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Blog RegeniusOsteoporose

Osteoporose: o que é?

by Otávio Melo 20 de outubro de 2021

De acordo com a SBEMSP, 8,9 milhões de fraturas por ano, em todo o mundo, são causadas pela osteoporose. Pensando em divulgar mais informações sobre essa doença, definiu-se que o dia 20 de outubro seria o Dia Mundial da Osteoporose.

Neste texto, você entenderá o que é a osteoporose, quais os principais sintomas dessa doença e quando ela pode se tornar grave, para que você tome medidas para evitar o surgimento ou complicações decorrentes dessa condição. Vamos lá?

 

O que é a osteoporose?

A osteoporose é uma doença que afeta os ossos, basicamente seu nome significa “ossos porosos”. É comum que, no interior dos ossos, existam alguns vãos, porém uma pessoa com osteoporose apresenta espaços maiores, os deixando fracos.

Essa doença pode ocorrer em pessoas de diferentes faixas etárias, porém é comum que, quando envelhecemos, passarmos pela perda de cálcio no corpo, o que acaba resultando na osteoporose e, consequentemente, nos problemas ocasionados por ela. O sexo feminino é o mais acometido.

Uma das principais consequências da osteoporose são as fraturas pois, como explicamos, os ossos ficam mais fracos internamente e externamente, então as chances de eles quebrarem ou fraturarem é bastante alta.

Dessa maneira, é importante que, desde já, se tomem medidas para que a doença não apareça ou causa complicações, visto que ela ainda não tem uma cura, porém pode ser controlada, principalmente por meio da suplementação de vitamina D.

Quais os sintomas da osteoporose?

A osteoporose, apesar de ocorrer internamente, pode se manifestar por meio de alguns sintomas. É importante ficar atento a eles, pois pode significar que a doença já está em um estado avançado e, por isso, precisa de um tratamento urgente.

Alguns dos sintomas que pessoas com osteoporose podem apresentar são a dor crônica ocasionada pela deformação dos ossos ou a própria fratura e quebra dos mesmos. Por isso, é importante focar em evitar o aparecimento da doença.

Outros sinais de osteoporose que também podem aparecer são o formigamento das pernas, dores na coluna, diminuição da altura ou a adoção de uma postura corporal mais encurvada. Nesses casos, vale apena contar com um diagnóstico médico.

Além disso, também é importante se atentar com alguns fatores de risco, como o histórico familiar, pessoas com deficiência na produção de hormônios. Alguns hábitos como alcoolismo e uso de tabaco também podem ocasionar no surgimento da doença.

 

O que acontece quando a osteoporose se agrava?

Caso a osteoporose não seja tratada, ela pode ocasionar em complicações. Uma delas é o risco de fraturas aumentado. Com o tempo, até atividades simples como uma tosse ou espirro mais forte podem ocasionar em uma lesão.

As fraturas causadas pela osteoporose podem ter uma cicatrização demorada, além de depender de muitos fatores, como o local em que ela está, sua gravidade, bem como a idade e estado de saúde da pessoa acidentada.

Assim, entendendo melhor o que é a osteoporose, quais são os seus principais sintomas e o que acontece quando ela se agrava, você conseguirá entender melhor sobre essa doença e buscar orientação médica caso tenha suspeita dessa condição.

Entre em contato conosco e saiba como podemos te auxiliar em um controle efetivo da osteoporose!

20 de outubro de 2021 0 comment
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Blog Regenius

Qual a relação entre células-tronco e covid-19?

by Otávio Melo 14 de outubro de 2021

A covid-19 tirou um grande número de vidas por todo o mundo. Apesar dos avanços na vacinação, a doença ainda é causa de internações e mortes e pesquisadores por todo o planeta buscam maneiras eficazes de tratá-la.

 As células-tronco são utilizadas em muitos tratamentos e são uma esperança no tratamento de pacientes graves com a covid-19.

 Entenda agora o que são essas células e como elas podem ser eficazes no tratamento da covid-19.

 

O que são células-tronco?

 

São células com poder de autorrenovação e reprodução, e se formam antes mesmo do nascimento, ainda na fase embrionária do ser humano. Após o nascimento, o organismo mantém uma pequena quantidade em alguns órgãos, que fazem a renovação constante desses órgãos.

 A reprodução das células-tronco acontece de duas maneiras: reproduzem-se gerando células idênticas às originárias, ou podem reproduzir células diferentes das que a deram origem.

 

 

Quais são os tipos de células tronco?

 

Existem, basicamente, dois tipos de células tronco: embrionárias e adultas. Há também as induzidas, produzidas em laboratório desde 2007.

 As embrionárias são chamadas de pluripotentes, pela capacidade de se tornar qualquer célula do corpo humano. Elas são encontradas dentro do embrião, após a fecundação e darão origem aos órgãos do corpo, por possuir essa habilidade de diferenciação.

 As células embrionárias só estão presentes no embrião nos primeiros dias após a fecundação, pois depois passam a apresentar estruturas mais complexas e parecidas com os órgãos do corpo humano, tornando-se mais especializadas.

 Todas as células do corpo humano são originárias das células embrionárias.

 Já as células-tronco adultas estão, principalmente, na medula óssea e no cordão umbilical e são elas que promovem a renovação de nossas células ao longo da vida. Não são tão versáteis como as embrionárias que reproduzem-se em qualquer outra célula do corpo humano, mas podem reproduzir células idênticas e em outra com o mesmo potencial. Por exemplo, podem reproduzir células cerebrais e dos neurônios.

 

 

Células-tronco, para  que servem?

 A função dessas células no organismo é a de renovação celular. Na Medicina, diversos tratamentos são feitos com células-tronco, além de diversas pesquisas que estão em andamento.

 Um exemplo de tratamento realizado com células-tronco é o transplante de medula óssea, que é feito há muitos anos. São utilizadas também para tratamento de doenças como mielofibrose, anemia falciforme, osteoporose, alguns tipos de leucemia, entre outras.

 

 

Pesquisas com células-tronco

 A pluripotência das células-tronco embrionárias, que é a capacidade de se converter em qualquer outra célula do corpo humano, a torna extremamente especial e os pesquisadores a consideram curinga por isso.

 Estudos em andamento visam, por exemplo, zerar a fila de transplantes, já que, a partir dessas células, poderia ser possível “criar” um órgão a partir de sua reprodução.

 As células-tronco embrionárias são retiradas de embriões com cinco dias de desenvolvimento, fecundados in-vitro, o que gera intensas discussões na sociedade.

 Já as células-tronco do cordão umbilical, apesar de serem retiradas do cordão umbilical do recém-nascido, são do tipo adultas em sua fase mais primitiva e também são utilizadas em diversos tratamentos, além de haver vários estudos em andamento em todo o mundo para incluir essas células no tratamento de outras doenças.

 

Células-tronco do cordão umbilical

As células-tronco do cordão umbilical podem ser retiradas do sangue ou tecidos e a única oportunidade de extraí-lo é durante o parto. As células-tronco que darão origem ao sangue e aos tecidos ficam retidas no cordão umbilical no momento do parto.  

 

Células-tronco no tratamento da covid-19

Desde o começo da pandemia da covid-19 a comunidade científica se dedica a pesquisar formas de vencer o vírus Sars-coV-2, que provoca a doença. Seja no desenvolvimento de vacinas, pesquisas sobre os melhores meios de prevenção e no tratamento, pesquisadores trabalham em todo o mundo buscando maneiras de evitar infecções e mortes.

