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ESPORTES QUE CAUSAM MAIS IMPACTO NO OMBRO

by Otávio Melo 8 de dezembro de 2021

O ombro é uma das articulações mais importantes do corpo humano e, também, uma das mais sensíveis a lesões no esporte. Sendo a articulação mais móvel do corpo humano, ela é fundamental na prática de diversos esportes, garantindo, por meio de sua grande extensão, uma maior eficiência nestas atividades.

Dentro do esporte, dores nos ombros estão presentes de forma recorrente. Muitos atletas, como o tenista Rafael Nadal, enfrentaram durante boa parte da carreira lesões na articulação. Estas aparecem tanto por conta de traumas quanto pela repetição de movimentos que, por sua vez, pode causar inflamações, rupturas e fragilidade no ombro.

Neste texto, trataremos sobre quais esportes causam mais lesões no ombro.

A importância do ombro

 

O ombro é a maior articulação da parte superior do corpo, sendo formado principalmente pela ligação entre o úmero e a cavidade glenóide. Sua estabilização depende de ligamentos e músculos, evitando lesões nessa articulação.

Somado à articulação glenoumeral, que é a principal responsável pelo arco de movimento, o ombro também é formado por diversas outras estruturas.

Entre elas, podemos citar ossos, outras articulações (acromioclavicular, esternoclavicular), ligamentos, tendões, músculos (peitoral, trapézio, deltóide, músculos do manguito rotador e outros).

 

Conheça os esportes que causam mais lesão nos ombros

Os ombros são uma das articulações mais importantes do corpo humano na prática esportiva. Em praticamente todos os esportes, o ombro é utilizado de alguma maneira, seja para arremessos, bloqueios ou na disputa por espaço e posição, como é o caso de atletas de linha no futebol.

 

Porém, é nos esportes que usam os membros superiores que as lesões são mais comuns. Segundo estudos, as lesões acontecidas durante atividades esportivas se dão, principalmente, por meio de movimentos acima da cabeça, e causam microtraumas ou uso excessivo das estruturas. Isso, por sua vez, acaba impactando tendões e ligamentos, gerando uma resposta inflamatória.

 

Ou seja, nadadores e jogadores de vôlei, por exemplo, acabam lesionando de forma mais frequente o ombro por conta dos movimentos tradicionais: as braçadas na natação e os bloqueios e ataques no vôlei.

 

É claro que as lesões mais comuns são diferentes, entre os esportes. Ainda tomando o vôlei e a natação como exemplos: no primeiro, existe uma movimentação rápida e brusca, enquanto no segundo existe uma movimentação contínua e repetitiva.

A seguir, vamos ver os principais esportes causadores de lesões no ombro:

 

Natação

Dores no ombro são uma ocorrência muito comum em nadadores. Não seria por menos, já que um atleta de alto nível pode dar até 16 mil braçadas em uma semana de treinos. Este fato ajuda a explicar a sobrecarga direcionada para as estruturas do ombro.

 

Os diferentes estilos da natação (Livre, Borboleta, Peito e Costas) afetam diferentemente o ombro, porém, o local mais atingido é o manguito rotador.

Tênis
Apesar de não ser o principal local de dor em tenistas, perdendo para o cotovelo, o ombro causa muito incômodo para desportistas amadores e profissionais desta modalidade. Assim como na natação, as principais estruturas afetadas são os tendões do manguito rotador.

É bem comum tenistas procurarem ortopedistas e outros especialistas para tratar sintomas de tendinite por sobrecarga.

Vôlei
O segundo esporte mais popular do Brasil também é um grande causador de lesões no ombro. Devido ao uso repetitivo dos ombros pelos atletas de vôlei, nos movimentos de saque e ataque, podem acontecer uma série de alterações.

Por exemplo, continuar realizando os movimentos principais do esporte, enquanto sente sintomas de tendinite, pode agravar o problema, tornando o mesmo em uma situação crônica que necessita de tratamentos especializados, como o Wave-Regen do Instituto Regenius.

 

Artes Marciais

As artes marciais (judô e jiu-jitsu, por exemplo) podem causar diversos danos ao ombro. Além das lesões traumáticas, causadas quando um atleta projeta o outro sob solo ou atinge acidentalmente a região, temos também as torções, luxações e a hiperextensão da articulação.

Além desses esportes, o basquete, o handebol, o beisebol, o softbol e esportes que não utilizam os braços também podem acarretar em lesões. O basquete tem uma prevalência grande de luxações, enquanto o futebol costuma demonstrar uma maior incidência de lesões traumáticas devido a quedas e encontros violentos no ar.

 

Quais tratamentos podem ser utilizados?

Essa pergunta tem respostas variadas, pois casos diferentes precisam de tratamentos diferentes. E, independentemente do caso, o mais importante é contar com especialistas em ortopedia e recuperação de atletas para o diagnóstico preciso e tratamento eficaz.

O que é possível ser dito é que, em termos gerais, para realizar uma reabilitação do paciente, o profissional da saúde deverá aliviar a dor, utilizar de técnicas para recuperar a articulação e corrigir determinados desequilíbrios presentes. Cada lesão da articulação do ombro possui uma forma adequada de tratamento e tempo de recuperação.

Em situações nas quais o tratamento conservador não possui uma boa resposta, são indicados tratamentos modernos como a Terapia com Ondas de Choque. Este tratamento possui o objetivo de reduzir dores, enquanto promove a cicatrização dos tecidos afetados.

No Instituto Regenius, o programa Wave-Regen consegue diminuir a inflamação, solucionando patologias no ombro, e trazendo de volta a melhor forma para os atletas.

Se você sente dores no ombro, entre em contato agora e agende uma consulta.

 

Fonte:

Wilk KE, Obma P, Simpson CD 2nd, Cain EL, Dugas JR, Andrews JR. Shoulder injuries in the overhead athlete. J Orthop Sports Phys Ther. 2009;39(2):38-54. http://dx.doi.org/10.2519/jospt.2009.2929. PMid:19194026.
» https://doi.org/10.2519/jospt.2009.2929

SILVA, Corina Natalina Costa; et.al. A Alta Incidência de Lesões na Articulação do Ombro em Atletas de Jiu-Jitsu. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 05, Vol. 05, pp. 432-450, Maio de 2018. ISSN:2448-0959

8 de dezembro de 2021 0 comment
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lesões no Joelho
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5 LESÕES NO JOELHO CAUSADAS NO ESPORTE

by Otávio Melo 7 de dezembro de 2021

O esporte pode causar diversas lesões no joelho, apesar dos diversos benefícios que a sua prática pode proporcionar. Cada forma de exercício físico oferece riscos quanto ao aparecimento de lesões esportivas e, dentre elas, estão as ocasionadas no joelho.

Em todas as articulações, as lesões podem acometer diferentes estruturas presentes na articulação e, dependendo do local afetado, existirá uma classificação específica quanto ao seu grau de acometimento. Diante desse problema, um sintoma importante e marcante para alguns pacientes é a presença de dor, que pode se apresentar em graus variados, sendo motivo pelo qual muitos pacientes procuram um médico.

 

O mais importante, nestes casos, é diagnosticá-las e entender porque aconteceram para, enfim, ser realizado o tratamento e acompanhamento adequado.

Quando pensamos em lesões causadas durante a prática esportiva, a primeira coisa que vem à cabeça são as sofridas por atletas do futebol. Alguns jogadores, como Ronaldo Fenômeno, quase tiveram a carreira abreviada por conta de rupturas nos ligamentos. Outros conviveram com dores a maior parte da vida.

 

Neste texto, vamos ver sobre o funcionamento do joelho, assim como as principais lesões que ocorrem durante a prática de um esporte. E não pense que elas afetam apenas profissionais, elas podem afetar todas as pessoas que fazem qualquer prática de exercício físico.

A importância do joelho na prática esportiva

O joelho é a maior articulação do corpo e está entre as principais articulações dos membros inferiores, sendo também uma das mais importantes do corpo humano. Dessa forma, ele é também uma das articulações que mais importa para a realização de movimentos básicos na prática esportiva, como caminhar, correr, agachar e pular. Sem o joelho, não poderíamos realizar muitos dos movimentos simples ou complexos que realizamos nessas horas.

