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Você ouve estalos no joelho? Isso pode ser um sinal de alerta!

by Otávio Melo 28 de janeiro de 2022

Muitas pessoas podem apresentar em algum momento da vida barulhos no joelho, chamados popularmente de estalos (ou estralos), sem maiores problemas durante a vida. Entretanto, é preciso ficar atento quando eles são acompanhados por outros sintomas. Se os estalos forem seguidos de dores, é um sinal de alerta para uma consulta com o ortopedista.

Os estalos podem ocorrer, quando os gases presentes no líquido sinovial estouram por conta da movimentação. Atos como esticar o joelho, fazer algum esforço, dobrá-lo ou simplesmente caminhar podem causar esse barulhinho. Nesse caso, não existe nenhum efeito colateral para a articulação.

Porém, existem situações onde o joelho fazer barulho é um alerta para o aparecimento de doenças ou para alterações na anatomia da região. Segundo estudo, o aparecimento de crepitações no joelho pode indicar menos qualidade de vida e maior dor em indivíduos com osteoartrite, condição também chamada de artrose.

Saiba mais sobre os estalos no joelho nos próximos parágrafos.

Por que o joelho estala?

Estalos no joelho são muito normais. A maior parte das pessoas já teve essa sensação, sem uma causa específica. Contudo, eles podem aparecer somados a outros sintomas de doenças articulares como inchaço, redução da mobilidade, sensação incômoda no joelho e dor.

O estalo é chamado de crepitação articular e pode acontecer por diversos motivos, como devido ao atrito articular ocasionado pela perda da cartilagem, liberação de gases e até mesmo quando uma articulação retorna a sua posição original. Por isso, é importante ficar atento a este sintoma, a suas possíveis acondições associadas e se informar mais sobre o assunto.

Uma dica para quem ouvir um estalo é observar as suas características, por exemplo, quantidade de vezes que aparecer, fatores desencadeantes, quando iniciou e se está piorando. Esses detalhes são importantes para verificar se é uma condição corriqueira, que não necessita de tratamento, ou se a ajuda de um especialista pode ser necessária.

Quais as causas dos estalos no joelho?

O joelho é formado por diversas estruturas diferentes, como ligamentos, ossos, cartilagem, líquido sinovial e movido com o auxílio de diversos músculos. Algumas dessas estruturas podem estar relacionadas ao aparecimento deste barulho. Abaixo, confira causas mais comuns do aparecimento da crepitação:

Bolhas no líquido sinovial
O líquido sinovial serve para lubrificar e nutrir a articulação do joelho, reduzindo o atrito natural entre as cartilagens. Como ele possui gases, é comum a formação de bolhas que podem ser estouradas durante a movimentação, causando estalos.

Instabilidade
A variação anatômica no corpo de cada pessoa pode tornar o seu joelho mais propenso à emissão sonora. Isso acontece pela instabilidade que algumas estruturas podem proporcionar.

Sobrepeso
Pessoas que sofrem com obesidade ou sobrepeso colocam seus joelhos sob uma maior pressão, causando comprometimento das estruturas articulares, o que pode gerar a emissão de ruídos por atrito. Nesse caso, é comum queixas de dores associadas, sendo a perda de peso um grande aliado para o tratamento.

Artrose no joelho
A artrose pode causar estalos no joelho devido ao desgaste articular e atrito. Com isso, acontecem estalos, associados a dor e inchaço. É uma causa que necessita atenção médica imediata e tratamento para devolver a melhor qualidade de vida para o paciente.

Alterações patelares
Alteração patelar pode ser causada pelo envelhecimento, inflamações ou pelas condropatias. O estalo pode ser é seguido de dor na região da patela, aparecendo durante a realização de movimentos que exijam a região. Também é uma causa que necessita de atenção médica e tratamentos para devolver a melhor movimentação do joelho.

Lesão no menisco
O menisco é uma estrutura em formato semicircular presente no centro do joelho, servindo para amortecer e estabilizar a articulação. Com a sua lesão e rompimento, podem aparecer estalos e derrame articular, seguido de dor, inchaço e dificuldade de movimento.

Lesão no ligamento
Os ligamentos são estruturas que ajudam na estabilização de uma articulação, impedindo que os ossos se desloquem de maneira inadequada. Quando ocorre uma lesão no mesmo, a instabilidade articular pode causar os estalos e diversos sintomas como dor e inchaço.

Quais são os tratamentos para o estalo no joelho?

Como vimos nos últimos parágrafos, o estalo no joelho pode estar associado ou não a problemas de saúde. Desse modo, devido às diversas possibilidades de causas da crepitação articular, é necessário individualizar o tratamento quando ele for recomendado. Se ele acontece frequentemente ou é acompanhado por outros sintomas, especialmente a dor e o inchaço, é preciso uma avaliação clínica detalhada, podendo ser associado também exames de imagem para investigar a sua origem.

Com a consulta a um especialista, é possível identificar doenças ou lesões e, assim, dar o tratamento correto para o joelho, reduzindo os barulhos. Nessa hora, é preciso ressaltar também que realizar movimentos inadequados, exercícios sem acompanhamento profissional e favorecer fatores que sobrecarreguem as articulações podem causar lesões ortopedicas, não sendo recomendado.

Tratamentos com o Visco-Regen podem ser a solução para a redução dos estalos, no caso do atrito causado por problemas articulares. Sua lubrificação ajuda a reduzir o atrito entre as estruturas, aliviando a dor e possibilitando a regeneração.

Cuide do seu joelho

Estalos são normais. Praticamente qualquer pessoa vai estalar o joelho sem que isso signifique qualquer situação anormal. Entretanto, exitem causas de do estalo no joelho que podem representar danos estruturais graves na articulação, necessitando de tratamento imediato.

Para o diagnóstico mais preciso sobre as crepitações no joelho, conheça o Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência. A nossa equipe é especializada no tratamento de lesões e na reabilitação de pacientes com problemas ortopédicos, trazendo qualidade de vida para mais de 24 mil pessoas. Possuímos o atendimento personalizado para a cura de diversas condições.

Conheça mais os nossos tratamentos e clique para uma consulta de avaliação. Estamos sempre disponíveis para o seu atendimento.

Pazzinatto MF, de Oliveira Silva D, Faria NC, Simic M, Ferreira PH, Azevedo FM, Pappas E. What are the clinical implications of knee crepitus to individuals with knee osteoarthritis? An observational study with data from the Osteoarthritis Initiative. Braz J Phys Ther. 2019 Nov-Dec;23(6):491-496. doi: 10.1016/j.bjpt.2018.11.001. Epub 2018 Nov 16. PMID: 30471964; PMCID: PMC6849337.

28 de janeiro de 2022 0 comment
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Como manter o coração e as articulações saudáveis ?

by Otávio Melo 25 de janeiro de 2022

Diversos estudos indicam que existe relação entre a saúde das estruturas articulares e do coração. Saber como manter a articulação saudável auxilia na manutenção do sistema cardiovascular em dia. Isso mostra como os diversos órgãos do corpo humano estão relacionados e a manutenção da saúde em um sistema é fundamental para os outros.

Estudos apontam que a artrite reumatóide pode ser um fator para o aumento do risco de aparecimento de doenças coronarianas. Uma das explicações seria a presença de inflamação no corpo que levaria a danos nos vasos com a possibilidade de entupimento das artérias e, posteriormente, infarto.

Entretanto, com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, é possível evitar os problemas decorrentes da artrite e das doenças do coração. Nos próximos parágrafos, vamos falar mais sobre como favorecer a saúde do coração e das articulações sem o uso de remédios.

Estudo mostra relação entre artrite e doenças do coração

A relação entre diferentes estruturas do corpo é um fato recorrente no estudo da medicina. Segundo pesquisa publicada nos Anais das Doenças Reumáticas, periódico da Liga Européia contra o Reumatismo (EULAR), existem ligações expressivas entre o número de doenças do coração e a artrite reumatóide. A pesquisa foi uma metanálise com 100 mil pessoas e 19 estudos, que mostrou que a artrite aumenta em 60% o risco de morte por doenças cardíacas.

Outras doenças inflamatórias que afetam as articulações como o lúpus e a artrite psoriática, também aumentam as chances de problemas cardíacos. A pesquisa ainda atestou que o risco é comparável àqueles com diabetes mellitus.

O mecanismo pelo qual a artrite e outras inflamações sistêmicas afetam o coração é o aparecimento de placas de gordura e outras substâncias, bloqueando a passagem do sangue em artérias. Com isso, existe o aparecimento da insuficiência cardíaca.

Alguns dados importantes de serem ressaltados sobre a artrite e o coração:

Pessoas com artrite reumatóide tem um riso de 50 a 70% maior de doenças cardiovasculares;
Pessoas com osteoartrite tem uma chance 24% maior de terem doenças cardiovasculares;
Quase metade dos adultos com doenças cardíacas tem artrite ou artrose.

Outra doença que atinge as articulações e o coração é a febre reumática. A doença inflamatória que atinge crianças e jovens, pode deixar sequelas no coração. As estruturas afetadas são as válvulas cardíacas, o que leva a problemas como a insuficiência valvar e/ou estenose valvar.