 

Em busca de tratamentos eficazes, há estudos sobre o uso de células-tronco em pacientes acometidos pela covid-19.

 

Infusões de células-tronco em pacientes graves de covid-19

 Em abril de 2020 a FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos autorizou um estudo realizado pelo Diabetes Research Institute com especialistas da Universidade de Miami, que foi publicado na SCTM (STEM CELLS Translational Medicine) em janeiro de 2021. O estudo mostrou que infusões de células-tronco em pacientes graves podem reduzir o risco de morte e agilizar a sua recuperação.  

 

O estudo foi duplo-cego, que é quando as pessoas são divididas em dois grupos e um recebe o tratamento e outro placebo, depois compara-se o resultado entre os dois grupos.

 

Após um mês, mais de 85% dos que receberam o tratamento sobreviveram e no grupo que recebeu placebo esse número foi a 42%. Concluiu-se que o tratamento é seguro e sem efeitos adversos. No grupo tratado com a infusão de células-tronco, além de apresentar um número maior de recuperados, esses pacientes voltaram para casa mais rapidamente, em cerca de duas semanas.

 

O estudo mostrou que as células-tronco têm efeito anti-inflamatório e imunomodulador. Um efeito marcante da covid-19 é a “tempestade de citocinas”, que as células-tronco foram capazes de inibir.

 

Estudos com células-tronco e covid-19 no Brasil

 

No dia 1º de outubro deste ano a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um estudo com células-tronco no tratamento de covid-19. O tratamento é voltado para pacientes com pneumonia viral provocada pela doença.

 Os testes serão feitos no Paraná, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul e serão patrocinados pela Associação Paranaense de Cultura (APC) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR).

 O ensaio avaliará a recuperação de 60 pacientes graves e moderados com diagnóstico de pneumonia viral causada pela covid-19 confirmados pelo exame RT-PCR que deverão assinar um termo de consentimento.

 Segundo um dos coordenadores do estudo, 15 pacientes já foram tratados com essas células e tiveram redução nos níveis de inflamação. 

 Os hospitais participantes do estudo são – em Curitiba: Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital do Trabalhador e Hospital Evangélico Mackenzie. Em Salvador, no Hospital Espanhol; em Porto Alegre no Hospital de Clínicas e no Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio de Janeiro.

 O estudo utilizará células-tronco do cordão umbilical. Elas deverão agir na inflamação do pulmão, umas das causas mais frequentes de complicações da covid-19. Outro ponto positivo é que o vírus não consegue penetrar essas células, o que torna o tratamento ainda mais efetivo.

 O estudo será monitorado pela Anvisa, e todos os pacientes deverão ser cadastrados no órgão. Um comitê de monitoramento formado por especialistas de diversas áreas do conhecimento irá supervisionar os ensaios clínicos. 

 

 

Importância dos estudos com células-tronco

 

Os estudos com células-tronco e covid-19 podem ser muito positivos e salvar muitas vidas e as expectativas são muito boas.

 Além de poder tratar a doença que tirou a vida de tantas pessoas mundo afora, os estudos podem trazer luz a outros em andamento e auxiliar no tratamento de outras doenças. No estudo norte-americano, por exemplo, os pesquisadores têm expectativas de conseguir tratar outras doenças que apresentam respostas imunes e hiperinflamatórias, como o diabetes tipo 1.

 

Gostou de conhecer um pouco mais sobre a relação entre células-tronco e covid-19? Aproveite para descobrir como funciona a terapia com células-tronco para tratamentos ortopédicos, como a osteoporose!

14 de outubro de 2021 0 comment
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contusão Messi
JoelhoBlog RegeniusTratamentos

Contusão óssea: conheça o problema que afastou Messi dos jogos da PSG

by Otávio Melo 28 de setembro de 2021

Se você acompanha o mundo do futebol, já deve estar sabendo que, no dia 21/09, foi anunciado pelo PSG que o jogador Messi estava com uma lesão no joelho constatada, o que impediu com que ele participasse dos jogos no dia seguinte, 22/09.

Neste texto, você conhecerá um pouco mais sobre a contusão óssea, o problema diagnosticado pelos médicos em Messi. Você entenderá o que é esse problema, quais são os seus principais sintomas e quando procurar ajuda médica. Vamos lá?

 

O que é uma contusão óssea?

Uma contusão óssea, também conhecida como edema ósseo, é um problema originado da destruição parcial da parte interna do osso, chamada modular. Esse é um problema que pode ser causado por lesões de qualquer tipo.

Entretanto, é comum que nos consultórios apareçam pacientes nessas condições por conta de esportes de impacto, como o futebol, além da realização de outros exercícios repetitivos, como a corrida.

 

O ideal é que, quando o profissional de saúde se depara com um paciente nessa condição, ele faça um acompanhamento integrativo para conseguir encontrar, com exatidão, a causa da doença e indicar o tratamento mais adequado.

Afinal, a contusão óssea, mesmo desencadeada por um esporte, por exemplo, também pode estar associada a problemas metabólicos ósseos. Até mesmo uma nutrição não adequada pode facilitar o aparecimento desse problema.

Atualmente, existem três tipos de edemas ósseos, sendo eles:

Interósseo: quando ocorre um sangramento da medula óssea, comumente causado por forças de pressão repetitivas na região.

Sub-periosteal: nesse tipo de edema, ocorre uma lesão nos vasos sanguíneos, o que acaba formando poças de sangue na membrana que rodeia o osso.

Subcondral: quando o osso se separa da sua cartilagem.

 

Quais são os seus principais sintomas?

Mas, será que o edema ósseo pode causar sintomas? Existem alguns sinais que podem indicar o aparecimento de uma contusão óssea na região. Entretanto, é importante evitar os autodiagnósticos, visto que apenas um profissional qualificado da área médica poderá confirmar ou descartar essa hipótese.

Alguns dos sintomas comuns do edema ósseo são:

  •         Tecidos moles ao redor da região e inchaço;
  •         Desconforto e dor na área;
  •         Mudança de cor;
  •         Rigidez ou inchaço das articulações próximas.

Ao se consultar com um médico, é comum que ele pergunte, além dos sintomas sofridos, se você pratica algum esporte, visto que esse é um dos fatores que desencadeia a doença, como falamos anteriormente.

Outro ponto importante sobre a doença é que os raios x não conseguem diagnosticar a doença, pois como também falamos, ela acontece em sua parte interna. Porém, alguns médicos podem pedir esse exame para descartar outros problemas, como fraturas.

 

Quanto devo procurar um médico?

Falamos sobre o diagnóstico médico no tópico anterior, mas qual será o melhor momento para procurar ajuda especializada nessa situação? Apesar de ser um problema que aparenta ser grave, o comum é que a situação melhore com o passar do tempo.

Entretanto, existem alguns sinais que podem indicar piora do quadro, e um acompanhamento mais incisivo do médico deve ser feito. O ideal é que você busque ajuda médica ao surgirem os primeiros sintomas, mas não perca tempo quando:

  •         A dor estiver aumentando e os analgésicos de venda livre não estiverem fazendo efeito;
  •         O inchaço piorar;
  •         Parte do seu corpo, como os dedos dos pés ou das mãos, estiverem apresentando uma cor azulada e formigamento.

