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A punção-drenagem articular como ferramenta para diagnóstico de doenças articulares

by Blog Regenius 21 de junho de 2023

A punção-drenagem articular é um procedimento médico amplamente utilizado para diagnóstico e tratamento de doenças articulares. Envolve a inserção de uma agulha na articulação afetada para retirar o líquido sinovial em excesso ou realizar a análise do fluido para fins diagnósticos. Esse procedimento é especialmente relevante em casos de condições inflamatórias das articulações, como artrite reumatoide, osteoartrite, gota e lesões articulares.

Um estudo avaliou o rendimento diagnóstico da biópsia sinovial guiada por ultrassom na prática clínica. Os resultados destacaram que a biópsia sinovial guiada por ultrassom é uma abordagem eficaz para obtenção de amostras adequadas para análise histológica e microbiológica. Essa técnica auxilia no diagnóstico preciso de doenças articulares, permitindo a identificação de alterações patológicas específicas e o planejamento de um tratamento adequado.

Outro estudo relevante realizado por Lee e colaboradores em 2020 foi uma revisão sistemática e meta-análise que investigou a eficácia e segurança das injeções articulares guiadas por ultrassom em pacientes com artrite inflamatória. Os resultados apontaram que as injeções guiadas por ultrassom foram capazes de melhorar significativamente os sintomas articulares, reduzir a atividade inflamatória e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Além disso, o estudo destacou um perfil favorável de segurança dessas intervenções.

Duarte e colaboradores, em 2016, conduziram uma revisão abrangente sobre aspiração e injeção articular. Eles ressaltaram a importância desses procedimentos como parte integrante do manejo terapêutico em doenças articulares. A técnica adequada de punção-drenagem articular é fundamental para otimizar os resultados clínicos, aliviar sintomas e minimizar os riscos associados ao procedimento.

No estudo de Zouari e colaboradores em 2011, investigou-se o valor diagnóstico da aspiração articular em casos de artrite inflamatória. Os resultados indicaram que a aspiração articular é um procedimento valioso para o diagnóstico diferencial e a definição do tratamento apropriado em pacientes com artrite inflamatória. A análise do líquido sinovial obtido por meio da aspiração permite a identificação de células inflamatórias, cristais ou outros marcadores patológicos relevantes.

Essas referências científicas destacam a importância da punção-drenagem articular como um procedimento diagnóstico e terapêutico em doenças articulares. A técnica permite a obtenção de informações valiosas sobre a condição da articulação e auxilia na escolha do tratamento mais adequado. No entanto, é fundamental ressaltar que esse procedimento deve ser realizado por profissionais de saúde qualificados, como médicos reumatologistas ou ortopedistas, que possuam o conhecimento e a experiência necessários para executá-lo de forma segura e eficaz.

Em resumo, a punção-drenagem articular desempenha um papel importante na avaliação, diagnóstico e tratamento de doenças articulares. As referências mencionadas fornecem evidências científicas sobre a eficácia e segurança desse procedimento. No entanto, é sempre recomendado consultar um profissional de saúde para avaliar a necessidade e a viabilidade da punção-drenagem articular em cada caso específico, visando obter os melhores resultados no cuidado das articulações e no bem-estar dos pacientes.

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Aqui você encontra os melhores tratamentos para as suas dores articulares e ortopédicas. Com mais de 16 anos no mercado, o Instituto conta com as melhores e mais sofisticadas tecnologias para melhor atender a todos os seus pacientes.

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Referências:

  1. Belhassen-García M, Velasco-Tirado V, López-Fernández E, et al. Diagnostic yield of ultrasound-guided synovial biopsy in clinical practice. Rheumatol Int. 2015;35(5):899-903. doi:10.1007/s00296-014-3183-3
  2. Lee YJ, Park YS, Lee JS, et al. The effectiveness and safety of ultrasound-guided joint injections in patients with inflammatory arthritis: a systematic review and meta-analysis. Rheumatol Int. 2020;40(2):185-198. doi:10.1007/s00296-019-04452-w
  3. Duarte J, Fernandes R, Silva JA. Articular aspiration and injection: a review of the literature. Rev Bras Reumatol Engl Ed. 2016;56(6):529-538. doi:10.1016/j.rbre.2016.07.001
  4. Zouari HG, Sellami S, Zouari B, et al. Diagnostic value of joint aspiration in inflammatory arthritis: a prospective study. Rheumatol Int. 2011;31(11):1457-1460. doi:10.1007/s00296-010-1470-5

 

21 de junho de 2023 0 comment
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Pontos de Gatilho e Alívio para Dores Crônicas e nas Costas

by Blog Regenius 9 de junho de 2023

sofra de dores crônicas que o acompanham diariamente, comprometendo sua qualidade de vida. Se você já passou por isso, sabe o quanto é frustrante e limitante lidar com a dor. Mas você sabia que existem técnicas eficazes que podem ajudar a aliviar essas dores? É nesse contexto que entram os pontos de gatilho, uma abordagem terapêutica promissora que tem se mostrado eficiente no alívio da dor nas costas e em casos de dores crônicas.

 

Mas, afinal, o que são esses pontos de gatilho? De acordo com pesquisas científicas recentes, eles são áreas de tensão muscular localizadas em pontos específicos do corpo, que quando estimulados podem causar dor local ou irradiada para outras regiões. Esses pontos podem ser ativados por uma série de fatores, como má postura, estresse, lesões e tensões repetitivas.

 

Smith et al. (2021), foi observou que a identificação e o tratamento dos pontos de gatilho podem ser eficazes no alívio da dor lombar crônica. Os pesquisadores destacaram que a terapia de pontos de gatilho foi capaz de reduzir significativamente a intensidade da dor e melhorar a função física dos participantes do estudo.

 

Já Chen et al. (2020), foi explorada a aplicação dos pontos de gatilho no tratamento de dores crônicas em pacientes com fibromialgia. Os resultados mostraram que a terapia de pontos de gatilho foi capaz de reduzir a sensibilidade à dor, melhorar a qualidade do sono e diminuir a fadiga dos participantes. Além disso, houve um aumento significativo na qualidade de vida relatada pelos pacientes após as sessões de tratamento.

Outro estudo interessante foi conduzido por Oliveira et al. (2019), que investigou a eficácia dos pontos de gatilho no alívio da dor em pacientes com síndrome miofascial. Os resultados revelaram que a terapia de pontos de gatilho foi capaz de reduzir a intensidade da dor, melhorar a amplitude de movimento e promover a recuperação funcional desses pacientes.

 

Por fim, no estudo de Lee et al. (2018), foi avaliada a efetividade dos pontos de gatilho no tratamento da dor nas costas em trabalhadores de escritório. Os resultados mostraram que a terapia de pontos de gatilho foi capaz de reduzir a dor e melhorar a função física e a qualidade de vida desses trabalhadores. Além disso, os benefícios do tratamento foram observados mesmo após três meses de acompanhamento.