Como manter as articulações e o coração saudáveis?

Para o tratamento conjunto de articulações e coração, é preciso identificar o que está causando o problema primário. Por exemplo, o tratamento para a doença do coração que apareça de forma secundária necessita estar associado ao tratamento inicial da artrite reumatóide. Isso significa aliar os diferentes tipos de cuidados para que melhorem ambos os problemas.

Algumas recomendações para prevenir doenças no coração:

 

Coração saudável

Representação do Coração 

Praticar exercícios aeróbicos
Os exercícios garantem o trabalho do sistema cardiovascular e respiratório e, quando praticados com constância e em intensidade adequada, ajudam a fortalecer os músculos, reduzir o excesso de peso (que impacta negativamente nas articulações) e beneficia a saúde do coração.

Manter alimentação balanceada
A alimentação adequada para uma pessoa ajuda a controlar a inflamação corporal e evitar a piora acentuada da artrite. Da mesma forma, ajuda a impedir a formação das placas de gordura nas artérias e a possibilidade de infarto.

Outros tipos de tratamentos, como os remédios, podem ajudar a combater a inflamação, porém, cada caso é um caso, devendo ser prescritos por um médico especialista, que analisará individualmente a necessidade do fármaco e qual o ideal para a condição analisada.

Por outro lado, métodos como a viscossuplementação e a terapia com ondas de choque não tem efeitos benéficos diretamente sobre o coração, mas o seu benefício para as articulações favorece a volta à vida normal do paciente que sofre com doenças articulares, podendo, consequentemente, realizar exercícios físicos que impactam positivamente na saúde cardiovascular.

O cuidado com uma parte do corpo é o cuidado com ele todo

Podemos ver no artigo, o corpo está todo ligado, podendo surgir doenças em uma estrutura devido o acometimento de outra. Por isso, é importante sempre buscar o diagnóstico por menor que pareça a situação, como uma dor leve nas articulações.

Para o diagnóstico mais preciso, confie no o Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência, possuindo uma equipe especializada no tratamento de lesões e na reabilitação de pacientes com problemas ortopédicos. Possuímos o atendimento personalizado para a cura de diversas condições.

Conheça mais os nossos tratamentos e clique para uma consulta de avaliação. Estamos sempre disponíveis para o seu atendimento.

Referências

National Center for Biotechnology Information https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7823386

U.S. Department of Health and Human Services https://www.cdc.gov/nccdphp/sgr/pdf/sgrfull.pdf
National Center for Biotechnology Information https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26473759
National Center for Biotechnology Information https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17510709
Peters MJL, Symmons DPM, McCarey D, et alEULAR evidence-based recommendations for cardiovascular risk management in patients with rheumatoid arthritis and other forms of inflammatory arthritisAnnals of the Rheumatic Diseases 2010;69:325-331.

Chodara AM, et al. Managing cardiovascular disease risk in rheumatoid arthritis: clinical updates and three strategic approaches. Current Rheumatology Reports. 2017; 19(4):16. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5789778/

Schieir O, et al. Incident myocardial infarction associated with major types of arthritis in the general population: a systematic review and meta-analysis. Annals of the Rheumatic Diseases. 2017; 76(8):1396-1404. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28219882

Khalid U, et al. Incident heart failure in patients with rheumatoid arthritis: A nationwide cohort study. Journal of the American Heart Association. 2018;7:e007227. https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/JAHA.117.007227

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Entenda o que é o derrame articular

by Otávio Melo 24 de janeiro de 2022

Derrame articular é uma condição que se apresenta em diversas articulações, como o joelho, sendo mais comum em idosos ou praticantes de atividades físicas. Popularmente chamado de “água no joelho”, o derrame articular acontece quando existe um aumento do líquido presente em sua cavidade, o que pode trazer dificuldades de movimento e flexibilidade, além de edema e dor.

Para entender o que é o derrame articular, é preciso saber que o joelho é composto por diversas estruturas que servem para possibilitar os movimentos, trazer equilíbrio, absorver impacto, entre outras funções. Entre essas estruturas, está a membrana sinovial, uma camada de tecido conjuntivo que reveste tendões, bursas e cápsulas articulares, produzindo o líquido sinovial.

O mais comum é o derrame articular devido ao aumento do líquido sinovial, porém, ele pode ocorrer também por sangramento intra-articular e até mesmo devido ao pus dentro da articulação. Quando existe algum problema, como os traumatismos, a membrana sinovial pode produzir mais líquido sinovial em resposta ao stress. E é a partir disso que começam os problemas decorrentes da “água no joelho” que iremos tratar neste artigo. Leia mais nos próximos parágrafos.

O que é a sinovite?

Membrana sinovial, como mencionamos anteriormente, é uma camada de tecido conjuntivo que reveste estruturas das parte internas das articulações. Além disso, ela também produz o líquido sinovial, que tem como função a nutrição e a lubrificação da membrana.

Em algumas situações, como infecções, movimentos repetitivos, traumatismos ou doenças autoimunes, pode existir uma inflamação na membrana, a chamada Sinovite. Por conta deste fato, é iniciada a produção de mais líquido sinovial, visto que, ocorre um desequilíbrio entre produção e absorção deste líquido.

Esse aumento do líquido pode causar:

  • Dor;
  • Edema;
  • Vermelhidão;
  • Incômodo para locomoção;.
  • Calor local.

Apesar de ser mais observada no joelho, a sinovite pode ocorrer em diversas partes do corpo como:

  • Punhos;
  • Cotovelos;
  • Quadril;
  • Pés;
  • Tornozelos.

Saiba mais sobre a água no joelho aqui 

Entenda o que é o derrame articular

Representação de derrame articular

Derrame Articular: Cavidade interna do joelho com liquido / Membrana interna do joelho com inflamação

 

 

Derrame articular é o acúmulo de líquido dentro de uma articulação, causado de forma mais frequentemente pela resposta inflamatória de uma sinovite. Ele pode ocorrer ainda devido a algum tipo de sangramento interno à articulação.

Algumas doenças que causam o derrame são a artrite reumatoide e a gota.

Os sintomas mais comuns para o derrame articular são:

Inchaço
O volume do joelho fica bem maior que o comum, sendo visível e palpável.

Dificuldades de mobilidade
Com o joelho inchado, a dificuldade de esticar e dobrar o joelho pode estar presente, atrapalhando a movimentação.

Dor
Devido à inflamação ou lesões internas, a dor pode estar presente e ser acentuada. Ela pode se agravar com o tempo.

Para tratar corretamente o derrame articular, a rapidez no atendimento é fundamental. Por isso, entrar em contato com o profissional especialista pode trazer alívio mais rápido ao paciente. É importante ressaltar que algumas situações pedem a procura imediata pela ajuda médica como:

  • Trauma seguido pelo derrame;
  • Febre;
  • Vermelhidão;
  • Articulação imóvel;
  • Dor intensa;

Para tratamentos de condições articulares e problemas ortopédicos, o Instituto Regenius possui tecnologias avançadas e métodos humanizados para o melhor tratamento de cada paciente. Conheça mais sobre os tratamentos do Instituto Regenius aqui 

Como tratar o derrame articular?

Importante ressaltar que cada caso é um caso. Para tratar o derrame articular, é preciso identificar a causa e dar início a um tratamento primário dela, sem, entretanto, deixar de lado o cuidado com a articulação inchada. Os tratamentos diretos para o derrame articular visam a redução do inchaço e a volta dos movimentos sem dor para o paciente.

As opções de tratamento para o derrame articular são:

Tratamento medicamentoso com analgésicos e anti-inflamatórios;
Crioterapia (uso de compressas ou bolsas de gelo);
Repouso articular;
Punção local;
Cirurgia para retirada de parte do tecido sinovial

Além disso, é possível associar outros tratamentos como a fisioterapia, a mudança dos hábitos alimentares, a introdução de exercícios físicos leves e sem impacto, etc..

Cuidar do corpo previne o derrame articular

O derrame articular está sempre ligado a uma causa. Para evitar que ele ocorra, os primeiros cuidados são com o corpo, com a diminuição do peso, fortalecimento muscular, utilização de equipamentos corretos na hora de fazer exercícios, ter apoio de profissionais e buscar ajuda médica sempre que sentir incômodos ou dores.

Para o tratamento efetivo do derrame articular, conheça o Instituto Regenius, clínica presente em SP e MG, com mais de 16 anos de experiência e 24 mil pacientes atendidos. Possuindo uma equipe especializada no tratamento de lesões e na reabilitação de pacientes com problemas ortopédicos, devolvemos a melhor qualidade de vida para quem sofre com diversas condições.

Conheça mais os nossos tratamentos e clique para uma consulta de avaliação.
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Postura ruim pode afetar o coração

by Otávio Melo 24 de janeiro de 2022

 

Hoje em dia, é comum que boa parte da população passe o dia inteiro sentada, trabalhando de frente para um computador. Entretanto, muitas delas podem estar com uma posição ruim ou inadequada para as estruturas presentes em seu organismo, podendo causar lesões e dores. O que poucas pessoas sabem é que a postura ruim pode afetar também a saúde dos órgãos internos.

