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teste genéticos
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Testes Genéticos e Nutrição Esportiva

by Otávio Melo 16 de fevereiro de 2022

Visando a nutrição adequada, a tecnologia médica já permite saber, por meio de testes genéticos, fatores que influenciam no metabolismo de certos nutrientes. Para a melhor performance de atletas, a nutrição é mais do que um auxílio, ela é fundamental. Por isso, garantir que o aporte nutricional seja o adequado é uma luta constante dos profissionais que lidam com a área.

Essa área, chamada de nutrigenética, permite que atletas tenham um melhor desempenho, melhor recuperação e se aproveitam para curar mais rapidamente lesões que possam aparecer. O DNA cumpre um importante papel no ramo, já que variações na sequência genética permitem que melhoremos o desempenho com o auxílio da nutrição.

Nos próximos parágrafos, vamos discutir melhor sobre os testes genéticos e a nutrição esportiva.

Qual a importância da nutrição para a performance?

Para o funcionamento correto e a otimização do desempenho de atletas, a nutrição – incluindo-se aqui também a suplementação – é o combustível adequado, garantindo todas as substâncias que farão o organismo trabalhar melhor e não sofrer com inflamações e lesões. Dietas personalizadas são importantes iniciativas nesse sentido, pois consideram o indivíduo de forma única e não um grupo de pessoas.

Uma dieta direcionada e orientada por um profissional pode trazer para o atleta:

Menor risco de lesões;
Menos inflamação corporal;
Menos dores após o treino;
Energia para a realização da carga de treinamentos.
Recuperação muscular adequada após jogos e treinos.

O cuidado com a dieta deve ser sempre colocado em primeiro lugar. Procure profissionais para adequar o plano nutricional ao seu organismo.

Testes Genéticos e a Nutrição Esportiva

Para melhorar o entendimento sobre o corpo, as necessidades do mesmo e quais são os fatores genéticos de um organismo é possível realizar testes genéticos, descobrindo características genéticas individuais. Com isso, um plano nutricional específico pode ser montado e direcionado para um atleta.

Estes testes genéticos não são uma exclusividade do esporte ou coisa de outro mundo. Eles servem para buscar anomalias e mutações nos cromossomos, genes ou proteínas de uma pessoa que possam alterar a sua resposta a alguma substância ou favorecer o aparecimento de doenças.

Nem sempre essas mutações são problemáticas ou nocivas, mas, por conta de seu potencial para a saúde, existe uma busca para saber se elas estão presentes, principalmente quando falamos de doenças como o câncer.

Dentro da nutrição, podemos identificar a presença de alguns genes que mudam a forma como o corpo reage a nutrientes. Vamos ver abaixo alguns desses genes:

Gene VDR
Alterações no gene VDR mostram informações sobre a necessidade nutricional da vitamina D, aferindo também a predisposição da necessidade de suplementação. Pessoas com algumas mutações no gene podem ter maior risco de deficiência da vitamina, que deve ser acompanhada de perto para evitar riscos à imunidade e aos ossos. Além disso, um estudo verificou a associação de determinado padrão genético do gene VDR com a maior propensão de fraturas.

Gene CYP1A2:
Este gene altera a metabolização de cafeína, substância muito presente em pré-treinos e uma aliada de todas as horas para a melhoria do desempenho e redução da fadiga. Quem tem alterações neste gene, como os metabolizadores rápidos, possuem propensão a uma maior ingesta de café. Além disso, deve-se ficar atento ao seu consumo, pois já existe estudo correlacionando o consumo de cafeína em pessoas metabolizadoras lentas e o maior risco de infarto do miocárdio.

Gene MTHFR:
Importante para a nutrição, este gene regula a metabolização das vitaminas do complexo B, especialmente da vitamina B9. Essa última vitamina citada possui papel essencial na gestação, influenciando na formação do sistema nervoso central. Além disso, quem Quem possui alterações no gene tem problemas para a metabolização da vitamina B, o que traz o aumento de riscos cardiovasculares. Da mesma forma, os indivíduos também têm uma menor capacidade aeróbia e maior risco de desenvolvimento de anemia megaloblástica.

Genes como os genes FTO, MC4R, TCF7L2 e APOA2
Diversos genes são responsáveis pelo acúmulo de gordura corporal, por isso é preciso ficar atento às mutações nesses genes que favoreçam um maior ganho de gordura. A dieta e o exercício aeróbico são medidas que podem contrabalancear essa situação.

Além desses genes, ainda existem outros que influenciam a resposta do corpo à nutrição, aos exercícios físicos e também que lidam com os processos fisiológicos, como os genes CLOCK. Para saber mais sobre eles, acesse o link 

O melhor desempenho está nas mãos de profissionais

Para realizar os testes que avaliam o seu perfil genético e sugerem as melhores estratégias para o desempenho esportivo, é preciso contar com profissionais especializados e abordagens multidisciplinares.

O Instituto Regenius é uma clínica voltada para o tratamento de condições ortopédicas e articulares. Com mais de 16 anos de experiência e 24 mil pacientes atendidos, o Instituto traz para o Brasil o mais avançado tratamento disponível para as lesões esportivas e crônicas.

Na clínica, diversos atletas recebem tratamento para melhorar sua performance, tratar lesões e curar dores crônicas diversas.

Entre em contato e agende uma consulta agora mesmo. Não sofra com dores!

Referências bibliográficas

Personalized sports nutrition: can we figure out what to eat based on genetics?

Guest NS, Horne J, Vanderhout SM and El-Sohemy A. Sport Nutrigenomics: Personalized Nutrition for Athletic Performance. 2019. Front. Nutr. 6:8. doi: 10.3389/fnut.2019.00008.

Horst-Sikorska W, Kalak R, Wawrzyniak A, Marcinkowska M, Celczynska-Bajew L, Slomski R. Análise de associação dos polimorfismos do gene VDR com a densidade mineral óssea e a ocorrência de fraturas. Metab do Mineiro de Ossos J. 2007;25(5):310-9. doi: 10.1007/s00774-007-0769-5. Epub 2007 25 de agosto. PMID: 17704996.

CORNELIS, Marilyn C. et al. Coffee, CYP1A2 genotype, and risk of myocardial infarction. Jama, v. 295, n. 10, p. 1135-1141, 2006.

García-Minguillán CJ, Fernandez-Ballart JD, Ceruelo S, Ríos L, Bueno O, Berrocal-Zaragoza MI, Molloy AM, Ueland PM, Meyer K, Murphy MM. O status de riboflavina modifica os efeitos dos polimorfismos de metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) e metionina sintase redutase (MTRR) na homocisteína. Genes Nutr. 2014 Nov;9(6):435. doi: 10.1007/s12263-014-0435-1. Epub 2014 17 de outubro. PMID: 25322900; PMCID: PMC4235830.

16 de fevereiro de 2022 0 comment
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lesão menisco alça de balde
ArtigosDor CrônicaJoelhoMétodos FísicosTratamentos

Como Tratar Lesão de Menisco em Alça de Balde Sem Cirurgia

by Otávio Melo 16 de fevereiro de 2022

Sofrer lesões no joelho é um fato comum para atletas, amadores ou profissionais, e também para pessoas que não praticam esportes. Todas as estruturas desta articulação podem sofrer com o aparecimento de lesões. No caso do menisco, elas podem aparecer em qualquer um dos dois, podendo ser classificada quanto a sua direção como vertical, horizontal, radial, oblíqua ou complexa. Entre as afecções do menisco estão as em “alça de balde”, lesão instável.

No caso desta última – a lesão de menisco em alça de balde -, acontece uma ruptura vertical, criando um fragmento solto que se movimenta em direção ao centro da articulação, enquanto ainda está preso ao menisco. Essa e outras lesões meniscais estão comumente associadas à prática de atividades físicas.
Para saber mais sobre o que é a lesão em alça de balde e como podemos tratá-la, vamos entender melhor sobre o menisco a seguir.

O que é o menisco?