O médico, nesse caso, poderá realizar uma ressonância magnética para identificar o problema, caso um diagnóstico não tenha sido feito ou oferecido tratamentos para reverter o quadro. É importante não investir em receitas caseiras ou outras soluções sem respaldo médico que podem piorar a situação.

 

 

É possível prevenir esse problema?

A melhor forma de prevenir um edema ósseo é manter os seus ossos sempre fortes e saudáveis. Por isso, a alimentação é um fator fundamental para evitar tanto essa quanto outras doenças ósseas e ortopédicas.

Além disso, mesmo que o aparecimento do problema aconteça durante a realização de esportes e exercícios, eles devem continuar fazendo parte da sua rotina. É importante lembrar que os ossos são tecidos vivos e, por isso, precisam ser estimulados para se tornarem mais densos.

Outra recomendação é sempre utilizar proteção adequada ao fazer exercícios, assim, você consegue reduzir o impacto dos treinos em seus ossos, além de evitar outros tipos de lesões que podem atrapalhar (e doer) bastante.

Alguns outros hábitos também precisam ser repensados caso você queira ter uma boa saúde óssea, como o cigarro e a bebida. A nicotina presente no cigarro, por exemplo, pode atrapalhar a absorção de cálcio pelo organismo.

 

Como as terapias de choque extracorpóreas podem ajudar nesse caso?

 

A depender da gravidade do problema, o edema ósseo pode se tratar sozinho. Entretanto, existem alguns tratamentos utilizados para versões mais graves do problema ou para quem quer acelerar os resultados.

Um deles e mais promissores é o tratamento com ondas de choque, que conseguem aliviar a dor. Por meio de um aparelho focal, é possível acelerar o período de recuperação do paciente, principalmente melhorar o tecido afetado pelo edema.

O aparelho funciona da seguinte maneira: ondas de choque acústicas propagadas por meio do tecido do próprio paciente, até chegar até a região medular do osso. Como efeito, ele estimula o processo de cura biológica da região.

 

Essa terapia não é indicada apenas para contusões ósseas, como também para outros problemas, como pseudoartrose, fascite plantar, retardo da consolidação, epicondilite lateral e medial umeral etc.

Assim, conhecendo melhor o que é a contusão óssea que causou a breve pausa do Messi em seus jogos, além de entender como ela aparece e quais são as melhores maneiras de evitar o seu aparecimento, você poderá se proteger e evitar com que ela também atrapalhe as suas partidas.

Você já teve uma contusão óssea? Conte nos comentários!

28 de setembro de 2021 0 comment
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osteoartrite
Osteoartrite

Entenda como a suplementação de vitamina D pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com osteoartrite!

by Otávio Melo 28 de setembro de 2021

A osteoartrite é um problema comum nas articulações e que pode provocar dor intensa, redução da mobilidade e perda da qualidade de vida.  E, para tratar essa condição e desenvolver o bem-estar do paciente, a vitamina D pode ser uma grande aliada. Neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre a osteoartrite e como a  vitamina D pode ajudar na redução da dor e na melhora da qualidade de vida das pessoas que possuem essa condição. Boa leitura!

 

O que é osteoartrite e onde ela surge?

 

Mais conhecida como artrose e que também recebe o nome de doença articular degenerativa e de osteoartrose, está entre as doenças designadas como “reumatismos”, sendo a mais comum entre elas, cerca de 30% a 40% dos atendimentos em ambulatórios de Reumatologia.

 

Ela acontece pelo desgaste da cartilagem das articulações, um processo natural e esperado do envelhecimento. Passa a ser um problema quando esse desgaste vem associado a sintomas e principalmente à dor. Ocorre também por alterações ósseas, entre elas os conhecidos popularmente como “bicos de papagaio”. 

 

Qualquer articulação pode ser afetada pela artrose, mas joelhos, quadris e mãos são as regiões do corpo que mais são acometidas.

 

 

 

Quem são as pessoas mais afetadas pela doença?

 

A osteoartrite acomete mais as mulheres, especialmente nas mãos e joelhos. Homens também não estão livres de serem afetados pela doença, mas neles são mais atingidas a articulação coxofemoral (do fêmur com a bacia).

 

A osteoartrite acontece com maior frequência em pessoas com mais de 40 anos, não sendo muito comum ocorrer em pessoas com idade menor que essa e é mais frequente depois dos 60 anos. Uma média de 85% das pessoas na faixa dos 75 anos de idade apresentam evidência radiológica ou clínica da artrite, mas apenas de 30% a 50% apresentam dor crônica. 

 

 

Quais são os sintomas da osteoartrite?

 

Em geral, os sintomas costumam não aparecer antes dos 40 anos de idade. A evolução da doença é lenta e com o passar dos anos esse processo tende a piorar.

  Entre os sintomas estão:

 

  •     Dor nas articulações que aumenta com o passar dos anos. Essa dor na fase inicial surge com o movimento e cessa quando o indivíduo repousa;
  •     A mobilidade das articulações ficam rígidas (principalmente pela manhã) e têm sua mobilidade reduzida e essa rigidez costuma desaparecer após a pessoa se movimentar. Na artrite reumatóide, a dor pode permanecer por horas.
  •     Perda da flexibilidade;
  •     Vermelhidão no local;
  •     Estalos e rangidos na articulação;

 

  •     Deformação nas articulações;
  •     Inchaço.

 

 

Quais são as causas da osteoartrite?

 

As causas da artrose podem ser primárias (sem causa conhecida) ou secundárias (com causa conhecida). As causas secundárias são as mais frequentes, como defeitos nas articulações, dentre eles os desvios de direção nos joelhos e problemas no metabolismo.

 

Uma das causas mais comuns da osteoartrite é o desgaste natural das articulações, mas existem outros fatores que aumentam as chances de desenvolver a doença como obesidade, idade, traumatismos, fatores genéticos, e até mesmo por bactérias, vírus e fungos que podem se instalar na corrente sanguínea através da articulação e gerar um processo inflamatório.

 

O fator hereditário tem participação importante nos casos de artrose, em especial em casos que apresentem nódulos nos dedos das mãos, que recebem o nome de nódulos de Heberden, localizados na junta da ponta dos dedos ou na junto no meio dos dedos, chamados nódulos de Bouchard.

 

Fatores como diabetes, problemas cardíacos, obesidade e avanço da idade tendem a piorar o quadro de osteoartrite.

 

 

 

Quais são os tratamentos da osteoartrite?

 

A osteoartrite é uma doença crônica e os tratamentos visam aliviar as dores e melhorar a função das articulações, porém o desgaste sofrido não pode ser totalmente revertido. Podem ser utilizados medicamentos, mudanças na dieta e no estilo de vida em geral.

 

A fisioterapia é muito utilizada e exercícios físicos como natação, pilates e hidroginástica também são indicados, pois ajudam a combater a inflamação e a fortalecer os músculos.

 

Em alguns casos o médico pode indicar uma cirurgia e os casos com mais indicações de cirurgia são quadril e joelho.

 

A suplementação de alguns nutrientes, como a vitamina D é uma alternativa que traz diversos benefícios ao paciente acometido pela osteoartrite.

 

 

Como a suplementação de vitamina D ajuda?

 

A vitamina D é eficaz para lidar com problemas nas articulações e ossos, principalmente na prevenção. Essa vitamina ajuda a regular o sistema imunológico, e também participa do funcionamento dos músculos e do metabolismo ósseo.