O joelho é formado pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia e a ligação da patela com o fêmur. Neste local, existem diversas estruturas como os ligamentos, meniscos e músculos. Todos estes permitem a execução dos movimentos, além de contribuir para o equilíbrio e amortecimento dos membros inferiores.

As principais estruturas dos joelhos são:

 

Ligamentos:
Bem conhecidos quando pensamos em lesões desportivas, eles estabilizam as articulações, contribuem para os movimentos de translação, para a angulação do joelho em varo e valgo e para movimentos rotatórios da articulação. Eles podem ser extracapsulares e intracapsulares.

Menisco
Estas estruturas de fibrocartilagem garantem a estabilização do joelho, o amortecimento de impactos, a nutrição da cartilagem e o espalhamento de uma película de líquido sinovial pela integralidade da articulação. Quando falamos de lesões causadas por impactos, o menisco é uma das partes que mais são lesionadas.

As lesões do joelho no esporte

Esportes de alto impacto são um enorme fator para uma lesão no joelho acontecer. A articulação, apesar de resistente, pode sofrer danos durante a prática desportiva que podem se agravar em uma lesão com o tempo. Por conta disso, inclusive, é sempre recomendado que amadores e profissionais pratiquem atividades apenas sob a supervisão e/ou prescrição de um profissional.

 

As lesões podem ocorrer devido a variados fatores como movimentos bruscos, sobrecarga excessiva, traumas na região, hiperextensão, entre muitos outros. Algumas das lesões mais comuns no joelho são:

 

Tendinite patelar

Causada pela sobrecarga em atividades que exigem saltos ou corridas, a tendinite causa dor de início insidioso e gradual na região anterior do joelho, sendo o primeiro sintoma relatado pelo paciente. Ela costuma afetar até 20% dos corredores e tem a indicação de tratamento conservador para a maioria dos casos. Medidas como repouso relativo, correção de fatores biomecânicos predisponentes, alongamentos e medicações, fazem parte do tratamento, porém, é possível a realização de cirurgia em casos de refratariedade.

 

Ruptura do ligamento cruzado anterior

Uma das estruturas que mantém o equilíbrio do joelho, o ligamento cruzado anterior conecta a tíbia ao fêmur, garantindo que o joelho não se movimente de forma antinatural. Ele costuma ser rompido por meio de torções que necessitam de imobilização e tratamento paliativo imediato. É uma lesão importante que necessita de cirurgia, bem como, acompanhamento rotineiro com a fisioterapia para reabilitação física.

Ruptura do ligamento cruzado posterior

Este ligamento impede a rotação externa da tíbia e também a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur. Costuma geralmente ocorrer por meio de traumas de alta energia, como pancadas ou pisadas em falso, ocasionando em instabilidade do joelho. Seu tratamento possui grande controvérsia, consistindo em uma abordagem conservadora ou cirúrgica.

Síndrome do corredor

Lesão comumente associada a atletas de corridas de longas distâncias, a sobrecarga de treinamentos pode levar ao aparecimento desta lesão. Ela é uma inflamação na região lateral da coxa que causa, por sua vez, dor de forte intensidade na lateral do joelho. Seu tratamento é predominantemente conservador e pode ser realizado com fisioterapia, medicamentos para alívio da dor e fortalecimento da musculatura. O retorno ao esporte após o tratamento deve ser progressivo.

Fratura por estresse

Como falamos, o joelho é composto por diversas estruturas, dentre elas, partes ósseas , que podem também ser alvos de consequências da prática esportiva inadequada.  Esta lesão pode ocorrer devido à falta de equilíbrio na ação das células ósseas associado a movimentos repetitivos, favorecendo a fratura do osso. O tratamento deve ser conservador a priori, com um tempo de consolidação da fratura óssea em média de 4 a 12 semanas. Caso a fratura seja  grave, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica. Neste tipo de lesão, a recuperação também deve ser mais lenta, podendo durar mais de seis meses.

Quais são os esportes que mais causam lesões?

Os esportes são uma importante causa de lesões nas articulações. Apesar de benéficos para a saúde, sua prática inadequada pode ocasionar nas lesões que já mencionamos anteriormente. Por isso, é sempre necessária a atenção para com os mesmos, de modo a evitar situações que podem te deixar afastado por diversos meses. Os esportes que mais causam lesões são

Futebol
Lutas e Artes marciais
Basquete
Treino em academia
Tênis As lesões do joelho no esporte podem ser prevenidas

 

De modo algum devemos evitar praticar esportes. Eles são fundamentais para o nosso corpo. Aliás, o sedentarismo é um mal muito pior do que o esporte para o nosso organismo. Então não é possível usar as possíveis lesões esportivas como desculpa para evitar a prática do desporto.

 

O que precisamos ter atenção é que o esporte necessita de cuidados que vão desde a escolha do calçado ideal até a frequência de treinos. E sempre com acompanhamento profissional. Dessa forma, as lesões no joelho podem ser prevenidas de forma eficaz e tratadas, caso aconteçam.

Para saber mais sobre as lesões do joelho, entre em contato.

 

Referências:

 

COHEN, Moisés et al. Tendinopatia patelar. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 43, p. 309-318, 2008.

RODRIGUES, Joana Bento; FONSECA, Fernando. Rotura Isolada do Ligamento Cruzado Posterior: história natural, tratamento, reabilitação. 2011.

AREND, Carlos Frederico. Ultrassonografia do trato iliotibial: espectro de achados. Radiologia Brasileira, v. 47, p. 33-37, 2014.

ASTUR, Diego Costa et al. Fraturas por estresse: definição, diagnóstico e tratamento☆. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 51, p. 03-10, 2016.

 

7 de dezembro de 2021 0 comment
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Blog RegeniusTratamentos

Visco-Regen: eficaz para o tratamento de artrose no joelho

by Otávio Melo 3 de dezembro de 2021

Encontrar o tratamento adequado para o paciente que sofre com a artrose no joelho, trazendo qualidade de vida e reduzindo dores e problemas de mobilidade, é o primeiro passo para auxiliar a volta da normalidade na vida do mesmo. Como a artrose é uma doença degenerativa e que não possui cura definitiva, terapias que forneçam cuidados paliativos, como o Visco-Regen, devem ser abordadas como aliadas importantes.

O Ministério da Saúde possui estudos sobre a prevalência da artrose na população brasileira, mostrando que a condição afeta 15 milhões de pessoas no Brasil. Ainda segundo os dados, ela é responsável por 30% a 40% dos atendimentos de reumatologia em todo o país, em média.

A seguir, vamos discutir mais sobre a osteoartrite (também chamada de artrose) e como ela pode ser tratada de forma eficiente e segura para diversos pacientes.

 

Saiba mais sobre a artrose

A artrose é uma condição bem comum na população mundial. Ela configura-se por ser uma doença degenerativa, crônica, multifatorial, que causa diversos sintomas, como, dor, rigidez da articulação acometida, crepitação óssea e atrofia muscular. A progressão desta doença e o seu não tratamento causa limitação funcional, influenciando diretamente na qualidade de vida do indivíduo acometido.

 

Alguns dos fatores de risco para o desenvolvimento desta condição são:

 

  • Idade avançada
  • Sexo feminino
  • Uso excessivo da articulação
  • Fatores genéticos
  • Obesidade

A artrose também pode comprometer a mobilidade do paciente, atrapalhando o caminhar, movimentos de subir e abaixar, utilizar a escada e, até mesmo, esticar as pernas. Além disso, ela também pode causar deformações ósseas.

A artrose afeta principalmente os seguintes locais do corpo:

  • Articulações das mãos,
  • Articulações dos pés,
  • Articulações do pescoço,
  • Região lombar,
  • Joelhos;
  • Quadris.

    Esta condição pode ser classificada em duas:

    Artrose primária
    Esta é caracterizada por não ter uma causa conhecida.

    Artrose secundária
    Possuindo causa conhecida, ela pode aparecer devido a problemas das articulações (especialmente em joelhos que são virados para fora ou para dentro), bem como, alterações metabólicas. O fator hereditário é importante, principalmente em alguns tipos de apresentação de osteoartrite, como são os casos dos nódulos dos dedos das mãos.

 

A artrose no joelho

Como mencionado, a artrose pode atingir diversas articulações do corpo. Quando a mesma afeta as estruturas que compõem o joelho – especialmente cartilagens e ossos, causando o desgaste da articulação, ela causa diversos sintomas e atrapalha de forma significativa os portadores da doença, podendo limitar atividades que anteriormente eram realizadas com facilidade.

