30 anos e pode ser mantido por mais tempo com uma dieta equilibrada e ingestão adequada de vitamina D.

Entretanto, fatores genéticos podem interferir e motivar a osteopenia. Sedentarismo, consumo abusivo de álcool e cigarro e exposição insuficiente ao sol também estão entre as causas da condição.

Homens e mulheres estão sujeitos a esse problema, porém, a menopausa precoce representa um risco acrescido para a população feminina. O motivo é a produção mais baixa de estrogênio nesta fase, um hormônio que facilita e equilibra a absorção de cálcio.

Um dos grandes perigos da osteopenia é o fato de ser silenciosa. Normalmente, quando os pacientes apresentam alguma queixa, o quadro já evoluiu para algo mais grave: a osteoporose.

O que é osteoporose

Ao contrário da osteopenia, que é uma condição pré-clínica, a osteoporose é uma doença caracterizada por uma desmineralização óssea bastante acentuada, resultando em ossos porosos e extremamente frágeis. A OMS considera um quadro de osteoporose quando os valores encontrados para a densidade óssea são iguais ou inferiores a – 2,5.

Quanto mais baixa a densidade, maior a fragilidade e o comprometimento ósseo. Nesse caso, e quando há fratura associada ao quadro, a doença é nomeada de osteoporose estabelecida.

Os fatores de risco para a osteopenia e osteoporose são os mesmos. Na grande maioria dos casos, a osteoporose é primária, ou seja, de ocorrência espontânea por conta do histórico do paciente e fatores mencionados. Porém, ela  também pode ser secundária, causada por outras doenças e pelo uso de determinados medicamentos.

Diabetes, Síndrome de Cushing e hipertireoidismo são algumas das enfermidades associadas à osteoporose. Apesar da doença não afetar apenas idosos, é potencialmente mais grave nessa faixa etária pelo risco de quedas. Uma porcentagem expressiva de fraturas no fêmur e rádio em pacientes mais velhos são causadas pela condição.

Diferenças entre osteopenia e osteoporose

A verdade é que a osteopenia e a osteoporose têm muito mais semelhanças do que diferenças. Os quadros clínicos estão intimamente relacionados, pois uma é a evolução da outra.

A perda de densidade óssea na osteopenia já é preocupante, mas não suficiente para causar fraturas como na osteoporose. O aspecto poroso dos ossos é muito mais evidente no segundo caso. Mesmo que as fraturas não sejam dolorosas ou evidentes, promovem uma deformação óssea extremamente prejudicial.

Qual a diferença entre osteopenia e osteoporose? Saiba agora!

 

É importante lembrar, porém, que apesar das fraturas serem uma consequência bastante comum da osteoporose, nem sempre elas acontecem. No geral, a doença também é silenciosa, mas dores nas costas, redução da estatura e deformações na coluna como hipercifose são sintomas relatados com alguma frequência.

A osteoporose não tem cura e a osteopenia é um quadro difícil de reverter. Como é uma condição assintomática, quando descoberta, normalmente, já está em um estágio muito avançado para que seja considerada reversível, no entanto, é possível desacelerar o processo de degeneração óssea.

Ficou clara a diferença entre osteopenia e osteoporose? Então vamos falar sobre as possibilidades de tratamento!

Diagnóstico e tratamento para a osteopenia e osteoporose

O diagnóstico da osteopenia e osteoporose, é feito da mesma forma: por meio da densitometria óssea. O exame faz uma radiografia das regiões do corpo mais afetadas pela perda de massa óssea (coluna lombar, proximal do fêmur e o terço distal do rádio). A técnica utilizada é segura, não invasiva e com baixa emissão de radiação.

O tratamento inclui opções medicamentosas e não medicamentosas, sendo que o objetivo principal da terapêutica é fazer uma reposição de vitamina D e dos níveis de cálcio. A depender do nível de comprometimento dos ossos, o paciente pode receber a indicação para fazer fisioterapia e praticar exercícios físicos.

Conversar com um especialista !

É possível conviver com a osteopenia e osteoporose e ganhar qualidade de vida, desde que o quadro seja monitorado. A indicação é recorrer a um acompanhamento multidisciplinar que alie atenção nutricional, física e emocional.

