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Fibromialgia: estratégias nutricionais

by Blog Regenius 22 de fevereiro de 2023

Fibromialgia, vamos falar sobre estratégias nutricionais para combate-la?

Fevereiro Roxo é o mês de conscientização do Alzheimer, lúpus e fibromialgia. Apesar de serem doenças diferentes, elas têm algo em comum: são doenças crônicas que ainda não têm a cura conhecida.

A fibromialgia é um distúrbio complexo que afeta 5% da população mundial. Apesar do avanço da ciência, o tratamento da fibromialgia ainda é limitado, pois se trata de uma doença complexa e multifatorial.

 

É um distúrbio reumatológico que afeta a musculatura causando dor. A disfunção mitocondrial e o aumento do estresse oxidativo podem estar associados à fibromialgia. Essa disfunção pode agravar os sintomas de fadiga, maior percepção da dor, cansaço matinal entre outros sintomas associados à doença.

 

Por não ter sintomas bem delimitados a fibromialgia pode ter difícil diagnóstico. Outros sintomas são: fadiga crônica, dores musculares e articulares, ansiedade, depressão, insônia, alterações intestinais e dificuldade em manter-se atento.

Muito se fala sobre a fibromialgia ser um distúrbio “apenas psicológico” porém isso não é verdade. Os sintomas da fibromialgia são reais e muitas vezes podem afetar diversas áreas da vida do paciente, sendo necessários administração diária de analgésicos para controle dos sintomas.

 

Porém, cada vez mais a ciência vem demonstrando que a fibromialgia é uma doença que pode ser controlada e com isso a qualidade de vida dos pacientes acometidos seja restaurada. Atividade física, alimentação e suplementação estão entre os assuntos mais relacionados com a melhora e remissão da doença.

 

A fibromialgia ocorre com maior frequência em mulheres com 35 a 60 anos, comumente com sobrepeso ou obesidade. Existem poucos estudos originais sobre nutrientes ou terapia nutricional para fibromialgia, não há recomendações nutricionais específicas. Porém é cada vez mais crescente a robustez dos estudos que relacionam a deficiência de nutrientes com essa condição.

 

Na literatura científica é demonstrado uma relação importante com o estresse oxidativo, em que possivelmente há disfunção mitocondrial, o que tornaria benéfica a terapia com nutrientes antioxidantes, como as vitaminas C, E o β-caroteno.

 

Há relatos da redução da vitamina E em indivíduos com fadiga e depressão. Alguns temas abordados em estudos foram o estresse oxidativo e a suplementação com coenzima Q10 (coQ10), a relação entre a composição corporal e sintomas da fibromialgia e a deficiência de vitamina D.

A fadiga pode ser agravada em indivíduos com sensibilidade ao glúten não celíaca, contudo, ainda são necessários estudos que investiguem melhor essa relação.

 

Embora não existam recomendações nutricionais específicas, esses enfermos podem beneficiar-se com dieta baseada nos princípios da nutrição saudável, rica em antioxidantes, e da redução de peso, quando houver indicação.

 

O tratamento tradicional da fibromialgia se dá através do uso contínuo de antidepressivos. Porém, será que esse é o único tratamento possível?

 

Estudos demonstraram que a suplementação de CQ10 auxiliou na diminuição nos sintomas da fibromialgia. Isso se dá porque a suplementação desse componente auxilia na saúde mitocondrial, apontada como uma das causas principais do agravamento dos sintomas da doença.

Além dos componentes já citados a literatura nos traz alguns fitoterápicos que parecem ser eficazes no tratamento da fibromialgia, como: gengibre, acerola, Spiraea Ulmari, passiflora, Elymus repens, entre outros.

O açafrão também tem aparecido nas revisões de literatura, principalmente pelo seu caráter antioxidante.
O conhecimento crescente destes elementos podem auxiliar e muito no tratamento da fibromialgia, principalmente se realizados de maneira individualizada e levando em consideração outros sintomas do paciente.

O tratamento através da mudança do estilo de vida é essencial para que haja a remissão da doença. E acredite: É POSSÍVEL.

 

Esse mês é o mês de conscientização do combate à Fibromialgia. O objetivo não é só conscientizar sobre a existência da doença, mas também nos apropriar deste conhecimento para não julgar pessoas com essa condição, pois os sintomas são reais e podem atingir diversas áreas da vida de uma pessoa com essa doença.

 

O acompanhamento de um profissional que faça ajustes metabólicos, nutricionais e da suplementação nestes casos pode ajudar e muito no controle da doença.

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Referências:

Suplementação nutracêutica e fitoterápica no tratamento da fibromialgia: revisão de literatura
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/12381

Can Coenzyme Q10Improve Clinical and MolecularParameters in Fibromyalgia?
0.1089/ars.2013.5260
Recomendações nutricionais para o tratamento da fibromialgia
10.12957/demetra.2017.27833

estratégias nutricionais para a fibromialgia

22 de fevereiro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Ozonioterapia:

by Blog Regenius 22 de fevereiro de 2023

Você já tinha ouvido falar da ozonioterapia?
Os tratamentos não farmacológicos para alívio da dor e tratamento complementares de doenças são cada vez mais utilizados e comprovados em sua eficácia.

A ozonioterapia é a aplicação de uma mistura de ozônio e oxigênio em diferentes partes do corpo, que podem trazer muitos benefícios como a regeneração de tecidos, melhor oxigenação, e melhora no sistema imune.

Cada vez mais tem saído estudos comprovando a eficácia deste tratamento não só para essas questões, mas também para o tratamento e prevenção de doenças dentárias, esclerose múltipla, Câncer, entre muitas outras.

O ozônio deve ser aplicado apenas por profissionais de saúde capacitados, mesmo que essa ferramenta tenha poucos efeitos colaterais.

Ela pode ser aplicada de diferentes formas, como: Aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; Aplicação bucal, utilizado água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca.

A ozonioterapia começou a ser utilizada na Alemanha e na União Soviética na primeira guerra mundial, sendo posteriormente difundida para o resto do mundo.

Apesar da crescente no número de estudos comprovando a eficácia desta terapia, ainda é necessária maior produção científica sobre o assunto.