São sintomas da artrose no joelho:

  • Dor no joelho após exercícios ou caminhadas;
  • Rigidez pela manhã ou após repouso;
  • Crepitações com o movimento (estalos);
  • Inchaço e sensação de calor;
  • Aumento do joelho;
  • Perda de mobilidade;
  • Fraqueza na hora de apoiar a perna;
  • Enfraquecimentos dos músculos dos membros inferiores.

 

Na presença de um ou mais sintomas como estes, a consulta com o ortopedista é fundamental para o possível diagnóstico da doença. Especialistas, como os do Instituto Regenius, podem avaliar os sintomas e fazer o exame físico para identificar a intensidade das dores, o quanto de mobilidade existe, a presença de estalos, entre outros sintomas. Além do exame físico, também é possível realizar exames de imagem para diagnosticar a artrose.

Conheça mais sobre os tratamentos para a artrose

 

A artrose no joelho é uma condição muito comum, sendo mais presente em populações mais velhas, já que ela caracteriza-se pelo desgaste das cartilagens e alterações ósseas. Para o seu tratamento, existem diversas técnicas que vão ser utilizadas dependendo do caso e das necessidades do paciente. Entre os protocolos de tratamento mais comuns estão:

  • Cirurgia para inserção de prótese ou realização de artroscopias;
  • Fisioterapia para fortalecimento dos membros inferiores;
  • Tratamento medicamentoso ou através de técnicas medicinais avançadas para reduzir a inflamação e controlar as dores;
  • Suplementação para recuperação dos tecidos afetados.

 

Estes tratamentos podem ser combinados e devem ser prescritos por médicos de confianças. Alguns tratamentos, como a suplementação, ainda estão em fases de teste e precisam melhor estudados para que se saiba qual o seu resultado real nos pacientes.

 

Apesar destes serem os tratamentos mais comuns, a evolução da medicina já possibilita outras terapias, como o Visco-Regen.

 

Visco-Regen: tratamento eficaz para a artrose no joelho

O Visco-Regen é uma terapia inovadora, oferecida pelo Instituto Regenius, e que possibilita a melhora da qualidade do líquido que nutre e lubrifica as articulações. Suas propriedades auxiliam em uma redução efetiva nas dores sentidas por pacientes com artrose. O tratamento acontece por meio de uma infiltração na articulação afetada, onde é injetada uma solução rica em nutrientes que possui um aspecto viscoso. Desta forma, existe um ambiente favorável a reconstituição dos tecidos lesados, bem como, redução da progressão da artrose.

 

A composição do Visco-Regen possui elementos como

– Vitaminas;
– Minerais;
– Ácido hialurônico;
– Plantas medicinais;
– Antioxidantes.

 

Essa terapia possui diversos benefícios que podem auxiliar no tratamento da artrose. Os principais são:

 

– Redução do atrito e diminuição do desgaste devido ao efeito lubrificante do composto injetado.
– Redução da limitação de movimento.

– Participação na recuperação de estruturas lesadas.
– Redução efetiva das dores, pois possui propriedades analgésicas com a inativação de terminações nervosas e receptores responsáveis pela sinalização da dor.

Como procedimento ambulatorial, o Visco-Regen não necessita de internação, garantindo o retorno às atividades do dia-a-dia, conforme a recuperação. Além disso, a técnica não causa cicatrizes, pontos e cortes e precisa apenas de anestesia local.

A artrose tem tratamento: Não espere mais!

A artrose, apesar de não ter cura, não é uma sentença para a vida de ninguém. Os avanços da medicina permitem que seja possível viver bem, mesmo com a articulação afetada. Para isso, o primeiro passo é consultar especialistas, como o Instituto Regenius, e buscar o melhor tratamento para o seu caso.

 

Há 16 anos no mercado e um histórico baseado em investir em conhecimentos e tecnologias para aprimorar tratamentos, o Instituto Regenius é uma clínica especializada em ortopedia regenerativa, sempre prezando pela inovação e busca pela melhora da qualidade de vida dos pacientes. Por aqui já passaram mais de 24 mil pacientes, com 99% de aprovação.

Não deixe para depois a possibilidade de tratamento. Entre em contato agora e agende uma consulta.

 

Fonte:

REZENDE, Márcia Uchôa de; CAMPOS, Gustavo Constantino de; PAILO, Alexandre Felício. Conceitos atuais em osteoartrite. Acta Ortopédica Brasileira, v. 21, p. 120-122, 2013.

 

3 de dezembro de 2021 0 comment
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cartilagens ósseas
Blog RegeniusTratamentos

Afinal, é possível ter câncer originado das cartilagens ósseas?

by Otávio Melo 11 de novembro de 2021

O câncer nos ossos pode se originar em diversas partes, inclusive nas cartilagens ósseas. Estes tumores ósseos surgem quando células anormais, produzidas pelo tecido ósseo do corpo, se unem ou quando células anormais de outras partes do corpo começam a afetar os ossos, no processo chamado de metástase.

 

Nas células que formam a cartilagem, aparece o Condrossarcoma, um dos tipos mais comuns de tumor ósseo primário. Eles podem aparecer em praticamente todas as regiões do corpo humano e seu tratamento depende da indicação médica.

 

Raramente este tipo de câncer vai afetar pessoas com menos de 20 anos de idade, sendo maior a ocorrência em pessoas do sexo masculino idosas. Porém, o Osteossarcoma condroblástico afeta crianças, em cartilagens.

 

De toda forma, é preciso ficar atento aos sinais da doença e manter em dia exames e consultas médicas.

 

O que são os cânceres nos ossos?

 

O câncer nos ossos é um tumor maligno composto por uma massa de células incomuns crescidas no osso. Ao contrário da suposição, a existência de um tumor nos ossos não significa imediatamente câncer, já que a maioria dos tumores ósseos não são malignos.

 

O seu aparecimento se deve a cicatrização anormal de uma lesão, doenças hereditárias e radioterapia, além é claro de metástase por câncer de outras áreas do corpo.

 

Os tumores ósseos normalmente não causam dor, porém em alguns casos podem incomodar. Uma parcela menor também pode ter pequenas lesões como uma fratura junto ao tumor.

Tumores malignos, em contrapartida, doem bastante e causam a procura por conta da dor, do aumento de volume ou da fratura patológica.

 

Quais são os sintomas do câncer ósseo?

 

Apesar de terem origens diferentes e se comportarem também de formas diversas, os principais sintomas dos tumores ósseos malignos são parecidos. Veja abaixo alguns dos principais:

 

Inchaços articular:

O inchaço na articulação é bem óbvio à visão e ao toque, podendo também aparecer somado a um nódulo que aumenta de tamanho e gera desconforto.

 

Dor óssea:

Esta dor não é presente em todos os pacientes ou todos os momentos, podendo ser confundida com outras dores. Ela aparece comumente no período da noite ou quando é preciso mexer as pernas.

 

Fratura patológica:

Não são fraturas comuns como em traumas. São fraturas frequentes aquelas que ocorrem pela fragilidade que o tumor gera nos ossos. Se elas ocorrerem frequentemente, são um sinal de malignidade.

 

Conheça mais sobre o Condrossarcoma

 

O câncer surgido nas cartilagens ósseas é chamado de Condrossarcoma. Sendo o segundo tipo mais comum de câncer ósseo, atrás apenas do osteossarcoma, ele é uma doença causada pela produção de células cartilaginosas cancerígenas. Seu acometimento se dá frequentemente nos ossos da bacia e fêmur proximal, úmero proximal, coluna e tíbia próxima, além de também aparecer nos tecidos ao redor.

Seu aparecimento está ligado principalmente a fatores genéticos, sendo frequente em homens de mais idade. O tratamento específico depende da recomendação médica e do estágio da doença.

 

Devido ao seu potencial de afetar regiões ao redor dos ossos, ele pode causar dores, inchaços e formações de massa nos locais. Apesar destas possibilidades, seu crescimento costuma ser lento e silencioso, porém isso existe a preocupação com o mesmo, devido à possibilidade de desenvolvimento de metástases para outros locais, como o pulmão.

 

De outra forma, também existem tipos diferentes de condrossarcomas como:

 

Condrossarcoma Diferenciado.