Agende uma consulta e descubra como viver melhor!

6 de maio de 2021 0 comment
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Descubra como prevenir a osteoporose com 6 dicas essenciais!
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Osteoporose: 6 dicas essenciais para prevenir!

by regenius 5 de maio de 2021

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 10 milhões de brasileiros são afetados pela osteoporose. A doença se caracteriza pela perda e redução da qualidade da massa óssea, fazendo com que os pacientes sejam mais propensos a fraturas graves, mesmo em situações rotineiras.

Mais comum em mulheres e em pessoas idosas, em todo o mundo, causa 1 fratura a cada 3 segundos, somando quase 9 milhões. Um número alarmante e assustador, uma vez que a condição é, muitas vezes, silenciosa, e pode atingir um nível de gravidade com um desfecho dramático.

Os portadores de osteoporose, muitas vezes, passam anos sem saber que têm a doença e normalmente só descobrem depois de sofrer uma fatura. Com um tecido ósseo enfraquecido, o simples ato de tossir pode resultar em vértebras comprometidas.

De todas as fraturas, a mais preocupante é a do fêmur, maior osso do corpo humano. O tempo de cicatrização é superior a oito semanas e as chances de complicação são grandes. Muitos pacientes acabam por morrer depois de contraírem infecções e sofrerem embolias por conta do tempo imobilizados.

A osteoporose tem cura?

A doença, que conta com vários tipos, não tem cura, mas pode ser evitada e a boa notícia é que basta adotar medidas simples. Continue lendo este post para descobrir como podemos prevenir a osteoporose e ficar de fora nas estatísticas.

Invista em uma alimentação equilibrada e rica em cálcio

A primeira dica para prevenir a osteoporose é com alimentos, especialmente aqueles que são ricos em cálcio. De uma forma geral, manter uma alimentação equilibrada, garantindo a ingestão diária de vitaminas, minerais e ferro, é uma forma de manter a saúde em alta e evitar doenças, inclusive essa que afeta diretamente os ossos.

O cálcio é fundamental para impedir a perda de massa óssea e a porosidade. A recomendação é válida para todas as idades, mas para os idosos, como o processo é ainda mais acelerado, a atenção à dieta torna-se essencial.

Os alimentos mais ricos em cálcio são os laticínios, como queijos e leite. Além disso, vale a pena apostar em vegetais verde-escuros, como brócolis e couve, incluir sardinha, feijão branco, amêndoa e castanha-do-pará.

Tome sol diariamente fora dos horários de risco

Evitar uma doença grave simplesmente tomando sol? Sim, é exatamente isso, desde que sejam cumpridas as orientações. A luz do sol ajuda a pele a sintetizar vitamina D, substância que fortalece os ossos e evita deformidades. Com apenas 15 minutos diários de exposição solar, o corpo garante matéria-prima suficiente para fazer o seu trabalho.

Mas, atenção: é preciso lembrar que esse banho de sol deve acontecer fora dos horários de maior emissão de radiação. Ou seja, exponha-se, no máximo, até às 10h. Caso contrário, acaba por comprometer a saúde de outra forma, submetendo-se a níveis elevados de raios UV.

Pratique atividade física regularmente

A prevenção de osteoporose e de muitas outras doenças graves passa pela prática de exercícios físicos. Atividades bem orientadas e executadas fazem bem ao ritmo cardíaco e à oxigenação do corpo. Além disso, ajudam a compor a massa óssea e promovem o reforço dos músculos, que sustentam e protegem os ossos.

Para minimizar riscos e desfrutar apenas das vantagens do exercício, é fundamental ter atenção à postura, às cargas e à intensidade. Os idosos devem manter-se ativos e, ao mesmo tempo, ter ainda mais cuidado para não sofrer lesões durante as práticas. Nesses casos, vale a pena investir em atividades de baixo impacto como caminhadas.

6 dicas essenciais para prevenir a osteoporose !

Modere o consumo de bebidas alcóolicas e refrigerantes

As bebidas também seguem a mesma linha da alimentação e, portanto, o ideal é que se opte sempre pelas mais saudáveis. O álcool e a grande quantidade de açúcar presente nos refrigerantes ajudam a comprometer a massa óssea, facilitando a ocorrência de osteoporose.

