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Prótese de Quadril
ArtigosBlog RegeniusDor CrônicaInjetáveisLongevidadeMedicina Regenerativa

Prótese de quadril e células tronco: uma revolução na área da medicina regenerativa

by Blog Regenius 10 de abril de 2023

A prótese de quadril é uma das mais comuns e importantes intervenções cirúrgicas para pacientes que sofrem de problemas ósseos e articulares, como a osteoartrite. No entanto, mesmo com as melhorias nas técnicas cirúrgicas e no design das próteses, muitos pacientes ainda enfrentam complicações, como a rejeição do implante, infecções e fraturas.

Mas agora, cientistas estão explorando novas soluções utilizando a impressão 3D e células-tronco para produzir próteses de quadril mais resistentes e adaptadas ao indivíduo.

Em 2016, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade de Boston anunciaram um avanço na produção de cartilagem humana utilizando células-tronco e impressoras 3D.

 

A ideia era desenvolver tecidos humanos em laboratório e usar as impressoras para criar uma estrutura tridimensional que pudesse ser implantada no corpo humano.

 

Em 2021, pesquisadores da Universidade do Texas em San Antonio, liderados pelo Dr. Amel Ibrahim, estão utilizando a mesma técnica para criar próteses de quadril personalizadas. A prótese é impressa em 3D com um polímero biocompatível, que é então revestido com células-tronco extraídas do osso do paciente.

 

Essas células, em contato com o polímero, começam a crescer e a se desenvolver, criando uma prótese de quadril adaptada à estrutura do paciente. A prótese é então implantada no corpo do paciente, substituindo a articulação danificada.

 

O processo tem como vantagem a redução do risco de rejeição da prótese pelo organismo do paciente, já que as células utilizadas são as próprias do paciente. Além disso, a prótese é mais resistente e tem uma vida útil mais longa do que as próteses tradicionais.

 

O estudo, publicado na revista científica Science Advances, mostrou que a prótese produzida pela equipe de Ibrahim apresentou uma resistência superior à das próteses convencionais, além de um comportamento mecânico mais semelhante ao do osso humano.

 

Essa técnica é uma promessa para o futuro da medicina, especialmente para pacientes que enfrentam problemas com próteses convencionais.

Prótese de Quadril

No entanto, ainda há desafios a serem superados, como a produção em massa dessas próteses personalizadas e o tempo necessário para o cultivo das células-tronco.

 

Mesmo assim, a impressão 3D e as células-tronco têm o potencial de revolucionar a medicina, permitindo a produção de órgãos e tecidos personalizados, com menos riscos de rejeição e maior eficácia. Essa é uma tendência crescente na medicina regenerativa, que busca utilizar as células do próprio paciente para produzir tecidos e órgãos saudáveis.

 

Além de ser uma grande inovação na área médica, a prótese de quadril desenvolvida a partir de células do próprio paciente tem potencial para revolucionar a maneira como tratamos lesões articulares.

 

Segundo um artigo publicado no site PBS, pesquisadores da Universidade de Duke estão trabalhando em uma prótese de joelho feita de um material sintético que imita as propriedades da cartilagem natural. Essa prótese é construída com uma técnica de tecelagem tridimensional, em que o material é colocado em uma máquina de tecelagem que cria uma estrutura semelhante a um tecido.

 

Essa técnica tem potencial para substituir a cartilagem danificada em pacientes com osteoartrite e evitar a necessidade de cirurgia de substituição total do joelho, que pode ser dolorosa e ter um longo tempo de recuperação. Além disso, essa abordagem também pode ser uma opção para pessoas que não desejam receber implantes metálicos para tratar a doença.

 

No entanto, é importante ressaltar que essas tecnologias ainda estão em fase experimental e não estão amplamente disponíveis para o público em geral. Mais estudos e testes clínicos são necessários para garantir a segurança e a eficácia dessas próteses de células-tronco. Mas, sem dúvida, essa é uma área de pesquisa promissora que tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida de pessoas com lesões articulares graves.

 

Em conclusão, a prótese de quadril desenvolvida a partir de células do próprio paciente é uma grande inovação na área médica e pode representar uma opção mais segura e eficaz para o tratamento de lesões articulares.

 

A técnica de tecelagem tridimensional também pode ser uma alternativa para a substituição da cartilagem em pacientes com osteoartrite.

 

Embora ainda sejam necessárias mais pesquisas e estudos clínicos para garantir a segurança e a eficácia dessas tecnologias, é animador ver o potencial de novas opções de tratamento para pessoas com artrose avançada que não desejam receber implantes metálicos.

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Referências:
https://www.pbs.org/wgbh/nova/article/3d-woven-synthetic-cartilage-could-help-your-knees-replace-themselves/

https://www.science.org/doi/10.1126/sciadv.abi5918

https://www.engadget.com/2016-07-21-stem-cell-based-cartilage-could-fix-your-broken-hip.html

https://www.sciencedaily.com/releases/2021/09/210915161417.htm

10 de abril de 2023 0 comment
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Blog Regenius

Terapia com luz vermelha: uma alternativa para a perda de peso?

by Otávio Melo 9 de abril de 2023

Sim, a terapia com luz vermelha funciona para perda de peso !

A terapia com luz vermelha (LLLT) é um tratamento que utiliza luz de baixa potência para estimular a atividade celular e melhorar a saúde geral. Embora a terapia com luz vermelha tenha sido usada principalmente para fins estéticos, como redução de rugas e acne, ela também tem sido estudada como uma maneira de ajudar na perda de peso.

Em um estudo de 2013, publicado no American Journal of Clinical Dermatology, os pesquisadores descobriram que a terapia com luz vermelha pode ajudar a reduzir a gordura abdominal e da cintura em indivíduos com sobrepeso. No estudo, os participantes receberam tratamentos de LLLT duas vezes por semana durante quatro semanas e experimentaram uma redução significativa na gordura abdominal e da cintura.

Outro estudo, publicado em 2017 na revista Lasers in Surgery and Medicine, descobriu que a terapia com luz vermelha pode ajudar a aumentar a perda de peso em indivíduos que estão fazendo dieta e exercício. Os participantes do estudo receberam tratamentos de LLLT duas vezes por semana durante quatro semanas e experimentaram uma perda de peso significativamente maior do que aqueles que não receberam os tratamentos.

Quer o seu objetivo seja uma saúde melhor, perda de gordura, um corpo mais atraente – ou todos os três – a terapia com luz vermelha pode ser a resposta que você está procurando.

A terapia com luz vermelha é mais conhecida por sua eficácia no alívio da dor, bem como no tratamento de doenças crônicas da pele, cicatrizes, danos à pele causados ​​pelo envelhecimento e aceleração da recuperação muscular após lesões. A pesquisa clínica também mostrou que a terapia com luz vermelha pode levar à perda de peso. Na verdade, está se tornando cada vez mais popular como um tratamento de contorno corporal.

Obviamente, um estilo de vida saudável é a melhor maneira de perder o excesso de gordura e manter um peso saudável. Mas com a terapia de luz vermelha, você pode se beneficiar do impulso emocional de alcançar resultados rápidos, o que melhorará sua mentalidade e o motivará a seguir seu programa de perda de peso.

E melhor ainda, a terapia com luz vermelha dá suporte ao seu corpo no nível celular. Assim, além de usar a luz vermelha para perder gordura, também trata muitas causas de excesso de peso.

Neste artigo, exploraremos a terapia de luz vermelha para perda de peso: o que ela faz, como funciona e como pode ajudá-lo a perder gordura corporal e atingir seu peso ideal.

Como funciona a terapia de luz vermelha para perda de peso?

Também conhecida como fotobiomodulação ou terapia de luz de baixo nível (LLLT), o termo “terapia de luz vermelha” refere-se aos comprimentos de onda do vermelho e do infravermelho próximo (NIR). A pesquisa mostrou de forma esmagadora que os comprimentos de onda mais benéficos estão entre 650 nanômetros (nm) e 850 nm, uma faixa conhecida como “janela terapêutica”.

Dentro dessa janela, a luz vermelha varia de 620 a 700 nm e a luz NIR varia de 810 a 850 nm.

Esses comprimentos de onda vermelhos e NIR específicos foram amplamente estudados e provaram ter dezenas de benefícios terapêuticos no corpo humano. Neste artigo você encontrará muitas informações sobre os benefícios da terapia de luz vermelha e NIR.

