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Blog Regenius

Lesão no joelho do Neymar: Saiba mais aqui…

by Blog Regenius 18 de outubro de 2023

Em partida contra o Uruguai, o atacante brasileiro Neymar teve que deixar o campo após sofrer uma lesão esportiva no joelho. 

 

Com isso, um dos jogadores mais famosos do mundo teve que sair do campo em carro-maca, e está usando muletas até a recuperação. Ele passará por novos exames médicos devido a essa grave torção, e ficará afastado dos jogos por um bom tempo. Mas… o que podemos aprender com isso tudo?

 

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O fato é que lesões esportivas são muito comuns e podem ocorrer não apenas com profissionais, mas durante qualquer a prática de qualquer atividade física desempenhada, seja por atletas ou não.

 

Provavelmente você já sofreu alguma torção ou conhece alguém que já tenha se machucado durante um jogo de futebol ou até mesmo praticando um exercício na academia.

 

A lesão pode se tornar um verdadeiro problema na vida de quem a sofre, já que essa condição pode exigir o afastamento das atividades físicas por um longo período. O tempo de pausa depende da gravidade, e em alguns casos pode ser aumentando ainda mais devido a necessidade de cirurgias. A boa notícia é que essa realidade está mudando, graças à tecnologia e aos conhecimentos da medicina regenerativa. 

 

Você saberia dizer se a lesão sofrida pelo Neymar é realmente grave e quais são soluções para agilizar a recuperação? 

 

Continue nos acompanhando que já vamos te contar!

 

Lesão Esportiva: exclusiva para atletas?

 

A lesão esportiva sofrida por Neymar ocorreu devido a um choque contra outro jogador uruguaio, ocasionando uma lesão em seu joelho. 

 

Com isso, o atacante foi prontamente atendido pela equipe médica da seleção brasileira, já que não conseguiu firmar os pés no chão do gramado, além da intensa dor que estava sentindo.

 

O jogador passará por exames ortopédicos, a fim de entender a gravidade da lesão, se houve rompimento nos ligamentos, tecidos, meniscos, cartilagem, ossos, entre outros.

 

Como dito anteriormente, a questão é que tanto os atletas profissionais quanto as pessoas que praticam algum esporte estão sujeitas a se machucarem durante a prática.

 

E aqui, por exemplo, é possível trabalhar com algumas hipóteses sobre quais lesões o jogador Neymar pode ter sofrido e se, de fato, o tempo de afastamento dos campos pode ser indefinido e se há mesmo a necessidade de uma cirurgia.

 

Mas, quais lesões esportivas são mais prováveis de acontecer, principalmente quando falamos de modalidades como futebol, handebol, tênis, basquete, entre outros?

 

Continue nos acompanhando!

 

Quais as lesões esportivas mais comuns?

 

As lesões do Ligamento Cruzado Anterior (conhecidas como LCA) ocorrem devido a algum trauma no joelho e envolvem o estiramento ou ruptura das fibras dos ligamentos.

 

Neste caso, a pessoa ouve um estalo forte do joelho, seguido por inchaço, além da dor intensa em poucos minutos. Isso dificulta a mobilidade do atleta, que muitas vezes não consegue apoiar o pé no chão e movimentar o joelho.

 

As lesões do Ligamento Cruzado Anterior devem ser diagnosticadas por um médico ortopedista e o tratamento dependerá da gravidade de cada caso.

 

Outro problema que pode ocorrer, inclusive junto com as LCA, são as lesões de menisco. 

 

Os meniscos são duas estruturas de cartilagem (em formato de disco) situadas entre a tíbia e o fêmur, nas articulações do joelho. Sua função é de amortecer as forças e os impactos sobre o joelho, além de facilitar o movimento da articulação.

 

A verdade é que as lesões do menisco podem ocorrer juntamente com o rompimento do LCA e podem interferir tanto na reabilitação pós-operatória quanto no prognóstico da condição.

 

Inclusive, o não tratamento ou demora no procedimento cirúrgico pode acarretar em lesões secundárias, seja nas cartilagens ou nos próprios meniscos.

 

Em ambos os casos de ruptura do LCA e lesão do menisco, a cirurgia é uma opção comum. 

 

O procedimento é realizado por artroscopia, onde os ligamentos rompidos podem ser substituídos por um tendão do próprio joelho do paciente. A estrutura é colocada e fixada em túneis ósseos com parafusos absorvíveis e/ou botões metálicos.

 

Já a lesão do menisco deve ser tratada conforme o local onde ela ocorreu.

 

Mas, você sabia que existem alternativas não-invasivas, isso é, sem a necessidade de cirurgia, para combater as lesões esportivas?

 

Confira abaixo! 

 

Nem sempre a cirurgia é uma opção!

 

Vale lembrar que, independente do grau da lesão esportiva sofrida, o mais indicado é suspender as atividades e agendar uma consulta com um médico especialista para diagnóstico e tratamento. Lembrando que a automedicação é contra-indicada em qualquer caso!

 

Com relação aos tratamentos diferenciados, hoje é possível contar com tecnologias que atuam diretamente na lesão de forma não-invasiva, ou seja, sem a necessidade de injeções ou cirurgias.

 

É o caso da aplicação do Laser, por exemplo. Neste tratamento é utilizado a energia da luz, que auxilia no alívio da dor, além de acelerar o processo de cicatrização natural do organismo. E o que é melhor: esse procedimento também é recomendado, inclusive, para o combate de dores crônicas.

 

Outra opção indicada para casos de lesões de esporte é o tratamento de ondas de choque. Este procedimento também ocorre por meio de um aparelho tecnológico. Aqui, as ondas de choque são aplicadas no local da dor do paciente, aumentando a circulação e as taxas de oxigênio, além de estimular a produção de substâncias regenerativas nos tecidos.

 

Lembrando que existem outros tratamentos que também que podem promover uma rápida recuperação, como a infiltração, bloqueio, entre outros.

 

Incrível como a tecnologia auxilia no combate às lesões, reduzindo, inclusive, o tempo de afastamento da academia ou, nesse caso, dos campos, certo?

 

Independente do prognóstico do jogador Neymar, é sempre importante lembrar que o ideal é conversar com um profissional especializado para que ele faça o diagnóstico e também indique o tratamento mais adequado. 