O potencial da ozonioterapia tem apresentado bons resultados. Em estudo realizado em Dubai, com 220 pacientes com osteoartrite, tratados durante 3 anos com ozonioterapia intra-articular, em uma concentração de 20µg/mL, duas vezes por semana, mostrou diminuição significativa da dor, demonstrando o efeito analgésico do ozônio na osteoartrose.

A ozonioterapia pode ser comparada com a câmara hiperbárica de oxigênio, terapia esta que visa a aplicação de oxigênio puro (100%). A, apesar de promover a cicatrização, aumento da capacidade bactericida e outros benefícios tem sua ação limitada, pois a partir do momento que se interrompe o tratamento os seus efeitos já são significativamente reduzidos.  Por outro lado, na ozonioterapia, o ozônio desencadeia uma série de mecanismos que levam à normalização da oferta de oxigênio por vários dias com consequentes efeitos, ou seja, pode corrigir doenças ligadas à isquemia, infecções, retardo na cicatrização e estresse oxidativo.

A ozonioterapia apresenta um efeito mais prolongado e potente quando comparado a OHB, porém é necessário entender quando cada técnica deve ser aplicada.

O mecanismo de ação do ozônio não é totalmente conhecido, visto que os estudiosos que utilizam a ozonioterapia se preocupam principalmente em conhecer a dose terapêutica sem buscar entender como o ozônio atua no sistema biológico.


Há três possíveis mecanismos de ação do ozônio: ele pode estar relacionado a inativação de microrganismos, impedindo o crescimento celular. O segundo está ligado ao estímulo do metabolismo do oxigênio, ou seja, através da ativação dos glóbulos vermelhos o ozônio estimula a maior oxigenação dos tecidos e o terceiro está ligado à ativação do sistema imunológico.

Além dos inúmeros benefícios do ozônio, um ponto bastante relevante é que sua aplicação é simples e eficaz, além de ser um tratamento de baixo custo, o que significa muito a nível de saúde pública.

Suas aplicações em pacientes com osteoartrite e outras questões articulares podem indicar também maior qualidade de vida dos pacientes bem como a não necessidade de cirurgia em alguns casos. Além disso, o ozônio tem tido ótimos resultados em tratamentos com fibromialgia, feridas de diabetes e outras doenças crônicas. Esse pode ser um norte também para devolver a qualidade de vida destes pacientes em fase aguda da doença.

Como todo tratamento complementar é preciso manter bons hábitos de vida, como o fortalecimento muscular, prática de atividades físicas, bom sono e gerenciamento do estresse para a otimização dos resultados. Além da orientação de um bom profissional para conduzir esse processo da melhor maneira.

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Referências:
Ozonioterapia como terapêutica integrativa no tratamento da osteoartrose: uma revisão sistemática
https://www.scielo.br/j/brjp/a/yMmx8KdmxqkTfjx4f77Xhwx/?format=pdf&lang=pt
Uma revisão sistemática da literatura sobre os efeitos da ozonioterapia nos pacientes com fibromialgia: resultados clínicos
https://dspace.uniceplac.edu.br/bitstream/123456789/1418/1/Jo%c3%a3o%20Vitor%20Oliveira%20Amorin_0007761.pdf

BENEFÍCIOS DA OZONIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE ÚLCERAS

NOS PÉS EM PESSOAS COM DIABETES MELLITUS
http://www.scientiageneralis.com.br/index.php/SG/article/view/367/292

 

22 de fevereiro de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Relação entre diabetes e artrose

by Otávio Melo 17 de fevereiro de 2023

Como a diabetes pode aumentar o risco de artrose?

A diabetes aumenta o risco de artrose devido ao aumento dos níveis de glicose no sangue. Quando os níveis de glicose estão elevados, o corpo produz mais radicais livres, que são moléculas instáveis ​​que danificam as articulações. Além disso, a diabetes também pode levar ao aumento da inflamação, que também pode contribuir para o desenvolvimento da artrose. Por fim, a diabetes também pode levar ao aumento da pressão arterial, o que pode levar ao aumento da pressão nas articulações, o que também pode contribuir para o desenvolvimento da artrose. Portanto, é importante que as pessoas com diabetes controlem seus níveis de glicose para reduzir o risco de desenvolver artrose.

O que é a artrose e como ela se relaciona com a diabetes?

A artrose é uma doença degenerativa que afeta as articulações, causando dor, rigidez e perda de função. É uma das principais causas de incapacidade em adultos. A artrose é mais comum em pessoas com diabetes, pois a doença aumenta o risco de desenvolver artrose. Isso ocorre porque a diabetes pode afetar a saúde das articulações, tornando-as mais suscetíveis ao desgaste e à dor. Além disso, a diabetes também pode afetar a circulação sanguínea, o que pode levar a um menor suprimento de nutrientes para as articulações. Isso pode contribuir para o desenvolvimento da artrose. Por isso, é importante que as pessoas com diabetes façam exames regulares para monitorar a saúde das articulações e tratem qualquer sintoma de artrose o mais rápido possível.

Quais são os sintomas da artrose e como eles se relacionam com a diabetes?

A artrose é uma doença crônica que afeta as articulações, causando dor, rigidez e perda de função. Os sintomas da artrose incluem dor, inchaço, rigidez e limitação da mobilidade. A dor pode variar de leve a grave e pode ser agravada por atividades físicas ou movimentos repetitivos. O inchaço e a rigidez são geralmente piores pela manhã ou após um período de inatividade.

A diabetes pode aumentar o risco de desenvolver artrose. Isso ocorre porque a diabetes pode afetar a circulação sanguínea, o que pode levar ao desenvolvimento de artrite reumatóide. Além disso, a diabetes pode afetar a capacidade do corpo de reparar tecidos danificados, o que pode levar ao desenvolvimento de artrose. Por fim, a diabetes pode afetar a capacidade do corpo de produzir líquido sinovial, o que pode levar ao desgaste das articulações.

Portanto, a diabetes pode aumentar o risco de desenvolver artrose e pode agravar os sintomas da doença. É importante que as pessoas com diabetes sejam monitoradas de perto para garantir que elas recebam o tratamento adequado para controlar a doença e prevenir o desenvolvimento de artrose.

