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Dificuldade para dormir ? Principais causas e tratamentos

by Otávio Melo 6 de janeiro de 2022

A dificuldade para dormir é um problema que acompanha o ser humano desde a antiguidade. Os distúrbios do sono, que causam períodos sem repouso, têm diversas causas e, desta forma, também possuem variados tratamentos. Por isso, é importante definir qual o fator primário que está causando a perturbação na hora de descansar.

Em pesquisa do Instituto do Sono, foi aferido que 66,8% dos brasileiros tiveram dificuldade para dormir, na pandemia. Somado a esse número, 59,4% das pessoas acordaram mais vezes durante a noite. E as dificuldades não aparecem somente na pandemia: em pesquisa feita pela FIA Employee Experience (FEEx), foi demonstrado que 47% dos trabalhadores brasileiros sentem dificuldade para dormir regularmente.

A seguir, vamos entender melhor sobre as causas para as dificuldades com o sono e como é possível tratar o problema.

 

Entenda o que é a dificuldade para dormir

Como o próprio nome nos diz, a dificuldade para dormir é a condição na qual o indivíduo não consegue pegar no sono rapidamente, tem um sono muito leve, acordando regularmente, acorda precocemente ou o sono não é restaurador. Uma das maiores queixas em quem sofre com isso é que o período entre deitar e dormir pode levar horas, aumentando com o tempo.

O aumento progressivo da dificuldade para dormir pode levar à insônia crônica, onde a pessoa possui problemas para dormir durante um período maior de tempo.  Ou seja, a insônia crônica é uma condição que acompanha o paciente por meses ou anos, apresentando-se frequêntemente durante a semana.

Segundo a International Classification of Sleep Disorders -Third Edition, para haver a insônia crônica, é preciso existir um ou mais fatores a seguir:

  • Dificuldades para pegar no sono;
  • Sono leve ou dificuldades para se manter dormindo;
  • Acordar num horário anterior ao desejado;
  • Deitar mais tarde que o necessário;
  • Dificuldades para dormir sem responsáveis, parentes ou cuidadores.

 

A insônia ainda pode ser dividida quanto a duração em:

 

Insônia de curta duração
Devido a problemas localizados no tempo, como situações no trabalho, escola ou em relacionamentos, podem existir períodos curto com dificuldades para dormir. Essa situação leva algumas semanas de dificuldades para dormir, acabando logo após a resolução dos conflitos.

Insônia transitória
Quando o tempo de insônia dura alguns dias, o problema pode ser chamado de Insônia transitória. Ela é causada por situações de muito estresse ou excitação e também some após os seus motivos findarem.

Insônia crônica
Atingindo quase 10% da população, ela afeta pessoas por meses ou anos a maior parte das noites, podendo ser diária. As causas são variadas, passando por fatores psicológicos ou físicos.

 

 

 

Quais são as causas das dificuldades para dormir?

As dificuldades para dormir podem ser diversas. Praticamente qualquer fator que cause uma alteração na hora em que a pessoa se deita pode configurar um problema para o sono. Entretanto, existem fatores que necessitam de maior cuidado.

 

Alguns dos fatores que mais causam dificuldades para dormir são:

Falta de higiene do sono
Exemplos desse tipo de comportamento são consumo noturno de cafeína, prática de atividades físicas perto da hora de repouso, horários diferentes de sono, cochilos após as 16h, uso de celular antes de dormir, refeição muito tarde da noite, entre outros tipos de comportamento.

Doenças Psicológicas
A depressão, a ansiedade e o transtorno bipolar podem ser causadores da insônia e podem causar sua piora com o tempo.

Mudanças no ambiente
Locais com muito barulho, temperatura diferente da habitual, luminosidade e com pessoas estranhas podem levar uma pessoa a desenvolver insônia de curta duração. Normalmente, após um tempo, a insônia desaparece.

Problemas sociais
Estresse no local de trabalho e em relações pessoais, como perda de emprego, falecimento de entes queridos, pressão, divórcios, entre muitos outros, podem levar a insônias de curta duração e, em alguns casos, a insônias crônicas.

Uso de medicamentos
Remédios como beta-bloqueadores, teofilina, corticóides, broncodilatadores e anfetaminas podem causar dificuldades passageiras para dormir.

 

Por que é importante resolver os problemas para dormir?

Durante o sono, o corpo consegue repousar, se recuperar do dia a dia, reparando lesões e equilibrando suas funções fisiológicas. É durante a noite que acontecem reações e funções essenciais para manter o bom funcionamento. Quando o corpo não está bem repousado, isso afeta o funcionamento de diversos sistemas, como o imunológico, favorecendo o aparecimento de doenças.

Por exemplo, durante o repouso o corpo vai:

  • Consolidar a memória e o que foi aprendendido durante o dia;
  • Restaurar as microlesões e lesões que ocorreram, reparando tecidos e células;
  • Liberar hormônios que favorecem o crescimento saudável e a manutenção do metabolismo;

 

Por isso, é importante prevenir e tratar da insônia assim que possível, evitando que ela se torne crônica e garantindo que o organismo não sofra.

 

Quais tratamentos existem para a insônia?

O tratamento para insônia envolve, primeiramente, a avaliação do paciente para saber o que está acontecendo, quais motivos podem ser causadores da dificuldade para dormir para, então, chegar a um diagnóstico preciso. Dessa forma, é possível definir a abordagem correta e descobrir se a insônia é uma condição secundária de outros problemas, como a apneia do sono.

Com o quadro esclarecido, o primeiro passo é uma abordagem comportamental e, em alguns casos, medicamentosa. Inclusive, é importante ressaltar que algumas das técnicas de comportamento para a melhoria do sono podem ser adotadas por todos como:

 

  • Não deitar sem sono;
  • Não passar horas na cama sem dormir. Isto é, deite apenas quando for cochilar ou repousar durante a noite;
  • Não veja TV deitado;
  • Se demorar mais de 20 minutos para dormir quando deitado, vá fazer alguma atividade relaxante para tentar descansar;
  • Diminua a luz do ambiente;
  • Acorde e vá dormir sempre na mesma hora;
  • Se exercite durante o dia, mas não à noite;

Busque ajuda para a sua dificuldade para dormir

A dificuldade para dormir afeta uma boa parte do mundo. Alguns sofrem com a condição de forma passageira, outros não se veem dormindo regularmente mais. A insônia é uma doença que pode ser tratada com mudanças comportamentais e de rotina. E em alguns casos talvez seja necessário o uso de alguns dispositivos, como na apneia obstrutiva do sono, e de medicamentos.

Para isso, é fundamental procurar ajuda médica. Entre em contato com o seu médico de confiança e não se automedique.

Referencia:
Wong SH, Ng BY. Review of sleep studies of patients with chronic insomnia at a sleep disorder unit. Singapore Med J. 2015;56(6):317-323. doi:10.11622/smedj.2015089

Avidan AY, Neubauer DN. Chronic Insomnia Disorder. Continuum (Minneap Minn). 2017 Aug;23(4, Sleep Neurology):1064-1092. doi: 10.1212/01.CON.0000522244.13784.bf. PMID: 28777177.

Passos, G. S., Tufik, S., Santana, M. G. D., Poyares, D., & Mello, M. T. D. (2007). Tratamento não farmacológico para a insônia crônica. Brazilian Journal of Psychiatry, 29(3), 279-282.

Müller, M. R., & Guimarães, S. S. (2007). Impacto dos transtornos do sono sobre o funcionamento diário e a qualidade de vida. Estudos de psicologia (Campinas), 24, 519-528.

 

6 de janeiro de 2022 0 comment
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Hábitos que devemos implementar em 2022

by Otávio Melo 3 de janeiro de 2022

Começar um ano novo da melhor maneira envolve também implementar hábitos que transformem a vida nas diversas esferas. Seja nas relações pessoais, nas relações profissionais, no cuidado com o corpo ou com a saúde mental, são novos hábitos que vão trazer mudanças significativas para a vida.

 

E a mudança para melhor é um processo que precisa ser exercitado todos os dias, não sendo um passe de mágica que, assim que o ano vira, acontece de uma vez por todas. O mais importante é trabalhar constantemente até que vire uma rotina e que você não sinta falta do que já passou.

 

Mas que hábitos devemos mudar para 2022?