 

Vale lembrar que as terapias podem variar de pessoa para pessoa. Então, nada de se autodiagnosticar! Mesmo com as notícias que são veiculadas diariamente nos meios de comunicação.

 

Quer tirar alguma dúvida sobre este assunto? Entre em contato conosco e agende já sua consulta para avaliação!

18 de outubro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Soroterapia: 5 problemas que ela pode resolver

by Blog Regenius 17 de outubro de 2023

Você sente dores pelo corpo, cansaço ou fadiga? Já teve que enfrentar problemas como inflamações ou excesso de peso? Ouviu falar em soroterapia?

 

É claro que essas condições podem estar relacionadas a uma rotina intensa, em que faltam tempo e disposição para dedicar uns minutos à sua saúde.

 

Isso sem contar outros hábitos, como o sedentarismo e má alimentação, que também contribuem para que esses problemas surjam em determinado momento.

 

Mas, você sabia que hoje existem soluções que ajudam a minimizar alguns desses sintomas, aumentando, inclusive, a sua qualidade de vida?

 

E se eu te disser que existe uma terapia específica, à base de soro, que te auxilia a lidar com as condições citadas anteriormente?

 

Continue nos acompanhando para saber mais informações!

 

O que é a Soroterapia?

 

A soroterapia é um tratamento feito diretamente pelo acesso à veia ou à pele do paciente. É também chamada de terapia injetável.

 

Esse procedimento é composto à base de medicamentos, nutrientes, minerais, hormônios, vitaminas e/ou outros líquidos no corpo por meio das aplicações e que atuam na melhoria da disposição física e mental, aumentando a sensação de bem-estar.

 

Uma das principais vantagens da soroterapia é a rápida absorção do organismo, uma vez que o acesso venoso ou cutâneo permite essa agilidade, já que o soro chega diretamente às células.

 

Isso sem contar também que o procedimento não causa e nem agrava problemas de digestão, como dificuldade de engolir cápsulas, por exemplo. 

 

Problemas gastrointestinais também podem ser evitados com a soroterapia, já que ela também minimiza efeitos colaterais e de absorção no estômago, intestino ou fígado, gerados pela ingestão de cápsulas (como azia ou queimação).

 

A soroterapia evita, inclusive, o hálito desagradável causado por algumas substâncias, quando utilizadas em cápsulas, em outros tratamentos.

 

Vale lembrar que esse procedimento pode ser indicado para alguns casos em específico. Porém, é muito importante a avaliação médica, junto ao diagnóstico mediante aos sintomas, para uma orientação mais assertiva do procedimento.

 

Quer saber mais? Continue acompanhando abaixo ou converse com um especialista para tirar as suas dúvidas!

 

Quais problemas a Soroterapia pode resolver?

 

É fato que a soroterapia é um tratamento feito diretamente pela veia do paciente, e pode auxiliar na melhoria da disposição física e mental, atuando sobre a sensação de bem-estar e qualidade de vida.

 

Mas, você sabe para quais casos ela pode ser indicada? Confira abaixo alguns deles. 

Lembrando que você pode conversar com um especialista para tirar as suas dúvidas! 🙂

 

  • Dores pelo corpo: a soroterapia auxilia a minimizar incômodos causados por dores locais, sejam elas ocasionadas por lesões ou desgastes do dia a dia.
  • Cansaço ou fadiga: o procedimento tem nutrientes que agregam mais relaxamento, ajudando o organismo a descansar melhor. Existem também outros nutrientes que ajudam a produzir mais energia ao paciente.
  • Inflamações corporais: a terapia também favorece o aumento da imunidade e participa na regulação do ritmo cardíaco.
  • Excesso de peso: a soroterapia auxilia na manutenção do peso corporal, uma vez que está relacionada à melhor qualidade de sono, sendo este um dos seus principais benefícios oferecidos.
  • Insônia: o tratamento contribui para o relaxamento e a redução do estresse, já que produz serotonina, também conhecida como “hormônio da felicidade”. Substâncias presentes na soroterapia, como o magnésio, por exemplo, estão diretamente ligadas à boa qualidade do sono.

 

O fato é que a soroterapia pode tratar todos os problemas acima citados, principalmente no alívio dos sintomas, contribuindo com uma sensação de bem-estar.

 

No entanto, para que os problemas sejam melhor identificados, é necessário investigar as causas dos sintomas e, sob a orientação médica, realizar um mapeamento dos seus hábitos e estilo de vida.

 

Resumindo: soroterapia é um procedimento à base de medicamentos, nutrientes, minerais, hormônios, vitaminas e/ou outros líquidos no corpo por meio das aplicações (através das veias, pele, etc) e que atuam na melhoria da disposição física e mental, aumentando a sensação de bem-estar.

 

É claro que os tratamentos poderão variar de pessoa a pessoa, a depender dos sintomas avaliados pelo médico.

 

Quer saber mais? Entre em contato conosco e agende já sua consulta para avaliação!

17 de outubro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

4 Opções para tratar sua Dor no Joelho

by Blog Regenius 9 de outubro de 2023

Você já sentiu dor no joelho alguma vez durante o dia?

 

Caso sim, saiba que essa é uma condição comum e que pode ser causada por problemas como lesões, desgaste (artrose), inflamação (bursite), entre outros. 

 

Porém, apesar de parecer algo corriqueiro e até mesmo “sem importância”, a frequência da dor pode ser um sinal do corpo indicando que algo não está funcionando como deveria. 

 

Além disso, a dor no joelho impacta diretamente na qualidade de vida de quem sofre com o desconforto, já que ela, muitas vezes, incapacita o indivíduo de realizar atividades do dia a dia como praticar atividades físicas, correr e até subir escadas.

 

No entanto, apesar da grande incidência, muitas pessoas optam por tratar a dor com medicamentos e até receitas caseiras, colocando, inclusive, a própria saúde em risco.

 

Isso sem mencionar o medo de procurar um médico e ter que lidar com o diagnóstico e até procedimentos invasivos, como cirurgia, para resolver o problema.

 

Porém, você sabia que é possível tratar a dor no joelho, e o que é melhor: sem bisturis, suturas e lenta recuperação?

 

Continue nos acompanhando para saber mais!

 

Primeiro passo: o porquê da dor no joelho

 

Antes de tudo, é importante entender a origem do problema, ou melhor, a causa-raiz da dor no joelho.