 

A vitamina D é muito importante para as articulações porque possui funções imunomoduladoras e tem papel essencial no metabolismo do cálcio (um dos principais componentes de toda a estrutura óssea, incluindo as articulações), em sua absorção 

 

intestinal. Para que o cálcio seja bem aproveitado pelo organismo, é preciso estar munido de boas quantidades de vitamina D.

 

Estudos que investigam a suplementação de vitamina D em pacientes com osteoartrite no joelho demonstram que a vitamina promove uma significativa redução da inflamação, melhora da força de preensão e do desempenho físico geral, fatores são essenciais para a redução da dor e da melhora da qualidade de vida.

 

Além disso, a pesquisa evidencia que a manutenção dos níveis adequados de vitamina D no organismo promovem um aumento nos níveis de cálcio, o que é importante para o fortalecimento ósseo, redução do risco de fraturas e osteoporose.

 

Outros benefícios da suplementação de vitamina D

 

Além de exercer efeitos positivos na osteoartrite, a suplementação de vitamina D também auxilia na melhora de outros indicadores, como a  composição corporal e fatores metabólicos, que impactam na saúde e bem-estar das pessoas que possuem a condição. A vitamina D atua na redução da porcentagem de gordura corporal, massa gorda e gordura visceral, além de diminuir os níveis de colesterol LDL (colesterol “ruim”).

 

Por fim, a suplementação de vitamina D em altas concentrações e a longo prazo pode ser um aliado importante no tratamento da osteoartrite, melhorando diversos aspectos da saúde, devolvendo autonomia e qualidade de vida.

 

Se você convive com a osteoartrite e deseja melhorar a sua qualidade de vida, entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar!

28 de setembro de 2021 0 comment
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Longevidade
Medicina RegenerativaBlog RegeniusLongevidade

Longevidade: como viver mais e com mais saúde

by Otávio Melo 28 de setembro de 2021

Em 2019, a expectativa de vida do brasileiro era de até 76,6 anos, segundo o IBGE. Entretanto, muitas pessoas querem viver mais que isso, e, principalmente, viver mais com saúde e qualidade de vida.

Neste texto, você entenderá o que é a longevidade, qual a importância de buscá-la e como é possível viver mais realizando algumas mudanças em seu estilo de vida, bem como tendo uma ajuda da ciência. Vamos lá?

 

O que é longevidade?

Muitas pessoas acreditam que longevidade e expectativa de vida são a mesma coisa, mas não é bem assim: a expectativa de vida se refere à estimativa de anos em que uma pessoa, ou outro ser vivo, pode viver.

Já a longevidade é, literalmente, além disso: quanto um ser vivo consegue viver além da média de expectativa de vida. Se atualmente a média de vida do brasileiro é de 76 anos, pessoas que conseguem chegar aos 80 ou 90 anos apresentam uma boa longevidade.

Entretanto, viver mais não é o bastante, já que você pode viver por todo esse período, porém não ter uma boa qualidade de vida, impedindo com que você se locomova ou realize ações costumeiras da vida com autonomia, ou até mesmo fique mais suscetível a doenças.

Por isso, quando falamos de longevidade, não devemos pensar apenas em maneiras de viver mais, mas sim em como conseguir viver mais com qualidade, conseguindo realizar todas as suas atividades cotidianas sem muitas dificuldades.

 

 

Qual a importância de buscar mais longevidade?

A importância da longevidade é justamente a possibilidade de conseguir viver mais, seja para iniciar ou finalizar projetos, passar mais tempo com as pessoas que ama, conhecer o mundo… os motivos para esse desejo podem ser muitos.

Infelizmente, muitas pessoas têm medo de envelhecer, pois, pensam que ficarão feias ou não conseguirão fazer diversas atividades sozinhas, como caminhar, sentar e se levantar, se alimentar, entre outras tarefas.

Isso pode até mesmo se tornar uma doença, a chamada gerontofobia. Pessoas com esse problema costumam ter uma visão negativa do futuro, justamente pelo medo de ficarem mais velhos ou até mesmo de lidarem com pessoas idosas.

Se esse não for o seu caso e você quer ter mais longevidade, vale a pena começar, a partir de hoje, a adotar hábitos mais saudáveis e que farão com que você consiga viver mais, porém de maneira funcional e saudável.

Como a ciência tem auxiliado no ganho de longevidade?

Assim como você, outras pessoas também desejam viver mais e com saúde. Dessa maneira, cientistas em todo o mundo têm estudado e testado maneiras para isso ser possível em larga escala.

Um bilionário russo, chamado Sergey Young, elaborou um plano para ele poder viver até os 200 anos. O magnata lançou alguns livros em que ele detalha melhor essa ideia e quais as tecnologias e ciências que podem auxiliar nessa missão.

Young investe em tecnologias como engenharia genética, medicina regenerativa (a qual nos aprofundaremos neste artigo), implantes cibernéticos e inteligência de dados. A grande aposta está nas descobertas biomédicas, como a terapia CAR T-Cell.

Essa terapia consiste na transferência de genes de uma célula para outra, fazendo com que elas sejam reprogramadas. A CAR T-Cell já vem sendo utilizada em tratamentos nos Estados Unidos e na Europa para lidar com alguns tipos de câncer.

 

 

Como ter longevidade?

Enquanto essas tecnologias não chegam até a população global, existem algumas mudanças em seus hábitos de vida que podem ser feitos hoje e mesmo e que te ajudarão a ter uma longevidade saudável e feliz:

Pratique atividades físicas

Um estudo divulgado pela The Harvard Gazette aponta que praticar caminhadas rápidas, por pelo menos 75 minutos na semana, pode aumentar a sua expectativa de vida em 1,8 anos nas pessoas acima de 40 anos, bem como reduzir a taxa de mortalidade em 19%.

 

Beba água corretamente

A água é um dos principais combustíveis para o nosso corpo, compondo cerca de 65% dele. Não existe uma quantidade exata de água que deve ser consumida durante o dia, já que esse valor pode variar conforme a composição corporal de cada um. O ideal é que seja o suficiente para que você não sinta sede.

 

Invista em uma alimentação natural

Evite consumir alimentos industrializados, pois ele pode debilitar o seu organismo ao longo prazo, além de causar diversas doenças, como obesidade, diabetes ou hipertensão. Troque essas comidas por opções mais saudáveis e naturais.

 

Mantenha o seu cérebro ativo

Para evitar doenças como o Alzheimer, manter o seu cérebro ativo é fundamental. Para fazer isso, você pode investir em hábitos como leitura frequente e jogos que estimulam o órgão, como palavras-cruzadas, xadrez, entre outros.

 

 

O que é a medicina regenerativa?

Como falamos, um dos pontos abordados na estratégia de Young para viver 200 anos é a medicina regenerativa, que nada mais é do que a substituição de órgãos e tecidos acometidos por alguma doença ou outro trauma.

Para atingir esse resultado, são utilizadas tecnologias e células-tronco, que causam estímulo de fatores de crescimento do próprio paciente, para existirem menos chances de rejeição ou falha durante esse processo.

Além das células-troncos, também são utilizados os chamados “biomateriais”, feitos da mistura de materiais artificiais ou naturais que atuam nos sistemas biológicos que apresentam a capacidade de tratar e aumentar substituições de regiões do corpo.