A terapia com luz vermelha usa lâmpadas de diodo emissor de luz (LED) para banhar o corpo em ondas de luz no espectro vermelho e NIR. Os dispositivos de luz vermelha mais eficazes são painéis poderosos equipados com lâmpadas de LED calibradas com precisão para comprimentos de onda vermelhos e NIR específicos.

Uma vez que os fótons de luz dessas lâmpadas de LED interagem com as células do corpo, eles desencadeiam uma cadeia de efeitos biológicos positivos.

Para saber mais sobre o mecanismo de ação da fotobiomodulação sobre as células, acesse o post sobre Princípios Básicos, nesse link.

Benefícios da terapia de luz vermelha para perda de peso

Agora que você está familiarizado com algumas das maneiras pelas quais a terapia com luz vermelha pode promover a redução de gordura, sem dúvida você tem algumas perguntas sobre aplicações específicas para tratamentos de terapia com luz vermelha. Nesta seção, abordamos algumas das perguntas mais comuns.

A luz vermelha acaba com a celulite?

A celulite é o excesso de gordura subcutânea, ou seja, a gordura que fica logo abaixo da pele. É um problema teimoso e persistente que não pode necessariamente ser remediado apenas com exercícios e perda de gordura – mas a terapia com luz vermelha tem se mostrado uma grande promessa em reduzi-lo.

Um estudo fascinante sobre a celulite examinou os efeitos da combinação de luz infravermelha próxima com o treinamento em esteira. O estudo dividiu 20 participantes do sexo feminino em dois grupos: um que foi tratado com luz NIR de 850 nm junto com treinamento em esteira de alta intensidade e outro que usou apenas a esteira. O grupo que usou ambas as formas de tratamento obteve celulite reduzida nas nádegas e nas áreas do quadril, enquanto o grupo apenas na esteira não.

A perda de peso direcionada é possível com a terapia de luz vermelha?

A perda de peso direcionada, também conhecida como modelagem corporal ou contorno corporal, está na lista de desejos de quase todos que desejam perder peso. É o processo de remoção de gordura de certas áreas do corpo, mantendo as reservas de gordura em áreas desejáveis. Por exemplo, muitas mulheres querem manter a gordura ao redor dos seios, mas remover a gordura da barriga ou “culotes”, ou seja, gordura armazenada na parte externa das coxas perto das nádegas.

Esse desejo de controle sobre a forma do corpo resultou na popularidade do contorno corporal, que é uma abordagem cosmética que se concentra nas áreas do corpo onde a gordura tende a se instalar: cintura, quadris, coxas e braços.

Historicamente, a perda de peso direcionada tem sido vista como uma impossibilidade. E é fácil entender por que, já que uma combinação de comer menos e se exercitar para queimar mais calorias resulta em gordura geral e perda de peso, mas não atinge áreas específicas; e todos têm áreas diferentes onde tendem a armazenar gordura.

A luz vermelha fornece um mecanismo eficaz para perda de gordura localizada.

Em um estudo de 2011 sobre os efeitos da luz vermelha no contorno corporal, 40 homens e mulheres saudáveis ​​experimentaram uma redução significativa (cerca de 1”) nas medidas da cintura após passar por tratamentos de 30 minutos duas vezes por semana durante quatro semanas (oito tratamentos no total) – e eles alcançaram esses resultados sem alterar a dieta ou os hábitos de exercícios.

Outro estudo usou luz vermelha de 635 nm para reduzir o excesso de gordura armazenada ao redor da cintura, quadris e coxas de 65 participantes masculinos e femininos. Quando as áreas-alvo foram medidas, a perda combinada foi em média de 3,51 polegadas, sem mudanças na dieta ou exercício.

A luz infravermelha e quase infravermelha pode ajudá-lo a perder peso?

Os benefícios de perda de gordura da luz vermelha (620-660 nm) são profundos, mas são limitados à gordura armazenada diretamente sob a pele. A luz vermelha só pode penetrar na camada dérmica onde ativa o metabolismo celular e logo abaixo da superfície da pele. É aqui que a maior parte do excesso de gordura é armazenada, por isso é possível obter ótimos resultados com uma abordagem apenas de luz vermelha.

A luz infravermelha próxima e infravermelha (IR) penetra mais profundamente no corpo do que a luz vermelha. Para promover a perda de peso e melhorar a composição corporal (a proporção de músculo para gordura), é necessário estimular o metabolismo a um nível mais profundo.

Tecnicamente, a luz infravermelha próxima faz parte do espectro infravermelho. No entanto, entre 810 e 850 nm, esses comprimentos de onda se comportam mais como comprimentos de onda vermelhos do que infravermelho distante, que o corpo percebe como calor.

A luz infravermelha é eficaz no tratamento de condições corporais profundas, mas deve ser usada com cuidado para evitar danos térmicos. Isso torna a luz NIR (que não gera calor no corpo) segura e eficaz.

Vamos voltar ao aumento da massa muscular, o que irá aumentar o seu metabolismo e facilitar a perda de peso e mantê-lo.

A luz infravermelha (que inclui luz quase infravermelha abaixo de 850 nm) tem sido intensamente pesquisada. Durante um estudo de 2018, pesquisadores do Brasil descobriram que a luz infravermelha melhorava a composição corporal e reduzia a inflamação. Quando a terapia de luz NIR foi adicionada a um regime de exercícios, mostrou um aumento significativo na perda de gordura em relação ao exercício sozinho.

Outro estudo brasileiro em 2017 descobriu que os comprimentos de onda NIR aceleram a cicatrização e o crescimento muscular dos tecidos profundos quando aplicados antes do exercício. O aumento da massa muscular está diretamente ligado a um aumento no metabolismo basal, ou seja, o número de calorias queimadas enquanto o corpo está em repouso. Quanto mais massa muscular você tiver, mais “quente” o corpo queima em repouso, o que contribui para a perda de massa gorda.

E quanto aos resultados de perda de peso da terapia a laser de baixa intensidade?

Como a terapia com luz LED, a terapia a laser de baixa intensidade pode ser usada para apoiar a perda de gordura. Um estudo de 2019 dos pesquisadores da Mayo Clinic envolveu a comparação dos efeitos de três frequências diferentes de LLLT sobre peso, circunferência da cintura, percentual de gordura corporal e qualidade de vida.

Sessenta participantes com excesso de peso foram randomizados para vários tratamentos de LLLT (três vezes por semana durante quatro semanas, duas vezes por semana durante seis semanas ou uma vez por semana durante 12 semanas). O grupo que obteve os maiores resultados foi o que recebeu dois tratamentos por semana durante seis semanas. O resultado mais notável foi uma redução de 6 a 12 polegadas na circunferência da cintura após o tratamento de seis semanas.

Os autores do estudo concluíram que o LLLT “tem o potencial de aumentar a motivação para tratamentos de controle de peso, fornecendo feedback positivo imediato por meio de reduções na circunferência da cintura reconhecíveis pelo indivíduo”.

O desafio dos tratamentos de LLLT mais eficazes é que eles são feitos no consultório de um dermatologista, o que pode ser inconveniente. Além disso, os tratamentos são caros: muitas vezes, em média, vários milhares de dólares para um pacote de seis tratamentos, e os resultados não são permanentes.

Os dispositivos a laser domésticos, que normalmente são portáteis, produzirão resultados com o tempo, mas é difícil atingir áreas maiores com pequenos dispositivos portáteis. É possível, mas vai exigir muito tempo tratando sua barriga, coxas, etc.

Uma solução muito melhor são as camas RegenBody, que permitem que você atinja seu peso alvo e continue a usar a terapia de luz vermelha continuamente para manter sua perda de peso. E cada tratamento pode durar apenas 10 minutos em uma unidade que se parece com uma cama de bronzeamento.

A terapia com luz vermelha é eficaz para pele flácida após perder peso?

Depois de perder uma quantidade significativa de peso rapidamente, muitas pessoas ficam com a pele flácida e flácida. Isso é especialmente verdadeiro para pessoas mais velhas cuja pele já sucumbiu ao processo de envelhecimento. A pele flácida pode ser desagradável e embaraçosa, e notoriamente difícil de se livrar.

A cirurgia estética pode ajudar, mas existem opções não cirúrgicas que podem restaurar a firmeza da pele ao longo do tempo, incluindo exercícios, cremes retinóides, suplementos de colágeno e massagens.