Inicialmente, um condrossarcoma típico, porém com o avançar da doença partes do tumor tomam a forma de células similares às do osteossarcoma ou do fibrossarcoma. Essa variante é mais agressiva e atinge pacientes mais velhos.

 

Condrossarcoma de Células Claras.

Raros e de desenvolvimento bem lento, costumam não se espalhar.

 

Condrossarcomas Mesenquimais.

De crescimento rápido, são suscetíveis ao tratamento radioterápico ou quimioterápico.

 

Qual o tratamento para o condrossarcoma?

 

Os condrossarcomas tem um tratamento bem definido: o tratamento cirúrgico. O objetivo principal é remover o tumor do local onde ele ocorre para evitar o seu espalhamento e crescimento.

 

O tratamento cirúrgico do câncer também pode necessitar da amputação do membro afetado, de acordo com as estruturas comprometidas. Porém, apenas um ortopedista pode fazer a indicação de caso a caso, lembrando-se sempre que quanto mais precoce o diagnóstico melhor.

Saiba mais sobre outros tipos de câncer ósseo

 

Além do condrossarcoma, existem inúmeros outros tipos da doença que afetam a população. Saiba mais:

 

Osteossarcoma:

Aparece nas células que formam os ossos, principalmente no fêmur distal, tíbia proximal e úmero proximal.
Fibrossarcoma:

Este tipo se desenvolve partir dos tecidos moles do corpo, como os tendões e os ligamentos

 

Sarcoma de Ewing:

Comum em crianças e adolescentes, atinge a região pélvica e ossos das pernas e braços.

 

Ainda podem se desenvolver outros tipos de câncer como o Mieloma, o Mieloma Múltiplo e o Linfoma Não Hodgkin.

 

A eficácia depende do diagnóstico:

Praticamente todos os tipos de doença se beneficiam de um diagnóstico preciso e precoce. Com o câncer ósseo não é diferente. Quanto mais cedo ele for identificado, melhor será o prognóstico de tratamento e volta da qualidade de vida após a doença ser tratada.

 

Infelizmente, cânceres como o condrossarcoma são desconhecidos para a maioria da população. Por isso, manter em dia exames, relatar ao profissional de confiança dores e sintomas e, também, manter práticas saudáveis são o que é possível fazer para prevenir a doença.

 

Se você se identificou com algo dito no texto, entre em contato e procure ajuda. A doença possui tratamento.

11 de novembro de 2021 0 comment
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tendinite patelar
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Você sabe o que é a tendinite patelar?

by Otávio Melo 9 de novembro de 2021

Você sabe o que é a tendinite patelar e como tratá-la? Hoje, vamos tratar sobre essa condição tão comum que chega afetar 20% de todos os corredores, segundo estudos. Aliás, devemos ressaltar logo de pronto que as lesões em praticantes de atividades físicas devem ser olhadas com muito cuidado e tratadas sempre de forma imediata.

No caso das dores no joelho, é preciso lembrar que são uma das reclamações mais comuns no ser humano, com cerca de 30% da população reclamando de algum incômodo. Elas podem ser fruto de alta frequência e intensidade em treinos, IMC elevado, mau alinhamento patelar, frouxidão do tendão patelar, falta de flexibilidade nos quadríceps e fraqueza muscular na perna, sendo mais propensas a aparecer em homens mais velhos.

 

Saiba mais sobre as causas de doenças no joelho

 

Entre essas dores, que não tem uma idade certa para começar e que tem causas bem variadas, está a tendinite patelar. Abaixo, trataremos sobre esta condição:

 

O que é a tendinite patelar?

 

A tendinite patelar é uma condição muito comum em atletas de variadas faixas etárias. Também chamada de joelho do saltador, ela é causada pelo estresse repetitivo do mecanismo extensor e costuma acometer atletas que lidam com atividades de impacto nos membros inferiores e que praticam atividades que exigem a extensão repentina do joelho.

Ou seja, a tendinite patelar é uma lesão de sobrecarga do tendão que liga a patela (chamada também de rótula) ao osso da canela (a tíbia). Por isso, atividades, exercícios e esportes que tenham como parte integral a corrida, o salto e também chutes acabam fazendo aparecer a condição.

 

Essas atividades podem levar a micro traumas no tendão patelar, na região do polo inferior da patela. Neste local, podem ocorrer degenerações, necroses e também processos inflamatórios e reparativos que acabam atrapalhando a mobilidade e trazendo dor ao paciente.

 

Para diagnosticar a lesão, é preciso normalmente:

 

Exame clínico

Um exame comum que acontece pelo toque na parte inferior da patela. Se houver a existência de dor, é um indício. Além disso, esse exame pode localizar também edemas e nódulos dolorosos no local.

 

Ressonância Magnética à

Este é o exame mais sensível e específico, sendo mais preciso para identificar a lesão. A Ressonância, devido à sua melhor definição que nos ajuda a localizar a origem da dor e a morfologia da lesão. Porém, só é utilizada em casos duvidosos devido ao seu alto custo.

Além dela, existem exames como a radiografia e ultrassom.

dor no joelho

Sintomas de tendinite no joelho

 

Como vimos, a tendinite patelar é uma condição muito comum e que pode ser identificada facilmente por médicos em exames relativamente simples. Além disso, podemos notar a existência da tendinite através de sintomas que aparecem em atividades físicas leves, moderadas ou intensas e também em horários de repouso ou quando acordamos:

 

Dor na parte anterior do joelho;

Dor que se agudiza ao saltar ou correr;

Joelho inchado;

Dor ao estender as pernas;

Dor após muito tempo de pernas cruzadas;

Dor ao começar atividades físicas;

Mobilidade comprometida do joelho;

Falta de firmeza ou joelho duro ao despertar;

 

Como não poderia ser diferente, a dor na tendinite patelar também é classificada em diferentes níveis. Isso ocorre para que saibamos como tratar e prevenir agravamentos da lesão.

 

CLASSIFICAÇÃO DE BLAZINA

  1. Dor leve após atividade física
  2. Dor no início, melhora durante e piora após exercício, porém sem comprometer rendimento
  3. Dor constante, em repouso, durante e após exercício, comprometendo rendimento
  4. Ruptura parcial ou total do tendão

 

Na existência desses sintomas, o paciente deve consultar um profissional de sua confiança para a avaliação e os exames necessários para o diagnóstico.

 

Causas da Tendinite Patelar do joelho

 

A tendinite patelar é uma lesão de sobrecarga nos membros inferiores do corpo. Isso pode acontecer por variados motivos e necessitar de diferentes medidas para o seu tratamento.

 

Entre as causas mais comuns da tendinite patelar, estão os esforços repetitivos e o  excesso de carga e exercícios que utilizem os tendões. Até por conta deste fato, os atletas são os principais afetados pela condição, sofrendo com dores e afastamento da prática regular.

 

Outras causas da tendinite podem ser desgastes da articulação e dos ossos das pernas, além do enfraquecimento muscular. Tudo isso acaba causando mais e mais sobrecarga sobre o polo inferior da patela.

Entre outros fatores também se destacam:

 

Excesso de peso corporal

Deformidades no joelho

Diferença no comprimento do membro.

Falta de preparo físico para a atividade

Técnica inadequada

Falta de avaliação sobre a intensidade e aumento exagerado de intensidade e frequência

 

Como tratar a tendinite patelar?

 

Para tratar a tendinite patelar, devemos sempre nos atentar a três fatores:

 

1- Diagnosticar a condição
2- Encontrar a origem
3- Repousar e seguir orientações médicas

 

Seguindo estes três passos trataremos a tendinite da forma mais adequada. Além disso, é preciso ressaltar que o tratamento mais recomendado para a tendinite patelar é o conservador, envolvendo repouso, compressas geladas e trabalhos fisioterápicos.

 

Com o repouso da perna afetada, é possível usar uma faixa elástica no joelho e aplicar gelo três vezes ao dia, por 15 minutos. Com o acompanhamento médico, é possível utilizar também analgésicos e anti-inflamatórios para reduzir a dor e a inflamação. Em 90% dos casos, com até seis meses de tratamento conservador, as dores melhoram

 

Na fisioterapia, vão ser buscados exercícios de alongamento e de fortalecimento. É importante também aos poucos buscar trabalhos de fortalecimento do resto do corpo para sustentar melhor a perna. Em casos originados pela idade, é importante conversar também sobre como melhorar a alimentação e corrigir situações de falta de nutrientes.