O menisco é uma das principais estruturas presentes no joelho, com a função de reduzir o impacto provocado por atividades físicas e estabilizar a articulação. Eles são formados por tecido fibrocartilaginoso formato de meia lua, sendo pouco propensos à recuperação por conta própria devido aos poucos vasos sanguíneos presentes, sendo mais vascularizado na região periférica, também chamada de zona vermelha.

No joelho, existem dois meniscos:

Menisco Medial
Está localizado na parte interna do joelho e ligado ao ligamento colateral medial. Não tem uma grande mobilidade e é mais propenso ao aparecimento de lesões quando comparado ao outro.

Menisco Lateral
Localizado na parte exterior do joelho, é mais móvel e mais circular que o outro menisco. Por ele, passam o ligamento colateral lateral e o tendão poplíteo. O menisco lateral também é o mais inervado entre os dois, trazendo mais dor quando lesionado.

Agora, que temos uma visão geral do menisco, podemos entender melhor as lesões que acometem essa estrutura.

As Lesões do Menisco
O aparecimento de lesões meniscais pode acontecer em qualquer idade, porém, a partir dos 40 anos, ela se torna mais comum devido ao envelhecimento e aos desgastes naturais, também podendo ocorrer lesões após traumas agudos. Além disso, lesões como a ruptura de ligamentos podem afetar o menisco e aumentar a probabilidade de danos na estrutura.
Normalmente, os sintomas de uma lesão no menisco se apresentam a partir do momento em que o evento traumático acontece, trazendo dificuldades de mobilidade. O indivíduo costuma sofrer com dores no joelho e ter dificuldades de movimentação, além de edema visível.

Lesões no menisco precisam ser abordadas de uma forma completa e que avalie todas as opções disponíveis, pois nem sempre a cirurgia é uma técnica que resolva completamente a lesão. Abordagens diferentes e humanizadas que incluam tratamentos com radiofrequência, laser, fisioterapia, crioterapia e mudanças nos hábitos de vida (alimentação, prática esportiva, etc.) podem trazer efeitos positivos para o paciente.

Como tratar a lesão do menisco em alça de balde sem cirurgia?

A lesão do menisco em alça de balde acontece com um ruptura, normalmente no eixo longitudinal vertical ou oblíquo, que leva geralmente a uma parte central do menisco se desprender e ir em direção ao centro da articulação. Essa parte fica solta na maior parte de sua extensão, exceto em dois pontos de contato (o que caracteriza o formato de alça). A lesão em alça de balde é mais comum no menisco medial, posicionado na parte interior da articulação.

Para identificar a condição, além do relato do paciente, é recomendada a realização da ressonância magnética, que pode demonstrar como e onde está localizado o fragmento que se desprendeu.

Os sintomas relatados são similares aos de outras lesões meniscais, porém podem ser mais intensos, principalmente em movimentos de giro e de esticar a perna. É possível, inclusive, que o fragmento de menisco impeça que o joelho seja completamente esticado, necessitando de uma intervenção física ou cirúrgica para resolver o problema.

O tratamento recomendado é cirúrgico retirando a parte fragmentada do menisco (meniscectomia) ou fazendo a sutura da mesma ao resto do menisco. Entretanto, além da cirurgia o paciente passa também por um período de recuperação, podendo ter auxilio de outros tratamentos não cirúrgicos, como a fisioterapia.

A medicina já relata casos onde houve a cura espontânea do menisco com o acompanhamento fisioterápico e tratamentos conservadores. De outra forma, a recuperação por meio de células-tronco também pode ajudar nesta questão, facilitando a regeneração do menisco. 

Alguns tratamentos muito importantes nestes casos são:

  • Fisioterapia;
  • Reforço muscular;
  • Radio Regen;
  • ORTOLASER;
  • Crioterapia.

Veja a seguir como fica a lesão após o tratamento adequado.

Lesão de menisco alça de balde antes do tratamento

Lesão de menisco alça de balde antes do tratamento

Lesão de menisco alça de balde depois do tratamento

Lesão de menisco alça de balde depois do tratamento

 

 

 

Lesão de menisco alça de balde antes do tratamento

Lesão de menisco alça de balde antes do tratamento

Lesão de menisco alça de balde depois do tratamento

Lesão de menisco alça de balde depois do tratamento

 

 

 

 

 

 

É importante estabilizar a lesões e fortalecer as demais estruturas da perna. Para saber mais sobre os tratamentos do Instituto Regenius, clique aqui.
Faça o tratamento com o melhor da tecnologia médica

O Instituto Regenius é uma clínica voltada para o tratamento de condições ortopédicas e articulares. Com mais de 16 anos de experiência e 24 mil pacientes atendidos, o Instituto traz para o Brasil o mais avançado tratamento disponível para as lesões esportivas e crônicas.
No caso dos tratamentos de menisco, os profissionais da clínica possuem a experiência necessária para identificar os casos de cirurgia necessária e onde ela pode ser adiada ou não feita. Cuide do seu corpo da melhor forma, sem se submeter a cirurgias desnecessárias.

Entre em contato e agende uma consulta agora mesmo. Não sofra com dores!

Referência:
Gomes, Andre Francisco et al. Rotura em “alça de balde” simultânea dos meniscos no mesmo joelho. Acta Ortopédica Brasileira [online]. 2009, v. 17, n. 4 [Acessado 6 Fevereiro 2022] , pp. 247-249. Disponível em: . Epub 11 Set 2009. ISSN 1809-4406. https://doi.org/10.1590/S1413-78522009000400012.

Rabelo, Neiffer Nunes and Rabelo, Nícollas Nunes Spontaneous healing of bucket handle tear of the medial meniscus associated with ACL tear. Revista Brasileira de Ortopedia [online]. 2013, v. 48, n. 1 [Accessed 7 February 2022] , pp. 100-103. Available from: . ISSN 1982-4378. https://doi.org/10.1016/j.rboe.2012.05.004.

16 de fevereiro de 2022 0 comment
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laser de baixa potencia
ArtigosDor CrônicaTratamentos

Como o laser de baixa frequência ajuda na recuperação de jogadores de futebol?

by Otávio Melo 16 de fevereiro de 2022

Você sabia que o laser de baixa potência pode ajudar na recuperação dos jogadores de futebol, diminuindo os marcadores de dano muscular? Encontrar formas de garantir uma boa recuperação a atletas sem envolver substâncias farmacológicas ou tratamentos muito longos é uma necessidade para as competições atuais.

Esse tipo de laser realiza a fotobioestimulação – FBE, método terapêutico que utiliza feixes de luz para estimular os fotorreceptores celulares, o que pode resultar em menos índices de lactato, por exemplo. Dessa forma, o corpo dos atletas recupera de uma forma mais rápida e eficiente, limitando o cansaço e a tendência ao aparecimento de lesões.

Nos próximos parágrafos, vamos trazer o que se sabe sobre os benefícios da fotobioestimulação e como o laser de baixa frequência ajuda na recuperação de jogadores de futebol.

Saiba o que é o laser de baixa intensidade e a fotobioestimulação – FBE

O laser de baixa potência é um equipamento que consegue direcionar feixes de luz para uma parte do corpo, estimulando a regeneração e a recuperação tecidual local. Esse efeito é chamado de fotobioestimulação (FBE) e já é utilizado na área da estética para a recuperação da pele.

Neste método terapêutico, os feixes de luz estimulam os fotorreceptores que existem dentro das células, garantindo um aporte energético para as mesmas. Essa luz acaba estimulando a atividade mitocondrial após a pele receber os fótons, partículas de luz que são absorvidas e contribuem para a produção de energia celular.

Quando isso acontece, o tecido apresenta diversas melhorias como:

Aumento do metabolismo energético e síntese de ATP (molécula de energia);
Redução do estresse oxidativo;
Prevenção e regeneração de lesões;
Modulação gênica por meio da ativação de fatores de transcrição e aumento na excitabilidade das fibras musculares.

Benefícios da Fotobioestimulação para a Performance Esportiva
Dentro do esporte, a fotobioestimulação se mostra uma aliada para a melhoria da performance em treinos e partidas, mas também a recuperação de lesões crônicas e agudas. Sua utilização permite aos atletas um menor cansaço e uma maior recuperação, o que pode levar a um aumento no ritmo e intensidade dos treinamentos.