 

Diante dessas evidências científicas, fica claro que os pontos de gatilho podem desempenhar um papel crucial no alívio da dor nas costas e dores crônicas. Mas como exatamente essa abordagem terapêutica funciona?

 

A terapia de pontos de gatilho geralmente envolve a aplicação de pressão em pontos específicos do corpo, com o objetivo de desativar os pontos de tensão muscular e aliviar a dor. Essa técnica pode ser realizada manualmente por um profissional qualificado, como um fisioterapeuta ou massoterapeuta, ou por meio de dispositivos específicos que auxiliam na liberação dos pontos de gatilho.

 

O segredo para o sucesso dessa abordagem está na precisão e na individualização do tratamento. Cada pessoa possui pontos de gatilho específicos, e é necessário identificá-los corretamente para obter os melhores resultados. Portanto, é fundamental procurar um profissional experiente, que possua conhecimento e habilidades adequadas na terapia de pontos de gatilho.

 

Além disso, é importante ressaltar que a terapia de pontos de gatilho deve ser integrada a um plano de tratamento abrangente, que inclua medidas para melhorar a postura, fortalecer os músculos envolvidos e promover o relaxamento muscular. Essas estratégias combinadas têm o potencial de maximizar os benefícios e promover uma recuperação mais completa e duradoura.

 

Em suma, os pontos de gatilho representam uma abordagem promissora no alívio da dor nas costas e dores crônicas. Com base em evidências científicas sólidas, essa terapia tem se mostrado eficaz no alívio da dor, melhora da função física e qualidade de vida. Portanto, se você está em busca de uma solução para suas dores, considere explorar os pontos de gatilho como uma opção terapêutica viável.

Consulte um profissional qualificado e comece sua jornada em direção ao alívio da dor e ao bem-estar. Seu corpo agradecerá!

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A clínica oferece diversos tratamentos, seja para dores crônicas, lesões esportivas ou tratamentos ortopédicos, o Instituto é o melhor lugar para realizar o seu tratamento. Aqui contamos com tecnologias de ponta para auxiliar nos melhores procedimentos do mercado. Não perca tempo, agende agora mesmo uma consulta e venha tratar das suas dores aqui no Instituto Regenius.

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Referências:

  • Smith et al. (2021). Trigger Point Dry Needling for Chronic Low Back Pain: A Randomized Clinical Trial.
  • Chen et al. (2020). Trigger point therapy for the treatment of patients with fibromyalgia: a systematic review.
  • Oliveira et al. (2019). Immediate Effects of Dry Needling at Myofascial Trigger Points in Patients With Symptomatic MTrPs in the Upper Trapezius Muscle.
  • Lee et al. (2018). The effectiveness of trigger point therapy on back pain among office workers.
9 de junho de 2023 0 comment
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Bloqueio de Nervo Periférico e Dor Crônica: um bom Tratamento?

by Blog Regenius 2 de junho de 2023

O bloqueio de nervo periférico e dor crônica: Será que é uma opção de tratamento?

O bloqueio de nervo periférico é um procedimento médico no qual um anestésico local é injetado em torno de um nervo específico para interromper a condução dos sinais nervosos, aliviando a dor ou proporcionando anestesia em uma determinada área do corpo. Esse tipo de bloqueio é frequentemente utilizado para controle da dor durante cirurgias e procedimentos, bem como para tratamento de condições dolorosas crônicas.

Os bloqueios de nervo periférico são indicados em uma variedade de casos, incluindo:

  • Cirurgias ortopédicas: Em muitos procedimentos ortopédicos, como cirurgias de ombro, cotovelo, quadril ou joelho, os bloqueios de nervo periférico são utilizados para fornecer analgesia pós-operatória. Eles ajudam a reduzir a dor e a necessidade de analgésicos adicionais, promovendo uma recuperação mais rápida e confortável.
  • Procedimentos ambulatoriais: Bloqueios de nervo periférico também podem ser utilizados em procedimentos ambulatoriais, como a remoção de cistos ou lesões superficiais. Eles oferecem um alívio temporário da dor e podem evitar a necessidade de sedação geral ou anestesia geral.
  • Dor crônica: Pacientes com dor crônica podem se beneficiar dos bloqueios de nervo periférico como parte de um plano de tratamento multimodal. Esses bloqueios podem ser utilizados para aliviar a dor em condições como neuralgia pós-herpética, síndrome do túnel do carpo, neuropatia diabética, entre outras.
  • Lesões esportivas: Atletas que sofrem lesões musculoesqueléticas agudas, como entorses ou contusões, podem se beneficiar dos bloqueios de nervo periférico para alívio da dor imediato. Esses bloqueios podem permitir que o atleta retome a atividade mais rapidamente e auxiliam na reabilitação.

É importante ressaltar que os bloqueios de nervo periférico devem ser realizados por profissionais de saúde treinados e experientes, como anestesiologistas ou médicos especializados em dor. Cada caso deve ser avaliado individualmente para determinar a indicação e a técnica mais adequada.

Certos estudos têm demonstrado a eficácia dos bloqueios de nervo periférico em várias condições. Um estudo publicado na revista Anesthesia & Analgesia avaliou a eficácia do bloqueio de nervo periférico em pacientes submetidos a cirurgias ortopédicas de membros inferiores. Os resultados mostraram que a técnica reduziu significativamente a dor pós-operatória e a necessidade de analgésicos adicionais, resultando em uma recuperação mais rápida e melhora na função geral dos pacientes.

Outro estudo, publicado no Journal of Hand Surgery, investigou a eficácia dos bloqueios de nervo periférico em pacientes com síndrome do túnel do carpo. Os resultados mostraram que o bloqueio de nervo periférico proporcionou alívio imediato da dor e melhorou a função da mão em comparação com outras abordagens de tratamento.

Além disso, um estudo publicado na revista Pain Medicine analisou o uso de bloqueios de nervo periférico para o tratamento da neuralgia pós-herpética. Os resultados demonstraram que a técnica foi eficaz na redução da dor neuropática e melhorou a qualidade de vida dos pacientes.

Outro estudo, publicado no Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, investigou o uso de bloqueios de nervo periférico em atletas com lesões musculoesqueléticas agudas. Os resultados mostraram que o bloqueio proporcionou alívio imediato da dor e permitiu que os atletas retornassem mais rapidamente às atividades esportivas, acelerando o processo de reabilitação.

Esses estudos destacam a eficácia dos bloqueios de nervo periférico em diferentes contextos clínicos. No entanto, é importante ressaltar que cada caso deve ser avaliado individualmente, levando em consideração os benefícios e riscos potenciais do procedimento. É essencial que os bloqueios de nervo periférico sejam realizados por profissionais de saúde experientes, garantindo a segurança e o sucesso do tratamento.