 

É possível ainda utilizar de metodologias com o FST, exercícios concêntricos para remodelar as fibras colágenas, e também ondas de choque extracorpóreas.

 

Em casos graves, é possível fazer cirurgias que reparem os danos provocados no tendão do joelho. O tratamento cirúrgico pode ser aberto ou artroscópico, sendo o segundo considerado o mais avançado, possibilitando o retorno precoce à prática esportiva.

A pesquisa médica da área mostra avanços com cirurgias na região, trazendo a diminuição total da dor e a volta completa da mobilidade em quase todas as ocorrências. Recentemente, o tratamento cirúrgico da tendinite patelar foi feito com sucesso utilizando também uma ressecção de fragmento ósseo do polo inferior da patela e da área acometida do tendão patelar com resultados positivos e animadores.

 

Para saber sobre tratamentos de outras doenças do joelho

9 de novembro de 2021 0 comment
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Alongamento joelho
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Alongamentos: eles podem beneficiar o seu joelho?

by Otávio Melo 4 de novembro de 2021

Alongar pode ser uma importante parte do processo de cuidado com o joelho.  Ao realizar esta ação nos músculos dos membros inferiores, podemos cuidar paliativamente do joelho e prevenir o aparecimento de dores. Estas dores, inclusive, são um dos principais motivos de dor em pessoas de todas as idades pelo mundo.

 

Não é preciso muito para saber que joelhos são partes muito sensíveis do corpo humano e precisam de muito cuidado. Eles sustentam o peso do corpo e são responsáveis pelo amortecimento em movimentos, pelos saltos, pela corrida e muito mais. Inclusive, não é raro o aparecimento de condições como a tendinite patelar ou lesões ligamentares.

 

Porém, para entendermos completamente sobre como cuidar do joelho, é preciso primeiro entender o que ele é!

 

O que é o joelho?

 

O joelho é a mais importante articulação humana quando falamos sobre movimentos básicos. A utilização destas articulações no joelho acontece principalmente no caso de  movimentos de caminhar, correr, agachar e pular. Formada pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia e a ligação da patela com o fêmur, o joelho é uma articulação complexa.

 

Além dessas ligações, o joelho ainda possui ligamentos, meniscos e músculos, como o músculo poplíteo que sai de dentro do joelho.

 

Cada parte do joelho tem sua função para o nosso corpo e, caso existam danos a elas, existem problemas relacionados à nossa capacidade motora, o aparecimento de dores e até a evolução para casos piores:

 

Ligamentos:

Muito conhecidos pelas lesões esportivas, o ligamento serve para estabilizar as articulações. Também são estabilizadores para os movimentos chamados de translação, para a angulação em varo e valgo e em movimentos rotatórios da articulação do joelho.

 

Os ligamentos podem ser:

Extracapsulares

Como o ligamento da patela, os ligamentos colaterais fibular e tibial, ligamento oblíquo e ligamento poplíteo arqueado.

Intracapsulares

Estes são os ligamentos cruzados e meniscos, que ficam entre as faces articulares.

Menisco

Meniscos são estruturas de fibrocartilagem em formato que lembra um triângulo ou uma meia-lua. Sua importância para o corpo se dá pelas diversas funções que eles carregam como estabilizar o joelho, amortecer impactos, nutrir a cartilagem e espalhar uma película de líquido sinovial pela integralidade da articulação.

 

Eles podem ser:

  • Medial
  • Lateral

O problema das dores no joelho

 

Sentir dor nos joelhos é uma constante na vida de muitas pessoas no mundo. Não importa a idade, o gênero, a condição corporal ou o nível de atividade física, cerca de uma a cada três pessoas reclama de dores na articulação. Estas podem ser em maior ou menor grau e tem também diversas origens como traumas, falta ou excesso de atividade física, sobrepeso ou fatores genéticos e na pisada dos pés.

 

Saiba mais sobre as causas de doenças no joelho

 

Sabendo disso, novas técnicas, novos estudos e novas aplicações surgem constantemente para tornar o joelho mais saudável e curar lesões e doenças que existam.

 

Cuidado com os joelhos por meio de alongamentos

 

Como falamos, o joelho é uma das estruturas mais importantes do corpo humano. E, por isto, ter cuidados sobre ela é fundamental para uma vida saudável e para a manutenção da capacidade de locomoção, assim como para a total mobilidade quando pensamos em exercícios físicos.

 

Neste caso, surge uma importante questão: o movimento executado é o normal e adequado? Ou existem impedimentos para a completa execução? Já é uma certeza, na medicina esportiva, que quando existe a falta de flexibilidade, existe um tensionamento do mecanismo extensor. Neste sentido, as fibras musculares perdem parte do movimento e podem sobrecarregam tendões e articulações. Por exemplo, no caso de corridas, um músculo mais encurtado pode tensionar o tendão patelar e causar a tendinite patelar.

 

 

E para resolver esse tipo de caso, o alongamento pode ser um importante aliado!

 

Em pesquisa publicada no Brazilian Journal of Physical Therapy, foi percebido que um programa de alongamento ativo excêntrico dos músculos flexores do joelho na postura em pé conseguiu reduzir as dores e aumentar a flexibilidade. Os 34 voluntários faziam séries de sete repetições de um minuto com 30 segundos de descanso entre as repetições por duas vezes na semana durante um mês.

 

Alguns alongamentos que podem ser realizados são:

 

  • Lombar
  • Ombros
  • Quadríceps
  • Isquiotibiais

 

Porém, cuidado! Os alongamentos devem ser feitos de forma leve e de modo a buscar uma maior flexibilidade e não para buscar a extensão completa. Além disso, eles devem ser acompanhados por profissionais para evitar causarem uma outra lesão, dessa vez muscular.

 

Joelhos: é possível cuidar

 

Como mencionamos, sentir dor no joelho afeta cerca de um terço da população mundial. E elas podem ser causadas por diversas doenças e condições genéticas. Porém, elas podem estar sendo causadas por fatores correlacionados e que podem ser facilmente trabalhados quando diagnosticados.

 

Por isso, a consulta médica periódica e também a emergencial são fundamentais para resolver uma situação que envolva dores. Buscar uma maior qualidade de vida é uma tarefa constante.

 

Se você tem dores no joelho, entre em contato para descobrir como resolvê-las.

 

Batista, LH et al. Efeitos do alongamento ativo excêntrico dos músculos flexores do joelho na amplitude de movimento e torque. Brazilian Journal of Physical Therapy [online]. 2008, v. 12, n. 3 [Acessado 14 Novembro 2021] , pp. 176-182. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S1413-35552008000300004>. Epub 08 Ago 2008. ISSN 1809-9246. https://doi.org/10.1590/S1413-35552008000300004.

4 de novembro de 2021 0 comment
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Ruptura do bíceps distal
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Ruptura do bíceps distal: raro, porém possível!

by Otávio Melo 2 de novembro de 2021

As lesões em praticantes de atividades físicas são comuns, porém acontecer a ruptura do bíceps distal é um fato raro. Estes casos compõem menos de 10% das lesões de bíceps. Porém, entender porque elas acontecem e como é o seu tratamento nos ajuda a entender como evoluir a sua técnica de tratamento.

 

Além dos braços, existem também muitas lesões nos ombros. Leia mais sobre em:

Dor no ombro: quais as principais causas?

 

Abaixo, vamos ver mais sobre o que é o bíceps, como acontece a lesão e ainda como é o seu tratamento:

 

Saiba mais sobre o bíceps

Bíceps, como o próprio nome diz, é um músculo composto por duas cabeças que fica entre o ombro e o cotovelo, possuindo dois tendões separados. Estes se unem no braço formando um só tendão que adentra o cotovelo. Esta região é a que chamamos de bíceps distal, também sendo onde ocorre a lesão tema deste texto.

 

O bíceps atua para flexionar o antebraço e supinar o antebraço, movimentos muito comuns no dia a dia e que podem ser percebidos fundamentalmente em exercícios isoladores e compostos na academia. Fora dela, temos exemplos como puxar uma porta ou desenroscar uma rolha.