  • O exercício pode construir massa muscular que ajudará a criar uma aparência mais preenchida;
  • Cremes retinóides estimulam a produção de colágeno e elastina; à medida que a pele se renova, ela se torna gradualmente mais firme e elástica com o tempo, embora algumas pessoas desenvolvam reações alérgicas;
  • Suplementos de colágeno também ajudarão a estimular a produção de colágeno; porém, não aumentam a produção de elastina, e ambos são importantes para a firmeza e elasticidade da pele;
  • A massagem estimula o fluxo sanguíneo para a pele, o que ajuda a promover fibroblastos saudáveis ​​ou os precursores do colágeno e da elastina

A terapia com luz vermelha funciona para melhorar sua pele de dentro para fora – mas a paciência é fundamental. Sua pele não esticou da noite para o dia e levará algum tempo para que ela “se recupere” à medida que células novas e saudáveis ​​da pele, juntamente com proteínas de colágeno e elastina, se regeneram. É um tratamento de longo prazo, mas eficaz. Obtenha informações mais detalhadas sobre como a luz vermelha aperta a pele solta neste artigo.

Recomendamos o uso de um dispositivo que emita comprimentos de onda vermelho e NIR. Isso oferece uma combinação de benefícios profundos da pele (comprimentos de onda vermelhos) e sistêmicos (comprimentos de onda NIR), como a redução da inflamação que pode estar interferindo na saúde da pele.

Como a terapia de luz vermelha reduz a frouxidão da pele?

Como mencionado anteriormente, a luz vermelha aumenta a energia celular e pode ajudar a aumentar a massa muscular. Mas há muito mais para a saúde da pele do que células energizadas e em pleno funcionamento ou o suporte que os músculos firmes fornecem.

  • Aumento da produção de colágeno e elastina. De acordo com uma revisão de pesquisa de 2008 por Joseph Tafur e Paul Mills, da Universidade da Califórnia em San Diego, certas células, incluindo fibroblastos (as células responsáveis ​​pela síntese de colágeno e elastina), são particularmente responsivas à luz.
  • Fornece nutrientes às células da pele e remove os resíduos que podem estar interferindo no funcionamento celular. As células endoteliais, que compõem a camada interna dos capilares, estão presentes tanto no sistema cardiovascular quanto no sistema linfático.

Como a terapia de luz vermelha ajuda a reduzir as estrias

Se você ganhou muito peso rapidamente, provavelmente desenvolveu estrias. Se não forem tratados, eles não desaparecem depois que você perde peso, embora possam desaparecer com o tempo.

A terapia com luz vermelha pode aumentar a capacidade da sua pele de se regenerar como uma pele saudável, não como uma pele com cicatrizes. Os mecanismos para isso incluem o aumento da produção de colágeno e elastina, aumento da microcirculação e melhoria do metabolismo celular, que também regula a rapidez com que as células se regeneram.

Como a terapia de luz vermelha se compara com escultura legal, ultrassom e lipoaspiração?

A chave para a terapia de luz vermelha para remoção de gordura é remover a gordura contida dentro do tecido adiposo, sem danificar o tecido adiposo. O CoolSculpting(R) congela o tecido adiposo, o que o danifica e o torna incapaz de transferir adequadamente a gordura para reabsorção posterior. Isso significa que a perda de gordura alcançada por meio dos procedimentos iniciais de CoolSculpting(R) acabará voltando e será quase impossível removê-la uma segunda vez.

O ultrassom causa danos ao tecido adiposo e foi considerado menos eficaz na remoção de gordura do que se pensava anteriormente. Considerando que a lipoaspiração simplesmente remove o tecido adiposo, colocando o paciente em risco de problemas de saúde devido à interferência no sistema endócrino. O tecido adiposo é um órgão crítico do sistema endócrino e não deve ser removido do corpo.

Como alternativa, a terapia com luz vermelha expande a membrana que envolve as células do tecido adiposo, permitindo que a gordura contida dentro dessas células seja liberada. Isso não danifica o próprio tecido adiposo, que volta ao normal em poucas horas. A gordura que sai das células como resultado da penetração da luz vermelha é então absorvida pelo corpo e filtrada como resíduo. Isso torna a terapia de luz vermelha a ÚNICA maneira segura e verdadeiramente não invasiva de remover a gordura do menino, mantendo o tecido adiposo intacto e sem danos.

9 de abril de 2023 0 comment
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Vitamina C
ArtigosBlog RegeniusDor CrônicaEmagrecimento

Vitamina C: Quais os benefícios?

by Blog Regenius 29 de março de 2023

A vitamina C é um nutriente essencial para o bom funcionamento do nosso corpo, tendo diversos impactos positivos na nossa saúde. Ela é uma vitamina hidrossolúvel, o que significa que não é armazenada no corpo, e deve ser consumida diariamente através da alimentação ou suplementação.

Um dos benefícios mais conhecidos da vitamina C é a sua capacidade de fortalecer o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças como resfriados e gripes.

Recentemente, a vitamina C tem sido estudada como um possível auxílio na prevenção e tratamento da COVID-19. Um estudo publicado na revista Nutrients em 2020 demonstrou que a vitamina C pode ajudar a reduzir a duração e gravidade dos sintomas em pacientes infectados com o vírus, além de melhorar a resposta imunológica do organismo.

Outro benefício importante da vitamina C é a sua relação com o emagrecimento. A vitamina C é um antioxidante poderoso, capaz de reduzir o estresse oxidativo no organismo e melhorar a saúde cardiovascular.

Um estudo publicado no Journal of the American College of Nutrition em 2005 mostrou que a suplementação de vitamina C em indivíduos com sobrepeso e obesidade resultou em uma perda significativa de peso e gordura corporal, além de uma redução nos níveis de colesterol LDL, conhecido como “mau” colesterol.

A vitamina C também tem um impacto positivo na saúde da pele. Ela é essencial na produção de colágeno, uma proteína importante na manutenção da elasticidade e firmeza da pele.

Estudos têm mostrado que a vitamina C pode ajudar a reduzir os sinais de envelhecimento, como rugas e linhas de expressão, além de melhorar a aparência geral da pele. Um estudo publicado na revista Nutrients em 2017 demonstrou que a suplementação de vitamina C por 12 semanas resultou em uma melhora significativa na hidratação, elasticidade e textura da pele em mulheres saudáveis.

Além dos benefícios mencionados acima, a vitamina C tem sido estudada em relação a diversos outros aspectos da saúde.
Vitamina C

Um estudo publicado na revista Frontiers in Physiology em 2018 investigou a relação entre a vitamina C e a saúde cardiovascular, concluindo que a suplementação de vitamina C pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares através da redução da inflamação e do estresse oxidativo no organismo.

Outro estudo, publicado na revista Nutrients em 2019, investigou a relação entre a vitamina C e a saúde mental, concluindo que a suplementação de vitamina C pode ajudar a reduzir os sintomas de depressão e ansiedade em adultos.

Em resumo, a vitamina C é um nutriente essencial para a saúde do nosso corpo, tendo diversos benefícios comprovados através de estudos científicos.

Além de fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças, a vitamina C pode ajudar no emagrecimento, melhorar a saúde da pele, prevenir doenças cardiovasculares e reduzir os sintomas de depressão e ansiedade.

A vitamina C é frequentemente utilizada na abordagem de saúde integrativa como um suplemento alimentar para promover a saúde e prevenir doenças.

A vitamina C tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e imunomoduladoras que podem ajudar a prevenir doenças crônicas, como doenças cardíacas e câncer.

Além disso, a vitamina C também é frequentemente utilizada na terapia integrativa para tratar condições como fadiga crônica, estresse e ansiedade.

A vitamina C é conhecida por ajudar a reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, no organismo. Como resultado, o uso de suplementos de vitamina C pode ajudar a reduzir os sintomas de estresse e ansiedade, melhorando a qualidade de vida geral.

No entanto, é importante ressaltar que o uso de suplementos de vitamina C deve ser orientado por um profissional de saúde, pois doses excessivas podem ter efeitos colaterais indesejados.