A resposta fácil é: os maus hábitos. Porém, quais seriam eles? Podemos mencionar diversos exemplos:

Alimentação desregrada e em quantidades muito altas
Falta de rotina para dormir
Stress sobre todos os acontecimentos da vida
Ausência de exercícios físicos diários
Ausência de estudo de forma geral
Falta da leitura na rotina diária
Relação desrespeitosa com a família ou com colegas e amigos

Todos esses hábitos devem ser deixados de lado e substituídos por comportamentos saudáveis que nos façam bem, mental e fisicamente. A seguir, vamos ver como mudar alguns hábitos e implementar outros em nossas rotina.

Hábitos que devemos implementar em 2022

 

Para começar a mudar a vida para melhor, devemos começar por comportamentos simples que podem ser repetidos sem problemas até que se tornem hábitos inquestionáveis na vida. Sempre partindo da vontade pessoal de cada pessoa, uma mudança comportamental positiva reflete em todo os espectros da vida.

 

Pense nas sugestões a seguir do Instituto Regenius:

Acorde mais cedo
Sabemos que nem todo mundo gosta de acordar cedo. Porém, este comportamento pode fazer o dia render melhor, ter tempo para todas as atividades que precisam ser feitas e pode, inclusive, melhorar o humor. Comece acordando meia hora mais cedo todos os dias (é importante ter rotina, não se esqueça!) e veja como o dia melhora.

 

Faça exercícios de manhã
Se você tem mais tempo pela manhã, que tal se exercitar logo que acordar? Exercícios matutinos podem trazer mais disposição para o seu dia a dia e acelerar o seu metabolismo. De outra forma, você fica com mais tempo para realizar todas as tarefas do dia sem se preocupar com ir a academia mais tarde.

 

Beba mais água
Você bebe dois litros de água por dia? Bebe menos? Então saiba que a hidratação é fundamental para o funcionamento ótimo do nosso corpo. As nossas funções vitais dependem dela sempre. Além disso, a água é uma aliada para o emagrecimento e para a manutenção de foco também.

Consuma produtos naturais
Que tal procurar alimentos mais saudáveis em 2022? Comece a consumir mais vegetais e frutas, dando preferência para orgânicos, e evite consumir alimentos processados. O seu corpo e a sua mente agradecem!

 

Durma melhor
Fazer a higiene do sono, ter um horário para dormir, nunca dormir menos de 8h e nem exagerar nos cochilos à tarde. Estas são algumas dicas para que você tenha noites de sono melhores e aproveite todos os benefícios para o seu corpo. Não se sinta mais cansado ao longo de dias difíceis implementando esse hábito!

Organize-se
Ter uma agenda parece coisa do passado, mas se organizar é uma medida fundamental! Anote compromissos, tenha horários, use planilhas (pode ser no celular mesmo) e saiba quanto tempo você tem disponível! Seja uma pessoa mais responsável.

Descanse!
A vida está corrida, o tempo está escasso e os dias de trabalho parecem infinitos! Porém, você não pode deixar isso impedir os seus momentos de lazer e cuidado. É fundamental dormir bem, curtir o lazer, cultivar a amizade com as pessoas à sua volta e aproveitar o entretenimento. Em 2022, estabeleça uma meta: leia um livro por mês, veja mais de um filme por semana e não fique sem ver os seus amigos por mais que 15 dias, que tal?

 

Evite o consumo de cigarro e álcool

Se estamos falando sobre cuidado e bons hábitos, deixar de lado o cigarro e evitar o consumo excessivo de bebida é um passo importante. Deixe todos os vícios para o passado.

 

Procure ajuda médica

Não é normal ignorar os sinais que o corpo traz a cada instante. Por isso, se você sente que o seu corpo não está bem, que existem dores e você pode estar sofrendo com lesões, procure um especialista, como o Instituto Regenius, para diagnosticar e tratar a condição que você está passando.

 

Terapia é importante

Se o cuidado com o corpo é fundamental, o cuidado com a parte mental também é! A ajuda de terapeuta, psicólogo ou psiquiatra pode ajudar você a ter uma vida mais plena e com a qualidade necessária. Procure profissionais de confiança e dê uma chance ao cuidado com a cabeça.

 

Planeje-se financeiramente
Que tal guardar um pouco de dinheiro todos os meses para o futuro? Investir em algum projeto? 2022 e o futuro pedem um cuidado com o dinheiro e este é um hábito muito importante a ser implementado. Diminuir gastos, colocar em operações que rendam alguma quantia financeira e se programar para o futuro é um cuidado para sempre.

 

Bons hábitos são um cuidado para o futuro

 

Colocar todos esses hábitos em prática não é uma tarefa fácil. É preciso calma, paciência e persistência para que eles se tornem uma rotina e tragam resultados expressivos. Por isso, vá aos poucos integrando a sua rotina, sem se pressionar caso algo não dê certo.

 

O Instituto Regenius apoia a adoção dos bons hábitos. E, em caso de necessidade, entre em contato conosco para que, juntos, possamos cuidar da sua saúde.

3 de janeiro de 2022 0 comment
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Necrose do joelho no Pós-COVID

by Otávio Melo 30 de dezembro de 2021

A necrose óssea também chamada de necrose asséptica, necrose avascular ou osteonecrose, é uma condição rara e que possui um diagnóstico e tratamento difícil. Ocorre quando existe a morte do tecido ósseo de determinada parte de um osso e pode ocorrer, inclusive, no joelho. Ela é caracterizada pela falta de irrigação sanguínea que leva a esta morte tecidual e pode aparecer de forma espontânea ou devido a fatores como uso excessivo de corticóides, alcoolismo e doenças autoimunes, existindo a possibilidade do aparecimento devido à COVID-19.

 

No caso da COVID-19, a necrose avascular ainda está sendo estudada, e a sua incidência continua desconhecida. Esses casos ainda precisam ter sua causa definida, porém especialistas apontam o uso de corticoides para controlar a infecção como uma possível relação. Diante disso, qualquer dor em região articular com características atípicas após a infecção por COVID-19 deve ser avaliada criteriosamente.

 

Saiba mais sobre a Osteonecrose no joelho

 

Como já mencionado, a osteonecrose ou necrose avascular no joelho surge devido à uma incapacidade do corpo em garantir a irrigação sanguínea no local, o que leva à morte do tecido ósseo. Os fatores associados ao seu aparecimento são variados.

 

Entre os fatores estão:

  • Alcoolismo
  • Uso excessivo de corticoides
  • Traumas locais
  • Anemia falciforme;
  • Diabetes;
  • Doença de Chron;
  • Embolia arterial;
  • Exposição constante ou elevada à radiação;
  • Lúpus Eritematoso Erimatoso sistêmico;
  • Trombose;

 

A necrose é uma doença progressiva, o que significa que ela evolui com o tempo. Primeiramente, ela causa a morte das células ósseas, o que acaba por fissurar e fraturar o osso, levando a um possível colapso e que, por fim, leva ao desenvolvimento de artrose. Os tratamentos disponíveis visam diminuir a progressão da doença e tratar as dores.

A necrose avascular no joelho pode-se manifestar de forma variável, geralmente acometendo as duas articulações, iniciando em alguns casos como um quadro silencioso, porém, também pode se manifestar através de sintomas, como dor, dificuldade em deambular e deformidade. Pode começar a ser notada após uma dor aguda no joelho, normalmente após algum tipo de esforço como caminhadas ou subidas e descidas de escadas, sendo mais comum em pessoas com mais de 55 anos e obesas. Além disso, pessoas do sexo feminino também possuem uma maior incidência da condição.

No caso da osteonecrose secundária, a dor pode ser confundida com outras causas, piorando gradativamente.

 

É possível tratar a necrose óssea?

 

O tratamento para a necrose avascular é possível, porém, como sempre devemos mencionar, cada caso é diferente entre si. O tratamento para a necrose objetiva alívio da dor, diminuir a velocidade da progressão da doença, bem como auxiliar a restaurar a função da articulação acometida.

 

Casos iniciais
Medicações e terapias conservadoras podem reduzir os sintomas e ajudar o paciente a manter uma boa função articular. Essa forma de tratamento ocorre por um período mínimo de seis meses. Inclui o uso de analgésicos, repouso e fisioterapia. Além disso, a terapia por ondas de choque pode estimular a cicatrização do osso, aumentando também a quantidade de células ósseas e a promoção da melhora vascular.

Casos avançados
Para estes, a melhor opção é a cirurgia, podendo ser utilizado a descompressão com agulha, curetagem, osteotomia tibial proximal, uso de enxertos e próteses. Cada técnica possui suas indicações e a necessidade de um profissional experiente é essencial para um tratamento adequado.