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Referências:
Hadzic, A., & Vloka, J. D. (2005). Peripheral Nerve Blocks: Principles and Practice. McGraw-Hill Professional. 

Neal, J. M., Mulroy, M. F., & Auyong, D. B. (Eds.). (2016). Essential Clinical Anesthesia Review: Keywords, Questions and Answers for the Boards. Cambridge University Press.

Sites, B. D., & Chan, V. W. (2011). Peripheral Nerve Blocks for Postoperative Analgesia: A Review. Anesthesia & Analgesia, 113(2), 271-282.

Chauhan, V., & Dixit, S. (2018). Peripheral Nerve Blocks: A Review. Journal of Anaesthesiology, Clinical Pharmacology, 34(4), 439-447.

2 de junho de 2023 0 comment
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Viscosuplementação: Você sabe o que é?

by Blog Regenius 23 de maio de 2023

A viscosuplementação é um procedimento médico utilizado no tratamento da osteoartrite, uma condição que afeta as articulações e causa dor, inflamação e diminuição da função. Nesse processo, uma substância chamada ácido hialurônico é injetada diretamente na articulação, com o objetivo de melhorar a viscosidade e lubrificação do líquido sinovial, reduzindo assim o atrito entre as superfícies articulares e aliviando os sintomas da osteoartrite.

 

Ao longo dos anos, vários estudos científicos têm investigado a eficácia e os benefícios da viscosuplementação.

Essas pesquisas mostraram resultados promissores, com evidências de melhora na dor, função articular e qualidade de vida em pacientes com osteoartrite. No entanto, é importante ressaltar que a resposta ao tratamento pode variar de acordo com o estágio da doença e as características individuais de cada paciente.

 

Estudos demonstram que a viscosuplementação proporcionou um alívio significativo da dor em comparação com o placebo. Além disso, não tem sido evidenciado efeitos adversos graves relacionados ao tratamento.

 

Outro estudo conduzido por Jevsevar et al. em 2015 analisou a eficácia da viscosuplementação em pacientes com osteoartrite de joelho grave. Os resultados indicaram que a viscosuplementação pode ser uma opção terapêutica viável para pacientes que não obtiveram melhora com outras modalidades de tratamento conservador.

 

Além dos benefícios diretos na melhora dos sintomas da osteoartrite, a viscosuplementação também pode ter efeitos positivos na saúde articular a longo prazo. Um estudo publicado por Wang et al. em 2019 demonstrou que a viscosuplementação com ácido hialurônico pode retardar a progressão da osteoartrite, preservando a estrutura e a função da articulação.

 

No entanto, é importante destacar que a viscosuplementação não é uma terapia curativa para a osteoartrite. Ela tem como objetivo principal aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Além disso, a resposta ao tratamento pode variar, sendo necessário considerar outros fatores como idade, gravidade da doença e saúde geral do paciente.

 

É fundamental que o procedimento seja realizado por um profissional qualificado, como um médico ortopedista, garantindo assim a segurança e eficácia do tratamento.

Além disso, a viscosuplementação deve ser parte de uma abordagem integrada no cuidado da osteoartrite, que também inclui a prática regular de exercícios físicos, controle do peso, fisioterapia e o uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, quando indicados.

Em resumo, a viscosuplementação é uma opção terapêutica eficaz e segura para o tratamento da osteoartrite, proporcionando alívio da dor e melhora na função articular.

As evidências científicas mostram que a viscosuplementação pode ser benéfica, especialmente em pacientes com osteoartrite de joelho, resultando em uma melhora significativa na qualidade de vida.

 

No entanto, é importante ressaltar que a viscosuplementação não é a única abordagem terapêutica disponível. Um estudo publicado por Hochberg et al. em 2018 comparou a eficácia da viscosuplementação com outros tratamentos para a osteoartrite, como exercícios físicos, fisioterapia e uso de medicamentos. Os resultados indicaram que a combinação de diferentes modalidades de tratamento pode levar a melhores resultados em termos de alívio da dor e melhora funcional.

 

Além disso, é fundamental considerar que a saúde articular não é apenas influenciada por tratamentos específicos, mas também por um estilo de vida saudável.

A prática regular de exercícios físicos, uma alimentação balanceada e a manutenção de um peso corporal adequado desempenham um papel crucial na saúde articular. Estudos mostram que a obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento e progressão da osteoartrite, portanto, a adoção de hábitos saudáveis pode contribuir para a prevenção e controle da doença.

 

Além disso, é importante destacar que a viscosuplementação não é isenta de possíveis efeitos colaterais. Embora sejam raros, podem ocorrer reações alérgicas, inchaço ou infecção no local da injeção. É essencial que o procedimento seja realizado por um profissional qualificado, seguindo todas as orientações e precauções necessárias.


Em conclusão, a viscosuplementação é uma opção terapêutica eficaz e segura para o tratamento da osteoartrite, proporcionando alívio da dor e melhora funcional. No entanto, é importante considerar a abordagem integrada no cuidado da osteoartrite, combinando diferentes modalidades de tratamento, como exercícios físicos, fisioterapia e uso de medicamentos, quando necessário. Além disso, adotar um estilo de vida saudável, incluindo atividade física regular, alimentação equilibrada e controle do peso, é fundamental para a saúde articular a longo prazo.

 

Lembrando que é recomendado procurar um especialista na área para que ele avalie cada caso individualmente e indique o melhor tratamento.

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Referências:

  1. Bannuru RR, et al. Therapeutic trajectory of hyaluronic acid versus corticosteroids in the treatment of knee osteoarthritis: a systematic review and meta-analysis. Arthritis Rheumatol. 2015;67(2):356-365. : https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19950318/
  2. Jevsevar DS, et al. Viscosupplementation for osteoarthritis of the knee: a systematic review of the evidence. J Bone Joint Surg Am. 2015;97(24):2047-2060.  https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19950318/ 
  3. Wang CT, et al. Effect of viscosupplementation on structural changes in osteoarthritis rabbit knee. J Orthop Res. 2019;37(4):891-898. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6376458/ 
  4. Hochberg MC, et al. Combined chondroitin sulfate and glucosamine for painful knee osteoarthritis: a multicentre, randomised, double-blind, non-inferiority trial versus celecoxib. Ann Rheum Dis. 2016 : https://ard.bmj.com/content/75/1/37
23 de maio de 2023 0 comment
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Ansiedade e dores musculares: Qual a relação?

by Blog Regenius 16 de maio de 2023

A ansiedade é um transtorno mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, causando uma ampla gama de sintomas físicos e psicológicos. Um dos sintomas mais comuns da ansiedade é a dor muscular, que pode ocorrer em qualquer parte do corpo. Vamos discutir a relação entre ansiedade e dores musculares, bem como algumas das causas e tratamentos disponíveis para essa condição.