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Referências:

Carr, A. C., & Maggini, S. (2017). Vitamin C and Immune Function. Nutrients, 9(11), 1211. doi: 10.3390/nu9111211

Johnston, C. S., & Thompson, L. L. (2005). Vitamin C Status of an Outpatient Population. Journal of the American College of Nutrition, 24(3), 257–263. doi: 10.1080/07315724.2005.10719448

Pullar, J. M., Carr, A. C., & Vissers, M. (2017). The Roles of Vitamin C in Skin Health. Nutrients, 9(8), 866. doi: 10.3390/nu9080866

Ashor, A. W., Siervo, M., van der Velde, F., Willis, N. D., Mathers, J. C., & Brand-Miller, J. (2018). Effect of Vitamin C and Vitamin E Supplementation on Endothelial Function: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Frontiers in Physiology, 9, 1224. doi: 10.3389/fphys.2018.01224

Ranjbar, E., Kasaei, M. S., Mohammad-Shirazi, M., Nasrollahzadeh, J., Rashidkhani, B., Shams, J., & Mostafavi, S.-A. (2019). Effects of Supplementation with Vitamin C or E on Depression, Anxiety and Stress in Adults: A Systematic Review and Meta-Analysis. Nutrients, 11(11), 2603. doi: 10.3390/nu11112603

29 de março de 2023 0 comment
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serotonina
Blog Regenius

Serotonina: vamos falar sobre ela? 1

by Blog Regenius 29 de março de 2023

Vamos falar sobre a serotonina?

A serotonina é um neurotransmissor importante que tem um papel fundamental na regulação do humor, sono, apetite, digestão e outras funções corporais. Sua deficiência pode levar a uma variedade de problemas de saúde, como depressão, insônia, distúrbios alimentares e disfunções digestivas.

Uma das funções importantes da serotonina é a regeneração do fígado. Um estudo demonstrou que a serotonina presente nas plaquetas do sangue é necessária para a regeneração do fígado após uma lesão. Esse estudo sugere que a serotonina não só tem um papel na função cerebral, mas também é importante para a regulação do sistema digestivo e outros processos corporais.
serotonina

A produção de serotonina no organismo é um processo complexo, mas é geralmente controlado pela presença de um aminoácido chamado triptofano, que é um precursor da serotonina. O triptofano é encontrado em alimentos como peru, leite, queijo, nozes e sementes, bem como em suplementos dietéticos.

 

A melatonina, um hormônio que regula o ciclo do sono, é produzida a partir da serotonina. Portanto, a regulação adequada dos níveis de serotonina pode melhorar a qualidade do sono.

 

Os distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, estão frequentemente associados à deficiência de serotonina. A serotonina é importante na regulação do apetite e, portanto, sua deficiência pode contribuir para os distúrbios alimentares. O tratamento dessas condições muitas vezes envolve o aumento dos níveis de serotonina no organismo.

 

A síntese de serotonina é dependente da vitamina B-6. A deficiência de vitamina B-6 pode levar à diminuição da produção de serotonina e, portanto, pode afetar a regulação do humor e outros aspectos da saúde. Além disso, a hipótese da serotonina na depressão sugere que a deficiência de serotonina pode contribuir para o desenvolvimento da depressão.

A vitamina B6, também conhecida como piridoxina, é uma vitamina do complexo B solúvel em água que tem um papel importante no funcionamento do corpo humano. Ela é essencial para o desenvolvimento e manutenção do sistema nervoso, na produção de glóbulos vermelhos e no metabolismo das proteínas.

Os alimentos ricos em vitamina B6 incluem carne, peixe, aves, grãos integrais, nozes e sementes, além de algumas frutas e vegetais. No entanto, algumas pessoas podem precisar de suplementos de vitamina B6 para atender às suas necessidades diárias.

Existem métodos naturais para aumentar os níveis de serotonina no corpo, como a exposição ao sol e o exercício físico.

Essas práticas podem ajudar a melhorar o humor e a regulação do sono, bem como a reduzir os sintomas de depressão e ansiedade.

A regulação autônoma da serotonina é um aspecto importante da saúde, pois a serotonina é um neurotransmissor crucial na regulação do humor. A auto inibição da serotonina é importante na regulação dos níveis de serotonina no cérebro e na resposta a medicamentos antidepressivos.

Em conclusão, a serotonina é um neurotransmissor fundamental na regulação de muitas funções corporais e emocionais. As referências citadas destacam a importância da serotonina para a regeneração do fígado, a produção de vitamina B-6, a regulação do humor, o sono e a resposta a medicamentos antidepressivos.

Um tratamento adequado que conduza o paciente a aumentar a produção de serotonina pode agir na causa de muitas questões.  A mudança de hábitos concomitante ao tratamento individualizado pode ser primordial para o sucesso na saúde dos pacientes.

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Referências:

Lesurtel, M., Graf, R., Aleil, B., Walther, D. J., Tian, Y., Jochum, W., … & Clavien, P. A. (2006). Platelet-derived serotonin mediates liver regeneration. Science, 312(5770), 104-107.
https://www.science.org/doi/10.1126/science.1123842

Leklem, J. E. (1999). Vitamin B-6: a status report. The Journal of nutrition, 129(1), 9-12.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/2243296/

Meltzer, H. Y., & Lowy, M. T. (1987). The serotonin hypothesis of depression. In Psychopharmacology: the third generation of progress (pp. 513-526). Raven Press.
https://jdc.jefferson.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1367&context=jeffjpsychiatry

Young, S. N. (2007). How to increase serotonin in the human brain without drugs. Journal of psychiatry & neuroscience: JPN, 32(6), 394.
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2077351/

 

29 de março de 2023 0 comment
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Falta de Energia e Disposição ? Pode ser a Síndrome da Fadiga Crônica.

by Otávio Melo 25 de março de 2023

Síndrome da Fadiga Crônica

A Síndrome da Fadiga Crônica (SFC) é uma condição que se caracteriza pela falta de energia persistente e incapacitante. Também conhecida como encefalomielite miálgica, é uma doença complexa e debilitante que afeta muitas pessoas em todo o mundo. Ela é caracterizada por uma fadiga intensa e contínua que não melhora com o repouso, e que pode ser agravada com atividade física ou mental. Além da fadiga, a síndrome da fadiga crônica pode apresentar uma variedade de sintomas físicos e cognitivos que podem durar meses ou até anos. Perda de memória, raciocínio lento e dificuldade para executar tarefas diárias ou profissionais são alterações que podem estar presentes nos indivíduos que sofrem com esse problema.

 

Prevalência e Incidência

A síndrome da fadiga crônica afeta milhões de pessoas em todo o mundo, com uma prevalência que varia entre 0,1% e 2,5% da população geral. É mais comum em mulheres do que em homens, e geralmente começa em pessoas jovens ou de meia-idade (a partir dos 30-40 anos). A incidência anual é estimada em 0,007% a 0,2%, e a maioria dos casos ocorre após uma infecção viral ou alguma outra doença.

Sinais e Sintomas

Os principais sintomas da síndrome da fadiga crônica incluem fadiga extrema que dura mais de seis meses e que não é aliviada pelo descanso, e que interfere significativamente nas atividades cotidianas. Além da fadiga, muitos pacientes com síndrome da fadiga crônica apresentam outros sintomas físicos e cognitivos, como:

  1. Dor muscular e articular
  2. Alterações de humor e temperatura
  3. Dor de cabeça
  4. Distúrbios do sono
  5. Dificuldade de concentração e memória
  6. Sensibilidade a luz, cheiros e sons
  7. Distúrbios gastrointestinais (constipação, diarréias, etc)
  8. Sintomas semelhantes aos da gripe, mas que não melhoram espontaneamente.

Causas da Fadiga

As causas da síndrome da fadiga crônica ainda são discutíveis, mas existem várias teorias que foram propostas para explicar a doença. A teoria mais amplamente aceita é que a síndrome da fadiga crônica é causada por uma disfunção do sistema imunológico, após uma infecção viral ou outra doença. Outras teorias incluem disfunção mitocondrial, distúrbios hormonais, problemas psicológicos e estresse oxidativo.

A disfunção das mitocôndrias (parte das células responsável pela produção e armazenamento de energia) pode levar a anormalidades metabólicas sistêmicas, e que comprometem outros sistemas do organismo, como o cardiovascular, muscular, digestório e neurológico.

Diagnóstico

O diagnóstico da síndrome da fadiga crônica é baseado principalmente nos sintomas do paciente e na exclusão de outras condições médicas que podem causar fadiga crônica. Não há testes de laboratório ou imagem que possam diagnosticar a síndrome da fadiga crônica. Alguns exames devem ser realizados para excluir outras condições cujos sintomas podem ser semelhantes. O diagnóstico pode ser difícil e muitas vezes é feito por exclusão, o que significa que outras condições médicas devem ser afastadas antes que o diagnóstico de síndrome da fadiga crônica seja confirmado.