Na medicina regenerativa existem diversos campos de atuação. Entre eles, podemos citar: terapias celulares, engenharia de tecidos e biomateriais, órgãos artificiais e dispositivos médicos, entre muitos outros.

Assim, entendendo melhor o que é a longevidade, como a ciência tem auxiliado para que os seres humanos possam viver por mais tempo sem perder qualidade de vida, e dicas de hábitos que podem ajudar nesse propósito, você conseguirá, desde já, envelhecer com mais saúde e disposição.

Você tem vontade de viver até quantos anos? Deseja chegar lá com qualidade de vida e saúde? Conte nos comentários!

28 de setembro de 2021 0 comment
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artrose no joelho
Artrose

5 Sintomas da Artrose no Joelho

by Otávio Melo 6 de setembro de 2021

Artrose no joelho

A artrose de joelho é uma patologia que interfere na qualidade de vida, uma vez que causa dor nas articulações e limitações de movimentos, impedindo, por exemplo, a prática de esportes e outras atividades. Por isso, é muito importante conhecer os primeiros sintomas da artrose a fim de tratar essa doença logo no início.

Mas antes disso, convém entendermos primeiro o que é de fato a artrose

O que é artrose?

É uma doença articular muito comum e acontece devido ao desgaste da cartilagem que reveste as nossas articulações. Essa patologia atinge, principalmente, a coluna, os quadris, as mãos e os joelhos.

Quando uma articulação desenvolve a artrose, o que acontece é que parte da cartilagem que cobre as extremidades ósseas, gradualmente, torna-se mais fina.

No caso da artrose no joelho, isso pode acontecer na superfície principal da articulação e na cartilagem abaixo da rótula do joelho.

As causas do desgaste não são totalmente definidas, isso porque tudo o que sobrecarrega a articulação pode levar à degeneração da cartilagem, como a obesidade, o envelhecimento, as lesões nas articulações, entre outros. Ainda mais, existem fatores genéticos que podem influenciar no desenvolvimento da doença, entretanto, é importante enfatizar que essa patologia é mais comum em pessoas que fazem esforço repetitivo, como a prática frequente de esportes.

Quem sofre com a artrose perde qualidade de vida, uma vez que sente dor nas articulações e perde mobilidade. Ou seja, essa patologia causa dor crônica e prejudica a prática de atividades simples que exigem o movimento do corpo, como jogar futebol e praticar outros esportes, bem como brincar com os netos, subir e descer escadas etc.

Por isso, a fim de conquistar uma melhor qualidade de vida e bem-estar, é importante reconhecer os sintomas da artrose e procurar um médico especialista para realizar o tratamento adequado o quanto antes.

Sendo assim, para que você possa identificar essa doença e tratá-la da maneira correta ou mesmo evitá-la, prossiga com a leitura e saiba quais os sintomas da artrose.

Veja agora os 5 sintomas de artrose no joelho:

A articulação do joelho é uma das mais afetadas pela artrose. Afinal, os joelhos são uma das articulações que mais recebem impacto. Além disso, fora o impacto e o desgaste natural das atividades diárias, algumas pessoas podem usar um pouco mais os joelhos para exercerem atividades físicas ou repetitivas.

Para tanto, confira alguns dos primeiros sinais de artrose de joelho e procure um ortopedista caso sinta algum desses sintomas.

1. Dor nas articulações do joelho

Um dos primeiros sintomas é a dor no joelho após esforço físico (muitas vezes, a dor melhora com repouso). Em fase mais avançada da artrose, as dores podem impedir o indivíduo de dormir e afetam significativamente a qualidade do sono do paciente.

2. Rigidez após períodos de repouso

Mais um dos sintomas de artrose no joelho é a rigidez ao se levantar da cama pela manhã ou após longos períodos de repouso. Em alguns casos, essa rigidez pode melhorar em cerca de 30 minutos ou depois do início das atividades diárias.


3. Crepitações no movimento

Crepitações são aqueles estalos que às vezes sentimos ao movimentar alguma articulação do nosso corpo. Sendo assim, é importante ficar atento caso exista muita presença de estalos no movimento do joelho, pois esse é um dos primeiros sinais de artrose. Portanto, caso você identifique esse sintoma, não deixe de procurar um ortopedista para averiguar o caso.

4. Inchaço e calor

Na fase inflamatória, é comum que um dos sintomas de artrose seja inchaço e calor no joelho. Além disso, outro sinal é a sensação do aumento do tamanho do joelho.

5. Limitação de movimentos

Se você sente dificuldade para esticar o joelho ou apoiar a perna no chão, esses podem ser indícios de artrose no joelho, então, fique atento.

Agora que você já sabe quais os sintomas da artrose, vale a pena aprender o que é bom para evitá-la. Dessa forma, leia até o final e aprenda as melhores dicas para evitar essa patologia e garantir a sua qualidade de vida.

Dicas para evitar artrose de joelho

Em primeiro lugar, a fim de entender como evitar a artrose de joelho, é importante compreender o que pode causar essa patologia nessa região do corpo. Portanto, confira essa lista de possíveis causa do surgimento da doença:

  • desgaste natural da articulação (ocorre devido ao envelhecimento);
  • obesidade;
  • traumatismo direto, como cair de joelhos;
  • movimentos repetitivos, como prática frequente de esportes;
  • doença inflamatória associada ao uso indevido da articulação, entre outros.

Assim, após compreender algumas das possíveis causas dessa patologia, compreenda, também, o que é bom fazer para evitá-la.

Prática de atividades físicas com orientação profissional

A prática de exercício regular pode ajudar as articulações a se manterem flexíveis, além de fortalecer os músculos que sustentam os joelhos e reduzir os riscos de lesões. Portanto, atividades como alongamento, caminhada, natação e ciclismo são recomendadas.

Entretanto, vale ressaltar que o acompanhamento profissional é fundamental, pois, quando os exercícios são feitos sem a orientação adequada, eles podem causar ou agravar a doença. Por isso, procure a orientação de um ortopedista ou fisioterapeuta para realizar as atividades físicas de forma benéfica.

Controle de peso saudável

O excesso de peso aumenta a pressão sobre os joelhos, portanto, com o tempo, isso contribui para o desgaste da cartilagem e pode desenvolver a artrose. Logo, controlar o peso é uma maneira eficaz de evitar o desgaste no joelho e a dor nas articulações.

Evitar o mau uso articular

Alguns esportes ou profissões exigem movimentos repetitivos da articulação dos joelhos e predispõem o surgimento da doença. Por isso, para praticar esportes com muito impacto, é essencial contar com o acompanhamento médico para evitar a artrose. Da mesma forma, se o seu trabalho exige que você suba e desça escadas repetidamente, não deixe de consultar um ortopedista para preservar a sua saúde.

Por fim, está claro quais são os 5 primeiros sinais de artrose de joelho e o que você pode fazer para evitar essa patologia.

Quer saber mais sobre as consequências da artrose? Então, leia, agora mesmo: entenda a relação entre a dor e a qualidade do sono!

6 de setembro de 2021 0 comment
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artrose e sono
Blog RegeniusArtrose

Artrose: entenda a relação entre a dor e a qualidade do sono

by Otávio Melo 2 de setembro de 2021

O que é Artrose?

É um problema que atinge, pelo menos, 15 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde, a artrose é uma doença que provoca o desgaste da cartilagem, responsável por proteger e impedir o contato entre as extremidades dos ossos.