Essa influência da postura ruim no organismo se deve ao seu potencial de favorecer o aparecimento de doenças e alterar o funcionamento ideal de alguns órgãos, como o coração e os pulmões. Apesar de ainda estar em estudo, já se sabe que uma postura pode afetar a função respiratória e alterar a pressão arterial.

Além desta influência, ainda existem condições causadas pela má postura, como a LER/DORT e a lombalgia, quadros que afastam milhares de pessoas do trabalho durante o ano.

Clique aqui para saber mais sobre a LER 

Nos próximos parágrafos, vamos discutir mais sobre a má postura?

Saiba mais sobre a postura ruim.

POstura ruim

Postura ruim x postura correta

O ser humano, assim como todos os animais, possui uma postura correta para andar e permanecer em repouso. Quando isso não ocorre, o próprio corpo pode sobrecarregar as estruturas e favorecer o aparecimento de lesões, dores e, até mesmo, doenças.

Porém, é muito comum que a maioria das pessoas permaneçam nas posições incorretas, seja por necessidade do trabalho ou pela ausência de condições fornecidas para a sua jornada. Após algum tempo nessas posições, podem aparecer dores agudas ou crônicas que tendem a se agravar quando não tratadas.

É preciso ressaltar que as lesões motivadas pelo trabalho são uma preocupação que vai muito além da estética. É um cuidado com a saúde e com a economia. Pessoas que sofrem lesões tem problemas de diminuição de produtividade e abstenção do trabalho.

As posturas ruins podem afetar muitas partes do corpo, causando:

  • Dificuldades para a digestão;
  • Alteração na função pulmonar;
  • Enfraquecimento muscular;
  • Desequilíbrio das estruturas corporais;

Além disso, a postura pode trazer condições que necessitem tratamentos duradouros para a redução da dor, como:

Lombalgia

A dor sentida na região lombar afeta de 70 a 80% da população adulta mundial ao menos uma vez na vida. Seu aparecimento pode ser devido à má postura ou a problemas trazidos por ela, como o deslocamento e degeneração dos discos da coluna.

Dores relacionadas à LER/DORT

Entre outras lesões, estão a bursite e a tendinite, inflamações que trazem dor e necessitam de cuidados para a recuperação completa de um indivíduo. Ambas relacionadas a LER, podendo ser causadas ou agravadas pela má postura no trabalho.

Dores no pescoço

A tensão muscular pode resultar no travamento do pescoço, causando o conhecido torcicolo. Além disso, ela causa a chamada cefaleia tensional, uma dor de cabeça aguda.

Hipercifose

Essa é uma condição que ocorre devido ao aumento da curvatura da coluna torácica, causando o aparecimento da chamada “corcunda”. Dentre os diversos fatores para o seu aparecimento está a má postura, bem como, problemas de nascimento, traumas e outros.

Evitar o aparecimento das lesões causadas pela má postura e o seu impacto na saúde corporal geral deve ser o objetivo de todos. Para isso, é preciso evitar longos períodos em uma mesma posição, bem como, posições que sobrecarreguem a coluna.

Como a má postura afeta o coração e os vasos sanguíneos?

A pressão arterial pode ser alterada quando verificada em diferentes posições e estudos demonstram que ficar muito tempo sentado aumenta a pressão. Além disso, o longo período de tempo em posição sentada pode afetar o corpo a longo prazo e aumentar o risco de aparecimento de condições trombóticas, visto que, a circulação do sangue fica mais comprometida e provoca o que chamamos de estase sanguínea.

Da mesma forma, a má postura pode alterar a pressão sobre as estruturas do corpo, afetando negativamente a circulação sanguínea, tornando ,consequentemente, mais difícil o trabalho cardíaco para levar o sangue aos outros órgãos.

Foi realizado uma pesquisa que mostrou a relação entre pessoas que permaneciam por mais de 6 horas sem se levantar e um maior risco de aparecimento de doenças como a obesidade, diabetes tipo 2, pressão alta e colesterol alto. Todas essas condições citadas acimas estão relacionadas com a saúde do coração, comprometendo o seu funcionamento.

É preciso relembrar que a pressão arterial, quando alta, vai causando microlesões nos vasos sanguíneos, deteriorando estas estruturas. Elas podem acontecer em todos os órgãos, incluindo no cérebro. Pessoas com pressão alta tem maior risco de sofrer com doenças cardiovasculares e ter derrames. Por isso, nunca é demais ficar atento à pressão.

Saiba mais sobre a influência na posição corporal na pressão arterial clicando aqui (em inglês)

Como evitar a má postura no trabalho e suas complicações?

O principal cuidado para evitar a má postura é respeitar a anatomia do corpo, garantindo a melhor ergonomia e as melhores condições para realizar um trabalho ou mesmo passar as horas de lazer.

Podemos citar algumas condições fundamentais como:

Equipamentos corretos

Os móveis, cadeiras e mesas necessários para o trabalho e para o lazer devem ser adequados para que haja um posicionamento correto do corpo. Eles necessitam garantir que a coluna fique na posição ideal e que a visão do funcionário para a tela seja reta e não para baixo ou cima;

Realização de atividades físicas

As atividades físicas adequadas e bem orientadas garantem o fortalecimento e o trabalho das estruturas corporais responsáveis pela postura. Com isso, diminuem-se as chances de lesão e os problemas decorrentes dela.

Porém, se a má postura já está afetando o corpo, é possível realizar tratamentos. Saiba mais sobre os tratamentos de lesões do Instituto Regenius clicando aqui (inserir link para área de tratamento).

Cuide da sua postura!

Como pudemos ver no artigo, se negligenciamos a importância da postura, podemos afetar partes completamente diferentes do corpo humano. Fora a possibilidade de sofrer com dores e lesões, ficando incapacitados de realizar atividades normais.

Além de trazer as informações sobre diversas doenças e cuidados que devem ser tomados neste blog, o Instituto Regenius é uma clínica com mais de 16 anos de experiência, possuindo uma equipe especializada no tratamento de lesões e na reabilitação de pacientes com problemas ortopédicos. Possuímos o atendimento personalizado para a cura de diversas condições.

Conheça mais os nossos tratamentos e clique para uma consulta de avaliação. Estamos sempre disponíveis para o seu atendimento.

Fonte:

REGUERA RODRIGUEZ, Rolando et al. Dolor de espalda y malas posturas, ¿un problema para la salud?. Rev.Med.Electrón. [online]. 2018, vol.40, n.3 [citado 2022-01-16], pp.833-838. Disponible en: . ISSN 1684-1824.

Mota, YL et al. Respostas cardiovasculares durante a postura sentada da Reeducação Postural Global (RPG). Brazilian Journal of Physical Therapy [online]. 2008, v. 12, n. 3 [Acessado 17 Janeiro 2022] , pp. 161-168. Disponível em: . Epub 08 Ago 2008. ISSN 1809-9246. https://doi.org/10.1590/S1413-35552008000300002.

Eşer I, Khorshid L, Güneş UY, Demir Y. The effect of different body positions on blood pressure. J Clin Nurs. 2007 Jan;16(1):137-40. doi: 10.1111/j.1365-2702.2005.01494.x. PMID: 17181675.

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Dor lombar crônica pode causar alterações psicológicas. Saiba mais!

by Otávio Melo 21 de janeiro de 2022

A dor lombar é uma frequente queixa de pessoas em todo o mundo. O seu aparecimento na população adulta é medido em mais de 70%. Segundo estudos realizados, entre 70% e 85% sofrem com dores nas costas que podem ser agudas ou crônicas. E parte dessas pessoas podem desenvolver a dor lombar crônica por motivos psicológicos.

A origem psicológica das dores crônicas pode ser vista em casos nos quais o estresse ou a depressão acabam tendo efeitos físicos no corpo, gerando uma somatização (ou seja, onde a mente influencia o corpo); ou, então, em casos nos quais pacientes com dores crônicas não tem o tratamento adequado e sofrem com a piora do seu quadro devido ao estresse psicológico associado ao não tratamento.

Saber desses fatores para uma condição tão comum quanto a lombalgia, que incapacita 10 milhões de brasileiros, é um início para garantir uma abordagem multidisciplinar da condição, respeitando e humanizando o paciente.

Para saber mais sobre a lombalgia aguda e crônica, veja abaixo.

O que é a Dor Lombar Crônica?

A dor lombar, também chamada de lombalgia, é a dor que afeta a região inferior das costas. Como uma importante estrutura para a movimentação, estabilização e equilíbrio do corpo humano, a lombar está sempre sendo requisitada pelo corpo humano, então, quando existem dores, ela pode causar sofrimento excessivo ao indivíduo.