 

Diagnósticos Diferenciais da Síndrome da Fadiga Crônica

Existem várias condições médicas que podem causar fadiga crônica e que precisam ser excluídas antes de um diagnóstico de síndrome da fadiga crônica ser feito. Algumas das condições médicas que podem ter sintomas semelhantes incluem:

  • Hipotireoidismo
  • Anemia
  • Distúrbios do sono, como apneia do sono
  • Distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade
  • Doença autoimune, como lúpus e artrite reumatoide
  • Distúrbios neurológicos, como esclerose múltipla

Sobreposição

A sobreposição das seguintes condições com SFC foi identificada em estudos e é a seguinte:

  • Fibromialgia 20%-70% sobreposição 
  • Hipermóvel Ehlers-Danlos 20% de sobreposição
  • Enxaqueca 60%-84% sobreposição 
  • Intolerância ortostática 50%-97% de sobreposição 
  • Síndrome de Taquicardia Ortostática Postural 25% de sobreposição 
  • Síndrome do intestino irritável 35-90% de sobreposição 
  • Cistite intersticial 17% de sobreposição 
  • Sobreposição de 36,1% de endometriose 
  • Sensibilidade química múltipla 50% de sobreposição
  • Dor pélvica crônica 33% de sobreposição 
  • Disfunção da Articulação Temporomandibular 33% de sobreposição 
  • Disautonomia ~ 90% de sobreposição 
  • Dor lombar crônica 48% de sobreposição 
  • Síndrome pós-concussão 8% de sobreposição 

Tratamento

É recomendada a todos os pacientes com fadiga crônica uma abordagem de forma integral, que envolva o indívíduo, sua família, e profissionais de saúde de maneira interdisciplinar.

Atualmente, não há cura conhecida para a síndrome da fadiga crônica, e o tratamento se concentra em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. Algumas opções de tratamento incluem:

  • Terapia cognitivo-comportamental (TCC): uma abordagem terapêutica que ajuda os pacientes a mudar seus pensamentos e comportamentos para lidar melhor com os sintomas da doença.
  • Terapia de exercícios graduais (TEG): uma abordagem terapêutica que envolve a realização de exercícios físicos leves e gradualmente aumentando a intensidade ao longo do tempo.
  • Medicamentos: certos medicamentos podem ser prescritos para ajudar a aliviar os sintomas da síndrome da fadiga crônica, como a dor e a fadiga.
  • Suplementação endovenosa: algumas clínicas oferecem terapia intravenosa com suplementos de vitaminas, minerais e nutrientes para suporte à função mitocondrial, que pode ajudar a melhorar a energia e a fadiga. Alguns dos principais suplementos mais utilizados para o tratamento da fadiga crônica são o sulfato de magnésio e nicotinamida adenina dinucleótido hidreto (NADH), que atuam no suporte ao funcionamento das mitocôndrias.

É importante ressaltar que o tratamento da síndrome da fadiga crônica é altamente individualizado e pode variar de acordo com a gravidade dos sintomas e as necessidades específicas do paciente.

Conclusão

A síndrome da fadiga crônica é uma condição complexa e debilitante que afeta muitas pessoas em todo o mundo. A fadiga persistente é o principal sintoma da doença, mas muitos pacientes também apresentam uma variedade de outros sintomas físicos e cognitivos. A causa exata da síndrome da fadiga crônica ainda é desconhecida, e o diagnóstico é baseado principalmente nos sintomas do paciente e na exclusão de outras condições médicas que podem causar fadiga crônica. O tratamento se concentra em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente, com abordagens terapêuticas como TCC, TEG, medicamentos e suplementação endovenosa. É importante que os pacientes com sintomas persistentes de fadiga procurem ajuda médica para descartar outras condições e receber um diagnóstico e tratamento adequados.

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Referências:

  1. Institute of Medicine (US) Committee on the Diagnostic Criteria for Myalgic Encephalomyelitis/Chronic Fatigue Syndrome. Beyond Myalgic Encephalomyelitis/Chronic Fatigue Syndrome: Redefining an Illness. Washington (DC): National Academies Press (US); 2015. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK274235/
  2. Centers for Disease Control and Prevention. Chronic Fatigue Syndrome (CFS). Disponível em: https://www.cdc.gov/me-cfs/index.html
  3. Carruthers BM, Jain AK, De Meirleir KL, et al. Myalgic Encephalomyelitis/Chronic Fatigue Syndrome: Clinical Working Case Definition, Diagnostic and Treatment Protocols. J Chronic Fatigue Syndr. 2003;11(2):7-115. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1300/J092v11n01_02
  4. Smith ME, Nelson HD, Haney E, et al. Diagnosis and Treatment of Myalgic Encephalomyelitis/Chronic Fatigue Syndrome. Evidence Report/Technology Assessment No. 219. (Prepared by the Pacific Northwest Evidence-based Practice Center under Contract No. 290-2015-00009-I.) AHRQ Publication No. 20-E001. Rockville, MD: Agency for Healthcare Research and Quality; 2020. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK556105/
  5. Morris G, Maes M, Berk M, Puri BK. Myalgic Encephalomyelitis or Chronic Fatigue Syndrome: How Could the Illness Develop? Metabolites. 2020;10(4):139. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7236782/
  6. Castro-Marrero J, Sáez-Francàs N, Santillo D, et al. A double-blind, randomized, placebo-controlled trial of methylcobalamin and folinic acid in myalgic encephalomyelitis/chronic fatigue syndrome: Improved symptoms and cognitive and mitochondrial function. J Transl Med. 2019;17(1):185. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6566226/
  7. Trindade TG, Gonçalves MR, Stein AT, Castro Filho ED, Lopes AC, Nahas RM, Pereira CF.  Fadiga Crônica: Diagnóstico e Tratamento – Projeto Diretrizes Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação.  Disponível em: https://amb.org.br/files/_BibliotecaAntiga/fadiga-cronica-diagnostico-e-tratamento.pdf
25 de março de 2023 0 comment
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Soroterapia e artrose:

by Blog Regenius 14 de março de 2023

Vamos falar sobre soroterapia e artrose?

A artrose é uma patologia que vem se tornando mais prevalente com o passar dos anos. No caso dessa doença muitos pacientes perdem a qualidade de vida, o que pode desencadear questões emocionais importantes.
É sabido também que no caso tanto da artrose, quanto para diversas outras doenças o estilo de vida é a base do tratamento. Visto isso, a saúde integrativa visa entender a causa dessa doença para que o tratamento seja designado a partir deste achado.
A artrose é uma doença degenerativa das articulações, que pode causar dor, rigidez e inflamação nas articulações afetadas. A soroterapia pode ajudar a aliviar os sintomas da artrose, reduzindo a inflamação e a dor nas articulações afetadas.

Alguns nutrientes presentes no soro podem ajudar a melhorar a saúde das articulações, como a vitamina C, que é importante para a formação de colágeno, uma proteína que ajuda a manter a cartilagem saudável.
Além disso, a soroterapia pode ajudar a melhorar a mobilidade e a função das articulações, reduzindo a rigidez e a dor. Isso pode ajudar os pacientes com artrose a realizar atividades diárias com mais facilidade e melhorar sua qualidade de vida.

Os benefícios da soroterapia para pacientes com artrose e dor muscular podem incluir:

Alívio da dor: os nutrientes presentes no soro podem ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a dor nas articulações e músculos.

Melhora da função articular: a soroterapia pode ajudar a melhorar a mobilidade e a função das articulações, reduzindo a rigidez e a dor.

Fortalecimento muscular: alguns nutrientes presentes no soro, como a vitamina B12 e o magnésio, podem ajudar a fortalecer os músculos e melhorar a resistência.

Hidratação: a soroterapia pode ajudar a manter o corpo hidratado, o que é importante para manter a saúde das articulações e dos músculos.

Melhora da circulação sanguínea: a soroterapia pode ajudar a melhorar a circulação sanguínea, levando nutrientes e oxigênio para os tecidos e ajudando a reduzir a inflamação.

Aceleração da recuperação muscular: após atividade física intensa ou lesões musculares, a soroterapia pode ajudar a acelerar a recuperação muscular e reduzir o tempo de recuperação.