Quando a artrose acomete as articulações, o atrito provocado gera grandes dores e até deformações da estrutura óssea do corpo, principalmente nos joelhos, na coluna, no quadril e nas mãos.

A doença pode ser dividida em origem primária e secundária, em que a primária corresponde a pessoas que desenvolvem a artrose de maneira natural, por desgaste gerado ao longo dos anos e pela realização repetitiva e excessiva das articulações daquela região.

Já a secundária diz respeito à artrose relacionada a outros problemas ou comorbidades, como:

  • Pessoas idosas;
  • Pacientes obesos/acima do peso;
  • Diabéticos;
  • Quem já possui lesão ou deformidades ósseas;
  • Pessoas com osteoporose.

É importante ressaltarmos que, apesar de não ter cura, existem tratamentos que diminuem e retardam o avanço da artrose, promovendo a qualidade de vida de quem precisa conviver com o problema.

Mais comum entre pessoas acima de 60 anos, a artrose acomete, geralmente, as articulações das mãos, dos joelhos, da coluna e do quadril. Conviver com esse prognóstico, no início, não é fácil, contudo, existem formas de diminuir os sintomas e resgatar a qualidade de vida do paciente.

Qual o sintoma da artrose?

Para quem sofre com artrose, a dor é, sem dúvidas, o sintoma mais comum. Contudo, somados a ela, existem diversos outros incômodos, como o inchaço da região. Na fase inicial, é possível identificar pequenos estalidos ao mexer as articulações, como do joelho ou das mãos. Após períodos de repouso, o paciente pode notar, também, certa rigidez nas articulações, bem como a sensação de limitação dos movimentos com o passar do tempo.

Para quem convive com a artrose, existem alguns fatores de risco que são cruciais para o aparecimento dos sintomas, além de determinarem a seriedade e a delicadeza do caso, como a obesidade, que força o corpo a lidar com um peso maior do que o indicado, além de precisar absorver mais impactos, gerando cansaço, fadiga e uma demanda maior da estrutura óssea.

A idade também é algo que requer mais atenção. Com o desgaste natural das articulações e cartilagens, os sintomas podem aparecer ao longo dos anos e se agravarem após os 60 anos. Nesse caso, é importante que se faça um acompanhamento para indicação do tratamento mais adequado para o idoso.

Consequências do sono não reparador

Sendo consequência dos quadros de dor, o sono é um dos principais prejudicados. Com isso, são desencadeados diversos outros problemas. Quando o sono está desregulado, o funcionamento do organismo é diretamente prejudicado, porque precisamos de uma quantidade certa de horas de repouso físico e mental para que os processos internos sejam realizados e regulados da maneira correta.

Outro problema que surge em consequência disso é a baixa da imunidade, já que a produção de anticorpos está prejudicada. São notadas, também, deficiências de vitaminas essenciais que não são absorvidas da maneira adequada pelo organismo.

Para além dos sintomas físicos relatados por quem sofre com os quadros de insônia e sono não reparados, os picos de estresse são relatados em decorrência das dores e da falta de qualidade do sono. As alterações de humor também se fazem presentes e geram transtornos nas relações interpessoais de quem precisa conviver com a artrose.

Esse incômodo é presente em pessoas com outras doenças relacionadas à dor, como fibromialgia, hérnias de disco, rompimento dos ligamentos, entre outras. Em todas elas, é quase unanimidade o estresse causado pela dor e pelas horas de sono mal dormidas.

Como amenizar os sintomas da artrose

Para quem sofre com a artrose, uma das formas de tratamento
é a utilização da radiofrequência. Sendo uma técnica não invasiva, é realizada
por meio do uso de correntes elétricas de alta frequência, a fim de se
interromper a atividade dos nervos responsáveis por gerar a sensação de dor,
devolvendo a qualidade de vida ao paciente.

Alinhada a essa técnica, o tratamento multidisciplinar é
recomendado para retardar as sequelas trazidas com o desgaste das articulações.
A realização de fisioterapias é uma das ações que ajudam a obter os melhores
resultados. Sendo acompanhada por uma equipe capacitada desde o início, a ação da artrose
pode ser retardada e o paciente pode conviver com a doença de uma forma menos dolorosa e agressiva.

Faça acompanhamento com um especialista

Quando tratada da maneira adequada, o paciente consegue conviver com a artrose sem sofrer com os fortes sintomas. Para isso, o acompanhamento adequado de um médico  com especialidade em reumatologia é imprescindível. É esse especialista que, por meio da associação de métodos, poderá promover resultados satisfatórios e proporcionar uma melhor qualidade de vida para quem precisa conviver com esse problema.

No Regenius Instituto, os pacientes contam com uma equipe altamente capacitada e preparada para oferecer os mais diferentes tratamentos, sejam eles cirúrgicos, sejam injetáveis ou não invasivos. Em se tratando de artrose, os cuidados certos podem fazer toda diferença para a diminuição e o retardo dos sintomas. Com mais de 16 anos de experiência e 99% de aprovação dos pacientes, no instituto, são promovidas técnicas que favorecem o processo natural de cura do próprio corpo.

As técnicas utilizadas em atletas de elite são adaptadas para que todos possam ter acesso a um tratamento de qualidade, com ótimos níveis de sucesso. Entre em contato e saiba mais sobre como o Regenius Instituto pode ajudar você!

2 de setembro de 2021 0 comment
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lesões
Blog Regenius

Conheça as lesões mais comuns no Beach Tennis

by Otávio Melo 22 de agosto de 2021

Pesquisadores identificaram quais são as principais lesões (causadoras de afastamento de jogadores). Saiba como reconhecê-las e evitar que esse problema se torne mais grave.

Milhões de pessoas praticam Beach Tennis ao redor do mundo. É um esporte muito prazeroso e que está se tornando cada vez mais popular no Brasil, mesmo nas cidades distantes do litoral.

É importante saber quais são os tipos mais comuns de lesões relacionadas nas diversas modalidades para que seja possível preveni-las e tratá-las com maior eficiência.

Um recente estudo francês – publicado em 2019 – foi o primeiro a avaliar a prevalência de lesões mais comuns desse esporte. De um total de 206 indivíduos, os pesquisadores identificaram 178 lesões em 92 jogadores; com incidência de 1,81 lesões a cada 1.000 h de jogo.

As principais lesões:

Das 77 lesões (em 23,8% dos jogadores) classificadas como agudas tiveram a incidência de 0,78 lesões a cada 1.000 h de jogo. Já as outras 101 lesões crônicas identificadas ocorreram em 30,6% dos jogadores, com uma incidência 32% maior (1,03 lesões a cada 1000 h jogadas).

A localização das lesões foi similar às encontradas no tênis tradicional. O ombro foi a articulação lesionada com maior frequência, provavelmente devido à posição mais elevada do braço. A principal lesão encontrada nos membros superiores foi a tendinopatia crônica.

A incidência de epicondilite lateral no cotovelo foi de 0,36 para cada 1.000 h de jogo, com uma prevalência de 4,2% dos jogadores incluídos no estudo; valor inferior ao esporte praticado em quadras. É provável que a posição e menor vibração da raquete expliquem esses achados.

A maioria das lesões agudas estava presente membros inferiores. Os jogadores recreativos tiveram mais lesões crônicas (p <0,001). Já a incidência de lesões em jogadores profissionais foi menor que a de jogadores amadores (1,71 vs 2,04 lesões / 1.000 h de jogo).