As mesmas bebidas estão ainda na lista de itens que devem ser evitados para prevenir outras condições como diabetes. Na hora de acompanhar refeições, opte por água ou suco natural de frutas, sempre buscando o equilíbrio entre uma refeição proveitosa e o melhor para a sua saúde.

Evite fumar

A lista de problemas causados pelo cigarro é extensa e, entre eles, está a osteoporose. Os efeitos danosos do ato de fumar são conhecidos há muito tempo, mas acabam por ser sempre surpreendentes, em um sentido negativo. A cada ano em que mantém o hábito, um fumante perde cerca de 1% da sua massa óssea.

Um estudo divulgado em 2019 pela Federação Americana de Sociedades pela Biologia Experimental encontrou uma resposta para esta porcentagem. Segundo o levantamento, o cigarro afeta o funcionamento normal das mitocôndrias, estruturas essenciais das nossas células.

Com isso, elas identificam uma atividade estranha e respondem como se fosse uma inflamação. Neste processo, o corpo acaba por eliminar erroneamente células ósseas em um número maior do que o normal para promover a renovação. O resultado é um esqueleto bastante mais enfraquecido em comparação ao de quem não fuma.

Não tome suplementos sem orientação médica

E, por último, mas não menos importante, não aposte em suplementos e seus derivados sem antes consultar um especialista. A intenção certamente é boa e, aparentemente, vitaminas e sais minerais não fazem mal, certo? Errado. Mesmo as substâncias mais benéficas precisam estar em equilíbrio no nosso corpo.

Ingerir suplementos em uma quantidade superior àquela que precisamos, pode surtir justamente o efeito contrário. A hipervitaminose, por exemplo, causa uma intoxicação que se manifesta desde através de simples enjoos até problemas no coração.

Para manter-se saudável e ter a segurança de que está a fazer o melhor pelos seus ossos, o caminho mais seguro é seguir as dicas que foram dadas anteriormente. Dessa forma, você afasta a condição que afeta tantas pessoas e ainda garante um corpo mais forte para evitar outras doenças.

Agora que já sabe como prevenir a osteoporose, que tal saber mais sobre os sintomas da doença? Confira as palavras de um especialista sobre o assunto e tire todas as suas dúvidas!

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Referências Legais
Resolução CFM 1974/11 – Artigo 8º
Despacho CFM 143/19 – Artigo 75
Lei de Liberdade Econômica 13874/19 – Artigo 4º, Inciso VIII c/c Artigo 5º

Responsáveis Técnicos
Dr. Otávio de Melo Silva Júnior – Médico Ortopedista – CRMMG 41116 – RQE 25306
Dra. Lorena Nunes – Enfermeira – COREN 375466 – ENF
Dra. Glauciane Rezende – Fisioterapeuta – CREFITO-4 224282-F

5 de maio de 2021 0 comment
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5 sintomas da Osteoporose? Especialista responde!
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Osteoporose: 5 sintomas mais comuns

by regenius 5 de maio de 2021

De acordo com a Federação Internacional da Osteoporose (IOF), 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos sofre fraturas osteoporóticas ao longo da sua vida. Para os homens, os valores giram em torno de 1 a cada 5.

Sem dúvida, essa é uma das doenças mais comuns que existe, e é difícil de ser identificada antes de acontecerem as primeiras lesões ou fraturas. Por isso, é fundamental conhecer os sinais e os sintomas da Osteoporose para se prevenir e cuidar não apenas da própria saúde, mas também da saúde das pessoas ao nosso redor.

O que é Osteoporose?

A Osteoporose é uma doença caracterizada pela perda acelerada de densidade óssea e mineral, o que leva ao enfraquecimento do esqueleto, tornando-o mais suscetível a danos.

Esse processo de perda de densidade óssea acelerada faz com que alguns ossos fiquem mais porosos e com maior chance de sofrer ruptura, mesmo em pequenos impactos mais brandos.

Quais são os sintomas da Osteoporose?

A Osteoporose é uma doença silenciosa que não apresenta sintomas facilmente percebidos. Diferentemente de uma gripe, por exemplo, que existem várias mudanças drásticas na forma como nosso corpo se comporta, no caso da Osteoporose tudo é muito mais sutil.