Quais são as opções de tratamento para a artrose relacionada à diabetes?

O tratamento da artrose relacionada à diabetes depende da gravidade dos sintomas e da localização da articulação afetada. O tratamento pode incluir medicamentos, terapia física, exercícios, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, cirurgia.

Medicamentos: Os medicamentos podem ajudar a aliviar a dor e a inflamação. Os medicamentos mais comuns usados para tratar a artrose relacionada à diabetes incluem analgésicos, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e medicamentos esteroides.

Terapia Física: A terapia física pode ajudar a melhorar a força muscular, a flexibilidade e a mobilidade. Os exercícios também podem ajudar a aliviar a dor e a inflamação.

Mudanças no Estilo de Vida: Algumas mudanças no estilo de vida podem ajudar a aliviar os sintomas da artrose relacionada à diabetes. Estas mudanças incluem perder peso, evitar atividades que exijam muito esforço, usar calçados adequados e usar dispositivos de suporte, como muletas ou andadores.

Cirurgia: Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para tratar a artrose relacionada à diabetes. A cirurgia pode incluir a substituição da articulação afetada ou a realização de procedimentos para aliviar a pressão sobre a articulação.

Como a dieta e o estilo de vida podem ajudar a prevenir a artrose relacionada à diabetes?

A artrose relacionada à diabetes é uma condição que pode ser prevenida com mudanças no estilo de vida. Uma dieta saudável e equilibrada é essencial para prevenir a artrose relacionada à diabetes. Alimentos ricos em fibras, como frutas, legumes, grãos integrais e nozes, devem ser consumidos diariamente. Além disso, é importante limitar o consumo de alimentos processados, gorduras saturadas e açúcares adicionados.

Atividade física regular também é importante para prevenir a artrose relacionada à diabetes. Exercícios de baixo impacto, como caminhada, natação e ioga, são ótimas opções para manter o corpo saudável. Além disso, é importante manter um peso saudável para reduzir o estresse nas articulações.

Por fim, é importante manter o controle da glicose no sangue. O acompanhamento regular com um médico e o uso de medicamentos prescritos podem ajudar a controlar os níveis de glicose no sangue.

Em suma, uma dieta saudável, atividade física regular e controle da glicose no sangue são fundamentais para prevenir a artrose relacionada à diabetes.

17 de fevereiro de 2023 0 comment
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ArtroseBlog RegeniusDor CrônicaMedicina RegenerativaSaúde

Suplementação e artrose: Como manter uma rotina saudável com dor?

by Blog Regenius 10 de janeiro de 2023

Suplementação e artrose: Como manter uma rotina saudável com dor?

A Osteoartrite, também conhecida como  artrose,  é uma doença que se caracteriza pelo desgaste das articulações, especificamente o desgaste nas cartilagens. Suas causas podem ser: obesidade, esforço repetitivo, disfunções metabólicas, falta de musculatura e atividades em geral que sobrecarregam as articulações.

Essa doença é mais comum em mulheres, porém com o passar dos anos ela se torna prevalente em ambos os sexos. Acima dos 75 anos de idade  aproximadamente 85% das pessoas apresentam evidências radiológicas desta patologia.

Atualmente, o tratamento da artrose consiste no controle dos sintomas com analgésicos e AINES. No entanto, essas drogas não impedem a progressão da doença, além disso, causam eventos adversos graves quando usadas de forma crônica.

É sabido que a prática de atividades físicas são de muito valor no tratamento dessa condição. Porém, deixo aqui a reflexão: como estimular um paciente a praticar atividades físicas com dor?

É um desafio constante que vejo em minha prática clínica, quanto a adesão dos pacientes que estão em fase aguda da doença, justamente pelas limitações e pela presença de desconfortos extremos. Nesse sentido, venho demonstrar alguns achados sobre a eficácia da suplementação e a melhora dos sintomas da osteoartrite.

Pesquisando na base de dados Pubmed, pude perceber uma robusta gama de estudos relacionando o uso de suplementação no tratamento para artrose. Dentre esses estudos vou comentar três principais que me chamaram atenção:

Essa meta- análise avaliou a eficácia da suplementação de colágeno no tratamento para artrose a partir de uma revisão dos principais estudos sobre o tema.

O colágeno vem sendo amplamente utilizado para o tratamento dessa condição, porém alguns estudos ainda demonstram resultados controversos. O interessante desse estudo é que ele busca a sinergia de artigos que utilizaram o índice WOMAC, como ferramenta para avaliação na melhora da progressão da artrose.

O índice WOMAC é um questionário que engloba questões envolvendo dor,  rigidez articular e funcionalidade, onde o maior escore representa a pior condição do indivíduo. A conclusão desse estudo foi que, em todos os casos houve diminuição do escore associado a osteoartrite, demonstrando melhora da doença com a suplementação de colágeno.

Já esse outro estudo associa a dieta e condições ligadas a essa, como norte para o tratamento da Osteoartrite, já que os tratamentos “tradicionais” mostram-se limitados.

Tendo essa limitação em vista, é possível estabelecer alternativas que beneficiem os pacientes com essa condição, muito além de trazer benefícios na fase aguda da doença, mas também estabelecer ao paciente autonomia no seu tratamento, o que favorece a adesão ao mesmo.

O que achei muito interessante nesse estudo foi o levantamento de fatores associados à artrose. Dentre os fatores associados, os que tiveram número mais significativo foram: o sobrepeso e a obesidade, dislipidemia, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e o colesterol sérico elevado.

Sabendo disso, é possível orientar o paciente de forma prática de como a melhora na sua avaliação física e laboratorial representa um progresso significativo em seu tratamento. Esse estudo ainda aponta a necessidade de orientar uma dieta balanceada e rica em micronutrientes, ressaltando a vitamina K, que tem papel crucial na mineralização dos ossos e da cartilagem.

Dito isso venho ao terceiro estudo que me chamou atenção sobre os fatores associados e a suplementação para melhora da artrose. Esse estudo avaliou cento e sessenta e cinco pacientes com osteoartrite primária e baixo nível sérico de vitamina D, durante seis meses.

