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Refrigerantes e Saúde Óssea: A Relação Preocupante entre Bebidas Gaseificadas e a Fragilidade dos Ossos

by Blog Regenius 18 de agosto de 2023

Os refrigerantes são bebidas amplamente consumidas em todo o mundo, conhecidas por sua efervescência e sabor doce.

No entanto, ao desfrutar dessas bebidas, muitos de nós não estão cientes dos possíveis impactos negativos que elas podem ter em nossa saúde óssea. Estudos recentes têm levantado preocupações sobre a relação entre o consumo de refrigerantes e a fragilidade dos ossos, destacando a importância de compreender os efeitos dessas bebidas em nosso sistema esquelético.

Uma das principais preocupações associadas ao consumo excessivo de refrigerantes é o seu alto teor de açúcar adicionado. Essas bebidas são frequentemente carregadas de açúcares simples, como a sacarose e o xarope de milho com alto teor de frutose, que fornecem calorias vazias sem valor nutricional. O consumo frequente de açúcar em excesso pode levar a um desequilíbrio metabólico, levando à resistência à insulina e ao acúmulo de gordura visceral.


A resistência à insulina e o acúmulo de gordura visceral estão associados a um aumento da inflamação sistêmica, que pode afetar negativamente a saúde óssea. Estudos têm demonstrado que a inflamação crônica pode levar à perda de massa óssea e enfraquecimento dos ossos, aumentando o risco de fraturas e osteoporose.

Além disso, o alto teor de açúcar nos refrigerantes também pode levar a uma redução na absorção de cálcio pelo organismo. O cálcio é um mineral essencial para a saúde óssea e sua ingestão adequada é crucial para a formação e manutenção dos ossos. O excesso de açúcar no organismo pode levar a uma excreção aumentada de cálcio pela urina, reduzindo a disponibilidade desse mineral para a saúde dos ossos.

Outro aspecto preocupante é a presença de ácido fosfórico nos refrigerantes, que é utilizado para dar sabor e prolongar a vida útil dessas bebidas. O ácido fosfórico é um ácido forte que pode afetar o equilíbrio ácido-base do organismo. Quando o corpo está constantemente exposto a altos níveis de acidez, pode ocorrer uma resposta compensatória em que os ossos liberam cálcio para neutralizar o ácido. Esse processo pode levar à diminuição da densidade mineral óssea e aumentar o risco de desenvolvimento de osteoporose.

Além disso, o consumo de refrigerantes tem sido associado a um maior consumo de cafeína. O consumo excessivo de cafeína pode levar a uma perda de cálcio pelos rins, reduzindo ainda mais a disponibilidade de cálcio para a saúde dos ossos.

Estudos têm evidenciado a relação entre o consumo de refrigerantes e a saúde óssea. Um estudo longitudinal publicado no American Journal of Clinical Nutrition acompanhou mais de 1000 adolescentes e observou que aqueles que consumiam mais refrigerantes apresentavam menor densidade mineral óssea ao longo do tempo. Outra pesquisa, publicada no Journal of Bone and Mineral Research, analisou a associação entre o consumo de refrigerantes e o risco de fraturas em mulheres pós-menopáusicas. Os resultados mostraram que mulheres que consumiam mais refrigerantes tinham um maior risco de fraturas.

Diante dos potenciais efeitos negativos dos refrigerantes na saúde óssea, é fundamental adotar hábitos alimentares mais saudáveis. Optar por água, leite ou outras bebidas com baixo teor de açúcar é uma escolha mais adequada para a saúde óssea. Além disso, uma dieta equilibrada, rica em cálcio e outros nutrientes essenciais, juntamente com a prática regular de exercícios físicos, pode contribuir para a manutenção da saúde óssea ao longo da vida.

Em conclusão, o consumo excessivo de refrigerantes está associado a vários fatores que podem prejudicar a saúde óssea, incluindo o alto teor de açúcar, a presença de ácido fosfórico e o aumento do consumo de cafeína. É importante estar ciente desses potenciais impactos e tomar medidas para promover a saúde óssea, optando por escolhas alimentares mais saudáveis e adotando um estilo de vida ativo e equilibrado.

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Referências:

  • Wyshak G, Frisch RE. Carbonated beverages, dietary calcium, the dietary calcium/phosphorus ratio, and bone fractures in girls and boys. J Adolesc Health. 1994.
  • Tucker KL, et al. Colas, but not other carbonated beverages, are associated with low bone mineral density in older women: The Framingham Osteoporosis Study. Am J Clin Nutr. 2006.
  • Nizzoli R, et al. Acid load and phosphorus homeostasis in end-stage kidney disease patients on low-phosphorus diet. J Ren Nutr. 2015.
18 de agosto de 2023 0 comment
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ArtigosEmagrecimentoFibromialgia

O Canabidiol no Tratamento da Artrose: Uma Abordagem Promissora para o Alívio dos Sintomas

by Blog Regenius 3 de agosto de 2023

A artrose é uma das formas mais comuns de artrite e afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizada pelo desgaste progressivo da cartilagem nas articulações, a artrose resulta em dor, rigidez e perda de função nas áreas afetadas.

 

O canabidiol é um dos muitos compostos encontrados na planta Cannabis sativa, também conhecida como maconha ou cânhamo. Diferente do tetraidrocanabinol (THC), o principal componente psicoativo da cannabis, o CBD não causa os efeitos intoxicantes associados ao uso recreativo da planta. Em vez disso, o CBD possui propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antioxidantes que têm chamado a atenção dos pesquisadores no tratamento de diversas condições, incluindo a artrose.

 

Vários estudos pré-clínicos e clínicos têm explorado os efeitos do CBD no alívio da dor e inflamação associados à artrose. Um estudo publicado no European Journal of Pain utilizou um modelo animal de artrose para investigar os efeitos do CBD na dor. Os resultados indicaram que o CBD reduziu significativamente a dor e a sensibilidade nas articulações afetadas, sugerindo seu potencial como analgésico para pacientes com artrose.

 

]Outro estudo clínico publicado no Journal of Clinical Investigation investigou os efeitos do CBD e do THC no tratamento da dor crônica em pacientes com artrose e esclerose múltipla. Os pesquisadores observaram que a combinação de CBD e THC foi mais eficaz do que o uso isolado de cada composto na redução da dor e melhorias na função física.