Para saber qual tratamento é o ideal, o primeiro passo é diagnosticar a condição. Para isso, é necessário o acompanhamento médico de profissionais de confiança. Ortopedistas, como os do Instituto Regenius, podem realizar a identificação da condição por meio de diversos exames, como os de imagem. Inclusive, é preciso ressaltar que a ressonância magnética e a cintilografia são exames que podem ser utilizados para realizar o diagnóstico, estando alterados antes que haja alterações radiográficas.

De outra forma, com desenvolvimento de artrose, não é possível revertê-la e o tratamento deve ser direcionado para evitar a progressão e devolver a qualidade de vida, diminuindo dores e aumentando a mobilidade.

A necrose no joelho pós-COVID-19

A osteonecrose possui três principais causas que são os traumas locais, uso de corticóides e consumo excessivo de bebidas alcoólicas (causa associada ao alcoolismo). Porém, também pode ser causada de forma direta ou indireta por doenças.

Em pelo menos 4 casos, existem indícios de que a COVID-19 causou a osteonecrose, direta ou indiretamente. No momento, a única certeza é que o aparecimento da condição foi mais rápido que o usual, pois apareceu cerca de dois meses após o tratamento com corticoides, enquanto o normal para o tratamento seria de seis meses a um ano.

 

Durante a crise do SARS-Cov1, também foi verificado aumento da osteonecrose em pacientes durante um período de 3 a 36 meses após o tratamento.

 

Cuidados pós-COVID

A COVID-19 se apresentou como um fator novo na vida de praticamente todo ser humano na terra, afinal a última pandemia havia acontecido 100 anos antes. Além de ser um fato novo, o próprio vírus, ainda precisa ser estudado de forma completa para que se saibam seus efeitos a curto e longo prazo.

Para isso, é preciso que pessoas que sofreram com a doença entrem em contato após o aparecimento de sintomas para que possam ser estudados.

 

No caso da osteonecrose, a evidência ainda é pouca, mas é relevante. Por isso, caso existam dores e sintomas associados, é preciso consultar profissionais de confiança. No Instituto Regenius, estamos prontos para diagnosticar e tratar diversas condições ósseas. Entre em contato e agende uma consulta.

 

Fonte:

Angulo-Ardoy M, Ureña-Aguilera Á. Knee osteonecrosis after COVID-19. Fam Pract. 2021 Aug 27;38(Suppl 1):i45-i47. doi: 10.1093/fampra/cmab063. PMID: 34448481; PMCID: PMC8499746.

Agarwala SR, Vijayvargiya M, Pandey PAvascular necrosis as a part of ‘long COVID-19’BMJ Case Reports CP 2021;14:e242101.

AMATUZZI, Marco Martins; ALBUQUERQUE, Roberto Freire da Mota; PRADA, Flávia de Santis. Osteonecrose idiopática do joelho. Rev. bras. ortop, p. 73-81, 2003.

CAMARGO, Osmar et al. Tratamento da osteonecrose do joelho através do uso de auto-enxerto osteocartilaginoso. Rev. bras. ortop, p. 298-304, 1995.

30 de dezembro de 2021 0 comment
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DOR NO OMBRO? SAIBA QUANDO PROCURAR AJUDA!

by Otávio Melo 27 de dezembro de 2021

Sentir dor no ombro é um fato comum na população, porém uma questão importante é: Quando procurar ajuda de um ortopedista?

 

Não existe uma resposta correta para todos os casos, mas fica a recomendação médica de sempre buscar atendimento rápido quando sentir dores e sintomas incomuns ao dia a dia. Inclusive, se você já sente dores há algum tempo e não procurou ajuda, agora pode ser o momento ideal de se livrar delas. Leia o blog até o final para saber como.

A seguir, iremos falar mais sobre este assunto. Apesar de comum o aparecimento de dores no ombro, é muito necessário investigar a condição e realizar o tratamento antes que uma lesão se torne em uma condição crônica e necessite de longos tratamentos.

 

Dores nos ombros não são raras

Possuir dores na maior articulação superior do corpo é um fato que está longe de ser raro. É o que nos mostra o estudo publicado em 2004, no Scandinavian Journal of Rheumatology, sobre a prevalência do aparecimento de incômodos nos ombros anualmente.

Segundo os dados publicados, 14,7 pacientes a cada mil que procuram atendimento em unidades básicas de saúde relatam dor no ombro, sendo que 70% deles convivem ou conviverão com a dor durante toda a vida. O estudo ainda identificou que 25% dos pacientes provavelmente terão que tratar dores no ombro novamente.

 

Entre as causas mais comuns para a dor no ombro nas unidades básicas de saúde identificadas na publicação estão:

– Lesões no Manguito Rotador (tendinite, por exemplo)
– Doença da articulação acromioclavicular (artrose, por exemplo)
– Lesões na articulação glenoumeral (luxações, por exemplo)

 

Condições como as apresentadas podem causar enfraquecimento e diminuição da mobilidade, além das dores já mencionadas. Por isso, é importante realizar o diagnóstico rapidamente e iniciar um tratamento eficaz, de modo a devolver a vida normal para o paciente. Em casos de dores crônicas, tratamentos modernos podem auxiliar na resolução das resolver as condições com sessões rápidas e, praticamente, indolores.

 

Para saber mais sobre os tratamentos do Instituto Regenius, clique aqui.

 

Como a dor no ombro aparece?

 

As dores no ombro aparecem por motivos variados, sendo que alguns fatores desencadeantes passam muitas vezes despercebidos por nós, como a posição incorreta na hora de dormir. Entretanto, o seu grau lesivo às estruturas da articulação não pode ser ignorado e seu acontecimento deve ser prevenido

Apesar da posição durante o sono ser um fator relevante para dores nos ombros, o mais comum é que a dor apareça devido à prática esportiva ou à repetição de movimentos durante a jornada de trabalho. Ambas as atividades podem criar microtraumas e causar lesões nas diversas estruturas presentes.

Com essas lesões, uma pessoa pode acabar sofrendo com:

Tendinite
A tendinite é processo inflamatório de algum dos tendões presentes no ombro. Isso pode levar a um enfraquecimento na hora de realizar ações, formigamento e muita dor.

Bursite
A bursite é uma condição que ocorre quando as bursas, estruturas em formato de bolsa localizadas no ombro que possuem líquido usado para lubrificação, ficam inflamadas. Elas causam dor no ombro, que pode irradiar, e dificuldade na movimentação.

Osteoartrite
Esta é uma doença degenerativa que pode afetar diversas articulações. Ela causa desgastes da cartilagem articular e alterações ósseas, podendo estar relacionada, causar, por exemplo, com a artropatia do manguito rotador.

Quando devemos procurar ajuda?

 

Se você sente ou já sentiu dor no ombro, essa é uma pergunta que vem à cabeça: Em qual momento devo ir atrás de ajuda médica para saber o que está acontecendo?

O ideal é procurar o médico assim que possível, na maioria dos casos. Essa medida ajuda no diagnóstico e ,tratamento rápido e evita o agravamento da lesão.

Contudo, antes mesmo de se encaminhar à urgência, o primeiro a se fazer é identificar os sintomas e o grau da dor. Sabemos que, no momento mais agudo, é difícil pensar de forma adequada, porém é fundamental saber algumas informações para a hora de relatar ao profissional que irá te atender.

 

Identifique:

  • Quando começou a dor
  • Se ela te impede de movimentar o braço
  • Se ela está localizada na região ou irradia pelo braço ou pelo tronco
  • Se ela está piorando após o seu aparecimento
  • Se tem algo que melhora
  • Se tem algo que piora 

Lembre-se também de não forçar a região, caso tenha fraqueza para sustentar o ombro ou sinta dificuldades no movimento. Apenas busque tratamento com especialistas, como o Instituto Regenius.

 

Procure tratamento assim que possível

As dores no ombro são comuns na população e devem ser tratadas de forma imediata. Desse modo, podemos evitar que se tornem lesões crônicas, que trazem dor, durante boa parte da vida e necessitem de tratamentos duradouros.

Para garantir um diagnóstico preciso e o tratamento mais adequado para cada caso, é preciso buscar ajudar com profissionais qualificados para o cuidado com lesões articulares. No Instituto Regenius, você conta com o atendimento e os tratamentos que você precisa para eliminar de vez os incômodos no ombro.

 

Conheça os tratamentos para o ombro Ortolaser, Magneto-Regen, Piezo-Regen e Visco-Regen clicando aqui.