Foi administrada a dose de 40.000 UI semanais no período de seis meses. Ao final desse ciclo foi observado melhora em diversos parâmetros como: melhora dos níveis séricos de vitamina D,  melhora na qualidade de vida dos pacientes e melhora na força e nas medidas de desempenho.

 

Visto isso, é possível concluir com a seguinte reflexão: Se temos ferramentas, demonstradas com eficácia científica e clínica, para melhora na progressão da osteoartrite, porque não utilizá-las de forma complementar ao tratamento tradicional? E ainda mais: por que não utilizá-la como base do tratamento para melhora nos sintomas agudos de pacientes com artrose? Para pacientes com dor, que têm dificuldade na adesão aos exercícios físicos, utilizar essas ferramentas pode ser primordial no tratamento.

 

É por isso que digo e repito: A melhora nos hábitos de vida é a base para o tratamento de qualquer doença, além de que menosprezar a suplementação e ferramentas naturais para a melhora no prognóstico e progressão das doenças é um ato de extrema ignorância, que pode afetar diretamente a qualidade de vida daqueles de quem cuidamos.

 

Converse com um de nossos especialistas, para tirar suas dúvidas.

A clínica oferece diversos tratamentos em saúde integrativa, seja para dores crônicas, lesões esportivas ou tratamentos para emagrecimento e qualidade de vida. Aqui contamos com tecnologias de ponta para auxiliar nos melhores procedimentos do mercado. Não perca tempo, as suas dores estão com os dias contados e a solução pode estar ao alcance de um clique.

 

Referências:

What is the evidence for a role for diet and nutrition in osteoarthritis?
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5905611/

Vitamin D Supplementation Improves Quality of Life and Physical Performance in Osteoarthritis Patients
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5579593/pdf/nutrients-09-00799.pdf

Effect of collagen supplementation on osteoarthritis symptoms: a meta-analysis of randomized placebo-controlled trials
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30368550/

Sociedade Brasileira de Reumatologia: Osteoartrite (Artrose)
https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/osteoartrite-artrose/#:~:text=Ela%20aumenta%20com%20o%20passar,queixam%2Dse%20de%20dor%20cr%C3%B4nica.

10 de janeiro de 2023 0 comment
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Blog RegeniusFibromialgiaTratamentos

Você tem dificuldade em se manter motivado? O problema pode estar na Dopamina!

by Blog Regenius 2 de janeiro de 2023

A dopamina é um neurotransmissor essencial, ela está envolvida no controle motor, nas funções endócrinas, cognição, nos mecanismos de recompensa  e emoção. O sistema da dopamina é complexo e vem sendo cada vez mais estudado, desde sua síntese, a partir de uma molécula chamada tirosina, até seus receptores e excreção.

A realidade é que vivemos em um mundo onde ter bons hábitos é totalmente contra intuitivo. O que somos estimulados a fazer é ficarmos onde estamos, estagnados,  vendo streamers e comendo comidas ultra processadas.

Você já tentou mudar um hábito que mantinha há muito tempo? É doloroso e difícil. Com o passar dos dias nossa mente nos dá diversas desculpas para retornarmos aos antigos hábitos.

 

Você sabia que há uma explicação bioquímica para isso?

O desequilíbrio de dopamina pode ocasionar diversos prejuízos à saúde. Por estar relacionada com os sistemas de esforço, atividade, controle de orientação e recompensa, seu desequilíbrio pode ser o responsável pela doença de Parkinson, pelos vícios (inclusive em comida), pelo déficit de atenção, esquizofrenia, entre outras.

 

Além disso, sabe-se que indivíduos mais sensíveis à dopamina são mais propensos a desenvolver vícios. Estudos vêm demonstrando a forte associação entre a dopamina e a obesidade, inclusive.

 

Dentre todas essas funções por muito tempo acreditou-se que a Dopamina era responsável pela sensação de prazer, ou seja, você tinha uma sensação prazerosa e assim libera dopamina. Acredite, não é assim e vou te explicar o por que isso está ligado com você não conseguir manter os seus bons hábitos mesmo sabendo que é o melhor para você.

 

Em um estudo realizado pelo Prof. Wolfram Schultz, neurocientista da universidade de Cambridge, foi observado que a liberação de dopamina em macacos não acontecia no momento que ele recebe sua recompensa, mas sim no momento antes de receber a recompensa.

 

O estudo consistia em observar o comportamento de um macaco e seus níveis de dopamina. Foi então montado um experimento, onde o macaco era recompensado, após apertar um botão, com uma banana.

 

A ideia era que ao receber a recompensa, os níveis de dopamina aumentassem consideravelmente, porém não foi isso que aconteceu. Depois que o macaco entendeu como conseguiria a recompensa, seus níveis de dopamina subiram antes mesmo de apertar o botão.

 

Ou seja, a dopamina foi liberada antes do macaco fazer o “esforço” para receber sua recompensa. Levando-nos a concluir que a dopamina não é o neurotransmissor da recompensa, mas sim o que nos dá MOTIVAÇÃO para conseguir a recompensa.

 

Começou a fazer sentido?

Vamos levar isso para o sentido prático da nossa vida cotidiana: Se eu começo uma atividade física de maneira abstrata sem saber realmente porque estou fazendo aquilo o meu corpo, da próxima vez, não irá liberar dopamina pois não houve “recompensa”.

Então saber o por quê se manter hábitos saudáveis e perceber as pequenas recompensas diárias que temos nos possibilitará ter mais motivação para continuar.

 

E como fazer isso?

 

Ao final de um treino, pare para sentir a sensação do seu corpo, respire fundo, veja os benefícios físicos. Veja seu dia ficando melhor, você ficando mais disposto, melhorando a cada dia.  Na alimentação a mesma coisa:  perceba o quanto alimentos saudáveis não te deixam com a sensação de estufamento, sinta a comida, contemple-a.

 

Te garanto: quanto mais consciência você tem nos “por quês”, mais o caminho se tornará leve e constante!