 

As cabeças do bíceps podem ser separadas em:

 

Cabeça longa

A cabeça longa puxa o braço para longe do tronco, o movimento de abdução, e o gira internamente na rotação interna,

 

Cabeça curta

Já esta, faz o movimento de puxar o braço junto ao tronco, no movimento chamado de adução.

Como acontece a lesão do bíceps distal?

 

A lesão do bíceps distal é uma lesão rara. Ela corresponde a apenas 10% das lesões tendíneas do bíceps. Sua ocorrência se dá normalmente em homens entre 30 e 50 anos no momento da prática de exercícios físicos. A lesão ao acontecer pode causar uma leve dor que evolui para a total impossibilidade de continuar tendo mobilidade.

 

Essa lesão costuma acontecer em exercícios como remadas, rosca bíceps e puxadas diversas, sempre no momento de puxar o bíceps em direção ao corpo. Em termos técnicos, é um mecanismo de trauma em levantamento de peso com cotovelo fletido em 90º ou com contração do bíceps contra resistência inesperada. Como é uma lesão de ocorrência rara, não existem grandes fatores de risco, porém o tabagismo, uso de esteroides, doenças autoimunes e o normal contribuem para o enfraquecimento muscular da idade podem contribuir para causar o problema.

Saiba mais sobre lesões que podem ser causadas durante a prática esportiva clicando aqui.

Como diagnosticar a lesão?

 

O primeiro ponto a ficar atento é o relato do próprio paciente. Isto se deve a quase todos que sofreram a lesão terem ouvido uma espécie de estalo, como um rasgo no antebraço ou cotovelo ao realizar o movimento desejado. Também é preciso que o paciente relate qual movimento era feito para o diagnóstico preciso.

 

Além disso, entender quais os sintomas apareceram também é fundamental para um tratamento eficaz. Eles podem incluir fraqueza e falta de mobilidade para as atividades cotidianas.

 

Na parte do exame físico, é possível identificar cotovelo com inchaço, hematoma no local e deformidades no tendão. Ainda podem ser realizados testes como o bíceps squeeze test/Rulland e o Hook test para entender melhor o que aconteceu.

 

Alguns exames de imagem também podem ajudar a confirmar:

  • Radiografia do cotovelo
  • Ultra-sonografia
  • Ressonância Magnética

 

Como tratar este tipo de lesão?

 

A ruptura de bíceps necessita de um tratamento aprofundado combinando medicação, cirurgia e tratamento conservador, sempre levando em conta a recomendação médica, o desejo e o perfil do paciente e a necessidade do mesmo para o seu dia a dia. Além disso, o tempo conta muito para a recuperação, já que o tratamento cirúrgico deve ser realizado em até três a quatro semanas para não haver dificuldades na mesma por conta de oclusões.

 

Tratamento cirúrgico

No caso de pacientes mais jovens que usam o membro para lazer, esporte ou trabalho, a cirurgia é o tratamento mais recomendado para devolver a vida normal ao mesmo. Além disso, ela também corrige a deformidade estética que acontece após a ruptura do bíceps distal ocorrer.

 

A cirurgia pode ser realizada de diversas formas e envolve, necessariamente, sedação do paciente. A técnica mais comum vai identificar a ponta do tendão rompido e a região do rádio onde o tendão deveria estar inserido. Após essa preparação, o local é suturado e amarrado para existir a volta da mobilidade e a cura da lesão.

 

Já para casos crônicos, uma outra técnica pode ser o enxerto de tendão do próprio paciente ou de doador já falecido. Nestes casos, essa técnica se mostra necessária pois o tendão perdeu elasticidade.

 

Pós operatório

Ao realizar a cirurgia, o paciente deve ficar com o membro imóvel por, pelo menos 15 dias, em tipóia no ângulo de 90º. Com o começo da cura do tendão rompido e das incisões cirúrgicas, o paciente pode começar a realizar pequenos movimentos na fisioterapia e, após alguns meses, pode começar o trabalho de fortalecimento muscular. É importante ressaltar que, no caso do rompimento total, a volta para um ritmo normal em uma musculação é lenta, progressivo e deve ser tratado com cautela.

 

O melhor tratamento é a velocidade

 

A ruptura do bíceps distal é um fato bem raro quando pensamos em ocorrências de lesões no bíceps. Porém, ele pode representar dores e faltas de mobilidade que atrapalham a vida de pessoas de várias idades. Por isso, a celeridade no tratamento desta rara condição é fundamental.

 

No caso da suspeita dessa lesão, entre rapidamente em contato com uma emergência médica ou seu médico de confiança e relate o problema. A rapidez pode trazer de volta a qualidade de vida em poucos meses.

2 de novembro de 2021 0 comment
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ArtroseBlog RegeniusMãos e Punhos

Artrite: saiba tudo sobre esse problema! 

by Otávio Melo 29 de outubro de 2021

Saber tudo sobre a artrite reumatoide é um importante passo para o maior cuidado com a saúde. O problema, que é autoimune, atinge cerca de 1% da população mundial, sendo duas milhões de pessoas que vivem no Brasil. Esta doença é uma condição inflamatória crônica que afeta as articulações de homens e, principalmente, mulheres com o avançar da idade.

 

Sendo uma doença comum, é necessário que exista mais conhecimento divulgado sobre suas causas, sintomas e tratamentos. Entretanto, ainda é preciso muito trabalho na sua maior divulgação. Não é raro encontrar pessoas que já começam a sentir os sintomas, mas ainda não foram diagnosticadas.

 

Entrar em contato com médico especializados em doenças das articulações e em toda a parte de mobilidade do corpo é fundamental. Se você identificar neste texto condições semelhantes às suas, procure ajuda.

 

Abaixo, vamos descobrir mais sobre o que é a artrite.

 

Deseja conhecer mais sobre outras doenças das articulações?

 

O que é a Artrite?

 

A Artrite Reumatóide é uma doença que inflama as articulações. Como uma doença inflamatória, ela acaba sendo também crônica e permanece como uma acompanhante indesejada por anos. Sua natureza ainda não é totalmente compreendida, mas ela integra o grupo de doenças autoimunes.

 

Ela costuma afetar principalmente as membranas sinoviais, que são as camadas de tecido conjuntivo das articulações. E não existe uma restrição específica de onde ela possa aparecer. Algumas das articulações afetadas são:

 

  • mãos
  • punhos,
  • cotovelos,
  • joelhos,
  • tornozelos,
  • pés,
  • ombros,
  • coluna cervical.

 

Além disso, a artrite também pode afetar os órgãos internos do corpo humano como pulmões, coração e rins.

 

A evolução da doença em pacientes não tratados pode acabar ocasionando em deformidades e alterações das articulações, chegando ao ponto de limitar movimentos e trazer o desenvolvimento de quadros de sofrimento psíquico.

 

Quais são os sintomas da artrite?

 

Para saber tudo sobre a artrite reumatóide, um dos principais pontos é entender os seus sintomas principais. Alguns deles são simples como dores, edemas, calor e vermelhidão nas articulações afetadas. Estes últimos podem afetar principalmente as mãos e punhos em quadros mais graves.

 

As articulações afetadas pela artrite costumam apresentar diversos sintomas mais complexos como:

 

Rigidez matinal

A rigidez nos movimentos da articulação é maior pela manhã e pode levar bastante tempo para se recuperar durante o dia. No frio, a situação pode piorar.

 

Fadiga

Como é preciso mais esforço e se convive com muitas dores em casos não tratados, o paciente começa a se sentir um cansaço maior devido ao seu esforço. Com o tempo, isso pode causar outras condições no corpo.

 

Destruição da cartilagem articular

Como a doença ataca os tecidos moles das articulações, ela acaba ocasionando em seu desgaste até a sua total eliminação. Com isso, mais dor aparece no paciente.

 

Deformidades nas articulações

Estas acontecem nas articulações e causam condições como o pescoço de cisne, dedos em botoeira, desvio ulnar e joanete.

 

De forma menos comum, também existe o acometimento da doença em outros órgãos como a epiderme, as unhas, os músculos, rins, coração, sistema nervoso, olhos, sangue e muitos outros.

 

Como diagnosticar a Artrite Reumatóide?