A lombalgia pode ser dividida em dor lombar aguda ou dor lombar crônica. Esta última é um problema de saúde pública que, segundo estudos, incide em cerca de 1,7% das mulheres e 2,4% dos homens, causando faltas no trabalho e o afastamento completo em casos mais graves. Além disso, a presença e agravamento da dor lombar crônica pode levar à depressão, ansiedade, problemas com o sono e representar riscos à própria vida.

É importante ressaltar que a dor lombar crônica é um sintoma que pode surgir devido diversas condições, dentre elas está a má postura e fatores sociais, como trabalho em máquinas pesadas, por exemplo.

Além da dor na lombar, a lombalgia pode trazer outros acontecimentos para o corpo que discutiremos no próximo tópico.

Quais outros sintomas podem estar associados a dor lombar crônica?

Os sintomas que podem aparecer juntamente com a dor lombar variam dependendo do quadro clínico. Contudo, de forma geral, o aparecimento dos sintomas podem estar associados aos hábitos de vida da pessoa, bem como, ás tarefas que podem afetar essa região.

Alguns sintomas comuns são:

  • Queimação na lombar;
  • Redução de mobilidade para movimentos;
  • Incapacidade de movimento e de se levantar;
  • Dor intensa e persistente;
  • Dor irradiada para as pernas;
  • Edema local.

Quando os sintomas estão presentes por, pelo menos, 12 semanas, é possível considerar a lombalgia como uma condição crônica e que necessita de tratamento mais duradouro e específico. O primeiro passo é a identificação do porquê existe a dor e como ela deve ser abordada. Causas comuns para a dor lombar são:

  • Envelhecimento;
  • Degeneração articular (artrose);
  • Hérnia;
  • Encurtamento e enfraquecimento de estruturas musculares na região;
  • Inflamações;
  • Obesidade;
  • Fibromialgia;
  • Tumores locais;

Entre outras condições que podem aparecer repentinamente e prejudicar de forma intensa a vida do paciente. Porém, existe uma causa muito comum para a dor lombar que merece uma atenção especial, sendo ela:

Dor lombar crônica causada pela má postura

As lesões decorrentes de condições inadequadas de trabalho são um motivo relevante no afastamento de pessoas da jornada. Entre essas, está a lombalgia proveniente de má postura. Como o trabalho em muitos casos é realizado sentado, a postura ao sentar e os equipamentos usados para trabalhar precisam ser adequados, devendo ser adotada uma postura com as pernas descruzadas, respeitando as curvaturas naturais da coluna e o posicionamento adequado de pernas, ombros e pescoço.

Em casos onde a postura é incorreta ou se existe sobrecarga sobre o corpo, pode surgir a LER/DORT, trazendo dores e inflamações.

Para saber mais sobre a LER, clique aqui e leia nosso artigo.

Quais os tratamentos para a Dor Lombar Crônica?

Como mencionamos anteriormente, o primeiro passo é buscar ajuda médica de profissionais especializados no tratamento de lesões e dores crônicas. Os métodos adequados de tratamento dependem da correta identificação de lesões e fatores causais por parte do profissional. Devendo ser avaliada corretamente quais medidas devem ser realizadas e quais medicamentos precisam ser ministrados.

Conheça abaixo os tratamentos para a Dor Lombar Crônica:

Repouso
Como uma dor incapacitante e que pode ser agravada pelos hábitos diários, o descanso e o cuidado nas atividades diárias é uma medida relevante para a cura. Entretanto, repouso prolongado pode resultar em enfraquecimento das estruturas musculares, o que prejudicaria o tratamento da dor.

Tratamento com compressas
Somados a outros métodos terapêuticos, como o medicamentoso e a fisioterapia, as compressas auxiliam a diminuir a dor. Com elas, é possível também reduzir o edema local, caso haja.

Massagens
As massagens na região, após a fase aguda, ajudam a relaxar a musculatura e liberar hormônios para amenizar a dor. O objetivo delas não é, necessariamente, curar a lesão, mas trazer alívio ao paciente.

Fisioterapia e exercícios
A realização de exercícios leves e alongamentos pode fortalecer a musculatura e garantir uma maior mobilidade e flexibilidade para o corpo, evitando os problemas com encurtamentos e contrações musculares

Radio-Regen
Este método terapêutico, exclusivo do Instituto Regenius, utiliza corrente elétrica em alta frequência por meio de eletrodos que inativam células nervosas responsáveis pela percepção da dor no paciente, trazendo alívio em caso de dores agudas ou crônicas.

Wave-regen
Programa do Instituto Regenius, o Wave-Regen usa a propagação de ondas de choque mecânicas para a formação de novos vasos sanguíneos, liberação de fatores de crescimento, melhora da nutrição e oxigenação, regeneração dos tecidos, redução da dor, entre diversos benefícios.

Piora da dor lombar crônica pode ser ter origem psicológica

dor lombar crônica pode  ter origem psicológica

Dor lombar crônica pode ter origem psicológica

Pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP), realizada pela pesquisadora Nathália Augusta de Almeida e sob orientação da Prof. Elisa Maria Parahyba Campos Rodrigues, associou a piora na lombalgia a quadros com problemas psíquicos.

No caso da dor crônica na lombar, a parte psicológica contribui de maneira significativa para a piora, quando pessoas que sofrem com dores extremas na região não são atendidas ou não tem suas queixas levadas em consideração. Isso leva a pessoa a se isolar e pode contribuir com o agravamento da condição.

Na pesquisa, 10 homens com dor lombar crônica foram divididos em dois grupos: o primeiro recebeu o hormônio ocitocina durante 28 dias, enquanto o outro não recebeu. Os resultados demonstraram uma melhora no sentimento de abandono e na diminuição da dor. A ocitocina é produzida no hipotálamo e tem efeitos nas sensações de bem estar.

Este resultado mostra que é possível evitar o agravamento de uma dor crônica e iniciar o tratamento com medidas de humanização no cuidado com pacientes.

Dor Crônica Lombar tem tratamento!

A dor lombar é comum e, muito provavelmente, você ou alguém que você conhece irá sofrer com ela em algum momento da sua vida. Contudo, isso não significa que não podem ser tomadas atitudes para prevenir e tratar a condição.

Para garantir um tratamento efetivo, a escolha de profissionais experientes no tratamento de lesões é fundamental. O Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência, possui terapias com última tecnologia, baseada em estudos e pesquisas científicas. Clique aqui para conhecer nossos tratamentos.

Não deixe para depois a possibilidade de tratamento. Entre em contato agora e agende uma consulta.

Silva, Marcelo Cozzensa da, Fassa, Anaclaudia Gastal e Valle, Neiva Cristina Jorge Dor lombar crônica em uma população adulta do Sul do Brasil: prevalência e fatores associados. Cadernos de Saúde Pública [online]. 2004, v. 20, n. 2 [Acessado 16 Janeiro 2022] , pp. 377-385. Disponível em: . Epub 06 Abr 2004. ISSN 1678-4464. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2004000200005.

 

21 de janeiro de 2022 0 comment
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Lesões causadas pela má postura no trabalho: saiba quais são e como evitá-las

by Otávio Melo 20 de janeiro de 2022

Em uma sociedade baseada no trabalho, a boa condição física e mental é um fator de suma importância para a realização dos afazeres diários. Infelizmente, por falta de condições ou excesso de carga, muitas pessoas acabam sofrendo lesões e problemas psicológicos que, por sua vez, terminam por afastar as mesmas de seus empregos.

As lesões causadas pela má postura durante o trabalho são um acontecimento significativo para quem fica sentado o dia inteiro, principalmente trabalhando no computador. Para evitá-las, é preciso a adequação de cadeiras, mesas e acessórios necessários para a realização da atividade laboral.

Caso os equipamentos não sejam adaptados e o trabalhador ficar muito tempo em posição desconfortável, podem aparecer diversas condições, incluindo a LER/DORT. Esses distúrbios são causas, segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, de cerca de 40 mil afastamentos anuais do trabalho e afetam também a vida pessoal. Clique aqui para ler sobre .

Saiba mais sobre as lesões do trabalho abaixo.

O que é a má postura?

Foto representando a má postura durante o uso de aparelho celular

Foto representando a má postura durante o uso de aparelho celular

A postura é a posição que o corpo adota em um determinado espaço. Ela pode ser correta, ou seja, o posicionamento do corpo está adequado, propiciando menores chances de surgirem lesões, ou a postura pode ser incorreta, podendo acarretar em doenças, como alterações na coluna vertebral.

Mesmo sabendo da importância em sempre se estar posicionado de forma correta , é muito comum que as pessoas permaneçam em posições inadequadas por muito tempo, levando a sintomas físicos que variam no grau de dor. Essas posições, chamadas de má postura, trazem alterações e lesões que vão além de uma preocupação estética. Em casos mais graves, a má postura afasta o trabalhador de seu emprego e causa danos à economia.

A postura correta é mais do que uma necessidade para evitar lesões, ela também contribui para a:

Autoconfiança;
Concentração;
Redução da incidência de dores;
Digestão;
Respiração;

Dessa forma, é necessário evitar ficar muito tempo em posições erradas, mesmo que sejam mais confortáveis devido a algum motivo. Nos próximos parágrafos, vamos mostrar alguns problemas que a má postura traz.