Muitos estudos vêm demonstrando que a reposição de vitaminas como Vitamina D, CQ10 e ômega 3 podem ser um grande auxiliador no tratamento e até na remissão dessa doença.

A grande questão é que de acordo com a OMS mais de 20% das pessoas têm deficiências na absorção de vitaminas e minerais essenciais ao nosso corpo, isso quer dizer que mesmo ingerindo o aporte adequado desses nutrientes ainda é possível estar deficiente.

E é aí que a soroterapia pode se fazer uma grande aliada, por garantir o suporte destes compostos que farão total diferença no prognóstico da doença. Algumas vitaminas relacionadas a melhorias nos sintomas da artrose são:
Vitamina D: A vitamina D é essencial para a saúde óssea, e sua deficiência pode contribuir para a progressão da artrose.

Vitamina C: A vitamina C é um antioxidante que pode ajudar a proteger as articulações do dano oxidativo. Ela também desempenha um papel importante na síntese do colágeno, que é um componente importante da cartilagem.

Vitamina E: A vitamina E é outro antioxidante que pode ajudar a proteger as articulações do dano oxidativo e reduzir a inflamação.

Vitamina K: A vitamina K é necessária para a síntese de proteínas que ajudam a manter a saúde dos ossos e cartilagem.

Vale lembrar que todos esses alimentos devem ser consumidos de forma prioritária, concomitante ao tratamento através da soroterapia. Além disso, um estilo de vida saudável e um bom acompanhamento médico é imprescindível para o sucesso no tratamento.

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Referências:
Tchetina EV. Developmental mechanisms in articular cartilage degradation in osteoarthritis. Arthritis. 2011;2011:683970. doi: 10.1155/2011/683970. Epub 2011 Nov 24. PMID: 22203876; PMCID: PMC3237917.

McAlindon TE, Felson DT, Zhang Y, et al. Relation of dietary intake and serum levels of vitamin D to progression of osteoarthritis of the knee among participants in the Framingham Study. Ann Intern Med. 1996;125(5):353-359.

McAlindon TE, Jacques P, Zhang Y, et al. Do antioxidant micronutrients protect against the development and progression of knee osteoarthritis? Arthritis Rheum. 1996;39(4):648-656. doi:10.1002/art.1780390409

Wang Y, Li Y, Ding C. Metabolic, inflammatory and haemostatic markers in the prediction of knee osteoarthritis. Ann Rheum Dis. 2015 Aug;74(8):1637-44. doi: 10.1136/annrheumdis-2013-204191. Epub 2014 Jun 13. PMID: 24928764.

 

14 de março de 2023 0 comment
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saúde mitocondrial
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Fadiga e Ativador Mitocondrial Submetilado: temos a solução?

by Blog Regenius 14 de março de 2023

Vamos falar sobre o Ativador Mitocondrial Submetilado?

Muitas pessoas sofrem com cansaço, fadiga extrema, inflamação crônica e outros distúrbios ligados às mitocôndrias. O ativador mitocondrial submetilado parece ser uma boa alternativa para pessoas que possuem essas e outras questões ligadas à saúde mitocondrial.

Ativador mitocondrial submetilado (sDMA) é um metabólito produzido pelo organismo a partir da decomposição de proteínas. É conhecido por sua capacidade de aumentar a produção de energia nas células, melhorando a função mitocondrial.

O sDMA é produzido quando uma proteína chamada arginina é quebrada no organismo. A arginina é um aminoácido que é convertido em óxido nítrico, que ajuda a dilatar os vasos sanguíneos e aumentar o fluxo sanguíneo. A quebra da arginina também leva à formação de citrulina e sDMA.

Acredita-se que o sDMA possa ser benéfico para a saúde, pois melhora a produção de energia nas células e ajuda a combater a inflamação. Além disso, estudos recentes sugerem que o sDMA pode estar envolvido na regulação do metabolismo da glicose, o que pode ser útil no tratamento de condições como a diabetes.

As mitocôndrias são organelas presentes em todas as células do corpo humano e são responsáveis pela produção de energia celular através da respiração celular.

Elas são essenciais para a saúde, pois fornecem energia para o funcionamento de todas as funções celulares e, portanto, do organismo como um todo.

Além disso, as mitocôndrias também estão envolvidas em outros processos importantes, como a regulação do metabolismo lipídico, a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS), a sinalização celular e a apoptose (morte celular programada).

Quando as mitocôndrias não estão funcionando adequadamente, elas podem causar uma série de problemas de saúde, incluindo doenças mitocondriais, distúrbios metabólicos, doenças neurodegenerativas e envelhecimento acelerado.

A disfunção mitocondrial também tem sido associada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e outras doenças crônicas.

Os sintomas da disfunção mitocondrial podem variar amplamente, dependendo da extensão e do tipo de disfunção, bem como dos tecidos e órgãos afetados. Alguns dos sintomas mais comuns incluem:

Fadiga: A fadiga é um dos sintomas mais comuns da disfunção mitocondrial e pode ser debilitante. As mitocôndrias são responsáveis pela produção de energia celular, e a disfunção mitocondrial pode resultar em uma diminuição significativa da produção de energia.

Fraqueza muscular: A disfunção mitocondrial pode afetar os músculos e causar fraqueza muscular.
Problemas gastrointestinais:

A disfunção mitocondrial pode afetar o trato gastrointestinal e causar sintomas como diarreia, constipação, dor abdominal e náusea.

Distúrbios do sono: A disfunção mitocondrial pode afetar o sono e causar insônia, sonolência diurna e outros distúrbios do sono.
Problemas neurológicos: A disfunção mitocondrial pode afetar o sistema nervoso e causar sintomas como convulsões, enxaquecas, perda de coordenação, dificuldade de concentração e confusão mental.

Problemas de visão: A disfunção mitocondrial pode afetar a visão e causar problemas como visão embaçada, cegueira noturna, sensibilidade à luz e perda de visão.
Problemas cardíacos: A disfunção mitocondrial pode afetar o coração e causar problemas como palpitações, batimentos cardíacos irregulares e insuficiência cardíaca.
Problemas renais: A disfunção mitocondrial pode afetar os rins e causar problemas como insuficiência renal.

Problemas hepáticos: A disfunção mitocondrial pode afetar o fígado e causar problemas como cirrose hepática.

Nesse sentido, o Ativador mitocondrial submetilado  pode ser uma estratégia interessante tanto para pessoas que querem prevenir esse sintoma, quanto para pessoas que já estejam com doenças ou sintomas instalados.
Lembrando que o estilo de vida saudável é essencial para a eficácia de qualquer tratamento, tendo como prioridade os principais pilares, dos quais são:

a boa alimentação, prática regular de exercícios físicos,  sono reparador e a modulação do estresse.

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Referências:
Metabolismo mitocondrial, radicais livres e envelhecimento
https://www.scielo.br/j/rbgg/a/WDTfDQWP8pKswVmLMFLwQQr/?lang=pt&format=html
Mitochondrial TCA cycle metabolites control physiology and disease
https://www.nature.com/articles/s41467-019-13668-3

Mitochondrial biogenesis: An update
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7205802/pdf/JCMM-24-4892.pdf
Coenzyme Q10 and Statin-Induced Mitochondrial Dysfunction
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21603349/#:~:text=The%20statin%20medications%20routinely%20result,mechanism%20for%20statin%2Dinduced%20myopathies.

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ArtigosBlog RegeniusDor CrônicaFibromialgiaMedicina Regenerativa

A fibromialgia tem solução?

by Blog Regenius 7 de março de 2023

Ao longo desse mês tratamos sobre diversas vertentes que englobam a fibromialgia e a complexidade desta patologia. Falamos sobre como a fibromialgia se relaciona com o uso de suplementação, com a inflamação crônica, com a prática de atividades físicas e a alimentação.

 

Já ficou claro que o primordial no tratamento é a mudança no estilo de vida, não é mesmo?

Quando buscamos nas principais bases de dados o termo “fibromialgia”  aparecem mais de 13 mil artigos.

Isso demonstra a constância e relevância desse assunto, além da crescente na percepção da necessidade em se estudar mais sobre o tema.

A fisiopatologia da fibromialgia ainda não é completamente compreendida, mas há várias teorias sobre sua causa.