 

Até porque, podem haver diversas causas que expliquem o desconforto, a depender, inclusive, da sua rotina.

 

Por exemplo, se o seu joelho dói ao fazer alguma atividade física, ou simplesmente ou descer as escadas ou, você precisa se consultar com um médico ortopedista.

 

Lembrando que a avaliação é indispensável para um melhor entendimento do seu quadro clínico. Principalmente para que o profissional possa sugerir soluções mais adequadas ao seu problema. 

 

Por isso, nada de recorrer ao Google ou à sua própria intuição! Agende uma consulta e realize uma avaliação médica o quanto antes.

 

Lembrando que o ortopedista vai conduzir o processo de atendimento a um diagnóstico mais assertivo, já com os devidos exames solicitados. 

 

É claro que tudo pode variar até mesmo de acordo com o grau de dor sentido por cada paciente. É muito importante que você entenda que tudo irá depender.

 

Mas, qual a melhor saída para evitar a dor? Continue acompanhando.

 

Quais as opções de tratamento para a dor no joelho?

 

Hoje, as principais causas estão relacionadas às lesões e desgastes (artrose), além de inflamações (bursite), sendo as mais comuns ocorridas durante atividades físicas ou até mesmo devido à sua má postura.

 

Então, é muito importante que você não force ainda mais os seus joelhos, caso esteja sentindo dor. Caso contrário, o quadro clínico pode piorar bastante.

 

Dito isso, vamos a algumas possíveis soluções que podem ajudar a reduzir as dores nos joelhos, enquanto procedimentos não-invasivos.

 

  • 1. A infiltração é uma delas. Esse tratamento não-invasivo é uma opção para combater inflamações e condições como osteoartrite. Aqui, são injetados corticosteróides, que têm ação anti-inflamatória, e também o ácido hialurônico, que lubrifica e amortece ainda mais suas articulações.

 

  • 2. Outra alternativa é a reposição de vitaminas. Aqui, o procedimento traz de volta nutrientes e minerais essenciais, como vitamina C e D, além de magnésio e colágeno. Todos esses nutrientes ajudam a diminuir a inflamação, além de fortalecer os tecidos dos seus joelhos, deixando-os ainda mais fortes.

 

  • 3. Métodos de tratamento regenerativos que são feitos por aparelhos não-invasivos, como Laser, Ondas de Choque, Ondas Magnéticas, LED e Radiofrequência também são válidos. Cada um deles ajuda a reduzir a inflamação (síntese de colágeno e ativação das mitocôndrias), dentre outros benefícios às suas articulações, de forma não invasiva.

 

  • 4. Já o bloqueio do nervo periférico também é outro tratamento que pode substituir a cirurgia no joelho. Nesse procedimento é injetado um anestésico no local ao redor dos nervos que transmitem o sinal de dor, o que ajuda no alívio imediato, e, consequentemente, para a recuperação do joelho.

 

Agora, é com você!

 

Vale lembrar que, dentre os tratamentos citados acima, quem irá decidir qual o melhor para a sua dor é o seu próprio médico ortopedista.

 

Assim, é muito importante buscar por um profissional especializado na área e com referências no mercado, para que ele possa realizar uma avaliação mais assertiva, indicando os procedimentos explicados a cada caso.

 

Gostaria de saber mais sobre o assunto e tratar a dor no joelho sem precisar de cirurgia?

 

Entre em contato conosco e agende já sua consulta para avaliação!

9 de outubro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Lesão de Esporte: como se recuperar mais rápido?

by Blog Regenius 28 de setembro de 2023

A lesão de esporte é relativamente comum e pode ocorrer durante qualquer atividade física desempenhada.

 

Afinal, quem nunca se machucou fazendo um exercício na academia ou conhece alguém que lesionou a perna ou os joelhos, seja jogando futebol ou tênis?

 

Porém, apesar de ser algo que pode acontecer, quando ocorre, a lesão se torna um verdadeiro transtorno na vida do atleta ou da pessoa que pratica atividades físicas.

 

Até porque, uma contusão, a depender da gravidade, pode afastá-lo das quadras ou da academia durante muito tempo.

 

Mas, você sabia que hoje existem soluções para agilizar a recuperação das lesões, evitando medicamentos prolongados e até procedimentos cirúrgicos?

 

Continue nos acompanhando para saber mais!

 

A Prática de Esportes e seus Riscos

 

Adepto(a) ou não, o fato é que a prática de esportes e exercícios físicos é um hábito que traz diversos benefícios, não só ao corpo, como também à mente, sendo alguns deles:

 

  • Controle da pressão arterial;
  • Combate à ansiedade e à depressão;
  • Melhora da qualidade de sono e da memória;
  • Aumento da disposição e do condicionamento físico;
  • Menor incidência de doenças cardiovasculares, além de obesidade, osteoporose e até diabetes.

 

Por isso, as atividades físicas devem ser cada vez mais estimuladas, já que fazem parte de um conjunto de bons hábitos, devendo ser seguidas regularmente pela maioria das pessoas.

 

No entanto, mesmo que a pessoa já pratique algum esporte ou exercícios físicos, pode ocorrer, em determinado momento, alguma lesão. E aqui, as causas podem ser diversas: seja algum erro de percurso ou até um esforço além do que o corpo é capaz de aguentar.

 

Esse momento é bastante frustrante aos atletas, já que o afastamento das atividades é praticamente certo, variando apenas o tempo de acordo com a gravidade da lesão sofrida.

 

Deste modo, os praticantes de esportes ou atividades físicas acabam recorrendo a alternativas ou tratamentos que envolvem o uso prolongado de remédios e até mesmo procedimentos cirúrgicos.

 

Mas, e se eu te disser que hoje existem alternativas que não só evitam esse processo como também agilizam a recuperação?

 

Continue nos acompanhando!

 

Qual o melhor Tratamento para a minha Lesão de Esporte?

 

É claro que, após a lesão, o ideal é suspender as atividades e agendar uma consulta com um médico especialista para diagnóstico e tratamento. Lembrando que a automedicação é contra-indicada em qualquer caso!

 

Com relação aos tratamentos diferenciados, hoje é possível contar com tecnologias que atuam diretamente na lesão de forma não-invasiva, ou seja, sem a necessidade de injeções ou cirurgias.