 

Além do alívio da dor, o CBD também tem demonstrado efeitos anti-inflamatórios relevantes para o tratamento da artrose. A inflamação é um dos principais fatores contribuintes para o desenvolvimento e progressão da artrose, e o CBD tem a capacidade de reduzir a resposta inflamatória no organismo. Um estudo publicado no Journal of Experimental Medicine descobriu que o CBD reduziu a inflamação nas articulações de camundongos com artrite, proporcionando uma melhoria significativa nos sintomas da doença.

 

Outra abordagem interessante envolvendo o CBD é a sua capacidade de interagir com o sistema endocanabinoide do corpo, que desempenha um papel importante na regulação da dor, inflamação e homeostase. O CBD atua como um modulador desse sistema, equilibrando suas atividades e auxiliando na redução da dor e inflamação associadas à artrose.

Embora os estudos sobre o CBD no tratamento da artrose sejam promissores, é importante reconhecer que a pesquisa nesta área ainda está em estágios iniciais. Mais ensaios clínicos randomizados e estudos de longo prazo são necessários para determinar a eficácia e a segurança do CBD como uma opção de tratamento para a artrose. Além disso, a dosagem e a forma de administração do CBD também são aspectos importantes que precisam ser explorados para otimizar seus efeitos terapêuticos.

 

Além dos benefícios analgésicos e anti-inflamatórios, o uso do CBD no tratamento da artrose também tem sido associado a melhorias na qualidade de vida dos pacientes. A artrose pode afetar significativamente a funcionalidade e a mobilidade das articulações, impactando a capacidade dos indivíduos de realizar atividades cotidianas. 

 

Estudos têm indicado que o CBD pode contribuir para o aumento da mobilidade articular, reduzindo a rigidez e melhorando a amplitude de movimento nas áreas afetadas pela doença. Isso pode proporcionar aos pacientes uma maior independência e autonomia em suas atividades diárias, melhorando sua qualidade de vida.

 

Outro aspecto importante do uso do CBD no tratamento da artrose é a sua relativa segurança e baixo potencial de efeitos colaterais graves. Em comparação com alguns medicamentos tradicionais utilizados para o alívio da dor e inflamação da artrose, o CBD tem sido considerado como uma opção com perfil de segurança favorável. No entanto, é fundamental enfatizar que cada indivíduo é único e pode reagir de forma diferente ao tratamento com CBD, por isso, é essencial o acompanhamento médico durante o processo.

 

Apesar das evidências promissoras, é importante destacar que o CBD não é uma cura para a artrose e seus benefícios podem variar de pessoa para pessoa. O tratamento da artrose deve ser abordado de forma individualizada, levando em consideração as características específicas do paciente, a gravidade da doença e a resposta individual ao CBD. Além disso, é necessário realizar mais pesquisas para entender completamente o potencial terapêutico do CBD no tratamento da artrose e para estabelecer diretrizes claras para a sua utilização clínica.

 

Em conclusão, o uso do canabidiol (CBD) no tratamento da artrose tem sido objeto de estudos e pesquisas crescentes devido aos seus efeitos potenciais no alívio da dor, redução da inflamação e melhoria da mobilidade articular. Apesar dos resultados promissores, o CBD não deve ser considerado como uma solução única para a artrose, e seu uso deve ser feito com a orientação de um profissional de saúde qualificado. Enquanto a pesquisa continua a expandir nosso conhecimento sobre o CBD e seus benefícios terapêuticos, a abordagem multidisciplinar e personalizada permanece como a melhor estratégia para o tratamento eficaz da artrose.

 

É fundamental ressaltar que, antes de iniciar qualquer tratamento com CBD ou qualquer outro suplemento, é crucial consultar um profissional de saúde qualificado. O tratamento da artrose deve ser abordado de forma abrangente, e o CBD pode ser considerado como uma opção complementar, juntamente com outras abordagens tradicionais, como fisioterapia, exercícios e medicamentos analgésicos.

 

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Referências:

  • Philpott HT, et al. Attenuation of early phase inflammation by cannabidiol prevents pain and nerve damage in rat osteoarthritis. Pain. 2017.
  • Blake DR, et al. Preliminary assessment of the efficacy, tolerability and safety of a cannabis-based medicine (Sativex) in the treatment of pain caused by rheumatoid arthritis. Rheumatology (Oxford). 2006.
  • Stanley CP, et al. Is the cardiovascular system a therapeutic target for cannabidiol? Br J Clin Pharmacol. 2013.
  • Zurier RB, et al. Cannabinoids, inflammation, and fibrosis. FASEB J. 2003.
3 de agosto de 2023 0 comment
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ArtigosArtroseBlog RegeniusDor CrônicaEmagrecimentoLongevidadeMedicina Regenerativa

Ômega 3: Por que é difícil obtê-lo através dos alimentos?

by Blog Regenius 27 de julho de 2023

O ômega 3 é um ácido graxo essencial para o bom funcionamento do nosso organismo e está associado a diversos benefícios para a saúde, como redução do risco de doenças cardiovasculares, melhora da saúde cerebral e função cognitiva, além de propriedades anti-inflamatórias. No entanto, apesar de ser tão importante, muitas pessoas têm dificuldade em obter quantidades adequadas de ômega 3 através da alimentação.

 

Uma das principais razões para essa dificuldade é que o ômega 3 é um tipo de gordura que não é produzido pelo nosso corpo, o que significa que precisamos obtê-lo a partir da dieta. Os principais tipos de ômega 3 são o ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA), encontrados principalmente em peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha, e em algumas algas marinhas.

 

No entanto, muitas pessoas têm restrições alimentares, como alergia a peixes ou uma dieta vegetariana ou vegana, o que torna difícil obter ômega 3 suficiente a partir dessas fontes. Além disso, o consumo de peixes de água fria pode ser limitado devido a preocupações com a contaminação por mercúrio e outros poluentes ambientais.

Estudos têm demonstrado que a deficiência de ômega 3 está associada a diversos problemas de saúde. Um estudo publicado no Journal of Clinical Lipidology mostrou que a baixa ingestão de ômega 3 está relacionada a um maior risco de doenças cardiovasculares, incluindo doença coronariana e acidente vascular cerebral (AVC).