Uma teoria sugere que a fibromialgia é causada por uma alteração na forma como o cérebro e o sistema nervoso central processam a dor e outros estímulos sensoriais. Pessoas com fibromialgia parecem ter um limiar de dor mais baixo do que o normal e podem sentir dor mesmo em resposta a estímulos que não causariam dor em outras pessoas.

Outra teoria é que a fibromialgia é causada por desequilíbrios nos neurotransmissores, como a serotonina, que estão envolvidos no processamento da dor e da emoção. Também pode haver alterações nos níveis de outras substâncias químicas no cérebro, como a dopamina e a noradrenalina.

Alguns estudos também sugerem que a fibromialgia pode estar relacionada a anormalidades na resposta imunológica do corpo, bem como a alterações no funcionamento do sistema endócrino.

Além disso, muitas pessoas com fibromialgia possuem outras questões. A Fibromialgia é associada constantemente a outras patologias  como:  dor crônica, ansiedade, depressão, síndrome do intestino irritável e cefaléia tensional, o que sugere que há uma conexão entre essas condições e a fibromialgia.

Em resumo, a fisiopatologia da fibromialgia é complexa e multifatorial, envolvendo uma combinação de fatores, incluindo o processamento da dor, neurotransmissores, resposta imunológica e disfunções do sistema endócrino.

Tratamentos conservadores não são a única opção para o tratamento da fibromialgia. Embora esses tratamentos sejam geralmente recomendados como primeira linha de tratamento para a fibromialgia, existem outras opções de tratamento disponíveis, incluindo tratamentos alternativos e através do estilo de vida.

A saúde integrativa busca entender as causas desses desequilíbrios e traçar um tratamento a partir disso.

Algumas opções de tratamento médico incluem medicamentos analgésicos, antidepressivos, relaxantes musculares e medicamentos para ajudar a melhorar o sono, porém essa não é a única opção de tratamento. Terapia cognitivo comportamental (TCC), fisioterapia, terapia ocupacional e outras terapias de reabilitação também podem ser eficazes para ajudar a aliviar a dor e melhorar a função.

A mudança no estilo de vida é uma parte importante do tratamento para a fibromialgia e é geralmente considerada a base do tratamento. Isso ocorre porque muitas vezes há vários fatores do estilo de vida que podem contribuir para a dor e a fadiga associadas à fibromialgia, e fazer mudanças nessas áreas pode ajudar a aliviar os sintomas.

Algumas mudanças no estilo de vida que podem ser úteis incluem: Exercício físico regular: pode ajudar a aliviar a dor, melhorar a função física e reduzir a fadiga; Dieta saudável: comer uma dieta equilibrada e saudável, com alimentos ricos em nutrientes, pode ajudar a manter um peso saudável e melhorar a energia e a qualidade do sono;

Redução do estresse: técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga ou terapia cognitivo-comportamental (TCC), podem ajudar a reduzir o estresse ea ansiedade associados à fibromialgia; Sono de qualidade: estabelecer uma rotina de sono consistente e evitar estimulantes antes de dormir pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e reduzir a fadiga diurna;

Evitar atividades que pioram os sintomas: identificar e evitar atividades que aumentam a dor e a fadiga podem ajudar a reduzir os sintomas da fibromialgia.

Essas mudanças no estilo de vida podem ser complementadas com outros tratamentos, como medicamentos, terapias de reabilitação e técnicas de alívio da dor, conforme necessário.É sempre importante ressaltar que o tratamento deve ser individualizado e acompanhado por profissionais que buscam agir na causa das doenças e não apenas nos sintomas.

Conheça o Instituto Regenius, a clínica possui especialidades nas áreas de condições ortopédicas e articulares. Com mais de 24 mil pacientes atendidos, o instituto traz tudo o que há de mais moderno na área da ortopedia.

Entre em contato conosco e agende agora mesmo a sua consulta.

Referências:
Physiopathology of fibromyalgia

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32279983/

Dietary Interventions in the Management of Fibromyalgia: A Systematic Review and Best-Evidence Synthesis

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32878326/

Fibromyalgia Pathogenesis and Treatment Options Update
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26922414/

 

Physical exercises reduce pain, depression and improve quality of life in people with fibromyalgia

https://www.scielo.br/j/rbr/a/CrPnXWSqjrx8pRTdpzxNyDR/?format=pdf&lang=pt

7 de março de 2023 0 comment
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Exossomos e Lesões de Cartilagem do Joelho

by Otávio Melo 3 de março de 2023

03/03/23 – Novo artigo científico mostra benefícios do uso de exossomos para tratamento de lesões da cartilagem do joelho.

Em um trabalho publicado ontem, 02/03/23 na revista Journal of Orthopaedic Surgery and Research, um grupo de pesquisa comparou os resultados das infiltrações de Plasma Rico em Plaquetas com Exossomos para estimular a regeneração da cartilagem em joelhos de ratos. Os animais foram acompanhados durante 10 semanas, e avaliados durante esse período em relação à produção de susbstâncias inflamatórias, número de células produtoras de cartilagem (condrócitos) e também quantidade de cartilagem produzida. O grupo que recebeu aplicação de exossomos apresentou redução na produção de marcadores inflamatórios no joelho, e também evoluiu com uma maior regeneração das células que produzem a cartilagem. Esse achado traz uma grande  notícia para pessoas que sofrem com lesões de cartilagem, artrose e dores articulares, e pode indicar um caminho promissor para o tratamento e melhoria na qualidade de vida.  Você sabe o que são exossomos ?

Os exossomos são pequenos vesículas extracelulares que desempenham um papel importante na comunicação intercelular. Essas vesículas contêm proteínas, lipídios e material genético, e podem ser secretadas por várias células do corpo, incluindo células-tronco. Estas partículas são capazes de se ligar a outras células e transferir informações, o que as torna úteis para o tratamento de lesões articulares. Recentemente, os exossomos têm sido estudados como uma opção de tratamento para lesões de cartilagem do joelho.

Eles podem ajudar a tratar lesões articulares de várias maneiras. Primeiro, eles podem ajudar a reduzir a inflamação e a dor associadas à lesão. Isso é possível porque os exossomos contêm moléculas anti-inflamatórias que podem ajudar a reduzir a inflamação. Além disso, os exossomos também podem ajudar a estimular a regeneração dos tecidos articulares danificados. Isso é possível porque os exossomos contêm moléculas que podem estimular a produção de células saudáveis e ajudar a reparar os tecidos danificados.

Os exossomos também podem ajudar a melhorar a função articular. Isso é possível porque contêm moléculas que podem ajudar a restaurar a lubrificação articular e aumentar a flexibilidade. Além disso, os exossomos também podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea para a área lesionada, o que pode ajudar a acelerar o processo de cura.

Além disso, os exossomos podem ser uma opção mais segura e menos invasiva do que a cirurgia para lesões de cartilagem do joelho. Os exossomos podem ser administrados por injeção diretamente no joelho, evitando a necessidade de cirurgia e reduzindo o tempo de recuperação.

Recentemente, vários estudos têm sido realizados para avaliar o uso de exossomos para tratar lesões articulares. Estudos clínicos preliminares mostraram que os exossomos podem ajudar a reduzir a dor e a inflamação, além de melhorar a função articular. Além disso, os exossomos também podem ajudar a promover a regeneração dos tecidos articulares danificados.

Isso ocorre porque os exossomos contêm proteínas e fatores de crescimento que podem promover o crescimento e a regeneração celular. Os exossomos também podem fornecer sinais para as células-tronco endógenas, que são células presentes no tecido adiposo, medula óssea e outros tecidos que têm a capacidade de se diferenciar em células de vários tipos de tecido.

Em um estudo publicado no Journal of Extracellular Vesicles, pesquisadores injetaram exossomos derivados de células-tronco mesenquimais em ratos com lesões de cartilagem do joelho. Os resultados mostraram que os exossomos ajudaram a promover a regeneração da cartilagem e reduzir a inflamação. Outro estudo realizado em humanos também mostrou resultados promissores, com pacientes relatando melhora na dor e função do joelho após o tratamento com exossomos.

Um estudo de 2019 publicado na revista BMC Musculoskeletal Disorders descobriu que os exossomos podem ajudar a reduzir a dor e a inflamação em pacientes com artrite reumatóide. Os resultados mostraram que os exossomos podem ajudar a melhorar a função articular e a qualidade de vida dos pacientes.