 

É o caso da aplicação do Laser, por exemplo. Neste tratamento é utilizado a energia da luz, que auxilia no alívio da dor, além de acelerar o processo de cicatrização natural do organismo. E o que é melhor: esse procedimento também é recomendado, inclusive, para o combate de dores crônicas.

 

Outra opção indicada para casos de lesões de esporte é o tratamento de ondas de choque. Este procedimento também ocorre por meio de um aparelho tecnológico. Aqui, as ondas de choque são aplicadas no local da dor do paciente, aumentando a circulação e as taxas de oxigênio, além de estimular a produção de substâncias regenerativas nos tecidos.

 

Vale lembrar que existem outros tratamentos que também que podem promover uma rápida recuperação, como a infiltração, bloqueio, entre outros.

 

Incrível como a tecnologia auxilia no combate às lesões, reduzindo, inclusive, o tempo de afastamento da academia ou das quadras, certo?

 

Não fique longe da sua Atividade Física!

 

Diante de tantas alternativas, é preciso reforçar que o ideal é conversar com um profissional especializado para que ele faça o diagnóstico e também indique o tratamento mais adequado. 

 

Vale lembrar que as terapias podem variar de pessoa para pessoa. Então, nada de se autodiagnosticar!

 

Quer tirar alguma dúvida sobre este assunto? Entre em contato conosco e agende já sua consulta para avaliação!

28 de setembro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Luz Verde: Vem Aí o Melhor Tratamento contra as Dores Crônicas?

by Blog Regenius 21 de setembro de 2023

Uma revolução no tratamento da fibromialgia pode estar a caminho, graças à inovadora tecnologia de luz verde. Mas, como assim?

 

Imagine um mundo onde o tratamento para dores crônicas e fadiga não depende de medicamentos fortes ou cirurgias invasivas. Essa é a promessa da tecnologia LED no campo da medicina. 

 

Continue lendo e descubra como essa inovação pode melhorar drasticamente sua qualidade de vida, sem os efeitos colaterais comuns dos tratamentos convencionais.

 

Fibromialgia: Entenda mais a respeito!

A fibromialgia é uma condição complexa que envolve dor crônica, fadiga e distúrbios do sono. No nível celular, há uma disfunção mitocondrial que resulta em produção inadequada de ATP, a molécula de energia que alimenta as células. Este desequilíbrio energético pode levar a uma série de sintomas debilitantes que afetam todos os aspectos da vida.

 

Fadiga Crônica e Encefalomielite Miálgica

Assim como a fibromialgia, a fadiga crônica e a encefalomielite miálgica também apresentam disfunções mitocondriais. No entanto, essas condições frequentemente incluem disfunções imunológicas e neuroinflamação, tornando o tratamento mais complexo. É crucial entender essas diferenças para abordar adequadamente cada condição.

 

Conexão com a Doença de Lyme

Embora a doença de Lyme não seja o foco deste artigo, é importante mencionar que ela apresenta sintomas semelhantes e também envolve disfunções mitocondriais. Isso sugere que abordagens terapêuticas eficazes para uma condição podem ser aplicáveis às outras, abrindo novas portas para tratamentos mais eficazes.

 

O Fardo dos Sintomas

Além da dor crônica, condições como fadiga e fibromialgia trazem consigo uma série de problemas físicos, mentais e sociais, assim como distúrbios do sono e depressão, que são apenas alguns dos sintomas que afetam a qualidade de vida dos pacientes.

 

Esses sintomas muitas vezes levam ao isolamento social, perda de emprego e problemas de relacionamento, exacerbando ainda mais a condição.

 

O Desafio dos Tratamentos Atuais

Os tratamentos atuais para fibromialgia frequentemente envolvem o uso de medicamentos como antidepressivos, anticonvulsivantes e opióides.

 

No entanto, esses medicamentos vêm com uma série de efeitos colaterais, incluindo dependência, ganho de peso e problemas gastrointestinais. Além disso, muitos pacientes relatam que esses tratamentos são apenas parcialmente eficazes, o que torna a busca por alternativas ainda mais urgentes.

 

Luz Verde: A Revolução em Andamento

Aqui entra a luz verde. Estudos recentes mostram que a fotobiomodulação, especificamente com luz verde, pode ser uma alternativa eficaz no tratamento da fibromialgia, por exemplo.

 

A luz atua nas mitocôndrias, ativando vias metabólicas, combatendo radicais-livres e estimulando a produção de ATP (responsável pela liberação de energia), melhorando o metabolismo celular e reduzindo a inflamação. Este tratamento inovador tem o potencial de transformar vidas, oferecendo uma abordagem mais segura e eficaz para o alívio da dor.

 

A Ciência da Luz LED

A tecnologia LED tem o poder de estimular vários processos celulares. A luz verde, em particular, tem mostrado eficácia na ativação da bioenergética celular, e na produção de enzimas e substâncias necessárias para o seu bom funcionamento. Estudos mostram que a exposição à luz verde pode reduzir significativamente os sintomas da fibromialgia, tornando-a uma futura opção de tratamento viável.

 

Mecanismos de Ativação Mitocondrial

A luz verde atua nas mitocôndrias, estimulando a produção de ATP. Isso pode levar a uma redução na dor e na fadiga, sintomas comuns dessas condições crônicas. A ciência por trás dessa tecnologia é sólida, com vários estudos apoiando sua eficácia.

 

Câmaras de Exposição Corporal

Uma das inovações mais empolgantes é o desenvolvimento de câmaras que oferecem exposição de corpo inteiro. Essas câmaras aumentam a área de exposição, permitindo que todo o corpo seja tratado em menos tempo, tornando o tratamento mais eficiente.

 

Conclusão

A tecnologia de tratamento com luzes de LED verde são, portanto uma abordagem promissora no tratamento de condições crônicas como fibromialgia, fadiga crônica e encefalomielite miálgica. Se você está curioso para saber mais, inscreva-se em nossa newsletter preenchendo os dados do formulário ou entre em contato conosco pelo WhatsApp, até lá!