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Referências:

DOPAMINA E RECEPTORES Maria Fernanda Estevinho*, J. Soares Fortunato**:
https://www.redalyc.org/pdf/287/28750103.pdf

 

Influência da dopamina e seus receptores na gênese da obesidade:
https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8074

 

Responses of Monkey Dopamine Neurons During Learning of Behavioral Reactions: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/1552316/

 

 

2 de janeiro de 2023 0 comment
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FibromialgiaDor Crônica

Fibromialgia e qualidade de vida

by Blog Regenius 26 de dezembro de 2022

A fibromialgia é mais prevalente em mulheres, acometendo em sua maioria pessoas de 35-50 anos. Agora imagina viver assim: Por anos com dores físicas, vivendo à base de analgésicos e tendo todas as áreas da vida afetadas por algo que você nem sabe o que é.

Muitas vezes, em meu consultório chegam pacientes com dores crônicas, muitas vezes incapacitantes acompanhadas de fadiga crônica e outros sintomas. No escopo da ciência moderna a Fibromialgia vem tendo cada vez mais lugar.

A etiologia dessa doença ainda não é bem definida pela literatura, o que torna o seu tratamento ainda mais desafiador, bem como o seu diagnóstico.

Assustador, né?

Estudos demonstram que a fibromialgia pode afetar o desempenho profissional, e a qualidade de vida de seus portadores. É o segundo distúrbio reumatológico mais comum.

Apesar de bastante prevalente o diagnóstico é muitas vezes tardio e o tratamento ineficaz. Além disso, o tratamento realizado de forma inadequada podem não só serem ineficazes como podem piorar os sintomas, pois expõe os pacientes a situações frustrantes e estressantes.

E como é realizado o tratamento “tradicional”?

O tratamento mais comum e difundido age apenas no foco em minimizar os sintomas da doença, sendo a base de analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos.

Essas medicações, apesar de eficazes para o tratamento do sintoma, quando consumido de forma crônica podem causar dificuldade na absorção de importantes nutrientes e piora na recuperação muscular, podendo também ter o “efeito rebote” causando mais dor.

 

O mecanismo de ação da fibromialgia é a resultante entre o desequilíbrio na transmissão de estímulos dolorosos periféricos e os estímulos de inibição da dor. Ou seja, há um gatilho endógeno de estímulos dolorosos porém o nosso organismo falha na inibição desses sinais. O que desencadeia esse desequilíbrio que é a grande questão.

Os principais sintomas dessa patologia são: dor crônica, fadiga excessiva, rigidez, indisposição, depressão, distúrbios do sono, cefaléia, dificuldade de concentração, enxaqueca, entre outros.

Imagem: principais pontos de dor na fibromialgia.

 

Estudos vêm demonstrando que a melhora no estilo de vida pode melhorar essa condição de forma significativa. Há hipóteses que os gatilhos endógenos para as dores da fibromialgia podem aumentar a partir do estado do organismo do paciente, podendo ser mais frequente em pessoas: sedentárias, obesas, com inflamação crônica de baixo grau, com disfunções metabólicas, etc.

Visto isso, além da melhora no estilo de vida com a modulação do estresse, alinhamento da alimentação, inserção de práticas de exercícios físicos regulares e regulação do ciclo circadiano, vem-se percebendo uma utilização de suplementos orais para a melhora dos sintomas.

 

Apesar dos estudos serem recentes e inconclusivos pode-se perceber melhora nos pacientes com fibromialgia que fizeram uso de Chlorella, Coenzima Q10 e acetil-l-carnitina. Além de adaptações nutricionais com o aumento de azeite de oliva, dieta low fodmaps, aumento na ingestão de alimentos fonte de vitamina C e E.

 

Destes, a Coenzima Q10 vem ganhando maior destaque, pois percebeu-se que ela tem função importante no controle e regulação do estresse oxidativo, que pode ser uma das causas da fibromialgia.

 

Há estudos ainda relacionando o uso de Ganoderma lucidum como tratamento para a doença. Ganoderma Lucidum é um cogumelo de origem asiática que vem sendo amplamente estudado por seus diversos benefícios em diferentes populações. É naturalmente potente em antioxidantes, agindo no controle do estresse oxidativo e consequentemente na produção de radicais livres.

 

Nos estudos utilizando esse cogumelo para melhora da Fibromialgia, foi utilizado uma dose de 6g diárias desse componente pelo período de 6 semanas. Em ambos estudos houveram melhora nas mulheres que consumiram esse componente, seja na maior sensação de bem estar ou maior aptidão física.

 

Um ponto importante a se refletir sobre essa patologia é que uma das questões  que a faz tão desafiadora é a limitação na adesão dos pacientes à melhora dos hábitos de vida devido aos sintomas causados pela própria doença. A utilização de alternativas pouco invasivas e com menores efeitos colaterais, como é o caso da suplementação oral, pode ser interessante para o tratamento dessa doença.

 

Pense: inicia-se o uso da suplementação > pode haver melhora nos sintomas > o que permite que o paciente tenha mais disposição e motivação para melhorar os hábitos de vida > agindo com foco e coerência na remissão da doença.

 

O primordial para esses casos é que o tratamento seja feito de forma individualizada de acordo com as limitações e possibilidades de cada paciente.

Venha para o Instituto Regenius!

A clínica oferece diversos tratamentos em saúde integrativa, seja para dores crônicas, lesões esportivas ou tratamentos para emagrecimento e qualidade de vida. Aqui contamos com tecnologias de ponta para auxiliar nos melhores procedimentos do mercado. Não perca tempo, agende agora mesmo uma consulta e venha tratar sua saúde aqui no Instituto Regenius.

 

Referências:

Dietary Interventions in the Management of Fibromyalgia: A Systematic Review and Best-Evidence Synthesis:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32878326/

Ganoderma lucidum Effects on Mood and Health-Related Quality of Life in Women with Fibromyalgia:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7712001/

Ganoderma lucidum improves physical fitness in women with fibromyalgia:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26545669/

FIBROMIALGIA E ATIVIDADE FÍSICA: REFLEXÃO A PARTIR DE UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA:
https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-737191

26 de dezembro de 2022 0 comment
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SaúdeQualidade de vida

Manifestações Musculoesqueléticas em Diabetes Mellitus

by Blog Regenius 19 de dezembro de 2022

Diabetes mellitus é uma doença crônica de cunho metabólico com altas taxas de morbidade e mortalidade. Dentre os tipos de diabetes, este corresponde em torno de 95% dos casos.  Além de ser mais prevalente, a diabetes tipo 2 cresce também em maior proporção.