Quais lesões são causadas pela má postura?

Como mencionamos anteriormente, a má postura é um problema muito presente na população mundial, sendo muito frequente em ambientes de trabalho. Ela pode atrapalhar o funcionamento correto do organismo e trazer dores e lesões. Por isso, é importante ficar atento aos sinais que elas dão, como pequenos incômodos, para evitar o agravamento.

Veja abaixo o que má postura no trabalho pode causar:

Lombalgia
Uma das dores mais frequentes em pessoas que precisam passar muito tempo sentadas, a lombalgia (a dor sentida na região lombar) já afetou de 70 a 80% da população adulta mundial ao menos uma vez na vida. Ela pode aparecer devido à má postura ou a problemas trazidos pela má postura, como a degeneração dos discos da coluna.

Além disso, carregar muito peso também contribui para o seu aparecimento.

Dores relacionadas à LER/DORT
Lesões como a bursite, quando existe uma inflamação na bursa, e tendinite, uma inflamação no tendão, estrutura responsável pela ligação entre músculo e osso, são relacionadas à LER e podem ser causadas ou agravadas pela má postura no trabalho.

Dores de cabeça e dores no pescoço
A tensão muscular de uma postura incorreta pode ocasionar em dor de cabeça e travamento do pescoço. Chamada de cefaleia tensional, esta dor de cabeça pode atrapalhar cotidianamente a realização dos afazeres. Já a dor no pescoço, conhecida como torcicolo, precisa de cuidados e imobilização do local.

Hipercifose
Essa é uma condição que ocorre devido ao aumento da curvatura da coluna torácica, causando o aparecimento da chamada “corcunda”. Dentre os diversos fatores para o seu aparecimento está a má postura, bem como, problemas de nascimento, traumas e outros.

Além disso, existem uma série de problemas associados à má postura que não são lesões, como:

Insônia;
Fadiga excessiva;
Dificuldade de concentração;
Redução da produtividade.

Para evitar o aparecimento de todo este conjunto de problemas, é preciso evitar a má postura e corrigir a mesma antes que alguma lesão apareça ou se agrave. Saiba mais sobre os tratamentos de lesões do Instituto Regenius clicando aqui.

Como evitar a má postura no trabalho?

Para evitar a má postura no trabalho, o principal cuidado é respeitar a ergonomia e garantir ao funcionário as melhores condições para a realização do seu trabalho. Um trabalhador com todos os equipamentos corretos e parâmetros adequados é muito menos propício a sofrer com lesões e a má postura.

Veja abaixo quais são as medidas fundamentais para não existir má postura no trabalho:

Equipamentos corretos
Equipamentos adequados ao funcionário, como móveis, cadeiras e mesas. Eles necessitam garantir a coluna na posição correta e que a visão do funcionário para a tela seja reta e não para baixo ou cima;

Instruções sobre postura
A educação é fator primordial para que os funcionários não se machuquem. A promoção de palestras, vídeos e textos sobre a postura é muito importante.

Utilização de EPIs
Em empresas que necessitem, o uso correto de EPIs evita lesões e doenças.

Promoção da Saúde
Todo trabalhador deve realizar exames periódicos. Ainda que a empresa não tenha um plano de saúde, a conscientização sobre a saúde individual é importante para reduzir a chance de agravamento de condições no futuro.

Promoção de atividades físicas
Seja no meio de trabalho ou nas horas livres, é preciso que todos façam atividades para aumentar a flexibilidade corporal e trabalhar os músculos, evitando o enfraquecimento e a piora de lesões.

Entretanto, caso já existam lesões devido à má postura, é possível realizar tratamentos para reverter a situação como fisioterapia, terapia com ondas de alta pressão e viscossuplementação.

Cuide da sua postura!

A postura é fundamental para o corpo, afinal é ela que nos permite executar diversas tarefas e andar em duas pernas. Mas, se negligenciamos a importância dela, podemos sofrer com dores e lesões, sendo incapacitados de realizar atividades normais.

É possível evitar e tratar as lesões causadas pela má postura do trabalho. O Instituto Regenius, clínica com mais de 16 anos de experiência, possui uma equipe especializada no tratamento de lesões e na reabilitação de pacientes com problemas ortopédicos.

Conheça mais os nossos tratamentos e clique para uma consulta de avaliação. Estamos sempre disponíveis para o seu atendimento.

Fonte:

REGUERA RODRIGUEZ, Rolando et al. Dolor de espalda y malas posturas, ¿un problema para la salud?. Rev.Med.Electrón. [online]. 2018, vol.40, n.3 [citado 2022-01-16], pp.833-838. Disponible en: . ISSN 1684-1824.

20 de janeiro de 2022 0 comment
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Como a soroterapia pode ajudar na recuperação de sindrome de burnout?

by Otávio Melo 20 de janeiro de 2022

A síndrome de Burnout está se tornando uma condição crescente em boa parte do mundo, incluindo o Brasil. Enquanto ela se propaga, novos tratamentos vão surgindo e outros vão sendo adaptados para prevenir e tratar quem está passando pelo esgotamento. Entre esses tratamentos, está a Soroterapia (Terapia Injetável), que já trazia seus benefícios para quem sofre com ansiedade e depressão.

Cerca de 30% de todos os brasileiros sofrem com problemas de esgotamento derivado do trabalho e o número vem aumentando nos últimos anos. É possível perceber este fato com dados como os do SemRush, plataforma que analisa as buscas na internet, que mostram que houve um aumento de 122% nas buscas por Burnout, durante a pandemia.

Leia mais sobre os dados do SemRush aqui.

Nos próximos parágrafos, vamos conhecer mais sobre o Burnout e como as infusões podem ajudar na recuperação de pessoas que sofrem com o problema.

Saiba mais sobre a Síndrome de Burnout

Burnout é uma condição comum no Brasil. De acordo com dados da Associação Internacional de Gestão de Estresse, cerca de 32% dos profissionais do país sofre com o esgotamento mental motivado pelo trabalho. Os resultados desse esgotamento podem acometer também a economia, visto que, segundo estudo da Escola de Economia de Londres de 2016, a depressão do trabalho fez o país perder US$63,3 bilhões por ano.

A Síndrome de Burnout, também chamada de Síndrome do Esgotamento Profissional, é uma condição psíquica marcada pela exaustão extrema causada pelo ambiente de trabalho.

Os motivos para acontecer o Burnout são diversos como:

Pressão excessiva por parte de chefes ou colegas;
Demandas imensas;
Competição não-saudável no local de trabalho;
Falta de respeito pelo repouso dos funcionários;
Metas inalcançáveis;
Falta de remuneração adequada;
Demais situações que possam constranger, humilhar e inferiorizar um trabalhador durante e fora do seu expediente.

Esse esgotamento pode acontecer com qualquer trabalhador, entretanto algumas categorias estão mais sujeitas ao desenvolvimento do Burnout. Isso se deve tanto pela natureza do ofício quanto pela falta de segurança em relação à permanência no trabalho em caso de problemas. As profissões que tem mais trabalhadores com burnout são:

– Policiais;
– Médicos;
– Enfermeiros;
– Professores;
– Jornalistas.

Além disso, a necessidade de realizar jornadas duplas ou triplas para receber o mínimo de salário para sobreviver e manter uma casa em ordem, contribui para o aumento do estresse e esgotamento.

Quais são os sintomas da Síndrome de Burnout?

Como mencionamos acima, o Burnout é marcado pelo esgotamento físico e mental. Mas o que seria isso? O primeiro passo é explicar que esgotamento significa perda de força física ou mental, podendo ser causado pela preocupação excessiva com o trabalho, neste caso.
E essa depleção total da energia também traz outros sintomas que podem ser em maior ou menor grau como:

– Nervosismo;
– Sofrimento psíquico;
– Sintomas gastrointestinais como a diarreia;
– Cansaço excessivo;
– Tonturas;
– Dor de Cabeça;
– Insônia;
– Estresse;
– Fadiga;
– Pressão Alta;
– Alterações de humor;
– Alterações nos hábitos alimentares;
– Dificuldades para deixar a casa;
– Dificuldades de concentração;
– Questionamento sobre a capacidade de trabalho e sentimentos de insegurança e fracasso.

Por isso, fique atento se notar o aparecimento e repetição destes sintomas e procure ajuda profissional antes de existir uma piora nos sintomas.

O que fazer para prevenir ou tratar o Burnout?

É possível prevenir e tratar o Burnout com alguns passos simples e motivação por parte do indivíduo. O mais simples a se fazer é implementar medidas que diminuam o estresse e garantam melhores condições para a realização das atividades laborais, incluindo o diálogo com chefes e gerentes para ter condições melhores de trabalho.