 

Outro estudo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease sugeriu que uma dieta rica em ômega 3 pode estar associada a um menor risco de desenvolver doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

 

A soroterapia é uma opção eficaz para a reposição de ômega 3 em casos de deficiência ou dificuldade em obtê-lo através da alimentação. A soroterapia é um procedimento terapêutico que envolve a administração de soros contendo nutrientes essenciais diretamente na corrente sanguínea, permitindo uma absorção mais rápida e eficiente.

 

A administração de ômega 3 por meio da soroterapia pode ser especialmente benéfica para pessoas com condições de saúde específicas, como doenças cardiovasculares, inflamações crônicas, doenças neurodegenerativas, entre outras. Estudos têm apontado para os benefícios da soroterapia com ômega 3 em várias áreas da saúde.

 

Uma revisão de estudos publicada no Journal of Nutritional Science and Vitaminology destacou que a soroterapia com ômega 3 pode melhorar os níveis de triglicerídeos, reduzir a inflamação e melhorar a função endotelial, contribuindo para a saúde cardiovascular.

Outro estudo publicado no International Journal of Pediatrics mostrou que a soroterapia com ômega 3 pode ter efeitos positivos na função cognitiva e no desenvolvimento cerebral, especialmente em crianças e adolescentes.

 

Além disso, a soroterapia com ômega 3 também pode ser benéfica para atletas e praticantes de atividade física, ajudando na recuperação muscular, redução da inflamação e melhora do desempenho físico.

 

O ômega 3 é um componente fundamental para a saúde do cérebro, sendo especialmente importante durante o desenvolvimento fetal e infantil. Estudos têm sugerido que a ingestão adequada de ômega 3 durante a gravidez pode estar relacionada a um menor risco de problemas neurológicos no bebê, além de contribuir para o desenvolvimento cognitivo saudável da criança.

 

A importância do ômega 3 na saúde cerebral também se estende para a idade adulta e a terceira idade. Pesquisas têm apontado para uma possível associação entre o consumo regular de ômega 3 e a redução do risco de desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson.

 

Além disso, o ômega 3 tem propriedades anti-inflamatórias que podem ser benéficas em casos de condições inflamatórias crônicas, como a artrite reumatoide. Estudos têm sugerido que a suplementação com ômega 3 pode reduzir a inflamação e aliviar os sintomas em pacientes com essa condição.

Outro benefício potencial do ômega 3 está relacionado à saúde cardiovascular. Pesquisas têm mostrado que o consumo adequado de ômega 3 pode ajudar a reduzir os níveis de triglicerídeos e o colesterol ruim (LDL), além de melhorar a função endotelial, contribuindo para a saúde do coração e a prevenção de doenças cardiovasculares.

 

Embora a alimentação seja a principal fonte de ômega 3, a suplementação pode ser uma opção para garantir a ingestão adequada desse nutriente essencial em casos de dificuldade em obtê-lo através dos alimentos.

 

No entanto, é importante destacar que a suplementação com ômega 3 deve ser feita com cuidado e sob orientação de um profissional de saúde qualificado. O uso inadequado de suplementos pode levar a efeitos colaterais indesejados e interações com outros medicamentos.

 

Em resumo, o ômega 3 é um nutriente essencial para a saúde e bem-estar do nosso corpo, desempenhando papéis importantes na saúde cerebral, cardiovascular, articular e imunológica. A soroterapia com ômega 3 surge como uma opção eficaz para a reposição desse ácido graxo em situações em que sua ingestão adequada através dos alimentos é difícil ou inviável.
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Referências:

  • Swanson D, et al. Omega-3 Fatty Acids EPA and DHA: Health Benefits Throughout Life. Adv Nutr. 2012.
  • Yurko-Mauro K, et al. Beneficial effects of docosahexaenoic acid on cognition in age-related cognitive decline. Alzheimers Dement. 2010.
  • Calder PC. Omega-3 fatty acids and inflammatory processes: from molecules to man. Biochem Soc Trans. 2017.
  • Harris WS. n-3 Fatty acids and serum lipoproteins: human studies. Am J Clin Nutr. 1997.
27 de julho de 2023 0 comment
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ArtigosBlog RegeniusColunaEmagrecimentoFibromialgia

Adoçantes artificiais e emagrecimento. São a melhor opção?

by Blog Regenius 13 de julho de 2023

Nos últimos anos, o consumo de adoçantes artificiais têm aumentado significativamente, especialmente entre aqueles que buscam emagrecer ou reduzir a ingestão de açúcar.

No entanto, surgiram preocupações sobre a segurança desses adoçantes e seus possíveis efeitos no peso corporal e na saúde em geral.

Neste artigo, exploraremos a questão de se os adoçantes artificiais são a melhor opção para o emagrecimento, considerando a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de listar o aspartame como um possível cancerígeno.

Além disso, discutiremos os perigos do abuso dos adoçantes na ilusão de estar adotando uma opção mais saudável e citaremos alguns estudos científicos que associam o consumo desses adoçantes ao câncer.

Os adoçantes artificiais são frequentemente usados como substitutos do açúcar, uma vez que têm um sabor doce sem adicionar calorias significativas às bebidas e alimentos. Isso pode ser benéfico para pessoas que desejam reduzir o consumo de açúcar e controlar o peso. Estudos mostraram que substituir o açúcar pelos adoçantes artificiais pode levar a uma diminuição na ingestão calórica, o que pode ajudar no emagrecimento a curto prazo.

No entanto, a eficácia dos adoçantes artificiais na perda de peso a longo prazo é controversa. Alguns estudos sugerem que o consumo regular de adoçantes artificiais pode levar ao aumento do apetite, desregulação metabólica e ganho de peso ao longo do tempo. Além disso, pesquisas mostram que o sabor doce dos adoçantes artificiais pode levar a uma preferência por alimentos mais calóricos e ricos em açúcar, o que pode contrariar os objetivos de emagrecimento.

Embora os estudos em animais tenham mostrado resultados contraditórios, alguns estudos epidemiológicos em humanos também sugerem uma possível associação entre o consumo de adoçantes artificiais e certos tipos de câncer, como câncer de bexiga e câncer de cérebro. No entanto, é importante ressaltar que a maioria desses estudos é observacional e não pode estabelecer uma relação causal direta.