Isso se dá pelo aumento expressivo de pessoas com sobrepeso, obesidade e sedentarismo. A nível metabólico a Diabetes mellitus é causada pela resistência à insulina, produção hepática excessiva de glicose e dislipidemia.

Tenho certeza que todos vocês conhecem pelo menos uma pessoa que possui  Diabetes mellitus. O Brasil é o quinto país do mundo com maior incidência de diabetes mellitus (tipo 2).  E alguns estudos ja relacionam a doença com um aumento de até 60% de manifestações musculoesqueléticas.

A resistência à insulina é a principal causa que leva a Diabetes Mellitus.

A resistência à insulina é o excesso na produção de insulina ocasionado, principalmente, pela ingestão aumentada de carboidratos.

A insulina é um hormônio responsável por “regular” o açúcar do sangue, transportando-o para dentro da célula. Quanto mais açúcares e carboidratos você ingerir, mais o seu corpo produzirá esse hormônio. Com o excesso de produção, há uma resposta inadequada a esse hormônio, o que leva a má absorção do açúcar para a célula.

Se ainda tem muito açúcar no sangue, o corpo entende que tem que produzir mais e mais insulina! Levando a um ciclo vicioso de liberação excessiva do hormônio e a seu mau funcionamento progressivamente.

 

Excesso de gordura abdominal, dificuldade para perder peso, Insulina sérica >6 podem ser alguns dos sinais. Além disso, você já viu algumas pessoas que possuem áreas como pescoço e axila escurecidas? Essas manchas são chamadas de acantose nigricans e esse também pode ser um sintoma!

 

A Diabetes Mellitus pode ser uma doença silenciosa!  Apesar dos sintomas da resistência à insulina serem parecidos com o da DM, esses sintomas são muitas vezes vistos como “comuns” e podem passar despercebidos. É aí que uma boa avaliação clínica do paciente se faz extremamente necessária!

 

Seus principais sintomas são: fome excessiva, sede constante, formigamento nos pés e nas mãos, feridas que demoram para cicatrizar e visão embaçada. Em casos mais graves podem comprometer a sobrevida dos pacientes.

 

Apesar de muito se falar sobre as complicações vasculares relacionadas à Diabetes Mellitus, pouco se fala sobre as Manifestações Musculoesqueléticas. Você sabe quais são eles?

 

Os mecanismos fisiopatológicos ainda não estão bem consolidados na literatura porém, estudos vêm apontando a associação entre a diabetes tipo 2 e a síndrome das mãos rígidas, contratura de Dupuytren, dedos em gatilho, capsulite de ombro, periartrite calcificada de ombro, síndrome do túnel do carpo, infarto muscular, DISH (diffuse idiopathic skeletal hyperostosis) e artropatia de Charcot. Além desses, há maior prevalência de artrites por cristal, infecções, osteoporose e de osteoartrite.

 

A prevalência manifestações musculoesqueléticas em pacientes com Diabetes Mellitus. pode chegar a mais de 60%!

É importante salientar essa questão, pois são fatores associados à diabetes que afetam diretamente a qualidade de vida dos pacientes, podendo levar a dificuldades no tratamento e piora do quadro.

A ortopedia integrativa, nesses casos, se faz essencial, pois atua em facilitar ferramentas práticas agindo na causa das questões que levaram o paciente a apresentar essa doença.

É sabido que as guidelines vigentes não estão dando conta de controlar a epidemia de diabetes, essa é uma questão que pode ser amplamente discutida, pois há uma certa relutância em aceitar as novas evidências.

 

Estudos têm demonstrado que uma dieta baixa em carboidratos pode ser interessante para o controle da diabetes, obesidade e de outras doenças metabólicas. Estudos demonstram, inclusive, uma possível associação entre essas dietas e a diminuição – ou suspensão- do uso de medicamentos, o que é algo revolucionário.

 

Portanto, é possível cada vez mais estabelecer que o tratamento integrativo pode ser um forte aliado na redução dessa epidemia, pois é utilizado o conhecimento em fisiologia e metabolismo para tratar a causa das doenças, tratando o indivíduo de forma integral, consolidando os resultados esperados.

 

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Referências:

Manifestações musculoesqueléticas em diabetes mellitus:
https://www.scielo.br/j/rbr/a/CSTMRpJf8dfjrsHPMqzXKMQ/abstract/?lang=pt

Dietary carbohydrate restriction as the first approach in diabetes management: Critical review and evidence base:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25287761/

Prevalência de diabetes mellitus e suas complicações e caracterização das lacunas na atenção à saúde a partir da triangulação de pesquisas:
https://www.scielo.br/j/csp/a/B9Fhg54pjQ677YVx9g3mHwL/

 

 

19 de dezembro de 2022 0 comment
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ArtigosBlog RegeniusMedicina RegenerativaSaúdeTratamentos

O que é Saúde Integrativa?

by Blog Regenius 12 de dezembro de 2022

Hoje vamos falar um pouquinho sobre saúde integrativa. Você sabe do que se trata?

Com a premissa de que toda doença é desencadeada por um desequilíbrio metabólico ou hormonal. O conceito de saúde integrativa se baseia em avaliar a todo o metabolismo do paciente de forma integral, com foco encontrar e tratar a causa dos desequilíbrios.

Essa maneira de olhar para a saúde possui alguns pilares importantes:

A Saúde física e mental: Ou seja, para se ter uma boa saúde, é preciso possuir boa saúde física, isso inclui ausência de desconfortos físicos, saúde dos ossos, articulações, massa muscular saudável e força. E saúde mental, ou seja,  um bom estado emocional, controle do estresse e inteligência emocional.