Algumas atitudes que ajudam a prevenir o Burnout são:

Garantir o lazer ao seu corpo e à sua mente
Ter horas de lazer e desligar os aparelhos conectados ao trabalho;
Tenha uma rotina menos estressante; sólida
Não repetir a mesma rotina por semanas ou meses a fio sem descanso. Em alguns dias, prefira mudar um pouco o seu processo de afazeres, incluindo realizar passeios durante a semana;
Busque objetivos plausíveis;
Trace objetivos menores e objetivos maiores que sejam alcançáveis. Cumpra-os aos poucos sem se pressionar;
Não faça horas extras sempre, defina um horário de trabalho e busque não ir além.

Procure ajuda
Esse ponto é muito importante para a prevenção e recuperação do Burnout. Profissionais da saúde mental e física podem ajudar você a se recuperar do estresse e não agravar a doença. São eles que podem, inclusive, recomendar métodos diferentes como a Terapia Injetável (Infusões), técnica que pode trazer benefícios para quem está sofrendo com episódios depressivos e de ansiedade.

Como a soroterapia ajuda na recuperação do Burnout?

A Terapia Injetável é um método terapêutico que utiliza a aplicação de vitaminas, minerais, nutrientes, hormônios, medicamento e/ou outros líquidos para tratar problemas que afetam o corpo humano. Como é feita por meior de aplicações venosas, musculares, cutâneas ou articulares, a terapia garante uma maior absorção do composto ministrado.

A escolha pelas infusão é bem comum em celebridades americanas como Madonna, Rihanna, Gwyneth Paltrow, Kim Kardashian e Demi Lovato que realizam as infusões para ampliar os cuidados com o corpo.

No caso do Burnout, assim como no tratamento da ansiedade, a terapia de infusão venosa auxilia na recuperação devido a personalização do tratamento feito pelas infusões, evitando o uso de produtos desnecessários e repondo nutrientes que são pouco absorvidos pelo corpo em função do estresse.

Por exemplo, os compostos com vitaminas como a vitamina C, o complexo B e a vitamina D podem diminuir níveis de cortisol, hormônio do estresse, e alguns também podem aumentar os níveis de serotonina no sangue. Essas substâncias conseguem, portanto, auxiliar na recuperação da síndrome de burnout.

Contudo, o melhor resultado no tratamento de pacientes com condições psíquicas vem da soma de métodos psicoterapêuticos e técnicas modernas (como a soroterapia) junto a mudanças nos hábitos de um paciente.

Soroterapia para tratamento de Síndrome de  Burnout

Soroterapia para tratamento de Síndrome de  Burnout

Para tratar o burnout com a infusão, soroterapia, procure profissionais!

A terapia de infusão venosa é uma técnica moderna que auxilia em diversas condições, incluindo problemas de natureza psicológica. Para o tratamento do Burnout, a infusão é uma ferramenta para acelerar a recuperação, devendo ser utilizada juntamente com outros tratamentos, como a psicoterapia.

A terapia injetável é uma das diversas técnicas que o Instituto Regenius possui. Com elas, foram atendidos mais de 24 mil pacientes em 16 anos de clínica.

Entre em contato para agendar uma consulta de avaliação..

Fonte:
Costa EF, Santos SA, Santos AT, Melo EV, Andrade TM. Burnout Syndrome and associated factors among medical students: a cross-sectional study. Clinics (Sao Paulo). 2012;67(6):573-80. doi: 10.6061/clinics/2012(06)05. PMID: 22760894; PMCID: PMC3370307.

20 de janeiro de 2022 0 comment
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ArtigosBlog RegeniusTratamentos

BURNOUT EM ATLETAS: QUAIS AS CAUSAS E COMO TRATAR?

by Otávio Melo 19 de janeiro de 2022

A síndrome de Burnout e os outros distúrbios que afetam a saúde mental são temas bastante discutidos recentemente por conta do seu aumento nos últimos anos. Com a pandemia e as novas relações de trabalho, a situação se tornou ainda mais preocupante com um número grande de pessoas falando sobre esgotamento e cansaço. No caso de atletas, não é diferente. Muitos deles sofrem com a pressão de técnicos, torcida e patrocinadores e acabam perdendo desempenho.

O Burnout, como é chamado popularmente, é caracterizado pela ausência de disposição e energia por conta de períodos estressantes no ambiente de trabalho. Os motivos que levam uma pessoa a sofrer com a síndrome são diversos e precisam de cuidados por parte de todos.

Atualmente, segundo dados da Associação Internacional de Gestão de Estresse, 32% dos profissionais do país podem estar sofrendo com o esgotamento derivado do ambiente de trabalho. Esses trabalhadores podem estar próximos de se afastar do trabalho por conta de estresse ou depressão, o que gera, segundo a Escola de Economia de Londres de 2016, uma perda de US$63,3 bilhões por ano, no Brasil.

Para evitar o burnout, especialmente no caso de atletas, é preciso entender mais sobre este problema.

O que é Síndrome de Burnout?

A Síndrome de Burnout é uma doença mental caracterizada pelo esgotamento motivado por um estresse crônico no trabalho. Possui três características, sendo elas a exaustão, despersonalização e insatisfação com o próprio trabalho. Também chamada de Síndrome do esgotamento profissional, ela é presente em categorias profissionais que sofrem com muita pressão no trabalho (seja de chefes ou colegas), excesso de trabalho, competitividade excessiva e falta de repouso.

O Burnout passou a constar desde 1990 no documento de referência de doenças da OMS (Organização Mundial da Saúde), chamado de CID-10. Diante disso, pode-se perceber a preocupação crescente com a saúde mental e o ambiente de trabalho.

Para entender melhor, podemos compreender o que significa Burnout, termo em inglês marcado pela junção do verbo “burn” e do substantivo “out”. Ele significa, literalmente, combustão completa e faz parte do vocabulário coloquial em países de língua inglesa, geralmente referindo a um estado de esgotamento complet e acabou por nomear a síndrome.

Algumas das categorias mais sujeitas ao desenvolvimento do Burnout são:

– Policiais;
– Médicos;
– Enfermeiros;
– Professores;
– Jornalistas.

Estas categorias costumam apresentar os sintomas do Burnout quando se exige mais dos profissionais do que é possível ser realizado. Também somado a isso, estão as necessidades de fazer jornadas duplas ou, até mesmo, triplas para conseguir o sustento próprio.

Podemos citar como fatores para a Síndrome de Burnout:

Exigência de metas incompatíveis
Quando é exigido de um trabalhador o cumprimento de objetivos quase impossíveis, o efeito pode ser um impacto na saúde mental do mesmo. Especialmente se a cobrança por essas metas for realizada de forma inadequada.

Acúmulo de demandas excessivas
Se a um trabalhador é passado um número de tarefas acima do possível para o horário de trabalho adequado e a situação continua a se repetir frequentemente, o mesmo pode sofrer com sintomas de ansiedade e começar a ter problemas com o esgotamento mental.

Falta de colaboração para o trabalho
A sensação de estar trabalhando sozinho – e com excesso de demandas – pode esgotar o trabalhador e ainda criar um ambiente ruim no trabalho, piorando o problema do burnout.

Com a existência desses fatores, uma pessoa pode entrar em burnout e acabar tendo episódios graves de depressão e ansiedade, afastando-se do trabalho e necessitando de acompanhamento médico para a recuperação.

Para saber mais sobre a síndrome, clique aqui (https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/)

Como saber se estou com a Síndrome de Burnout?

A Síndrome de Burnout é marcada pelo esgotamento da energia devido ao trabalho, porém isso acaba afetando outras áreas da vida, causando sintomas diversos. Em alguns casos, o sofrimento pode chegar a um nível de desencadear reações no corpo e facilitar o aparecimento de doenças.

Entre os principais sintomas do esgotamento estão:

– Nervosismo;
– Sofrimento psíquico;
– Sintomas gastrointestinais como a diarreia;
– Cansaço excessivo;
– Dor de Cabeça;
– Insônia;
– Estresse;
– Fadiga;
– Pressão Alta;
– Alterações de humor;
– Alterações nos hábitos alimentares;
– Dificuldades para deixar a casa;
– Dificuldades de concentração;
– Questionamento sobre a capacidade de trabalho e sentimentos de insegurança e fracasso.

Inicialmente, os sintomas podem aparecer de forma leve e parecer vindos de outras causas, porém a tendência é a piora e a possível associação com episódios de depressão ou ansiedade.

Como prevenir a Síndrome de Burnout?

Prevenir o esgotamento pelo trabalho significa tomar medidas que diminuam o estresse e garantam melhores condições para a realização das atividades. Isso significa, inclusive, dialogar com os superiores hierárquicos e exigir melhorias nas condições. Em determinados casos, pode ser necessária a busca por outro trabalho para a melhor adequação.

Para prevenir o Burnout é preciso:

– Reservar espaços livres para o lazer e o cuidado com a saúde mental;
– Fazer alterações na rotina;
– Cumprir pequenos objetivos diariamente;
– Definir um horário de trabalho e não estendê-lo (se possível);
– Fazer acompanhamento psicoterápico;
– Ter uma rede de apoio;
– Se alimentar corretamente e fazer exercícios físicos diariamente;
– Não descontar a frustração com o trabalho em comidas ou bebidas.