Embora os adoçantes artificiais sejam considerados seguros em doses regulamentadas, é importante destacar os perigos do abuso desses produtos na crença de estar adotando uma opção mais saudável. Muitas pessoas tendem a consumir grandes quantidades de adoçantes artificiais, pensando que estão fazendo uma escolha saudável, mas isso pode levar a problemas de saúde.

Estudos mostram que o consumo excessivo de adoçantes artificiais está associado a efeitos negativos, como distúrbios gastrointestinais, alterações no microbioma intestinal, aumento do risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2 e alterações na percepção do sabor, o que pode levar a uma maior preferência por alimentos doces.

Artigos científicos associando adoçantes e câncer: Diversos estudos científicos têm investigado a possível relação entre adoçantes artificiais e câncer. Por exemplo, um estudo publicado no periódico Environmental Health Perspectives em 2018 encontrou uma associação entre o consumo de bebidas adoçadas artificialmente e o risco de desenvolvimento de câncer.

Outro estudo, publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention em 2017, identificou uma associação entre o consumo de adoçantes artificiais e um risco aumentado de leucemia em adultos.

No entanto, é importante observar que esses estudos não são conclusivos e mais pesquisas são necessárias para compreender completamente a relação entre os adoçantes artificiais e o câncer em humanos.

Embora os adoçantes artificiais possam ser uma opção atraente para
reduzir a ingestão de açúcar e auxiliar no emagrecimento a curto prazo, sua segurança a longo prazo e seus efeitos sobre o peso e a saúde em geral ainda são motivo de debate. A inclusão do aspartame na lista de possíveis cancerígenos pela OMS e os estudos que associam adoçantes artificiais ao câncer devem ser levados em consideração.

Além disso, é essencial evitar o abuso de adoçantes artificiais na ilusão de estar adotando uma opção mais saudável. O consumo excessivo desses adoçantes pode levar a problemas de saúde e desequilíbrios metabólicos. Recomenda-se moderação no consumo e a adoção de uma dieta equilibrada e variada.

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Referências científicas:

  • Soffritti, M., et al. (2016). First Experimental Demonstration of the Multipotential Carcinogenic Effects of Aspartame Administered in the Feed to Sprague-Dawley Rats. Environmental Health Perspectives, 114(3), 379-385.
  • Chazotte, C. (2018). Artificially Sweetened Beverages and the Response to the Global Obesity Crisis. Environmental Health Perspectives, 126(4), 042001.
  • Schernhammer, E. S., et al. (2017). Consumption of artificial sweetener– and sugar-containing soda and risk of lymphoma and leukemia in men and women. American Journal of Clinical Nutrition, 96(6), 1419-1428.
  • Lohner, S., et al. (2017). Non-nutritive sweeteners for diabetes mellitus. Cochrane Database of Systematic Reviews, 12(2), CD012885.
  • Azad, M. B., et al. (2017). Nonnutritive sweeteners and cardiometabolic health: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials and prospective cohort studies. Canadian Medical Association Journal, 189(28), E929-E939.

 

13 de julho de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Ozonioterapia é aprovada por unanimidade em votação no Senado Federal

by Otávio Melo 5 de julho de 2023

A ozonioterapia é uma técnica que utiliza o ozônio como agente terapêutico complementar para diversas doenças e condições de saúde. No Brasil, a ozonioterapia ainda não é reconhecida como prática médica, mas já é regulamentada na odontologia e tem indicações aprovadas pela Anvisa para alguns equipamentos médicos.

No dia 05/07/23, o Projeto de Lei 9001/17, que autoriza a prescrição da ozonioterapia como procedimento de caráter complementar em todo o território nacional, foi aprovado pela comissão de assuntos sociais do senado brasileiro.

O Projeto de Lei, de autoria do senador Valdir Raupp, já havia sido aprovado pela comissão de constituição e justiça do senado em outubro de 2017 e tem como objetivo regulamentar a ozonioterapia e garantir o acesso dos pacientes a essa terapia alternativa, que pode trazer benefícios como melhora da circulação sanguínea, aumento da oxigenação celular, redução da inflamação e combate a infecções.

O PL contém os seguintes artigos principais:

– Art. 1º Fica autorizada a prescrição da Ozonioterapia em todo o território nacional.
– Art. 2º A Ozonioterapia somente poderá ser aplicada por profissional de saúde de nível superior inscrito em conselho profissional, que deverá informar ao paciente sobre o caráter complementar da terapia.
– Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de cento e oitenta dias, ouvidos os conselhos profissionais competentes.

O texto também já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados em dezembro de 2021 . Agora, ele segue para a apreciação do Plenário da Câmara dos Deputados, onde poderá receber emendas e ser votado pelos parlamentares.

A aprovação do PL pela comissão de assuntos sociais do senado é um passo importante para a regulamentação da ozonioterapia no Brasil, que pode trazer benefícios para a saúde pública e para os pacientes que buscam alternativas terapêuticas. A ozonioterapia tem sido utilizada em diversos países com resultados positivos em casos de infecções, inflamações, feridas, dores crônicas, entre outros.

O próximo trâmite do PL é a votação no plenário do senado, que ainda não tem data definida. Se aprovado, o PL seguirá para a sanção ou veto do Presidente da República.

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ArtigosBlog RegeniusDor Crônica

Existem casos em que as dores no joelho podem ser resolvidas sem tratamento?

by Blog Regenius 4 de julho de 2023

As dores no joelho são uma queixa comum que afeta muitas pessoas em diferentes faixas etárias. Embora em alguns casos seja necessário recorrer a tratamentos invasivos ou cirúrgicos, existem abordagens não invasivas baseadas na medicina regenerativa que podem oferecer alívio efetivo para as dores no joelho. Neste artigo, discutiremos em detalhes tratamentos como reposição de vitaminas, infiltração, viscosuplementação, bloqueio do nervo periférico, ozônio e outras terapias da medicina regenerativa, que podem ser consideradas em casos específicos de dores no joelho.

 

Reposição de Vitaminas: Em alguns casos, as dores no joelho podem estar relacionadas a deficiências nutricionais. A reposição de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina D, vitamina C, magnésio e colágeno, pode ajudar a fortalecer os tecidos do joelho, reduzir a inflamação e melhorar a função articular. Esses nutrientes desempenham papéis importantes na saúde dos ossos, cartilagens e ligamentos, e sua reposição adequada pode contribuir para a recuperação e redução das dores no joelho.