 

Com diversas formas de tratamentos, englobando processos e atividades fisioterapêuticas, de acompanhamento médico, de medicamentos e acompanhamento fisioterápico no pós-operatório, é possível tratar diversas condições como lesões no manguito, luxações e artrite.

Não perca tempo para resolver suas dores no ombro. Agende uma consulta agora mesmo.

 

Fonte:

Cadogan A, Laslett M, Hing WA, McNair PJ, Coates MH. A prospective study of shoulder pain in primary care: prevalence of imaged pathology and response to guided diagnostic blocks. BMC Musculoskelet Disord. 2011;12:119. Published 2011 May 28. doi:10.1186/1471-2474-12-119

Luime JJ, Koes BW, Hendriksen IJM, Burdorf A, Verhagen AP, Miedema HS, Verhaar JA. Prevalence and incidence of shoulder pain in the general population: a systematic review. Scand J Rheumatol. 2004;33(2):73–81. doi: 10.1080/03009740310004667.

27 de dezembro de 2021 0 comment
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ArtigosBlog RegeniusQuadril

Dor no quadril: como evitar?

by Otávio Melo 23 de dezembro de 2021

Sentir dor no quadril durante ou após a prática esportiva é um acontecimento comum, principalmente para pessoas mais velhas. O quadril é uma articulação complexa e estável, fundamental para atletas amadores e profissionais, mas que pode se desgastar com os esforços repetitivos e os impactos sofridos.

Segundo estudos, a prevalência da dor no quadril na população acima de 60 anos está entre cerca de 15 e 20%, afetando principalmente pessoas idosas e praticantes de esportes com muito impacto, como o crossfit  e a corrida. As causas para isso são diversas e vão desde o enfraquecimento dos músculos dos membros inferiores até a necrose do osso do fêmur.

 

A seguir, vamos entender melhor sobre o quadril e as lesões que podem causar dores na região.

 

O que é o Quadril?

Quadril é como chamamos a articulação formada pela parte proximal do fêmur, maior osso do corpo humano, e o acetábulo, que é uma parte da bacia. Além dos ossos, a região possui também músculos, ligamentos e cartilagens para evitar atritos e suportar impactos.

Toda a articulação do quadril é coberta pela cápsula articular, uma espécie de bolsa que protege a região,. Além disso, também possui a membrana sinovial e o líquido sinovial produzido por esta estrutura, proporcionando a nutrição e a lubrificação do local.

 

A função primordial do quadril é suportar o peso da parte superior do corpo e realizar o equilíbrio, sustentando também a base da coluna, seja durante situações estáticas na posição vertical ou durante a sua movimentação. Devido a isso, o quadril é muito importante para a prática de atividades esportivas leves e intensas, mas também para movimentos cotidianos como o simples ato de cruzar as pernas, se abaixar, subir escadas, etc.

Quando existe desgaste ou trauma na região, as estruturas presentes podem inflamar ou causar dor, dando origem ao tema deste artigo. Se a dor for duradoura ou intensa, é preciso entrar em contato imediato com o profissional de confiança antes que o problema se torne crônico.

 

Causas da dor no Quadril

As dores no quadril podem começar devido a fatores diversos como luxações, quedas, fraturas e esforços repetitivos durante o dia a dia. Esses fatos iniciais podem levar a outros problemas que, se agravados, podem se tornar crônicos e necessitar de tratamentos específicos e, possivelmente, até cirurgias.

 

As dores no quadril podem, inclusive, ter origem genética e serem causadas por evoluções da anatomia. Leia mais sobre o tema clicando aqui.

Algumas das principais causas para a dor no quadril são:

 

Bursite Trocantérica
Esta condição – bastante comum – significa a inflamação da bursa, estrutura que se localiza ao lado da parte superior e lateral do fêmur, afeta mais mulheres do que homens e pode ser causada por diversos fatores, dentre eles: traumas diretos, aumento da pressão sobre o trocânter maior e movimentos repetitivos.

Pubalgia
A inflamação da sínfise púbica é causada por microtraumas, sendo bem comum em atletas de futebol. Além dos traumas, desequilíbrios musculares podem aumentar a incidência do problema.

Tendinopatias
A tendinopatia é a inflamação dos tendões em torno do quadril.

Osteonecrose
A mais comum necrose avascular ocorre na cabeça do fêmur que se liga ao quadril. Esta condição é decorrente da falta de aporte sanguíneo na região, causando a morte óssea, o possível colapso do osso, deformações,e perda de mobilidade, etc.

Dor lombar
Problemas lombares podem causar dor irradiada para o quadril. A hérnia de disco e a compressão do nervo ciático se configuram como causas, normalmente.

Ressalto no quadril
Caracterizado por estalido audível ou sensação que o quadril saiu do lugar. Possui várias causas e pode estar associada ou não a outros sintomas, como a dor. O tratamento normalmente é clínico e conservador.

Fraturas
O enfraquecimento ósseo, comum em portadores de osteoporose e pessoas idosas, pode ocorrer frequentemente no colo do fêmur e na parte proximal do fêmur, favorecendo o aparecimento de fraturas.

 

Artrose
Com o desgaste da cartilagem na articulação do quadril, tem início a dor na região da coxa e virilha, com a potencial perda de mobilidade quando não for acompanhada e tratada por profissionais.

Para saber mais sobre a artrose e seu tratamento, clique aqui

 

Como prevenir a dor no quadril?

 

É impossível não usar o quadril durante o dia a dia. Por mais que tentemos repousar, ele está presente em praticamente todo movimento das pernas e em atividades mínimas, como cruzar as pernas. Por isso, para ter um quadril saudável, é preciso seguir algumas orientações e evitar a sobrecarga na região.

Por exemplo, se você sente ou sentiu dores no quadril recentemente, além da visita a algum especialista, é fundamental descansar de forma correta a região. Se a dor apareceu durante ou após a prática de exercício físico, a conversa com o profissional responsável pela atividade também pode ajudar a prevenir seu aparecimento ou agravamento.

Por meio destas atitudes é possível prevenir o aparecimento das dores no quadril:

  • Fazer uma alimentação saudável, com todos os nutrientes necessários para os músculos e ossos.
  • Realizar exercícios físicos sob orientação e supervisão, além de usar equipamentos adequados para você;
  • Tomar cuidado e evitar movimentos repetitivos na atividade física;
  • Moderar os exercícios e evitar a sobrecarga;
  • Fazer alongamentos recorrentemente;
  • Evitar posturas inadequadas durante treinos e também na vida cotidiana.

 

O que fazer se eu sentir dor no quadril?

 

A prevenção é uma importante parte do cuidado com o seu corpo, diante disso, é importante realizar atividades físicas supervisionadas por um profissional capacitado, evitar atividades que causem sobrecarga das articulações, bem como, acompanhamento regular com um médico. Caso apresente dores nas articulações, procure um ortopedista de sua confiança.

 

No Instituto Regenius, nossos especialistas estão prontos para atender e diagnosticar o que está acontecendo com seu quadril. Os tratamentos mais avançados disponíveis em nossa clínica podem auxiliar a volta da mobilidade e o fim das dores na região, garantindo o seu bem estar.

 

Se você sente dores no quadril, não perca tempo e agende uma consulta. Viver com dor não é normal.

 

Referência:

Christmas C, Crespo CJ, Franckowiak SC, Bathon JM, Bartlett SJ, Andersen RE. How common is hip pain among older adults? Results from the Third National Health and Nutrition Examination Survey. J Fam Pract. 2002 Apr;51(4):345-8. PMID: 11978258.

SILVA, Henrique Ribeiro da et al. Diagnóstico por imagem nas síndromes do estalido ou do ressalto. Radiologia Brasileira, v. 42, p. 49-55, 2009.

 

23 de dezembro de 2021 0 comment
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A ingestão de vitamina C e o risco de gota em homens

by Otávio Melo 20 de dezembro de 2021

Os casos de gota estão aumentando no mundo e, junto a isso, a necessidade de novos tratamentos, como os que envolvem vitamina C, também. Segundo estudo publicado na revista científica “Arthritis & Rheumatology”, em 2020, os casos da artrite gotosa cresceram 5,5% entre 1990 e 2017, um crescimento expressivo para uma doença que afeta cerca de 4% da população.

 

A Gota é uma doença reumática na qual está relacionada com a elevação de ácido úrico no sangue, o que, por sua vez, causa um depósito de cristais de monourato de sódio nas articulações. Esta deposição favorece os surtos de artrite aguda, trazendo dor, inchaço e vermelhidão.