Com esse aumento, é comum atletas conseguirem ter uma melhor performance, incluindo aumentos de cargas, melhoria da capacidade cardiovascular e maior resistência aos treinamentos.

Mais do que isso, a FBE consegue reduzir a inflamação corporal, garantindo que o fator inflamatório não seja determinante para uma recuperação lenta e incompleta do organismo, quando lidamos com lesões e microlesões.

Como o laser de baixa frequência ajuda na recuperação de jogadores de futebol?

Terapias regenerativas para atletas são uma realidade há alguns anos, sendo sempre descobertos novos métodos para garantir ao corpo humano uma recuperação mais rápida e fácil. Entre essas terapias, está o laser de baixa intensidade, que já tem seus usos em pessoas que não são atletas analisados e verificados por estudos.

Porém, quando falamos em atletas profissionais, ainda estão sendo realizados estudos para certificar como a tecnologia poderia trazer benefícios e melhoria na performance.

Durante a prática do futebol, os atletas podem ter altos níveis de creatina quinase e lactato no sangue, o que aumenta a dor muscular e o cansaço prolongados. O aumento da creatina também está associado a danos celulares e desbalanços nos eletrólitos, o que torna mais demorada a recuperação.

Quando o atleta passa por sessões do laser antes ou depois do seu treino ou jogo, é possível ver uma diminuição considerável nos indicadores de lactato e creatina no sangue, sendo a queda maior quando a terapia foi utilizada em períodos posteriores à prática. Os locais onde a terapia foi aplicada foram os membros inferiores, no músculos reto femoral, vasto lateral e vasto medial.

Se comparada à crioterapia, a fotobioestimulação consegue menores níveis de marcadores inflamatórios após exercícios musculares extenuantes. Também mostrou-se melhor para auxiliar o desempenho e a musculatura após o exercício.

Melhores seus treinos e sua recuperação com o Instituto Regenius

Se você deseja a recuperação das lesões esportivas e a melhoria dos treinos, o Instituto Regenius é um aliado para o seu desempenho. Somos uma clínica voltada para o tratamento de condições ortopédicas e articulares.

Com mais de 16 anos de experiência e 24 mil pacientes atendidos durante essas décadas, o Instituto traz para o Brasil os mais avançados tratamentos disponíveis para as lesões esportivas e crônicas e também para o cuidado com atletas de diversas modalidades por todo o país.

Não deixe para garantir o melhor para a sua performance no futuro, entre em contato agora mesmo com nossa equipe de especialistas. Nós cuidamos da sua performance e da sua saúde.

Entre em contato e agende uma consulta de avaliação agora mesmo.

REFERÊNCIAS :
Ferraresi C, Hamblin MR, Parizotto NA. Low-level laser (light) therapy (LLLT) on muscle tissue: performance, fatigue and repair benefited by the power of light. Photonics
Lasers Med. 2012; 1(4): 267–286. DOI: 10.1515/plm-2012-0032 [PubMed: 23626925]
Does Low-Level Laser Therapy Decrease Muscle-Damaging Mediators After Performance in Soccer Athletes Versus Sham Laser Treatment? A Critically Appraised Topic
The Effectiveness of Photobiomodulation Therapy Versus Cryotherapy for Skeletal Muscle Recovery: A Critically Appraised Topic
Bettleyon J, Kaminski TW. Does Low-Level Laser Therapy Decrease Muscle-Damaging Mediators After Performance in Soccer Athletes Versus Sham Laser Treatment? A Critically Appraised Topic. J Sport Rehabil. 2020 Nov 1;29(8):1210-1213. doi: 10.1123/jsr.2019-0421. Epub 2020 May 5. PMID: 32369763.
ALMEIDA, P. et al. Red (660 nm) and infrared (830 nm) low-level laser therapy in skeletal muscle fatigue in humans: what is better? Lasers Med. Sci., v. 27, p. 453-458, 2012.

 

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fotobioestimulação
ArtigosArtroseDor CrônicaLongevidadeMétodos FísicosTratamentos

Fotobioestimulação e performance esportiva

by Otávio Melo 15 de fevereiro de 2022

Entre as últimas tecnologias voltadas para o assunto, está a fotobioestimulação – FBE, método terapêutico que utiliza feixes de luz para estimular os fotorreceptores celulares. Excelente para recuperar indivíduos de suas lesões, buscando melhorar a performance e prevenir novos danos ao corpo.

Por meio dessas emissões, é possível acelerar o metabolismo celular, recuperando os atletas mais rapidamente dos efeitos da prática de exercícios extenuantes e também acelerando o processo de cura de lesões esportivas. Apesar de não ser utilizada de forma costumeira no Brasil ainda, a FBE já é uma técnica conhecida na área da estética, por conta do seu potencial sobre a melhoria da pele e das cicatrizes.

Leia mais sobre a FBE na estética aqui 

Para saber mais sobre a técnica, acompanhe os próximos parágrafos, onde explicaremos detalhes.

O que é a fotobioestimulação – FBE?

A fotobioestimulação (FBE) é uma técnica inovadora voltada para a recuperação, manutenção e preservação dos tecidos e estruturas presentes no corpo de um atleta. O método terapêutico utiliza uma aplicação de feixes de luz para estimular os fotorreceptores que existem dentro das células, trazendo mais energia para as células por diversos mecanismos.

Os estudos indicam que a FBE realiza a estimulação da atividade mitocondrial após a irradiação de partículas de luz que são absorvidas e contribuem para a produção de energia celular.

A fotobioestimulação também traz para o corpo de um atleta:

Aumento do metabolismo energético e síntese de ATP (molécula de energia);
Redução do estresse oxidativo;
Prevenção e regeneração de lesões;
Modulação gênica por meio da ativação de fatores de transcrição e aumento na excitabilidade das fibras musculares.

Fotobioestimulação é uma técnica segura

Como não são utilizadas substâncias farmacológicas, químicas ou com possibilidade de toxicidade, não existem riscos de se tornar um vício ou de interagir com demais medicamentos/suplementos. Além disso, por ser uma técnica que utiliza apenas de luz, não é doping ou trapaça, sendo apenas a evolução do cuidado médico esportivo.

A técnica também não é um problema para o corpo do atleta, já que não é um procedimento invasivo ou danoso.

Benefícios da Fotobioestimulação para a Performance Esportiva

A fotobioestimulação é uma aliada para atletas em plena forma e também para quem está sofrendo com lesões agudas e crônicas. Seu mecanismo estimulante permite o aumento da performance, a maior recuperação pós treino e a aceleração na cura de lesões.

Entre os benefícios da FBE, a literatura médica aponta que o seu uso reduz o tempo de recuperação após a prática esportiva e também o aparecimento da dor muscular resultante da inflamação corporal e do lactato sanguíneo.

Além disso, ela possibilita a melhora da função da contração muscular e reduz o aparecimento da fadiga muscular induzida pelo exercício. Isso ocasiona em um efeito ergogênico, que melhora a performance esportiva e protege o corpo do aparecimento de lesões. Para um praticante de musculação, por exemplo, significam mais séries sem cansar o corpo e melhor forma nos exercícios, possibilitando mais tempo sob tensão, o que leva à hipertrofia.

Ainda existem evidências de melhora na função cardiovascular, auxiliando pacientes com doenças coronarianas. Também houve aumento das cargas utilizadas em treinos, possibilitando um melhor desempenho para quem lida com exercícios de corrida e de força.

Melhores seus treinos e sua recuperação com o Instituto Regenius

O Instituto Regenius é uma clínica voltada para o tratamento de condições ortopédicas e articulares. Com mais de 16 anos de experiência e 24 mil paciente atendidos, o Instituto traz para o Brasil o mais avançado tratamento disponível para as lesões esportivas e crônicas e também para o cuidado com atletas de diversas modalidades por todo o país.

Garanta o melhor para a sua performance entrando em contato com nossa equipe de especialistas. Nós cuidados da sua performance e da sua saúde.

Entre em contato e agende uma consulta agora mesmo.