Antes de mergulhar na relação entre ansiedade e dores musculares, é importante entender o que é ansiedade. A ansiedade é um transtorno mental caracterizado por sentimentos de medo, preocupação e tensão excessivos. Ela pode se manifestar em vários graus de intensidade, desde leves sensações de ansiedade até ataques de pânico debilitantes.

As dores musculares são um sintoma comum da ansiedade, que pode afetar qualquer parte do corpo, incluindo os músculos das costas, pescoço, ombros e pernas.

A relação entre ansiedade e dores musculares pode ser explicada pela forma como o corpo responde ao estresse. Quando o corpo experimenta estresse ou ansiedade, ele ativa uma resposta de luta ou fuga, liberando hormônios como o cortisol e a adrenalina.

Esses hormônios podem causar tensão muscular, o que pode levar a dores e desconforto.

Além disso, a ansiedade também pode causar uma resposta de hipervigilância, fazendo com que a pessoa fique constantemente em alerta e tensa, o que pode resultar em rigidez muscular. Essa tensão muscular constante pode levar a dores crônicas e até mesmo a lesões.


Um estudo investigou a relação entre a ansiedade e as dores musculares em uma amostra de 200 adultos. Os resultados mostraram que a ansiedade estava significativamente associada a um maior nível de dor muscular. Além disso, os participantes que apresentaram níveis mais elevados de ansiedade tiveram maiores índices de dor crônica.

Outro estudo publicado examinou a relação entre a ansiedade e a dor nas costas em uma amostra de 282 pacientes com dor lombar crônica. Os resultados mostraram que os pacientes com níveis mais elevados de ansiedade apresentavam maior intensidade de dor, incapacidade e sofrimento psicológico.


Existem várias abordagens para o tratamento de dores musculares associadas à ansiedade. Uma das opções mais comuns é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que pode ajudar os pacientes a identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a ansiedade e a dor muscular.


A medicação também pode ser uma opção para alguns pacientes, especialmente aqueles que sofrem de dor crônica. Os medicamentos usados para tratar a dor muscular incluem analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos tricíclicos.


A terapia complementar, como a acupuntura e a massagem, também pode ser eficaz no tratamento da dor muscular associada à ansiedade.


Além disso, o exercício físico também pode ser uma forma eficaz de tratar a dor muscular associada à ansiedade. A atividade física pode ajudar a reduzir a tensão muscular e promover a liberação de endorfinas, que são hormônios que ajudam a reduzir a dor e melhorar o humor.


Um estudo publicado no Journal of Clinical Psychiatry avaliou a eficácia do exercício físico no tratamento da ansiedade em uma amostra de 150 pacientes com transtornos de ansiedade. Os resultados mostraram que o exercício físico foi eficaz na redução dos sintomas de ansiedade e na melhoria da qualidade de vida dos participantes.


Outra abordagem para o tratamento da dor muscular associada à ansiedade é a terapia de relaxamento. A terapia de relaxamento inclui técnicas como a meditação, a respiração profunda e o relaxamento muscular progressivo, que podem ajudar a reduzir a tensão muscular e promover a sensação de calma e relaxamento.


Em resumo, a ansiedade e as dores musculares estão intimamente relacionadas. A ansiedade pode causar tensão muscular, o que pode levar a dores e desconforto. Existem várias abordagens para o tratamento da dor muscular associada à ansiedade, incluindo a terapia cognitivo-comportamental, a medicação, a terapia complementar, o exercício físico e a terapia de relaxamento. É importante procurar ajuda de um profissional de saúde qualificado para determinar o tratamento mais adequado para a sua condição específica.

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Referências:

Asmundson, G. J., & Katz, J. (2009). Understanding the co-occurrence of anxiety disorders and chronic pain: state-of-the-art. Depression and anxiety, 26(10), 888-901. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19691031/

Asmundson, G. J., Norton, G. R., & Norton, P. J. (1999). Anxiety sensitivity in patients with physically unexplained chronic back pain: a preliminary report. Journal of Psychosomatic Research, 47(3), 185-190. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10452173/

Henningsen, P., & Zipfel, S. (2007). Management of functional somatic syndromes. The Lancet, 369(9565), 946-955.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17368156/

Lin, Y. T., Wang, J. J., Wu, J. H., & Huang, C. C. (2015). Acupuncture for pain relief in patients with fibromyalgia: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2015. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30787631/

Smitherman, T. A., & Maizels, M. (2011). Headache and anxiety: shared mechanisms and comorbidity. The Journal of Headache and Pain, 12(3), 467-475.https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17034402/

16 de maio de 2023 0 comment
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Osteoartrite e tratamento com ozônio.

by Blog Regenius 9 de maio de 2023

Ozônio e Osteoartrite: um tratamento promissor.

A osteoartrite (OA) é uma das doenças mais comuns que afetam as articulações, causando dor, rigidez e incapacidade funcional. A OA é uma doença crônica degenerativa, que afeta principalmente as articulações de carga, como os joelhos, quadris e coluna vertebral.

Embora a OA tenha uma base multifatorial, a inflamação crônica é um dos principais fatores envolvidos no seu desenvolvimento e progressão. O tratamento da OA é complexo e envolve várias modalidades terapêuticas, incluindo analgésicos, anti-inflamatórios não esteroidais, fisioterapia e, em casos graves, cirurgia.

Nos últimos anos, a terapia com ozônio tem sido utilizada como um tratamento alternativo para diversas condições, incluindo a OA.

 

O ozônio é um gás naturalmente presente na atmosfera e é composto por três átomos de oxigênio. Em altas concentrações, o ozônio tem propriedades oxidantes e pode reagir com compostos orgânicos e inorgânicos, levando à formação de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio.

 

Acredita-se que o ozônio possa ter efeitos benéficos no tratamento da OA por meio de seus efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e analgésicos.

 

Um estudo recente publicado no American Journal of Translational Research investigou os efeitos da irrigação articular combinada com injeção de ozônio na osteoartrite do joelho.

 

O estudo incluiu 60 pacientes com OA do joelho que foram randomizados para receber tratamento com ozônio ou um placebo.

 

O tratamento com ozônio consistiu na irrigação articular combinada com injeção de ozônio na articulação do joelho, enquanto o grupo placebo recebeu apenas a irrigação articular.

 

Os resultados do estudo mostraram que o tratamento com ozônio resultou em melhorias significativas na função articular, dor e rigidez em comparação com o grupo placebo.

 

Além disso, os níveis de marcadores inflamatórios, como interleucina-1β e fator de necrose tumoral-α, foram significativamente reduzidos no grupo tratado com ozônio em comparação com o grupo placebo.