Boa alimentação. Uma alimentação equilibrada é um pilar super importante da saúde integrativa, pois através da alimentação é que nutrimos – ou “desnutrimos” – o nosso corpo. Nós literalmente somos aquilo que digerimos! Através da alimentação podemos auxiliar o nosso corpo no processo de desinflamação, detoxificação, digestão entre muitas outras coisas, porém a mesma coisa acontece ao contrário. Uma alimentação inadequada pode te adoecer!

 

A literatura não é escassa de estudos que demonstram a magnitude da alimentação na prevenção e tratamento de doenças. Em um estudo, por exemplo, foi identificado que a restrição calórica e modulação metabólica da glicose através de uma dieta cetogênica aumentou a expectativa de vida de camundongos.

Esse e muitos outros estudos têm demonstrado que a mudança do metabolismo energético por meio de dietas baixas em carboidratos vem contribuindo, e muito, para a melhora na qualidade de vida e longevidade.

Isso quer dizer que uma dieta adequada e bem-feita permitirá viver melhor e com mais qualidade de vida! Além disso, essa reestruturação do metabolismo permite que ele se comporte de maneira “anti-inflamatória”, prevenindo doenças associadas a maus hábitos e ao envelhecimento.

 

Prática de exercícios físicos regulares: A prática de exercícios físicos é essencial para uma boa saúde, pois os exercícios auxiliam na motilidade intestinal, ajudando a manter o bom funcionamento do intestino, aumento de massa muscular, prevenir doenças cardiovasculares, entre muitos outros fatores que te permitirão ter uma boa qualidade de vida.

 

Sono de qualidade: O sono atualmente é extremamente negligenciado. Porém, com o avanço da ciência vem sendo cada vez mais comprovado que o bom sono auxilia na regulação de hormônios que nos garantirão ter energia durante o dia, além de permitir o bom funcionamento do organismo.Isso inclui: Auxiliar no processo de detoxificação pelo fígado, garantir que a regulação da insulina seja feita de forma padrão, regular hormônios tireoidianos e prevenção da depressão e da ansiedade.

Novas evidências vêm demonstrando que a melatonina, além de seu papel crucial na regulação do ciclo circadiano desempenha papel essencial na síntese, secreção e ação adequada da insulina.

Além disso, a melatonina é responsável pelo estabelecimento de um balanço energético adequado, principalmente pela regulação do fluxo de energia, regulando diretamente o gasto energético através da ativação do tecido adiposo marrom e participando do processo de escurecimento do tecido adiposo branco.

Ou seja, se você estiver com esse hormônio desregulado as suas chances de ter uma resistência insulínica são maiores!

 

Saúde hormonal e metabólica: Através do equilíbrio metabólico que se mantém toda a regulação do organismo. Sem um metabolismo saudável e funcional todos os outros pilares são atingidos.

É preciso estar sempre em dia com os exames para prevenir e tratar possíveis desajustes metabólicos e hormonais.

 

E como isso se aplica na ortopedia regenerativa?

A Ortopedia regenerativa tem como objetivo de promover saúde e qualidade de vida ao paciente de forma integral. Com foco na prevenção de lesões e no bem estar físico do paciente.

Protocolos injetáveis e endovenosos podem ser de grande auxilio nos tratamentos de lesões e ao desinflamar o paciente muitas condições ortopédicas podem se tornar mais fáceis de tratar ou até mesmo de curar.

Além disso, para casos já instalados é possível utilizar dos pilares da saúde metabólica para ajustar possíveis desequilíbrios metabólicos e atuar de forma complementar ao tratamento, mesmo em casos onde sejam necessárias intervenções cirúrgicas.

Você já conhecia essa abordagem? O que acha dessa maneira de olhar para a saúde e para a ortopedia?

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Fontes:

Promoting Health and Longevity through Diet: from Model Organisms to Humans
:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25815989/ 

Integrative Medicine as an Adjunctto Orthopaedic Surgery
:https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29239871/

Referência: NETO, J.C et al. Melatonin, energy metabolism, and obesity: a review. J. Pineal Res. 2014.

12 de dezembro de 2022 0 comment
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Blog RegeniusQualidade de vidaSaúdeTratamentos

Canabidiol e o Tratamento para o Parkinson

by Blog Regenius 5 de dezembro de 2022

Popularmente conhecida, a Canabis divide opiniões. Apesar de ser “mal vista” por muitas pessoas, cada vez mais a ciência vem demonstrando a eficácia dos compostos contidos na planta para a prevenção e tratamento de doenças. Dentre muitos compostos ativos contidos nesta erva, os mais conhecidos são o THC e o Canabidiol.

O Canabidiol é um produto químico derivado da Cannabis, ele é um dos mais de 200 compostos encontrados na planta, porém é um dos compostos que são encontrados em maior quantidade. É dele que vamos falar hoje.

 

Ele atua nos receptores tanto do corpo quanto do cérebro e pode alterar a maneira de sentir, se mover e reagir.

Estudos relacionam o uso do Canabidiol (CBD) em tratamentos de pessoas com depressão e ansiedade e tem ótimos resultados. Eles são recomendados, principalmente, para pessoas com distúrbios neurológicos, dor, insônia, ansiedade, dores de cabeça e depressão. Vale ressaltar que o CBD é o composto ativo não-alucinógeno da cannabis. Geralmente estes compostos são associados com pequenas doses de THC (composto ativo da cannabis que tem propriedades alucinógenas) para evitar dependência.  Além disso, cada vez mais a ciência vem demonstrando uma associação entre o CBD e a melhora em pacientes com Parkinson.

A doença de Parkinson é uma patologia que acomete o sistema nervoso central. Seu principal mecanismo de ação é a degeneração das células nervosas, que faz com que os níveis de dopamina caiam drasticamente.

Quando pensamos nessa doença automaticamente nos lembramos dos sintomas motores, não é mesmo? Porém, além desse sintoma dos tremores, essa doença pode causar rigidez dos membros, problemas no equilíbrio e instabilidade postural, alterações na fala e na escrita.

Nestes casos o CBD atua na melhora da qualidade de vida do paciente, podendo até haver melhoras motoras.

A legislação brasileira permite o uso de CBD para fins medicinais, porém com muitas restrições. Cada vez mais a ciência vem demonstrando os benefícios desse composto e ele pode ser uma importante ferramenta para o controle de sintomas indesejados nos pacientes.