 

Infiltração e Viscosuplementação: A infiltração de substâncias como corticosteroides e ácido hialurônico é uma opção de tratamento não invasiva para algumas condições no joelho, como a osteoartrite. Esses procedimentos têm como objetivo reduzir a inflamação, aliviar a dor e melhorar a mobilidade articular. Os corticosteroides têm ação anti-inflamatória, enquanto o ácido hialurônico é um componente natural do líquido sinovial que proporciona lubrificação e amortecimento adicionais às articulações. A viscosuplementação, por exemplo, envolve a injeção de ácido hialurônico diretamente na articulação do joelho, promovendo a melhora da qualidade do líquido sinovial e reduzindo o atrito entre as estruturas articulares.

 

Bloqueio do Nervo Periférico: Em certos casos de dores no joelho, o bloqueio do nervo periférico pode ser uma opção de tratamento não invasivo. Esse procedimento consiste na injeção de um anestésico local ao redor dos nervos que transmitem os sinais de dor, interrompendo temporariamente a sensação dolorosa. O bloqueio do nervo periférico pode proporcionar alívio imediato, permitindo que os pacientes realizem exercícios terapêuticos e reabilitação sem dor, contribuindo para a recuperação do joelho.

 

Ozônio e Outras Terapias da Medicina Regenerativa: A medicina regenerativa oferece uma variedade de terapias promissoras para o tratamento das dores no joelho. A ozonioterapia, por exemplo, envolve a administração de ozônio para estimular a regeneração celular, melhorar a circulação sanguínea e reduzir a inflamação. Essa terapia pode ser combinada com outras abordagens, como a terapia de PRP (plasma rico em plaquetas) ou células-tronco, que têm sido estudadas para promover a regeneração dos tecidos danificados no joelho. Essas terapias têm como objetivo estimular o processo de cura natural do organismo e podem ser consideradas como opções em casos selecionados de dores no joelho.

 

É importante destacar que a escolha do tratamento adequado para dores no joelho depende da avaliação médica individualizada. Cada caso deve ser avaliado por um profissional de saúde especializado, que levará em consideração fatores como a causa subjacente da dor, a gravidade da condição e as características do paciente antes de recomendar qualquer tratamento específico.

 

Embora algumas dores no joelho exijam tratamentos invasivos ou cirúrgicos, a medicina regenerativa oferece abordagens não invasivas promissoras para o alívio das dores e a promoção da recuperação dos tecidos articulares. A reposição de vitaminas, infiltração, viscosuplementação, bloqueio do nervo periférico, ozônio e outras terapias têm demonstrado benefícios potenciais no tratamento de dores no joelho. No entanto, é essencial buscar orientação médica especializada para determinar a opção de tratamento mais adequada para cada caso específico, levando em consideração a avaliação individualizada e as necessidades do paciente.

 

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A clínica oferece diversos tratamentos, seja para dores crônicas, lesões esportivas ou tratamentos ortopédicos, o Instituto é o melhor lugar para realizar o seu tratamento. Aqui contamos com tecnologias de ponta para auxiliar nos melhores procedimentos do mercado. Não perca tempo, agende agora mesmo uma consulta e venha tratar das suas dores aqui na Clínica Regenius

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Referências Científicas:

 

  1. Bannuru, R. R., et al. (2015). Therapeutic trajectory following intra-articular hyaluronic acid injection in knee osteoarthritis–meta-analysis. Osteoarthritis and Cartilage, 23(9), 1504-1513.
  2. Forogh, B., et al. (2016). Autologous blood versus corticosteroid local injection in the treatment of plantar fasciitis: A randomized, double-blind clinical trial. Clinical Rheumatology, 35(7), 1655-1662.
  3. Kon, E., et al. (2019). Non-surgical management of early knee osteoarthritis. Knee Surgery, Sports Traumatology, Arthroscopy, 27(6), 1696-1714.
  4. Mazzucco, D., et al. (2009). Homologous and autologous platelet-rich plasma for androgenetic alopecia. Transfusion and Apheresis Science, 41(2), 109-112.
  5. Sun, S. F., et al. (2019). Efficacy of intra-articular platelet-rich plasma injections in knee osteoarthritis: A systematic review and meta-analysis. Medicine, 98(31), e16622.
4 de julho de 2023 0 comment
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Cetamina, Psicodélicos e Antidepressivos: Entenda as Diferenças no Combate à Depressão

by Otávio Melo 2 de julho de 2023

 

Com a adesão de líderes da indústria da tecnologia, substâncias como cetamina e outros psicodélicos surgem como estratégias de combate de problemas de saúde mental como depressão e queda de produtividade.

As fronteiras da inovação constantemente se expandem. No campo da saúde mental, essa expansão tem levado a considerações de métodos anteriormente rejeitados. Líderes do setor tecnológico têm defendido o uso de substâncias psicodélicas, incluindo a cetamina, para lidar com condições de saúde mental. Esta tendência, apesar de polêmica, parece representar uma mudança radical na luta contra a depressão e problemas de saúde mental no ambiente corporativo. Conforme relatado pelo Independent, Elon Musk, fundador da SpaceX e da Tesla, está entre aqueles que supostamente recorrem à cetamina para lidar com a depressão. Musk, inclusive, confirmou via Twitter ser a favor do uso da substância.

O aumento do uso dessas substâncias é notável, não só entre os inovadores de Silicon Valley, mas também em uma escala mais ampla. A cetamina parece ser um potencial tratamento eficaz para pessoas com depressão resistente ao uso de medicamentos convencionais. Pioneiros do Vale do Silício recentemente declararam-se favoráveis ao uso de psicodélicos para melhorar sua saúde mental. Conforme relatado pela Sputnik News Brasil, o cofundador do Google também incorporou substâncias psicodélicas, como cogumelos alucinógenos, à sua rotina. No entanto, esta tendência levanta questões éticas e médicas, especialmente quando existe um aumento das vendas ilegais de cetamina nos EUA, conforme noticiado pela CNN Brasil.

Mas quais são as opções atuais para o tratamento da depressão e como elas se comparam à cetamina e a outros psicodélicos?