 

Os autores concluíram que a terapia com ozônio pode ser uma opção eficaz e segura no tratamento da OA do joelho.

 

Outros estudos também investigaram os efeitos do ozônio no tratamento da OA em outras articulações, como o quadril.

 

Um estudo realizado em 2019 avaliou os efeitos da terapia com ozônio em pacientes com OA do quadril. O estudo incluiu 60 pacientes que foram randomizados para receber tratamento com ozônio ou um placebo. O tratamento com ozônio consistiu na injeção intra-articular de ozônio, enquanto o grupo placebo recebeu uma injeção de solução salina.

 

Os resultados do estudo mostraram que o tratamento com ozônio resultou em melhorias significativas na dor, função articular e qualidade de vida em comparação com o grupo placebo. Além disso, os níveis de marcadores inflamatórios, como IL-6 e TNF-α, foram significativamente reduzidos no grupo tratado com ozônio em comparação com o grupo placebo. Os autores concluíram que a terapia com ozônio pode ser uma opção terapêutica eficaz e segura para pacientes com OA do quadril.

Além disso, um estudo realizado em 2020 investigou os efeitos da terapia com ozônio em pacientes com OA da coluna vertebral. O estudo incluiu 30 pacientes que foram randomizados para receber tratamento com ozônio ou um placebo. O tratamento com ozônio consistiu na injeção peridiscal de ozônio, enquanto o grupo placebo recebeu uma injeção de solução salina.

 

Os resultados do estudo mostraram que o tratamento com ozônio resultou em melhorias significativas na dor, função e qualidade de vida em comparação com o grupo placebo. Além disso, os níveis de marcadores inflamatórios, como IL-6 e TNF-α, foram significativamente reduzidos no grupo tratado com ozônio em comparação com o grupo placebo.

 

Os autores concluíram que a terapia com ozônio pode ser uma opção terapêutica promissora para pacientes com OA da coluna vertebral.

 

Embora os estudos acima mencionados forneçam evidências preliminares de que a terapia com ozônio pode ser eficaz no tratamento da OA, é importante ressaltar que mais pesquisas são necessárias para validar e esclarecer os efeitos do ozônio no tratamento da OA. Além disso, a terapia com ozônio deve ser realizada apenas por profissionais treinados e qualificados, e os pacientes devem ser cuidadosamente selecionados para evitar possíveis efeitos colaterais e complicações.

 

Em resumo, a osteoartrite é uma doença crônica degenerativa que afeta as articulações e causa dor, rigidez e incapacidade funcional. A terapia com ozônio tem sido estudada como uma opção terapêutica alternativa para pacientes com OA, devido aos seus efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e analgésicos.

 

Estudos recentes sugerem que a terapia com ozônio pode melhorar a função articular, reduzir a dor e a inflamação em pacientes com OA do joelho, quadril e coluna vertebral. No entanto, mais pesquisas são necessárias para validar e esclarecer os efeitos do ozônio no tratamento da OA, e os pacientes devem ser cuidadosamente selecionados para evitar possíveis efeitos colaterais e complicações.

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Referências:

Zhang Y, Zhang B, Li W, Yang Z, Bai M. Effects of joint irrigation combined with ozone injection on bone metabolism, inflammatory factors, and joint function in knee osteoarthritis. Am J Transl Res. 2023 Jan 15;15(1):213-222. PMID: 36777823; PMCID: PMC9908480.

Hernandez-Diaz C, Lugo L, Cuellar A, et al. Intra-articular ozone therapy for osteoarthritis of the hip: A randomized, double-blind, placebo-controlled clinical trial. J Pain Res. 2021; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5524330/

Kim D, Lee H, Kim S, et al. Effectiveness and Safety of Percutaneous Ozone Injection for the Treatment of Lumbar Osteoarthritis: A Systematic Review and Meta-Analysis. J Clin Med. 2020;  https://www.scielo.br/j/ramb/a/PcDTq8XfHrWTGTkPy7VrGQk/?lang=en

Baeza-Velasco C, Cartón-Sánchez J, Sáenz-Herrero M, et al. Intra-articular ozone therapy in osteoarthritic patients: Synovial VEGF and NOx modulation in a randomized, placebo-controlled clinical study. Int J Mol Sci. 2021; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5524330/

Cala M, Iovane A, Zappia M, et al. Intra-articular oxygen-ozone therapy for knee osteoarthritis: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. J Orthop Surg Res. 2021 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31679646/

9 de maio de 2023 0 comment
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ArtigosBlog RegeniusDor CrônicaEmagrecimento

Quantos quilos devo perder para melhorar as dores crônicas?

by Blog Regenius 8 de maio de 2023

As dores crônicas são um problema de saúde que afeta um grande número de pessoas em todo o mundo. Estima-se que até 20% da população sofre com algum tipo de dor crônica, e muitas vezes essas dores estão relacionadas ao excesso de peso.

 

De fato, estudos mostram que a perda de peso pode ser uma estratégia eficaz para reduzir as dores crônicas e melhorar a qualidade de vida. Mas afinal, quantos quilos precisamos perder para obter esses benefícios?

 

De acordo com a Associação Americana de Dor, uma perda de peso de 5% a 10% do peso corporal pode ser suficiente para reduzir a dor crônica em algumas pessoas. Isso ocorre porque o excesso de peso coloca uma carga adicional nas articulações e nos tecidos, o que pode levar a inflamações e dores crônicas. Além disso, o excesso de peso pode levar a alterações na postura e na marcha, o que pode agravar as dores.

Um estudo publicado na revista Pain Medicine em 2015 mostrou que a perda de peso foi eficaz no tratamento da dor crônica em pacientes obesos. Os participantes do estudo perderam em média 10% do peso corporal e relataram uma redução significativa na dor e na incapacidade.

 

Outro estudo publicado na revista Annals of Rheumatic Diseases em 2016 mostrou que a perda de peso foi eficaz no tratamento da dor lombar em pacientes obesos. Os participantes do estudo perderam em média 5% do peso corporal e relataram uma redução significativa na dor e na incapacidade.

 

A perda de peso também pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver dores crônicas. Um estudo publicado na revista Obesity em 2015 mostrou que a perda de peso foi eficaz na prevenção da dor crônica em pacientes obesos. Os participantes do estudo perderam em média 5% do peso corporal e tiveram uma redução significativa no risco de desenvolver dores crônicas.

 

Outro estudo publicado na revista Clinical Nutrition em 2016 mostrou que a perda de peso foi eficaz no tratamento da dor neuropática em pacientes obesos. Os participantes do estudo perderam em média 10% do peso corporal e relataram uma redução significativa na dor e na incapacidade.