REFERÊNCIAS :
Huang YY, Chen AC, Carroll JD et al (2009) Biphasic dose response in low level light therapy. Dose Response 7:358–383
Lin F, Josephs SF, Alexandrescu DT et al (2010) Lasers, stem cells, and COPD. J Transl Med 8:16
Photobiomodulation in human muscle tissue: an advantage in sports performance?
Ferraresi C, Hamblin MR, Parizotto NA. Low-level laser (light) therapy (LLLT) on muscle tissue: performance, fatigue and repair benefited by the power of light. Photonics
Lasers Med. 2012; 1(4): 267–286. DOI: 10.1515/plm-2012-0032 [PubMed: 23626925]
Does Low-Level Laser Therapy Decrease Muscle-Damaging Mediators After Performance in Soccer Athletes Versus Sham Laser Treatment? A Critically Appraised Topic
The Effectiveness of Photobiomodulation Therapy Versus Cryotherapy for Skeletal Muscle Recovery: A Critically Appraised Topic

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condromalacia patelar
ArtigosDor CrônicaJoelho

Condromalácia patelar: causa, sintomas e como o tratamento com Visco Regen pode ajudar!

by Otávio Melo 11 de fevereiro de 2022

As condromalácias ( condropatias) são o motivo de uma boa parcela das queixas de dores no joelho, atingindo através da condropatia patelar cerca de 25% das pessoas ao redor do mundo. Sendo a mais conhecida entre as condropatias – e virando quase um sinônimo – a condromalácia patelar aparece quando existe um amolecimento da cartilagem da patela (osso localizado no joelho), enfraquecendo a região e não absorvendo os impactos.

As condropatias afetam, principalmente, a patela, sendo a principal causa da Síndrome da Dor Patelofemoral. A patela é um importante osso do joelho, com formato similar a um triângulo, posicionado na parte anterior da articulação e recoberto por um tecido espesso, a cartilagem.

Por motivos variados, a cartilagem pode se desgastar, amolecer ou apresentar danos, atrapalhando a sua função e trazendo dores. Ao notar sintomas da condropatia, a pessoa deve buscar tratamento para frear o progresso da doença e para reduzir as dores.

A seguir, vamos explicar melhor o que é a condromalácia.

O que é a condromalácia patelar?

As condropatias são doenças que podem afetar diversas articulações do corpo humano. Elas atacam as cartilagens, tecidos que revestem as extremidades ósseas, causando danos e prejudicando a sua função. No caso da condromalácia patelar, a cartilagem que recobre a patela passa por um processo de amolecimento, o que impede o amortecimento e a preservação das outras estruturas do joelho.

Além do amolecimento, as condropatias também podem causar problemas mais graves como fissuras, degeneração e exposição do osso subcondral. Segundo a classificação de Outerbridge existem 4 graus de condropatia patelar. Esse método avalia o estágio de deteriorização da cartilagem, piorando progressivamente a cada grau que aumenta.

Qual é a causa da condromalácia patelar?

As razões para o aparecimento da condromalácia patelar ainda não são totalmente esclarecidas, podendo ser multifatorial. Os fatores que influenciam no seu aparecimento podem ser intrínsecos e extrínsecos, ou seja, ligado ao corpo do indivíduo ou não.

Dentre eles estão:

– Mau posicionamento da patela (causa mais comum);
– Desequilíbrio muscular;
– Pé cavo ou valgo;
– Frouxidão ligamentar;
– Trauma direto;
– Uso excessivo da articulação;
– Outros.

As condropatias são doenças de evolução gradativa, apresentando dores leves e passageiras inicialmente, principalmente em atividades que demandem esforço do joelho. Contudo, o quadro pode evoluir rapidamente para lesões e dificuldades para o corpo. Por isso, é preciso estar atento aos sintomas e procurar ajuda de profissionais, como os do Instituto Regenius.

Quais os sintomas da Condromalácia Patelar?

Da mesma forma que as outras condropatias, a condromalácia patelar se inicia com o surgimento de dores locais (na parte anterior do joelho), que acontecem após esforço como atividades físicas ou subir escadas. Com a progressão da doença, atividades como correr, pular e agachar se tornam extremamente desconfortáveis e impossíveis de serem realizadas.

A dor durante a realização de movimentos também pode aparecer quando o paciente permanece sentado. Segundo estudo publicado, 62% das pessoas avaliadas com condromalácia patelar tiveram dores quando estavam nesta posição.

Além da dor, o aparecimento de edemas, a perda de força, a falta de estabilidade no joelho e as crepitações também podem pode aparecer, contribuindo para limitar a mobilidade do indivíduo.

Visco-Regen: tratamento eficaz para a condromalácia

O tratamento da condropatia patelar objetiva reduzir as dores e devolver a melhor qualidade de vida ao paciente, buscando também que a doença não continue a sua evolução. Um problema que é preciso enfrentar, porém, é a falta de vasos sanguíneos , e nervos, o que reduz a capacidade regenerativa da condromalácia.

Com as infiltrações de substâncias voltadas para a recuperação, lubrificação e nutrição, é possível reduzir dores e ajudar na regeneração da cartilagem. Não necessariamente a cartilagem vai ser curada pelo tratamento, mas as mensagens de dor vão ser bloqueadas e vai ser possível evitar o atrito entre os ossos, além de aumentar a absorção de impacto no joelho. A volta da mobilidade pode ser sentida em poucas sessões.

Para a melhor recuperação da condromalácia, além da viscossuplementação, também é necessária uma abordagem com outros métodos terapêuticos. Alguns deles bem efetivos são:

Fisioterapia

Essencial no tratamento da condropatia, por meio dela é possível fortalecer a musculatura, reequilibrando o corpo e recuperando a mobilidade. Somando a viscossuplementação, o paciente consegue voltar mais rápido para a sua rotina comum.

Alguns exercícios recomendados são alongamentos, fortalecimento por meio da isometria, técnicas articulares manuais e liberação miofascial.

Alimentação Saudável

A alimentação focada na redução da inflamação corporal consegue reverter as condições que aceleram o progresso da doença. Antioxidantes, que podem ser obtidos por infusões também, são uma forma de combater os radicais livres. E mais do que a inflamação corporal, a alimentação saudável é fundamental para a perda de peso, o que retira pressão do joelho.

Atividades Físicas Adequadas

Pilates, natação e hidroginástica, entre outras atividades que não sobrecarregue o joelho, garantem o fortalecimento muscular. Com a supervisão profissional, é possível não lesionar o joelho e impedir que haja o enfraquecimento muscular.

Em casos de dor, procure ajuda!

As condropatias são condições que nem sempre são sintomáticas, progredindo por anos silenciosamente até a dor começar. Por conta deste fato, ao notar o aparecimento de dores suspeitas na parte frontal do joelho, é preciso prestar atenção. A busca por profissionais precocemente ajuda a evitar que a condição evolua.

O Instituto Regenius é uma clínica voltada para o tratamento de condições ortopédicas e articulares. Com mais de 16 anos de experiência e 24 mil paciente atendidos, o Instituto traz para o Brasil o mais avançado tratamento disponível para as lesões esportivas e crônicas.

Entre em contato e agende uma consulta agora mesmo. Não sofra com dores!

Referências:
DE OLIVEIRA FREIRE, Maxime Figueiredo et al. CONDROMALÁCIA DE PATELA: COMPARAÇÃO ENTRE OS ACHADOS EM APARELHOS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE ALTO E BAIXO CAMPO MAGNÉTICO.

DANTAS, Guilherme Estevam; SILVA, Ricardo; BORGES, Kamylla. PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA O TRATAMENTO DA CONDROMALÁCIA PATELAR. REVISTA UNIARAGUAIA, v. 9, n. 9, p. 286-304, 2016.

LAGES, João Marcelo Ferreira et al. Revisão sistemática sobre o tratamento conservador e cirúrgico na condromalácia patelar. REVISTA SAÚDE MULTIDISCIPLINAR, v. 8, n. 2, 2020.