Esse é, inclusive, um dos riscos dessa doença, já que grande parte dos pacientes que não realizam os exames preventivos só descobrem que apresentam a doença após uma fratura.

Entretanto, alguns sinais um pouco sutis podem ajudar a identificar que alguém está enfrentando um quadro de Osteoporose. Veja quais são eles:

1. Dor ou sensibilidade óssea

A dor ou o desconforto nos ossos (que pode ser apenas em um ou em vários) é um dos sintomas da Osteoporose. Esse incômodo pode ser confundido com dor muscular ou dor nas articulações, e é preciso ter atenção para reconhecer que o estímulo desconfortável vem do osso.

2. Diminuição de estatura

A diminuição da estatura está muito associada com o processo natural de envelhecimento. Entretanto, na Osteoporose essa diminuição é acelerada. Mesmo movimentos simples, como se deitar ou abaixar, levam a uma compressão das vértebras da coluna, que lentamente impactam no tamanho do paciente.

Esse processo pode ser difícil de notar para quem tem contato frequente com a pessoa. Contudo, parentes e amigos que fazem visitas esporádicas podem notar a oscilação de estatura entre um encontro e outro.

Osteoporose: 5 sintomas mais comuns

3. Dor na região lombar

As dores na região lombar, ou dores na coluna, são outra característica marcante do processo natural de envelhecimento. Mas esse incômodo também pode estar intimamente associado com a Osteoporose.

Com o enfraquecimento dos ossos, o corpo fica mais sujeito a lesões. Assim, pequenas fraturas podem acontecer nos ossos da coluna vertebral, reduzindo a mobilidade da pessoa e gerando dor.

4. Dor no pescoço e ombros

Outras regiões igualmente afetadas pelo enfraquecimento dos ossos e suscetíveis a lesões são o pescoço e os ombros. As fraturas que ocorrem nos ossos da coluna vertebral podem gerar dor nessas regiões, bem como a perda de mobilidade.

Assim como a dor na região lombar, a dor no pescoço e nos ombros pode ter diversas causas, como o envelhecimento ou outras doenças. Logo, esse é um sintoma importante, mas apenas ele isolado não significa que o paciente será diagnosticado com Osteoporose.

5. Postura encurvada ou cifótica

Postura encurvada, cifótica, hipercifose ou corcunda é o nome dado para uma alteração postural na qual a forma natural da coluna é alterada, os ombros da pessoa ficam mais para trás e a região do abdômen e a face ficam mais para frente do eixo central.

Da mesma maneira que outros sintomas, essa mudança de postura pode ser fruto de diversas doenças, hábitos inadequados, má postura ou Osteoporose.

Como a Osteoporose é diagnosticada?

Se a Osteoporose é uma doença tão silenciosa e sem sintomas “visíveis”, como alguém pode descobrir que sofre dessa doença antes de ter uma lesão? Bom, para isso existe a avaliação médica periódica que deve ser feita a partir dos 45 anos pelas mulheres e a partir dos 65 anos pelos homens.

Um dos exames feitos durante esta avaliação é a densitometria óssea. Ele mede a massa óssea da coluna lombar e do colo do fêmur da pessoa e compara o resultado com a média dos indivíduos saudáveis por meio de uma tabela.

Com essa avaliação é possível identificar a Osteoporose antes mesmo de ela se desenvolver e causar alguma fratura no paciente.

O que consumir para se proteger da Osteoporose?

 

Além de hábitos saudáveis, como prática de exercícios, manutenção da boa postura, cuidado com quedas e exames periódicos, outra forma de se proteger da Osteoporose é por meio de uma boa alimentação.

O cálcio é o mineral mais importante nessa prevenção. Quando ele é absorvido por nosso corpo, conseguimos a matéria-prima necessária para a produção de ossos — isso é necessário porque durante toda a nossa vida estamos perdendo e repondo pedaços de ossos em nosso corpo.

Entretanto, apenas consumir alimentos ricos em cálcio não é suficiente. Esse mineral só é absorvido por nosso corpo quando temos níveis saudáveis de vitamina D — ela ajuda a regular a concentração de cálcio no organismo.