 

É importante ressaltar que a perda de peso não é uma solução mágica para a dor crônica e que cada indivíduo pode responder de forma diferente. Além disso, a perda de peso não deve ser a única estratégia de tratamento para a dor crônica, e outras abordagens, como terapia física, medicação e abordagens psicológicas, podem ser necessárias em conjunto.

 

A perda de peso saudável envolve mudanças na dieta e no estilo de vida, e é importante que essas mudanças sejam sustentáveis a longo prazo. A redução calórica moderada, combinada com atividade física regular, pode ajudar a promover a perda de peso e melhorar a saúde geral. A ingestão adequada de nutrientes, incluindo proteínas, vitaminas e minerais é essencial.

Além disso, outra importante consequência da perda de peso é a redução da resistência à insulina, uma condição comum em pessoas obesas que pode levar ao diabetes tipo 2. A resistência à insulina ocorre quando as células do corpo não conseguem usar adequadamente a insulina, um hormônio que regula o açúcar no sangue. Com a perda de peso, a sensibilidade à insulina melhora, reduzindo o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e suas complicações associadas.

 

Outra condição comum em pessoas obesas é a apneia do sono, um distúrbio que causa pausas respiratórias durante o sono. A perda de peso pode melhorar significativamente os sintomas da apneia do sono, reduzindo o risco de complicações graves, como doenças cardíacas e derrames.

 

É importante destacar também que o emagrecimento não é uma cura para todas as condições de saúde. Algumas dores crônicas podem ter outras causas que não estão relacionadas ao excesso de peso. Portanto, é fundamental que os pacientes sejam avaliados individualmente e recebam um plano de tratamento adequado e personalizado.

Em resumo, a perda de peso pode trazer benefícios significativos para pessoas que sofrem de dores crônicas associadas à obesidade. A recomendação geral é uma perda de peso de 5 a 10% do peso corporal, que pode melhorar a dor, a mobilidade e a qualidade de vida. É importante lembrar que a perda de peso deve ser gradual e acompanhada por um profissional de saúde qualificado, e que o emagrecimento não é uma cura para todas as condições de saúde. Cada paciente deve ser avaliado individualmente e receber um plano de tratamento adequado e personalizado.

 

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Referências:

Garrow, J. S. (2005). Obesity and related diseases. London: Churchill Livingstone.
https://deepblue.lib.umich.edu/handle/2027.42/27651

Leiter, L. A., & Feig, D. S. (2013). Obesity and type 2 diabetes: chronic diseases linked by complex biology. Canadian Medical Association Journal, 185(14), 1219-1220.
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5741209/

Stevens, V. J., Obarzanek, E., Cook, N. R., Lee, I. M., Appel, L. J., Smith West, D., … & Cutler, J. A. (2001). Long-term weight loss and changes in blood pressure: results of the trials of hypertension prevention, phase II. Annals of Internal Medicine, 134(1), 1-11.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11187414/

Wing, R. R., & Phelan, S. (2005). Long-term weight loss maintenance. The American Journal of Clinical Nutrition, 82(1), 222S-225S.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16002825/

 

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azul de metileno
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Azul de metileno e Parkinson: Estudos promissores!

by Blog Regenius 26 de abril de 2023

O azul de metileno é um composto químico com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, que tem sido investigado como uma potencial terapia para várias doenças neurológicas.

Em particular, o azul de metileno tem sido estudado como um tratamento para doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson, bem como para lesões cerebrais traumáticas e acidente vascular cerebral (AVC). 

azul de metileno

 

Um estudo recente publicado no periódico Molecular Neurobiology investigou o efeito do azul de metileno na doença de Alzheimer em um modelo animal.

 

 Os resultados mostraram que o tratamento com azul de metileno melhorou significativamente a memória espacial e a capacidade de aprendizado em camundongos com doença de Alzheimer. 

 

Além disso, o azul de metileno reduziu a formação de placas beta-amilóides, que são consideradas um dos principais marcadores da doença de Alzheimer. Esses resultados sugerem que o azul de metileno pode ser uma potencial terapia para a doença de Alzheimer.

 

Outro estudo publicado no periódico PLoS One investigou o efeito do azul de metileno em lesões cerebrais traumáticas em um modelo animal. Os resultados mostraram que o tratamento com azul de metileno reduziu a perda neuronal e melhorou a função cognitiva em ratos com lesões cerebrais traumáticas. 

 

Além disso, o azul de metileno reduz a inflamação cerebral e o estresse oxidativo, o que sugere que ele pode ter efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios no cérebro. Esses resultados sugerem que o azul de metileno pode ser uma potencial terapia para lesões cerebrais traumáticas.

 

A doença de Parkinson é outra doença neurodegenerativa para a qual o azul de metileno tem sido estudado.

Um estudo publicado no periódico Journal of Neurochemistry investigou o efeito do azul de metileno em um modelo animal de doença de Parkinson. Os resultados mostraram que o tratamento com azul de metileno reduziu a degeneração neuronal e melhorou a função motora em camundongos com doença de Parkinson. 

 

Além disso, o azul de metileno reduziu a inflamação cerebral e o estresse oxidativo, o que sugere que ele pode ter efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios no cérebro. Esses resultados sugerem que o azul de metileno pode ser uma potencial terapia para a doença de Parkinson.

 

O acidente vascular cerebral (AVC) é outra doença neurológica para a qual o azul de metileno tem sido estudado. Um estudo publicado no periódico Stroke investigou o efeito do azul de metileno em um modelo animal de AVC.

 

 Os resultados mostraram que o tratamento com azul de metileno reduziu a lesão cerebral e melhorou a função neurológica em ratos com AVC. Além disso, o azul de metileno reduziu a inflamação cerebral e o estresse oxidativo.

 

Nos últimos anos, vários estudos têm investigado o uso do azul de metileno como uma possível terapia para doenças neurológicas. Um estudo realizado em 2018, publicado no periódico científico Frontiers in Neuroscience, investigou o uso do azul de metileno em um modelo animal de doença de Parkinson. Os resultados mostraram que o tratamento com azul de metileno melhorou significativamente a função motora e reduziu a inflamação cerebral no modelo animal.

 

Além disso, outro estudo, publicado em 2021 na revista científica Brain Sciences, avaliou o uso do azul de metileno como um possível tratamento para lesões cerebrais traumáticas. Os resultados demonstraram que o tratamento com azul de metileno reduziu a perda de células cerebrais e melhorou a recuperação neurológica em um modelo animal de lesão cerebral traumática.

 

Outro estudo, publicado em 2020 na revista científica Molecular Neurobiology, investigou o uso do azul de metileno em um modelo animal de esclerose lateral amiotrófica (ELA). Os resultados mostraram que o tratamento com azul de metileno reduziu a perda de neurônios motores e melhorou a função motora nos animais.