Os tratamentos corretos permitem acelerar a recuperação e a reabilitação das lesões sem necessidade de afastamento definitivo do esporte.

Os métodos mais modernos do mundo, utilizados em atletas de elite na Europa, e agora disponíveis também no Brasil, como laser de alta potência, ondas de choque focais, estimulador magnético de alta intensidade, LipoGems, Plasmagel e Visco-Regen.

Para saber mais informações a respeito da prevenção e tratamento dessas lesões, converse com um de nossos especialistas.

Referência : Phys Sportsmed. Maio de 2020; 48 (2): 173-178. doi: 10.1080 / 00913847.2019.1650307. Epub 2019, 19 de agosto.

22 de agosto de 2021 0 comment
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artrose
Blog RegeniusArtrose

Artrose: Problema que afeta mais de 15 milhões de brasileiros

by Otávio Melo 20 de agosto de 2021

Mais comum entre pessoas acima de 60 anos, a artrose acomete, geralmente, as articulações das mãos, dos joelhos, da coluna e do quadril. Conviver com esse prognóstico, no início, não é fácil, contudo, existem formas de diminuir os sintomas e resgatar a qualidade de vida do paciente.

Devido às dores intensas, nem sempre alcançar a regularidade do sono é algo possível. Continue a leitura e entenda a relação entre a qualidade do sono, a intensificação dos sintomas e a importância de se combater esse ciclo.

O que é artrose

Sendo um problema que atinge, pelo menos, 15 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde, a artrose é uma doença que provoca o desgaste da cartilagem, responsável por proteger e impedir o contato entre as extremidades dos ossos.

Quando a artrose acomete as articulações, o atrito provocado gera grandes dores e até deformações da estrutura óssea do corpo, principalmente nos joelhos, na coluna, no quadril e nas mãos.

A doença pode ser dividida em origem primária e secundária, em que a primária corresponde a pessoas que desenvolvem a artrose de maneira natural, por desgaste gerado ao longo dos anos e pela realização repetitiva e excessiva das articulações daquela região.

Já a secundária diz respeito à artrose relacionada a outros problemas ou comorbidades, como:

  • Pessoas idosas;
  • Pacientes obesos/acima do peso;
  • Diabéticos;
  • Quem já possui lesão ou deformidades ósseas;
  • Pessoas com osteoporose.

É importante ressaltarmos que, apesar de não ter cura, existem tratamentos que diminuem e retardam o avanço da artrose, promovendo a qualidade de vida de quem precisa conviver com o problema.

Qual o sintoma da artrose?

Para quem sofre com artrose, a dor é, sem dúvidas, o sintoma mais comum. Contudo, somados a ela, existem diversos outros incômodos, como o inchaço da região.

Na fase inicial, é possível identificar pequenos estalidos ao mexer as articulações, como do joelho ou das mãos. Após períodos de repouso, o paciente pode notar, também, certa rigidez nas articulações, bem como a sensação de limitação dos movimentos com o passar do tempo.

Para quem convive com a artrose, existem alguns fatores de risco que são cruciais para o aparecimento dos sintomas, além de determinarem a seriedade e a delicadeza do caso, como a obesidade, que força o corpo a lidar com um peso maior do que o indicado, além de precisar absorver mais impactos, gerando cansaço, fadiga e uma demanda maior da estrutura óssea.

A idade também é algo que requer mais atenção. Com o desgaste natural das articulações e cartilagens, os sintomas podem aparecer ao longo dos anos e se agravarem após os 60 anos. Nesse caso, é importante que se faça um acompanhamento para indicação do tratamento mais adequado para o idoso.

Consequências do sono não reparador

Sendo consequência dos quadros de dor, o sono é um dos principais prejudicados. Com isso, são desencadeados diversos outros problemas.

Quando o sono está desregulado, o funcionamento do organismo é diretamente prejudicado, porque precisamos de uma quantidade certa de horas de repouso físico e mental para que os processos internos sejam realizados e regulados da maneira correta.

Outro problema que surge em consequência disso é a baixa da imunidade, já que a produção de anticorpos está prejudicada.

São notadas, também, deficiências de vitaminas essenciais que não são absorvidas da maneira adequada pelo organismo.

Para além dos sintomas físicos relatados por quem sofre com os quadros de insônia e sono não reparados, os picos de estresse são relatados em decorrência das dores e da falta de qualidade do sono.

As alterações de humor também se fazem presentes e geram transtornos nas relações interpessoais de quem precisa conviver com a artrose.

Esse incômodo é presente em pessoas com outras doenças relacionadas à dor, como fibromialgia, hérnias de disco, rompimento dos ligamentos, entre outras.

Em todas elas, é quase unanimidade o estresse causado pela dor e pelas horas de sono mal dormidas.

Como amenizar os sintomas da artrose

Para quem sofre com a artrose, uma das formas de tratamento é a utilização da radiofrequência.

Sendo uma técnica não invasiva, é realizada por meio do uso de correntes elétricas de alta frequência, a fim de se interromper a atividade dos nervos responsáveis por gerar a sensação de dor, devolvendo a qualidade de vida ao paciente.

Alinhada a essa técnica, o tratamento multidisciplinar é recomendado para retardar as sequelas trazidas com o desgaste das articulações.

A realização de fisioterapias é uma das ações que ajudam a obter os melhores resultados. Sendo acompanhada por uma equipe capacitada desde o início, a ação da artrose pode ser retardada e o paciente pode conviver com a doença de uma forma menos dolorosa e agressiva.

Faça acompanhamento com um especialista

Quando tratada da maneira adequada, o paciente consegue conviver com a artrose sem sofrer com os fortes sintomas. Para isso, o acompanhamento adequado de um médico com especialidade em reumatologia é imprescindível.

É esse especialista que, por meio da associação de métodos, poderá promover resultados satisfatórios e proporcionar uma melhor qualidade de vida para quem precisa conviver com esse problema.

No Regenius Instituto, os pacientes contam com uma equipe altamente capacitada e preparada para oferecer os mais diferentes tratamentos, sejam eles cirúrgicos, sejam injetáveis ou não invasivos.

Em se tratando de artrose, os cuidados certos podem fazer toda diferença para a diminuição e o retardo dos sintomas. Com mais de 16 anos de experiência e 99% de aprovação dos pacientes, no instituto, são promovidas técnicas que favorecem o processo natural de cura do próprio corpo. 

As técnicas utilizadas em atletas de elite são adaptadas para que todos possam ter acesso a um tratamento de qualidade, com ótimos níveis de sucesso. Entre em contato e saiba mais sobre como o Regenius Instituto pode ajudar você!

20 de agosto de 2021 0 comment
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Radiofrequência
Blog RegeniusDor Crônica

Conheça já os 4 benefícios da Radiofrequência

by Otávio Melo 17 de agosto de 2021

O que é e para que serve a radiofrequência

O uso de radiofrequência se tornou muito popular nos últimos anos em tratamentos estéticos. Algumas das principais recomendações do método é para a redução da flacidez e das linhas de expressão. Praticamente livre de riscos e contraindicações, continua a ser utilizado com bons resultados e cada vez mais adesão.