Caso uma pessoa já esteja sofrendo com sintomas da Síndrome de Burnout, o tratamento a ser realizado envolve terapias para o cuidado psicológico, com a possibilidade do uso de tratamento medicamentoso e o afastamento da rotina de trabalho.

O Burnout em atletas: o que causa e como tratar?

A síndrome de Burnout pode afetar qualquer trabalhador, incluindo atletas de diversas modalidades. Isso se soma ao debate sobre a saúde mental de jogadores que começou a ganhar foco nos últimos anos, com atletas da NBA e do futebol brasileiro vindo a público falar sobre suas batalhas pessoais contra a depressão, a ansiedade e a síndrome do pânico. Segundo estudo, cerca de 80% dos atletas podem já ter experienciado sintomas de Burnout.

Leia mais sobre o cuidado com a saúde mental de atletas clicando aqui.

As principais causas do burnout em atletas não diferem do trabalhador cotidiano, excetuando-se a pressão por resultados por torcedores e os treinamentos físicos. É possível citar como causas do esgotamento em atletas:

– Treinos inadequados e em excesso;
– Calendário desportivo com excesso de disputas ou irregular;
– Pressão da torcida, dos pais e também dos patrocinadores;
– Cobrança de dirigentes e treinadores;
– Rotina solitária;
– Falta de momentos de lazer;

Neste sentido, para evitar o burnout, o relacionamento entre os membros de uma mesma equipe e o relacionamento com o técnico se mostraram fundamentais para evitar o desenvolvimento de um esgotamento. Particularmente em momentos difíceis da carreira, como a transição entre categorias amadoras e profissionais, a relação entre treinadores e atletas aparece como primordial para a saúde mental.

Já o tratamento para atletas que sofrem com esgotamento, deve ser semelhante ao de pessoas normais. Isto é, contar com apoio profissional, psicoterapia, terapias alternativas, espaço para lazer, etc. No caso de atletas filiados a clubes, a presença de psicólogos nas equipes técnicas é fundamental para diagnosticar e tratar a condição com eficiência.

O esgotamento não deve ser tratado como natural!

A síndrome de Burnout é uma das principais causas para o afastamento do trabalho e para piorar a vida das pessoas. Quando não diagnosticada e tratada, pode resultar em graves episódios depressivos e de ansiedade, prejudicando quem está sofrendo com a mesma.

Para isso, é preciso sempre dialogar com pessoas próximas e também profissionais. Se você reconhece algum dos sintomas mencionados, procure ajuda de especialistas. Não ignore os sinais que o seu corpo dá.

E para o tratamento de condições ortopédicas com terapias inovadoras, entre em contato com o Instituto Regenius. Agende uma consulta de avaliação e acabe com as dores no corpo.

Burnout

Síndrome de Burnout em atletas

Fonte:

Pires, Daniel Alvarez et al. A Síndrome de Burnout no esporte brasileiro. Revista da Educação Física / UEM [online]. 2012, v. 23, n. 1 [Acessado 13 Janeiro 2022] , pp. 131-139. Disponível em: . Epub 04 Out 2012. ISSN 1983-3083. https://doi.org/10.4025/reveducfis.v23i1.14566.

Silva, Adson Alves da et al. Quality of coach-athlete relationship and coping as associated factors of stress, anxiety, burnout, and depression symptoms of soccer players in transition to professional: a prospective study. Motriz: Revista de Educação Física [online]. 2022, v. 28 [Accessed 12 January 2022] , e10220008421. Available from: . Epub 10 Dec 2021. ISSN 1980-6574. https://doi.org/10.1590/S1980-657420220008421.

Vieira, Isabela. “Conceito (s) de burnout: questões atuais da pesquisa e a contribuição da clínica.” Revista brasileira de Saúde ocupacional 35 (2010): 269-276.

 

19 de janeiro de 2022 0 comment
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TratamentosDor Crônica

Você sabe qual a relação entre o intestino e as dores na articulação?

by Otávio Melo 15 de janeiro de 2022

Você sabia que o intestino é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, inclusive tendo relação com a saúde das articulações? O intestino é fundamental para a vida humana e não é só por causa do seu papel no sistema digestivo e na absorção de nutrientes.

O intestino tem diversas funções importantíssimas no corpo humano como o cuidado com a saúde do sistema nervoso, a participação no sistema imunológico e a produção de vitaminas que garantem que o organismo esteja completamente saudável.

Além disso, o intestino também está relacionado às articulações, segundo estudos. Foram encontradas relações entre a presença de determinadas bactérias e o aparecimento de dores, como também na redução de bactérias boas da microbiota e o surgimento de condições articulares.

Nos próximos parágrafos, vamos explicar melhor sobre essa relação.

Conheça mais sobre o intestino

O intestino é um dos principais órgãos do corpo humano, fazendo parte do sistema digestivo. Ele é uma estrutura corporal em formato tubular que se estende após o estômago até o ânus e tem como função a absorção de nutrientes e a eliminação de partes da comida ingerida.

Para garantir a passagem desses alimentos parcialmente digeridos, o intestino possui mais de 7 metros de comprimento, chegando até a 9 metros em alguns casos.

Ele pode ser dividido em duas partes:

Intestino delgado:

A primeira parte do intestino está logo após o estômago. Ele é dividido em três partes, o duodeno, jejuno e íleo. É nele que acontece a digestão química e a absorção de nutrientes e minerais.

Intestino grosso:
É a parte final do sistema digestório. Também é constituído de três partes, sendo elas o ceco, cólon e reto. Aqui a maior parte da água é absorvida pelo corpo humano.

Outra parte importante do intestino, como mencionamos na introdução, é a microbiota humana que é uma série de microrganismos benéficos para o processo digestivo e que ajudam o intestino a permanecer saudável. Sem o funcionamento correto da microbiota, o organismo pode sofrer com inflamações corporais severas e até mesmo dor nas articulações.

Entenda a microbiota humana
A microbiota humana é um conjunto de seres microscópicos presentes no nosso corpo, principalmente no intestino, que garantem o melhor funcionamento do nosso organismo. Eles podem ser bactérias, fungos ou vírus que agem para equilibrar as nossas funções corporais. Entretanto, caso exista alguma situação adversa, pode existir a disbiose (desequilíbrio na flora intestinal), transtorno que causa sintomas intestinais diversos, entre outras doenças.

Essa parte do corpo contém um número de até mil espécies de bactérias diferentes que chegam a pesar até três quilos no total.

As principais funções da microbiota intestinal são:

– Manutenção da imunidade;
– Auxílio na produção hormonal, como hormônios do sistema nervoso;
– Digestão do alimento;
– Proteção contra doenças e toxinas;
– Produção de vitaminas essenciais.

Para saber se existem problemas na microbiota intestinal, é possível a realização de um exame para diagnosticar problemas com a flora intestinal. Ele é feito com a coleta de material fecal de um paciente e análise das amostras para saber mais sobre as bactérias presentes.

Qual a relação entre o intestino e as dores na articulação?

O intestino pode ser a origem de diversos problemas no corpo humano como as doenças articulares, devido aos desequilíbrios presentes na microbiota intestinal. Como a maior parte das células do sistema imunológico do corpo estão no intestino, qualquer alteração no órgão pode desencadear uma reação do sistema, ativando a resposta inflamatória no corpo que ataca estruturas como a cartilagem articular, causando dor e inchaço.

Corroborando este fato, estudos recentes apontam que, na ocorrência da redução de bactérias boas e aumento de bactérias nocivas na microbiota, ocorre alterações na resposta inflamatória que podem gerar doenças autoimunes.

E pode ser esse um dos motivos do aumento nas doenças acontecido nos últimos anos. A mudança na alimentação, o uso indiscriminado de antibióticos e a diminuição do contato com a natureza podem ter afetado as bactérias presentes na microbiota intestinal.
No caso da artrite, estudo publicado por um reumatologista da Universidade de Nova York coletou dados que mostram que portadores de artrite reumatoide normalmente, possuem mais a bactéria Prevotella copri em seus intestinos, quando comparados a pessoas sem a doença. Outro estudo do mesmo pesquisador também mostrou que portadores de artrite psoriática possuem níveis mais baixos de outras bactérias intestinais.

É preciso, inclusive, ressaltar que doenças inflamatórias intestinais, como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, possuem os sintomas articulares como manifestação extra-intestinal mais comum.

Saiba mais sobre as doenças inflamatórias intestinais clicando aqui.

Para saber se as dores articulares estão ligadas à alguma condição do intestino é preciso saber se existem outros sintomas como:

– Perda de peso excessiva;
– Sangramento intestinal;
– Fadiga extrema;
– Náusea;
– Diarreia;
– Dor abdominal;
– Inchaço abdominal.

Em caso positivo, é possível que existam problemas no intestino que devem ser tratados em paralelo às dores articulares.

A relação entre o intestino e as dores na articulação não podem ser ignoradas

O intestino é fundamental para o corpo humano. Possuir o equilíbrio completo em todas as suas partes garante que todas as funções fisiológicas sejam executadas da maneira correta e que o corpo não sofra com doenças. Para isso, é preciso a adoção de dietas adequadas e cuidados com o uso de remédios.