 

Para prevenir o aparecimento e também tratar a gota, é preciso entender melhor o que ela é e quais tratamentos são eficazes.

A ingestão de vitamina C e o risco de gota em homens

O que é a gota?

A artrite gotosa, também chamada de gota (ou gout em inglês), é uma doença inflamatória causada pela cristalização do ácido úrico e está associada a presença de ácido úrico em excesso no sangue. Sendo uma doença reumática, ela causa muita dor nas articulações e afeta principalmente o pé, região que sofre com inchaço, vermelhidão, dor e dificuldade de mobilidade.

 

Normalmente, a dor começa à noite e no início da manhã, podendo acabar acordando o paciente. Esta acomete geralmente uma articulação, com o pico da inflamação ocorre nas primeiras 24 horas e tende a se resolver dentro de poucos dias. Em 90% dos casos, a primeira metatarsofalangeana é a articulação mais acometida, localizando-se no primeiro dedo do pé, também conhecido como “dedão”.

A gota é marcada pela hiperuricemia, na qual a concentração de urato no sangue é maior que 6,8 mg/dL. Entretanto, este não é o único fator para a doença. Ou seja, nem todos que possuírem a taxa de ácido úrico elevado desenvolvem a doença. A crise aguda de gota está relacionada a fatores que alterem a estabilidade dos cristais presentes no interior da articulação, como um trauma na articulação, variações dos níveis séricos de urato, dentre outros fatores.

 

Alguns fatores relacionados ao aumento do ácido úrico no sangue são:

Familiares com gota;
Sobrepeso ou obesidade;
Alcoolismo;

Colesterol alto, hipertensão e diabetes;
Câncer;
Doenças renais;
Uso de diuréticos tiazídicos e beta-bloqueadores;
Consumo em excesso de alimentos ricos em purinas (exemplos: mariscos, vísceras, carnes vermelhas e carne de animais jovens);
Exposição a chumbo.

 

Como tratar a gota?

Tratar a gota envolve dois tipos de tratamento: o primeiro sendo resolver a crise, diminuindo a dor e trazendo de volta os movimentos para o pé; o segundo sendo um tratamento duradouro para evitar novas crises.

 

Segundo artigo publicado pela Revista Brasileira de Reumatologia, para tratar as crises agudas, o uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides, colchicina ou corticoisteoides podem ser utilizados para aliviar a dor e reduzir a inflamação articular. Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são os medicamentos mais utilizados para o tratamento precoce da crise de gota, podendo sua dosagem variar com a intensidade da crise. Associado a isso, pode também ser prescrito medicamentos juntamente aos AINEs para prevenção de danos gastrointestinais relacionados ao uso desta medicação.

 

Para a terapia de longo prazo, tem-se as metas de reduzir os níveis de urato no sangue e prevenir a formação de novos cristais. Atualmente são utilizados medicamentos que reduzem as concentrações de urato, como o alopurinol, contudo, o uso desses medicamentos deve ser prescrito por um médico especialista e o tratamento deve ser individualizado.

 

Além disso, a mudança dos hábitos alimentares é uma das medidas importantes para um cuidado duradouro com a gota, já que a alimentação influencia no ácido úrico circulante e na sua deposição de cristais na articulação. Como fatores que ajudam a causar a gota, os alimentos ricos em purinas devem ser evitados. Além disso, o consumo de 2 a 4 litros de água ajuda a eliminar o ácido úrico.

 

A Vitamina C ajuda a prevenir a Gota

 

Recentemente, estudos apresentaram resultados benéficos na redução dos níveis de ácido úrico para pacientes que têm uma alta ingestão de vitamina C. Este fato ajudaria a prevenir o aparecimento da gota. Entretanto, ainda é preciso de mais estudos para verificar com precisão a questão. O estudo não leva em conta os outros fatores causadores da doença;

Os dados publicados foram coletados de 1986 a 2006, em 46 994 participantes masculinos sem histórico de gota. Durante o período do estudo, foram 1317 casos confirmados de gota. Os homens que consumiram menos de 250mg por dia da vitamina C tiveram um risco maior de desenvolver a doença que os homens que consumiram mais de 1500mg por dia.

 

A vitamina C ajuda a aumentar a excreção de ácido úrico pela urina. Com isso, favorece a diminuição deste composto no sangue, que está relacionado ao desenvolvimento da gota.

 

O que é a vitamina C?

Ela é uma das vitaminas mais importantes para o funcionamento do nosso organismo. Chamada de ácido ascórbico, sua contribuição vai além da questão do ácido úrico, sendo fundamental para a cicatrização de feridas, formação de colágeno, efeito antioxidante e outros.

Algumas de suas funções são:

Antioxidante
Desta forma, ela ajuda as células a combater o efeito dos radicais livres.

Facilitadora da absorção de ferro
Dessa forma, ela tem um grande impacto no aumento da disposição, prevenindo a anemia.

 

O ácido ascórbico tem função relacionada à produção de colágeno, essencial para a pele, cabelos, dentes e unhas.

Auxiliadora da cicatrização
Como ela é capaz de estimular a proliferação celular e a formação de colágeno, essa vitamina também atua auxiliando no fechamento de feridas.

Quais alimentos contém vitamina C?

A forma mais segura de ingerir vitamina C é por meio da alimentação. Em alguns casos, a suplementação por meio de cápsulas também é indicada. Entre os principais alimentos com alto teor de vitamina C estão:

laranja
couve
goiaba
acerola
brócolis

É recomendado a ingesta de cerca de 100mg ao dia de vitamina C para a manutenção dos seus níveis adequados no sangue. Em situações de infecção, gravidez, amamentação e pessoas tabagistas, doses maiores são necessárias.

Com a ingestão adequada, é possível prevenir doenças, como o câncer, melhorando qualidade de vida e investindo em saúde.

 

A gota tem tratamento

Por não ter cura definitiva, a gota, muitas vezes, pode não ser tratada adequadamente portadores da doença. Entretanto, é preciso ressaltar: é possível tratar as crises, bem como, preveni-las e devolver a melhor condição de vida para cada paciente!

Por meio de dietas e tratamentos medicamentosos, o paciente sob orientação médica consegue um resultado eficaz e que diminui o aparecimento das crises.

 

Entre em contato com o Instituto Regenius. A sua condição tem tratamento. Para saber mais sobre como falar conosco, clique aqui.

 

Choi HK, Gao X, Curhan G. Vitamin C intake and the risk of gout in men: a prospective study. Arch Intern Med. 2009 Mar 9;169(5):502-7. doi: 10.1001/archinternmed.2008.606. PMID: 19273781; PMCID: PMC2767211.

 

Safiri, S., Kolahi, A.-A., Cross, M., Carson-Chahhoud, K., Hoy, D., Almasi-Hashiani, A., Sepidarkish, M., Ashrafi-Asgarabad, A., Moradi-Lakeh, M., Mansournia, M.A., Kaufman, J.S., Collins, G., Woolf, A.D., March, L. and Smith, E. (2020), Prevalence, Incidence, and Years Lived With Disability Due to Gout and Its Attributable Risk Factors for 195 Countries and Territories 1990–2017: A Systematic Analysis of the Global Burden of Disease Study 2017. Arthritis Rheumatol, 72: 1916-1927. https://doi.org/10.1002/art.41404

 

Azevedo, V. F., Lopes, M. P., Catholino, N. M., Paiva, E. D. S., Araújo, V. A., & Pinheiro, G. D. R. C. (2017). Revisão crítica do tratamento medicamentoso da gota no Brasil. Revista Brasileira de Reumatologia, 57, 346-355.

 

Santos, F. (2016). Gota: uma revisão. Revista Médica da UFPR, 3(1)

 

Manela-Azulay, M., Mandarim-de-Lacerda, C. A., Perez, M. D. A., Filgueira, A. L., & Cuzzi, T. (2003). Vitamina C. Anais brasileiros de dermatologia, 78, 265-272.

 

Silva, C. R. D. M., & Naves, M. M. V. (2001). Suplementação de vitaminas na prevenção de câncer. Revista de Nutrição, 14, 135-143.

20 de dezembro de 2021 0 comment
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adoçantes a base de sucralose
Blog Regenius

Cuidado com os adoçantes a base de sucralose!

by Otávio Melo 16 de dezembro de 2021

A sucralose é um dos maiores avanços alimentares recentes. Presente em diversas bebidas, sobremesas, molhos, caldas e demais produtos alimentícios, o adoçante, feito de compostos naturais, é considerado seguro na maior parte dos casos. Contudo, é preciso cuidado na hora de consumir a sucralose.