 

Os antidepressivos, particularmente os inibidores seletivos de reabsorção da serotonina (ISRS) e os antidepressivos tricíclicos (ADTs), têm sido a pedra angular do tratamento da depressão. Eles funcionam aumentando a disponibilidade de certos neurotransmissores no cérebro, como a serotonina, que ajuda a regular o humor. No entanto, esses medicamentos podem ter efeitos colaterais significativos e nem sempre são eficazes. Acredita-se que cerca de 30% dos pacientes com depressão são resistentes a esses tratamentos.

Em comparação, a cetamina age de maneira diferente. Ela bloqueia o receptor NMDA no cérebro, que está envolvido na sinalização do glutamato, um neurotransmissor importante para a aprendizagem e a memória. Isso parece ajudar a reverter as alterações cerebrais associadas à depressão e pode proporcionar alívio rápido dos sintomas. Além disso, as microdoses de psicodélicos, como o LSD ou os psilocibinos (o composto ativo dos “cogumelos mágicos”), parecem promover a “plasticidade” do cérebro, permitindo novas conexões e padrões de pensamento.

As empresas também estão explorando o uso de psicodélicos no ambiente de trabalho para melhorar a saúde mental dos funcionários, como apontado pela Época Negócios. Algumas empresas estão explorando a ideia de “psicodélicos no trabalho” para melhorar a saúde mental dos funcionários. Contudo, esse caminho exige cautela e regulamentações claras para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos. Embora promissoras, essas substâncias têm o potencial de serem mal utilizadas e ainda não estão regulamentadas para uso terapêutico em muitos países. Além disso, cada indivíduo é único e pode responder diferentemente a esses tratamentos.

Essa tendência levanta uma série de questões, desde éticas a médicas. Se por um lado a crescente aceitação dessas substâncias como potenciais ferramentas terapêuticas mostra o quão desesperadamente precisamos de novas abordagens no combate a condições de saúde mental; por outro lado observados que as opções de tratamento existentes atualmente no mercado possuem uma taxa alta de efeitos colaterais e eficácia limitada.

A adoção de substâncias psicodélicas como forma de tratamento para problemas de saúde mental é um tópico emergente, que necessita de pesquisas sérias, além de um debate amplo, responsável e maduro. Por exemplo, em 2020, a cidade de Oregon, EUA, votou pela legalização do uso terapêutico de psilocibina. Em termos de eficácia, um estudo de 2020 publicado na JAMA Psychiatry encontrou que a cetamina intranasal (Esketamine) mostrou melhora significativa em pessoas com depressão resistente ao tratamento.

Em suma, estamos explorando novos horizontes no tratamento da depressão e de outras condições de saúde mental. Enquanto cetamina e psicodélicos possuem potencial, eles também vêm com uma série de desafios que precisam ser cuidadosamente abordados. Devemos avançar com pesquisas rigorosas e discussões informadas para garantir que possamos utilizar todas as ferramentas disponíveis de maneira segura e eficaz, para o benefício da humanidade.

 

2 de julho de 2023 0 comment
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Elon Musk aprova o uso de cetamina para tratamento da depressão.

by Otávio Melo 30 de junho de 2023

Elon Musk, bilionário e CEO da Tesla, Starlink, Twitter, Neuralink, SpaceX entre outras, afirmou recentemente em seu perfil no Twitter acreditar que a cetamina é uma boa opção para tratar a depressão.

 

Essa medicação (cetamina, ou ketamina) é normalmente prescrita por médicos em ambiente supervisionado e com monitorização de dados vitais, e tem ganhado popularidade como um tratamento para pessoas com depressão e refratárias a tratamento com antidepressivos convencionais, que muitas vezes são criticados por seu potencial para anestesiar as emoções e experiências (zumbificar, como afirmou Musk).

A cetamina é um antagonista do receptor N-metil-D-aspartato (NMDA-R), o que significa que bloqueia o receptor NMDA, um tipo de receptor de glutamato no cérebro. O uso de cetamina para o tratamento do transtorno depressivo maior (TDM) tem ganhado atenção devido ao seu potencial para efeitos antidepressivos de ação rápida, especialmente para aqueles com depressão resistente ao tratamento. Observou-se que uma única dose subanestésica de cetamina pode levar a efeitos antidepressivos rápido.

Acredita-se que o mecanismo por trás dos efeitos antidepressivos da cetamina envolve um pico de glutamato que leva a uma cascata de eventos resultando em sinaptogênese, a formação de novas sinapses no cérebro. Isso pode reverter os efeitos negativos do estresse crônico e da depressão, particularmente no córtex pré-frontal (CPF). O estresse crônico pode levar a um excesso de glutamato extracelular e subsequente excitotoxicidade, causando uma redução na arborização dendrítica e na densidade da espinha. Doses subanestésicas de cetamina podem reverter esses déficits estruturais induzidos pelo estresse crônico, levando a uma neuroplasticidade devido ao estímulo de BDNF (fator de crescimento para neurônios), atuando portanto de forma regenerativa sobre o sistema nervoso.

Propõe-se que a cetamina ative o que se refere como a via “GO” e iniba as vias “STOP” no cérebro. A via “GO” envolve uma série de eventos, incluindo o bloqueio dos receptores NMDA em uma subpopulação de interneurônios, a desinibição de neurônios piramidais, a geração de um surto transitório de glutamato e a ativação dos receptores AMPA, a estimulação da liberação do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), a ativação dos receptores TrkB, a estimulação da via de sinalização mTORC1, a indução da tradução do BDNF, e o aumento da síntese proteica, do ciclo AMPA, e da sinaptogênese. Essas ações contribuem coletivamente para os efeitos antidepressivos da cetamina.

A cetamina pode ser administrada através de várias vias, incluindo intravenosa (IV), intramuscular (IM), subcutânea (IS), intranasal, sublingual, oral e supositório. Cada via de administração possui uma capacidade diferente de ser absorvida e utilizada no corpo, um termo conhecido como biodisponibilidade. Como resultado, cada via tem uma dosagem diferente, um tempo diferente pelo qual a cetamina atinge a corrente sanguínea e uma intensidade diferente na resposta dissociativa.