No caso de problemas articulares derivados de doenças no intestino, o primeiro passo é identificar e realizar o tratamento das condições intestinais para, em paralelo, iniciar o cuidado com as articulações.

O Instituto Regenius é especialista no tratamento de problemas ortopédicos e na reabilitação de pacientes com doenças articulares, possuindo mais de 16 anos de experiência e 24 mil atendimentos. Uma opção para tratar as dores  articulares é o Ortolaser, clique aqui e saiba mais!

Para o cuidado com as suas articulações, entre em contato e marque uma consulta de avaliação.

Fonte:

The Microbiome in Psoriasis and Psoriatic Arthritis: Joints
Jose U. Scher
The Journal of Rheumatology Supplement Jun 2018, 94 32-35; DOI: 10.3899/jrheum.180134

Rubin DT. Recent Research on Joint Pain and Arthritis in Patients With Inflammatory Bowel Disease. Gastroenterol Hepatol (N Y). 2017;13(11):688-690.

Boer CG, Radjabzadeh D, Medina-Gomez C, Garmaeva S, Schiphof D, Arp P, Koet T, Kurilshikov A, Fu J, Ikram MA, Bierma-Zeinstra S, Uitterlinden AG, Kraaij R, Zhernakova A, van Meurs JBJ. Intestinal microbiome composition and its relation to joint pain and inflammation. Nat Commun. 2019 Oct 25;10(1):4881. doi: 10.1038/s41467-019-12873-4. PMID: 31653850; PMCID: PMC6814863.

15 de janeiro de 2022 0 comment
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Sono
Blog RegeniusLongevidade

Como o estresse gerado pela privação de sono afeta a imunidade

by Otávio Melo 10 de janeiro de 2022

Uma boa noite de sono é uma condição fundamental para a saúde de um indivíduo. Além do repouso para o corpo e a reparação dos tecidos, o sono também garante que a imunidade se mantenha em dia, prevenindo o aparecimento de doenças e condições que afetem a saúde do indivíduo.

Segundo estudos publicados recentemente, foi constatado que a ausência de uma boa noite de sono pode prejudicar o sistema imunológico. Por meio do estresse provocado pela ausência de sono, o corpo ficaria mais suscetível a doenças causadas por patógenos externos, a processos inflamatórios já existentes e também pode interferir no tratamento de tumores.

Entender a importância do sono para o corpo humano é um primeiro passo para o cuidado diário com o corpo. A seguir, vamos entender melhor sobre como o nosso repouso diário afeta o nosso organismo.

A importância do sono

O sono é uma importante parte da rotina do corpo humano. Regido pelo ritmo circadiano, o estado de repouso concentra uma série de processos do metabolismo e é fundamental para o funcionamento correto de todos os processos corporais.

Durante este período em que o corpo diminui a sua atividade, acontecem o reparo dos tecidos, crescimento muscular, a síntese de proteínas e a consolidação dos acontecimentos diários em uma memória de longo prazo. É também no sono que o corpo descansa e regula o metabolismo.

 

Os benefícios de se ter uma noite de sono adequada, sem interrupções, e pelo período recomendado são diversos como:

  • Manter o peso;
  • Diminuir o risco de desenvolver doenças;
  • Fortalecer o sistema imunológico;
  • Controlar o estresse;
  • Facilitar a concentração;
  • Melhorar o humor;
  • Evitar situações causadas pelo cansaço (acidentes, por exemplo).

Para ter todos os benefícios de um sono adequado, é preciso cumprir um mínimo de horas por noite dormindo, sem interrupções. As recomendações para cada faixa etária são aproximadamente:

Adultos
Entre 7 e 8 horas de sono de qualidade durante a noite;

Adolescentes
Entre 8 e 10 horas de sono;

Crianças

Entre 9 e 13 horas de sono;

Bebês

Entre 12 e 16 horas por dia.

 

Estresse pela privação de sono afeta a imunidade gerado

Estudos realizados por cientistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),  e publicados em revistas científicas internacionais, investigaram como o sono e a sua privação podem impactar na resposta do sistema imunológico em três situações diferentes. Os estudos foram conduzidos em camundongos, por meio da indução de distúrbios na fase REM do sono, considerada a mais importante para o descanso e o equilíbrio do organismo.

 

As pesquisas avaliaram se o estresse decorrente da ausência do sono pode ou não interferir na imunidade natural durante três situações, explicadas abaixo:

  • O processo de desenvolvimento da malária;
  • O impacto da privação em um tratamento com imunoterápico para câncer;
  • E se o estresse pioraria uma doença inflamatória preexistente, como a asma.

 

Nas três situações mencionadas, o estresse provocado trouxe problemas para os animais estudados.

No primeiro caso, foi observado que se existir um episódio de estresse durante a fase que traz a resposta imunológica por meio dos linfócitos e dos anticorpos, existe uma diminuição da eficiência da resposta, segundo o cientista Alexandre Keller. Isso torna o organismo mais suscetível à infecção.

No segundo caso, estudos já apontam que a resposta de estresse prejudica a imunovigilância contra tumores, porém ainda é preciso estudar o porquê de imunoterápicos contra o câncer não terem a mesma resposta em estudos com animais e humanos. De outra forma, o estudo mostra que a imunoterapia desenvolvida ainda é uma abordagem que pode trazer frutos na luta contra a doença.

 

Na terceira hipótese estudada, foi demonstrado que distúrbios do sono podem causar um aumento da gravidade na resposta inflamatória, causando uma piora da asma. Dessa forma, uma asma mais leve chega ao nível grave por conta da falta de sono, se tornando resistente ao tratamento com corticoide.

Como o estresse gerado pela privação de sono afeta a imunidade

Dormir bem é preciso

 

A importância do sono, como demonstrado nos exemplos acima, vai muito além de simplesmente repousar para poder realizar todas as atividades diárias. O sono garante que o corpo continue funcionando, que todos os processos do metabolismo sejam realizados e que o corpo possa se defender contra o aparecimento de doenças.

Para isso, é preciso cuidar do sono, como cuidamos do nosso corpo. Isto é, tomar precauções para não prejudicá-lo, investigar por que existe um cansaço constante, conversar com especialistas e seguir recomendações para ter um repouso efetivo e diário. Por exemplo, condições que trazem dor, como a artrose ou a gota, podem causar dificuldade para dormir, e especialistas, como o Instituto Regenius, podem ajudar no seu tratamento.

 

Para a maior parte das pessoas, seguir algumas recomendações trará uma melhora efetiva do sono. Veja algumas abaixo:

  • Acorde e vá dormir sempre no mesmo horário;
  • Pratique exercícios pela manhã;
  • Não tire cochilos longos e, principalmente, após as 16h;
  • Não consuma cafeína após as 18h;
  • Faça a higiene do sono e não use celular, veja TV ou use o PC logo antes de deitar;
  • Durma em um ambiente organizado, com temperatura adequada e com o espaço que você necessita para dormir;
  • Deixe o ambiente escuro;
  • Procure ajuda se não estiver conseguindo ter boas noites de sono.Muita atenção a esta última dica: distúrbios do sono são problemas como qualquer outro. Procurar especialistas que podem ajudar na melhora do seu repouso.

    Em caso de necessidade, entre em contato conosco para que, juntos, possamos cuidar da sua saúde.

 

Referência:

Agência Fafesp – Janaína Simões: https://agencia.fapesp.br/estudo-investiga-como-estresse-gerado-por-privacao-de-sono-afeta-a-imunidade/34806/

 

Edgar Ruz Fernandes, Marcela Luize Barbosa, Marcelo Pires Amaral, Juliana de Souza Apostolico, Fernando Bandeira Sulczewski, Sergio Tufik, Monica Levy Andersen, Silvia Beatriz Boscardin, Alexandre Castro Keller, Daniela Santoro Rosa,
Sleep Disturbance during Infection Compromises Tfh Differentiation and Impacts Host Immunity, iScience, Volume 23, Issue 10, 2020, 101599, ISSN 2589-0042, https://doi.org/10.1016/j.isci.2020.101599.

Maria E.P. Sousa, Michelangelo B. Gonzatti, Edgar R. Fernandes, Beatriz M. Freire, Márcia G. Guereschi, Alexandre S. Basso, Monica L. Andersen, Daniela S. Rosa, Alexandre C. Keller, Invariant Natural Killer T cells resilience to paradoxical sleep deprivation-associated stress, Brain, Behavior, and Immunity, Volume 90, 2020, Pages 208-215, ISSN 0889-1591, https://doi.org/10.1016/j.bbi.2020.08.018.

Nunes JOF, Apostolico JS, Andrade DAG, Ruiz FS, Fernandes ER, Andersen ML, Keller AC, Rosa DS. Sleep deprivation predisposes allergic mice to neutrophilic lung inflammation. J Allergy Clin Immunol. 2018 Mar;141(3):1018-1027.e4. doi: 10.1016/j.jaci.2017.06.025. Epub 2017 Jul 19. PMID: 28732645.

 

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