 

Isto se deve a dois fatores principais: o primeiro nos mostra que a sucralose, quando utilizada em bebidas quentes, pode liberar substâncias tóxicas para o nosso corpo; já o segundo, mostra que, assim como outros adoçantes, a sucralose pode favorecer o ganho de peso em pessoas que já tem sobrepeso ou obesidade. Neste segundo caso, o mecanismo que leva ao ganho de peso ainda está em análise e discussão na comunidade científica.

 

Para saber melhor sobre a sucralose, vamos ver como ela funciona e o que precisamos tomar de cuidados.

 

Descubra mais sobre os adoçantes

Adoçante é o nome popular das substâncias conhecidas como edulcorantes, substâncias naturais ou sintéticas que tem sabor doce. Essas substâncias têm baixíssima ou nenhuma caloria, por não serem digeridas pelo organismo, e podem ser utilizadas em diversos alimentos com o objetivo de substituir o açúcar, sem deixar de lado o sabor doce. Sua descoberta vem de experimentos e acidentes que levaram à percepção do sabor.

Conhecidos como adoçantes não nutritivos também, eles podem ser:

Aspartame
Sacarina
Ciclamato de Potássio

Sucralose
Stévia

Cada um deles é obtido de uma forma e possui sabores mais ou menos fortes em relação ao açúcar.

Por que esses adoçantes são livres de calorias?

Os edulcorantes, como a sucralose, não possuem calorias porque não são metabolizados em sua maioria, porém, existem alguns adoçantes que apesar de serem metabolizados configuram uma contribuição calórica muito pequena, tornando o seu valor energético insignificante. Isso é a principal diferença em relação aos açúcares naturais como a glicose. Diante disso, podemos reparar também que os adoçantes não são compostos que fornecem energia para o corpo e não podem ser armazenados como gordura.

 

A sucralose, por exemplo, em sua maior parte, não é absorvida pelo organismo e a quantidade absorvida é eliminada pela urina, assim como a sacarina sódica, que também é um adoçante sintético. Já o aspartame é quebrado durante a digestão e seus subprodutos (2 aminoácidos) são absorvidos pelo sangue.

Por conta desse potencial de trazer a sensação do doce sem o alto índice calórico presente no açúcar de mesa, os adoçantes são frequentemente escolhidos. Bebidas dietéticas com adoçante são, inclusive, uma das recomendações para diabéticos, segundo a American Diabetes Association.

 

O que é sucralose?

 

Um dos adoçantes vindos de fontes naturais mais utilizados no mundo atualmente ao lado da stévia e do xilitol. Não possui calorias, sendo produzido a partir do açúcar natural proveniente da cana-de-açúcar.

A sucralose é aparece quando se converte a molécula do açúcar em um processo químico com o uso de cloro. O resultado é a molécula que se mostra 600 vezes mais doce que o açúcar e é inerte no corpo humano, ou seja, sem calorias.

 

Como a maior parte dos adoçantes, a sucralose foi descoberta de forma acidental, nos anos 70, em Londres. Por meio de um processo equivocado, um aluno forçou uma reação que substituiu cloro por grupos de hidroxila, dando origem à sucralose. Desde então, são feitos testes para mostrar sua segurança e eficácia, sendo o adoçante foi aprovado para uso como um edulcorante de mesa em 1998, pela FDA (órgão dos EUA), e em 2008 regulamentado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

adoçantes a base de sucralose

Por que devemos ter cuidado com a sucralose?

Os adoçantes são substâncias relativamente recentes e ainda precisam de mais estudos para mostrar como o corpo humano reage aos mesmos. Órgãos internacionais, como o JECFA- Joint Expert Committee Food Additives, estudam desde a recomendação diária até os perigos de cada substância. No caso da sucralose, a recomendação diária máxima é de 0-15mg/Kg de peso corporal, segundo avaliações realizadas pelo Food and Agriculture Organization of the United Nations/World Health Organization (FAO/WHO).

 

Os cuidados que devemos ter com a sucralose se baseiam em dois fatores que ainda estão sendo estudados:

Liberação tóxica pelo calor

Quando a sucralose é exposta a altas temperaturas e, até mesmo a temperaturas consideravelmente amenas, ela fica instável, liberando substâncias chamadas HPACs (Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos Clorados). O acúmulo dessas substâncias no corpo pode causar reações devido à sua toxicidade. Esse potencial foi demonstrado em estudo da Unicamp, publicado na revista online Scientific Report.
Para saber mais sobre os riscos de expor a sucralose a temperaturas elevadas, clique aqui

 

Ganho de peso

Estudos publicados fornecem evidências de que existem áreas do cérebro relacionadas ao paladar que respondem de forma diferente quando é feito o uso de adoçantes não nutritivos ao invés de uso de açúcares nutritivos. Além disso, foi relatado uma correlação positiva entre o uso de adoçantes artificiais e o ganho de peso, também existindo evidências de que o uso isolado de adoçantes artificiais – ou seja, sem outras práticas dietéticas e mudanças de rotina -, não ajudam na perda de peso, inclusive, podendo interagir com a microbiota intestinal.

 

Moderação é a chave

 

A sucralose pode ser um ótimo aliado para pessoas que não podem comer açúcar, como os diabéticos. Assim como os outros edulcorantes, ela consegue ser uma alternativa disponível no mercado, contudo, ainda são necessárias mais pesquisas para compreensão de todos os efeitos causados por essa substância.

Porém, é preciso ter cautela. Possuir acompanhamento médico e nutricional para montar as refeições é um importante passo para um emagrecimento saudável e manutenção da saúde. Por isso, não deixe de procurar ajuda para mudar os seus hábitos.

Para tratamentos ortopédicos e fisioterápicos, o Instituto Regenius está disponível. Entre em contato.

 

Fonte:

 

Yang Q. Gain weight by “going diet?” Artificial sweeteners and the neurobiology of sugar cravings: Neuroscience 2010. Yale J Biol Med. 2010;83(2):101-108.

 

Yunker AG, Alves JM, Luo S, et al. Obesity and Sex-Related Associations With Differential Effects of Sucralose vs Sucrose on Appetite and Reward Processing: A Randomized Crossover Trial. JAMA Netw Open. 2021;4(9):e2126313. doi:10.1001/jamanetworkopen.2021.26313

 

de Oliveira DN, de Menezes M, Catharino RR. Degradação térmica da sucralose: uma combinação de métodos analíticos para determinar a estabilidade e subprodutos clorados. Representante de Ciências 2015 15 de abril;5:9598. doi: 10.1038/srep09598. PMID: 25873245; PMCID: PMC4397539.

 

MARIN, Rafaela Carlini et al. Interação edulcorantes e microbiota: uma revisão sistemática. 2019.

16 de dezembro de 2021 0 comment
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Weve tratamento com ondas de choque
Blog RegeniusTratamentos

Conheça o tratamento com ondas de choque para lesões e inflamações agudas e crônicas

by Otávio Melo 14 de dezembro de 2021

Milhões de pessoas no mundo inteiro sofrem de dores devido a lesões musculoesqueléticas. Elas podem ser recentes, também chamadas de agudas; ou então mais antigas e receberem o nome de crônicas. São uma das maiores causas não apenas de ausências no trabalho como também de afastamentos do esporte. Suas principais causas podem ser por traumas repetitivos, ou por hábitos inadequados, como uma postura ou gesto ruim por exemplo. Por esse motivo, é necessário buscar formas para acelerar a recuperação.

No tratamento das lesões acima, podem ser utilizadas diversas técnicas, como por exemplo a terapia com ondas de choque extracorpóreas (também chamada em inglês de extracorporeal shockwave therapy, ou ESWT). É um dos protocolos avançados para acelerar o tratamento tanto em pessoas comuns como também principalmente para os atletas, que necessitam se recuperar brevemente e retornar à alta performance. Nos clubes profissionais e seleções olímpicas é considerada uma das melhores opções oferecidas para os esportistas, pois evita a necessidade de medicamentos e promove a regeneração mais rápida dos tecidos.

A busca por esse método de tratamento tem crescido muito nos últimos anos, principalmente pelos motivos abaixo:

– Menor tempo de recuperação;
– Tratamento mais eficaz e duradouro;
– Diminuição das dores crônicas;
– Dispensa o uso de medicamentos;
– Evitar a necessidade de cirurgias;

Porém, antes de tratarmos sobre o mais moderno tratamento para as lesões, precisamos entender o que elas são exatamente.