 

Para o diagnóstico da Artrite, é preciso identificar alguns parâmetros definidos pelo Colégio Americano de Reumatologia que devem permanecer por, no mínimo, seis semanas:

 

 

  • Rigidez matinal prolongada nas articulações durante pelo menos 1 hora
  • Acometimento simultâneo de articulações
  • Acometimento de, ao menos, 1 articulação no punho ou na mão.
  • Acometimento simultâneo bilateral simétrico
  • Presença de nódulos reumatoides subcutâneos
  • Deformidade clássica em “z”
  • Subluxação dorsal ulnar distal
  • Desvio ulnar no carpo
  • Subluxação volar carpo
  • Desvio radial dos metacarpos
  • Ruptura tendinosa
  • Presença de Fator Reumatóide no sangue
  • Erosões articulares ou descalcificações localizadas em radiografias de mãos e punhos.

Ainda existem outros indicativos, porém estes são os principais para saber se um paciente é portador da AR.

 

Para saber o quadro completo, o especialista pode avaliar de forma clínica e laboratorial os indícios apresentados. Exames como radiografia, ultrassonografia, tomografia, ressonância, além de exames de sangue voltados para encontrar sinais são fundamentais para um diagnóstico completo.

 

O médico reumatologista de confiança saberá o que é necessário em cada caso, afinal a artrite se apresenta de formas diferentes. E também saberá como iniciar o tratamento, já que diagnosticar precocemente e iniciar o tratamento assim que possível são partes importantes da prevenção contra a doença e seu tratamento para devolver ao paciente uma vida normal.

 

Como tratar a Artrite Reumatóide?

 

Como falamos anteriormente, o diagnóstico precoce e o tratamento inicial são os principais garantidores de uma vida plena e saudável, sem limitações de mobilidade para os pacientes. Para isso, médicos reumatologistas podem optar por tratamentos medicamentosos, cirúrgicos ou, mesmo, abordagens conservadoras visando devolver uma condição de vida ao paciente.

 

Tratamento medicamentoso

Este tratamento vai variar a partir do estágio da doença no momento, podendo ser em maior grau se a doença estiver sendo muito agressiva. Para isso, os aliados principais são os antiinflamatórios, corticóides e imunossupressores. Como cada caso é um caso, é fundamental não existir a medicação sem recomendação médica e jamais existir a automedicação.

 

Tratamento cirúrgico

Dependendo do estágio da doença, existe a recomendação para um tratamento cirúrgico. Entre as técnicas possíveis de serem utilizadas, estão a sinovectomia para retirada do material que afeta a película sinovial, as cirurgias para correção de deformidades móveis da mão ou dedos, a cirurgia de substituição articular para implantar prótese e a de estabilização articular.

 

Estas cirurgias visam devolver capacidades de movimento em pessoas já limitadas. O reumatologista junto ao cirurgião ortopédico definirão a necessidade das mesmas.

 

Tratamento conservador

Além dos tratamentos anteriores, também é possível fazer tratamentos para o fortalecimento muscular, para diminuir o inchaço momentâneo e para permitir ao paciente retornar aos poucos uma vida normal. O importante nesta situação é seguir as recomendações estabelecidas e contar com a ajuda de profissionais especializados como fisioterapeutas.

 

A artrite reumatoide deve ser tratada

 

Cuidar da artrite é uma tarefa importante para devolver a condição de vida às pessoas afetadas. Uma doença tão comum como esta não pode ser ignorada de forma alguma ou tratada com descaso.

 

Por isso, consultar um reumatologista e, se for o caso, também uma cirurgião ortopédico é fundamental. Caso você se enquadre em algum caso que mencionamos, entre em contato e veja como trazer de volta sua vida para o normal.

29 de outubro de 2021 0 comment
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Blog RegeniusColuna

Dor lombar: quais as suas principais causas e tratamentos?

by Otávio Melo 27 de outubro de 2021

Sentir dor na lombar é uma das principais reclamações em adultos. Mesmo sendo um fato muito comum, boa parte da população ignora quais são as principais causas e quais são os tratamentos. Isso se mostra de forma negativa, pois na vida cotidiana, as pessoas podem realizar ações que agravem o quadro e causem o desenvolvimento da lombalgia.

Além da dor em si ser uma condição, ela pode ser um sintoma de outras doenças. Por isso, é importante ficar atento e consultar um especialista em ortopedia caso os sintomas apareçam.

 

A dor na lombar é comum?

 

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde – OMS, a dor lombar é uma das líderes entre as causas de ida de pacientes aos consultórios médicos. A dor na lombar só fica atrás da dor de cabeça. Ainda de acordo com a OMS, cerca de 80% das pessoas no mundo sentem essa dor em maior ou menor grau.

Além dessas estatísticas, estudos do jornal médico britânico The Lancet demonstram que a dor lombar é a maior causa de incapacitação de trabalhadores no mundo, sendo também o segundo maior motivo de faltas no trabalho.

 

O que é a lombar?

 

A lombar é uma região localizada na parte inferior da coluna, logo abaixo das costelas. Esta região é formada por vértebras que conectam tórax, cintura e pernas, servindo para permitir movimentos como correr, andar e pular, mas também para simplesmente ficar em pé. Além das estruturas ósseas, ligamentares e de nervos, a região também fica próxima de órgãos como os rins.

 

Conheça os sintomas da dor lombar

 

Como uma dor é um fato particular a cada um, nem todo paciente vai sentir os mesmos sintomas. Porém, a lista a seguir mostra os sintomas mais comuns em pessoas que sentem dores na lombar:

 

– Dor intensa e aguda que torna impossível a realização de atividades cotidianas. A dor pode ser persistente ou aparecer por períodos esparsos;

– Choque ou queimação na região;

– Dificuldade de locomoção;

– Dificuldade em se manter de pé;

– Dores irradiadas paras as pernas;

 

Caso existam outros sintomas, é possível que a dor seja um sintoma de outras condições como, por exemplo, cálculo renal. A pessoa ao sentir a dor deve procurar o médico e relatar sintomas que ocorrerem no mesmo período como ardência ao urinar ou perda de peso.

Se a dor durar mais que 3 meses, ela já se caracteriza como lombalgia crônica e necessita de tratamento médico imediato. Casos assim podem necessitar de intervenção cirúrgica.

 

Veja os graus da dor lombar:

 

Referida

Esse tipo de dor é aquela que irradia do ponto A para o ponto B. Normalmente, identificada quando a dor é sentida nas pernas.

 

Crônica

Como o nome diz, é uma dor persistente que pode ser aguda em maior ou menor grau. É considerada crônica quando a mesma perdura por mais de 3 meses.

 

Aguda

Relacionada com estiramentos e distensões, essa dor aparece repentinamente e pode durar até seis semanas. Seu surgimento, normalmente, tem relação com movimentos realizados pelo paciente e causa dor em alto grau;

 

Subaguda

Similar à anterior, ela pode demorar entre seis semanas e três meses;

 

Quais são as principais causas da dor na lombar?

 

A dor lombar tem uma variedade enorme de motivos. Alguns são mais comuns, outros menos. Para se saber o motivo, é preciso consultar um especialista e relatar de forma adequada os sintomas e a rotina do paciente.

 

Entre os casos mais comuns, estão:

Hérnia de Disco

Relacionada à dor ciática, a hérnia de disco acontece quando existe o escape do conteúdo dos discos intervertebrais, o que pode comprimir o nervo. A manifestação se irradia podendo aparecer no glúteo, coxa e no pé.

 

As contraturas mecânico-posturais

Chamadas de distensões e entorses, elas costumam ocorrer por conta de movimentos feitos de forma equivocada. Um exemplo comum são as lesões que acontecem em academias.

 

Envelhecimento:

Um fato comum na terceira idade é a degeneração da coluna vertebral. Somado aos fatos acontecidos durante a vida e a falta de atividade física, é uma causa fundamental em lombalgias em pessoas de idade.

 

Sedentarismo:

A fraqueza muscular somada à falta de hábitos saudáveis se configura em uma importante causa das dores lombares.

 

Erros posturais:

Além das doenças de coluna, a permanência em posturas inadequadas por muito tempo costuma causar dores que podem evoluir para condições mais graves com o passar dos anos.

Além dessas causas, a obesidade, fatores emocionais (como o stress), o tabagismo, a repetição de movimentos e o estímulo excessivo corporal em atividades contribuem para a dor lombar. Estes podem causar, inclusive, a degeneração dos discos vertebrais podendo ocasionar em fraturas ou fissuras.