 

Referências:

  • “Pilot Study Finds Green Light Therapy Improves Fibromyalgia Symptoms” – Pain Medicine Journal, disponível em https://academic.oup.com/painmedicine/article/22/1/118/5957437
  • “Green Light Therapy for Fibromyalgia and Chronic Fatigue Syndrome” – Health Rising, disponível em https://www.healthrising.org/blog/2023/08/25/green-light-therapy-fibromyalgia-chronic-fatigue-syndrome/
  • “Casting Green Light on Fibromyalgia: The Invisible Disease” – University of Arizona, disponível em https://healthsciences.arizona.edu/tomorrow/0923/casting-green-light-fibromyalgia-invisible-disease
  • “How Green Light Could Help with Headaches and Pain Relief” – Time Magazine, disponível em https://time.com/6225133/green-light-headaches-pain-relief/
  • “Green Light Therapy for the Management of Chronic Pain” – PubMed, disponível em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7861466/
21 de setembro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

3 motivos que podem explicar o seu Cansaço

by Blog Regenius 19 de setembro de 2023

Você sente um cansaço ao acordar ou no fim do dia?

 

Acredita que ele está relacionado a uma noite de sono mal dormida, ou ao esforço físico diário em seu trabalho? E quando faz exercícios físicos, o seu cansaço piora?

 

É claro que a intensidade pode variar de acordo com cada atividade envolvida, mas, até que ponto se sentir cansado(a) pode significar problemas com a saúde?  

 

De qualquer forma, o ideal é sempre acompanhar e investigar de perto, claro, com um profissional especializado neste assunto, até mesmo para que ele entenda o quadro e lhe oriente a um tratamento mais adequado.

 

Assim, vamos mapear algumas possíveis causas para o seu cansaço diário, sugerindo 3 principais motivos para ele e algumas dicas de como reduzi-lo.

 

Quer saber mais? Continue nos acompanhando!

 

  1. Cansaço Diário

 

O cansaço, seja diário ou não, pode ocorrer principalmente após atividades físicas e até mentais, levando em conta uma grande intensidade aplicada.

 

Em outras palavras: quer dizer que se sentir cansado(a) após um grande esforço é completamente normal. Até porque, esse sintoma serve como um alerta ao próprio organismo que é hora de descansar o corpo e também o cérebro.

 

Sendo assim, qual a melhor forma de restaurar as energias? A resposta é: com uma alimentação adequada e qualidade de sono.

 

E quando o cansaço passa a não ser normal? Quando ele ocorre de forma excessiva e prolongada, mesmo que você não realize grandes esforços como exercícios físicos ou cognitivos (raciocínios mentais) em seu dia a dia.

 

É claro que se sentir cansado(a) também pode estar relacionado a condições como gripes, resfriados, infecções, dentre outros problemas.

 

Mas, se o seu cansaço insiste em não te deixar, mesmo após uma boa noite de sono ou um dia relativamente tranquilo em atividades diárias, é hora de avaliar outras causas.

 

Quer saber mais? Continue acompanhando abaixo ou converse com um especialista para tirar as suas dúvidas!

 

  1. Fadiga

 

Você o que é fadiga? Sabe o que quer dizer “estar fatigado(a)”?

 

A fadiga é uma condição do organismo que está relacionada a sintomas como o cansaço duradouro, aquele que não passa, e que piora ainda mais após esforços e a prática de exercícios físicos.

 

Isso sem contar que, mesmo com uma boa noite de sono, a pessoa com fadiga continua a se sentir muito cansado(a).

 

Vale reforçar que, o que muitas pessoas não sabem, é que a fadiga vai muito além que se sentir fraco(a) ou muito cansado(a) de forma contínua, já que ela também apresenta sintomas relacionados como: 

 

  • Dor de cabeça;
  • Dor de garganta; 
  • Dores musculares; 
  • Dificuldade para memorizar ou se concentrar;
  • Sono não reparador.

 

Também é importante destacar que a fadiga possui diferentes tipos, como é o caso da síndrome da fadiga crônica, que afeta muitas pessoas e é, muitas vezes, não diagnosticada.

 

É claro que, em todo o caso, o parecer de um profissional especializado é essencial para um diagnóstico assertivo. Por isso, agende uma consulta o quanto antes.

 

Quer descobrir qual o 3º possível motivo para o seu cansaço? Continue lendo abaixo.

 

  1. Fibromialgia

 

E quanto à fibromialgia, já ouviu falar?

 

A fibromialgia é uma síndrome que causa dores fortes em todo o corpo durante um longo período.

 

Diferente da fadiga, o diagnóstico dela é clínico, isto é, não é feito a partir de exames e, sim, no descarte de outras doenças que o paciente pode ter, o que pode confirmar a condição.

 

Por isso, é necessário uma análise ampla e completa de todos os sintomas para atestar a síndrome. Dentre alguns deles estão:

 

  • Sono não reparador;
  • Alterações de memória e atenção;
  • Ansiedade e depressão;
  • Alterações intestinais;
  • Grande sensibilidade ao toque;
  • Dor crônica.

 

No caso da fibromialgia, ainda não é um consenso científico sobre sua real causa, porém, alguns hábitos e fatores podem estar associados à sua incidência, como:

 

  • Problemas com o sono;
  • Sedentarismo;
  • Ansiedade e depressão;
  • Traumas físicos ou emocionais;
  • Genética;
  • Infecções por vírus e doenças autoimunes.

 

É claro que, assim como no caso da fadiga, é indispensável a consulta com um médico especialista para análise e diagnóstico. Lembrando que a automedicação nunca é indicada pois pode causar graves consequências à saúde.

 

Então, como identificar e resolver o meu cansaço?

 

Como dito anteriormente, primeiro é necessário observar e se atentar se o seu cansaço é diário ou se é frequente.

 

Caso continue se sentindo muito cansado(a), mesmo após boas noites de sono, o ideal é conversar com um profissional especializado para que ele faça o diagnóstico e também indique o tratamento mais adequado. 

 

Vale lembrar que, hoje, você pode contar com alguns tratamentos que ajudam a diminuir o cansaço.

 

Um deles é a soroterapia, que é um procedimento à base de medicamentos, nutrientes, minerais, hormônios, vitaminas e/ou outros líquidos no corpo por meio das aplicações (através das veias, pele, etc) e que atuam na melhoria da disposição física e mental, aumentando a sensação de bem-estar.