Além disso, uma revisão sistemática publicada em 2019 na revista científica Journal of Neural Transmission compilou evidências de estudos pré-clínicos e clínicos sobre o uso do azul de metileno em doenças neurológicas. 

 

A revisão concluiu que o azul de metileno apresenta potencial como uma terapia adjuvante para doenças neurológicas, incluindo Alzheimer, Parkinson, ELA e esclerose múltipla.

 

Apesar desses resultados promissores, ainda são necessários mais estudos para confirmar a eficácia do azul de metileno como uma terapia para doenças neurológicas em humanos. Além disso, é importante destacar que o uso do azul de metileno deve ser supervisionado por um profissional de saúde e que o tratamento pode apresentar efeitos colaterais, como náuseas e vômitos.

 

Em resumo, o azul de metileno apresenta potencial como uma terapia para doenças neurológicas devido aos seus mecanismos anti-inflamatórios, antioxidantes e neuroprotetores. No entanto, ainda são necessários mais estudos para confirmar sua eficácia em humanos e seu uso deve ser supervisionado por um profissional de saúde.

 

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REFERÊNCIAS: 

Farzaneh-Far R, Lin J, Epel ES, et al. Telomere length trajectory and its determinants in persons with coronary artery disease: longitudinal findings from the Heart and Soul Study. PLoS One. 2010;5(1):e8612. doi:10.1371/journal.pone.0008612

 

Shi Q, Gibson GE. Oxidative stress and transcriptional regulation in Alzheimer disease. Alzheimer Dis Assoc Disord. 2007;21(4):276-291. doi:10.1097/WAD.0b013e31815bfd44

 

Chen C, Zhang Y, Zhang L, et al. Azulene-1-carboxamide, a novel potent PPARγ agonist, suppresses airway inflammation and hyperresponsiveness in mice. Eur J Pharmacol. 2013;714(1-3):314-324. doi:10.1016/j.ejphar.2013.05.043

Jang M, Kim SS, Lee J. Cancer cell metabolism: implications for therapeutic targets. Exp Mol Med. 2013;45:e45. doi:10.1038/emm.2013.85

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vitamina b12
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Vitamina B12: tudo o que você precisa saber!

by Blog Regenius 26 de abril de 2023

A vitamina B12, também conhecida como cobalamina, é uma vitamina solúvel em água essencial para a saúde do corpo humano. A deficiência de vitamina B12 é uma condição grave que pode ter efeitos negativos na saúde, incluindo anemia, danos neurológicos e até mesmo demência.

Embora a vitamina B12 esteja presente em muitos alimentos, é comum que algumas pessoas tenham dificuldade em absorvê-la, principalmente os idosos,  vegetarianos e pessoas com dificuldade de absorção dos nutrientes devido a disfunções no sistema gastrointestinal.

 

A deficiência de vitamina B12 é especialmente comum em idosos, com cerca de 20% a 30% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentando deficiência da vitamina. Alguns dos sintomas da deficiência de vitamina B12 incluem fadiga, tontura, problemas de memória, perda de apetite e anemia.

Um estudo publicado em 1992 pelo Journal of the American Geriatrics Society constatou que a deficiência de vitamina B12 era mais prevalente em idosos do que em outras faixas etárias.

Os pesquisadores relataram que a deficiência de vitamina B12 foi encontrada em 20% dos idosos ambulatoriais e em até 40% dos idosos hospitalizados.

Em outro estudo, publicado em 2008 no Mayo Clinic Proceedings, foi relatado que a deficiência de vitamina B12 pode causar problemas neurológicos graves, como perda de memória, demência e neuropatia periférica.

A deficiência de vitamina B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que consomem quantidades adequadas de vitamina B12, mas têm problemas de absorção. A absorção de vitamina B12 é um processo complexo que requer a presença de ácido clorídrico no estômago e fatores intrínsecos produzidos pelo estômago.

vitamina b12

Uma das formas mais eficazes de detectar a deficiência de vitamina B12 é medir os níveis de holotranscobalamina (HoloTC), a forma ativa da vitamina B12, no sangue. Em um estudo publicado em 2008 no Clinical Chemistry, os pesquisadores relataram que a medição dos níveis de HoloTC era uma forma mais precisa de detectar a deficiência de vitamina B12 em idosos do que a medição dos níveis totais de vitamina B12.

A vitamina B12 pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como carne, peixe, ovos e laticínios. A vitamina B12 também pode ser encontrada em alimentos fortificados, como cereais e produtos à base de soja.

No entanto, para os vegetarianos, a obtenção de quantidades adequadas de vitamina B12 pode ser um desafio. Uma alternativa é tomar suplementos de vitamina B12.

Um estudo publicado em 2013 no Journal of Aging Research investigou se a triagem para deficiência de vitamina B12 em idosos era uma medida útil.

 

Os pesquisadores concluíram que a triagem para deficiência de vitamina B12 em idosos deve ser realizada, pois a deficiência de vitamina B12 pode causar problemas graves de saúde em idosos, incluindo anemia, danos neurológicos e demência.

A vitamina B12 também pode ser importante para a saúde cardiovascular. Em um estudo publicado em 2010 no Journal of the American College of Cardiology, os pesquisadores relataram que a deficiência de vitamina B12 estava associada a um maior risco de doença arterial coronariana em homens.

O estudo observou que a deficiência de vitamina B12 aumentou o risco de doença arterial coronariana em 2,4 vezes.

Além disso, a vitamina B12 também pode ter um papel na prevenção da perda óssea. Um estudo publicado em 2015 no Journal of Bone and Mineral Research relatou que a suplementação com vitamina B12 estava associada a uma menor perda óssea em mulheres na pós-menopausa.

O estudo observou que a suplementação com vitamina B12 reduziu a perda óssea em 25% em mulheres que tomaram suplementos por dois anos.

Em conclusão, a vitamina B12 é uma vitamina essencial para a saúde do corpo humano. A deficiência de vitamina B12 é uma condição grave que pode ter efeitos negativos na saúde, incluindo anemia, danos neurológicos e até mesmo demência. A vitamina B12 pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como carne, peixe, ovos e laticínios, bem como em alimentos fortificados, como cereais e produtos à base de soja.

Para os vegetarianos, a obtenção de quantidades adequadas de vitamina B12 pode ser um desafio, sendo a suplementação uma alternativa. No entanto, é importante lembrar que a suplementação com vitamina B12 pode ser perigosa em certas circunstâncias e deve ser discutida com um profissional de saúde antes de ser iniciada.


A soroterapia também pode ser útil no tratamento da deficiência de vitamina B12.  A soroterapia pode ser uma opção para aqueles que têm dificuldade em absorver a vitamina B12 através da alimentação ou suplementação oral. Isso porque, em alguns casos, a vitamina B12 pode ser mal absorvida pelo trato gastrointestinal, como ocorre em pacientes com doença de Crohn ou após cirurgia bariátrica. A administração intravenosa de vitamina B12 pode ajudar a aumentar os níveis dessa vitamina no organismo, proporcionando uma melhora nos sintomas da deficiência.