Entenda mais sobre a terapia de ondas de choque clicando aqui.

Saiba quais são os tipos de lesões

A lesão é um acontecimento normal na vida de uma pessoa. Provavelmente você já teve alguma! Sim, aquelas entorses na rua, as pancadas que você acaba dando em casa e, até mesmo, um mau jeito na coluna podem ser consideradas  diferentes formas de lesões. Em termos médicos, a lesão acontece quando existe uma mudança anormal em um tecido do corpo.

Elas podem ser caracterizadas de diferentes formas como:

Lesões agudas:

Causadas, principalmente, por traumas, elas ocorrem quando uma alta carga é aplicada, ou quando é forçado um movimento excessivo das estruturas, que pode romper parcial ou totalmente a estrutura os tecidos. Uma pancada ao jogar futebol, uma entorse, uma queda que resulta na quebra de um braço: todos esses fatos causam uma lesão aguda ou traumática.

Lesões crônicas
Como o nome dá a entender, este tipo de lesão é aquele que vai acompanhar o paciente por um período maior e, talvez, indefinido. Elas ocorrem por meio de sobrecargas repetitivas e contínuas em uma estrutura, ocasionando em microtraumas. Elas também podem significar o não tratamento de uma lesão aguda no momento adequado, o que agrava o quadro.

Ambos os tipos de lesões podem ser tratados com ondas de choque. Cada um com uma especificação diferente, mas com resultados extremamente positivos. Abaixo, vamos falar sobre esse tratamento e como ele pode auxiliar.

Saiba o que é a Terapia por Ondas de Choque

A terapia por ondas de choque é uma das técnicas mais avançadas no tratamento de lesões musculoesqueléticas. Seus resultados são bem expressivos, levando-se em conta ser um método não-invasivo, que não precisa de internação hospitalar, não gera cicatrizes, e que não afasta o paciente da rotina diária.

Este tipo de tratamento ocorre da seguinte forma: o equipamento é posicionado sobre o local onde a dor ou lesão está localizada, onde será aplicada uma sequência de pulsos mecânicos de alta energia. As ponteiras do equipamento podem ser focais (para um foco exato) ou radiais (para atingir uma extensão maior). Todos os parâmetros do tratamento diferem de paciente para paciente, podendo ser múltiplas sessões, com maior ou menor intensidade, etc.

Saiba mais sobre a terapia de ondas de choque clicando aqui.

Com o equipamento, é transmitida uma energia que consegue aumentar a formação de novos vasos sanguíneos e com isso, favorecer a chegada de fatores de reparação tecidual. A partir desse processo, há o estimulo regenerativo de toda a região lesada.

Esse tipo de tratamento pode auxiliar a melhorar a nutrição dos tecidos como músculos, tendões, ligamentos e até ossos. Inclusive em lesões mais graves como as fraturas que não consolidam no tempo desejado, chamadas de pseudoartrose, estimulando a proliferação óssea e remodelação do esqueleto.

Entre os diversos protocolos existentes de tratamento com ondas de choque, indicamos o programa Wave-Regen do Instituto Regenius. Vamos ver mais sobre ele a seguir.

Conheça o Programa Wave-Regen e seus benefícios

Diferentemente dos métodos convencionais com ondas de choque elétricas, o Wave-Regen utiliza como princípio a propagação de ondas de choque mecânicas focais. Por meio dos estímulos físicos, geradores de uma rápida variação de pressão sobre o local tratado, é promovida a formação de novos vasos sanguíneos, liberação de fatores de crescimento, melhora da nutrição e oxigenação, regeneração dos tecidos, redução da dor, entre diversos outros benefícios.

Sua utilidade está no tratamento de lesões e inflamações agudas e crônicas dos tendões, músculos e outros tecidos tanto do sistema locomotor quanto em outros órgãos. O programa pode ser utilizado tanto por atletas profissionais, quanto amadores, bem como, por pacientes comuns que queiram a melhora de suas patologias ou lesões.

O tratamento pode melhorar as seguintes condições, por exemplo:

Esporão de calcâneo,
Calcificações,
Tendinites,
Epicondilites
Artroses,
Fraturas por estresse (sobrecarga),
Dores crônicas,
Pseudoartroses.

Além disso, o tratamento pode trazer benefícios para todos que enfrentam dores agudas e crônicas nas articulações da coluna, ombro, cotovelo, punho, mão, quadril, joelho, tornozelo e bacia.

Além disso, o Wave-Regen pode ser utilizado para muito mais que isso! Segundo estudos feitos recentemente, o tratamento com ondas de choque pode ir além de condições motoras! A partir deles, foi mostrado que existe eficácia para condições como angina, disfunção erétil e, até mesmo, lesões neurológicas.

O mais importante é cuidar do corpo

As lesões são condições que acompanham os seres humanos desde sempre. Não é à toa que os médicos ortopedistas são alguns dos profissionais mais procurados. E, dentro da ortopedia, sempre se busca a evolução dos tratamentos para beneficiar mais pessoas e garantir tratamentos mais eficazes, como a terapia com ondas de choque.

No Instituto Regenius você pode encontrar um tratamento de alta qualidade para as lesões tanto crônicas quanto agudas. Clique no link para conhecer mais sobre o programa Wave-Regen.

14 de dezembro de 2021 0 comment
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Laser para tratamento de lesão
Blog RegeniusDor CrônicaTratamentos

Benefícios do LASER no tratamento da dor e estímulo no reparo das lesões esportivas

by Otávio Melo 10 de dezembro de 2021

As lesões esportivas são acontecimentos bastante frequentes, seja em amadores ou profissionais. Este tipo de lesão pode ser tratado de diversas formas e, entre elas, está o tratamento com laser.

Quando pensamos em lesões causadas durante a prática esportiva, as articulações são um dos locais mais afetados. Diante disso, a utilização do laser como forma de tratamento pode ser benéfica, auxiliando o atleta a retornar às suas atividades com um tratamento indolor e não invasivo, sem a necessidade de afastamento de campeonatos.

O tratamento com laser de alta potência apresenta grande eficácia no tratamento de dores e na recuperação dos tecidos lesionados, pois possui efeito anti-inflamatório e auxilia na cicatrização mais rápida de feridas. Além de aliviar as dores agudas e crônicas, ele também permite aumentar a vascularização e oxigenação dos tecidos.

O que são lesões esportivas?

As lesões esportivas são uma realidade que a maioria dos praticantes vai enfrentar alguma vez na vida. Impossível de serem quantificadas com exatidão, devido a algumas pessoas nunca serem diagnosticadas, as lesões decorrentes do esporte podem afetar a qualidade de vida de uma pessoa anteriormente saudável.

Por exemplo, uma tendinite não tratada pode afetar a mobilidade de um paciente por anos até que ele decida se tratar. Da mesma forma, outras condições mais ou menos graves precisam também de tratamento, não importando se um atleta é profissional ou amador.

Dentre as lesões esportivas, as mais comuns são as musculares leves, motivadas por pequenos estiramentos. Elas se recuperam rápido e necessitam de tratamento conservador, mas existem lesões bem mais graves como rupturas de ligamento e fraturas. As lesões mais comuns do esporte são:

  • Luxação
  • Lombalgia
  • Bursite
  • Tendinite
  • Contusão muscular
  • Distensão muscular
  • Fraturas por estresse

Entre os tratamentos recomendados para estas lesões, está o tratamento com o laser, importante avanço tecnológico na medicina.

Leia mais sobre as lesões em atletas amadores clicando aqui

Como funciona o tratamento por laser de alta potência?

Os avanços da medicina conseguem transformar a vida de milhões de pessoas. Atletas profissionais ou de final de semana também aproveitam esta evolução, de diferentes formas. Quando falamos sobre o laser para tratamento de lesões na ortopedia, temos uma alta tecnologia que permite acelerar a recuperação, enquanto evita afastamentos por longos períodos.

O laser age por alguns mecanismos para que consigamos obter o resultado ideal:

Bioestimulação
O laser consegue direcionar para o local desejado uma grande quantidade de luz em espectros que interessam ao tratamento, trazendo também uma quantidade de energia que estimula as células locais. Ou seja, a grosso modo, o laser estimula as células para começarem a reconstrução do local afetado, acelerando o metabolismo celular na região.

Efeito acústico
Os pulsos de alta intensidade na pele causam um efeito mecânico também. Ou seja, eles movem fisicamente as estruturas para as quais o laser está sendo direcionado. Isso tudo em alta intensidade e frequência, mas com curta duração, trazendo uma sensação de alívio e passagem da dor, o que configura o efeito analgésico do tratamento a laser.