 

Também existem terapias, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda os pacientes a mudar seus pensamentos e comportamentos para lidar melhor com os sintomas da doença.

 

Além delas, a terapia de exercícios graduais (TEG) também é uma opção de tratamento e que opta por uma abordagem terapêutica que envolve a realização de exercícios físicos leves e gradualmente aumentando a intensidade ao longo do tempo.

 

É claro que os tratamentos poderão variar de pessoa a pessoa, a depender dos sintomas avaliados pelo médico.

 

Não fique com essa dúvida! Entre em contato conosco e agende já sua consulta para avaliação!

19 de setembro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Cansaço Diário ou Fadiga: qual a diferença?

by Blog Regenius 14 de setembro de 2023

Sentir muito cansaço pode ser comum, mas, é normal? 

 

Saiba que esse sintoma é uma das principais reclamações das pessoas de forma geral. Aliás, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está em 2º lugar no ranking dos países com trabalhadores que sofrem de cansaço excessivo.

 

Isso, é claro, se formos analisar apenas o dia a dia de quem trabalha. Mas, também existem queixas sobre cansaço nas pernas, costas, vistas, dentre outras.

 

A questão então é: até que ponto se sentir cansado(a) pode estar relacionado a problemas na saúde? E qual a melhor forma de lidar com esse sintoma?

 

Continue nos acompanhando para saber mais!

 

É só um cansaço mesmo?

 

Estar sem energia pode significar muitas coisas além do cansaço ao fim do dia.

 

Até porque, se sentir cansado(a) também pode estar ligado a condições como uma gripe, problemas de sono ou até mesmo um grande esforço físico.

 

Porém, em alguns casos, muitas vezes a pessoa, mesmo com o repouso durante a noite, continua se sentindo cansada no dia seguinte. Neste caso, o importante é atentar no que pode ser.

 

Por exemplo: você sabe o que é fadiga?

 

A fadiga é uma condição, que pode ser explicada como um cansaço duradouro, que não passa e que piora ainda mais após esforços e prática de exercícios.

 

O que muitas pessoas não sabem é que a fadiga vai muito além que se sentir fraco(a) ou muito cansado(a), já que ela também apresenta sintomas relacionados como: 

 

  • Dor de cabeça;
  • Dor de garganta; 
  • Dores musculares; 
  • Dificuldade para memorizar ou se concentrar;
  • Sono não reparador. 

 

Também é importante destacar que a fadiga possui diferentes tipos, como é o caso da síndrome da fadiga crônica, que afeta muitas pessoas e é, muitas vezes, não diagnosticada.

 

Sendo assim, será que esse cansaço é, na verdade, uma fadiga?

 

Como saber se estou com fadiga?

 

O primeiro passo é se atentar aos sintomas e à frequência com que você se sente cansado(a).

 

Se você possui uma rotina intensa de trabalho, ou pratica exercícios físicos regularmente, é normal que se sinta cansado(a) após os esforços, principalmente no fim do dia. Aqui, o sono tem um papel fundamental para repor suas energias.

 

Porém, se você tem observado que o cansaço não vai embora mesmo após um bom período de descanso, é hora de entender melhor a causa disso.

 

Para isso, o ideal é agendar uma consulta com um médico especialista para diagnóstico e tratamento da fadiga.

 

Lembrando que é muito importante conversar com um profissional sobre a fadiga e que a automedicação pode piorar ainda mais o seu quadro de cansaço. 

 

O que fazer então para lidar com o cansaço?

 

Hoje, você pode contar com alguns tratamentos que ajudam a diminuir o cansaço.

 

É o caso da soroterapia, que é um procedimento à base de medicamentos, nutrientes, minerais, hormônios, vitaminas e/ou outros líquidos no corpo por meio das aplicações (através das veias, pele, etc) e que atuam na melhoria da disposição física e mental, aumentando a sensação de bem-estar.

 

Também existem terapias, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda os pacientes a mudar seus pensamentos e comportamentos para lidar melhor com os sintomas da doença.

 

Além delas, a terapia de exercícios graduais (TEG) também é uma opção de tratamento e que opta por uma abordagem terapêutica que envolve a realização de exercícios físicos leves e gradualmente aumentando a intensidade ao longo do tempo.

 

Seja como for, o ideal é conversar com um profissional especializado para que ele faça o diagnóstico e também indique o tratamento mais adequado. Vale lembrar que as terapias podem variar de pessoa para pessoa.

 

Quer tirar essa dúvida? Entre em contato conosco e agende já sua consulta para avaliação!

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Blog RegeniusDor CrônicaMedicina RegenerativaTratamentos

Dor no joelho: cirurgia é a única opção?

by Blog Regenius 12 de setembro de 2023

A dor no joelho é uma condição comum e que pode ser causada por problemas como lesões, desgaste (artrose), inflamação (bursite), entre outros. O fato é que, além de gerar incômodos, as dores impactam diretamente na qualidade de vida de quem sofre com o desconforto.

 

Só para você ter uma ideia, no Brasil, cerca de 30 milhões de indivíduos possuem artrose severa (OMS), o que afeta, principalmente, adultos com mais de 50 anos. Isso nos mostra que o problema é bem comum à sociedade brasileira e também mundial.

 

Diante de números tão grandes deste problema, muitos pacientes que sofrem de dor no joelho acabam optando por resolver o problema com uma cirurgia. Mas, você sabia que nem sempre essa é a melhor opção?

 

Continue nos acompanhando para saber mais!

 

Por que eu tenho dor no joelho?

Em primeiro lugar, é importante entender a origem do problema. Se o seu joelho dói ao fazer alguma atividade física, descer as escadas ou simplesmente caminhar, você precisa se consultar com um médico ortopedista.

 

Isso porque a avaliação é extremamente necessária para um melhor entendimento do seu quadro clínico, cabendo ao profissional avaliar quais as possíveis soluções para combater a dor no joelho.

Hoje, as principais causas estão relacionadas às lesões e desgastes (artrose), além de inflamações (bursite), sendo as mais comuns ocorridas durante atividades físicas ou até mesmo devido à sua má postura.

 

Por isso, o entendimento médico é essencial para um diagnóstico mais assertivo, já com os devidos exames solicitados. Tudo pode variar até mesmo de acordo com a criticidade da dor sentida por cada paciente.