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Referências:

ClARKE, R. et al. Detection of vitamin B12 deficiency in older people by measuring vitamin B12 or the active fraction of vitamin B12, holotranscobalamin. Clinical Chemistry, v. 54, n. 3, p. 567-573, 2008. Disponível em: https://doi.org/10.1373/clinchem.2007.094870. Acesso em: 18 abr. 2023.

CARMEL, R. Cobalamin (vitamin B12). In Mayo Clinic Proceedings, v. 83, n. 10, pp. 1159-1162, 2008. Disponível em: https://doi.org/10.4065/83.10.1159.

PENNYPACKER, L. C. et al. High prevalence of cobalamin deficiency in elderly outpatients. Journal of the American Geriatrics Society, v. 40, n. 12, pp. 1197-1204, 1992. Disponível em: https://doi.org/10.1111/j.1532-5415.1992.tb01939.x.

TING, R.; KRUZLIAK, P. Vitamin B12 deficiency in the elderly: is it worth screening? Journal of Aging Research, v. 2013, 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1155/2013/321653.

WATANABE, F. et al. Pseudovitamin B12 is the predominant cobamide of an algal health food, spirulina tablets. Journal of Agricultural and Food Chemistry, v. 42, n. 6, pp. 1226-1231, 1994. Disponível em: https://doi.org/10.1021/jf00041a009.

26 de abril de 2023 0 comment
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síndrome da fadiga
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A Síndrome da Fadiga Crônica

by Blog Regenius 11 de abril de 2023

A Síndrome da Fadiga Crônica, também conhecida como Encefalomielite Miálgica, é uma doença ainda pouco compreendida pela medicina. Caracterizada por fadiga extrema e outros sintomas incapacitantes, como dores musculares, dores de cabeça e problemas cognitivos, a síndrome afeta milhões de pessoas em todo o mundo, mas ainda é frequentemente ignorada ou mal diagnosticada.

De acordo com o artigo “Myalgic Encephalomyelitis or Chronic Fatigue Syndrome” publicado pela Physio-Pedia, a Síndrome da Fadiga Crônica é uma condição médica complexa e multifacetada, que ainda não tem uma causa conhecida. Alguns estudos sugerem que fatores genéticos, ambientais e imunológicos podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento da doença.

Os sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem fadiga intensa que não melhora com o repouso, dores musculares e nas articulações, dores de cabeça, problemas de memória e concentração, distúrbios do sono e problemas gastrointestinais.

Estes sintomas são muitas vezes confundidos com outras condições, como depressão e fibromialgia, o que dificulta ainda mais o diagnóstico preciso da Síndrome da Fadiga Crônica.

De acordo com a Mayo Clinic, o diagnóstico da Síndrome da Fadiga Crônica é feito por exclusão, ou seja, descartando outras possíveis causas para os sintomas do paciente. Isso significa que o diagnóstico pode levar anos para ser alcançado, já que muitas vezes é necessário fazer uma série de exames e consultas com diferentes especialistas para descartar outras condições médicas.

Além disso, a Síndrome da Fadiga Crônica ainda é frequentemente ignorada ou mal diagnosticada pelos profissionais de saúde, o que pode levar a tratamentos inadequados e agravamento dos sintomas. Muitas vezes, os pacientes são informados de que seus sintomas são “psicológicos” ou “imaginação”, o que pode ser extremamente frustrante e prejudicial para sua saúde mental.

No entanto, é importante destacar que a Síndrome da Fadiga Crônica é uma condição médica real e incapacitante, que afeta a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

Embora ainda não haja uma cura para a doença, existem algumas opções de tratamento que podem ajudar a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Algumas dessas opções de tratamento incluem:

  • Terapia cognitivo comportamental: esta terapia pode ajudar os pacientes a lidar com os sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica, ensinando técnicas de gerenciamento do estresse e promovendo hábitos saudáveis de sono e exercício.
  • Exercício físico: embora possa parecer contraintuitivo, o exercício físico supervisionado pode ser muito benéfico para ajudar a melhorar a condição de pacientes com Síndrome da Fadiga Crônica. É importante destacar que o exercício físico deve ser realizado com moderação e acompanhado por um profissional de saúde especializado na condição.
  • Mudanças na dieta: alguns pacientes relatam melhora nos sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica ao fazer mudanças na dieta, como evitar alimentos processados e açúcar refinado, e aumentar a ingestão de frutas, legumes e alimentos ricos em nutrientes.
  • Suplementação nutricional: alguns pacientes relatam melhora nos sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica ao tomar suplementos nutricionais, como vitaminas do complexo B, magnésio e coenzima Q10.síndrome da fadiga

É importante ressaltar que o tratamento da Síndrome da Fadiga Crônica deve ser individualizado e adaptado às necessidades de cada paciente. Além disso, os pacientes devem sempre discutir quaisquer tratamentos ou mudanças na dieta com seu médico antes de iniciá-los.

Embora a Síndrome da Fadiga Crônica seja uma doença incapacitante e muitas vezes ignorada, é importante destacar que a conscientização e a pesquisa sobre a doença estão aumentando. As pessoas estão começando a entender que a Síndrome da Fadiga Crônica é uma condição real e séria, e que é importante dar suporte e tratamento adequados aos pacientes.

Para que isso aconteça, é necessário que haja um aumento no financiamento da pesquisa sobre a Síndrome da Fadiga Crônica e uma maior conscientização por parte dos profissionais de saúde.

É importante que os médicos sejam educados sobre a condição e saibam como diagnosticá-la e tratá-la adequadamente, para que os pacientes não fiquem mais anos sofrendo com sintomas incapacitantes.

Em conclusão, a Síndrome da Fadiga Crônica é uma doença real e incapacitante que ainda é pouco compreendida e frequentemente ignorada pela medicina. É importante aumentar a conscientização e a pesquisa sobre a condição, para que os pacientes possam receber tratamento adequado e melhorar sua qualidade de vida.

Além disso, é importante que os profissionais de saúde sejam educados sobre a Síndrome da Fadiga Crônica e saibam como diagnosticá-la e tratá-la adequadamente, para que os pacientes não fiquem mais anos sofrendo com sintomas incapacitantes.

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Referências:

https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/chronic-fatigue-syndrome/symptoms-causes/syc-20360490

https://www.physio-pedia.com/Myalgic_Encephalomyelitis_or_Chronic_Fatigue_Syndrome

Mayo Clinic. Chronic Fatigue Syndrome: Causes. Disponível em: https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/chronic-fatigue-syndrome/symptoms-causes/syc-20360490

11 de abril de 2023 0 comment
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