DWYER, Tim et al. Reliability and Validity of the Arthroscopic International Cartilage Repair Society Classification System: Correlation With Histological Assessment of Depth. Arthroscopy. 2017;33(6):1219-1224. doi:10.1016/j.arthro.2016.12.012

PIAZZA, Lisiane et al. Sintomas e limitações funcionais de pacientes com síndrome da dor patelofemoral. Revista Dor, v. 13, p. 50-54, 2012.

 

11 de fevereiro de 2022 0 comment
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Ruptura
ArtigosBlog Regenius

Como identificar a ruptura de ligamento?

by Otávio Melo 11 de fevereiro de 2022

Se você tem interesse por esportes, provavelmente já ouviu falar de atletas com lesões nos ligamentos, como a ruptura do ligamento anterior ou ligamento cruzado do joelho. Jogadores como Ronaldo Fenômeno e Paulo Henrique Ganso são alguns dos exemplos de atletas que sofreram com o problema.

Conheça jogadores que já sofreram com a lesão de ligamento

Os ligamentos são estruturas muito importantes durante as movimentações, ligando os ossos e auxiliando a estabilidade articular. Além disso, eles guiam o arco do movimento articular, permitindo a sua movimentação adequada. Por isso, quando acontece a ruptura, o joelho fica instável, não permitindo movimentos rápidos e também podendo causar lesões em outras estruturas como o menisco.

Normalmente, identificar a ruptura do ligamento necessita de exames físicos específicos que detectam o problema. Mas o histórico do paciente e os sintomas que ele apresenta são fatores fundamentais para reconhecer o surgimento da lesão.

A seguir, vamos explicar melhor como é possível saber se houve a ruptura do ligamento.

Saiba o que são os ligamentos

Ligamentos são estruturas presentes nas articulações do corpo humano, como joelho, ombro, tornozelo e quadril. Formados por tecido conjuntivo feito com fibras elásticas e colágeno, eles garantem a estabilidade articular e fazem a ligação entre ossos, guiando o movimento adequado que não seja lesivo ao corpo. Pela sua natureza elástica, eles podem se alongar até um certo ponto sem problemas, porém também podem sofrer com distensões e rupturas.

No caso de lesões envolvendo os ligamentos, ocorre a instabilidade articular e a dificuldade de movimentação, com restrições aos movimentos. Atletas amadores ou profissionais quando sofrem lesões ligamentares, não conseguem se movimentar na mesma velocidade e nem com as mudanças de direção.

Além disso, uma ruptura ligamentar pode trazer riscos de derrame articular e de lesões no tecido cartilaginoso e no menisco, devido às instabilidades que podem aparecer.

Por que acontece a ruptura?

As principais causas da ruptura de um ligamento estão ligadas ao movimento inadequado. Podemos citar como causas relevantes para a ruptura:

  • Hiperextensão da articulação;
  • Movimentação da articulação no eixo contrário;
  • Movimentação de membros com algum deles fixo (por exemplo, torção do joelho com o pé preso).

Quais os sintomas da ruptura de ligamento?

O momento da ruptura de um ligamento costuma ser sentido como um estalo, sendo difícil que o indivíduo não repare em seu acontecimento. Ainda mais durante a prática esportiva, os atletas costumam sentir bastante a dor e reparar no edema que aparece logo após a lesão.

Com a maior parte das lesões esportivas, a ruptura de ligamento causa muita dor ao atleta, que necessita de interromper a atividade e iniciar a crioterapia para diminuir o inchaço e a dor. Além disso, como o ligamento é uma estrutura usada para a estabilidade, seu rompimento causa instabilidade e sensação da articulação não estar firme, parecendo “solta”.

Em alguns rompimentos, como os do joelho, também pode existir sangramento interno devido às estruturas saírem e voltarem ao lugar rapidamente. Isso causa ainda mais inchaço e dor.

Como é feito o diagnóstico da ruptura?

Para haver o diagnóstico preciso sobre a ruptura, é preciso analisar o que aconteceu no momento da lesão, assim como histórico do paciente. A partir disso, os ortopedistas especializados podem utilizar de exames físicos e de imagem para saber precisamente o que aconteceu.

No caso de lesões no joelho, os testes físicos que podem ser realizados são:

  • Teste de Lachman
    É testada a estabilidade da articulação com o joelho flexionado em 30 graus.
  • Teste da Gaveta Anterior
    O teste verifica a estabilidade do joelho em 90 graus. É verificada a ruptura quando existe a anteriorização da tíbia, sem qualquer travamento.
  • Teste do Pivot-Shift
    É rodada a tíbia e testada a estabilidade.
Dentre os exames de imagem necessários para o diagnóstico, a ressonância magnética se configura como o mais importante, podendo apontar outras lesões que não foram identificadas previamente.

Como é realizado o tratamento?

Tratar a ruptura dos ligamentos depende de cada caso. Em casos mais leves e moderados, o tratamento conservador, fisioterapia e tratamentos com técnicas como o ORTOLASER podem trazer ótimos resultados recuperativos. Porém, em casos de ruptura total, a cirurgia de reconstrução pode ser o mais indicado para o paciente.

Especialistas, como os do Instituto Regenius, podem apontar o melhor tratamento, visando devolver o movimento e reduzir as dores sentidas pelo paciente. A utilização de fisioterapia e reforço muscular também pode garantir que a situação não aconteça novamente.

Para o melhor tratamento de lesões articulares e problemas ortopédicos, entre em contato com o Instituto Regenius. Somos uma clínica com mais de 16 anos de experiência e 24 mil pacientes atendidos. Devolvemos o melhor da vida para cada um deles. Agende uma consulta de avaliação e cuide do seu corpo.

Fonte:

Noyes FR, Keller CS, Grood ES, Butler DL. Advances in the understanding of knee ligament injury, repair, and rehabilitation. Med Sci Sports Exerc. 1984 Oct;16(5):427-43. doi: 10.1249/00005768-198410000-00002. PMID: 6513760.

 

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ArtigosBlog RegeniusInjetáveisJoelhoTratamentos

Como identificar o desgaste na cartilagem e como o Visco Regen pode ajudar

by Otávio Melo 7 de fevereiro de 2022
Imagem que representa o desgaste na cartilagem do joelho

Imagem que representa o desgaste na cartilagem do joelho

As articulações são compostas de diversas estruturas, permitindo movimentos complexos e trazendo a possibilidade da realização de diversas tarefas. Entre essas estruturas, estão as cartilagens, tecidos que revestem as extremidades dos ossos e protegem de impactos e do atrito entre ossos. Contudo, com o tempo, as cartilagens podem sofrer desgaste e trazer problemas ao indivíduo.

Esse desgaste na cartilagem  normalmente está associado à artrose, doença articular bem comum na população. Para identificar de forma correta o surgimento dela, é preciso verificar sintomas e contar com a ajuda de profissionais especializados.

Nos próximos parágrafos, vamos explicar melhor sobre a artrose e como tratamentos como o Visco Regen podem auxiliar no seu tratamento.

O que é a Cartilagem?

Cartilagem, ou tecido cartilaginoso, é uma espécie de tecido conjuntivo presente em quase todas as articulações, notadamente nas extremidades ósseas. Suas funções para o corpo são fundamentais, sendo que problemas no tecido trazem muita dor e complicações para a pessoa que está sofrendo com o desgaste.

A principal função da cartilagem é absorver choques e facilitar o deslizamento dos ossos. Com isso, os movimentos realizados pelo corpo são uniformes e não causam danos às outras estruturas como os ossos, bursas, menisco e ligamentos.

A cartilagem é caracterizada também pela sua ausência de vasos sanguíneos, linfáticos e também de nervos. Isto causa a dificuldade na renovação do tecido após o aparecimento do desgaste, impossibilitando a regressão de um quadro de artrose. Porém, da mesma forma, a cartilagem não causa dores.

Os tecido cartilaginosos são divididos em:

Cartilagem hialina;
Cartilagem elástica;
Fibrocartilagem/Cartilagem fibrosa.

Para saber mais sobre a cartilagem, clique aqui:

Como identificar o desgaste na cartilagem?