 

Mas, qual a melhor saída para evitar a dor? Continue acompanhando.

 

O jeito é operar?

Neste momento, surge a dúvida mais comum entre os pacientes: cirurgia é a única solução para dor no joelho?

A resposta é: não, não é.

 

Hoje em dia existem tratamentos não invasivos, ou seja, sem a necessidade de uma cirurgia, para tratar a sua dor no joelho.

 

A reposição de vitaminas, por exemplo, é uma delas, já que ela traz de volta nutrientes e minerais essenciais, como vitamina C e D, além de magnésio e colágeno. Todos esses nutrientes ajudam a diminuir a inflamação, além de fortalecer os tecidos dos seus joelhos, deixando-os ainda mais fortes.

 

Outro procedimento que pode ajudar a reduzir a sua dor é a infiltração. Esse tratamento é também não invasivo, é outra opção para combater inflamações e condições como osteoartrite. Aqui, são injetados corticosteróides, que têm ação anti-inflamatória, e também o ácido hialurônico, que lubrifica e amortece ainda mais suas articulações.

 

O bloqueio do nervo periférico também é outro tratamento que pode substituir a cirurgia no joelho. Nesse tratamento, é injetado um anestésico no local ao redor dos nervos que transmitem o sinal de dor, o que ajuda no alívio imediato, e, consequentemente, para a recuperação do joelho.

 

Também existem métodos de tratamento regenerativos que são feitos por aparelhos não-invasivos como Laser, Ondas de Choque, Ondas Magnéticas, LED e Radiofrequência. Todos eles ajudam a reduzir a inflamação (síntese de colágeno e ativação das mitocôndrias), dentre outros benefícios às suas articulações, de forma não invasiva.

 

Então, o que é melhor para a minha dor no joelho?

É claro que, dentre os tratamentos citados acima, quem irá decidir qual o melhor para a sua dor é o próprio médico.

 

Lembrando que é muito importante optar por um profissional especializado na área e com referências no mercado, além do entendimento nos procedimentos explicados.

 

Gostaria de saber mais sobre o assunto e tratar a dor no joelho sem precisar de cirurgia?

 

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ArtigosArtroseBlog RegeniusDor Crônica

Coluna travada e nervo ciático: a infiltração pode ser uma solução?

by Blog Regenius 25 de agosto de 2023

A experiência de ter a coluna travada e a dor lancinante do nervo ciático é algo que muitos já experimentaram ou ouviram falar. A dor aguda, que muitas vezes irradia da parte inferior das costas até a perna, pode ser debilitante e interferir significativamente na qualidade de vida. Quando os tratamentos convencionais não proporcionam alívio suficiente, a infiltração de medicamentos é frequentemente considerada como uma possível solução para aliviar a dor e restaurar a mobilidade.

 

A infiltração, também conhecida como injeção epidural, é um procedimento no qual medicamentos são administrados diretamente na área afetada da coluna vertebral, visando aliviar a inflamação e a dor associadas à compressão do nervo ciático. Muitas vezes, a dor ciática é causada por uma hérnia de disco, estenose espinhal ou outras condições que levam à compressão do nervo. A infiltração visa reduzir a inflamação ao redor do nervo e aliviar a pressão sobre ele, o que pode resultar em alívio da dor e na restauração da função normal.

 

No entanto, é importante entender que a infiltração não é uma abordagem definitiva para todos os casos de dor na coluna travada e nervo ciático. É uma opção a ser considerada quando os sintomas são persistentes e não respondem adequadamente a outras formas de tratamento, como fisioterapia, medicamentos orais e repouso.

Antes de optar pela infiltração, é crucial passar por uma avaliação médica completa para determinar a causa subjacente da dor e avaliar se a infiltração é apropriada.

 


Estudos têm explorado a eficácia da infiltração para o alívio da dor ciática. Um estudo publicado no “New England Journal of Medicine” em 2014 comparou a eficácia da infiltração de corticosteroides com um placebo em pacientes com dor ciática. Os resultados indicaram que aqueles que receberam a infiltração relataram uma melhora significativa na dor e na função em comparação com o grupo placebo. No entanto, é importante notar que os resultados podem variar de pessoa para pessoa, e nem todos podem experimentar o mesmo grau de alívio.

 

Além disso, a infiltração não é isenta de riscos. Embora seja um procedimento relativamente seguro quando realizado por profissionais qualificados, podem ocorrer complicações, como infecções, sangramento ou reações alérgicas aos medicamentos. Portanto, é fundamental uma avaliação individualizada com um profissional capacitado para uma prescrição segura e precisa desse procedimento. 

A infiltração pode ser uma solução temporária para aliviar a dor ciática e permitir que os pacientes recuperem a mobilidade e a funcionalidade. No entanto, é importante enfatizar que a infiltração não aborda a causa subjacente da dor. Portanto, é aconselhável combinar a infiltração com outras abordagens de tratamento, como fisioterapia, exercícios de fortalecimento muscular e mudanças no estilo de vida, para abordar a causa raiz e prevenir recorrências.

 

Em resumo, a infiltração pode ser uma opção viável para aliviar a dor ciática associada à coluna travada. No entanto, é importante abordar a decisão com um médico qualificado, avaliar todos os fatores e considerar o tratamento abrangente para abordar tanto os sintomas quanto a causa subjacente. Cada indivíduo é único, e um plano de tratamento personalizado é essencial para garantir o melhor resultado possível.

Venha para o Clínica Regenius!

A clínica oferece diversos tratamentos, seja para dores crônicas, lesões esportivas ou tratamentos ortopédicos, o Instituto é o melhor lugar para realizar o seu tratamento. Aqui contamos com tecnologias de ponta para auxiliar nos melhores procedimentos do mercado. Não perca tempo, agende agora mesmo uma consulta e venha tratar das suas dores aqui na Clínica Regenius.

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Referências:


Weinstein JN, Tosteson TD, Lurie JD, et al. Surgical vs Nonoperative Treatment for Lumbar Disk Herniation: The Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT) Observational Cohort. JAMA. 2006;296(20):2451-2459.


Weinstein JN, Tosteson TD, Lurie JD, et al. Surgical vs Nonoperative Treatment for Lumbar Disk Herniation: The Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT) Randomized Trial. JAMA. 2006;296(20):2441-2450.