 

Então, para se proteger da Osteoporose é necessário equilibrar a ingestão de cálcio e vitamina D. Para a maior parte da população, uma alimentação balanceada e banhos de sol são o suficiente. Por outro lado, algumas pessoas podem apresentar dificuldade para adquirir tanto o cálcio quanto a vitamina D, nesse caso, é indicado suplementações.

Como você pode ver ao longo deste texto, a Osteoporose é uma doença que dificilmente será diagnosticada sem o auxílio a investigação de um médico ortopedista ou uma lesão gerada pelo enfraquecimento dos ossos. Dessa forma, é extremamente recomendado o exame periódico das pessoas em idades de risco.

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Quer conhecer um pouco mais sobre essa doença? Leia nosso texto sobre os tipos de Osteoporose e entenda as variações dessa doença.

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Referências Legais

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Tipos de osteoporose: Quais são as variações?

by regenius 5 de maio de 2021

Você sabia que existem vários tipos de osteoporose? 

Osteoporose é um dos temas que mais circunda a vida de pessoas que estão envelhecendo. Como essa doença é relativamente comum (tem alta incidência), isso está dentro do esperado.

Entretanto, ter informações precisas sobre o que é a osteoporose, quais são seus sintomas e quais são as principais causas da doença fazem toda a diferença na prevenção e manutenção da saúde.

Por isso, separamos algumas informações importantes que você precisa saber sobre esse tema. Acompanhe!

O que é a osteoporose?

A osteoporose é uma doença caracterizada pela perda acelerada de densidade óssea. Isso ocorre em função da redução da capacidade do corpo em absorver cálcio e outros minerais, bem como a redução da produção de alguns hormônios.

Essa doença tem maior incidência em mulheres, mas homens também são acometidos pela osteoporose. Ambos precisam de tratamento para evitar que a baixa densidade mineral e a falta de cálcio provoquem futuras fraturas.

As causas da osteoporose são várias e vão desde hábitos de consumo de substâncias nocivas(como medicamentos, álcool e tabaco) até a falta de prática de atividades físicas, alguns tipos de câncer, uso de vitaminas sem acompanhamento médico e mudanças hormonais.

Como a osteoporose é descoberta?

Além de ser uma doença silenciosa que não dá sinais de que ela está se instalando, há vários tipos de osteoporose. Para reconhecê-la antes que ela gere danos graves, o médico faz uma investigação completa, levando em consideração:

• Idade;
• Peso;
• Altura;
• Hábitos (prática de exercícios, alimentação, consumo de álcool e tabaco etc.);
• Histórico de fraturas.

A confirmação de que alguém está com osteoporose é comumente fruto do resultado de um exame chamado “densitometria óssea”. Essa avaliação começa a ser solicitada a partir dos 45 anos para as mulheres e dos 65 para homens, na qual meio de um aparelho de raio-X que avalia os ossos do paciente e registra os valores de massa óssea obtida.

Tipos de osteoporose: Confira quais são as variações da doença!

O exame também permite observar os ossos por dentro, indicar a densidade mineral deles e ajuda a determinar qual dos tipos de osteoporose o paciente esta sofrendo.  Ao comparar o valor obtido com uma tabela de pessoas típicas, é possível verificar se a densidade mineral está adequada para a altura, sexo, peso e idade do paciente.

Quais são os tipos de osteoporose?

Existem diversos tipos de osteoporose, que podem ser divididos em dois grandes grupos: as osteoporoses primárias e as osteoporoses secundárias. Cada um desses grupos tem suas características, e é isso que veremos agora.

Osteoporose primária
A osteoporose primária é a mais comum e tem dois tipos principais, o tipo I e o tipo II.

Osteoporose primária tipo I
A osteoporose primária do tipo I, também conhecida como osteoporose pós-menopausa, é caracterizada por uma rápida perda de densidade óssea em mulheres que entraram no período da menopausa.

A região mais atingida é o osso trabecular (ele fica no interior dos ossos, tem uma aparência de esponja e dentre suas funções está a manutenção da força e elasticidade do esqueleto), comumente associado a fraturas das vértebras e do rádio distal.