O que muita gente talvez não saiba é que os benefícios da radiofrequência também se estendem a outras áreas, como a Ortopedia. Existem vários subtipos do tratamento e é por isso que a mesma estratégia serve para vários efeitos, sempre com a vantagem de menos riscos associados.

Nunca ouviu falar em radiofrequência e quer entender melhor como esse procedimento pode melhorar a sua condição? Leia esse post até o fim para saber mais a prática, as suas vantagens e como funciona.

Apesar de parecer uma novidade, a verdade é que a radiofrequência já é utilizada como procedimento médico há quase 80 anos. É um procedimento minimamente invasivo que faz uso de uma corrente elétrica de alta frequência para agir no nervo que envia os estímulos de dor ao cérebro.

Ao atingir essa estrutura, a técnica promove um alívio imediato, trazendo uma melhora significativa no quadro de pacientes que sofrem com dor crônica há anos. Mesmo quando já foram submetidos a cirurgias invasivas e continuam a ser atormentados com o mal, finalmente encontram solução na radiofrequência.

Muitas áreas da Medicina se beneficiam com o uso dessa técnica, inclusive a Neurocirurgia e Oftalmologia. Rápida e com a utilização de um equipamento muito menor que o utilizado em procedimentos cirúrgicos, a radiofrequência acaba por ser mais precisa graças ao uso de tecnologia avançada que permite a localização exata do nervo que precisa ser “danificado”.

Como já foi mencionado, esse é um procedimento adequado para quadros de dor crônica, seja ela na coluna ou nas articulações, como o joelho. Condições como hérnia de disco e artrose estão entre as que podem ser tratadas com o auxílio desta técnica, pois promete recuperar a possibilidade de exercer os mais simples movimentos sem dores.

Quais são os benefícios da radiofrequência

Uma das maiores vantagens da radiofrequência é que é uma técnica pouco invasiva. Diferentemente dos procedimentos cirúrgicos, não existem grandes cortes, o que reduz a praticamente zero a possibilidade de infecções. Além disso, a utilização é feita apenas com anestesia local e sedação. O paciente nunca recebe anestesia geral, diferente das cirurgias.

Outro fator bastante positivo é que as contraindicações do uso da radiofrequência são bastante pequenas quando comparadas com as de outros tratamentos.

Basicamente, só existem restrições para pacientes que estejam bastante debilitados, para aqueles que tenham problemas de coagulação sanguínea ou condições na pele incompatíveis com o uso das agulhas, essenciais para a execução do procedimento.

Vale ressaltar ainda que, os efeitos da radiofrequência são duradouros mesmo em pacientes que sofrem de dores crônicas e processos inflamatórios até então recorrentes. Nesse casos, quando associado à fisioterapia e acupuntura, por exemplo, os resultados são notórios e muitos pacientes podem nem voltar a precisar de outra intervenção.

Se for necessário, é possível repetir a radiofrequência com segurança, depois de analisado novamente o caso do paciente, pois não existe um limite de vezes que possa ser realizado. Isso acontece porque os nervos regeneram-se e a lesão causada pelo procedimento pode desaparecer.

Em um estudo de caso apresentado em 2019 durante a reunião da Sociedade Americana de Anestesia Regional e Medicina da Dor, foi constatada a eficácia do uso de radiofrequência em pacientes com queixas de dores sacroilíacas.

Uma equipe de médicos do Western Reserve Hospital constatou que dois terços dos pacientes tiveram alívio das dores por três meses depois da realização do procedimento. Além disso, metade deles reduziu o uso de medicação em até 30%, um resultado admirável e importante para quem convive com dores crônicas.

Uma das maiores preocupações em relação aos pacientes com essas condições é justamente o abuso e a dependência de opiáceos para lidar com as dores. A eficácia da radiofrequência traz esperança e a possibilidade de uma rotina sem tanta intervenção, ou até mesmo livre, de fármacos.

Ao recorrer a esse procedimento, é essencial ter o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que possa introduzir também outros tratamentos. Afinal, já está mais do que comprovado que a radiofrequência tem efeitos mais duradouros com terapias adequadas e continuadas.

  • Sabia que dores crônicas podem ser prevenidas? Baixe agora mesmo o Guia sobre Postura Corporal e entenda como!

Como são as sessões de radiofrequência

O paciente é posicionado de acordo com a localização da
lesão que vai ser tratada. Se for no joelho, por exemplo, ficará de barriga
para cima. Caso a origem da dor esteja na coluna, será colocado na maca de
barriga para baixo. A seguir, recebe a anestesia local e a sedação, sendo
frequentemente monitorizado.

Para localizar corretamente o nervo que precisa de
intervenção, o cirurgião se utiliza de equipamentos de imagem como raio X e
tomografia. Agulhas especiais são inseridas nos pontos e os aparelhos de
radiofrequência liberam ondas que lesionam a parte do nervo responsável pela
sensação de dor.

No caso da radiofrequência térmica, a mais utilizada, a
máquina realiza o procedimento utilizando calor. O mais importante é que a
técnica se concentra apenas para impedir o envio de estímulos dolorosos aos
cérebro. Os estímulos de sensibilidade e força são mantidos, garantindo que o
paciente não tenha qualquer consequência a nível motor.

Em média, a sessão dura de 45 a 60 minutos e depois não há
qualquer necessidade de internação. Liberado para ir para casa, o paciente pode
relatar posteriormente algum desconforto na região, mas muito menos
significativo que se tivesse sido submetido a uma cirurgia aberta.

O tempo de recuperação é tão rápido, que é possível retomar
as atividades normais poucas horas depois, sempre com consciência,
responsabilidade e atenção para qualquer situação fora do comum.

Se você sofre com dores crônicas, saiba que a chave para ter
mais qualidade de vida pode estar em uma sessão de radiofrequência, então
sinta-se à vontade para agendar uma consulta e fazer uma avaliação conosco.

O paciente é posicionado de acordo com a localização da lesão que vai ser tratada. Se for no joelho, por exemplo, ficará de barriga para cima. Caso a origem da dor esteja na coluna, será colocado na maca de barriga para baixo. A seguir, recebe a anestesia local e a sedação, sendo frequentemente monitorizado.

Para localizar corretamente o nervo que precisa de intervenção, o cirurgião se utiliza de equipamentos de imagem como raio X e tomografia. Agulhas especiais são inseridas nos pontos e os aparelhos de radiofrequência liberam ondas que lesionam a parte do nervo responsável pela sensação de dor.

No caso da radiofrequência térmica, a mais utilizada, a máquina realiza o procedimento utilizando calor. O mais importante é que a técnica se concentra apenas para impedir o envio de estímulos dolorosos aos cérebro. Os estímulos de sensibilidade e força são mantidos, garantindo que o paciente não tenha qualquer consequência a nível motor.

Em média, a sessão dura de 45 a 60 minutos e depois não há qualquer necessidade de internação. Liberado para ir para casa, o paciente pode relatar posteriormente algum desconforto na região, mas muito menos significativo que se tivesse sido submetido a uma cirurgia aberta.

O tempo de recuperação é tão rápido, que é possível retomar as atividades normais poucas horas depois, sempre com consciência, responsabilidade e atenção para qualquer situação fora do comum.

Se você sofre com dores crônicas, saiba que a chave para ter mais qualidade de vida pode estar em uma sessão de radiofrequência, então sinta-se à vontade para agendar uma consulta e fazer uma avaliação conosco.

17 de agosto de 2021 0 comment
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