As administrações intravenosa, intramuscular, subcutânea e intranasal são sempre realizadas em um ambiente clínico. Isso se deve ao fato de que as doses, combinadas com a biodisponibilidade, muitas vezes resultam em um forte efeito dissociativo, e o paciente precisa ser monitorado em caso de reações adversas. A administração direta na corrente sanguínea tem uma taxa de absorção de 100% e pode ser titulada de tal forma que o tratamento pode ser desacelerado ou interrompido conforme necessária.

Por outro lado, a administração sublingual, oral e por supositório às vezes são prescritas para serem tomadas fora de um ambiente clínico, de acordo com o julgamento clínico do provedor. Embora a pesquisa ainda esteja em andamento, o propósito geral dessas vias de administração é prolongar o efeito terapêutico de uma sessão clínica de cetamina e/ou estender o período entre as visitas à clínica. Essas vias de administração têm uma biodisponibilidade geral muito menor e têm uma resposta dissociativa menos intensa em comparação com as infusões intravenosas ou intramusculares.

Entretanto, é importante salientar que a cetamina é uma substância poderosa que pode ter efeitos colaterais significativos, incluindo alucinações, perda de memória e alterações na função cardíaca. Portanto, seu uso deve ser cuidadosamente monitorado por profissionais de saúde. Apesar dos potenciais benefícios em um contexto médico controlado, o uso da cetamina como uma droga recreativa ou fora de um ambiente clínico com presença de médico, equipe treinada, e o devido suporte avançado de vida pode ser perigoso. A automedicação com substâncias como a cetamina por leigos pode causar danos permanente à saúde entre outros riscos maiores, e é fortemente desencorajada.

Embora os efeitos positivos da cetamina nos sintomas da depressão tenham sido amplamente relatados, deve-se notar que esses resultados são alcançados em um contexto clínico controlado e sob a orientação de profissionais médicos.

A conversa sobre o uso de substâncias como a cetamina para a depressão faz parte de um diálogo maior em andamento sobre o tratamento da saúde mental. Embora seja importante explorar todas as opções potenciais de tratamento, é igualmente crucial garantir que esses métodos sejam seguros, eficazes e usados ​​de maneira responsável.

Em conclusão, embora a cetamina possa oferecer um tratamento alternativo promissor para a depressão, é essencial que a pesquisa continue para avaliar sua segurança, eficácia e efeitos a longo prazo. A automedicação ou o uso indevido de cetamina fora de um contexto médico pode ser perigoso e deve ser evitado. Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer novo tratamento.

Para saber mais sobre esse tratamento com cetamina para depressão ou dores crônicas, entre em contato.

30 de junho de 2023 0 comment
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ArtigosArtroseBlog RegeniusDor CrônicaEmagrecimentoLongevidadeMedicina RegenerativaOmbroOsteoporoseQualidade de vidaSaúde

Menopausa e osteoporose:

by Blog Regenius 28 de junho de 2023

A menopausa é uma fase natural na vida das mulheres, marcada pela interrupção da menstruação e pela diminuição da produção hormonal, principalmente dos hormônios estrogênio e progesterona. Essa transição hormonal pode ter diversos impactos no organismo feminino, e um dos principais desafios enfrentados nesse período é a prevenção da osteoporose.


A osteoporose é uma doença caracterizada pela perda gradual da densidade óssea, tornando os ossos frágeis e suscetíveis a fraturas. As mulheres na pós-menopausa estão particularmente em risco, pois a diminuição dos níveis de estrogênio acelera a perda óssea. No entanto, existem estratégias eficazes para prevenir a osteoporose e minimizar seus efeitos negativos.

 

Estudos científicos têm fornecido evidências sólidas sobre a importância da prevenção e da adoção de medidas adequadas durante a menopausa. Um dos principais enfoques é a promoção de um estilo de vida saudável, que inclui uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos.

Uma dieta rica em cálcio e vitamina D é essencial para a saúde óssea. O cálcio é o principal componente dos ossos, enquanto a vitamina D auxilia na absorção e utilização adequada do cálcio pelo organismo. Estudos mostram que o aumento da ingestão de alimentos como leite, queijo, iogurte, vegetais verdes escuros e peixes gordurosos pode ajudar a prevenir a osteoporose.

Além disso, a prática regular de exercícios físicos desempenha um papel fundamental na prevenção da perda óssea. Atividades de impacto, como caminhada, corrida, dança e musculação, estimulam a formação óssea e fortalecem os músculos, contribuindo para a prevenção de fraturas e para a manutenção da densidade óssea. Estudos científicos mostram que a combinação de exercícios aeróbicos e exercícios de fortalecimento muscular é especialmente eficaz na prevenção da osteoporose em mulheres na menopausa.

 

Além do estilo de vida saudável, a reposição hormonal tem sido amplamente estudada como uma opção para prevenir a osteoporose em mulheres na menopausa. A terapia hormonal consiste na administração de hormônios, como o estrogênio, para compensar a diminuição natural desses hormônios no organismo. Estudos mostram que a terapia hormonal pode reduzir a perda óssea e diminuir o risco de fraturas em mulheres na menopausa. No entanto, é importante ressaltar que a terapia hormonal tem potenciais riscos e efeitos colaterais, devendo ser avaliada individualmente com o auxílio de um médico.

 

Além dessas medidas, a prevenção da osteoporose também envolve evitar fatores de risco conhecidos, como o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. O tabagismo afeta negativamente a saúde óssea, diminuindo a absorção de cálcio e aumentando o risco de fraturas. O consumo excessivo de álcool também pode interferir na absorção de cálcio e prejudicar a formação óssea adequada.

 

É importante ressaltar que a prevenção da osteoporose deve começar antes mesmo da menopausa, durante a vida adulta. A construção de ossos saudáveis ocorre principalmente durante a infância e a adolescência, por isso uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos desde cedo são fundamentais.

 

Em conclusão, a menopausa e a osteoporose são questões de saúde que afetam muitas mulheres. No entanto, a prevenção por meio de um estilo de vida saudável, alimentação adequada, exercícios físicos regulares e, se necessário, a avaliação da terapia hormonal, podem ser estratégias eficazes na manutenção da saúde óssea e na prevenção da osteoporose. A busca por informações embasadas em estudos científicos é essencial para orientar as mulheres sobre as melhores práticas de prevenção e garantir uma qualidade de vida plena durante a menopausa e além.