Osteoporose primária tipo II
A osteoporose primária do tipo II, também conhecida como osteoporose senil, está intimamente relacionada com o envelhecimento. Sua aparição é produto da:

• Deficiência crônica de cálcio;
• Diminuição das funções das glândulas adrenais (dentre outras funções, responsáveis pela regulação do sódio e potássio);
• Aumento da atividade do hormônio paratormônio (responsável pelo aumento da captação de cálcio e redução da concentração de fosfato no extracelular);
• Hipertireoidismo secundário (dentre outros impactos, o hipertireoidismo secundário aumenta os impactos da menopausa);
• Diminuição da formação óssea.

Na osteoporose primária do tipo II, a perda óssea acontece proporcionalmente nos ossos trabecular e cortical, que juntos representam todo o esqueleto humano. As fraturas mais comuns para a osteoporose senil são no fêmur, tíbia, quadril e pélvis.

Osteoporose secundária
Diferentemente da osteoporose primária, que está associada com processos ligados ao envelhecimento ou ao próprio envelhecimento em si, a osteoporose secundária é decorrente de:

• Alterações endócrinas (como os desequilíbrios adrenais);
• Processos inflamatórios (como a artrite reumatoide);
• Mieloma múltiplo (grupo de células cancerígenas que podem danificar os ossos, bem como outras regiões e sistemas do corpo humano);
• Falta de exercício físico;
• Consumo de álcool ou medicamentos que contenham vitamina A, corticoides ou heparina.

A osteoporose secundária pode afetar pessoas de qualquer idade.

O que fazer para se proteger da osteoporose?

A partir dos 20 anos, o ser humano passa, naturalmente, por um processo de desgaste ósseo.  Independente dos tipos de osteoporose, não é possível parar essa evolução, mas ela pode ser desacelerada por meio de hábitos saudáveis, como:

• Prática de exercícios físicos;
• Aumento de massa corporal;
• Baixo consumo de álcool e tabaco;
• Manutenção de níveis saudáveis de vitamina D;
• Ingestão adequada de cálcio.

Somado a esses cuidados, que devem se fazer presentes durante a vida toda, é importante, também, que a pessoa procure um profissional médico para acompanhá-la durante seu envelhecimento. Especialmente no caso de mulheres a partir da menopausa.

Esse acompanhamento pode ser feito para fazer a prevenção da doença, como também é possível, graças a ele, identificar a osteoporose ainda nos estágios iniciais e começar um tratamento.

Esse cuidado, no caso da descoberta da doença, pode envolver a utilização de medicações, prática de exercícios, dieta saudável e diversas mudanças de hábito que protegerão a saúde da pessoa e a permitirão viver com saúde, preservando seu bem-estar, durante longos anos.

Além de todos esses cuidados, o tratamento pode ser realizado por meio de ingestão de suplementos, vitaminas, minerais e remédios por via oral (em cápsulas e comprimidos). Recentemente chegou ao Brasil uma medicação que pode ser aplicada anualmente, por via injetável, capaz de aumentar a massa óssea e prevenir fraturas

Em função disso, é mais que recomendado que qualquer pessoa com propensão a desenvolver osteoporose faça o acompanhamento o quanto antes.

Se você acredita que é a hora procurar um especialista para fazer o seu acompanhamento, clique no link e envie-nos uma mensagem pelo WhatsApp; vamos em conjunto, cuidar da sua saúde!

Aviso Legal:
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Rua Gonçalves Dias, 82, Funcionários – Belo Horizonte

1. As informações contidas nesse material (áudio, vídeo, imagem ou texto) não tem como objetivo substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde, nem sugerir diagnósticos ou recomendação para tratamentos específicos.

2. Não é possível definir diagnósticos nem indicar tratamentos individuais, sem que ocorra previamente uma avaliação profissional individualizada.

3. Os métodos demonstrados podem corresponder tanto a procedimentos regulamentados quanto experimentais, de acordo com a normatização dos respectivos Conselhos Federais à época da veiculação ou do acesso, mas todos os dados apresentados são embasados em artigos científicos publicados na literatura médica internacional.

4. Todo o conteúdo possui caráter exclusivamente educativo, com imagens ilustrativas, e é destinado ao público médico e/ou de profissionais da saúde, que possam se interessar, sem configurar qualquer finalidade lucrativa.

5. Em caso de dúvidas, ou interesse em mais informações, sugerimos que entre em contato conosco.

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