Quais são os tratamentos para a dor lombar?

 

O ortopedista escolhido para tratar a dor lombar tem uma gama de tratamentos a sua disposição. Sabendo todos os sintomas do paciente, ele pode adequar o melhor para cada caso e evitar tratamentos desnecessários. É importante ressaltar que já existem orientações, como do Colégio Americano de Médicos para evitar a utilização de medicamentos como primeiro cuidado para as dores lombares.

No caso de dores relacionadas aos músculos, ligamentos ou postura, o médico pode encaminhar o paciente para outro profissional ou trabalhar com os seguintes tratamentos:

 

– Repouso;

– Fisioterapia para reabilitação;

– Uso prescrito de medicamentos;

– Compressas de água fria e quente;

– Massagens;

– Alongamentos;

 

Para a hérnia de disco, recomenda-se também os mesmos cuidados, porém, no caso de danos maiores ao corpo ou dores que passam, pode ser recomendada a cirurgia.

 

Como prevenir a dor na lombar?

 

A prevenção da dor lombar passa pelas causas e também pelos tratamentos para a mesma. Segundo o Jornal da Academia Americana de Medicina – JAMA, a adoção de hábitos saudáveis como exercícios físicos de baixo impacto, dietas saudáveis e fim do tabagismo consegue conter o aparecimento ou o agravamento da dor lombar.

 

Além disso, é preciso manter o peso sobre controle, fortalecer os músculos abdominais, evitar permanecer na mesma posição por muito tempo, cuidar com as posições para a hora de dormir, entre muitas outras recomendações que valem para qualquer pessoa.

 

Em caso de dores lombares, não espere o agravamento do quadro. Procure imediatamente um ortopedista e verifique as causas e os tratamentos disponíveis para o seu caso. Prevenir a dor lombar é cuidar da sua qualidade de vida.

 

27 de outubro de 2021 0 comment
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Bioimpressão 3D: como ela pode ajudar na área de transplantes?

by Otávio Melo 25 de outubro de 2021

A Bioimpressão 3D é um dos maiores avanços tecnológicos na área dos transplantes. Ainda necessitando de mais estudos e tecnologia para substituir a necessidade dos transplantes de órgãos entre pessoas, a Bioimpressão 3D começa a ajudar a medicina na luta contra as falhas do corpo humano.

 

Os transplantes de órgãos se configuram como uma barreira para os médicos de todo o mundo. Apesar de inúmeras campanhas, os números de doadores costumam ser insuficientes para o número de pacientes. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 50 mil pessoas esperam por um coração, fígado, rins, córneas, entre outros órgãos e tecidos.

 

Leia mais sobre a fila de transplantes clicando aqui

 

Por esse fato, a tecnologia se mostra importante para aumentar a sobrevida dos pacientes e curar doenças.

 

O que é a Bioimpressão 3D?

 

Como o próprio nome já diz, a Bioimpressão 3D é um processo onde existe a fabricação de um tecido ou um órgão através de uma máquina. Esta máquina, análoga à impressora 3D, consegue reproduzir alguns órgãos e tecidos humanos e é uma esperança para os transplantes.

 

Para conseguir a reprodução dessas importantes partes do corpo, a tecnologia médica avança desde os anos 80 rumo a um órgão completamente funcional. Inicialmente, apenas células eram reproduzidas e, hoje, estruturas bem mais complexas e tridimensionais conseguem se tornar realidade.

 

Já é possível o transplante de órgãos feitos por Bioimpressão?

 

Essa é uma importante questão: apesar dos avanços na tecnologia da medicina, ainda não é possível realizar transplantes. Devido à barreira da complexidade dos órgãos e tecidos, estruturas como o coração e o pulmão, por exemplo, ainda são um horizonte distante para a realização de transplantes.

 

Entretanto, isso não quer dizer que não existam aplicações atualmente. As startups e laboratórios de pesquisa conseguem realizar órgãos funcionais para a realização de testes e a criação de pequenas estruturas para alguns pacientes.

 

Para exemplificar a questão: foi demonstrado por cientistas do Wake Forest Institute for Regenerative Medicine (WFIRM), instituto sediado na Carolina do Norte que é possível o tratamento de lesões no menisco por meio da bioimpressão. Com a técnica, foi possível substituir a cartilagem dessa parte do joelho por uma feita na impressora 3D.

 

Saiba mais sobre as lesões de menisco, clique aqui

 

Quais materiais a Bioimpressão 3D utiliza?

 

Para se imprimir uma estrutura viva é necessário deixar de lado componentes tradicionais de impressoras 3D como os polímeros. Em seu lugar, se utiliza a biotinta que nada mais é que um um hidrogel. A este materiais são adicionadas células do órgão ou tecido que objetiva-se reproduzir.

 

Além do material a ser trabalhado, é preciso também equipamentos como as bioimpressoras. Estas são uma versão similar da impressora 3D, porém voltadas para a biofabricação de tecidos.

 

Como funciona a tecnologia da bioimpressão?

 

Assim como a conhecida impressão 3D, as bioimpressões necessitam de um projeto do que será produzido. Esse projeto pode ser um BioCAD ou um Blueprint. Após isso, o início é dado com os suprimentos necessários. E, por fim, existe a etapa de pós-processamento, onde o tecido bioimpresso é maturado para estar pronto para ser utilizado.

Essa última etapa necessita de outros equipamentos voltados especificamente para a maturação.

 

Quais as técnicas mais utilizadas na Bioimpressão 3D?

Como uma especialidade ao mesmo tempo antiga, mas expandida com os avanços tecnológicos, as impressões biológicas possuem mais de uma técnica principal.

Confira a seguir as técnicas mais utilizadas são:

 

– Inkjet;
– Laser;

– Micro extrusão;

– Microfluídica; 

– FRESH;

– SWIFT;
– Coaxial; 

– In situ;

– Kansen. 

 

O que poderá ser feito com a Bioimpressão para os transplantes?

 

Para falar sobre essa parte, é preciso datar o texto e falar sobre onde chegamos até o presente ano de 2021. Atualmente, a Bioimpressão pode reproduzir de forma segura um número enorme de estruturas funcionais como as artérias, veias, cartilagens, tecidos, pele artificial e alguns tecidos de órgãos menos complexos.

Inclusive, a complexidade é um dos maiores limitadores do potencial atual da técnica. Devido aos limites, apenas órgãos menos complexos conseguem ser criados de forma funcional e ainda se espera o dia que será possível ver um coração ou pulmão totalmente criado pela impressão biológica ser transplantado a um paciente.

 

A Bioimpressão 3D já existe no Brasil?

 

Felizmente, o Brasil é um dos países que direciona os avanços tecnológicos para área, visando não só os transplantes, mas a saúde em geral da população. Isto é, aqui em terras brasileiras, as impressões biológicas são estudadas e aplicadas para tratar doenças e para conseguir ampliar o número de transplantados.

Porém, cabe ressaltar que a bioimpressão ainda precisa avançar. Principalmente no Brasil, devido ao custo das pesquisas e dos materiais, é preciso mais investimento em formação, pesquisa e equipamentos.

 

Qual o futuro da Bioimpressão 3D?

 

O principal futuro das impressões biológicas é simples: a realização de transplantes de órgãos feitos por bioimpressão. Isso reduziria o número de mortes na fila de transplantes e poderia reduzir as condições de incompatibilidade entre paciente e doador.

 

Além do uso para transplantes, a bioimpressão também se mostra como excelente alternativa para o teste de diversos medicamentos e cosméticos. Dessa forma, não existiria sofrimento humano ou animal na testagem de qualquer produto.

Uma terceira aplicação seria para facilitar e ampliar o estudo do funcionamento de órgãos humanos. Com isso, estudantes de todas as partes do mundo seriam beneficiados pela técnica.

Para chegar nesses resultados, é preciso superar os custos de materiais, as barreiras tecnológicas atuais e problemas de legislação. Com isso, seria possível entender mais sobre o corpo humano enquanto se tratam as doenças que nele existem.

 

A Bioimpressão 3D é um dos avanços mais aguardados na medicina. No transplante de órgãos, será uma realidade em breve. Até isso acontecer, é preciso que se continuem as campanhas de doação de órgãos e, de forma particular a cada um, a demonstração do desejo de doar os órgãos após o falecimento.

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