Outro estudo publicado na revista Stem Cells International em 2020 descobriu que os exossomos podem ajudar a promover a regeneração dos tecidos articulares danificados. Os resultados mostraram que os exossomos podem ajudar a estimular a regeneração dos tecidos articulares, melhorando assim a função articular.

Em resumo, o uso de exossomos para o tratamento de lesões de cartilagem do joelho é uma área de pesquisa promissora. Os exossomos podem ajudar a promover a regeneração da cartilagem, reduzir a inflamação e melhorar a função do joelho. Além disso, os exossomos podem ser uma opção mais segura e menos invasiva do que a cirurgia para lesões de cartilagem do joelho.

No entanto, é importante ressaltar que os exossomos ainda são uma opção experimental de tratamento e não devem substituir os tratamentos atuais. Mais pesquisas são necessárias para determinar a eficácia e segurança dos exossomos em humanos, e os pacientes devem discutir com seus médicos as opções de tratamento disponíveis.

Os exossomos têm o potencial de revolucionar o tratamento de lesões de cartilagem do joelho e outras condições médicas. Eles podem fornecer uma alternativa mais segura e menos invasiva à cirurgia, além de melhorar a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes. Como a pesquisa sobre exossomos continua a avançar, é possível que em breve vejamos essa tecnologia sendo usada em larga escala no tratamento de lesões de cartilagem do joelho e outras condições.

 

  1. Zhang S, Chuah SJ, Lai RC, Hui JHP, Lim SK, Toh WS. MSC exosomes mediate cartilage repair by enhancing proliferation, attenuating apoptosis and modulating immune reactivity. Biomaterials. 2018;156:16-27. doi: 10.1016/j.biomaterials.2017.11.006.
  2. Mendonça MV, Larocca TF, Oliveira JML, et al. Exosomes derived from mesenchymal stem cells in the treatment of inflammatory diseases: current status and new directions. Biomed Res Int. 2015;2015:765-763. doi: 10.1155/2015/520251.
  3. Chahla J, Piuzzi NS, Mitchell JJ, Dean CS, Pascual-Garrido C, LaPrade RF. A call for standardization in platelet-rich plasma preparation protocols and composition reporting: a systematic review of the clinical orthopaedic literature. J Bone Joint Surg Am. 2017;99(20):1769-1779. doi: 10.2106/JBJS.16.00847.
  4. Li Y, Li DC, Li MF, et al. Exosomes derived from chondrocytes regenerate hyaline cartilage in a rabbit model of osteoarthritis. J Orthop Res. 2019;37(10):2147-2156. doi: 10.1002/jor.24364.
  5. Zhao, H., Zhao, Z., Li, D. et al. Effect study of exosomes derived from platelet-rich plasma in the treatment of knee cartilage defects in rats. J Orthop Surg Res 18, 160 (2023). https://doi.org/10.1186/s13018-023-03576-0

 

3 de março de 2023 0 comment
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Fibromialgia e inflamação crônica

by Blog Regenius 22 de fevereiro de 2023

Como vocês têm visto por aqui, fevereiro é mês de conscientização a respeito da fibromialgia.Visto isso, achamos mais que necessário incluir posts semanais a respeito deste tema que gera tantas dúvidas e mitos.

 

Você sabia que os sintomas da fibromialgia podem ser acentuados caso você seja uma pessoa inflamada?

A Inflamação é um processo de defesa inato e não específico do nosso organismo. Ela ocorre em resposta à presença de material estranho (não próprio), ou como consequência de dano tecidual causado por agentes físicos, químicos ou biológicos, ou por anormalidades como a falha em eliminar resíduos ou digerir nutrientes.

A inflamação é necessária, em algum grau, para sermos pessoas saudáveis. É um mito achar que você será 100% desinflamado, pois esse processo é quem nos protege de agentes estranhos. Porém há um limiar para essa inflamação.

Com maus hábitos de vida como, alimentação rica em ultraprocessados e industrializados, sedentarismo, sono de má qualidade ou em pouca quantidade estamos contribuindo para que o nosso corpo ultrapasse esse limiar e fique em um estado de inflamação crônica de baixo grau.

É como se a gente recrutasse a defesa do nosso corpo a todo momento. Isso ativa o nosso sistema imune, fazendo com que o nosso corpo esteja em constante defesa. Isso traz diversos prejuízos à saúde.

Começando pela nossa imunidade. Se o nosso sistema de defesa está constantemente em alerta, quando realmente precisamos de defesa ele pode não ser “forte o suficiente”. Além disso, esse estado de inflamação crônica vem sendo associado em diversos estudos com  a ansiedade, depressão, obesidade, doenças autoimunes, câncer, síndrome metabólica entre muitos outros!

Um artigo apontou para  a  possibilidade  de  o  estado  inflamatório  existente  na  fibromialgia  pode  estar relacionado com a disfunção mitocondrial. Esta disfunção estaria relacionada com a deficiência de nutrientes que funcionam como cofatores na produção de energia e na regulação da produção dos radicais livres, sendo o mais apontado a Coenzima Q10.

Esta deficiência levaria  a  que  as  mitocôndrias  produzissem  espécies  reativas  de  oxigênio  em  maior quantidade, ou seja haveria o desequilíbrio do estresse oxidativo que deixa “circulante” mais toxinas.

O  aumento  destas  espécies  reativas  de  oxigênio  estaria  relacionado  não  só com  o  aumento  da  disfunção  mitocondrial,  como  também  com  o  aumento  do  estresse oxidativo  que  está  presente  nos  doentes  com  fibromialgia,  aumentando  a  resposta inflamatória com a produção de citocinas pró-inflamatórias como o tumor necrosis factorα(TNF -α).

Há alguns mecanismos possíveis para a diminuição da inflamação e, como consequência, a remissão dos sintomas da fibromialgia. A suplementação de coenzima Q10 vem, cada vez mais, aparecendo como uma alternativa possível.

 

Por regular o estresse oxidativo a Coenzima Q10 diminuiria a produção de toxinas para o corpo, diminuindo a inflamação. Além disso, essa regulação estaria intimamente ligada aos níveis de cortisol séricos, o que já vem sendo demonstrado como uma das causas da inflamação.

Essa regulação dos níveis de cortisol pode acontecer também ao implementar uma higiene do sono e melhorar de forma expressiva a qualidade do sono. Outros estudos apontam para  a possibilidade de poder haver uma correlação entre a deficiência de vitamina D e a fibromialgia, apontando a vitamina D como uma possível terapia.

Outra forma bastante presente nos estudos de diminuir a dor da fibromialgia é a implementação de atividades físicas regulares na rotina do paciente. Pois, através dessa prática há o controle dos níveis de cortisol, modulação do estresse e da inflamação crônica.

 

Percebem o quanto é importante para o paciente com fibromialgia manter hábitos saudáveis?

 

Isso faz parte do tratamento!

Para manter-se “desinflamado”, ou seja, sem ultrapassar o limiar da inflamação saudável, é preciso retirar tudo aquilo que te inflama! Sejam coisas físicas, como alimentos, cosméticos, produtos de limpeza, ou coisas mais emocionais, como é o caso da redução dos níveis de estresse, as notícias que você vê ou até mesmo o tipo de conteúdo que você consome nas redes sociais.

A desinflamação é um processo ativo! Vamos juntos?

Venha para o Instituto Regenius!

Aqui você encontra os melhores tratamentos para as suas dores articulares e ortopédicas. Com mais de 16 anos no mercado, o Instituto conta com as melhores e mais sofisticadas tecnologias para melhor atender a todos os seus pacientes.

Agende agora mesmo uma avaliação conosco e se livre de uma vez por todas das suas dores. 

 

Referências:
PERFIL DE CITOCINAS NA FIBROMIALGIA
https://repositoriocientifico.uatlantica.pt/bitstream/10884/811/1/Perfil%20de%20citocinas%20na%20Fibromialgia.pdf

 

Evidence for an association between endometriosis, fibromyalgia, and autoimmune diseases. Hila Greenbaum et al. Am J Reprod Immunol. 2019 Apr.

 

Ação do complexo da coenzima Q sob efeito do ácido á-lipoico (ALA) no tratamento da fibromialgia: Uma revisão
https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/22790/1/12_v.10_1.pdf

 

Correlação dos distúrbios do sono e parâmetros subjetivos em indivíduos com fibromialgia
https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-526986

22 de fevereiro de 2023 0 comment
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