Como mencionamos acima, a cartilagem é uma estrutura muito importante para o corpo, revestindo e amortecendo o impacto dos ossos durante a movimentação. Com o tempo ou devido a traumas, porém, a cartilagem pode sofrer desgastes ou apresentar pequenas falhas ou buracos, trazendo dor e dificuldade na mobilidade.

Alguns dos sintomas mais comuns do desgaste na cartilagem são:

Dor local
O sintoma mais comum do desgaste do tecido cartilaginoso é a dor. Ela é causada pelo atrito e pelos impactos, podendo piorar com a evolução do desgaste.

Dificuldades de movimentação ou mobilidade
Os problemas na cartilagem podem afetar a movimentação. Quando ocorre no joelho, pode trazer uma sensação de travamento e a incapacidade de caminhar normalmente. Logo, é normal acontecer a diminuição do arco de movimento.

Edema (Inchaço)
Além da dor, outro sintoma frequente é o aumento anormal do joelho. Ele costuma ser perceptível a olho nu perto da região da patela, sendo causado pela inflamação local gerada pela doença.

Rigidez Matinal ou após repouso
Pessoas com artrose ou problemas na cartilagem, normalmente, sentem o joelho travado após acordar ou após momentos de repouso. Com o passar do tempo, o movimento costuma voltar.

Crepitações
A existência de ruídos e estalos ao se movimentar pode ser um indicativo de problemas na cartilagem articular. Se eles forem frequentes ou acompanhados de outros sintomas, como a dor, é necessário consultar especialistas no tratamento.

Infelizmente, a regressão dos quadros de desgaste na cartilagem não é possível. A área não possui uma grande renovação celular e, por isso, não consegue se regenerar. Os tratamentos atuais buscam devolver a qualidade de vida e diminuir a dor para a volta das atividades normais.

Como o Visco Regen pode ajudar no tratamento do desgaste da cartilagem?

Tratar os problemas de cartilagem com a viscossuplementação é uma forma de ter resultados rápidos, efetivos e com poucas contraindicações. O procedimento é minimamente invasivo, necessitando apenas de anestesia local, e pode ser realizado no próprio consultório.

Saiba mais sobre a viscossuplementação 

Os resultados costumam ser rápidos e ter uma duração significativa, podendo atingir um ano ou mais. O efeito da aplicação vem das substâncias viscosas utilizadas, que garantem a nutrição e lubrificação das cartilagens e dos tendões, reduzindo o atrito e facilitando o movimento dos ossos. Essas substâncias são vitaminas, minerais, ácido hialurônico, antioxidantes, entre outros.

Entre os benefícios do Visco Regen para os danos à cartilagem estão:

Redução do atrito e desgaste local;
Interrupção da passagem de mensagens de dor para o sistema neurológico;
Aumento na absorção de nutrientes;
Efeito de proteção ao envelhecimento celular
Redução na atividade das prostaglandinas e citocinas, responsáveis por inflamações no local;

Não conviva com dores

Cuidar dos problemas articulares necessita de uma equipe especializada, com anos de experiência e milhares de pacientes atendidos. O Instituto Regenius é especializado em ortopedia regenerativa, buscando sempre trazer a última tecnologia em inovações médicas e busca pela melhora da qualidade de vida dos pacientes.

Nossa equipe está sempre a postos para identificar e tratar as condições que afetam as suas articulações. Entre em contato e agende uma consulta de avaliação.

7 de fevereiro de 2022 0 comment
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ArtroseArtigosBlog RegeniusDor CrônicaTratamentos

Por quê evitar o uso de corticoides em pessoas com artrose?

by Otávio Melo 4 de fevereiro de 2022

O desenvolvimento da artrose se dá com o desgaste gradual da articulação. O processo vai deixando a cartilagem, que está presente nas extremidades ósseas, mais fina e com buracos. Isso aumenta o atrito na região, diminui a absorção do impacto e estressa a estruturas articulares, trazendo dor e inchaço.

Ainda não se sabe exatamente todas as causas da artrose – também conhecida como osteoartrite – e nem como revertê-la, porém sabe-se que existem condições que facilitam seu aparecimento como:

  • Envelhecimento natural;
  • Obesidade;
  • Fatores genéticos;
  • Inflamações;
  • Prática regular de esportes de impacto;
  • Lesões articulares.

Para ter o diagnóstico preciso da Artrose, é preciso a consulta com médicos especializados em Ortopedia e a análise do caso. A condição não possui cura, mas diversos tratamentos podem auxiliar ao paciente ter uma vida sem dor e limitações.

Quais são os sintomas da artrose?

Quem tem artrose ou conviveu com pessoas que sofrem com essa condição provavelmente já sabe o principal sintoma: a dor articular. Essa dor é causada pelo atrito devido à diminuição da cartilagem, trazendo dificuldades de movimentação e problemas que podem evoluir para doenças psíquicas devido ao sofrimento com a doença.

Porém, além da dor, a artrose traz outros incômodos para a vida do paciente como:

  • Crepitações (estalos);
  • Rigidez após repouso prolongado e rigidez matinal articular;
  • Inchaço;
  • Diminuição do arco de movimento;
  • Dificuldades para realizar movimentos.

Por conta disso, muitas pessoas buscam tratamentos rápidos e efetivos, desejando não mais sofrer com a dor e ter de volta a qualidade de vida anterior. Infelizmente, a artrose não tem cura, então os tratamentos buscam apenas auxiliar o paciente para que ele possa não sentir dores, para que ele não fique impossibilitado de se locomover e para reduzir a velocidade da progressão da doença.

Neste sentido, o tratamento com corticoides foi um grande avanço no passado. Mas seus colaterais podem causar problemas, diante disso, devem ser evitados, permitindo o uso de terapias mais avançadas como a viscossuplementação.

Por quê evitar o uso de corticoides em pessoas com artrose?

Os corticosteroides são uma alternativa muito comum a ser utilizada no tratamento da artrose. Entretanto, isso não acontece sem riscos ou a possível piora dos casos. O principal problema são os efeitos colaterais que podem acontecer e também, no caso da aplicação de corticoides na articulação, a piora do quadro com o passar do tempo.

O aparecimento dos efeitos colaterais está ligado à dose prescrita e ao tempo de uso do medicamento, devendo ser pesado contra a gravidade da doença que está sendo tratada. Isto é, os possíveis efeitos adversos não podem ser maiores que o que a doença traz, caso contrário a sua utilização se mostra equivocada.

Alguns efeitos colaterais dos corticosteroides são:

Alterações na pele:
O uso deste medicamento pode gerar uma pele mais fina, com menor capacidade de cicatrização, maior facilidade de aparecimento de hematomas e estrias.

Face Redonda e Corcova
Um efeito comum dos corticoides é a face arredondada e o acúmulo de gordura na região do pescoço e costas, trazendo uma aparência de uma pequena corcova no topo das costas.

Glaucoma e Catarata
O uso prolongado de corticoides pode levar ao aumento de risco de aparecimento das condições dos olhos. É preciso consultar especialistas em oftalmologia para realizar exames e tratar precocemente condições pre-existentes.

Doenças cardiovasculares
O uso por mais de um ano dos corticoides pode aumentar a incidência de hipertensão, AVC, infartos, entre outras condições.

Injeções de Corticosteroides podem piorar a Artrose
Segundo estudo publicado no periódico Radiology, a injeção de corticoides por via intra-articular pode estar relacionada à aceleração na progressão da doença. Existem indícios que ela aumente também a necessidade da cirurgia para a substituição da articulação afetada pela artrose.

O estudo também avaliou o relato de 459 pacientes que realizaram injeções de corticoides no quadril e joelho no ano de 2018. Cerca de 8% deles tiveram complicações.

Os quadro principais achados articulares observados pelo artigo após as injeções intra-articulares de corticosteroides foram:

Progressão acelerada da osteoartrite;
Fratura da insuficiência subcondral;
Complicações da osteonecrose;
Rápida destruição articular, incluindo enfraquecimento ósseo.