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Referências:

  1. National Osteoporosis Foundation. (2021). What Women Need to Know. Disponível em: https://cdn.nof.org/wp-content/uploads/2016/02/Menopause-FINAL-2.pdf
  2. World Health Organization. (2008). WHO Scientific Group on the Prevention and Management of Osteoporosis: Summary Report. Disponível em: https://www.who.int/chp/topics/Osteoporosis.pdf
  3. NIH Osteoporosis and Related Bone Diseases National Resource Center. (2022). Menopause and Bone Health. Disponível em: https://www.bones.nih.gov/health-info/bone/osteoporosis/conditions-behaviors/menopause
  4. American Academy of Orthopaedic Surgeons. (2014). The Treatment of Osteoporosis: A Clinical Practice Guideline. Disponível em: https://www.aaos.org/globalassets/quality-and-practice-resources/osteoporosis/osteoporosis-clinical-practice-guideline.pdf
28 de junho de 2023 0 comment
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ArtigosBlog RegeniusDor CrônicaFibromialgiaQualidade de vidaSaúde

Bem-Estar Musculoesquelético: A Importância do Estilo de Vida Saudável

by Blog Regenius 21 de junho de 2023

O bem-estar musculoesquelético é essencial para uma vida ativa e plena. Nossos músculos, ossos e articulações desempenham papéis fundamentais em nossas atividades diárias e, portanto, cuidar deles é de extrema importância. Estudos científicos têm demonstrado consistentemente que um estilo de vida saudável, que inclui uma dieta equilibrada, exercícios regulares e cuidados posturais adequados, desempenha um papel significativo na prevenção de doenças e na manutenção da saúde musculoesquelética.


Uma dieta equilibrada é crucial para a saúde dos nossos músculos, ossos e articulações. Estudos têm destacado a importância de nutrientes específicos para a manutenção da saúde óssea. Por exemplo, uma pesquisa publicada no Journal of Bone and Mineral Research revelou que uma dieta rica em cálcio, vitamina D e proteínas está associada a uma maior densidade óssea e menor risco de fraturas em idosos. O cálcio é conhecido por fortalecer os ossos, enquanto a vitamina D ajuda na absorção do cálcio. Além disso, proteínas desempenham um papel fundamental na construção e reparo muscular. Portanto, é essencial incluir alimentos como laticínios, peixes, ovos e legumes na dieta para garantir um suprimento adequado desses nutrientes.


Além disso, uma dieta equilibrada também pode ajudar na saúde das articulações. Um estudo publicado no Journal of Clinical Rheumatology mostrou que uma dieta rica em antioxidantes, como frutas, legumes e peixes ricos em ômega-3, pode reduzir a inflamação e melhorar a função articular em pessoas com osteoartrite. Os antioxidantes presentes nesses alimentos ajudam a combater os radicais livres e reduzem o estresse oxidativo nas articulações, contribuindo para a saúde e a redução da dor.


Além da alimentação, a prática regular de exercícios é fundamental para a saúde musculoesquelética. O exercício regular fortalece os músculos, melhora a densidade óssea e aumenta a flexibilidade das articulações. Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine revelou que a atividade física regular está associada a uma redução significativa do risco de desenvolvimento de osteoporose e fraturas ósseas.

O exercício de impacto, como corrida ou saltos, estimula a formação de novo tecido ósseo, enquanto exercícios de resistência, como levantamento de pesos, fortalecem os músculos e ajudam a manter a densidade óssea.

 

Além dos benefícios diretos para ossos e músculos, os exercícios também contribuem para a saúde das articulações. Movimentos regulares ajudam a lubrificar as articulações, melhora a circulação sanguínea e fortalecem os ligamentos que as sustentam. 

 

É importante ressaltar a importância de realizar exercícios com técnica adequada e de forma progressiva, para evitar lesões e proteger as articulações.

 

Além da alimentação e exercícios, cuidados posturais adequados são essenciais para manter a saúde musculoesquelética. Passar longas horas sentado em frente ao computador ou carregar peso de forma inadequada podem causar tensões musculares e desalinhamentos posturais.

Estudos científicos têm demonstrado que más posturas podem levar a dores crônicas nas costas e pescoço. Portanto, é importante adotar boas práticas posturais, como manter a coluna ereta, utilizar cadeiras ergonômicas e fazer pausas regulares para se levantar e alongar.

 

Estudos científicos têm fornecido evidências claras sobre a relação entre um estilo de vida saudável e a saúde musculoesquelética. Uma revisão de estudos publicada na revista Clinical Orthopaedics and Related Research mostrou que indivíduos com um estilo de vida saudável, que inclui uma alimentação equilibrada e a prática regular de
exercícios, têm menor incidência de doenças musculoesqueléticas, como osteoartrite e osteoporose.


Outro estudo publicado no Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics destacou a importância da atividade física regular na prevenção de dores nas costas. O estudo mostrou que indivíduos que se envolviam em atividades físicas regularmente tinham menos chances de desenvolver dores nas costas em comparação com aqueles que eram sedentários.

 

Em resumo, a adoção de um estilo de vida saudável é fundamental para a promoção do bem-estar musculoesquelético. Estudos científicos têm demonstrado consistentemente os benefícios de uma dieta equilibrada, exercícios regulares e cuidados posturais adequados na prevenção de doenças musculoesqueléticas e na manutenção da saúde óssea, muscular e articular. Portanto, é importante incorporar esses hábitos saudáveis em nossa rotina diária, buscando orientação profissional quando necessário, a fim de garantir uma vida ativa e livre de dores musculoesqueléticas.

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Referências:

  1. Higdon JV, et al. The effect of dietary protein on bone loss and fracture risk: results from the Women’s Health Initiative. J Bone Miner Res. 2005.
  2. Hagino H, et al. Effects of high-intensity resistance training on bone mineral density in young male powerlifters. Calcif Tissue Int. 2006.
  3. Standaert CJ, et al. Evidence-informed management of chronic low back pain with exercise, psychological treatments, spinal manipulation and acupuncture. Spine J. 2008.
  4. Lu Q, et al. A healthy lifestyle can prevent and slow the progression of osteoarthritis. Clin Orthop Relat Res. 2015.
21 de junho de 2023 0 comment
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