Pinto RZ, Maher CG, Ferreira ML, et al. Epidural corticosteroid injections in the management of sciatica: a systematic review and meta-analysis. Ann Intern Med. 2012;157(12):865-877.


Cohen SP, Hanling S, Bicket MC, et al. Epidural steroid injections compared with gabapentin for lumbosacral radicular pain: multicenter randomized double blind comparative efficacy study. BMJ. 2015;350:h1748.

 

25 de agosto de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Quem tem condromalácia patelar tem que suspender os exercícios físicos?

by Blog Regenius 18 de agosto de 2023

Condromalácia Patelar e Exercícios: Um Caminho para a Saúde e o Bem-Estar

A condromalácia patelar é uma condição que afeta a cartilagem na parte frontal do joelho, especificamente sob a patela. Embora seja uma preocupação comum para muitas pessoas, especialmente aqueles que são ativos ou praticam esportes regularmente, a condromalácia patelar não deve ser uma sentença para evitar exercícios. Na verdade, um estilo de vida ativo e a prática de exercícios físicos apropriados podem ser componentes essenciais na gestão e prevenção da condromalácia patelar.


Ao contrário da crença popular, o repouso completo não é necessariamente a melhor abordagem para lidar com a condromalácia patelar. Na verdade, manter-se ativo pode ser benéfico para a saúde da articulação do joelho e para o alívio dos sintomas associados à condição. A falta de movimento pode levar a uma fraqueza muscular e a uma perda de flexibilidade, o que pode piorar os sintomas. Portanto, a chave está em escolher os exercícios certos e realizar atividades de forma controlada e supervisionada.

 

Exercícios de baixo impacto são frequentemente recomendados para pessoas com condromalácia patelar. Atividades como natação, ciclismo e caminhada ajudam a fortalecer os músculos ao redor do joelho sem colocar uma carga excessiva na articulação. Esses exercícios também contribuem para a melhoria da circulação sanguínea, o que é essencial para a saúde da cartilagem.

 

Além disso, fortalecer os músculos da coxa, conhecidos como quadríceps, é especialmente importante. Um quadríceps forte ajuda a estabilizar a patela e a reduzir o atrito que pode levar a danos na cartilagem. Exercícios de fortalecimento podem incluir agachamentos, leg press e extensões de perna. No entanto, é fundamental fazer esses exercícios com a orientação de um profissional de saúde para garantir que sejam realizados de forma correta e segura.


A flexibilidade também desempenha um papel crucial na saúde da patela. Alongar regularmente os músculos da coxa, isquiotibiais e panturrilhas pode ajudar a melhorar a amplitude de movimento e reduzir a pressão sobre a articulação do joelho. Alongamentos suaves e controlados podem ser incorporados à rotina de exercícios para manter a flexibilidade muscular.


Além dos exercícios, é importante adotar um estilo de vida saudável para otimizar a gestão da condromalácia patelar. Manter um peso corporal saudável é essencial, pois o excesso de peso pode aumentar a pressão sobre as articulações e agravar os sintomas. Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes, juntamente com a hidratação adequada, pode contribuir para a saúde das articulações.


No entanto, é fundamental lembrar que cada pessoa é única, e a abordagem para lidar com a condromalácia patelar deve ser personalizada. Antes de iniciar qualquer programa de exercícios, é recomendável procurar a orientação de um profissional de saúde, como um fisioterapeuta ou médico ortopedista. Eles podem avaliar a condição, determinar a gravidade da condromalácia patelar e elaborar um plano de tratamento individualizado.

Além dos exercícios de baixo impacto e do fortalecimento muscular, é importante abordar a questão da dor de forma sensata. É normal que pessoas com condromalácia patelar possam sentir algum desconforto durante a prática de exercícios. No entanto, é crucial distinguir entre uma dor saudável associada ao esforço muscular e uma dor que indica uma carga excessiva sobre a articulação. A dor aguda ou intensa não deve ser ignorada e deve ser comunicada a um profissional de saúde imediatamente. A orientação profissional pode ajudar a ajustar o programa de exercícios de acordo com a tolerância individual e garantir que a atividade física seja segura e benéfica.


A prevenção desempenha um papel fundamental na gestão da condromalácia patelar. Além de adotar uma abordagem equilibrada para os exercícios, é importante considerar fatores como a postura e a biomecânica ao realizar atividades diárias. Ações simples, como manter uma postura adequada ao sentar e ao levantar objetos, podem ajudar a reduzir a pressão sobre a patela e minimizar o risco de agravar a condição.


A busca por uma abordagem multidisciplinar também pode ser vantajosa. Além de um fisioterapeuta ou ortopedista, um nutricionista pode fornecer orientações sobre a importância de uma dieta balanceada para a saúde das articulações. A suplementação com nutrientes específicos, como colágeno e condroitina, pode ser considerada para auxiliar na saúde da cartilagem. No entanto, é importante consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação.


Em última análise, a condromalácia patelar não é um obstáculo intransponível para a atividade física e um estilo de vida saudável. Com a orientação adequada e a adoção de práticas inteligentes, é possível gerenciar os sintomas, fortalecer a saúde articular e desfrutar de uma vida ativa e plena. Ao buscar uma abordagem personalizada que leve em consideração a condição individual e a orientação de profissionais de saúde qualificados, as pessoas podem encontrar um equilíbrio saudável entre exercícios, prevenção e cuidados com a saúde.

 

Venha para o Clínica Regenius!

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Referências:


Rathleff MS, Roos EM, Olesen JL, Rasmussen S. Exercise during school hours when added to patient education improves outcome for 2 years in adolescent patellofemoral pain: a cluster randomised trial. Br J Sports Med. 2015;49(6):406-412.


Crossley KM, Vicenzino B, Pandy MG, Schache AG, Hinman RS. Targeted physiotherapy for patellofemoral joint osteoarthritis: a protocol for a randomised, single-blind controlled trial. BMC Musculoskelet Disord. 2008;9:122.


Dye SF. The pathophysiology of patellofemoral pain: a tissue homeostasis perspective. Clin Orthop Relat Res. 2005; 436:100-110.


Callaghan MJ, Selfe J. Patellar taping for patellofemoral pain syndrome in adults. Cochrane Database Syst Rev. 2012;4:CD006717.

18 de agosto de 2023 0 comment
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