Tratamentos recomendados para a Artrose

Para evitar os problemas dos corticosteroides, existem tratamentos com excelentes resultados para a artrose. Eles visam diminuir a dor, lubrificar a articulação e devolver a mobilidade ao paciente em todas as fases de sua vida. No Instituto Regenius, possuímos tratamentos inovadores a exemplo dos citados abaixo:

Visco-Regen

Visco Regen no tratamento de artrose

Visco Regen no tratamento de artrose

O tratamento injetável melhora a qualidade do líquido responsável pela lubrificação e pela nutrição dos tendões e das cartilagens das articulações, nutrindo e auxiliando na recuperação de estruturas que foram afetadas pelo desgaste. É utilizado um composto de substâncias importadas, aplicado direto no joelho ou na articulação debilitada.

O procedimento é simples, rápido e minimamente invasivo, necessitando apenas de anestesia local. Devido à sua rapidez, não é precisa a internação.

ORTO-LASER
O tratamento inovador do Instituto Regenius utiliza o LASER (Luz Amplificada pela Emissão Estimulada de Radiação) para reduzir a dor e estimular o reparo de lesões em diversas estruturas do corpo. Sua aplicação em tendões, ligamentos e articulações traz resultados expressivos desde a primeira sessão.

Somado a uma abordagem humanizada e com auxílio de tratamentos conservadores e fisioterapia, o ORTO-LASER devolve a melhor qualidade de vida para quem sofre com a artrose. Confira mais sobre o tema clicando aqui.

Para o melhor tratamento de lesões esportivas e da artrose, entre em contato com o Instituto Regenius. Com o seu contato, podemos tirar todas as dúvidas sobre tratamentos e procedimentos. Fale com nossa equipe e agende uma consulta de avaliação.

Referência

https://www.arthritis.org/drug-guide/corticosteroids/corticosteroids

Lee Y, Lee S-H, Lim SM, Baek SH, Ha I-H (2020) Mental health and quality of life of patients with osteoarthritis pain: The sixth Korea National Health and Nutrition Examination Survey (2013–2015). PLoS ONE 15(11): e0242077. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0242077

Intra-articular Corticosteroid Injections in the Hip and Knee: Perhaps Not as Safe as We Thought?
Andrew J. Kompel, Frank W. Roemer, Akira M. Murakami, Luis E. Diaz, Michel D. Crema, and Ali Guermazi
Radiology 2019 293:3, 656-663

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Entenda porque a cirurgia deve ser o último recurso!

by Otávio Melo 2 de fevereiro de 2022

Com o avanço da medicina, a sociedade se acostumou a ver a realização de procedimentos constantemente. Entretanto, nem sempre eles são a melhor escolha para o tratamento de um paciente. A cirurgia, geralmente, devem ser o último recurso para uma doença ou uma lesão, sendo recomendadas apenas quando alternativas anteriores não trouxerem resultados ou quando existirem doenças que necessariamente precisam de uma abordagem cirúrgica.

Essa recomendação se deve ao fato das cirurgias serem procedimentos que necessitam de preparação, anestesia e submetem o corpo de um paciente a um estresse, que pode ocasionar em problemas mais para frente. Outro ponto a ser questionado nessas horas também é a recuperação pós-cirurgia que pode trazer complicações.

Nos próximos parágrafos, vamos entender melhor a sobre a cirurgia.

recuperação pós cirurgia ortopédica

recuperação pós cirurgia ortopédica

 

Entenda mais sobre as cirurgias

Cirurgia é um procedimento bastante antigo da medicina, realizado para diagnosticar, tratar ou curar um paciente que sofra de alguma lesão ou enfermidade.

Inicialmente, as cirurgias eram procedimentos bem simples que tentavam amenizar o sofrimento de pessoas por meio de técnicas rudimentares, porém com o passar dos anos e o aprendizado sobre a anatomia, a cirurgia se tornou uma técnica avançada da medicina, necessitando de muito estudo e equipamentos.

Saiba mais sobre a história da cirurgia 

Para definir melhor, a cirurgia é um procedimento que envolve o corte e/ou a sutura de tecidos. Atualmente, não necessariamente se realizam essas atividades com um bisturi, podendo ser utilizados lasers, ou até mesmo máquinas, inclusive para fechar a região operada sem suturas convencionais.

De forma geral, as cirurgias podem:

  • Remover partes estranhas ou danosas ao corpo;
  • Abrir a passagem de artérias, veias ou estruturas corporais;
  • Transplantar órgãos;
  • Entre muitas outras recomendações.

Além disso, a cirurgia pode ser classificada quanto à urgência cirúrgica:

Cirurgia de Emergência

Uma cirurgia necessária para a manutenção da vida de um paciente, que precisa de atenção imediata por se tratar de uma condição que confere risco iminente de morte, como apresentado em ferimentos por arma de fogo em região do peito e alguns sangramentos cerebrais.

Cirurgia de Urgência

São cirurgias que também requerem atenção, devendo ser realizadas em no máximo 24 a 48 horas. Exemplo deste tipo de cirurgia é a apendicectomia, ou seja, retirada do apêndice cecal.

Cirurgia Eletiva

Cirurgias que podem ser adiadas, sem colocar a vida de um paciente em risco, para aguardar ocasião propícia para a sua realização. Normalmente, são cirurgias para a correção de lesões e devem ser realizadas apenas quando todas as medidas necessárias forem tomadas para melhorar as chances de êxito e reduzir futuros danos. Dentre as cirurgias eletivas estão as cirurgias cosméticas, caracterizando-se por não ter configurado um tratamento de condições físicas prejudiciais à saúde do paciente.

Cada um desses tipos de cirurgia possui necessidades diferentes e é preciso que o médico analise o caso para fazer a recomendação mais precisa sobre a cirurgia.

O que é a Anestesia?

Cirurgias são processos dolorosos, podendo causar uma dor impossível de ser suportada sem auxílio de medicamentos. Por conta disso, é necessária a administração de algum composto anestésico para bloquear a percepção da dor e dependendo do caso, até ou mesmo causar a perda da consciência, fazendo o paciente dormir enquanto é operado.

Para se aplicar a anestesia, é necessária a contratação de um anestesista, profissional treinado, que identifica as melhores substâncias para que o paciente não sofra durante a operação nem tenha reações aos componentes. No caso de problemas, pode acontecer o choque anafilático, dentre outros efeitos adversos.

A anestesia pode ser:

  • Local
  • Regional
  • Geral

Cada uma dessas tem uma função e é utilizada em um tipo diferente de cirurgia.

Entenda porque a cirurgia deve ser a última opção

Uma coisa que ainda não mencionamos são os riscos que uma cirurgia pode proporcionar. Esses riscos são possibilidades de uma cirurgia agravar o problema, causar uma outra condição ou levar o paciente ao óbito. Não chega a ser comum a morte de pessoas durante cirurgias que não sejam de emergência, porém o risco de morte é maior durante os primeiros dias após o procedimento.

Segundo um estudo, é estimado que cerca de 4,2 milhões de pessoas morram nos 30 dias seguintes à uma cirurgia todos os anos. Essas mortes estão relacionadas à infecções, surgimento de trombos nas artérias, problemas pulmonares ou renais e também aos AVCs.

Um tipo de cirurgia que também pode trazer problemas são as cirurgias cosméticas. Saiba mais sobre os riscos de morte em cirurgias plásticas. 

Mesmo cirurgias mais simples possuem riscos, além disso, muitos dos procedimentos não são uma certeza de resolução das dores ou do controle sobre a evolução da doença. Por isso, quando possível é importante tentar métodos alternativos orientados por um médico antes de seguir para uma cirurgia.

Tratando-se de problemas no joelho, como a artrose, é possível combinar diversos tratamentos antes de se submeter a um tratamento cirúrgico e aos seus riscos. Alguns destes tratamentos são:

  • Crioterapia;
  • Viscossuplementação (Visco-Regen);
  • Terapia com ondas de choque (Radio-Regen;
  • Tratamento medicamentoso;
  • Fisioterapia;
  • Musculação supervisionada;

E estes métodos ainda podem ser combinados, bem como, associados a mudança dos hábitos de vida para a manutenção de um peso saudável e controle da inflamação corporal. No caso de tratamentos como estes não funcionarem, uma cirurgia pode ser recomendada e realizada após uma avaliação integral da saúde do paciente.