Efeito térmico
O laser consegue também proporcionar um efeito térmico quando a luz é absorvida pelas células. Estas células transformam essa luz em energia que, então, é transformada em calor, liberada no local. Esse aquecimento também tem ação reparadora e analgésica, além de relaxante.

Existem recomendações para cada caso, além da necessidade de um profissional para utilizar de forma correta os equipamentos. O Instituto Regenius é especializado em diversos tratamentos. Clique aqui para saber mais.

O laser é um aliado para as lesões na ortopedia

Como vimos, os equipamentos com tratamento a laser conseguem fornecer ao paciente uma recuperação mais rápida e uma diminuição efetiva das dores. Estes são, inclusive, os principais motivos para a sua escolha no tratamento, já que muitos atletas profissionais ou amadores não podem ficar parados por muito tempo ou esperar um tratamento convencional ter o seu efeito.

O tratamento a laser pode ajudar na:

Cicatrização de feridas:
Favorecendo a produção de colágeno, proteína fundamental para a cicatrização, o laser consegue acelerar a cura da lesão. Isto também tem o lado estético, pois o laser pode trazer um melhor aspecto para a cicatriz, alterando a sua coloração.

Alívio da dor:
O estímulo mecânico e térmico dos lasers consegue estimular a atividade celular, além de controlar a dor a partir da redução da transmissão do estímulo doloroso pelos nervos, bem como, ajudar na liberação de hormônios que regulam a dor, como as endorfinas.

Relaxamento muscular
Com a energia transmitida pelo feixe de luz, existe uma vasodilatação na área tratada e um aumento na circulação sanguínea. Estes, por sua vez, conseguem trazer uma sensação de relaxamento, especialmente para pontos de gatilho e espasmos musculares.

Entretanto, é preciso ressaltar que o laser possui indicações. Lesões mais graves na fase inicial podem não ser recomendadas, devido à liberação de radicais livres. Porém, em outras lesões, ele é a mais avançada tecnologia disponível, como no tratamento com o ORTO-LASER.

Conheça o ORTO-LASER

O ORTO-LASER é um programa de tratamento altamente tecnológico e avançado, voltado para o tratamento de diversas condições. Usando o laser de alta intensidade, é possível realizar um alívio rápido das dores com a completa restauração da mobilidade através de uma terapia indolor e não invasiva.

Por não ser um procedimento cirúrgico e não envolver medicamentos, o ORTO-LASER carrega o benefício de não ser viciante ou lesivo para o organismo do paciente, além de permitir uma volta às atividades muito mais rápida.

Entre as suas principais indicações estão:

  • Lesões esportivas
  • Pontos de gatilho
  • Lesões de ligamentos
  • Hérnias de disco
  • Dor na coluna
  • Dor na lombar
  • Dor articular
  • Dores musculares

Entre em contato com o Instituto Regenius para saber mais sobre os tratamentos disponíveis clicando aqui.

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Lesão no joelho
Blog RegeniusJoelho

ESPORTES QUE CAUSAM MAIS LESÕES NO JOELHO

by Otávio Melo 9 de dezembro de 2021

Esportes que causam impacto são um fator importante nas dores dos joelhos. Apesar de serem benéficos para o corpo de maneira geral, eles podem sobrecarregar a principal articulação dos membros inferiores, trazendo dor e, até mesmo, lesões, quando não supervisionados adequadamente.

Por isso, devemos estar atentos aos esportes que mais acarretam em dores para o joelho. Eles podem ser praticados individualmente ou em grupo, mas sempre devem ser praticados seguindo orientações para evitar problemas, afastamento da prática ou procedimentos cirúrgicos em alguns casos.

Abaixo, vamos ver mais sobre o joelho e sobre os esportes:

 

Joelho é a principal articulação das pernas

O joelho é uma das mais importantes articulações do corpo humano, sendo, com certeza, a mais importante em relação a movimentos básicos. Ele é utilizado no caso de movimentos de caminhar, correr, agachar e pular.

Sua formação é dada pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia e a ligação da patela com o fêmur, sendo uma articulação complexa. Além disso, o joelho ainda possui ligamentos, meniscos e músculos.

Ligamentos:
Talvez a parte mais conhecida quando falamos sobre lesões esportivas, servem para estabilizar as articulações, movimentos de translação, para a angulação em varo e valgo e em movimentos rotatórios da articulação.

Os ligamentos podem ser:
Extracapsulares
Intracapsulares

Menisco
Estruturas de fibrocartilagem em formato de meia-lua que tem sua importância devido a diversos fatores, entre eles: a estabilização do joelho, amortecimento de impactos, nutrição da cartilagem e o espalhamento de uma película de líquido sinovial pela integralidade da articulação.

Eles podem ser:
• Medial
• Lateral

A relação dos esportes com o joelho

 

O joelho, apesar de ser a principal articulação dos membros inferiores, é sensível, quando pensamos em impacto, movimentos repentinos e uso de força. Suas estruturas precisam sustentar todo o nosso peso e isso pode acarretar em pequenas ou grandes lesões que, por sua vez, trazem dores e dificuldades de mobilidade.

Os esportes de alto impacto, como a corrida e o salto, podem causar ou agravar lesões por conta da sobrecarga excessiva na articulação. Até por conta disso, só é recomendada a prática esportiva quando acompanhada ou prescrita por profissionais.

Segundo estudo da Universidade Federal de São Paulo, os principais esportes quando falamos em lesões são:

Futebol:
No país do futebol, não seria diferente: ele também é líder em lesões no joelho. Além das causadas por impactos em corridas e saltos, ele também contribui para lesões causadas por torções, estiramentos e até traumas (como em carrinhos e pancadas). Uma das lesões mais conhecidas no futebol é a ruptura dos ligamentos cruzados, que já afetou a carreira de diversos atletas.

Lutas e artes marciais
As lutas contribuem para lesões em movimentos de extensão e saltos, além das pancadas. Artes como o jiu-jitsu também costumam causar rupturas devido a torções.

Basquete
O esporte americano causa muitas lesões e dores quando pensamos em saltos, corridas ou torções. Por não ter o uso da perna no contato com a bola, os chutes não contribuem para lesões neste esporte.

Treino na academia
Como já falamos, praticar atividades físicas não supervisionadas é um risco para qualquer um. Na academia não seria diferente. O uso de peso excessivo, além da realização incorreta de exercícios pode agravar problemas existentes, criar novos e motivar lesões de grande extensão.

Tênis
O tênis é um esporte que não é esperado aparecer aqui, afinal, joga-se com as mãos. Porém, como um esporte dinâmico e duradouro, ele pode ocasionar em sobrecarga na articulação do joelho, além de motivar lesões devido à movimentos bruscos.

 

Veja abaixo a porcentagem que cada esporte causa lesões no joelho:

 

Futebol – 55% dos entrevistados

Artes marciais – 16% dos entrevistados

Basquete – 12% dos entrevistados

Treino de academia – 8% dos entrevistados

Tênis – 5% dos entrevistados

Outros – 4% dos entrevistados

 

Para a prática correta e segura dos esportes, o ideal é usar o tipo adequado de tênis com amortecimento, realizar exercícios de aquecimento, alongamento e também manter o corpo com o peso correto para a altura. Ao não se tomar cuidado com estes pré-requisitos, o corpo fica mais suscetível a lesões, principalmente aquelas causadas por impactos.

 

Conheça algumas das lesões no joelho

Devido às suas diversas estruturas, o joelho fica suscetível à variadas lesões. Algumas delas são:

Rompimento do Ligamento Cruzado Anterior (LCA)

Rompimento do Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Luxação patelar

Condromalácia patelar

Artrose

Tendinite patelar

Rompimento do menisco

Dores no joelho tem cura

A dor no joelho pode ser crônica, pode ser intermitente ou pode ser passageira. O mais importante é entender que ela tem tratamento e deve ser cuidada por um especialista.

Pessoas de diversas idades, gêneros, condições corporais ou o nível de atividade física podem desenvolver dores na articulação. Inclusive, estudos mostram que cerca de uma em cada três pessoas reclama de dores no joelho.

 

Por isso, caso sinta dores, não deixe de tratar. Procure um especialista e converse sobre a lesão.

 

E para saber mais sobre as doenças do joelho, clique aqui

 

Ouça o podcast com o Dr. Dráuzio Varella para saber mais informações sobre dores no joelho clicando aqui.

 

 

 

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