O CBD, não gera efeitos psicotomiméticos, o que tem despertado o interesse sobre os seus potenciais efeitos terapêuticos, mesmo que seus mecanismos não sejam totalmente comprovados pela complexidade que suas propriedades farmacológicas manifestaram. Por possuir ações analgésicas, anti-inflamatórias e antioxidantes, ele merece atenção, uma vez que os mecanismos oxidativos e inflamatórios participam na patogênese das desordens manifestadas pela DP, trazendo consigo uma variedade de potencial terapêutico acerca dos sintomas multifatoriais que se diferem entre pacientes.

Diante disso, é primordial o diagnóstico do Parkinson precocemente para a implementação de terapias e iniciar com o uso de medicamentos para combater os efeitos e a evolução dessa doença, para melhoria e qualidade de vida do paciente

É importante ressaltar que esse composto precisa ser prescrito por um médico que entenda e se aprofunde no assunto, pois a prescrição deste composto é feita de maneira bastante específica, a fim de garantir a segurança do paciente e minimizar os efeitos colaterais.

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Fontes:

O uso do canabidiol (CBD) no tratamento da doença de Parkinson e suas comorbidades (2019). Disponível em:
https://rbo.org.br/detalhes/4801/pt-BR

Efficacy of cannabidiol in improving the quality of life with Parkinson’s Patient: integrative review. Disponível em:
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/20768

Tratamento com Canabidiol em pacientes com Parkinson. Disponível em: https://www.periodicos.univag.com.br/index.php/biomedicina/article/view/2096

Contribuições terapêuticas e farmacológicas do Canabidiol para tratamento na doença de Parkinson. Disponível em:
http://ri.ucsal.br:8080/jspui/handle/prefix/4706 
5 de dezembro de 2022 0 comment
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Blog RegeniusOmbro

Lesão do manguito rotador e obesidade: Você sabe a relação?

by Blog Regenius 28 de novembro de 2022

A obesidade é uma questão que vem afetando cada vez mais pessoas. Ela é definida como o acúmulo de gordura corporal anormal ou excessiva. A obesidade está associada como fator de risco a diversas doenças como: Diabetes, Doenças cardiovasculares, Síndrome metabólica, e estudos ja a associam também ao agravamento da lesão do manguito rotador.     

As suas causas são conhecidas: má alimentação e o sedentarismo são os principais. Sabemos que a obesidade é uma questão de saúde pública multifatorial e complexa, sendo esta associada a inúmeras questões que impedem a qualidade de vida do paciente.

Se formos pensar por uma perspectiva física, o acúmulo de gordura pode sobrecarregar as articulações pela própria pressão do corpo. Porém, além disso acontece de o tecido adiposo liberar citocinas pró inflamatórias, o que pode gerar estresse oxidativo e a tão temida inflamação crônica. Nestes casos essa inflamação corrobora para a fragilidade das fibras de colágeno, deixando-as mais propensas às lesões.

São outros fatores que também estão associados a essa fragilidade das fibras, a hipertensão e a diabetes. O seu mecanismo de ação se dá pela falta de perfusão periférica, gerando dano nos tecidos.

A lesão do manguito rotador acontece quando as fibras que ligam os ossos aos músculos se rompem na articulação do ombro. Suas causas não são bem definidas na literatura, porém estão fortemente associadas aos movimentos repetitivos e a sobrecarga da articulação.

Alguns estudos analisaram a relação entre a presença e a gravidade da lesão do MR e a obesidade e o tempo de exposição à obesidade e a relação e a prevalência de fatores demográficos e demais fatores metabólicos em indivíduos obesos com lesão do manguito rotador.

A maior suscetibilidade a rupturas e degenerações tendíneas em indivíduos com valores altos de IMC e circunferência abdominaltem uma explicação fisiológica, ligada ao aumento da produção de adipocinas (fator de necrose tumoral alfa, leptina, adiponectina, angiotensinogênio, e interleucinas 6, 8, 10 e 18), que leva a estresse oxidativo, inflamação, disfunção endotelial e apoptose celular.

De forma semelhante, os níveis elevados de açúcar no sangue têm influência sobre a saúde dos tendões. Rupturas graves são seis vezes mais comuns na presença de mais de um fator de risco cardiovascular, como DM e HAS. As diminuições da angiogênese, da proliferação de fibroblastos, da síntese de colágeno, e da liberação de fatores de crescimento são resultados deletérios observados em tendões de diabéticos, que reduzem a capacidade biomecânica tecidual e aumentam a predisposição ao desenvolvimento ou agravamento de tendinopatias.

Um recente estudo envolvendo 400 pacientes, concluiu que indivíduos hipertensos tinham de 2 a 4 vezes mais chances de sofrer rupturas grandes (envolvendo um tendão inteiro) e massivas (mais de 2 tendões) do manguito rotador em comparação com indivíduos normotensos.

As principais explicações para essa importante evidência recaem sobre o estado de hipóxia tendínea gerada pelo mecanismo hipertensivo, mesmo em indivíduos em tratamento farmacológico, uma vez que grande parte dos fármacos hipertensivos parece ter maior ação nos grandes vasos, mantendo a hipóxia no tecido tendineo e favorecendo, assim, a degeneração tecidual.

A prevenção através de uma boa alimentação, exercícios de fortalecimento, manutenção do peso ideal e boa suplementação é essencial para prevenir essas e outras lesões. 

Venha para o Instituto Regenius!

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Fontes:

Rotator Cuff Lesion and Obesity: A Demographic and Metabolic Evaluation. Disponível em:
https://rbo.org.br/detalhes/4801/pt-BR

Aronow WS. Association of obesity with hypertension. Disponível em:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5599277/

Mechanism linking diabetes mellitus and obesity. Disponível em:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25506234/ 
 Evaluation of body mass index as a prognostic factor in osteoarthrosis of the knee. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rbort/a/dZX6XBYn4JMB3wnZTGPvrrB/?lang=en
Health Effects of Overweight and Obesity in 195 Countries over 25 Years. Disponível em:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28604169/
28 de novembro de 2022 0 comment
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