Saiba mais sobre os tratamentos do Instituto Regenius aqui.

Procure profissionais para o tratamento sem cirurgia

As cirurgias são um grande avanço na medicina. Por conta delas, é possível prolongar a vida em muitos casos, garantindo a longevidade de uma pessoa. Porém, elas podem não ser a melhor opção para todos os casos. O ideal é que elas sejam, na realidade, feitas apenas quando necessário, devido aos riscos que submetem o paciente.

Para tratamentos não-cirúrgicos e o melhor cuidado com o seu corpo, conheça o Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência. A nossa equipe é especializada no tratamento de lesões e na reabilitação de pacientes com problemas ortopédicos, trazendo qualidade de vida para mais de 24 mil pessoas. Possuímos o atendimento personalizado para a cura de diversas condições.

Conheça mais os nossos tratamentos e clique para uma consulta de avaliação. Estamos sempre disponíveis para o seu atendimento.

Nepogodiev D, Martin J, Biccard B, Makupe A, Bhangu A (February 2019). “Global burden of postoperative death”. Lancet. 393 (10170): 401. doi:10.1016/S0140-6736(18)33139-8. PMID 30722955.

2 de fevereiro de 2022 0 comment
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JoelhoBlog Regenius

Cuide melhor do seu Joelho! Saiba quais cuidados são necessários para evitar futuras lesões

by Otávio Melo 31 de janeiro de 2022

Sentir dor no joelho é um fato comum na vida adulta. Então, mais do que nunca, é preciso cuidar melhor do joelho e saber os cuidados ideais para evitar o aparecimento de lesões. Inclusive, logo no início deste artigo, é preciso ressaltar que dores no joelho não devem ser ignoradas, pois é mais fácil o tratamento enquanto o caso ainda é precoce.

Segundo a pesquisa “Saúde e qualidade de vida: a relação com os pés, tornozelos e joelhos”, aproximadamente 60% dos brasileiros acima de 18 anos sentem dores no joelho. Além disso, o joelho faz parte dos locais mais comuns para o aparecimento de osteoartrose, doença articular importante e frequente nos consultórios médicos.

Sabendo disso, é possível perceber que a dor nesta articulação é uma condição significativa que pode afetar a vida das pessoas acometidas diariamente. Por isso, saber como evitar o aparecimento de lesões é fundamental.

A seguir, vamos descobrir mais sobre o joelho, as lesões e como é feita a sua prevenção.

Conheça mais sobre o joelho:
Uma das principais articulações do corpo humano, o joelho está localizado nos membros inferiores, sendo fundamental para a realização de movimentos como caminhar, correr, agachar e pular. Sua formação é dada pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia e a ligação da patela com o fêmur, sendo uma articulação complexa. Além disso, o joelho ainda possui ligamentos, meniscos e relação íntima com músculos.

Conheça mais sobre as estruturas que formam o joelho

Ligamentos
Eles auxiliam a estabilização das articulações, movimentos de translação, para a angulação em varo e valgo e em movimentos rotatórios da articulação.

Os ligamentos podem ser:

Extracapsulares
Intracapsulares
Menisco

Estrutura feita de fibrocartilagem em formato de meia-lua que realiza também estabilização do joelho, amortecimento de impactos, nutrição da cartilagem e o espalhamento de uma película de líquido sinovial pela integralidade da articulação.

Entenda mais sobre lesões

Provavelmente, você já teve uma lesão na sua vida, principalmente se você pratica atividades físicas como a musculação e esportes. Elas podem ser entorses, pancadas, travamentos na coluna e no pescoço, entre muitas outras situações. Em termos médicos, a lesão acontece quando existe uma mudança anormal no tecido de um organismo.

Lesões podem ser:

Lesões agudas:
Normalmente, estas são causadas de repente, por trauma e ocorrem quando uma carga é aplicada em uma estrutura, o que pode acabar forçando um movimento anormal e a consequente lesão dos tecidos. Esportes de contato, como a luta, causam muitas lesões agudas, necessitando o atleta de cuidados específicos imediatamente.

Lesões crônicas:
As lesões crônicas acompanham o paciente por um período maior e indefinido. Elas aparecem quando as estruturas são submetidas a movimentos repetitivos ou sobrecargas constantes, o que acaba ocasionando microtraumas. Além disso, elas podem aparecer no caso de lesões agudas não serem tratadas.

Sabendo melhor o que são as lesões e qual é a estrutura do joelho, estamos prontos para ver as dicas para evitar o aparecimento de problemas ortopédicos na articulação.

Cuidados e dicas para evitar lesões no joelho

Antes de começar esta parte, vamos ressaltar uma coisa muito importante: mesmo com toda preparação e cuidado, uma lesão pode aparecer. Infelizmente, o nosso corpo pode não suportar bem a carga ou acontecerem imprevistos motivados por condições pouco favoráveis. Por isso, sempre que sentir dores procure ajuda médica e mantenha a calma.

Em caso do aparecimento de lesões, veja os tratamentos do Instituto Regenius.

Veja dicas importantes para evitar lesões no joelho:

Procure profissionais da educação física
A realização de exercícios sob orientação e supervisão profissional mitiga os riscos do aparecimento de lesões no joelho, assim como em outras estruturas. Sempre realize atividades físicas sob orientação.

Não pule o aquecimento
Iniciar devagar o exercício, garantindo a preparação do corpo, melhora os treinos, aumenta o rendimento e diminui a chance de lesões.

Faça a alimentação adequada
Além de garantir o aporte nutricional correto, a alimentação ajuda a manter o peso correto. Dessa forma, o joelho não fica sobrecarregado.

Descanse
Não deixe passar as horas de repouso. Seu corpo precisa de descanso para se recuperar após o treino. Se o descanso não for adequado, aumentam-se as chances do aparecimento de lesões.

Use equipamentos corretos
Ter equipamentos com bom amortecimento e que sejam próprios para você e para a atividade é uma medida para evitar lesões traumáticas e crônicas.

Cuidado com exercício de maior impacto
Exercícios com muitos saltos, por exemplo, podem lesionar as estruturas interiores ao joelho. Considere a frequência e a técnica adequada da sua realização e repouse em caso de dores.

Fortaleça os músculos da perna
O fortalecimento dos músculos da perna ajuda a reduzir a pressão sobre a articulação, além de trazer mais estabilidade.

Posicionamento correto do tronco.
Um posicionamento corredor do tronco durante atividades físicas pode evitar o aparecimento de lesões no joelho.

Considere faixas no joelho
As faixas para o joelho, quando utilizadas de forma adequada e bem indicadas, ajudam a estabilizar a articulação e reforçam o cuidado para agachamentos e saltos. Procure saber mais sobre elas com seu profissional de educação física.

Em caso de lesões, procure ajuda

Não existe maneira mais simples de falar: se você tem dores e incômodos no joelho, procure ajuda! Apesar de serem ocorrências normais, as lesões na articulação devem ser tratadas para evitar o agravamento e devolver para você a melhor qualidade de vida.

O Instituto Regenius, clínica presente em SP e MG, desenvolve a sua abordagem de caráter multidisciplinar, aliando a mais alta tecnologia com o cuidado individual com cada paciente. Com parâmetros aplicados nos EUA e na Europa, trazemos o futuro da ortopedia para o Brasil.

Nossos métodos terapêuticos são desenvolvidos com base em estudos científicos e aplicados com o rigor médico necessário. Clique aqui para conhecer as terapias do Instituto Regenius.

Se você deseja tratar as suas lesões de forma definitiva, entre em contato conosco e agende uma consulta de avaliação.

Referência:
Linaker CH, Walker-Bone K. Shoulder disorders and occupation. Best Pract Res Clin Rheumatol. 2015;29(3):405-423. doi:10.1016/j.berh.2015.04.001
NEOGI, Tuhina. Epidemiologia da Dor Articular. 2016.

31 de janeiro de 2022 0 comment
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